Arquivo da tag: Violência

Polícia investiga possível violência sexual em criança que teria morrido engasgada, na Paraíba

A Polícia Civil está investigando a morte de uma criança de dois anos que teria sofrido uma parada cardiorrespiratória, após se engasgar com mingau, em João Pessoa. Ele foi levado para o Hospital do Valentina e morreu na unidade de saúde, na noite desta terça-feira (27). No entanto, no laudo da morte, o médico indicou que o menino poderia ter sofrido violência sexual.

A tia da criança foi até a delegacia, com o laudo do hospital, para dar entrada na liberação do corpo da criança. No entanto, ao receber o pedido, o delegado percebeu que, na descrição, o médico deixava sugerido que o menino poderia ter sofrido violência sexual, porque havia uma alteração no ânus.

A mãe do menino já foi chamada para comparecer até a delegacia. As informações são de que o corpo será necropsiado ainda nesta quarta-feira (28).

G1

Durante briga, mulher atinge esposo com golpe de faca e foge, no bairro do Rangel; cresce em JP casos de violência doméstica

Mais um caso de violência domestica foi registrado pela Polícia Militar na noite desta quinta-feira (22), no bairro do Rangel, em João Pessoa, quando uma discussão de casal culminou em um homem ferido com golpes de faca. O caso foi registrado na noite desta quinta-feira (22), no bairro do Rangel, em João Pessoa. João Pessoa registra mais de 900 casos de violência contra a mulher no primeiro semestre de 2020.

De acordo com a Polícia Militar (PM), as informações iniciais repassadas à corporação são de que a vítima teria chegado em casa após ingerir bebida alcoólica e discutido com a esposa. Mediante a situação, ela teria se armado com a faca e desferido um golpe – que atingiu a mão do homem.

Na sequência, a mulher teria saído do local deixando a vítima. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e prestou atendimento. O homem foi encaminhado ao Trauminha de Mangabeira.

Casos de violência contra a mulher na capital
Pelo menos 911 casos de violência contra a mulher foram registrados no primeiro semestre de 2020, em João Pessoa. O número foi divulgado recentemente, após ser foi extraído do banco de dados do Sistema de Procedimentos Policiais (SPP) da Delegacia Geral da Polícia Civil.

Como denunciar violência contra a mulher
180: Central de Atendimento à Mulher
197: Disque Denúncia da Polícia Civil
190: Disque Denúncia da Polícia Militar (para casos de emergência)
Delegacia online

pbagora

 

Na PB: mulheres vítimas de violência terão assegurados sigilo de dados

As mulheres em situação de risco decorrente de violência doméstica e intrafamiliar, juntamente com os seus filhos e outros membros das suas famílias, terão o sigilo dos dados garantidos nos cadastros dos órgãos públicos do Estado. É o que prevê a Lei 11.791/2020, de autoria do deputado Nabor Wanderley, sancionada pelo governador João Azevêdo e publicada na edição desta quinta-feira (15) do Diário Oficial do Estado (DOE).

A Lei determina a proteção das mulheres em situação de risco ou qualquer outro tipo de violência visando assegurar sua integridade física e sobrevivência, assim como dos seus filhos. O sigilo dos dados cadastrais dos filhos das mulheres dar-se-á, sobretudo nos cadastros das Secretarias de Estado da Segurança e Defesa Social, da Educação e da Ciência e Tecnologia, e da Saúde, de forma a obstar ao autor das violências o acesso à mulher vítima.

O deputado Nabor Wanderley reforçou a preocupação da Assembleia Legislativa em garantir a proteção e o bem-estar da mulher paraibana. “A violência doméstica tem cada dia mais se agravado. Sabemos que é um momento de fazermos uma reflexão profunda contra essa violência doméstica, especialmente, contra as mulheres”, disse o autor da Lei.

