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IX ENLICA: Campus Universitário de Bananeiras recebeu Delegações de todo Brasil

enlicaAs cidades de Bananeiras e de Solânea, no Brejo paraibano, estão acolhendo desde segunda feira 13 centenas de estudantes, professores e pesquisadores participantes do 9º Encontro Nacional das Licenciaturas em Ciências Agrárias IX ENLICA e do 1º Simpósio de Licenciatura em Ciências Agrárias (SIMLICA), promovidos pelos cursos de Ciências Agrárias da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), do Campus de Catolé do Rocha, em parceria com os Cursos de Ciências Agrárias da UFPB e UFPB Virtual. O evento está contando com cerca de 500 participantes, sendo a maioria delegações de outras regiões do pais a exemplo de estudantes e professores do Instituto Federal Catarinense – Campus Araquari – IFC, do Estado de Santa Catarina, do IF Baiano – Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Baiano, da UFRRJ – Universidade Federal Rural do Rio de JaneiroUFRPE – Universidade Federal Rural de Pernambuco (Recife), e do IFMA – Instituto Federal do Maranhão, participantes da comunidade acadêmica do Campus da UEPB de Catolé do Rocha e do Campus da UFPB em Bananeiras, entre outros acadêmicos de Instituições de Ensino Superior do Brasil e professores da rede de ensino básico, além de representantes de entidades relevantes como a Associação de Profissionais das Licenciaturas em Ciências Agrícolas (APLICA). Destacou-se ainda a presença dos alunos da Escola Agrotecnica do Cajueiro, Campus também da UEPB, e dirigentes Pró-reitores, Diretores e Coordenadores das universidades e institutos e das instituições representativas, destacando-se a vinda do Prof. José Carlos Brancher, Pro-Reitor de Extensão do IFC e Presidente do Fórum de Pró-reitores de Extensão das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (FORPROEXT) e do Pro-Reitor de Pró-Reitoria de Assistência e Promoção ao Estudante (PRAPE-UFPB) Prof. Thompson Lopes de Oliveira.

 

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Segundo Prof. Marcos Barros de Medeiros o evento conta com o auxílio financeiro conquistado (Parceria da equipe conjunta UEPB-UFPB) através de aprovação pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) do Governo Federal além do apoio das Reitorias da UFPB, UEPB, Prefeitura Municipal de Bananeiras e Prefeitura Municipal de Solânea, Curso de Ciências Agrárias da UFPB Virtual, Pro-Reitoria de Assistência ao Estudante PRAPE/UFPB;  Federação Nacional do Ensino Agrícola – FENEA, Associação nacional dos Técnicos Agrícolas e Associação dos Profissionais Licenciados em Ciências Agrícolas e Agrárias

 

Abrindo com o Tema “Da sala de aula ao Campo ” proferido pela Profa. Doutora Maria do Socorro Xavier Batista do Colegiado Nacional do PRONERA/MDA/INCRA e membra do Fórum nacional de educação do campo, nos dois eventos simultâneos estão sendo debatidas ainda em Bananeiras questões sobre: Educação do campo, agroecologia, agricultura familiar, mundo do trabalho e sustentabilidade familiar, diretrizes curriculares e mercado de trabalho do profissional licenciado em ciências agrárias que farão parte de um documento que tem como objetivo o fortalecimento da profissão, por meio da criação de um conselho profissional e de diretrizes curriculares, além de propostas alternativas, e tecnologias sociais, assistência técnica e extensão rural e relações do curso com a comunidade. Dentre as atividades que serão realizadas estão plenárias de discussão para docentes, discentes e profissionais que se interessem pelo futuro das Licenciaturas em Ciências Agrárias.

