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Fluminense tropeça diante do Atlético-PR em pleno Maracanã

O Fluminense desperdiçou a oportunidade de assumir a liderança isolada do Campeonato Brasileiro ao empatar com o Atlético-PR por 1 a 1, na noite desta terça-feira, no Maracanã, em partida que abriu a quinta rodada da competição. O resultado colocou a equipe tricolor na terceira posição com dez pontos ganhos, enquanto o Furacão segue na zona de rebaixamento, com dois pontos ganhos e na 18ª colocação. Os gols foram marcados no primeiro tempo. Pablo marcou para o time visitante e Reginaldo empatou para o Fluminense.

O resultado foi ruim para o Tricolor das Laranjeiras que, além de jogar em casa, ainda teve a vantagem de atuar com um jogador a mais por quase 15 minutos. O zagueiro Wanderson foi atingido na cabeça e levado para um hospital. Como o Atlético já tinha feito as três substituições, precisou jogar até o final com dez jogadores para segurar o empate, tarefa que foi facilitada pela falta de eficiência da equipe dirigida por Abel Braga.

Na próxima rodada, o Fluminense vai enfrentar o Palmeiras, no Allianz Parque. Já o Atlético-PR vai receber o Santos, na Arena da Baixada

O jogo – Diante de um pequeno público, o Fluminense começou a partida no ataque. Logo aos três minutos, Renato foi lançado pela direita e cruzou para a entrada de Richarlison, mas o atacante “furou” e desperdiçou a primeira chance para marcar.

A resposta do Furacão foi fulminante. Aos sete minutos, Luco González fez ótimo lançamento para Jonathan que investiu pela direita e cruzou para a entrada de Pablo que apenas desviou para o gol, sem chances para Júlio César.

O Tricolor das Laranjeiras partiu para tentar a reação e quase marcou o gol do empate, aos nove minutos. Após vários cruzamentos na área rubro-negra, Richarlison conseguiu a cabeçada e o goleiro Santos espalmou para escanteio, salvando a sua equipe.

A pressão do time carioca continuou e o goleiro do Atlético voltou a aparecer bem ao defender um chute perigoso de Luiz Fernando após passe de Wendel. O Atlético não conseguia sair da defesa e o Fluminense pressionava em busca do gol do empate. Aos 14 foi a vez de Gustavo Scarpa arriscar, mas a bola subiu demais.

O time paranaense recuou para defender a vantagem, congestionando o meio-campo e impedindo que os tricolores tivessem liberdade para realizar manobras ofensivas. Só aos 30 minutos é que a equipe das Laranjeiras voltou a ameaçar com um chute de Henrique Dourado que foi bem defendido por Santos.

Dois minutos depois, o Fluminense deixou tudo igual. Após cobrança curta de escanteio, Gustavo Scarpa levantou e o zagueiro Reginaldo cabeceou para colocar a bola nas redes.

A partida seguiu muito truncada, principalmente por parte dos paranaenses que faziam faltas seguidas para impedir que o Fluminense trocasse passes em direção ao gol defendido por Santos.

Aos 37 minutos, Scarpa se livrou da marcação e chutou forte para boa defesa de Santos. Até o final do primeiro tempo, a equipe comandada por Abel Braga seguiu pressionando, mas não conseguiu criar outras jogadas de perigo.

O Atlético voltou para o segundo tempo com duas mudanças no setor ofensivo, enquanto Abel Braga não mexeu na sua equipe. Aos quatro minutos, o time da casa criou a primeira jogada de perigo, mas Henrique Dourado cabeceou mal quando estava bem colocado na área. Um minuto depois, o goleiro Santos se atrapalhou na devolução de bola e quase é desarmado por Dourado, mas conseguiu aliviar o perigo.

O Fluminense continuava com o controle das ações, enquanto a equipe paranaense mantinha o esquema cauteloso do primeiro tempo. Só aos dez minutos é que chegou na área carioca em ação individual de Nikel que investiu pela direita e cruzou, mas ninguém chegou para completar. Logo depois, Douglas Coutinho chutou rasteiro e a bola passou perto da trave direita defendida por Júlio César.

Preocupado com a falta de agressividade da sua equipe no segundo tempo, Abel trocou o lateral Lucas pelo atacante Matheus Alessandro. Renato voltou para a direita, sua real posição.

Aos 29 minutos, Renato tentou uma puxada e acertou a cabeça de Wanderson que caiu desmaiado e sangrando, causando grande preocupação. Jogador foi retirado de ambulância e deixou sua equipe com um jogador a menos, porque Eduardo Baptista já tinha efetuado as três substituições.

