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Entenda a vontade frequente de urinar na gravidez

Dr. Alberto Guimarães explica sobre o xixi na gestação

A vontade constante de urinar pode começar logo no início da gestação. Muitas vezes, é um dos sintomas que ajudam a mulher a identificar a gravidez. Inicialmente, é consequência do aumento do volume do útero.

“A partir da 35ª semana, as futuras mamães sentem muita urgência em fazer xixi e em períodos curtos. A culpa é do hormônio (HCG), que aumenta o fluxo sanguíneo na área pélvica e para os rins que se tornam mais eficientes durante a gravidez, ” informa o Dr. Alberto Guimarães: ginecologista, obstetra e precursor do Parto sem Medo.

Nas duas últimas semanas, a frequência se intensifica por causa do encaixe da cabeça do bebê na bacia da mãe, o que é chamado de “queda do ventre, pois a bexiga é comprimida pelo útero conforme ele aumenta de tamanho para suportar o crescimento do bebê.

“O útero em crescimento também é um pouco responsável pelas corridas ao banheiro pois ele exerce pressão na bexiga, dando menos espaço para armazenar o xixi,” complementa o médico.

Dr. Alberto Guimarães: ginecologista, obstetra e precursor do Parto sem Medo

Formado pela Faculdade de Medicina de Teresópolis (RJ) e mestre pela Escola Paulista de Medicina (UNIFESP), o médico atualmente encabeça a difusão do “Parto Sem Medo”, novo modelo de assistência à parturiente que realça o parto natural como um evento de máxima feminilidade, onde a mulher e o bebê devem ser os protagonistas. Atuou no cargo de gerente médico para humanização do parto e nascimento do Centro de Estudos e Pesquisas Dr. João Amorim, CEJAM, em maternidades municipais de São Paulo e na Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo. Site: https://www.partosemmedo.com.br/

Assessoria

 

 

A juventude tem força e vontade de lutar, diz presidenta da UNE

Vic BarrosQuinta mulher a presidir a maior entidade da juventude brasileira, a pernambucana Vic Barros termina esse movimentado ano de 2013 enxergando uma geração de jovens com mais vontade de debater e participar dos rumos do país. Eleita para dirigir a UNE logo antes da onda de manifestações que reverberou em todo o Brasil, ela acredita que “a luta pela construção desse novo mundo parte da juventude”.

Segundo Vic, o crescimento das pautas feministas dentro da entidade tem acompanhado o acirramento de suas lutas mais importantes nos últimos anos, entre elas a ampliação do financiamento da educação pública no Brasil. Um avanço apontado pela presidenta da UNE é a aprovação da legislação que garante royalties do petróleo e recursos do fundo social do Pré-sal para esse setor. Também destaca, nesse início de gestão, as campanhas pela regulamentação do ensino privado, contra os abusos nos reajustes das mensalidades e contra o processo de desnacionalização da educação superior.

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Ela acredita que, no ano de 2014, a juventude organizada estará mobilizada em torno de temas como a democratização dos meios de comunicação e a construção de um plebiscito dos movimentos sociais para a reforma política. “Sabemos que as lutas da juventude brasileira não param de crescer e amadurecer nos últimos anos. Isso terá uma grande dimensão em 2014”, prevê.

Leia abaixo a íntegra da entrevista:

A UNE completou 76 anos em 2013, como está a vitalidade do movimento estudantil?

A energia e os ideais que a UNE carrega, ao longo de todo esse tempo estão melhores e mais jovens do que nunca. Se há uma coisa que nos orgulha no movimento estudantil brasileiro é a sua capacidade de estar sempre à frente. Isso ficou muito claro neste ano de 2013. As manifestações populares e juvenis que varreram o país a partir do mês de junho tiveram, entre suas principais pautas, temas que já estão sendo amplamente discutidos pela UNE e o movimento estudantil nos últimos quatro, cinco anos, dez anos, como a questão do transporte e do passe livre, do aumento das verbas para a Educação no país, da reforma política. O tamanho e o alcance da UNE também foram medidos, neste ano, pela enorme participação no nosso Congresso, em Goiânia, que na sua etapa preparatória envolveu quase dois milhões estudante em universidades de todos os estados do país.