Segundo o Professor Breno Henrique de Souza o  ENLICA (Encontro Nacional das Licenciaturas em Ciências Agrárias) trata-se de um evento nacional dessas licenciaturas que historicamente vem discutindo a nível nacional os seus rumos e seus desafios. Nessa trajetória busca-se a consolidação dessas licenciaturas tanto no âmbito acadêmico quanto profissional. Neste ano o ENLICA está sendo organizando por uma parceria entre os cursos de Ciências Agrárias da Universidade Federal da Paraíba e Universidade Estadual da Paraíba.

 

Neste ano foi realizado simultaneamente o I SIMLICA (Simpósio de Licenciatura em Ciências Agrárias) que corresponde ao evento dos Cursos de Graduação em Ciências Agrárias – Licenciaturas Plena e a Distância da UFPB Virtual e atende a uma demanda histórica pela realização de um evento local para o curso, estabelecendo uma plenária de discussão para docentes, discentes e profissionais que se interessem pelo futuro das Licenciaturas em Ciências.

 

O evento teve ainda como objetivos atualizar os profissionais; refletir sobre a qualificação profissional e a interdependência com o homem do campo e a sociedade; debater modelos de políticas públicas que tenham como objetivo melhorar a vida do homem do campo; discutir os caminhos que as Licenciaturas em Ciências Agrárias devem seguir nos próximos anos; intercalar momentos de aprimoramento profissional com atividades culturais estreitando assim o elo de contatos entre os envolvidos no evento e expor as pesquisas e demais atividades desenvolvidas por estes cursos na modalidade presencial e a distância da UFPB – Bananeiras/PB.

 

Prof. Dr. Marcos Barros de Medeiros

Servidores do Hospital Universitário de João Pessoa, aderem à greve nesta segunda-feira

hospital-universitarioNesta segunda-feira (24) o Hospital Universitário Lauro Wanderley da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) em João Pessoa, deve funcionar com apenas com serviços essenciais por causa da decisão dos servidores de aderirem ao movimento grevista dos servidores técnico-administrativos. Assim, apenas 30% dos funcionários devem comparecer ao trabalho.

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A paralisação foi aprovada em assembleia geral do Sindicato dos Trabalhadores em Ensino Superior do Estado da Paraíba (SintesPB) realizada na segunda-feira (17).

Segundo o superintendente do HU, Arnaldo Medeiros, vem sendo realizado um diálogo com o comando geral da greve. Para ele, a greve traz um grande prejuízo para a população em geral. “Entendemos a greve, pois vivemos em uma democracia, mas também entendemos que a dor do povo precisa ser aliviada e isso deve ser levado em conta”, disse.

Ainda de acordo com o superintendente, é difícil dizer como vai funcionar no hospital durante a greve, a certeza é de no mínimo 30% de funcionamento essencial vai acontecer. “Fica difícil de dizer o que vai acontecer nesta segunda-feira, estamos dialogando para ajudar o máximo o possível a população que necessita do hospital, com por exemplo, pessoas que têm exames já marcados há meses e precisam da nossa assistência”, ressaltou o superintendente.

Além da UFPB, outras 57 universidades federais do Brasil aderiram ao movimento grevista proposto pela Federação de Sindicatos de Trabalhadores em Instituições Federais de Ensino (Fasubra). Entre os pedidos do movimento estão o cumprimento integral do acordo de greve de 2012, aprimoramento do piso e ascensão funcional.

 

g1

Campus universitário de Bananeiras poderá ganhar novo centro

ricardoO Campus universitário III da UFPB – Bananeiras poderá contar em 2014 com mais uma unidade o “Centro de Ciências do Campo”. Segundo a coordenação dos proferes mobilizadores Marcos Barros de Medeiros e Breno Henrique de Sousa  mais de 1000 assinaturas ja foram colhidas nas instituições publicas e representantes da sociedade civil e de governo que incluem apoios significativos da classe política da Paraíba, destacando-se o Governador Ricardo Coutinho e o Vice-Governador Rômulo Gouveia que assinaram a petição publica de apoio a criação do CCC no Campus III da UFPB. Além destes, assinaram também os prefeitos de Bananeiras (Douglas Lucena),  Arara, Areia, Borborema, Esperança entre outros, deputados estaduais e federais, vereadores, além dos Secretário de Agricultura do Estado e dos diversos municípios dos Territórios da Borborema e Piemonte da Borborema.  Representantes da Emater, Presidentes de Sindicatos dos Trabalhadores Rurais da Região, Entidades que atuam no Polo da Borborema como AS-PTA, CONSULPLAN-PY, STR, Arribaçã, APRODES, ONGIFA, Associações de Agricultores Agroecológicos, etc, bem como o apoio de diversos professores, alunos e técnicos administrativos do campus III da UFPB.

