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Aplicativo pornô imita Dubsmash e infecta 500 mil usuários

dubsmashA Avast!, fornecedora de soluções antivírus, representada no Brasil pela Stity Tecnologia, divulgou em seu blog uma descoberta de aplicativo pornográfico que imita o Dubsmash, um dos aplicativos mais populares do momento e que permite fazer dublagens em vídeo, com mais de 10 milhões de instalações a partir do Google Play.
Os técnicos da Avast descobriram que “Dubsmash 2? (cujo nome do pacote era “com.table.hockes” na Google Play), não se tratava de uma versão melhorada do aplicativo original, mas na verdade um aplicativo com uma lista de sites de pornografia e que foi instalado entre 100.000 e 500.000 vezes na Loja Google Play. Os técnicos contataram a Google quando descobriram que o aplicativo era falso e ele foi removido.

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Depois que o aplicativo era instalado, não ficava nenhuma evidência de que um aplicativo chamado “Dubsmash 2? estivesse no aparelho do usuário. No lugar aparecia o ícone de um aplicativo chamado “Setting IS”. Este é um truque comum dos criadores de malware para tornar mais difícil ao usuário descobrir que aplicativo está causando problemas. E isto já devia ser um alerta ao usuário de que algo errado está acontecendo. O ícone “Settings IS” parece-se muito com o das Configurações do Android.
Depois de analisar profundamente a nova ameaça os especialistas da Avast estimam que o malware tenha origem na Turquia. O nome do desenvolvedor mostrado na Google Play e no YouTube parecia mostrar o mesmo.
Os técnicos suspeitam que o desenvolvedor do aplicativo utilizou o método de “clicar na pornografia” para obter vantagens financeiras. Através dos cliques em várias propagandas dos sites pornográficos, o desenvolvedor do aplicativo provavelmente recebeu diariamente uma quantia dos que fizeram as propagandas naqueles sites.
Além de ser indesejado pelo usuário, mas basicamente inofensivo e menos sofisticado que outras famílias de malwares como a Fobus ou o Simplocker, este aplicativo mostra que, apesar das medidas que estão sendo tomadas, aplicativos podem enganar os usuários e infiltrar-se dentro da Loja Google Play.
Se você instalou o Dubsmash 2 (cujo pacote se chamava “com.table.hockes”), você pode desinstalar o aplicativo indo às Configurações > Aplicativos > encontrando “Settings IS” e depois desinstalando o aplicativo.
O Avast Mobile Security detecta esta ameaça como Android:Clicker. SHA-256. Mais informações sobre as soluções Avast no Brasil: http://www.stity.com.br

Avast!

Assaltos a ônibus assustam usuários de transporte público

onibusA bibliotecária Canmery Dautro subiu no ônibus da linha 507 – Cabo Banco num domingo, em João Pessoa. O veículo seguia seu itinerário normal até sair do Terminal de Integração do Varadouro, quando quatro homens levantaram-se e anunciaram o assalto.

Armados com gargalos quebrados de garrafa, dois deles dirigiram-se ao motorista e ao cobrador enquanto os outros dois recolhiam os pertences dos passageiros do coletivo. Durante toda a ação, mostravam-se impacientes; um deles se irritou tentando arrancar um colar do pescoço de um dos passageiros. Minutos depois de anunciado o assalto, eles saíram do veículo levando celulares, dinheiro e outros objetos.

“Pensávamos que tinha acabado, mas eles ainda jogaram as garrafas de vidro contra o ônibus”, conta Canmery, que perdeu o celular durante o roubo. “Todos que estavam dentro entraram em pânico. Achávamos que eram tiros”, relata.

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Depois que o grupo se dispersou, o motorista do ônibus voltou ao Terminal de Integração, onde pediu ajuda no posto policial do local. “Só tivemos alguma assistência quando chegamos ao terminal”, conta Canmery. “Durante as viagens não temos segurança nenhuma. Ando sempre com medo”, desabafa.

A situação vivida pela bibliotecária retrata a rotina de milhares de pessoenses que utilizam o transporte público diariamente. Segundo a Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana do município (Semob-JP), 281.299 pessoas trafegam nos 480 ônibus do sistema municipal todos os dias.