O Congresso da UNE aconteceu exatamente antes das manifestações de Junho de 2013. Qual a sua avaliação desse movimentos de protestos que marcou 2013?

Acho que as manifestações mostraram a grande expectativa da população brasileira pela ampliação da cidadania, dos direitos sociais e escancararam os imensos problemas nas grandes cidades, como é o caso do acesso ao transporte e à saúde pública de qualidade. Outro saldo importante das manifestações foi o fortalecimento do movimento pela reforma política no Brasil, a partir da união de amplos setores da sociedade civil. Desde o período das Diretas Já nunca houve tanta movimentação popular e de entidades representativas para aperfeiçoar o sistema democrático do país. Isso não pode parar.

Uma das vitórias da UNE, em 2013, foi a conquista do royalties do petróleo e dos recursos do fundo social do Pré-Sal para a Educação. Qual será o próximo passo?
A mobilização nacional pelos investimentos na educação pública continuará sendo a maior prioridade da UNE e do movimento estudantil. Celebramos a conquista dos royalties e do Fundo Social do Pré-Sal para esse setor, uma das nossas grandes lutas nos anos anteriores, porque ela representa a transferência de valor de uma riqueza material para o desenvolvimento social e humano de muitas gerações. Porém, sabemos que essa é somente uma etapa da nossa jornada pela aprovação dos 10% do PIB para a Educação, um horizonte que não perdemos de vista. Lamentamos que o Congresso Nacional não tenha ainda aprovado o Plano Nacional de Educação, com essa garantia de investimento e outras metas importantes, que foram democraticamente construídas com forte participação do movimento social e educacional. Ampliaremos a pressão para a aprovação dos 10% e voltaremos às ruas quantas vezes forem necessárias.

Quando foi eleita, anunciou que uma das grandes preocupações da gestão seria a regulamentação do ensino privada e a desnacionalização do ensino superior. Por que?
Desde o período de abertura e privatização das universidades brasileiras, principalmente durante a década de 1990, nenhum governo criou mecanismos sérios e eficientes para garantir a qualidade do ensino particular e promover a sua função consitucional de garantir o direito básico à Educação. Isso ficou insustentável. O Brasil, vergonhosamente, faz vista grossa ao verdadeiro supermercado do ensino particular que, em grande parte das vezes, tem compromisso somente com o lucro de grupos econômicos já milionários, oferecendo diplomas como se fossem um produto qualquer. Essas gananciosas empresas, disfarçadas de universidades, não têm oferecido condições básicas aos alunos, desconsideram a necessidade da pesquisa e extensão universitária, intimidam o movimento estudantil e contam com um sistema de fiscalização ainda negligente. Tudo isso sem contar os já conhecidos abusos nos reajustes das mensalidades. Precisamos ampliar a nossa luta pelo chamado Projeto de Lei das Mensalidades (PL 6489/06), que obriga as universidades a terem mais transparência, evitando a exploração dos alunos. Esse cenário torna-se ainda mais grave com a entrada de grandes grupos internacionais no mercado da educação do país. Temos aí uma questão não somente de lucro abusivo de mercado, mas de ameaça à própria identidade e soberania nacional.

Você é a quinta mulher a presidir a UNE, como está o espaço voltado para as questões feministas e a luta contra o machismo?

Há atualmente um crescimento inevitável da participação feminina em todos os espaços, fruto de um acúmulo histórico das lutas feministas e da necessidade de se construir uma sociedade mais progressista, laica, igualitária, sem opressões e preconceitos. A luta pela construção desse novo mundo parte da juventude e, mesmo sabendo que ainda existe preconceito e machismo no próprio movimento estudantil, percebo que o conjunto das jovens e dos jovens brasileiros está mais perto da luta feminista. Uma juventude mais feminista é, automaticamente, uma juventude mais democrática, que reconhece a enorme injustiça histórica ligada à questão de gênero. Isso é visível no Brasil com o crescimento de movimentos importantes , as mobilizações feministas pelas redes sociais, a denúncia de práticas machistas dentro e fora da universidade e o maior número de estudantes mulheres ocupando espaços no movimento estudantil. Junto com a minha eleição para a UNE, diversas outras mulheres foram eleitas para Uniões Estaduais de Estudantes, para DCEs e DAs de todo o Brasil. Vale lembrar também, com muito orgulho, que pela primeira vez os movimentos secundarista, universitário e de pós-graduandos são dirigidos por presidentas. No entanto, a luta continua e precisamos aprovar uma reforma política que garanta a participação da mulher nos espaços de poder, já que ainda existem pouquíssimas mulheres em cargos legislativos e executivos, como senadoras e prefeitas. É preciso também repudiar e punir de forma exemplar, além de incentivar mais campanhas e criar instrumentos mais eficazes de combate à violência contra as mulheres.

