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Paraíba deverá receber mais 16.900 doses de Coronavac que serão destinadas à vacinação da segunda dose

A Paraíba deverá receber mais 16.900 doses de vacinas Coronavac que serão destinadas a aplicação da 2ª dose, segundo informou o Ministério da Saúde. De acordo com o apurado pelo ClickPB, a previsão é que o nove lote recebido pelo Programa Nacional de imunização (PNI) comece a ser distribuído para os estados a partir desta sexta-feira (07). Há informações de que a remessa chegue a Paraíba amanhã.

De acordo com o Ministério da Saúde, as doses enviadas são para ajuste no esquema e/ou continuidade do Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19 (PNO). Com isso, os estados poderão utilizar o quantitativo para conclusão dos esquemas incompletos ou para seguir com a vacinação de grupos prioritários, usando as doses para o esquema completo (dose 1 e 2).

O Estado recebeu até o momento, 1.373.198 doses de vacinas da Coranavac, Astrazeneca e Pfizer/Biontech. Ontem, chegaram mais 70.500 Já foram aplicadas 1.032.670 doses, sendo 702.276 referentes a primeira dose e 330.394 a segunda dose.

Desde o início da pandemia do coronavírus até ontem, a Paraíba contabiliza 298.776  casos confirmados da doença. Foram realizados 844.754 testes para diagnóstico da Covid-19. Ao todo, foram 6.964 vidas perdidas por conta da Covid-19. Um total de 206.383 pacientes já se recuperaram da doença.

 

clickpb

 

Solânea dá início a vacinação contra covid-19 e secretário explica escolha do grupo prioritário

O município de Solânea deu início nesta quarta-feira (20) a vacinação contra a covid-19.  Nesta primeira fase da vacinação, Solânea recebeu da Secretaria de Estado da Saúde 157 doses da vacina Coronavac. Segundo informações da Secretaria de Saúde do município, inicialmente serão imunizados parte dos profissionais de saúde que trabalham na linha de frente contra a covid-19 e os idosos institucionalizados do “Abrigo de Idosos Menino Jesus”.

De acordo com informações do Secretário de Saúde de Solânea, Rogério Lima, foi montada uma estratégia de vacinação para essa primeira remessa da vacina.  “Esse grupo receberá a primeira e a segunda doses da vacina gradualmente. Vamos vacinar obedecendo o cronograma repassado pela Secretaria Estadual. Podemos nos tranquilizar que os demais grupos serão vacinados sucessivamente”, explicou.

Ele também falou como foi feita a escolha desses grupos prioritários. “O critério de direcionamento de início observamos as pessoas que tem contato direto como o Samu. No deslocamento até os hospitais de referência estão em contato direto, da mesma forma nos hospitais. Nosso planejamento foi visando os idosos e essa questão do contato direto, não estou dizendo que os outros profissionais não têm esse contato, mas nos PSFs por exemplo dá pra fazer um contato mais distanciado, atendimento pelo Whatsapp”, falou.

A estimativa do Ministério da Saúde é que em média 409 profissionais da saúde irão receber as vacinas em Solânea. Neste momento 34% desse número recebem a primeira dose da vacina. No abrigo, 17 idosos residentes serão vacinados com a primeira dose.

 

Redação FN

 

 

Estados vão receber a vacina contra Covid-19 ao mesmo tempo

Todos os estados vão receber a vacina contra a Covid-19 ao mesmo tempo e independentemente da quantidade que o Brasil tiver de imunizantes, ele será distribuído dentro da proporção de cada estado, afirmou o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello. A previsão do Ministério da Saúde é de ter mais de 24 milhões de doses de vacinas disponíveis em janeiro.

A expectativa do ministro é ter grupos prioritários que começará a receber a primeira dose da vacina até o final de janeiro de 2021. A vacinação em massa deve começar a partir de fevereiro. Segundo o ministro, a população em geral deve ser imunizada cerca de quatro meses após o término da vacinação dos grupos prioritários.

Fonte: Brasil 61

 

 

‘Toda e qualquer vacina está descartada’, diz Bolsonaro após polêmica com Doria

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) descartou a compra de vacinas pelo governo na manhã desta quarta (21) até que haja comprovação de eficácia.