Na última quarta-feira (4) o Núcleo de Análise Criminal e Estatística da Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds) divulgou os dados referentes à quantidade de assaltos no transporte público de João Pessoa. De acordo com os números, os assaltos a ônibus na cidade caíram 54,1% entre os anos de 2013 e 2014: naquele ano foram verificados 973 assaltos; em 2014, o número de casos caiu para 446. Os dados relativos a janeiro e fevereiro de 2015 devem ser divulgados ainda neste mês.

No entanto, a redução no número de ocorrências não reflete a realidade, muitos dos assaltos praticas nos coletivos não são notificados às autoridades. “É provável que essas subnotificações de fato existam”, afirma o delegado Marcos Vilela, da 1ª Superintendência Regional de Polícia Civil. “Muitas pessoas não querem se dar ao trabalho de ir até as delegacias por achar que o objeto roubado não vale o esforço ou que a polícia não vai resolver o caso”, explica.

Além disso, os assaltos não são o único problema que a população tem que enfrentar ao utilizar os ônibus da capital. A prática de furtos – roubo realizado sem consciência da vítima e sem violência – vem se tornando cada vez mais comum nos ônibus da cidade e geralmente não entram nas estatísticas oficiais, endossando a quantidade de casos subnotificados – na maioria dos casos, os passageiros só percebem que foram furtados ao descer do veículo. “Certa vez, em um ônibus lotado, eu senti alguém mexer no bolso de minha calça”, conta Canmery. “Como eu já estava próxima da parada, não tive tempo de checar o que era. Foi só quando desci do ônibus que percebi que haviam pego meu celular”, diz a bibliotecária.

Polícia realiza ações preventivas

No assalto sofrido pela estudante Samara Mello, de 19 anos, a polícia não atendeu ao chamado das vítimas. “Eu estava voltando de uma festa, por volta das 23:30, na linha 301 quando dois homens subiram armados com estiletes e facas”, relata. “Eles agiram muito rápido e ameaçavam muito. Ao descer levando celulares, eles ainda esmurraram um homem que estava na parada de ônibus em frente à Secretaria de Saúde. O cobrador ligou para a polícia, mas ninguém apareceu”, diz Samara.

Para a Cap. Carla Marques, coordenadora adjunta de Comunicação da Polícia Militar da Paraíba, a polícia está presente no combate a esse tipo de crime e vem realizando ações intensivas para evitar os roubos realizados no transporte público. “O 1º e o 5º Batalhão da Polícia Militar realizam semanalmente abordagens em linhas com alto número de assaltos, com intuito de minimizar tais ocorrências”, garante. “No Terminal de Integração dispomos de um posto policial com 16 policiais em regime de plantão e uma viatura específica para atender aos passageiros”, explica a capitã.

Além das ações policiais, intervenções realizadas nos próprios ônibus pretendem ajudar no combate aos crimes. “Nós continuamos instalando as câmeras de segurança nos ônibus, que hoje cobrem cerca de 80% da frota”, afirma Mário Tourinho, diretor-executivo da AETC-JP. “Além disso, a mudança de local da catraca, realizada desde abril de 2014 para próximo do motorista, inibe a ação dos assaltantes”, acrescenta.

A despeito das medidas tomadas pela PM e pelas empresas de ônibus, os usuários do transporte público ainda precisam conviver com a insegurança; o número de 446 ocorrências por ano em 2014, afinal, ainda é alto e representa mais de um assalto por dia aos coletivos de João Pessoa. “A meta é diminuir sempre esse número”, afirma a capitã Marques. “Mas para isso também precisamos contar com a denúncia das vítimas”, apela.

Até que a segurança no transporte público da capital seja totalmente garantida, entretanto, resta aos passageiros andarem com receio. “A insegurança é nossa companhia constante”, conclui Canmery.