Qual a sua previsão para as lutas e mobilizações do movimento estudantil para 2014?
Sabemos que as lutas da juventude brasileira não param de crescer e amadurecer nos últimos anos. Isso terá uma grande dimensão em 2014, quando teremos algumas pautas centrais. Entre elas destaco a pressão pela aprovação do Plano Nacional de Educação, o fortalecimento da luta dos movimentos sociais sobre a reforma política e a mobilização pela democratização dos meios de comunicação. Precisamos de maturidade e unidade para conseguir intervir nessas questões. Além disso, é preciso consolidar a plataforma de reivindicações do movimento estudantil para todos os candidatos das eleições nacionais, mostrando qual é o Brasil que a UNE e os movimentos sociais esperam. É hora de avançar muito mais e, para isso, a juventude precisa manter seu fôlego, sua rebeldia e sua consciência transformadora nesse ano de 2014.

 

http://www.vermelho.org.br

Na base da vontade, Brasil vence a França e põe fim a incômodo jejum

brasilO peso de um amistoso não chega nem perto de um jogo de campeonato. Mas em determinados casos, uma partida assim pode tirar toneladas das costas de um time. No caso, da seleção brasileira. Por mais estranho que possa parecer para o maior campeão de todos os tempos, a vitória do Brasil sobre a França por 3 a 0, neste domingo, na Arena do Grêmio, em Porto Alegre, acabou com um tabu de mais de três anos e meio sem vencer um campeão do mundo. Contra os Bleus, o jejum durava desde 1992.

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A Seleção ainda está longe de empolgar. Bem longe. Tanto que as mais de 51 mil pessoas presentes no estádio oscilaram entre gritos e momentos de completo silêncio e até vaias (nem Oscar, autor do primeiro gol, escapou). Mas ao menos com esse triunfo conseguiu ganhar um ânimo extra para o desafio que vem pela frente: a Copa das Confederações. A última vitória sobre um campeão do mundo tinha sido em novembro de 2009, 1 a 0 sobre a Inglaterra. De lá para cá, cinco derrotas e dois empates. Além do meia do Chelsea, Hernanes e Lucas também marcaram.

 

O fato é que falta à seleção brasileira poder de decisão. Talvez por isso essa vitória tenha demorado tanto tempo a voltar à rotina. Não é um problema apenas do time de Felipão. Já era assim com Mano Menezes. Ao menos, a vontade apresentada no amistoso deste domingo deixa a esperança de que as coisas podem melhorar. Com Neymar é preciso ter paciência. Ele tem o apoio da torcida quando vai bem. Quando vai mal ou mais ou menos, as vaias são inevitáveis.

A seleção brasileira se concentra agora na reta final da preparação para a Copa das Confederações. A estreia está marcada para o próximo dia 15 de junho, sábado, contra o Japão, em Brasília. Cabeça de chave do Grupo A, o Brasil ainda encara o México, dia 19, em Fortaleza, e a Itália, dia 22, em Salvador, pela primeira fase.

 

Muita vontade, pouca criação

Não falta vontade à seleção brasileira. Falta organização e, principalmente, poder de decisão. Nesse quesito, o time de Felipão ainda engatinha. O primeiro tempo do duelo contra a França é a prova disso. Com muito mais posse de bola que o adversário, os anfitriões não conseguiram levar muito perigo ao gol de Lloris.

Muito embora o goleiro francês tenha facilitado com um minuto de jogo ao perder a bola para Neymar, o atacante demorou a decidir o que fazer e perdeu ótima chance de abrir o placar de forma relâmpago. Agir mais rápido quando as oportunidades surgem e chutar mais a gol têm de ser a lição de casa.