Abel tentou aproveitar a vantagem numérica e trocou o volante Luiz Fernando pelo atacante Marcos Junior. Além disso, o treinador trocou Richarlison por Pedro, desagradando parte da torcida que pedia a entrada de Marquinhos Calazans.

Como o atendimento ao zagueiro Wanderson demorou muito, o árbitro deu dez minutos de acréscimos. O Fluminense intensificou a pressão, mas a equipe do Paraná, mesmo com dez jogadores, se defendia com competência. Aps 48 minutos, Scarpa arriscou de fora da área, mas a bola passou longe do gol de Santos. Dois minutos depois, Santos afastou um cruzamento, de soco, e a bola ficou com Marcos Junior que completou, mas a bola desviou na zaga e saiu.

Com o Fluminense, todo na frente, o Atlético encontrou espaço para armar um contra-ataque. Douglas Coutinho arrancou desde a intermediária e cruzou para Nikão que, inteiramente livre na pequena área, bateu por cima, perdendo uma chance incrível para marcar o gol da vitória.

FICHA TÉCNICA

FLUMINENSE-RJ 1 X 1 ATLÉTICO-PR

Local: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)

Data: 6 de junho de 2018 (Terça-feira)

Horário: 20h(de Brasília)

Árbitro: Igor Junio Benevenuto (MG)

Assistentes: Marcio Eustaquio Santiago (MG) e Celso Luiz da Silva (MG)

Público: 14.843 pagantes

Cartão Amarelo: Richarlison, Léo, Renato(Flu); Lucho González, Jonathan, SantosAP)

Gols:

FLUMINENSE: Reginaldo, aos 32 minutos do primeiro tempo

ATLÉTICO-PR: Pablo, aos sete minutos do primeiro tempo

FLUMINENSE: Júlio César, Lucas(Matheus Alessandro), Reginaldo, Henrique e Léo; Luiz Fernando(Marcos Junior), Wendel, Renato e Gustavo Scarpa; Richarlison(Pedro) e Henrique Dourado

Técnico: Abel Braga

ATLÉTICO-PR: Santos, Jonathan, Paulo André, Wanderson e Sidcley; Otávio, Eduardo Henrique(Matheus Rosseto), Pablo, Lucho González(Deivid) e Nikão; Eduardo da Silva(Douglas Coutinho)

Técnico: Eduardo Baptista

Gazeta Esportiva

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Sem Marcelinho, Treze tropeça e perde para o Auto Esporte, em JP

Treze-e-AutoA rodada de número nove do Campeonato Paraibano começou, neste sábado (18), com a realização de dois jogos. No Almeidão, em João Pessoa, o Auto Esporte não tomou conhecimento do Treze, e proporcionou a segunda derrota consecutiva para a equipe galista, vencendo o jogo por 2 a 1. Com a vitória o ‘Macaco Autino’ sobe para a quinta colocação na classificação.  já o Galo cai para o sexto lugar.

O Treze não pôde contar com o seu maior destaque, Marcelinho Paraíba, que cumpriu suspensão após receber o terceiro cartão amarelo.

No CT Ivan Tomaz, também em João Pessoa, o Internacional recebeu o Atlético de Cajazeiras e as duas equipes não marcaram gols. O empate fez o Inter subir uma posição na tabela, ficando agora em terceiro lugar. Já  o Atlético permanece em segundo, mesmo tendo conquistado mais um ponto.

A rodada final dos jogos de ida será completada neste domingo (19), com mais três jogos. Sem Michell,Plinio,  Sapé , Amarildo, Rafael Oliveira, Diogo Campos e ainda Rafael Luz, que deixou o Clube após acertar com o Oeste de Itápolis-SP, o líder Botafogo vai até Cajazeiras enfrentar o Paraíba, no Perpetão.

Já o Sousa, depois de conquistar sua primeira vitória na rodada passada diante do CSP, recebe o Serrano no Marizão, e em Campina Grande no Amigão o Campinense enfrenta a equipe do CSP.

Confira classificação

Clubes PG J V E D GP GC SG
 1º-   Botafogo  18  8  6  0  2  12  7  5
2º-  Atlético 15 9 4 3 2 6 3 3
3º-  Internacional 13 9 3 4 2 5 4 1
4º-  Campinense 12 8 3 3 2 11 7 4
5º-  Auto Esporte 12 9 3 3 3 9 9 0
6º-  Treze 12 9 3 3 3 7 7 0
7º-  Serrano 11 8 3 2 3 9 11 -2
 CSP 8 8 2 2 4 7 11 -4
 Sousa 6 8 1 3 4 5 7 -2
10º  Paraíba 6 8 1 3 4 3 8 -5

Albemar Santos

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Agüero desperdiça pênalti e Argentina tropeça mais uma vez sem Messi

AFP PHOTO / JUAN MABROMATA
AFP PHOTO / JUAN MABROMATA

A vida da Argentina sem Lionel Messi não tem sido nada fácil nas Eliminatórias para a Copa do Mundo. Sem poder contar com seu principal craque, lesionado, o time de Edgardo Bauza tropeçou mais uma vez. Dessa vez jogando em casa, em Córdoba, os argentinos foram surpreendidos pelo Paraguai e perderam por 1 a 0, nesta terça-feira (11).

