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São Paulo dá vexame mas pode se salvar por causa de sorteio

O São Paulo perdeu os três clássicos que disputou, tem hoje um aproveitamento pífio de 42% dos pontos, mas ainda possui boas chances de ficar com uma das vagas no grupo D. E deve isso ao sorteio realizado por César Sampaio e ao regulamento da Federação Paulista.

César Sampaio começou no Santos, brilhou no Palmeiras e teve passagens mais modestas no Corinthians e no São Paulo. Por uma incrível coincidência, Sampaio, que ficou com o pote dos quatro grandes, sorteou os times exatamente na ordem em que atuou em cada um deles.

Hudson, do São Paulo em lance durante a partida entre São Paulo x Palmeiras
Hudson, do São Paulo em lance durante a partida entre São Paulo x Palmeiras

Foto: Ale Cabral / Agif / Estadão

Sorte do São Paulo que fugiu, por exemplo, do grupo A, onde ficou o Santos, com o Red Bull e a Ponte Preta. E um azar danado da Macaca. O time de Campinas tem hoje a quarta melhor campanha da primeira fase e já está eliminado.

Coisas do esdrúxulo regulamento, que diga-se de passagem foi aprovado pelos clubes e que já está em vigor desde 2017. Nele, os times que brigam por uma vaga no grupo não se enfrentam na primeira fase e não têm chance de tirar a diferença de forma direta.

Parabéns aos envolvidos!

Terra

 

 

Em novo vexame, Verdão leva seis em um tempo e perde para Mirassol

Imagem reprodução TV Globo
Imagem reprodução TV Globo

Eram 11 jogadores de uniforme verde com o escudo da Sociedade Esportiva Palmeiras. Mas não era o Palmeiras. Havia um goleiro, quatro zagueiros, mas “a defesa que ninguém passa” parecia uma caricatura. A torcida tentava cantar e vibrar – mas o alviverde imponente sofria.  A academia de outrora, o Palmeiras que distribuía goleadas pelo interior, não viajaria 453 quilômetros para receber uma surra de almanaque.  O Mirassol fez o melhor primeiro tempo de sua história. O Palmeiras… talvez o pior. E o placar final cravou mais uma adaga no sacrificado peito palmeirense em 2013: 6 a 2.

Seis gols do Mirassol. Dois gols do Palmeiras. O campeão do Século XX seguiu sua via-crúcis no Século XXI.

O revés do Verdão em Mirassol entra para um grupo de vexames históricos que inclui dois rebaixamentos no Campeonato Brasileiro e derrotas antes inconcebíveis, como os 7 a 2 para o Vitória, na Copa do Brasil de 2003.

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Por outro lado, foi a primeira vitória em casa do Mirassol contra um dos quatro grandes de São Paulo na história. Ironicamente, até então, o time do interior só havia vencido uma vez como visitante – o próprio Palmeiras, ano passado, no Pacaembu.

A goleada alivia a barra do Mirassol, que entrou na rodada com apenas dois pontos à frente da zona do rebaixamento. Já o Verdão permanece em sétimo, longe de ter garantida a vaga no mata-mata. Outra ironia: o time de Kleina não perdia no Paulistão havia 11 rodadas.

Onze jogadores com o uniforme da Sociedade Esportiva Palmeiras voltarão a campo no sábado, contra o Linense, às 18h30, no Pacaembu. Já o Mirassol recebe o Penapolense, também no sábado, no mesmo horário.

Dos oito desfalques do Palmeiras em Mirassol, só Vilson e Maurício Ramos deverão estar em campo. Valdivia, Leandro Amaro, Souza, Kleber, Maikon Leite e Henrique seguem no departamento médico. O técnico Gilson Kleina, muito contestado por parte da torcida, segue prestigiado pela diretoria.