O trio Hulk, Neymar e Fred se destacou na etapa inicial pela movimentação, mas o primeiro, destaque do russo Zenit, foi o melhor em campo. Marcou, atacou, driblou, chutou… e criou. Deixou companheiros em boas condições, mas não houve o aproveitamento adequado para que a rede balançasse.

Dependente da boa vontade dos seus atacantes, a seleção brasileira melhorou depois que dois jogadores resolveram aparecer: Oscar e Marcelo. As chances mais claras do Brasil surgiram depois disso. Primeiro, aos 30, Neymar perdeu gol incrível ao não conseguir tocar na bola após cruzamento da esquerda. E mais adiante, aos 42, Fred cabeceou com perigo.

 

Oscar, o herói

Para a etapa final, não houve alteração na seleção brasileira. Apenas de comportamento. Logo de cara, o time de Felipão pressionou a França no campo de defesa e teve uma importante chance com Hulk, que chutou para fora. A resposta francesa veio em arremate de Cabaye, um minuto depois. Apenas um susto.

Com o controle da partida em mãos, a Seleção permaneceu no ataque por um bom tempo. Mas sem conseguir finalizar. Foi a senha para que a torcida gaúcha, aos cinco minutos, iniciasse o já tradicional coro pela entrada de Lucas. O pedido não foi atendido naquele momento, mas o presente veio de um “gaúcho”.

Aos oito minutos, Luiz Gustavo roubou a bola no meio, com falta que o árbitro não marcou. Após boa jogada de Fred pela esquerda, Oscar, destaque do Inter antes de ir para o Chelsea, completou para o gol: 1 a 0. Na comemoração, muito embora estivesse no campo do rival Grêmio, o meia, nascido no interior de São Paulo, apontou para o chão e disse: ‘eu sou daqui, eu sou daqui’.

Em vantagem, Felipão, então, resolveu atender dois pedidos recorrentes da torcida no amistoso: as entradas do gremista Fernando e do xodó Lucas. Aos 19 minutos saíram Oscar, vaiado pelos gremistas e aplaudido pelos colorados, e Hulk. Esse último deixou o campo com o status de um dos melhores do jogo.

Brasil amplia no fim

Com mais posse de bola, assim como no primeiro tempo, a seleção brasileira perdeu o fôlego aos poucos. E mesmo com as mudanças de Felipão, as oportunidades de gol eram raras. Seguro, o Brasil controlou o jogo no campo de ataque, se arriscou pouco e segurou a França, esperando um contra-ataque para matar o jogo.

O lance fatal veio aos 39 minutos. Após uma cobrança de escanteio errada dos franceses, Paulinho avançou livre pelo meio e rolou para Lucas na direita. O meia do PSG cruzou para Neymar, que só ajeitou para Hernanes bater no canto esquerdo de Lloris: 2 a 0.

A vitória já estava encaminhada e o incômodo jejum, perto do fim. Para selar de vez a trégua com a torcida, faltava um lance típico da seleção brasileira. Marcelo se encarregou disso aos 46 minutos. Em bela arrancada, ele invadiu a área, driblou o zagueiro e foi derrubado: pênalti. Na cobrança, Lucas bateu com categoria e definiu o triunfo.

Enfim, depois de mais de três anos e meio, a seleção brasileira, pentacampeã do mundo, voltou a vencer um time que também tem o caneco mais cobiçado.

 

Globoesporte.com

Elas falam: rapidinhas valem mais para ‘matar a vontade’

sexoPétalas de flores pelo chão, luz de velas e música romântica de fundo pode compor a situação ideal para ter uma noite agitada com a parceira. Mas, segundo as entrevistadas pelo Terra, toda a produção só serve para datas especiais e, nos encontros casuais, uma rapidinha vale muito mais “para matar a vontade”. “Se estou com vontade e ele também, estamos sem nos ver há alguns dias e tem aquela vontade maluca. Sério mesmo que precisamos de todo aquele “blábláblá”? Vamos para o que interessa”, disse a analista de importação Jacqueline S.