A inserção no sigilo dos dados cadastrais acontecerá a partir do momento em que a mulher for atendida pelo primeiro órgão público do Estado. O Poder Público poderá celebrar convênios com os municípios da Paraíba, com vistas à ampliação da inserção do sigilo cadastral previsto na Lei.

agenciaalpb

 

Em reunião das Mulheres, Guga anuncia Auxílio Aluguel para mulheres vítimas de violência doméstica

Em reunião realizada na noite desta sexta no distrito de Vila Maia, denominada Mulheres do 25, o candidato a Prefeito de Bananeiras, Guga Aragão, anunciou o auxílio aluguel para mulheres vítimas de violência doméstica como uma proposta para seu governo.

Segundo Guga, o índice de reincidência em violência doméstica é alto justamente porque, muitas vezes em razão de não ter pra onde ir, a mulher violentada é obrigada a conviver no mesmo ambiente do agressor.

O auxílio aluguel permitiria que a mulher violentada ou ameaçada pudesse viver em segurança, com mais dignidade, podendo tocar a vida sem ter o terror da agressão ao lado.

O evento contou com a presença de várias mulheres do distrito de Vila Maia, da ex prefeita Marta Ramalho, das candidatas a vereadoras e representantes femininas dos candidatos a vereadores, além de Guga, Ramom, do prefeito Douglas e Ramalho Leite.

 

Assessoria

 

 

Câmara promove campanha de violência contra mulheres durante as eleições

Durante o mês de outubro, a Câmara dos Deputados promove uma campanha para alertar sobre a violência contra a mulher durante as eleições municipais deste ano. A iniciativa tem como objetivo incentivar a realização desse tipo de denúncia por meio do telefone 180, do Governo Federal.

A campanha da Câmara é realizada pela Secretaria da Mulher, órgão composto por um grupo de deputados que defendem pautas relacionadas à igualdade de gênero. Segundo a secretaria, a violência contra a mulher é uma das causas da sub-representação feminina no Poder Legislativo e nos espaços de poder e decisão.

O primeiro turno das eleições municipais deste ano ocorre em 15 de novembro. Já o segundo turno do pleito está marcado para 29 de novembro.

Fonte: Brasil 61

 

 

Estela defende criação de programa para custear moradia de mulheres vítimas de violência doméstica

A pauta da defesa das mulheres vítimas de violência é constante no mandato da deputada estadual Estela Bezerra. Para isso, tem discutido nas sessões da Assembleia Legislativa da Paraíba o crescimento da violência doméstica e a situação de vulnerabilidade que as mulheres têm passado, especialmente durante a pandemia do novo coronavírus.

Em requerimento aprovado na Assembleia Legislativa da Paraíba na sessão extraordinária desta quarta-feira (7), a deputada Estela Bezerra indicou ao Governador do Estado da Paraíba o Projeto de Lei que estabelece a criação do “Programa Aluguel Maria da Penha”, a ser pago às mulheres vítimas de violência doméstica no âmbito do Estado da Paraíba, por se tratar de iniciativa exclusiva do poder executivo.

O Projeto de Lei é inspirado na iniciativa do Governo do Estado do Maranhão, onde a legislação já foi aprovada por unanimidade e tem por respaldo a preocupação com a necessidade de romper com os ciclos de violência que afetam milhares de mulheres e seus filhos, e que dependem financeiramente dos maridos agressores.

 O Programa “Aluguel Maria da Penha”, tem como finalidade a promoção da proteção às mulheres e filhos (prioritariamente – quando houver) e manutenção de sua integridade física e emocional das vítimas.

 A proposta de Aluguel Social se traduz na garantia de auxílio financeiro à mulheres vítimas de violência doméstica, para aluguel temporário de moradia, no valor de 600 reais mensais, pelo período de um ano para mulheres que estejam sob medida protetiva e estejam impedidas de retomar para seus lares, em virtude do risco de sofrer qualquer risco de morte, lesão, sofrimento físico, sexual ou psicológico e dano moral ou patrimonial.