Usuário deve exigir seus direitos

De acordo com o jurista Marcos dos Santos, secretário adjunto da Secretaria Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-JP), o usuário que sofrer perdas físicas ou materiais dentro do transporte coletivo urbano pode pedir ressarcimento à empresa concessionária. “É um serviço como qualquer outro; no momento em que o passageiro entra no ônibus, a responsabilidade pela segurança do indivíduo passa a ser da empresa”, explica. “Uma pessoa que for assaltada, assim, tem o direito a pedir o ressarcimento pelos objetos subtraídos. Essa reclamação pode ser feita no Procon-JP, que dá o embasamento para audiências nas varas especializadas”, afirma o secretário.

 

 

JORNAL DA PARAÍBA

Nova função do WhatsApp que permite fazer ligações de graça chega a alguns usuários, diz site

Muitos usuários do WhatsApp ficaram frustrados depois de um misterioso botão de ligar que apareceu na plataforma do mensageiro. A função nada mais era do que um atalho para o app do telefone. Porém, parece que o tão aguardado recurso de ligações gratuitas agora chegou de vez, mas apenas para Android e para a versão web. Segundo o site Android Police, alguns usuários já podem realizar chamadas de voz pelo próprio aplicativo, sem precisar do intermédio de uma operadora para realizar o serviço.

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Ainda de acordo com a fonte, a novidade só chegou para a versão 2.11.528 do Google Play Store, ou 2.11.531, no site oficial do WhatsApp. Porém, parece que nem todos terão acesso livre ao novo recurso tão rapidamente. Segundo o Android Police, a nova ferramenta podia ser enviada como convite a usuários que ainda não tinham acesso ao recurso, entretanto, esta opção não está mais disponível.

Como funcionaram os convites

Segundo a fonte, para enviar convites, o usuário  – que já tinha a função – precisava fazer uma ligação do próprio mensageiro para a pessoa que desejava convidar. Assim, os contatos que recebiam a chamada e não possuíam suporte ao recurso, visualizaram uma mensagem de notificação, que liberou o acesso a funcionalidade.

Porém, poucas horas depois, o mensageiro bloqueou a opção de enviar convites, deixando apenas usuários que já estavam com o recurso instalado funcionando. Isto é, apenas alguns felizardos tiveram a sorte de receber a suposta atualização. Agora, resta aguardar um comunicado oficial do mensageiro disponibilizando a versão a todos. Pelo que parece, o WhatsApp está testando a nova ferramenta e por isso liberou o recurso apenas a alguns usuários.

Diferenças para o atalho do telefone

A última atualização do WhatsApp incluiu um botão misterioso de telefone dentro das conversas do mensageiro. Porém, o recurso era apenas um atalho para fazer ligações pela operadora telefônica do usuário. Agora, se for confirmado, os usuários do WhatsApp agora vão poder fazer ligações de voz pelo próprio aplicativo, sem precisar pagar nada pelas chamadas.

Segundo o site, além de trazer um botão diferente de chamadas de voz, a nova versão divide o mensageiro em abas: uma específica para as chamadas de voz e outra para as mensagens de texto.

FONTE:

  • Tech Tudo

Usar “clones do WhatsApp” pode deixar usuários sem serviço por até 24 horas

clone-do-whatsappPessoas que baixam aplicativos “clone do WhatsApp” em lojas de aplicativo alternativas estão levando gancho de 24 horas sem poder usar o programa de troca de mensagens. As informações são do site de tecnologia “thehackernews.com”.

De acordo com o site, usuários de programas como WhatsApp MD e WhatsApp Plus começaram a receber notificações de infração dos termos de uso do serviço nesta quarta-feira (21). Além do tempo sem usar, o aplicativo envia para o usuário o link oficial para download do software na Google Play, loja de conteúdos para o sistema Android.

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O WhatsApp Plus disponibiliza funções exclusivas aos usuários, como novos temas, emojis diferentes, a possibilidade de desabilitar o recurso que mostra a última vez que o usuário se conectou, etc.

O aplicativo ganhou repercussão entre alguns usuários por se dizer uma espécie de “versão de teste” do software oficial. A diferença desse programa para o convencional é que este tem um logotipo azul – o do original é verde.