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“Muitas vezes a rapidinha acaba sendo mais prazerosa do que o sexo normal, pois são em lugares diferente e com mais tesão”, contou a assistente administrativo Gabriela P. O sexo sem preliminares é ideal para situações em que o tempo é curto ou que o clima está quente demais entre o casal para esperar, disse Jacqueline. Para satisfazer o desejo sexual não precisa de produção, acrescentou a técnica em segurança do trabalho Gabriela R. “Pode ser bom até sem sentimento, com alguém que role apenas química”, disse Gabriela R.
Propor uma rapidinha pode passar a imagem de interesse somente em sexo? Não, segundo elas. O Terra abriu uma exceção para ouvir o assistente de logística Rafael Silva sobre o assunto: “uma ‘demorada’ não necessariamente precisa de sentimento, não é a duração do ato que define isso”, disse. Se existe ou não sentimento no tipo de sexo dividiu a opiniões entre as entrevistadas. Para Jacqueline, o ato é carnal; para Gabriela R. tem que rolar, pelo menos, uma química; e para Gabriela P. não existe sexo sem sentimento.
Regras do jogo
A primeira característica da rapidinha, um tanto quanto óbvia, é não ter preliminares, contou Gabriela P. “Tem que começar com beijo quente e ser em um lugar que passe a sensação de perigo”, acrescentou a assistente administrativo. Enquanto Silva listou lugares diversos de onde pode rolar – como cama, cadeira, carro e banheiro de balada -, Jacqueline ressaltou que a rapidinha está proibida de acontecer no motel.
Gabriela R. lembrou que o casal estar com “muita vontade de transar” é um pré-requisito. A regra mais importante, escolhida com unanimidade entre as entrevistadas, é orgasmo para os dois. “Não pode ser algo egoísta, aquela coisa de o ‘cara’ resolver o dele e já era”, exemplificou Jacqueline. Segundo Gabriela R., “tem que ser rápido, mas não de qualquer jeito”.
Com o namorado, “rapidinha toda vez, nem pensar”, disse Jacqueline. Como saber se ela está a fim? As entrevistadas sugeriram duas formas: teórica e prática. Dependendo da namorada, Jacqueline aconselha “aquela conversa mole: ‘armozão, hoje estou com aquela vontade de ir direto ao assunto, o que você acha?’”. Em outros casos, elas sugerem sentir como está o clima, “fazer o que a garota sente mais tesão” e buscar a satisfação de forma mais rápida.

 

sensocriticopb

Vitória da vontade: Inter domina time reserva do Grêmio e avança à semi

Só mudou o endereço. De resto, o filme se repetiu. Até o placar. Com discurso de valorização do Gauchão, o Inter levou titulares, dominou a partida do início ao fim e venceu os reservas do Grêmio (só Dida e Werley jogaram) na tarde deste domingo em Caxias do Sul – roteiro semelhante ao clássico anterior em Erechim. A outra diferença está no prêmio desta nova história. Não chega a ser um Oscar, mas vale bem mais do que os três pontos. O 2 a 1, gols de Forlán, Rodrigo Moledo e Willian José, leva o time de Dunga à semifinal da Taça Piratini, o primeiro turno do Estadual.

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Agora, o Inter, que estreou o estádio Centenário como sua nova casa até o Beira-Rio ser liberado das obras, aguarda pelo vencedor do confronto entre Lajeadense e Esportivo, que duelam às 18h30m. A outra semifinal está definida entre São Luiz e Caxias. Ambas ocorrerão no próximo fim de semana, com datas a serem definidas pela Federação Gaúcha de Futebol.

Eliminado, o Grêmio só volta a pensar em Gauchão em 16 de março, quando enfrenta o Lajeadense, na primeira rodada do segundo turno. Antes, no dia 5, recebe o Caracas, possivelmente na Arena, pela Libertadores, grande objetivo do clube no primeiro semestre e motivador do uso de reservas em Caxias do Sul.