É importante acreditar que sendo criado deste novo Centro possibilitará maiores investimentos por parte do Governo Federal além de mais oportunidades de trabalho, novas profissões (Cursos superiores e pós-graduações) além de fortalecer a regionalidade, atendendo as demandas especificas do campo e da região.

Além disso, afirmam os professores:
A criação do CCC beneficia a todos, pois contribuirá para o crescimento do Campus III onde ja existe o CCHSA;
A proposta do CCC é pioneira no Brasil, seremos o primeiro e único Centro  que parte de um comprometimento social consistente, de uma demanda real da sociedade, amplamente apoiada dentro e fora de nossa instituição.

 

bananeirasagora

Palestra de Marina Barbosa abre II Congresso Universitário da UFCG

congressoCentro e vinte delegados representantes dos professores, técnico-administrativos e estudantes da UFCG discutirão desta quinta (13/06) a sábado, no Centro de Extensão José Farias Nóbrega, em Campina Grande, a expansão, as condições de trabalho e as democratização na instituição. O evento é promovido pelos sindicatos das categorias (ADUFCG, ADUC, ADUFCG-Patos, SINTESPB) e pelo Diretório Central dos Estudantes.
O objetivo do II Congresso é discutir o processo de expansão vivido pelas universidades nos últimos anos, as precarias condições de trabalho existentes nas instituições e a repercurssão direta destes problemas na qualidade do ensino oferecida para os estudantes. O evento será também um momento privilegiado para discutir politicamente a UFCG, de forma paritária e autonoma e  da instituição.
A palestra de abertura do evento, às 18h30, será realizada pela 1ª secretária do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior – ANDES-SN, Marina Barbosa, que abordará o tema central do II Congresso a “Expansão, Condições de Trabalho e Democratização na Instituição”.

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Na abertura do II Congresso também participará a diretora da Federação de Sindicatos de Trabalhadores Técnico-administrativos em Instituições de Ensino Superior Públicas do Brasil – Fasubra, Janine Vieira Teixeira.

Amanhã (14/06) os delegados se dedicarão às discussões dos textos de apoio e de resolução que estão no Caderno de Textos do evento, por meio de grupos mistos. No sábado (15/06), os delegados e observadores participarão de plenárias para avaliar as propostas resultantes dos grupos e deliberar as resoluções do II Congresso.
Mais informações sobre o encontro podem ser obtidas no blog do congresso: http://congressouniversitariodaufcg.wordpress.com/

Fonte: ADUFCG, com blog do Prof. Rafael

Prefeito Beto do Brasil acata Projeto do Conselho de Juventude que regulamenta o transporte universitário

reuniãoO Conselho Municipal de Juventude realizou neste sábado (01), na Câmara Municipal de Solânea, uma reunião com o Poder Executivo, Poder Legislativo, sociedade civil e a classe estudantil, para discutir o Projeto de Lei que garante a regulamentação do transporte público universitário.

O Projeto foi explanado pelo Conselho de Juventude e amplamente discutido pelo Prefeito Beto do Brasil, vice-prefeito Kaiser Rocha, pelos vereadores Késsio Furtado e Tiago José, pelo presidente do Sindicato dos Trabalhadores Públicos Municipais, Elmar dos Santos, além dos estudantes.