Apresentando muitas dificuldades na criação de jogadas, o time de Bauza sucumbiu para o Paraguai com o gol de González. Para piorar, os argentinos viram Sérgio Agüero, herdeiro da camisa 10, perder um pênalti no segundo tempo.

Com o resultado, a Argentina encerra a 10ª rodada com 16 pontos, na quinta colocação, lugar que a levaria para a repescagem. Já o Paraguai encosta na rival, agora com 15 pontos, em sexto.

Na próxima rodada, a Argentina vai ao Mineirão enfrentar o Brasil, em 10 de novembro. Já o Paraguai recebe o Peru, no mesmo dia.

Tática paraguaia funciona e o gol vem

REUTERS/Marcos Brindicci

Apostando em uma marcação forte e em jogadas de contra-ataque, o Paraguai surpreendeu a Argentina ao abrir o placar logo aos 17 minutos de partida. Em contragolpe rápido, o corintiano Romero fintou Mascherano e deu belo passe em profundidade para González, que avançou e bateu no canto esquerdo de Villar.

Um oásis no deserto da armação argentina

REUTERS/Marcos Brindicci

Diante de uma firme marcação paraguaia, a Argentina encontrou muitos problemas para criar jogadas de ataque no primeiro tempo. O único se destacava em meio à falta de imaginação argentina era Di María. Foi com ele, inclusive, que o time de Edgardo Bauza conseguiu sua melhor chance: aos 23 minutos, o camisa 11 arriscou de fora da área e acertou a trave de Villar.

Argentina tem duas chances de abrir o placar. Não consegue

AFP PHOTO / EITAN ABRAMOVICH

Com vantagem no placar, o Paraguai se recuou no segundo tempo e parou de agredir a Argentina nos contra-ataques. Dessa maneira, o time de Bauza passou a ter mais espaço e passou a criar mais chances. Nas duas mais claras, não conseguiu tirar o zero do placar.

A primeira veio logo no minuto inicial da segunda etapa: Higuaín cabeceou e a bola bateu no braço de Da Silva. O árbitro marcou pênalti, que Agüero cobrou e parou na defesa de Villar. A segunda chance veio sete minutos mais tarde: em falta cobrada para a área, Rojo balançou as redes de Villar. O lance, no entanto, foi anulado, pois Mercado, em condição irregular, participou da jogada.

Messi no sofá é pesadelo para Argentina

Reprodução

A lesão de Messi dá uma dor de cabeça enorme para a seleção da Argentina. O aproveitamento da equipe muda drasticamente sem o camisa 10 em campo. Nas três vezes que o atacante atuou nas Eliminatórias, foram três vitórias: 2 a 1 contra o Chile, 2 a 0 sobre a Bolívia e 1 a 0 diante do Uruguai. Já sem ele, a história muda: uma vitória, quatro empates e duas derrotas.

Contra o Paraguai, o que deu para Messi fazer foi torcer à distância. Em seu Instagram, o atacante postou uma foto acompanhando a partida.

Uol

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Palmeiras tropeça diante da Ponte e vê vantagem na liderança cair

O Palmeiras perdeu o conforto na liderança da Série A. Tudo graças a mais um tropeço da equipe no Allianz Parque. Na tarde deste domingo, a equipe de Palestra Itália – após sair em vantagem por duas vezes, – ficou apenas no empate por 2 a 2 com a Ponte Preta e perdeu a ‘gordura’ na ponta do Campeonato Brasileiro.

O terceiro tropeço palmeirense como mandante – antes desta tarde, a equipe perdeu para o Atlético-MG (1 a 0) e empatou com o Santos (1 a 1) – deixa a equipe comandada por Cuca com 40 pontos, apenas dois a mais do que o vice-líder Atlético-MG, que venceu o Atlético-PR pelo placar mínimo pela manhã.

Em compensação, a Ponte Preta segue na briga por um lugar no grupo dos quatro melhores da Série A. Sétima colocada, a equipe comandada por Eduardo Baptista chegou aos 31 pontos depois de 21 rodadas disputadas.