Forlán atacante Inter gre-nal centenário (Foto: Alexandre Lops/Divulgação Inter)Forlán comemora o primeiro gol colorado (Foto: Alexandre Lops/Divulgação Inter)

Domingo de Gre-Nal: paz, gandula e 3-5-2

O segundo clássico da história a ser disputado em Caxias do Sul – o primeiro ocorrera em 1965, num amistoso em 0 a 0 – começou muito antes de a bola rolar. E em clima de tranquilidade. Era essa a atmosfera nas ruas da cidade serrana desde muito cedo da manhã. Na entrada das equipes, uma faixa pedindo paz nos estádios e ainda um minuto de silêncio, em homenagem ao jovem morto na Bolívia, após o arremesso de um sinalizador. Mas… Gre-Nal é Gre-Nal, e alguns componentes tradicionais do clássico não demoraram a surgir.

Primeiro, o mistério. Vanderlei Luxemburgo levou apenas os titulares Dida e Werley a Caxias, mas segurou a divulgação da escalação até minutos antes do apito inicial de Jean Pierre de Lima. Surpreendeu ao levar a campo três zagueiros. Mais curioso ainda foi ver o defensor Douglas Grolli envergar a camiseta de número 11. Segundo elemento, a rivalidade: o diretor executivo Rui Costa não gostou de ver os gandulas com uniformes do Inter, mesmo que o mando fosse vermelho. Como medida paliativa, foram entregues coletes aos funcionários, alvos de polêmica já no Gauchão passado, em Gre-Nal da Taça Farroupilha, no qual Luxa discutou com um gandula e acabou expulso.

Por falar em Inter, nada de mistério no time de Dunga. Apenas a entrada de Juan na vaga de Ronaldo Alves, lesionado de última hora. Com titulares, desenhou uma já esperada superioridade. Em 15 minutos, teve quatro escanteios ao seu favor. Num deles, aos 6, Damião emendou uma bicicleta, encobriu Dida e viu a bola roçar o travessão. Antes, aos 2, Juan já havia cabeceado com perigo sob a trave.

Uruguaio desmancha muralha

 

Sobrevivendo de lançamentos aleatórios para Welliton e Marcelo Moreno, o Grêmio demorou a levar perigo ao gol de Muriel. Aos 20, Tony chegou próximo à área e levantou na cabeça de Welliton. O atacante mergulhou, num peixinho estiloso, porém desastrado: na pequena área, perdeu a grande chance da partida até então.

Oportunidade que custaria caro. Quando Forlán teve a sua, aos 25 minutos, não desperdiçou. Após tabela envolvente de D’Alessandro e Fred, o uruguaio recebeu na área e acabou calçado por Matheus Biteco: pênalti incontestável. Que virou gol no pé direito de Forlán, em chute rasante, forte, no canto direito de Dida. O goleiro não sabia o que era buscar bolas na rede desde 10 de novembro, ainda com as luvas da Portuguesa.

O gol inflou um estádio já amplamente vermelho. Se já estava difícil para o desentrosados reservas do Grêmio, o 1 a 0 complicou de vez. Logo depois, D’Alessandro – que iria comemorar 200 jogos neste domingo, mas que acabou tendo as estatísticas recontadas, foi a sua 197ª partida – tentou o dele. O chute, venenoso, passou zunindo a trave canhota de Dida. A pressão ensaiada com esse lance arrefeceu. O primeiro tempo foi se esvaindo com lentidão, como se o melhor já estivesse sido feito.

– É importante a vitória, mas ainda faltam 45 minutos. É bom fazer o gol, mas o melhor é a equipe estar vencendo e depois classificar – ponderou o eficiente Forlán.

– Foi um primeiro tempo complicado. Desde o início tentamos fazer um bom jogo, fazer o primeiro gol, mas fomos surpreendidos. Temos que manter o ritmo para empatar e depois tentar vencer – receitou o pouco inspirado Marcelo Moreno.

Grêmio muda, mas Inter manda e dá “olé”

O boliviano, no entanto, não teve chance de colocar em prática as suas ideias. Acabou substituído por Willian José. O antes improvável 3-5-2 virou pó no vestiário. Ressurgiu como um 4-3-3 na volta do intervalo. Isso porque Luxa ainda colocou o argentino Facundo Bertoglio e sacou o zagueiro Bressan.

Não deu muito certo. Pelo menos nos primeiros minutos, o Grêmio, aturdido, viu o Inter colecionar investidas perigosas. Aos 2 minutos, Dida subiu mais alto do que todos, mas não agarrou a bola após escanteio. Caído, ajoelhado na grama, viu Biteco salvar a bola na linha da pequena área.

