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Contrato histórico pode transformar Patrick Mahomes no mais bem pago da Super Bowl

O jogador Patrick Mahomes está caminhando para se tornar o atleta mais bem pago da história do Super Bowl. É que o MVP assinou um acordo que garantirá a ele ganhar em média US$ 45 milhões por ano, o que dará US$ 503 milhões, já que a duração do contrato é de dez anos e começa a valer oficialmente em 2022.

Esse será o total se o jogador alcançar todos os incentivos como bônus por aparições no Super Bowl e prêmios de MVP da NFL. E tudo isso poderá colocar Patrick Mahomes acima de astros como LeBron James no que tange a valores milionários.

De acordo com o material publicado no blog do site de apostas Betway, o novo contrato de Mahomes é considerado diferente de qualquer outro na história no que se refere a termos salariais e também duração de acordo. Na verdade, é apenas o terceiro contrato na história da liga com mais de seis anos de duração.

Matt Ryan foi o último a bater o recorde de maior contrato da liga com o Atlanta Falcons em 2018, avaliada em US$ 150 milhões por cinco anos.

Em 2019 um contrato de US$ 140 milhões, com duração de quatro anos, foi fechado pelo quarterback do Seattle Seahawks Russell Wilson. O valor significou o maior salário anual médio na história da NFL, mas nem de longe chega ao feito de Mahomes, que já esquentou as casas de apostas online da NFL para ser nomeado o MVP da liga nesta temporada.

Sobre Mahomes

Patrick Mahomes é um jovem de apenas 24 anos de idade que tem feito por merecer um contracheque tão encorpado. Com participação em duas temporadas completas na NFL ele tem sido espetacular como atleta. Ainda calouro, em 2017, ele foi nomeado MVP da liga em 21018 e liderou a liga com 50 passes para touchdown.

A performance do jogador, que tem tido atuações verdadeiramente heroicas nos playoffs, levou o Kansas City Chiefs a seu primeiro título de Super Bowl em 40 anos. Isso rendeu simplesmente um contrato de US$ 16,4 milhões que assinou como escolha de primeira rodada no draft de 2017.

A NFL da Spotrac o colocou no topo do ranking de custo-benefício, levando em conta o salário e a performance do atleta com sua campanha em 2018. No quesito custo-benefício entre quartebacks na última temporada, Mahome ficou em quinto.

O resultado disso é que Patrick Mahomes recebeu US$ 13,72 milhões até agora – uma média de US$ 4,6 milhões por temporada, US$ 443 mil por jogo e US$ 181 mil por touchdown.

E mesmo com todas essas cifras envolvidas, Mahomes pode nem chegar ao fim desse contrato ou ganhar esse meio bilhão de dólares que pode receber em potencial. O que é garantido mesmo são os US$ 141,5 milhões. Depois disso os Chefs podem liberar o jogados sem multa depois da temporada de 2024.

Isso só mudaria em caso de lesão catastrófica. Mas, convenhamos que é bem difícil que o Kansas City corte de seu elenco um atleta que parece destinado a dominar a NFL muito além dos 30 anos de idade.

 

 

Bolsa Família deve se transformar no programa ‘Renda Brasil’ e incluir informais

O ministro da Economia Paulo Guedes afirmou a deputados federais nesta segunda-feira (8) que o governo deverá lançar o programa Renda Brasil para substituir o Bolsa Família logo após o fim da pandemia do novo coronavírus.

Segundo congressistas que participaram da reunião, o ministro disse que a iniciativa será um programa de transferência de renda para os mais vulneráveis e será mais abrangente do que o atual Bolsa Família.

A ideia é incluir até informais identificados pelo governo Jair Bolsonaro e hoje são beneficiados pelo auxílio emergencial de R$ 600.

Guedes, porém, não deu detalhes sobre a inciativa.

Para deputados, a decisão de lançar a iniciativa atrelada ao fim da pandemia é uma forma de o governo suprir o fim do pagamento da ajuda financeira paga a parcela da população afetada pela pandemia.

O auxílio emergencial começou a ser pago em abril e a previsão era a de que ele durasse três meses.

A última parcela do benefício ainda será paga, mas o governo deverá estender o pagamento do auxílio por mais dois meses, mas com um valor menor, de R$ 300.

Uma das análises feitas pelo ministro a deputados é que a pandemia ajudou o governo a atualizar a base de dados de informais e isso poderia ser aproveitado no novo programa.