Na seção de perguntas e respostas (em inglês), o WhatsApp informa que o WhatsApp Plus não tem nenhum ligação com eles e que esse aplicativo pode conter linhas de código de segurança duvidosa.

 

Uol

Usuários do Bolsa Família recebem abono natalino do Estado

bolsa familiaA secretária de Estado de Desenvolvimento Humano (Sedh), Aparecida Ramos informou  a um programa de rádio, nesta terça-feira (02) que famílias beneficiadas pelo programa Bolsa Família de 28 cidades da Paraíba, que não possuem agências dos Correios e Telégrafos, receberão o abono natalino neste próximo sábado (06).

Os recursos provenientes do Fundo de Combate e Erradicação da Pobreza (Funcep-PB), no valor de R$ 22 milhões, beneficiarão 526 mil famílias.

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– Nós faremos os pagamentos em 28 cidades, que não possuem agências dos Correios. Portanto, esse pagamento será feito nas escolas estaduais. É importante que a população saiba que essa operação contará com o apoio da Polícia Militar, técnicos da Secretaria de Desenvolvimento Humano e funcionários dos Correios, que pagarão a todas as pessoas – ressaltou.

A secretária ainda disse que serão realizados os pagamentos aos municípios do Estado, que possuem agências dos Correios e Telégrafos, a partir do dia 9 de dezembro de 2014.

– A partir do dia 9, será realizado o pagamento para os usuários que têm o cartão do Bolsa Família, com terminação número um. No dia 10, para os usuários com o cartão com final número dois, e assim por diante, até o dia 22. No dia 23, nós pagaremos os retardatários, que são aquelas pessoas que não foram informadas ou não puderam ir por algum motivo, no dia do seu pagamento – concluiu.

pbagora

Com mais de 100 mil livros, bibliotecas da UFPB e do Estado ainda são criticadas por usuários

Portal Correio
Portal Correio

As Bibliotecas Central e Setoriais da Universidade Federal da Paraíba são alvos de muitas reclamações por parte dos alunos da instituição. Usuária assídua dos locais, a estudante de Raquel Sousa, de 21 anos, aponta deficiências no serviço oferecido pelas bibliotecas da instituição. Segundo ela, não existe material suficiente para todos os alunos e os volumes que são disponibilizados estão gastos e desatualizados. A administração da biblioteca diz que desconhece os problemas.

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“Já aconteceu de um professor indicar um livro e a biblioteca só oferecer um ou dois exemplares. Geralmente um é cativo e o outro já foi emprestado, então às vezes fica praticamente impossível ter acesso a determinados livros”, conta. “Outro problema é que muitas vezes só são disponibilizados edições em francês. No curso de Letras, a gente tem aula de línguas estrangeiras, mas a falta de exemplares traduzidos dificulta o estudo”, completa.

As falhas não se limitariam apenas ao acervo, mas se estenderiam ao sistema online de busca por títulos abrigados nas bibliotecas da universidade. “É comum o sistema mostrar que a biblioteca tem sete exemplares de um mesmo livro, por exemplo, e quando você chega lá àquela informação não era verdadeira. Falta controle nesse sentido”, afirma Raquel.

De acordo com a estudante, os servidores da universidade não estão alheios à situação: “Questionei os funcionários sobre isso algumas vezes e eles admitiram que outros alunos já procuraram pelo mesmo título, mas que realmente a biblioteca não disponibiliza nenhum exemplar, apesar de constar no sistema que sim. Ou seja, eles recebem as reclamações, mas o problema nunca é solucionado”, reclama.

 

Ao Portal Correio, a diretora do Sistema de Bibliotecas da UFPB, Suely Pessoa, disse que desconhece qualquer tipo de falha no software de busca por títulos. Ela também comentou as críticas feitas ao acervo da Biblioteca Central: “Os livros mais atualizados são armazenados nas bibliotecas setoriais, enquanto a Central abriga obras clássicas e funciona como uma espécie de memória do acervo da universidade. Além disso, disponibilizamos mais de 85 mil livros na internet, que podem ser consultados através da plataforma SIGAA”, esclareceu.