Era uma espécie de prelúdio. Prefácio. Premonição. Aos 13, em novo escanteio, agora pelo lado esquerdo, o Inter aumentou a vantagem. Desta vez, Dida não saiu nem ficou no gol. Abriu um vão para o atento Rodrigo Moledo se antecipar a Biteco e desviar às redes: 2 a 0. Que poderia ser 3 a 0 logo em seguida, se Damião não tivesse errado a pontaria, após vencer a débil zaga tricolor em arrancada veloz.

Os gritos de “olé”, que o Grêmio titular tanto ouvira a seu favor no Engenhão, se virou contra os reservas no Centenário. Os quase 18 mil colorados vibravam com cada troca de passe, seja no ataque, seja na defesa. Aos 22, no entanto, a festa colorada foi silenciada pelo apito inesperado de Jean Pierre, que marcou pênalti de Josimar em Douglas Grolli, após levantamento na área. Willian José descontou: 2 a 1.

Estádio repleto, rivalidade, falhas, acertos, gols… faltava ainda uma confusão para o Gre-Nal 396 ter cara de Gre-Nal. Embora tímida, ela chegou aos 28 minutos. D’Alessandro não gostou da marcação mais forte de Adriano. Os dois se estranharam e levaram cartão amarelo, o primeiro havia sido para Josimar devido ao pênalti.

Mas a cara do Gre-Nal 396 foi mesmo a vontade de vencer. Que, ao lançar mão de todos os seus titulares, só o Inter realmente a teve. E, assim, só o Inter poderia vencer. Só o Inter venceu. Não poderia ser diferente. Todos já haviam assistido a esse filme.

 

 

Globoesporte.com

Cássio revela vontade de concluir mandato interrompido no Estado, mas garante apoio a RC em 2014

O atual senador da república, Cássio Cunha Lima, revelou na tarde dessa quarta-feira (09) em entrevista ao programa Rede Verdade do sistema Arapuan, que tem vontade de concluir o mandato de governador interrompido em 2008, mas confirma que irá continuar firme no cargo que lhe foi conferido pelo povo.[bb]

De acordo com o senador; “Seria falso se eu não revelasse que tenho uma vontade de terminar o mandato que me foi interrompido. Porém, o que me interessa, atualmente, é manter o apoio a Ricardo”, afirmou.

Para Cássio, Ricardo Coutinho (PSB) é quem dará o “ritmo” dos conchavos e que a partir dos espaços cedidos ao PSDB na chapa majoritária é que serão decididas as alianças. “Tenho trabalhado com força e altivez pela Paraíba. Ricardo será sempre apoiado. Não temos que ter picuinha, temos que ter harmonia e propostas de trabalho”, alegou Cássio.[bb]

Cybele Soares

Beto do Brasil é empossado prefeito diante de multidão e promete honrar a vontade do povo

 

Uma multidão acompanhou na madrugada da terça-feira (01) a posse do novo prefeito e vice-prefeito de Solânea, respectivamente, Beto do Brasil e Kayser Rocha. A solenidade foi realizada no Cine-teatro do município. Emocionado, Beto – que assume o comando da cidade pela terceira vez – prometeu honrar a vontade do povo.

“O povo de Solânea está me confiando o comando da prefeitura pela terceira vez e eu prometo honrar a vontade da população trabalhando muito em prol desse município”, falou o prefeito empossado.

Beto do Brasil também lembrou as dificuldades que teve que enfrentar até conseguir chegar novamente a ser prefeito. “Fomos muito perseguidos. Tivemos que lutar muito para conseguirmos ser candidato, mas estamos aqui novamente como prefeito para trabalhar pelo povo de Solânea”, afirmou.

Redação/Focando a Notícia

Edir Macedo: “Ninguém vem ao mundo pela vontade de Deus”

O bispo Edir Macedo, líder da Igreja Universal do Reino de Deus, publicou em seu blog um texto com o título ‘Filhos Sobrenaturais’.

No texto polêmico, Macedo diz que ninguém vem ao mundo pela vontade de Deus, que alguns bebês são fruto apenas da irresponsabilidade dos pais, descuido, e outras coisas.