Na avaliação de dirigentes partidários e de integrantes do governo, os protestos contra o governo registrados neste domingo (7) foram embrionários, mas poderiam ser inflados no futuro com a participação de descontentes com o fim do auxílio emergencial.

Além de tentar barrar a insatisfação com o governo, o governo também alteraria de uma vez por todas o nome do programa que foi marca dos governos petistas.

A reunião desta segunda com Guedes teve como objetivo discutir com líderes de partidos de centro da Câmara medidas a serem tomadas após a pandemia do coronavírus.

Pleno News

 

 

Cidade dos EUA quer transformar essa peça de roupa tão comum em um crime

shorteAlgumas das roupas mais populares entre as mulheres podem se transformar em peças proibidas. E não é algo figurativo, é literal e poderá ser garantido por lei. O caso, que causa polêmica nos EUA, está sendo debatido em Dadeville, no Alabama.

A polêmica lei visa proibir a utilização de minissaias e shortinhos por mulheres. Isso mesmo. O projeto criado pela vereadora local Stephanie Kelley afirma que esse tipo de roupa é “inapropriado” para ser utilizado na frente de outras pessoas.

A questão é que o projeto da vereadora tem ganho bastante força entre outros parlamentares e preocupa o resto da sociedade. Pautada em cima do “respeito”, a lei é apontada por seus críticos como extremamente machista por proibir apenas as mulheres de usar determinado tipo de roupa.

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A questão da liberdade de escolha é outra pauta que incomoda a população local. Sobre isso, os vereadores que defendem a proibição afirmam que “quem vai respeitar a mulher se ela não respeita a si mesma?”. Tal colocação foi alvo de diversas críticas da imprensa local, novamente por seu teor machista.

A bancada conservadora, agora, se une para ter votos suficientes para fazer a lei passar. A cruzada moralista, porém, deve esbarrar na falta de adeptos quando for ser votada. A população como um todo se coloca em grande parte contrária à medida, lembrando outra polêmica recente.

Antes de sua cruzada para barrar as minissaias e o shortinhos, a vereadora Stephanie já havia sido centro de outra polêmica envolvendo roupas. Recentemente ela viu ser barrada sua proposta que previa proibição de homens utilizando shorts ou calças que deixem suas cuecas à mostra.

Yahoo

Conheça as dez tecnologias emergentes que podem transformar o mundo nos próximos anos

tecnologiaO Fórum Econômico Mundial, que reúne anualmente 18 especialistas para responder a esta questão, listou dez inovações que podem mudar nossas vidas, transformar indústrias e proteger o planeta.

“Ao fazer isso, buscamos chamar atenção para estas tecnologias e preencher as lacunas de investimentos, regulamentação e compreensão pública, que muitas vezes são barreiras para o progresso”, afirma o fórum.

A seguir, saiba quais são elas:

1. Carros movidos a hidrogênio

O fórum reconhece que estes veículos são uma promessa de longa data, mas diz que “só agora a tecnologia parece ter chegado ao ponto no qual montadoras planejam incorporá-la em lançamentos para consumidores”.

Carros a hidrogênio têm algumas vantagens em relação aos atuais modelos, movidos a gasolina, álcool, diesel ou eletricidade.

Nos carros elétricos, é preciso recarregar suas baterias a partir de uma fonte externa de energia. Já as células de combustível geram eletricidade diretamente, usando combustíveis como hidrogênio ou gás natural. Esta energia fica armazenada nas baterias.

Isso permite que eles percorram grandes distâncias, como veículos movidos a combustível – o que não ocorre com os modelos elétricos, que ainda têm uma autonomia limitada.

EPA
Carros movidos a hidrogênio geram menos impacto ao meio ambiente

Além disso, a recarga de uma célula de gás de hidrogênio comprimido leva apenas cerca de três minutos. Por fim, o uso de hidrogênio como combustível não gera monóxido de carbono, como ocorre com carros comuns, mas vapor d’água, o que ajuda a reduzir a poluição no ar.

Mas ainda há dois obstáculos: produzir hidrogênio barato em larga escala e criar uma infraestrutura para distribuí-lo à população.

“O transporte de hidrogênio por longas distâncias, mesmo que comprimido, ainda não é considerado economicamente viável hoje em dia”, afirma o fórum. “No entanto, técnicas inovadoras de armazenamento logo reduzirão este custo e os riscos associados a esta prática.”