As duas equipes terão uma semana cheia para trabalhar antes do próximo compromisso. A Ponte Preta volta a jogar no sábado, às 16h (de Brasília), contra o Corinthians, em Campinas. O Palmeiras, por outro lado, vai até o Mané Garrincha para encarar o Fluminense, domingo, às 16h.

Quem foi bem: Róger Guedes

Definitivamente realçado ao posto de titular, Róger Guedes relembrou os melhores momentos deste Campeonato Brasileiro na tarde deste domingo. A disposição para a marcação aliada à potência ofensiva tornou o camisa 23 um dos destaques do jogo. O gol de Rafael Marques saiu dos pés do atacante, que fez bela jogada pela ponta direita antes de dar a assistência ao companheiro.

Quem foi mal: Cleiton Xavier

Uma tarde discreta do principal criador de jogadas do Palmeiras. Cleiton Xavier acabou anulado pelo sistema de marcação de Eduardo Baptista e pouco colaborou para o ataque palmeirense. Tanto que, aos 20min da etapa final, o meia deu lugar ao argentino Allione.

Aranha revê Palmeiras e tem falha decisiva

Depois de uma passagem discreta pelo Palmeiras, Aranha viveu uma tarde ruim. Uma falha manchou a atuação do goleiro no Allianz Parque. O ex-palmeirense errou o tempo em uma saída do gol e, caído no chão, viu Thiago Martins tocar de cabeça para anotar o segundo gol do time alviverde.

Palmeiras: espaços no meio-campo a ajudam Ponte

O esquema com Tchê Tchê, Moisés e Cleiton Xavier no setor de meio-campo torna o Palmeiras uma equipe com mobilidade e versatilidade ofensiva. No entanto, neste domingo, a recuperação defensiva foi lenta e por muitas vezes expôs Thiago Martins e Vitor Hugo; este último, por exemplo, precisou de um desarme providencial em Thiago Galhardo para evitar uma real chance de gol campineira.

Ponte Preta: contra-ataques organizados mudam o jogo

O Palmeiras ameaçou controlar a partida por duas vezes: ambas nos momentos dos gols. Entretanto, a Ponte Preta se mostrou letal no Allianz Parque. A equipe campineira apostou nos contra-ataques e na exposição da zaga rival para complicar a partida; no segundo gol, por exemplo, William Pottker aproveitou-se de um espaço grande para vencer Egídio na corrida e empatar o duelo.

Cuca: opção por Rafael Marques

Rivaldo Gomes/Folhapress

Palmeiras teve a vantagem nas mãos por duas vezes

A escalação de Rafael Marques como referência no ataque permitiu a Dudu e Róger Guedes apresentarem-se no nível esperado pelo torcedor. Cuca apostou nos dois pontas para incomodar a defesa adversária, e o Palmeiras chegou a dois gols em lances originados dos pés da dupla. A defesa, contudo, ficou exposta; tanto que o comandante recorreu a Thiago Santos na etapa final.

Eduardo Baptista: paciência diante do líder

O treinador ponte-pretano apostou nos contra-ataques e na paciência para incomodar o Palmeiras no Allianz Parque. Deu certo. A Ponte insistiu nas jogadas em velocidade e decretou o resultado desta forma: a arrancada de William Pottker definiu o importante ponto para os visitantes.

Sem medo do Allianz Parque

A Ponte Preta atuou três vezes no Allianz Parque e pode se vangloriar de permanecer invencível. Antes do empate deste domingo, o clube campineiro vencera por duas vezes o Palmeiras na nova arena: 1 a 0 no Campeonato Paulista e no Brasileiro do ano passado.

Menino de ouro

Menos de 24h depois de conquistar o ouro olímpico com a seleção brasileira, Gabriel Jesus prestigiou o duelo deste domingo no Allianz Parque. De quebra, ainda recebeu uma homenagem do Palmeiras. O atacante apareceu no gramado durante o intervalo e exibiu a medalha para os torcedores. A rápida aparição serviu para reforçar ainda mais a idolatria do torcedor pelo camisa 33.