 

Defesa fraca, time entregue

O treinador do Palmeiras, Gilson Kleina, queria repetir a escalação do último fim de semana, mas não conseguiu. Com Maurício Ramos cortado no vestiário por conta de um desconforto estomacal, o técnico foi obrigado a promover a estreia de Marcos Vinícius, que, até janeiro, integrava o elenco da equipe B – Kleina já não tinha Henrique e Vilson, titulares, que estão lesionados. E o garoto de 21 anos deu um azar incrível – em seu primeiro toque na bola como jogador do time profissional do Palmeiras, fez gol contra, ao tentar cortar um cruzamento de André Luis, da direita. O cronômetro mostrava apenas 40 segundos de jogo.

O Palmeiras, desnorteado por ter sido vazado tão precocemente, tentava se acertar em campo. Mas não teve tempo para isso. O Mirassol chegou outras duas vezes ao ataque e ampliou o placar para 3 a 0. No primeiro, Caion recebeu na entrada da área – Marcos Vinícius dava condição – e marcou, com tranquilidade. Dois minutos depois, Caion ganhou na corrida de Márcio Araújo e “matou” Prass com um leve toque por cima.

Com 3 a 0 adverso no placar, Gilson Kleina mexeu no time – trocou o volante Charles pelo meia-atacante Ronny. E a mudança, a princípio, surtiu resultado – o Palmeiras conseguiu dois gols rapidamente, com Caio, aos 22, e depois com o próprio Ronny, aos 30.

Mas qualquer tentativa de reação acabou aos 39 minutos, quando Leomir acertou um chutaço de falta, fazendo 4 a 2. E tal qual um boxeador que “sente o golpe” e fica encurralado no córner, sem conseguir sair, o Palmeiras seguiu apanhando. Levou o quinto (aos 43, de Medina), o sexto (aos 46, de Tiago Luís), e só não tomou o sétimo porque foi “salvo pelo gongo” – o árbitro Vinícius Gonçalves de Araújo encerrou o primeiro tempo aos 48.

 

Jogando pela dignidade no segundo tempo

Os jogadores do Palmeiras voltaram do intervalo com uma única coisa em mente: honrar a camisa e evitar um vexame maior. Estavam claramente abatidos, é verdade, mas não deixaram de correr. Caio, um dos jovens da base, chegou a marcar de cabeça – gol anulado, por suposta falta no zagueiro adversário.

O Mirassol, por sua vez, já não parecia o Brasil de 1970, a Holanda de 1974, o Barcelona de 2011. O Mirassol voltou a ser o Mirassol – encolhido em seu campo de defesa, esperando o erro do time grande para tentar um contra-ataque. Conseguiu dois. Mas, já sem a sorte e a competência do primeiro tempo, não marcou.

Nem precisava. Os 6 a 2 já eram mais do que suficientes para entrar na história do Campeonato Paulista – como a maior glória de um time de uma cidade de 53 mil habitantes, e mais um vexame de um gigante que parece adormecido num sono cada vez mais profundo.

 

 

Globoesporte.com

Após vexame de Christina Rocha, SBT anuncia fim de “Quem Convence Ganha Mais”

christinaO programa “Quem Convence Ganha Mais” (SBT) vai acabar.

A atração, que herda audiência das novelas mexicanas em alta, vem perdendo muito ibope. Em seu lugar entrará o “Casos de Família”.

O SBT diz que a saída do “Quem Convence Ganha Mais” já estava prevista, uma vez que trata-se de um programa de temporadas.

A informação é da coluna Outro Canal, assinada por Keila Jimenez e publicada na Folha desta sexta-feira (22).

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Na segunda-feira (18), a apresentadora Christina Rocha se exaltou com uma convidada.

O tema do programa era “Os filhos são seus e quem tem que cuidar sou eu? Vai se ferrar!” e contava com a participação de uma adolescente que reclamava que a mãe só se divertia e deixava a obrigação de cuidar dos irmãos para a ela, impendido a garota de estudar ou sair.

“Por que você faz isso com uma menina tão bacana?”, perguntou Christina para a mãe que respondeu em tom de ironia: “Ela é tão bacana que me trouxe num lugar desses, numa baixaria.”

Após esta resposta, a apresentadora perdeu a cabeça e começou a brigar com a mãe até o momento que ela pede para que a mulher seja retirada do programa.

Folha.com