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De acordo com o presidente do Conselho de Juventude,Jefferson Guerras, a intenção desta reunião era de provocar o debate com os poderes Executivo e Legislativo com o objetivo de sensibilizá-los para que tenham a consciência da importância desse projeto.

“Esta foi uma reunião histórica para nossa cidade, estamos aqui defendendo o interesse dos alunos para ter acesso à educação superior, sabemos dos problemas que os estudantes universitários têm e um desses é a questão do transporte. O Conselho Municipal de Juventude viu que, a melhor possibilidade para garantir o transporte para os alunos do ensino superior do nosso município, era através de um projeto de Lei Municipal que regulamentasse esse serviço”.

“Acredito que no final do mês de agosto este projeto já estará aprovado. Será um feito inédito até para nosso estado e também para nosso país, porque são poucas cidades no Brasil que regulamentaram este serviço. Se realmente for aprovado, Solânea terá um grande destaque até a nível nacional”.

Para o prefeito de Solânea, Beto Brasil, esta ação do Conselho de Juventude é aplausível, tendo em vista a necessidade de regulamentar o transporte universitário para uma categoria que só tem a beneficiar o município de Solânea.

“Primeiro quero louvar a iniciativa do Conselho de Juventude que proporcionou momentos como este, onde a gente discutiu, dialogou e chegou a alguns acordos. É importante demais o transporte universitário, que sempre foi uma preocupação da minha gestão em 2001 e 2008, sempre tivemos esta preocupação, este transporte só existia para levar alunos para Guarabira, em 2001 nós idealizamos o transporte para Campina Grande, a demanda foi crescendo e hoje temos transportes de manhã, a tarde e a noite em Guarabira, de manhã e noite em Campina Grande, isso mostra que a população de Solânea está preocupada em se qualificar mais, em se profissionalizar e a universidade, sem sombra de dúvida, é importante e a gente fica feliz em poder proporcionar”.

“Nós temos esta intenção e em breve nos comprometemos encaminhar este projeto de Lei para a Câmara, para que seja aprovada e colocada em prática o que já de fato é, o transporte já está acontecendo, que se torne um direito do povo de Solânea ter um transporte para ir as universidades em Campina, Guarabira, Bananeiras, e tenho certeza que é bom para os alunos e principalmente para nossa cidade”.

vereador Tiago José, líder da oposição, disse que “este Projeto de Lei, acima de tudo, dá cidadania e integridade a responsabilidade que os alunos terão e o sonho promissor de serem grandes profissionais no futuro, inclusive nesse momento, quero enfatizar o meu apoio a este projeto diante de algumas denúncias que teriam sido lançadas por algumas pessoas, onde teríamos feito denúncias para coibir o funcionamento dos ônibus, pelo contrário, aqui estivemos em um só projeto, em uma só ideia, que é o benefício, a melhoria, a qualidade do ensino e a dignidade para todos esses estudantes realizarem seus sonhos que é ter o curso superior e ter um futuro brilhante para suas vidas”.

Késsio Furtado, vereador da situação, frisou que este projeto de Lei será um norte muito importante não só para a cidade de Solânea, como também para outros municípios. “Que outras cidades possam acompanhar o exemplo de Solânea e esperamos que no próximo mês já esteja concluído esse projeto de Lei, para que no segundo semestre da Câmara Municipal possamos analisar e posteriormente dá o parecer favorável, para que isso se torne legalizado no menor tempo possível, pois essa é a nossa pretensão, estar objetivando e consequentemente, através dessa legalização, trazendo grandes benefícios para todos os estudantes”.

Bananeiras Online

Solânea-PB: Conselho Municipal de Juventude divulga nota sobre o problema com o transporte universitário

conselhoO conselho reconhece que este problema é antigo e não é garantido através de uma lei federal como é o caso da Educação Básica, o que deixa grandes brechas legais para o não cumprimento do direito a educação dos estudantes do ensino superior.

