Três deputados tentam emplacar filhos na ALPB e urnas rejeitam proposta de perpetuação no poder

Publicado em terça-feira, outubro 7, 2014 ·

fiflhoCom o auxílio dos pais deputados estaduais, três jovens políticos tentaram herdar a cadeira do pai nas eleições 2014 e não obtiveram êxito tendo que se contentar com a suplência, amargando o ostracismo político em 2015.

O primeiro que tentou emplacar um filho na Casa de Epitácio Pessoa foi o deputado Carlos Dunga (PTB) que anunciou que não disputaria a reeleição e lançou o filho e ex-deputado Carlos Dunga Júnior (PSDB) que se esforçou bastante porém obteve apenas 14.888 votos ficando na 4ª suplência da Coligação.

Outro que tentou lançar o primogênito foi o deputado Marcio Roberto (PMDB) que abraçou o projeto do jovem Jullys Roberto (PEN) que conquistou  apenas 22.468sufrágios amargando a 2ª suplência na  Coligação sendo superado por Antônio Mineral  (PSDB) que também não conseguiu renovar o  mandato.

A cidade de Bayeux perdeu o seu único representante, Domiciano Cabral (DEM) que nas eleições 2014 teve a estratégia errada de lançar o seu filho Arnon Domiciano (PSDB) que decepcionou nas urnas conquistando apenas 6.038 votos.

Contrariando prognósticos, a única que acertou na estratégia foi a deputada Léa Toscano (PSB) que lançou a filha Camila Toscano (PSDB) e conquistou a cadeira da família com 32.682 votos.

Renovar é preciso

Em quase todos os protestos de 2013e no ano passado os manifestantes entoaram cânticos pedindo uma mudança na política nacional, alguns até dizendo que não aguentam mais ver as mesmas caras em todas as eleições.

As urnas da Paraíba deram alguns recados para ao menos três deputados paraibanos.

Henrique Lima

PB Agora

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