“Toda e qualquer vacina está descartada por enquanto. A vacina precisa de comprovação científica para ser usada, não é como a hidroxicloroquina”, disse Bolsonaro.

A declaração foi feita durante visita às instalações do Centro Tecnológico da Marinha (CTMSP) em Iperó (a 126 km da capital paulista). Ele estava acompanhado pelo chefe do Gabinete de Segurança Institucional, general Augusto Heleno, e pelo ministro da Ciência e Tecnologia, Marcos Pontes.

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, havia anunciado na terça (19) investir R$ 2,6 bilhões para colocar mais 46 milhões de doses da Coronavac, vacina da farmacêutica chinesa Sinovac, no programa de imunização. No Brasil, ela é produzida pelo Instituto Butantan.

“A vacina do Butantan será a vacina do Brasil”, disse Pazuello em teleconferência com os governadores. “O Butantan já é o grande fabricante de vacinas para o Ministério da Saúde, produz 75% das vacinas que nós compramos.”

Bolsonaro, no entanto, atribuiu hoje a declaração a uma má fé do governador de São Paulo, João Doria, que participou da reunião. Disse que o valor anunciado é “vultuoso” e que está afinado com o ministério da Saúde “na busca de uma vacina confiável “.

O presidente, no entanto, afirmou também ter mandado cancelar um protocolo de intenções do ministério, que falava sobre a compra da vacina. “Não abro mão da minha autoridade.”

A Folha de S.Paulo mostrou que o ministro Eduardo Pazuello enviou no dia 19 de outubro ao diretor-geral do Instituto Butantan, Dimas Covas, um ofício em que confirma a compra de 46 milhões de doses da CoronaVac. “Fora isso é especulação e jogo político”, disse. “A população já está inalada com discursos de terrorismo desde o início da pandemia. Perseguimos a vacina, lá atrás destinamos recursos a Oxford, não para comprar vacina, mas para participar de pesquisa e desenvolvimento com uma cota de vacina para nós. Nada será despendido agora com uma vacina chinesa que eu desconheço.”

Anteriormente, o presidente já havia criticado a Coronavac ao atacar o governador de São Paulo, João Doria (PSDB). Os dois travam um debate público sobre a obrigatoriedade de tomá-la.

Atualmente, o Brasil tem quatro testes de vacinas em andamento. Além da Sinovac, há uma desenvolvida em parceria entre a Universidade de Oxford e a farmacêutica AstraZeneca, e que será produzida pela Fiocruz.

A Anvisa também já deu aval a estudos clínicos de uma vacina em desenvolvimento pela Pfizer e de outra da Janssen, braço farmacêutico da Johnson&Johnson.

 

FOLHAPRESS

 

 

João Azevêdo diz que Bolsonaro tomou “decisão impensada” ao cancelar compra da CoronaVac: “vacina não é de direita ou de esquerda”

Governadores e secretários de Saúde revoltaram-se com o recuo de Jair Bolsonaro em relação à compra da vacina desenvolvida pelo Instituto Butantan, em São Paulo.

Nesta quarta-feira (21), um dia após o anúncio de acordo para compra de 46 milhões de doses entre Ministério da Saúde e estado de São Paulo, o presidente disse que o imunizante não será adquirido pelo governo federal.

“Se Bolsonaro desautorizar o amplo acordo feito por Pazuello, ele mais uma vez estará sabotando o sistema de saúde e criando uma guerra federativa. Espero que bons conselheiros consigam debelar esse novo surto de Bolsonaro”, diz Flávio Dino (PC do B), governador do Maranhão, que falou em recorrer à Justiça para ter acesso a vacinas validadas pela comunidade científica.

“Bolsonaro não pode dispor das vidas das pessoas para seus propósitos pessoais. E Bolsonaro vai perder de novo, se insistir com mais essa agressão insana aos estados”, acrescentou.

“Temos que apelar ao presidente para que a gente tenha equilíbrio, racionalidade, empatia com quem pode pegar esse vírus. Um apelo mesmo para manter o que falamos ontem. É importante manter a decisão republicana de ontem e deixar de lado questões eleitorais, ideológicas. E torcer para que o que disse Bolsonaro não seja levado ao pé da letra”, diz Renato Casagrande (PSB), governador do Espírito Santo.