Biblioteca Estadual

Outro acervo bastante criticado por estudantes da Capital é o da biblioteca Augusto dos Anjos, com 17 mil livros. Localizada no Centro da cidade, o local recebe cerca de cinquenta usuários por dia, segundo informações da coordenadora do espaço, Severina Kátia.

A presença de concurseiros no espaço é bastante significativa. Edite Pereira, 42 anos, começou a frequentar a Biblioteca Estadual há alguns meses. Ela conta que foi atraída pela tranquilidade que o ambiente a proporciona durante a preparação para certames.

No entanto, a concurseira afirma que alguns aspectos do local não permitem um melhor desempenho na hora de estudar. “É tudo muito antigo, a situação é péssima, eu sempre trago o meu material, poucas vezes tive que ir até as prateleiras, mas mesmo assim não encontrei nada bom”, diz.

A coordenadora Severina Kátia nega que o acervo para a área de concursos seja desatualizado. “Nosso público alvo são os estudantes de ensino médio, concurseiros e universitários e na área de concursos nosso acervo está bastante atualizado pois nós recebemos doações de materiais desse tipo”, disse ela.

Sobre a relação entre a tecnologia e os materiais da biblioteca, a coordenadora informou sobre as soluções que o espaço está buscando. “Nós sempre orientamos os usuários sobre a importância dos livros, mas há casos que as pessoas precisam usar a internet e aqui temos seis computadores com internet e cada pessoa pode passar uma hora, mas nós antes sempre mostramos os materiais dos livros e revistas científicas”, completou.

 

portalcorreio

Estudos mostram que apenas um terço dos usuários de crack deixa o vício

Imagem Carolina Garcia
Imagem Carolina Garcia

Estudos recentes da Universidade Federal da São Paulo (Unifesp) demonstram que, apenas um terço dos usuários de crack deixa o vício e encontra a cura, outro terço mantém o uso e outro terço morre, sendo que em 85% dos casos são relacionados à violência. Os pesquisadores apontam também que não há nenhum tratamento medicamentoso aprovado para dependência de crack. “Dessa forma, a boa prática direciona-se no sentido da adoção de uma visão multifocal para o tratamento da dependência desta droga”, comentou o psicólogo.

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Para Deusimar Guedes, psicólogo e advogado, esta visão a partir de vários ângulos deverá conter diretrizes gerais para a assis­tência integral ao usuário de crack, onde as abordagens de natureza: físicas, psicológicas e sociais, levem em consideração também, às questões legais e de qualidade de vida, num tratamento que vise não especificamente à abstinência, mas também, a prevenção de recaídas e a reinserção social dos drogadictos.

Outro aspecto importante, destacado pelo psicólogo,  além da abordagem interdisciplinar, é a construção de uma rede de instituições que trabalhe de forma integrada contemplando as várias vertentes da política educativa sobre droga, dentre estas, aquelas direcionadas à: prevenção do uso indevido destas substâncias, a atenção e acolhimento de usuários e familiares, a sensibilização e capacitação dos profissionais de saúde, educação e assistência social, bem como a identificação precoce destes dependentes químicos para o devido encaminhamento ao tratamento adequado no âmbito da referida rede de atenção e cuidados.

Para ele há uma necessidade inadiável que o poder público assuma esta sua responsabilidade, e que tais iniciativas não fiquem apenas com o Estado, mas também sejam encampadas pelos diversos segmentos sociais, pois esta á uma causa que pertence a toda a sociedade, “ pois, mesmo sabendo que não existe um modelo ideal e nem mesmo uma fórmula má­gica de prevenção e tratamento ao uso indevido de drogas, uma coisa é certa, mais do que pessoas envolvidas, precisamos de pessoas comprometidas, haja vista, que o maior risco que corre a humanidade não é o grande número de indivíduos que fazem o mal, mas sim a multidão daqueles que mesmo podendo impedir que o mal aconteça não o fazem”, concluiu.