“Do ponto de vista racional, ninguém vem ao mundo por interferência Divina, ou pela Sua vontade. A não ser que Deus fosse um monstro”, escreve.

Confira a publicação completa:

A capacidade de procriar-se tem liberado a criatura humana para encher a Terra de forma indisciplinada e sem um mínimo de temor a Deus.

E ainda dizem que todos são filhos de Deus…

O fato é que ninguém vem ao mundo pela vontade de Deus.

Como diz o texto sagrado, muitos são gerados por descuido – nasceram do sangue; outros são gerados pela volúpia sexual – vontade da carne e, ainda outros, são gerados pela vontade dos pais – vontade do homem. João 1.13

Nesses três casos não há qualquer interferência de Deus, muito menos vieram pela Sua vontade.

Pode-se até crer que Ele permite.

Mas dizer “foi Deus quem me deu este bebê” ou que foi da vontade dEle, no mínimo mostra falta de discernimento espiritual bíblico.

Independentemente de religião, se usarmos um pouquinho a inteligência, chegaremos à seguinte conclusão:

Que Deus é Esse que aprovaria geração de crianças à revelia?

Se Ele é Deus Justo, como autorizar o nascimento de um ser fruto de uma injustiça, como a traição?

Como autorizar o nascimento de uma criança fruto de um estupro?

Como autorizar o nascimento fruto da promiscuidade?

E, se Ele não tem a ver com o nascimento de uns, vai ter com os demais?

Conclui-se então que, do ponto de vista racional, ninguém vem ao mundo por interferência Divina, ou pela Sua vontade.

A não ser que Deus fosse um monstro.

A cultura de que todos são filhos de Deus agride frontalmente Sua Palavra. É antibíblico. É satânico.

A Bíblia ensina que Jesus veio para os filhos de Israel em cumprimento às profecias. Mas eles O rejeitaram.

Mas, a todos os que O receberam, deu-lhes o PODER de serem feitos filhos de Deus, a saber, os que creem no Seu Nome; os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, MAS DE DEUS. João 1.11-13

Em outras palavras: filhos de Deus são apenas os nascidos de Deus. Sem nenhuma interferência humana.

Da mesma forma como o Espírito de Deus gerou Jesus, Ele continua gerando Seus filhos.

Portal Guia-me

Maranhão fala sobre ‘volta Agra’ e diz: “Só temo a Deus e a vontade do povo’

‘Em pé de igualdade com o prefeito Luciano Agra (PSB), na preferência do eleitorado pessoense no que diz respeito à corrida pela sucessão eleitoral na Capital, o ex-governador José Maranhão (PSB) também quebrou o silêncio e resolveu se pronunciar sobre os últimos acontecimentos envolvendo a ‘volta de Luciano Agra’ à corrida eleitoral pela prefeitura de João Pessoa.

De Brasília, Maranhão disse que não tinha conhecimento da carta e nem tampouco da decisão do prefeito de querer voltar à disputa, porém, revelou que diante do novo cenário não temeria enfrentar o socialista no pleito deste ano.

“Só temo a Deus e a vontade do povo, não temo enfrentar o prefeito Luciano Agra ou qualquer que seja o adversário”, destacou.

Sem muito conhecimento sobre a ‘novidade’, Maranhão, em mais uma de suas frases de efeito, disse que quem deveria se pronunciar pelo ‘volta Agra’ era o governador Ricardo Coutinho (PSB) que foi o responsável por tirar o socialista da disputa em janeiro desse ano.

“Quem deve falar sobre o volta Agra é o governador Ricardo Coutinho. Tudo depende da decisão de Ricardo Coutinho que é o manda chuva do PSB, ele que fez uma manobra para tirar a candidatura de Agra e agora fez uma manobra dentro do próprio PSB para coloca-lo de volta ao páreo”, falou.

Maranhão ainda brincou ao dizer que ‘não tinha bola de cristal’ para saber quais os efeitos e os impactos da volta do adversário ao páreo. “Deixo nas mãos do povo toda essa mudança no cenário político eleitoral. A mim resta aguardar o desenrolar dessa novela”, destacou. As declarações do ex-governador foram repercutidas no programa Correio Debate, da 98 FM.

Henrique Lima