O fórum espera que, em uma década, milhões de veículos movidos a hidrogênio estejam em uso.

2. Robótica

Outra tecnologia que há muito tempo se faz presente no imaginário coletivo, a robótica tem passado por avanços que estão permitindo que finalmente deixe de estar confinada a fábricas e outras tarefas simples.

“Sensores melhores e mais baratos permitem que robôs sejam capazes de compreender e responder ao ambiente em torno dele. Seus ‘corpos’ estão se tornando mais adaptáveis e flexíveis”, afirma o fórum.

“E eles estão mais conectados, beneficiando-se da computação em nuvem para acessar e processar informações remotamente, em vez de terem que ser inteiramente programados para realizar uma tarefa autonomamente.”

Leia mais: Pesquisadores atingem velocidade recorde em testes de rede 5G

Com isso, os robôs estão assumindo uma variedade de tarefas, como um controle preciso de pragas em plantações e sua colheita ou cuidando de idosos e pacientes, inclusive na sua reabilitação física.

Além disso, robôs menores e mais habilidosos estão não apenas realizando tarefas repetitivas em fábricas no lugar das pessoas, mas também colaborando com humanos em vez de substituí-los.

“O medo de que robôs conectados à web possam fugir do controle se tornará mais proeminente, mas, conforme estas máquinas realizam tarefas domésticas e as pessoas se familiarizam com elas, esse receio deve ser amenizado”, afirma o fórum.

3. Plástico ‘thermoset’ reciclável

Ao contrário dos termoplásticos, que podem ser aquecidos e reaquecidos para adquirirem diferentes formas e serem reciclados, os plásticos “thermoset” só podem passar por este processo uma única vez.

Isto confere durabilidade a este tipo de plástico, tornando-o uma parte importante do mundo atual, com seu uso em celulares, computadores e aeronaves, mas também faz com que seja impossível reciclá-los.

Mas, em 2014, houve avanços significativos nesta área, com a descoberta de uma nova categoria reciclável de plásticos “thermoset”, com o uso de ácido para quebrar a cadeia de polímeros que os forma e os reutilizar na fabricação de novos produtos, mantendo suas características mais úteis, como a rigidez e a durabilidade.

“Apesar de nenhum processo de reciclagem ser 100% eficiente, esta inovação – se for empregada amplamente – pode gerar uma grande redução no lixo descartado”, destaca o fórum.

“Esperamos que este novo tipo de plástico ‘thermoset’ substitua o antigo em cinco anos e se torne onipresente em bens fabricados por volta de 2025.”

4. Engenharia genética agrícola

SPL
Engenharia genética de cultivos podem beneficar especialmente pequenos produtores

A engenharia genética gera uma grande polêmica, mas o fórum defende que “novas técnicas permitem ‘editar’ o código genético de plantas para torná-las mais nutritivas ou resistentes às mudanças climáticas”.

Atualmente, a engenharia genética de cultivos agrícolas depende de bactérias para transferir uma parte de DNA para outro genoma, algo que já foi comprovado ser tão arriscado (ou seguro, de acordo com o ponto de vista) quanto realizar esta transferência por cruzamento de espécies.

“No entanto, técnicas mais precisas de edição genética foram desenvolvidas nos últimos anos”, afirma o fórum.

Elas conferem às plantas uma maior resistência a pragas e insetos, reduzindo a necessidade de uso de pesticidas, e aumentam a sustentabilidade de cultivos ao reduzir a necessidade de água e fertilizantes.

“Muitas destas inovações serão particularmente benéficas para agricultores de pequeno porte de países em desenvolvimento. Assim, a engenharia genética pode se tornar menos controversa, à medida que seu benefício seja reconhecido para aumentar a renda e melhorar a dieta de milhões de pessoas.”

5. Manufatura aditiva (impressão 3D)

Hoje, a fabricação de produtos começa por um grande pedaço de determinado material, como madeira, metal ou rocha, e passa pela remoção de camadas até atingir a forma desejada.

Por sua vez, a manufatura aditiva – também conhecida como impressão 3D – parte do zero e aplica camadas do material até atingir a forma final, usando um modelo digital como guia.

“Produtos fabricados assim podem ser altamente personalizados para cada usuário, ao contrário de produtos feitos com processos de fabricação em massa”, esclarece o fórum.