FICHA TÉCNICA
PALMEIRAS 2 X 2 PONTE PRETA

Local: Estádio Palestra Itália, em São Paulo (SP)
Data: 21 de agosto de 2016, domingo
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Heber Roberto Lopes (Fifa-SC)
Auxiliares: Carlos Berkenbrock (SC) e Nadine Schramm Camara Bastos (Fifa-SC)
Público: 29.138 pagantes
Renda: R$ 1.866.689,88
Cartões amarelos: Rafael Marques, Thiago Martins e Thiago Santos (PAL); Fábio Ferreira, Reinaldo, Nino Paraíba, Thiago Galhardo, Aranha e João Vitor (PON)

Gols:
PALMEIRAS: Rafael Marques, aos 15 minutos do 1º Tempo, Thiago Martins, aos 24 minutos do 2º tempo
PONTE PRETA: Wellington Paulista, aos 6 minutos do 2º Tempo, e William Pottker, aos 27 minutos do 2º Tempo

PALMEIRAS: Jailson, Jean, Thiago Martins, Vitor Hugo e Zé Roberto (Egídio); Tchê Tchê, Moisés e Cleiton Xavier (Allione); Roger Guedes (Thiago Santos), Dudu e Rafael Marques
Técnico: Cuca

PONTE PRETA: Aranha; Nino Paraíba, Fábio Ferreira, Douglas Grolli e Reinaldo; João Vitor, Wendel (Abuda) e Maycon (Thiago Galhardo); Clayson, William Pottker (Rhayner) e Wellington Paulista
Técnico: Eduardo Baptista

Uol

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Vasco tropeça diante do lanterna, mas segue na liderança isolada da Série B

 

vascoMesmo com o apoio da torcida capixaba, o Vasco não saiu de um empate em 1 a 1 com o lanterna Sampaio Corrêa, neste sábado, no estádio Kléber Andrade, em Cariacica, mas se manteve na liderança isolada da Série B.

A Série B estava paralisada em virtude da Rio 2016. Neste período, o clube chegou a dar uma espécie de mini férias de seis dias aos jogadores. Em seguida, um trabalho parecido com o de pré-temporada foi feito com os atletas que demonstraram estar bem fisicamente.

Na próxima quarta-feira, o Vasco encara o Santos pelo jogo de ida das oitavas de final da Copa do Brasil na Vila Belmiro (SP). A competição é uma das prioridades do clube na temporada.

O melhor – Nenê desfilando talento

O camisa 10 Nenê foi o grande destaque da partida e comandou o Vasco. Além do gol de pênalti, o jogador levantou a galera com passes de efeito de letra e calcanhar.

Artilharia

O gol de pênalti fez com que Nenê voltasse a artilharia junto com Gustavo, do Criciúma, ambos com 11.

Pendurado

Com o cartão amarelo recebido, Nenê está pendurado para a partida contra o Tupi, no próximo sábado, em Juiz de Fora (MG).

Chutes no rosto

O lateral direito Madson sofreu nesta tarde em Cariacica. Em duas oportunidades levou um chute involuntário no rosto. Um dos lances gerou o pênalti convertido por Nenê.

Lanterna

O Sampaio Corrêa vive uma situação delicadíssima na Série B. O time maranhense é lanterna de maneira isolada com apenas 13 pontos.
VASCO 1 X 1 SAMPAIO CORRÊA
Local:
Kléber Andrade, Cariacica (ES)
Hora: 16h30
Árbitro: Igor Junio Benevenuto (MG)
Auxiliares: Pablo Almeida da Costa (MG) e Celso Luiz da Silva (MG)
Renda e público:
Cartões amarelos: Nenê, Diguinho, Andrezinho (VAS); Luiz Otávio, Enercino, Heverton (SAM)
Cartões vermelhos: Nenhum
Gols: Nenê, aos 30 minutos do primeiro tempo (VAS); Heverton, aos 4 minutos do segundo tempo (SAM)

VASCO
Martín Silva, Madson (Evander), Jomar, Rafael Marques e Henrique; Diguinho, Andrezinho e Nenê; Eder Luis (Yago Pikachu), Jorge Henrique (Thalles) e Éderson
Técnico: Jorginho

SAMPAIO CORRÊA
Rodrigo Ramos; Éder Sciola, Wagner, Luiz Otávio e Renan Luís (Heverton); Diogo Orlando, Tássio, Rayllan e Enercino (Lucas Sotero); Elias e Pimentinha
Técnico: Flávio Araújo

Uol

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Dilma visita Arena Cotinthians, tropeça, mas não cai; confira

dilmaPerto de ser inaugurada, a Arena Corinthians recebeu a visita da presidente Dilma Rousseff no início da tarde desta quinta-feira. Acompanhada pelo ministro do Esporte, Aldo Rebelo, pelo prefeito de São Paulo Fernando Haddad e pela vice-prefeita Nádia Campeão, Dilma viu de perto o trabalho dos operários que se empenham para acertar os últimos detalhes do estádio. Ao entrar, pelo setor de arquibancadas, ela cumprimentou os trabalhadores e conversou com eles rapidamente. Em seguida, foi para o campo.