Paulo Cosme

Golpe na internet usa mensagem sobre Enem para enganar usuários

enemMais um e-mail criado por golpistas circula na internet com o provável intuito de roubar dados das pessoas ou instalar programas maliciosos nos computadores. Os golpistas, desta vez, procuram, prioritariamente, enganar os inscritos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

 

“Identificamos que ocorreu um erro na emissão do cartão de inscrição do candidato com o email @radiobras.gov.br cadastrado em nosso sistema, podendo resultar no cancelamento de sua inscrição em até 48 horas. Evite o bloqueio do seu cadastro pois o Enem é a única forma de ingresso para 2015 em faculdades públicas, requisições para PROUni, Fies e outros programas aos quais o Governo Federal oferece a população”, consta no e-mail.

 

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No caso em questão, algumas divergências podem causar estranhamento ao destinatário do e-mail, como o uso do endereço eletrônico da Radiobras, empresa extinta que deu lugar à Empresa Brasil de Comunicação (EBC) em 2007. Além disso, a assessoria do Ministério da Educação negou que tenha enviado a nota oficial nº 12838-2014, como consta na mensagem, e confirmou que trata-se de um e-mail falso.

 

Como em diversos e-mails, cujo objetivo é se apropriar de dados de terceiros, os golpistas pedem que as pessoas preencham um formulário com seus dados ou de parentes. O texto mostra isso claramente: “Preencha manualmente o recadastramento passo a passo e normalize já sua situação (repare que algum parente pode ter usado seu email para cadastro de informações). Segue abaixo o link para consulta e regularização do seu cadastro.”

 

Golpes parecidos com esse são frequentes na internet, principalmente pela curiosidade que essas mensagens despertam nas pessoas. O ideal é ficar atento, instalar antivírus no computador e não abra e-mails considerados suspeitos.

Agência Brasil

 

Facebook exclui perfis de usuários brasileiros por ‘sobrenomes pornográficos’

facebookUsar o Facebook é simples. Basta se inscrever usando nome e e-mail para criar um perfil com foto, gostos pessoais e amigos. Porém, nem sempre é fácil. Alguns esbarram no primeiro passo. É o caso de Nilmar e Luís Henrique, que carregam no sobrenome palavras que a rede social considera ofensivas a ponto de desativar seus perfis, com base em normas de uso polêmicas.

“No final de maio, meu primo falou para eu tentar entrar no meu Facebook, pois a conta dele não estava mais logando, com aviso de desabilitada. Mais tarde, nossa família foi excluída do Facebook”, conta Nilmar Piroca, 25 anos, que entrou na rede social em 2010 e alega nunca ter recebido qualquer notificação ou advertência.

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Caso semelhante acontece com Luís Henrique Fuck, de 23 anos. Ele conta que a rede social nunca aceitou seu sobrenome. “Ao criar uma conta ou, mais tarde, ao tentar modificá-la, aparece uma mensagem indicando que devo usar meu ‘nome real’. Passei a abreviar e utilizar meu outro sobrenome”, explica.
Nilma Piroca teve perfil no Facebook apagado por causa do seu sobrenome (Foto: Reprodução/Acervo Pessoal)Nilmar Piroca teve perfil no Facebook apagado por causa do seu sobrenome (Foto: Reprodução/Acervo Pessoal)

Os dois brasileiros foram impedidos de manter contas com seus nomes reais. Em função disso, o primeiro perdeu todos os dados armazenados por quatro anos, enquanto o segundo é obrigado a ocultar o sobrenome. Tudo isso acontece por conta da rígida política de uso: “O Facebook é uma comunidade na qual as pessoas usam suas identidades verdadeiras”. Sendo assim, solicita que forneçam nomes reais, por razões de segurança.

Entretanto, nem todos são aceitos. Os perfis com nomes que usam símbolos, números, repetição de caracteres ou pontuação, letras em mais de um idioma, apelidos ou palavras ofensivas, são desativados quando reconhecidos entre os demais. É aí que mora o problema: nomes considerados ofensivos.

Em contato com o TechTudo, o Facebook Brasil disse que não comenta casos específicos e orientou a cadastrar um nome alternativo e/ou entrar em contato por meio do formulário para problemas de login e acesso a perfis.