Além disso, usando células humanas como material básico, esta técnica permite criar tecidos orgânicos que podem ser usados no teste de segurança de medicamentos, além de transplantes.

“Um próximo estágio importante da manufatura aditiva seria fabricar desta forma componentes eletrônicos, como placas de circuitos”, destaca o fórum.

“Esta ainda é uma tecnologia nascente, mas deve se expandir rapidamente na próxima década com oportunidades e inovações que a aproximarão do mercado de massa.”

6. Inteligência artificial

Nos últimos anos, a inteligência artificial evoluiu bastante, com smartphones reconhecendo a voz de seu dono, carros que dirigem a si mesmos ou drones.

Hoje, esta tecnologia faz com que uma máquina reconheça um ambiente a sua volta e reaja a ele.

“Mas estamos dando um passo à frente com máquinas capazes de aprender autonomamente ao assimilar grandes volumes de informação”, diz o fórum.

“Assim como os novos robôs, esta inteligência artificial nascente levará a um aumento significativo de produtividade. Máquinas com acesso rápido a uma imensa fonte de dados poderão responder a situações sem cometer erros com base em emoções, como no caso de diagnóstico de doenças.”

O fórum reconhece que esta tecnologia tem riscos atrelados a ela, como máquinas superinteligentes que um dia poderiam suplantar a humanidade.

“Especialistas levam este receio cada vez mais a sério, mas, por outro lado, isso pode tornar ainda mais evidente a importância de atributos essencialmente humanos, como criatividade e relações interpessoais.”

7. Manufatura descentralizada

Este tipo de fabricação de produtos muda completamente a noção que temos hoje da manufatura.

Em vez de reunir todo o material necessário para fazer um produto em um único – e enorme – local e depois distribuí-lo ao público, a manufatura descentralizada distribui a fabricação de diferentes partes do produto por diversos locais. E o produto final acaba sendo montado muito próximo de onde consumidor está.

“Na prática, isso substitui a cadeia de fornecedores de materiais pela informação digital. Em vez de fazer uma cadeira em uma fábrica central, fábricas menores e locais recebem instruções de como fazer suas peças, que podem ser montadas pelo próprio consumidor ou em oficinas”, esclarece o fórum.

“Isso permite usar recursos de forma mais eficiente, com menos desperdício, diminuindo o impacto ambiental. Também reduz a barreira de entrada para novas empresas num mercado ao diminuir a quantidade de dinheiro necessário para criar um protótipo e fabricar produtos.”

O fórum defende que esta nova técnica de fabricação mudará o mercado de trabalho e a economia da manufatura, mas também apresenta riscos, por ser mais difícil de regular.

“Nem tudo poderá ser feito desta forma. Cadeias de produção ainda serão necessárias para bens de consumo mais importantes e complexos.”

8. Drones inteligentes

Drones são usados amplamente nos dias de hoje, na agricultura, no cinema e em outras aplicações que requerem uma vigilância aérea ampla e barata.

“Mas, até agora, eles têm pilotos humanos, que os controlam a partir do solo”, explica o fórum.

“O próximo passo é desenvolver máquinas que voam por conta própria, o que permite uma série de novos usos.”

Para isso, os drones precisam ser capazes de usar sensores para reagir ao ambiente a sua volta, mudando sua trajetória e altura de voo para evitar colisões com outros objetos em seu caminho.

Isso permitirá que estes robôs assumam tarefas perigosas para humanos, como manutenção de redes elétricas. Ou realizar entregas de medicamentos urgentes mais rapidamente.

Na agricultura, poderiam auxiliar no uso mais preciso de fertilizantes e água ao analisar plantações desde o ar.

“Com esta tecnologia, os drones poderão voar de forma mais próxima a humanos e em cidades”, destaca o fórum.

“Mas, para serem amplamente usados, eles terão que se provarem capazes de voar em meio às mais difíceis situações, como em tempestades de areia e nevascas. Quando isso ocorrer, eles nos tornarão imensamente mais produtivos.”

9. Tecnologia neuromórfica

SPL
Novos chips buscam simular complexa rede de interconexões do cérebro

Ainda hoje, os mais avançados computadores não conseguem superar a sofisticação do cérebro humano.