Lá, abaixou-se para dar uma conferida na grama, mas se desequilibrou e, por pouco, não caiu – Dilma foi segurada pelo presidente do Corinthians, Mário Gobbi, e pelo ex, Andrés Sanchez, responsável pelas obras do clube.

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Dilma se desequilibra e quase cai ao se abaixar para checar a grama da Arena Corinthians (Foto: Marcos Ribolli)Mário Gobbi e Andrés Sanchez se abaixaram para ajudar a presidente Dilma (Foto: Marcos Ribolli)

A presidente ganhou um capacete dourado, fez uma “selfie” com um dos operários e autografou uma camisa do Corinthians. Depois, cumprimentou um grupo de crianças de uma escolinha do Corinthians que funciona na região de Itaquera, Zona Leste da capital paulista, onde fica o estádio. A presidente não concedeu entrevistas, mas falou o que achou da Arena:

– É uma maravilha de estádio.

Em coletiva, o prefeito Fernando Haddad acrescentou:

– A Dilma gostou muito. Achou a Arena do Corinthians um dos estádios mais bonitos da Copa. Todas as obras e viadutos do entorno serão liberados até a semana que vem.

Dilma Arena Corinthians Itaquerão (Foto: Marcos Ribolli)Dilma posa para “selfie” com operário da Arena Corinthians (Foto: Marcos Ribolli)

O objetivo da comitiva do Governo é ter um último panorama do local, que será palco de seis jogos da Copa do Mundo, incluindo a abertura, dia 12 de junho, entre Brasil e Croácia. Os outros serão: Uruguai x Inglaterra (19 de junho), Holanda x Chile (23 de junho), Coreia do Sul x Bélgica (26 de junho), uma oitavas de final (1º de julho) e uma semifinal (9 de julho).

Depois da visita ao estádio corintiano, a presidente segue para Curitiba, onde irá acompanhar a evolução na reforma da Arena da Baixada nesta sexta-feira.

Na manhã do próximo sábado, uma partida comemorativa entre ídolos do Corinthians será mais um importante passo antes da inauguração do estádio. Com aval do Corpo de Bombeiros, o clube colocou à venda 20 mil ingressos para o evento.

A intenção do Timão é fazer a primeira partida oficial na nova casa no dia 18 de maio, no duelo contra o Figueirense, válido pela quinta rodada do Campeonato Brasileiro.

Dilma Arena Corinthians Itaquerão (Foto: Marcos Ribolli)Dilma anda pela Arena com Andrés, o ministro Aldo Rebelo e o prefeito Haddad, entre outros (Foto: Marcos Ribolli)

 

Dilma Arena Corinthians Itaquerão (Foto: Marcos Ribolli)Andrés dá detalhes sobre a Arena para Dilma, cercado por Padilha, Gobbi e Haddad (Foto: Marcos Ribolli)

 

Dilma Arena Corinthians Itaquerão (Foto: Marcos Ribolli)Dilma quis saber detalhes sobre a construção (Foto: Marcos Ribolli)

 

Dilma Arena Corinthians Itaquerão (Foto: Marcos Ribolli)A visita de Dilma à Arena (Foto: Marcos Ribolli)

 

Dilma Arena Corinthians Itaquerão (Foto: Marcos Ribolli)Dilma posou para fotos com operários (Foto: Marcos Ribolli)

 

 

dilma autografa camisa do corinthians (Foto: Marcos Ribolli)Dilma autografa camisa do Corinthians (Foto: Marcos Ribolli)

 

 

Dilma Arena Corinthians Itaquerão (Foto: Marcos Ribolli)Dilma é aplaudida depois de colocar o capacete que recebeu de um operário (Foto: Marcos Ribolli)

 

globoesporte

Flu tropeça no Madureira, mas garante vaga e enfrenta o Vasco

Imagem reprodução TV Globo
Imagem reprodução TV Globo

Não foi o remédio ideal para curar a ressaca pela derrota por 3 a 0 para o Grêmio, pela Libertadores, durante a semana. Na ensolarada tarde deste domingo, em Moça Bonita, o Fluminense não passou de um empate por 2 a 2 com o Madureira. E a dor de cabeça só não foi maior porque o time chegou aos 16 pontos, terminou a fase classificatória na segunda colocação do Grupo B e enfrentará o Vasco, sábado, no Engenhão em uma das semifinais da Taça Guanabara. A equipe cruz-maltina tem a vantagem de jogar pelo empate.

Samuel e Rodrigo Lindoso, ambos com dois gols, foram os personagens principais do empate. Thiago Neves desperdiçou um pênalti no fim do primeiro tempo, quando o jogo ainda estava empatado por 1 a 1. Na etapa final, ao ser substituído por Marcos Júnior, o camisa 10 ouviu algumas vaias.