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CONSELHO MUNICIPAL DE JUVENTUDE DE SOLÂNEA

NOTA PÚBLICA

O Conselho Municipal de Juventude da cidade de Solânea, no uso de suas atribuições que lhe são conferidas de acordo com a Lei nº 014/2005 de 09 de Dezembro de 2005 e a Lei nº 013/2011 de 27 de Setembro de 2011, vem a público manifestar solidariedade aos estudantes universitários que vêm sofrendo com os problemas relacionados ao transporte que faz a condução dos mesmos até as universidades circunvizinhas da nossa região.

O conselho reconhece que este problema é antigo em nossa cidade, pois o transporte universitário que atende aos alunos da educação superior, não é garantido através de uma lei federal como é o caso da Educação Básica. O que deixa grandes brechas legais para o não cumprimento do direito a educação dos estudantes do ensino superior. Esta não garantia do direito ao acesso a educação, se contrapõe ao que é garantido pela Constituição Federal, que assegura o “acesso de todos à educação” (Art. 205, CF/88). Lembrando que o transporte universitário é um instrumento fundamental para a garantia de uma educação de qualidade para todos, que tenta atender efetivamente aos anseios de conhecimento e qualificação profissional dos cidadãos solanenses.

Diante dos fatos divulgados pela imprensa local com relação à proibição do ônibus do Programa Caminho da Escola (Ônibus amarelo) por parte do Ministério Púbico e do recente caso em que dois ônibus quebraram quando faziam o transporte dos estudantes para a cidade de Guarabira – PB, o Conselho resolveu através de uma reunião ordinária realizada no dia 11/05, divulgar esta nota e instalar uma comissão especial para analisar o caso e emitir parecer ao Conselho no prazo de 15 dias. Esta comissão será composta por três pessoas que ajudarão ao Conselho a tomar as medidas cabíveis com relação a este problema que atinge a uma boa parte da juventude da nossa cidade.

O Conselho também solicitará uma reunião com o poder executivo e legislativo para tratar deste tema. Seguiremos acompanhando este assunto de perto, buscando sempre defender o direito de todos os cidadãos da nossa cidade (jovens, adultos e idosos) a uma educação pública de qualidade.

Solânea, 16 de maio de 2013

Conselho Municipal de Juventude de Solânea

Verdade Regional com assessoria

Vigilância Sanitária interdita restaurante universitário do Campus III, em Bananeiras

interditadoApós ações realizadas pela equipe da Agência Estadual de Vigilância Sanitária (Agevisa), nessa segunda-feira (25), no Restaurante Universitário do Campus III, UFPB/Bananeiras, foram detectadas várias irregularidades, entre elas a falta de higienização.

Por circunstância disso, o restaurante foi interditado e as aulas também estão suspensas por tempo indeterminado.

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Segundo informações, a denúncia foi feita por alunos, depois que encontraram ‘bichos’ no feijão. Agora, o restaurante terá que se adequar às normas da Vigilância Sanitária para poder voltar a funcionar.

 

Bananeiras Online

Professor universitário da cidade de Esperança morre de dengue hemorrágica

O professor universitário de moda, Antonilton Batista dos Santos, 35 anos de idade, natural de Esperança (PB),  morreu na madrugada de hoje, vítima de dengue hemorrágica, segundo informou Elíbia Brandão, amiga da família.

Elíbia Brandão disse que ele estava internado desde a última quinta-feira no Hospital Edson Ramalho na capital paraibana, João Pessoa. “Na madrugada deste sábado, ele teve uma parada cardíaca e não resistiu e acabou falecendo”, lamentou.

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Formado em econômia, Antonilton Batista, preferiu atuar na área de moda. Atualmente, estava trabalhando como professor de moda em uma universidade particular na cidade de Serra talhada, Pernambuco. Ele também estava cursando mestrado e doutorado em Assunção, Paraguai.

Antonilton Batista é irmão do padre Antoniel Batista e filho de Antonio da barraca, bastante conhecido na cidade de Esperança.

