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Presidente do TRE/PB diz que eleições podem ser adiadas para novembro com ampliação do horário das votações até às 20h

Nesta terça-feira (02), durante entrevista a uma emissora de rádio de João Pessoa, o presidente do Tribunal Regional Eleitoral, desembargador José Ricardo Porto, revelou que por conta da pandemia do novo coronavírus, as eleições de 2020 podem acontecer apenas no dia 15 do mês de novembro.

A possibilidade, ainda segundo o desembargador, foi debatida em uma videoconferência com outros presidentes de TREs brasileiros e o ministro Luís Roberto Barroso, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

“Outra medida que está sendo estuda é a ampliação do horário de votação, que termina às 17 horas”, disse. Com isso, os eleitores teriam até as 20 horas para comparecer às urnas.

Caso a nova data seja aprovada, o segundo turno deve ocorrer no dia 6 de dezembro.

José Ricardo Porto disse ainda que a biometria também pode ser dispensada por conta do risco de contágio pelo novo coronavírus.

Com relação à extensão do mandato para que sejam realizadas eleições unificadas, Porto voltou a rejeitar a tese, dizendo que o TSE não trabalha com essa possibilidade.

“As eleições devem ser realizadas este ano. É com essa possibilidade que o TSE trabalha” finalizou.

PB Agora

 

 

Fumaça preta sobe, e votações da manhã não elegem novo Papa

Imagem reprodução TV Globo
Imagem reprodução TV Globo

Os cardeais reunidos na Capela Sistina, no Vaticano, não conseguiram eleger o novo Papa nas duas eleições da manhã desta quarta-feira (13), segundo dia do conclave, na Capela Sistina. Outras duas votações estão marcadas para o período da tarde, após o almoço dos 115 cardeais eleitores na Casa de Santa Marta.

A fumaça preta se ergueu da chaminé da Capela Sistina, onde ocorre a reunião secreta dos cardeais, por volta das 11h40 locais (7h40 de Brasília), indicando que nenhum participante obteve a maioria de dois terços dos votos necessária para eleger o novo pontífice.

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Mais duas votações devem ocorrer à tarde, após o almoço, e a expectativa é que nova “fumaça” se erga por volta das 19h locais (15h de Brasília).

Na única votação da véspera, também não houve nenhum cardeal com mais de 77 dos 115 votos possíveis.

Segundo os vaticanistas, a primeira votação serve para “colocar os nomes na mesa” e definir quais os cardeais que estão realmente na disputa.

Há oito anos, o agora Papa Emérito Bento XVI foi eleito no segundo dia do conclave, após a primeira votação da tarde.

O porta-voz do Vaticano, padre Federico Lombardi, afirmou que é “normal” o fato de as três eleições não terem tido resultado ainda.

Renúncia
A eleição do novo pontífice ocorre após a surpreendente renúncia de Bento XVI, anunciada em 11 de fevereiro e efetivada em 28 de fevereiro, e que criou uma situação praticamente inédita para a Igreja moderna, em que dois pontífices, um atuante e outro “aposentado”, devem coabitar o Vaticano, a poucos metros um do outro.

O alemão Josef Ratzinger deixou o cargo após oito anos de um pontificado marcado por crises e divisões internas.

Ele deixa para seu sucessor desafios como os escândalos relativos aos casos de pedofilia no clero de vários países, as disputas internas na Cúria Romana e a expansão do secularismo e de religiões concorrentes.

O padre Lombardi afirmou que Bento XVI, que repousa na residência papal de Castel Gandolfo, está acompanhando pela imprensa os passos do conclave.

Favoritos
O cardeal brasileiro Dom Odilo Pedro Scherer é citado, pela imprensa e por analistas, como um dos cotados para ser o novo Papa, ao lado do italiano Angelo Scola, mas a previsão é de a eleição difícil, sem favorito absoluto.

A imprensa italiana especulou que Scola, na primeira votação, teria tido cerca de 50 votos, ficando imediatamente à frente do brasileiro.

Cardeais ouvidos pela agência Reuters nesta terça afirmaram que a decisão poderia levar cerca de 5 dias.

Segundo informou o padre Federico Lombardi, porta-voz do Vaticano, pouco depois de fecharem as portas da capela, os cardeais que entraram na Capela Sistina para eleger o novo Papa estão “em muito boa forma”.

 

 

G1

Abertas as votações da 9ª edição do Troféu Mulher IMPRENSA

A partir desta terça-feira (15/1), está aberta a votação para as finalistas da 9ª edição do Troféu Mulher IMPRENSA.
Em parceria com a Maxpress, o Portal e a revista IMPRENSA buscam homenagear neste prêmio as jornalistas que mais se destacaram em suas áreas de atuação em 2012  por meio de votação popular.

Crédito:Divulgação
Votação fica aberta até 15 de fevereiro
O Troféu Mulher IMPRENSA conta com quinze categorias: Âncora de telejornal; Âncora de rádio; Assessora de Imprensa Corporativa; Assessora de Imprensa Agência; Colunista de jornalismo impresso; Comentarista ou colunista de rádio; Comentarista ou colunista de TV; Diretora ou editora de redação (qualquer mídia); Jornalista de mídias sociais; Repórter de jornal; Repórter de rádio; Repórter de revista; Repórter de site de notícias; Repórter de telejornal; Repórter fotográfica de jornal ou revista. Além disso, os organizadores homenageiam uma jornalista, cuja identidade será revelada em breve.
A votação fica aberta de 15 de janeiro a 15 de fevereiro. Durante este período, os internautas poderão votar apenas uma vez em cada categoria por e-mail. Após finalizado o voto, o eleitor receberá confirmação em seu endereço eletrônico, validando suas escolhas. O voto só será efetivado após a validação.
Os nomes das vencedoras serão revelados na última semana de fevereiro. Conheça as finalistas e vote aqui.
Vanessa Gonçalves

‘PMDB vai se juntar ao PEN nas votações de matérias do Governo’, afirma Trócolli

O deputado estadual Trócolli Júnior (PMDB) declarou que o seu partido vai votar a favor das matérias do Governo, “se for de interesse para a população”, conforme as palavras do parlamentar.

Trócolli afirmou que o PMDB vai se juntar a outro partido nas votações, e não é um  partido da bancada da oposição. “Sem dúvida, nós do PMDB também nos juntaremos ao PEN nas votações. O que for do interesse da população, dos professores e dos policiais militares voto é a favor. Do contrário, não tem acordo”.

O PEN declarou independência, mas já derrubou dois vetos do Governo. Os dois partidos juntos somam 17 deputados.

O presidente do PEN, Ricardo Marcelo, já afirmou que o voto a favor no plenário dos projetos do governo vai depender se interessa a população.

O Governo pode encontrar dificuldades para conseguir que os deputados a aprovem a prestação de contas do exercício de 2011, inclusive com as restrições observadas no voto do conselheiro-relator Umberto Porto, do Tribunal de Contas.

O julgamento deve acontecer na última sessão antes do recesso no mês de dezembro.

Pedro Callado / Marcone Ferreira