 

Assessoria

 

 

Projeto que cria serviço de denúncia de violência contra mulher via WhatsApp é aprovado na ALPB

Com dados crescentes do índice de feminicídio que entre 2017 e 2018 fez a Paraíba ter a quarta maior alta em relação aos estados brasileiros com 53% segundo dados do Anuário Brasileiro de Violência, um projeto aprovado nesta quarta-feira (30) na Assembleia Legislativa da Paraíba institui o serviço permanente de denúncia de violência contra a mulher via aplicativo WhatsApp.

O projeto de Lei 1.945/20, de autoria da deputada e presidente da Comissão dos Direitos da Mulher da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), Camila Toscano (PSDB) tem o objetivo de diminuir os casos e ajudar as vítimas de forma mais prática.

De acordo com o texto do projeto, o serviço não estará disponível para receber ligações, apenas receber mensagens, vídeos e fotos referentes à denúncia. Diz ainda que esse tipo de denúncia deve ter prioridade de atendimento durante períodos de pandemia, em que sejam necessários o distanciamento ou isolamento social e as famílias devam permanecer maior tempo em suas residências.

O projeto garante ainda que a identidade do denunciante deverá ser mantida em sigilo. “Sabemos que a maior parte da população hoje faz uso de aparelhos de celular que contam com o aplicativo WhatsApp. Desse modo, a possibilidade de utilizar-se da tecnologia para denunciar violência passa a ser mais um meio da mulher em situação de violência buscar ajuda e ainda com a garantia do sigilo da fonte”, disse a deputada.

Segundo o Ministério da Mulher Família e Direitos Humanos, o volume de denúncias de violência contra a mulher através do 180 cresceu 37% durante a pandemia do novo coronavírus.

A violência contra mulher pode acontecer de várias formas: moral, psicológica, física, patrimonial e sexual, que inclui o estupro marital, ou seja, dentro de um casamento. Em 12 estados do Brasil, em março e abril deste ano, houve um aumento de 22,2% no número de feminicídios. O apontamento, que compara o índice com o registrado em março e abril de 2019, consta de um relatório produzido pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), a pedido do Banco Mundial.

Os números presentes no Anuário Brasileiro da Violência 2019 mostram que o feminicídio é a principal causa de morte das mulheres na Paraíba. O estudo aponta que 46 mulheres foram mortas em 2018 no estado, sendo que quase 74% delas foram vítimas de feminicídio, quando a motivação do crime é relacionada às questões de gênero. Esse número é o maior entre os estados brasileiros.

Dados revelam que no Brasil em 2019 foram 1.848 mulheres mortas e esse ano o número já chega a 1.890, em plena pandemia do novo coronavírus. Os feminicídios em 2019 chegaram a 622 e esse ano já são 631 mortas pelo simples fato de ser mulher.

 

clickpb

 

 

Projetos de Estela de enfrentamento à violência contra a mulher negra e homenagem a Fernanda Benvenutty são aprovados na CCJ

Projeto de Lei que institui o dia o “Dia Marielle Franco – Dia de Enfrentamento às violências contra as Mulheres Negras”, de autoria da deputada estadual Estela Bezerra, é aprovado na Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa da Paraíba. Outro projeto da parlamentar aprovado na CCJ, denomina de Ambulatório Fernanda Benvenutty, o Centro de Atendimento de Travestis e Transexuais do Complexo Hospitalar Clementino Fraga. A reunião da CCJ aconteceu na manhã desta terça-feira (29), por meio virtual.

Os projetos têm em comum o fato de prestarem homenagem a duas mulheres que representaram a luta por direitos e inclusão social, pauta constante no mandato da deputada Estela Bezerra.