O corpo será trazido para a cidade de Esperança para ser velado na Capela Nossa Senhora das Graças, Beleza dos Campos. O enterro será amanhã pela manhã. A hora ainda não foi definida, tendo em vista, o irmão do professor universitário, padre Antoniel Batista está em Roma. Ele virá para o enterro.

Atualização:

O corpo de Antonilton Batista já está sendo velado na Capela Nossa Senhora das Graças, Beleza dos Campos. O corpo será enterrado amanhã, no Cemitério Nossa Senhora do Carmo, na cidade de Esperança, às 10h. O irmão do professor universitário, o padre Antoniel Batista, que viria para o Brasil, ainda hoje, não conseguiu voo para chegar amanhã. Elíbia Brandão informou que ele deve chegar somente na próxima quarta-feira.

Joseilton Belarmino para o Focando a Notícia

Professor Universitário diz que solução para a seca no NE é mais barato que carros-pipa

O Jornal O Estado de São Paulo publicou uma matéria nesta sexta, 30, falando sobre a situação da seca no Nordeste. O texto enfatiza o sofrimento de 70% dos paraibanos com a seca e a solução proposta pelo professor universitário e pesquisador João Abner, da UFRN, custaria menos que o programa de abastecimento por carros-pipa.

Segundo Abner, um programa de distribuição da água existente no Nordeste custaria cerca de R$ 20 por pessoa.

Leia o texto na íntegra:

Com a cobertura mais frequente que a televisão vem dando nas últimas semanas à questão da seca no Semiárido nordestino, vai-se de espanto em espanto, diante da gravidade do panorama, da insuficiência – para não dizer ausência – de providências eficazes do governo federal e das informações sobre tudo o que se poderia fazer por caminhos competentes, mas não se faz. E tudo isso na mesma hora em que se vê a teimosia do foco oficial no projeto de transposição de águas, como se ele fosse o santo milagreiro – quando não é, já está custando quase o dobro do orçamento inicial (de R$ 4,6 bilhões para R$ 8,2 bilhões), com vários trechos parados, outros já necessitando de obras reparadoras e outros ainda, de novos “aditivos” nos orçamentos. Inacreditável.

Diz o Operador Nacional do Sistema Elétrico (Estado, 31/10) que o último mês de outubro foi o mais seco em toda a região nos últimos 83 anos. As opiniões de especialistas asseguram que se trata da mais forte estiagem entre 30 e 50 anos. Em depoimento na audiência pública da Comissão de Meio Ambiente da Câmara dos Deputados, o diretor da Secretaria Nacional de Defesa Civil do Ministério da Integração Nacional ( Agência Brasil) afirmou que 10 milhões de pessoas foram atingidas em 1.317 municípios.

Só em Pernambuco, segundo o engenheiro José Artur Padilha, criador do projeto Base Zero (Estado, 19/11), são 1,18 milhão de pessoas afetadas diretamente, enquanto mais 3,67 milhões sentem os efeitos em 122 dos 184 municípios do Estado. Só nas lavouras de subsistência as perdas já chegam a 370 mil hectares. Os rebanhos pernambucanos perderâoi5%, entre bovinos, ovinos e caprinos (remaatlantico, 7/11). Na Paraíba estão sofrendo 2,3 milhões de pessoas, ou 70% da população, em 198 dos 223 municípios, decretaram situação de emergência. Na Bahia são 250 municípios em emergência. Em Caém, a 333 quilômetros de Salvador, não chove há um ano e meio (Estado, 31/10). No Piauí são 215 dias sem chuva, 200 municípios em emergência. E muitos especialistas já dizem que as chuvas só virão em 2013.