“É para deixar todo mundo perplexo. Depois de uma reunião com quase todos os governadores do país, com Fiocruz, com Butantan, com representantes de municípios, o ministro afirma que vai fazer aquisição da vacina do Butantan e também da Fiocruz, oferecendo segurança e esperança para o país. E, então, o presidente da República, numa decisão impensada, anuncia que não vai fazer a compra da vacina chinesa”, afirma João Azevêdo (PSB), governador da Paraíba.

“Vacina não é de direita ou de esquerda, o que interessa é que tenha eficácia. Se for isso [que Bolsonaro falou], vai ter consequência muito grave e o preço vai ser muito caro. Não dá para compreender que um processo que deveria ser científico vire político”, completa.

“A decisão sobre a inclusão de uma vacina no programa nacional de imunização deve ser eminentemente técnica, e não política. Temos instituições renomadas trabalhando no assunto, como a Fiocruz e o Instituto Butantan, e o que deve ser observado é a condição de segurança, a viabilidade técnica e também a agilidade para disponibilizar a vacina para imunizar a população. Ou seja, sem análises políticas, o importante é que seja tecnicamente decidido e viabilizado para a população o que ela precisa, que é a garantia de uma vacina segura o mais rápido possível”, defendeu Eduardo Leite (PSDB), governador do Rio Grande do Sul.

“O compromisso assumido ontem foi de comprar vacina produzida no Brasil, da Fiocruz-Manguinhos, e do Instituto Butantã, produção brasileira. A saúde do povo em primeiro lugar. E neste caso a saída da crise econômica que permite recuperar empregos e trabalhar solução para a calamidade social é a vacina. O compromisso do ministro Pazuello que selou entendimento com todos os estados e municípios foi claro, comprar da Fiocruz e Butantã”, diz Wellington Dias (PT), do Piauí.

“Não podemos politizar a vacina, nem qualquer aspecto relacionado a essa pandemia. A postura do ministro Pazuello foi elogiada por todos, independente de posições partidárias. Espero que alguém possa conversar com calma e esclarecer o presidente sobre esse tema. Desejo ainda que essa não seja o anúncio de mais uma crise ministerial do governo atual”, diz o secretário de saúde Fabio Vilas-Boas, do governo Rui Costa (PT), da Bahia.

“Que o governo federal guie suas decisões sobre a vacina da Covid por critérios unicamente técnicos. Não se pode jamais colocar posições ideológicas acima da preservação de vidas. Lutaremos para que uma vacina segura e eficaz chegue o mais rápido possível para todos os brasileiros”, escreveu Camilo Santana (PT), governador do Ceará.

“Peço ao presidente Jair Bolsonaro que tenha grandeza. E lidere o Brasil para a saúde, a vida e a retomada de empregos. A nossa guerra não é eleitoral. É contra a pandemia. Não podemos ficar uns contra os outros. Vamos trabalhar unidos para vencer o vírus. E salvar os brasileiros”, escreveu João Doria (PSDB), de São Paulo.

 

FOLHAPRESS

 

 

Ministério da Saúde anuncia compra de 46 milhões de doses da vacina CoronaVac

O Ministério da Saúde anunciou hoje que o governo federal vai comprar 46 milhões de doses da CoronaVac, vacina contra o coronavírus desenvolvida pelo Instituto Butantan, em São Paulo, em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac Life Science. Para tanto, será editada uma nova MP (Medida Provisória) para disponibilizar crédito orçamentário de R$ 1,9 bilhão.

A vacina, segundo o ministro Eduardo Pazuello, será incluída no PNI (Plano Nacional de Imunizações). “Temos a expertise de todos os processos que envolvem esta logística, conquistada ao longo de 47 anos de PNI. As vacinas vão chegar aos brasileiros de todos os estados”, disse o general.

O anúncio foi feito durante reunião com 24 governadores, entre eles João Doria (PSDB), de São Paulo.

Além destas doses, a Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) deve começar, a partir de abril, a produção própria da vacina da AstraZeneca, desenvolvida junto à Universidade de Oxford (Reino Unido), e disponibilizar ao país até 165 milhões de doses durante o segundo semestre de 2021.