Abel Braga levou a campo um time repleto de reservas. O objetivo do técnico foi poupar os titulares para a Libertadores, já que na quarta-feira o Tricolor enfrentará o Huachipato, no Chile. Thiago Neves e Edinho foram as exceções. Gum, que ainda aprimora a forma física, também foi a campo.

O forte calor em Bangu foi um adversário a mais para os times. O Fluminense tomou a iniciativa da partida. As principais jogadas aconteceram pela direita, com Rhayner caindo pelo setor e ajudando Wellington Silva.

Aos 13 minutos, o Fluminense abriu o placar. Rhayner – que não balança a rede há dois anos – pode dizer que fez metade do gol. Depois de boa jogada pela direita, o atacante driblou um adversário, foi à linha de fundo e rolou para Samuel que, livre de marcação e dentro da pequena área, só empurrou para fazer 1 a 0.

A superioridade do time de Abel era clara. Aos poucos, porém, o ritmo caiu, e o time parou. O Madureira, que até então mal conseguia articular as jogadas, assustou Ricardo Berna em chutes de Jairo e Ramon. Na falta de inspiração, a disposição do Tricolor Suburbano foi premiada. Aos 40, Monzón derrubou Derley dentro da área. Pênalti que Rodrigo Lindoso cobrou para deixar tudo igual.

Os poucos torcedores do Madureira presentes no estádio ainda comemoravam quando o goleiro, de forma atabalhoada, trombou com Thiago Neves dentro da área. O árbitro marcou o pênalti. Os tricolores pediram Rhayner na cobrança, assim como acontecera diante do Volta Redonda. Na ocasião, o jogador bateu, perdeu e tirou Abel do sério. Dessa vez, Thiago Neves foi para cobrança, mas também falhou. Márcio caiu no canto direito e fez a defesa.

Samuel e Rodrigo voltam a marcar e decretam empate

Nos primeiros momentos do segundo tempo, as pipas que a todo instante caíam no gramado chamavam mais atenção do que o futebol. Até os 15 minutos, foram cinco pipas no campo contra uma finalização de Wellington Silva na trave.

O Fluminense retomou o domínio do jogo. Abel tirou Wagner e lançou Felipe, aos 19 minutos. Pouco depois, voltou a brilhar a estrela de Samuel. Monzón cruzou, Thiago Neves ajeitou de cabeça e o jogador marcou pela segunda vez no jogo, o seu quarto gol no Carioca.

Aos 37, Abel colocou Marcos Júnior no lugar de Thiago Neves, que saiu sob um misto de aplausos e vaias. Em seguida, depois de cobrança de escanteio, Rodrigo Lindoso subiu mais do que a zaga e, de cabeça, decretou o empate: 2 a 2.

 

 

Globoesporte.com

Fla faz bom primeiro tempo, vacila no segundo e tropeça no Madureira

De volta a Conselheiro Galvão após oito anos, o Flamengo não conseguiu repetir o resultado da última passagem pelo estádio do Madureira. Até chegou perto e fez 1 a 0, placar de 2005, mas tropeçou nos próprios erros e não passou de um empate por 1 a 1, pela segunda rodada da Taça Guanabara. O time de Dorival Júnior abriu vantagem no fim do primeiro tempo, com Ibson, mas viu o adversário chegar à igualdade no início da etapa final. O capitão Rodrigo, de pênalti, marcou.

O Flamengo foi melhor durante quase todo o jogo, mas pecou nas finalizações e não esteve livre dos sustos, principalmente nos contra-ataques. Sem Iranildo, que se desentendeu com o técnico Alexandre Gama, o Madureira apostou nos atacantes Jean e Derley. A dupla incomodou, mas não o suficiente para garantir a primeira vitória na competição.

Autor do gol rubro-negro, Ibson foi discreto ao comemorar – deu apenas um soco no ar. Na saída para o intervalo, explicou por quê.

– Foi um momento do jogo. Infelizmente vêm acontecendo coisas desagradáveis a meu respeito. Todo mundo sabe o carinho que eu tenho por essa torcida, por esse clube. Sempre quando o Flamengo foi atrás de mim, nunca hesitei, sempre demonstrei vontade em voltar. Mas vêm acontecendo coisas que não agradam. Não estou reclamando, é apenas um desabafo. Vou sempre trabalhar dentro de campo, dando o meu melhor. Botei na cabeça que vou voltar melhor que o ano passado. Agora é continuar dentro de campo, cada vez mais, calando os críticos – disse Ibson, incluído pela diretoria em uma lista de negociáveis.