De acordo com o PL 1.313/2019 fica instituído, no âmbito do estado da Paraíba, o “Dia Marielle Franco – Dia de enfrentamento às violências contra as mulheres negras” no calendário oficial do estado, a ser celebrado no dia 14 de março de cada ano. O projeto prevê que nesta data sejam realizadas atividades promoção da cidadania das mulheres negras existentes no Estado da Paraíba.

De acordo com a justificativa do PL, as mulheres negras são as maiores vítimas dos vários níveis de violências físicas e institucionais. Dados do Atlas da Violência 2018, do Instituto de Pesquisas Aplicadas (Ipea), ao analisar dados de violência entre os anos de 2006 e 2016, indicou um aumento de 6,4 % no número de mulheres assassinadas no país. Só em 2016, 4.645 mulheres foram mortas, o que representa uma taxa de 4,5 homicídios para cada 100 mil brasileiras.

Já o projeto 1.445/2020, denomina de Fernanda Benvenutty o Ambulatório de Saúde Integral para travestis e transexuais da unidade integrante do Complexo Hospitalar Clementino Fraga, do Governo Estadual, localizado no município de João Pessoa, e completou 7 anos de atividade em 2020.

O Ambulatório de Saúde Integral para Travestis e Transexuais do Hospital Clementino Fraga, assim como todas as conquistas de direitos da população LGBTQI+ da Paraíba, “têm a marca de Fernanda Benvenuty em sua formulação, e tem sobretudo, sua presença, altivez e voz, que conseguia expressar com profundidade a vida, a luta e a justiça pelas quais lutamos”, afirma a parlamentar.

Os projetos, aprovados por unanimidade na CCJ, agora seguem para votação em Plenário.

 

Assessoria

 

 

Autodefesa feminina: uma em cada três mulheres em todo o mundo já sofreu violência física ou sexual

Segundo o Observatório da Mulher contra a Violência, 27% das entrevistadas em território nacional, declararam já ter sofrido algum tipo de agressão
Para a mulher, infelizmente a insegurança e o medo é um sentimento que pode fazer parte do seu dia a dia. Receio de andar sozinha à noite ou ter de sair de madrugada para o trabalho. A autodefesa e o krav magá para mulheres ajudam no fortalecimento da autoestima e a diminuir a vulnerabilidade.

A questão não é somente o roubo, mas principalmente a violência contra a sua integridade física e a própria vida.

Em abril desse ano a ONU Mulheres, Organização das Nações Unidas, divulgou que uma em cada três mulheres em todo o mundo já sofreu violência física ou sexual.

Segundo o Observatório da Mulher contra a Violência, 27% das entrevistadas em território nacional, declararam já ter sofrido algum tipo de agressão. A violência doméstica foi apresentada por 36% das mulheres que participaram da entrevista.

Aprender a defender-se é essencial para toda mulher, seja no âmbito familiar ou urbano. Não é sair por aí praticando a agressão física, mas proteger-se contra situações que possam colocar sua integridade em risco, garantindo assim maior autoconfiança e diminuindo a sensação de vulnerabilidade.

O professor filiado à Federação Sul-Americana de Krav Magá, Dionésio Mariosi, considera a modalidade uma ferramenta de superação pessoal de extrema importância para a autoconfiança, principalmente das mulheres.

“Através da prática é possível descobrir novas potencialidades. Defender-se é essencial para todo ser humano. Independente dos fatores biológicos e musculares distintos entre os sexos, com direcionamento adequado, desenvolvimento de técnicas e treino, é possível alcançar excelentes resultados”.

De acordo com o instrutor, embora as mulheres sejam mais receosas quanto ao aprendizado da defesa pessoal, o número da procura só cresce a cada dia. Explica que é preciso desmistificar falsas crenças como a força física ou a necessidade de habilidade prévia para aprender as técnicas de defesa pessoal.

“Não só as mulheres, mas temos entre os alunos crianças e idosos. Não se trata de força física, mas o desenvolvimento da técnica e atenção. A aluna é treinada para identificar os pontos sensíveis do corpo, reconhecer situações de risco e saber o momento certo de reagir em diferentes cenários”, ressalta.