Familía banida

Segundo Nilmar, a perda de perfis aconteceu também com parentes. “Todos foram, sem aviso ou motivo algum, banidos, tendo suas contas apagadas. O aviso ao tentar logar ou entrar é de conta desabilitada”, lamenta. Um passo atrás, Luís Henrique diz que toda a família procuram usar o nome de outro jeito. “Minha avó e muitos de meus primos escrevem o sobrenome apenas com “Fuc”, sem o “k” no final. Outros, como eu e o meu irmão, apenas abreviam o Fuck (“F.”) e usam outro sobrenome”, conta.
Luís Felipe Fuck usa sobrenome de outras formas para evitar patrulha do Facebook (Foto: Reprodução/Acervo Pessoal)Luís Henrique Fuck usa sobrenome de outras formas para evitar patrulha do Facebook (Foto: Reprodução/Acervo Pessoal)

Em busca de uma solução, Nilmar conta que achou uma opção na Central de Ajuda do Facebook. “Escrevi que minha conta está desativada devido ao meu sobrenome e anexei minha CNH”, reclama ele que perdeu informações importantes em grupos da faculdade, além de suas fotos pessoais.

Segundo o jovem, depois de preenchido o recurso com as informações solicitadas, foi enviado um email automático do Facebook que informava violação na Declaração de Direitos e Responsabilidade. “No final desse email, dizia que minha conta não poderia ser reativada de forma alguma, nem divulgar mais informações, e que essa é uma decisão final e não pode ser contestada”, diz.

“Fiquei completamente arrasado e humilhado depois que tive a conta desabilitada. Ali eu armazenava contatos de familiares, amigos e profissionais. Sou da comissão dos formandos, havia informações importantíssimas na minha conta sobre tudo que envolve a formatura de mais de 25 pessoas”, lamenta.
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Final Feliz

No último dia 3 de julho, Nilmar conseguiu voltar ao Facebook, após sair da rede social. “Eu voltei. Depois de toda vergonha que passei”, celebra em post público com a aprovação dos amigos. A vitória veio após uma rádio local do Rio Grande do Sul tornar sua história pública e atrair a atenção da rede social, que devolveu o seu perfil. O resto da família, no entanto, não teve a mesma felicidade – a política do site permanece inalterada.

Qual é a sua rede social favorita? Dê sua opinião no Fórum do TechTudo.

Se por um lado pra Nilmar as consequências foram piores, Luís Henrique conta que acha graça e leva as brincadeiras na esportiva. “Normalmente riem muito e pedem pra tirar foto do RG. Embora não seja um nome de significado muito positivo (em inglês), costuma ser bom para puxar assunto”, se diverte.

 

Globo.com 

 

Clientes e usuários da PB podem pedir indenização aos bancos por desrespeito à Lei da Fila

filaOs bancos da Paraíba que deixarem os usuários e clientes esperando por mais de 20 minutos podem pagar multa para quem denunciar e reivindicar indenização por desrespeito à Lei da Fila. É que foi aprovada na Assembleia Legislativa e já sancionada e divulgada no Diário Oficial do Estado, uma lei que determina que as instituições bancárias indenizem aqueles que se sentirem prejudicados pelo tempo de espera nas agências.

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A Lei estadual de Nº 10.323/2014 já está em vigor desde a data da publicação no Diário Oficial do Estado, na quinta-feira (5). De acordo com ela, os clientes devem receber quando entrarem nas agências, uma senha que contenha o horário de chegada. Esta senha deve ser devolvida ao cliente devidamente autenticada pelo caixa no momento em que for encerrado o atendimento.

Caso o usuário ou cliente do banco se sinta prejudicado pela demora, ele deve procurar o gerente ou algum funcionário designado para receber a reclamação e solicitar o pagamento da indenização que deve ser feito num prazo máximo de 48 horas.

O valor da indenização será referente a 30 Ufirs (Unidade de Referência do Estado da Paraíba) vigente na data do atendimento. Caso o pagamento não seja feito no prazo legal, a indenização deverá ser paga em dobro.

A lei determina, ainda, que os bancos afixem em local visível cartaz contendo a lei que estipula o tempo limite de espera.

 

portalcorreio