Estas máquinas funcionam de forma linear, transferindo informação entre chips e um processador central por meio de uma rede. Já um cérebro funciona de forma totalmente interconectada, com uma densidade de conexões que superam em muito a de um computador.

Mas cientistas já trabalham na criação de chips neumórficos, que simulam a arquitetura cerebral e aumentam exponencialmente a capacidade de um computador processar informações e reagir.

“Uma limitação da transferência de dados entre uma memória e um processador central é que isso usa grandes quantidades de energia e gera muito calor”, afirma o fórum.

“Chips neumórficos são mais eficientes neste aspecto e mais poderosos, funcionando como uma rede de neurônios.”

O fórum acredita que esta tecnologia, em estágio de protótipo em empresas como a IBM, é a próxima etapa da computação de ponta e permitirá um processamento de dados mais ágil e potente, abrindo caminho para máquinas aprenderem por conta própria.

“Computadores serão capazes de antecipar e aprender, em vez de apenas reagir de acordo com a forma como foram programados.”

10. Genoma digital

O primeiro sequenciamento do genoma humano levou muitos anos e consumiu dezenas de milhões de dólares, mas, hoje, isso pode ser feito em minutos por algumas centenas de dólares.

“Essa habilidade de desvendar nossa genética individual promete levar a uma revolução, com serviços de saúde mais personalizados e efetivos”, defende o fórum.

Isso porque muitos dos males que enfrentamos derivam de um componente genético. Com esta digitalização do DNA, um médico poderia, por exemplo, tratar um câncer de acordo com a composição genética do tumor.

O fórum ressalta, no entanto, que, assim como toda informação pessoal, será necessário proteger o genoma de uma pessoa por motivos de privacidade.

“Mas os benefícios provavelmente superarão os riscos.”

Exame

Dilma: queremos transformar a defesa do consumidor brasileiro em política de Estado

Imagem reprodução TV Globo
Imagem reprodução TV Globo

Ao comentar o lançamento do Plano Nacional de Consumo e Cidadania, a presidenta Dilma Rousseff disse nesta segunda (25) que o governo pretende transformar a defesa do consumidor brasileiro em uma política de Estado. Lançado no último dia 15, o pacote estabelece medidas para garantir a melhoria da qualidade dos serviços e dos produtos ofertados ao consumidor.

“Estamos tomando medidas para fortalecer os órgãos de fiscalização, melhorar o atendimento feito pelas empresas e garantir a qualidade dos produtos e dos serviços que são oferecidos. Queremos também, com essas medidas, aumentar a transparência dos contratos e das contas e garantir que as empresas deem respostas mais rápidas para os problemas que surgirem.”

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Durante o programa semanal Café com a Presidenta, ela lembrou que uma das ações previstas no plano é a criação de uma lista de produtos considerados essenciais e que, se apresentarem defeito, deverão ter o problema resolvido na hora. Uma alternativa às empresas será devolver o dinheiro referente ao produto, sem que o consumidor precise procurar o Procon ou a Justiça.

“Já aqueles produtos que não são essenciais, nós vamos construir uma política de estímulos à criação de assistência técnica no país, o que é muito importante para o consumidor, mas que também garante emprego e renda para muitas pessoas que participarem da atividade de assistência técnica.”

Dilma ressaltou que o governo também pretende criar regras em relação a compras feitas pela internet, o chamado comércio eletrônico. A ideia, segundo ela, é dar mais transparência e definir normas para o que chamou de direito de arrependimento do consumidor em relação à compra (quando o produto não corresponde às expectativas).

“Muitas vezes, o consumidor compra um produto e, quando recebe esse produto em casa, descobre que não é exatamente o que ele esperava. Ninguém gosta de comprar gato por lebre, você não acha? Então, nós queremos deixar tudo muito claro, porque o comércio eletrônico está crescendo muito.”

Por fim, a presidenta destacou que o plano deve fortalecer os Procons em todo o país. A expectativa do governo é reduzir o número de processos que vão parar na Justiça, acelerar as soluções para problemas relacionados à compra e venda e estimular acordos diretos feitos entre consumidor e empresa.

“Estamos trabalhando para que os brasileiros e as brasileiras tenham cada vez mais acesso ao consumo de produtos e serviços, mas é nossa obrigação garantir que esses serviços sejam de qualidade e que a população receba atendimento respeitoso”, destacou.

 

 

Paula Laboissière, da Agência Brasil