Krav magá para mulheres – autodefesa e superação

O krav magá para mulheres e para o público geral ainda é um assunto repleto de tabus no Brasil. O professor destaca que é importante esclarecer que a prática não estimula a reação aos assaltos e colocar uma pessoa em risco, mas o contrário, treina a autodefesa, ver se existe arma de fogo, analisar cenários e aprender a identificar situações perigosas.

“Ao se tratar das mulheres é primordial em relação à integridade física e autoproteção. A mulher por si só já é vista como um alvo vulnerável e vítima de diversos tipos de assédio que colocam em risco a vida, saúde física e principalmente psicológica”, explica.

Como funciona o treino?

Tanto para mulheres como para os homens o treino é o mesmo. O instrutor diz que as primeiras aulas são destinadas a trabalhar a resistência, equilíbrio e coordenação. “Geralmente os alunos praticam a corrida para aquecer, abdominais e flexões”, completa.

As dificuldades surgem principalmente nos primeiros treinos e para pessoas que nunca praticaram nenhum tipo de arte marcial. Coordenar chutes e socos pode ser um desafio.

O professor alerta que como nas práticas de arte marcial, com o tempo, treino e repetição, o aluno vai adquirindo maior condicionamento físico, segurança e autoestima. Tudo isso irá refletir no seu melhor desempenho aula após aula.

Há escolas em que o krav magá é só para mulheres e separado do treino masculino, mas geralmente a prática é em conjunto. Ambas as opções são interessantes de acordo com o instrutor desde que a pessoa se sinta bem e adquira segurança.

“As aulas mistas entre homens e mulheres possibilitam estimular a maior troca de experiência com alunos de diversos níveis de aprendizado. Outro ponto é que numa situação real podem existir os dois sexos e o aluno deve estar preparado para diferentes situações”, pontua.

Orientações específicas para mulheres

  • Amarrar o cabelo com elásticos e evitar o uso de presilhas e outros materiais que possam machucar acidentalmente. O cabelo amarrado ajuda a ampliar a visão;
  • Mulheres que mantém as unhas longas deve lixá-las para evitar machucar o colega durante as simulações;
  • Correntes, relógios e brincos devem ser evitados. Correntes em simulações de estrangulamento pode causar acidente. Relógios e pulseiras podem dificultar e a defesa e soltura das mãos.
Qual o tempo ideal para aprender de maneira segura o krav magá

O instrutor explica que para golpes de acordo com faixa branca o tempo necessário é de seis meses. Nessa modalidade a aluna vai aprender os primeiros movimentos de soltura e ataque. Esses golpes podem ser aplicados em diversos tipos de agressões em curta e média distância.

O professor acrescenta que durante essa fase a aluna recebe o treinamento adequado para defender-se em 60 a 70% das principais situações.

Daiana Barasa

 

Pelo menos sete casos de violência doméstica são registrados pela PM neste domingo (30), em Sousa, PB

Durante este domingo (30), pelo menos sete casos de violência doméstica foram registrados pela Polícia Militar no município de Sousa, Sertão da Paraíba. Em um dos casos, um homem espancou a esposa de 32 anos até ela desmaiar, além de ter espancado também a filha da mulher de 12 anos de idade. Ele fugiu, depois voltou até a residência da família e matou o cachorro da casa.

O crime aconteceu no bairro Jardim Santana. O suspeito das agressões é um homem de 40 anos. As duas vítimas foram socorridas pela polícia após denúncia dos vizinhos que escutaram as agressões. Não há informações se as vítimas foram levadas para o hospital da cidade.

De acordo com a Polícia Militar, o homem teria chegado em casa bêbado e cometeu as agressões. Ele é um ex-presidiário da cidade de Catolé do Rocha e está foragido.

G1