O Flamengo soma quatro pontos e lidera o Grupo B. O Madureira tem dois e é o quinto do Grupo A. Na terceira rodada, o Flamengo recebe o Volta Redonda, domingo, em Moça Bonita, às 17h. No mesmo horário, o Madureira visita o Boavista, em Bacaxá.

Ibson na partida do Flamengo contra o Madureira (Foto: Alexandre Vidal / Fla Imagem)Ibson teve boa movimentação, fez gol e desabafou no intervalo (Foto: Alexandre Vidal / Fla Imagem)

Garotos vão bem, e Ibson marca

Nixon avisou que conhecia bem o campo do Madureira dos jogos que fez pela base do Flamengo. E faltou pouco para ele tirar proveito dos atalhos e marcar no primeiro tempo. Foram dele as duas primeiras boas chances do time: estava impedido na primeira e errou o alvo na segunda. Além de Nixon, Rafinha foi bem em seu segundo jogo como titular do time na Taça Guanabara. Com intensa movimentação, a dupla deu opções para Léo Moura, Ibson e Rodolfo, que se revezaram na chegada ao ataque e foram participativos o tempo todo.

O Madureira procurou trocar passes e também levou perigo em alguns momentos. Jean (ex-Flamengo, Fluminense e Vasco) e Derley foram os que deram mais trabalho aos zagueiros. O Tricolor suburbano buscou as jogadas pelo lado direito de ataque e preocupou o goleiro Felipe com chutes de média distância e cruzamentos para a área. Também apostou nas infiltrações pelo meio, mas quem chegou ao gol desta forma foi o Flamengo, aos 42 minutos. Ibson tabelou com Rodolfo na entrada da área e se apresentou para receber de volta. O passe do meia – que já jogou no Madureira – foi preciso e de muita categoria, encobrindo a zaga com um toque de esquerda. Ibson ficou livre e marcou com um chute cruzado.

Madureira empata e segura pressão

Sem perder tempo, o Madureira conseguiu o empate antes dos dez minutos da segunda etapa. Aos sete, Felipe Dias segurou e derrubou Derley dentro da área, e o árbitro Marcelo de Lima Henrique marcou pênalti. O capitão Rodrigo não deu chances a Felipe na cobrança e deixou tudo igual: 1 a 1. Antes do gol, uma mudança no Flamengo chamou a atenção: Nixon, aos dois minutos, deu lugar a Adryan, escalado com atacante.

Dorival Júnior sacou Felipe Dias, que recebeu cartão amarelo após a penalidade, e lançou o meia Renato na lateral esquerda. O time ganhou mais apoio pelo setor e chegou com força nos cruzamentos, algo que só Léo Moura vinha fazendo pela direita. Como atacante, Adryan procurou se movimentar e também se fez presente na área adversária, assim como Rafinha, que teve pelo menos uma boa chance, não aproveitada. Desta vez, Hernane não brilhou como no jogo contra o Quissamã. O Flamengo fez o Madureira se encolher, partiu para a pressão e foi pouco atacado.

Na última mudança, Dorival tirou Rodolfo e lançou o volante Luiz Antonio como terceiro homem de meio-campo. Apesar de atacar mais, o Flamengo também levou sustos nos contra-ataques. O Madureira por pouco não conseguiu a virada com Carlinhos, aos 35. O goleiro Felipe evitou o pior. Apesar da pressão final, o Rubro-Negro não conseguiu evitar o primeiro tropeço no Carioca.

 

 

Globoesporte.com

Noivo coloca copo no bolso, tropeça e morre em festa de casamento

O casamento do sargento da Marinha Fábio Gefferson dos Santos Maciel, de 33 anos, durou menos de seis horas. Ele ouviu o “sim” da noiva por volta das 20h30m do domingo (18), no Clube Nautilus, na Ilha do Governador, diante de cerca de 200 convidados. Ao sair da festa, correu, brincando com uma das madrinhas, e tropeçou.

Uma tulipa, guardada no seu bolso esquerdo, quebrou e fez um corte na veia femural. O sargento não resistiu ao ferimento e morreu às 2h16m da madrugada desta segunda-feira, a caminho do Hospital Paulino Werneck, também na Ilha. De acordo com o cirurgião vascular Eduardo Fávero, o militar poderia ter sobrevivido se tivesse recebido um atendimento de emergência por um especialista.

Fábio planejava o casamento desde o começo do ano, quando começou a construir uma casa na Ilha, para morar com a noiva. A obra ficou pronta há uma semana. Familiares dele vieram de Manaus, de avião, só para assistir à cerimônia.

Segundo uma amiga do casal, a viúva estaria inconsolável, dizendo toda hora “só quero o meu marido de volta”.

Extra