Será todo esse quadro uma fatalidade? Nada a fazer? Na mesma audiência na Câmara dos Deputados, o professor João Abner, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, especialista em recursos hídricos que há décadas se dedica ao problema, assegura que não (Agência Brasil, novembro/2012). Segundo ele, fome, seca e perdas poderiam ser evitadas se houvesse programas de abastecimento de água como o Luz para Todos. “Tem água sobrando para consumo humano e animal”, assegura. “Tem estoques de água suficientes para atender plenamente, mesmo em época como agora. São 10 bilhões de metros cúbicos armazenados na região acima do Rio São Francisco, em grandes reservatórios.” Só que não há sistemas de abastecimento ligados aos açudes, que servem apenas aos grandes proprietários rurais. E “com menos de 20% da disponibilidade hídrica dos reservatórios” se atenderia a toda a demanda local.

Mais surpreendente ainda, diz o professor Abner que “o Semiárido brasileiro é um dos sistemas ambientais mais chuvosos no mundo, mas o acesso à água não está democratizado”. Há 60 mil açudes reservados para poucos. E 95% da água se perde na evaporação. Um programa do tipo Água para Todos custaria menos de R$ 20 por pessoa. Menos que o custo de um carro-pipa, lembra ele; um terço do custo da transposição do São Francisco.

Não é ele apenas que tem visões dessa natureza. Na mesma ocasião, o professor João Suassuna, da Fundação Joaquim Nabuco, depois de acentuar que metade da população “sofre com seca e fome”, lembrou que 80% das secas são “no miolo da região”, por má distribuição dos recursos, Esta não atende a diretrizes já definidas há décadas, inclusive pelo Ministério do Meio Ambiente, segundo as quais é preciso ter “estratégias de convivência” com o Semiárido – e não tentativas de “combater a seca”. A propósito, há alguns anos, quando fazia um documentário para a TV Cultura sobre o tema, o autor destas linhas ouviu do consagrado e experiente escritor Ariano Suassuna (que cria cabras na região) que “tentar combater a seca no Nordeste é o mesmo que tentar impedir que caia neve sobre a Sibéria”.

Também o professor João Suassuna enfatiza o problema de manter a água estocada em reservatórios (só no Ceará, 8 mil, com capacidade para 18 bilhões de metros cúbicos), sem distribuição. Para ele, mesmo depois de concluída a transposição do São Francisco persistirá o problema das populações que vivem em pequenas comunidades isoladas, aonde não chegarão adutoras – os 12 milhões de pessoas para quem “será levada uma caneca de água”, no dizer do ex-presidente da República. Por isso, em lugar de transpor água, o governo deveria pensar nos projetos contidos desde 2006 no Atlas do Nordeste de Abastecimento de Água, coordenado pela própria Agência Nacional de Águas – e que custariam, para executar, menos de metade (R$3,3 bilhões) do investimento na transposição e atenderia 34 milhões de pessoas.

E há mais. Desde o final da década de 90 o engenheiro José Artur Padilha vem experimentando – e viabilizando – em Afogados da Ingazeira (PE) o sistema chamado de Base Zero. São barragens construídas em leitos de rios secos, só com pedras, em cujos interstícios, sem argamassa, se depositam na época das chuvas sedimentos e materiais orgânicos que fertilizam a área no entorno. A água infiltrada e retida nos períodos chuvosos permite o plantio na seca. E cada bacia assim fertilizada pode tornar viável o desenvolvimento adequado para 40 a 50 famílias em 2 mil hectares. No Polígono das Secas, com 800 mil quilômetros quadrados, seria possível atender por esse caminho 2 milhões de famílias. Desde 1999 (6/5) este escriba comenta o projeto neste espaço. Mas os formuladores de políticas não se comovem.

Soluções há. Sem tentar, inutilmente, derrotar a seca.

Jornal O Estado de S. Paulo

Foto do SNI revela agente infiltrado da ditadura no meio universitário

A foto de um homem identificado apenas como “elemento de segurança” chama à atenção em meio aos documentos já desclassificados da ditadura militar, abertos à consulta pública no Arquivo Nacional. Pode ser uma das raras imagens identificadas pela própria ditadura sobre um tipo muito comum na época, que muitos prejuízos causaram à comunidade universitária do país: os agente infiltrados nas universidades, responsáveis por dedurar estudantes e professores que
militavam contra o regime.