Como a Butantan-Sinovac e a AstraZeneca estão em etapas avançadas de produção — ambas em fase 3, quando são testadas em milhares pessoas —, a previsão é de que a vacinação comece em janeiro de 2021. Mas elas ainda devem ser liberadas pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e ter eficácia e segurança garantidas, como determina o Ministério da Saúde.
Profissionais de saúde e grupos de risco deverão ser os primeiros a receber a vacina.

O Ministério da Saúde ainda acompanha mais de 200 estudos referentes à produção das vacinas contra a covid-19 e não descarta novas compras, caso haja necessidade. A prioridade, segundo a pasta, é entregar à população brasileira, no menor tempo possível, “uma solução segura e eficaz para a doença”.

 

Uol Notícias

 

Itália terá primeiras doses de vacina contra covid-19 até dezembro, anuncia ministro

O ministro das Relações Exteriores da Itália, Luigi Di Maio, anunciou neste domingo (11) que o país europeu terá as primeiras doses de vacina contra o novo coronavírus (Sars-CoV-2) até o final do ano, graças à parceria com a Universidade de Oxford.

“Na emergência não estou dizendo que somos o último melhor. Nós, graças ao acordo com a Universidade de Oxford, teremos as primeiras doses da vacina até o final do ano”, explicou o chanceler italiano em um programa na RaiTre.

Durante a entrevista, Di Maio ressaltou que, em fevereiro, o país não estava absolutamente preparado, não tinha nada, nem mesmo como cadeia produtiva. “Agora temos um país que pode ter disfunções, mas se equipou e mostrou que pode lidar com a emergência”.

Por fim, o ministro italiano enfatizou que o país “não deve ser muito duro consigo mesmo. A terapia intensiva está equipada”. A “Itália não pode permitir um novo bloqueio, o sistema econômico e comercial não pode permitir”, concluiu.

Terra

 

 

Secretario de Saúde da Paraíba participará de reunião com ministério sobre distribuição da vacina de covid-19

O Ministério da Saúde promoverá na próxima quarta-feira (14) uma reunião virtual com a presença dos 27 secretários estaduais de saúde sobre a disponibilização da vacina de covid-19 para todos os estados.

A informação foi confirmada ao ClickPB pelo secretário de Saúde da Paraíba, Geraldo Medeiros.

Participarão da reunião o secretário executivo do Ministério da Saúde, Élcio Franco; o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass); o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems); Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa); Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz); DataSUS; Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos; Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS).

 

Bárbara Wanderley

 

 

Senado deve votar projeto que cria regras para distribuição da futura vacina contra a Covid-19

O Senado deve votar, nesta quarta-feira (8), um projeto de lei que fixa diretrizes para a distribuição de futuras vacinas contra a Covid-19. A proposta, do senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE), busca alterar a lei sobre as medidas para enfrentamento da emergência de saúde pública, para assegurar que os grupos mais vulneráveis à doença, como idosos e doentes crônicos, tenham prioridade na imunização.

Além disso, o proposta estabelece que a distribuição da vacina e transferência de recursos federais para a aquisição do produto nos estados e municípios deverá seguir critérios técnicos, com dados demográficos, epidemiológicos e sanitários.

Também está previsto para hoje a apreciação um projeto que pode criar um serviço exclusivo para o recebimento de denúncias ou suspeitas de maus-tratos contra idosos. O texto é de autoria do senador Izalci Lucas (PSDB-DF).

Fonte: Brasil 61

 

 

Vacina contra febre amarela entra no calendário de vacinação da Paraíba

A vacina contra a febre amarela foi incluída no calendário de vacinação da Paraíba, de acordo com a Secretaria de Saúde do estado (SES). A campanha de vacinação já começa a partir desta segunda-feira (5).

Segundo a Secretaria de Saúde (SES), a meta é vacinar todas as crianças de 9 meses a menores de 5 anos em todo o estado da Paraíba. A avaliação da cobertura vacinal tem meta de atingir 95%.

A vacina será incluída na etapa de multivacinação da poliomielite. De acordo com a SES, mais de dois mil enfermeiros e técnicos em enfermagem passaram por um webtreinamento com representantes da direção do Núcleo de Imunização da Secretaria do Estado da Saúde para que a vacina fosse acrescentada no calendário de vacinação.

G1