A imagem foi produzida pelos próprios agentes do Serviço Nacional de Informação (SNI), o órgão de inteligência da ditadura, durante uma passeata pela anistia aos presos e perseguidos políticos, realizada no Rio de Janeiro, em 1979. Além de um círculo feito de caneta azul em torno do rosto do homem em destaque, apresenta a legenda curta, seca e manuscrita no verso: “elemento de segurança”.

As outras cerca de 90 fotos que os agentes produziram durante o evento atestam a minúcia com que o trabalho era conduzido: registraram os fotógrafos que cobriam a passeata para saber quais jornais poderiam vir a divulgar a pauta e congelaram os endereços exatos dos prédios em que seus moradores ou trabalhadores aderiram ao protesto, lançando papéis picados sobre a multidão.

Identificaram também todas as personalidades que participaram da manifestação, distribuindo panfletos e manifestando apoio à causa. Entre elas, o músico Milton Nascimento e os atores Osmar Prado, Lucélia Santos, Renata Sorrah, Roberto Faissal, Vanja Orico, Manfredo Colassanti, Sérgio Brito e Carlos Vereza. E também a militante Iramaya Benjamin, uma das fundadoras do Comitê pela Anistia.

Reconhecimento imediato
Professor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), Luiz Mariano Carvalho, era ainda estudante à época e um dos dirigentes do MR-8, organização socialista clandestina que participou da luta armada contra a ditadura. Reconheceu de imediato o possível agente como um estudante do Departamento de Economia da PUC/Rio, que vivia tentando se aproximar das lideranças da Ação Popular (AP), um outro importante movimento de resistência ao regime. “Se não me falha a memória, ele se apresentava como Oscar”, recorda.

O professor conta que, como o pessoal do MR-8 e da AP era muito próximo, cruzou com ele em diversas atividades. “Naquela época, nós já suspeitávamos que fosse um policial infiltrado. Ele apareceu ninguém sabe de onde e, em curto espaço de tempo, se atirou com tudo na militância, o que era incomum. Nunca tivemos a confirmação, mas suspeitávamos que havia algo errado com ele. Me lembro do pessoal da AP falar sobre isso”, relatou à Carta Maior.

De acordo com Carvalho, naquele momento político, o movimento estudantil estava se reorganizando após tantas mortes e prisões, além de que a ditadura começava a ensaiar uma distensão maior. “Havia casos em que suspeitávamos de que nossos supostos companheiros fossem infiltrados, mas como não tínhamos muito com quem contar, permitíamos que eles nos acompanhassem. O que não deixávamos era que soubessem a localização dos altos dirigentes, ainda clandestinos no país, como era o caso, por exemplo, do jornalista Franklin Martins”, esclarece.

Fenômeno generalizado
A presença dos agentes infiltrados no dia a dia das universidades brasileiras foi um fenômeno generalizado em todo o país. Suas informações foram vitais para prisões, torturas, mortes e desaparecimentos de um número ainda desconhecido de estudantes e professores. A Comissão Nacional da Verdade (CNV) estima que cerca de 300 estudantes e professores foram mortos e desapareceram no período.

Até o momento, entretanto, somente a Universidade de Brasília (UnB) criou sua própria Comissão de Memória e Verdade e oficializou uma parceria com a CNV para pesquisar os prejuízos causados pela ditadura à universidade brasileira. Não existe uma linha de pesquisa definida sobre o tema específico dos agentes infiltrados, mas o coordenador de Relações Institucionais da Comissão, Cristiano Paixão, acredita que as investigações chegarão até a identidade dos que atuaram na instituição.

“São muitos os documentos disponíveis sobre o período, além de pesquisas acadêmicas e os relatos dos protagonistas. Acredito que a identidade dos agentes infiltrados deverá acabar aparecendo”, justificou.

Carta Maior