Arquivo da tag: trabalhando

DONA INÊS-PB. Após ser cassado Prefeito visita obras e diz que continuará trabalhando enquanto estiver no mandato

Depois de ser cassado pelo Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) na tarde desta segunda-feira, 20 de abril, o Prefeito de Dona Inês, João Idalino, esteve visitando obras que estão em andamento na Cidade e em suas redes sociais declarou que desde que assumiu a Prefeitura em 2017  tem trabalhado e acompanhado de perto as obras e que vai continuar assim até o último minuto em que estiver a frente da Prefeitura. O Prefeito ainda comentou que; “nos próximos dias o trabalho será ainda mais intenso.”

O Prefeito evitou comentar a decisão do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba que confirmou a cassação do seu diploma de Prefeito e também do seu vice, Demétrio Ferreira, pelo placar de 4 X 3, mas manteve os direitos eleitorais dos dois.  A decisão, que cabe recursos, foi por considerar que houve abuso de poder econômico na campanha eleitoral do ano de 2016, praticado pelo ex-prefeito do município, Antônio Justino e a pela ex-secretária de Assistência Social, Sofia Ulisses, ficando estes dois inelegíveis.

 

assessoria

 

 

Após críticas de Bolsonaro, Mandetta diz que seguirá trabalhando: ‘Foco na doença’

O ministro da Saúde, Henrique Mandetta, disse ao blog nesta sexta-feira (3) que seu foco é o combate ao coronavírus, ao ser questionado a respeito das novas críticas do presidente Jair Bolsonaro ao seu trabalho.

Perguntado pelo blog se ele pretendia se demitir após Bolsonaro ter dito ontem que eles não “andam se bicando” e que Mandetta precisa “ter mais humildade”, o ministro respondeu: “Foco na doença, vida que segue. Foco, lavoro, lavoro, lavoro”.

Nos bastidores, aliados do ministro acreditam que o presidente tem forçado repetidamente Mandetta a pedir demissão, para evitar o desgaste de dispensar um ministro com apoio popular em meio a pandemia. Mandetta, no entanto, diz que só sai demitido.

Além disso, ele tem apoio de outros colegas da Esplanada dos Ministérios, como o ministro da Justiça, Sergio Moro — o assessor mais popular do governo Bolsonaro.

Ministros têm procurado Mandetta para dizer que vão seguir as suas orientações técnicas na crise — e não as do presidente Bolsonaro, o que tem irritado o chefe do Executivo, que gostaria de uma discussão antecipada sobre o fim do isolamento social para combater o coronavírus, o que Mandetta e autoridades de saúde mundial não orientam.

O ministro Mandetta ainda tem feito constante trabalho de manter sua equipe, de respeitados profissionais da área da saúde, para resistir as constantes ameaças do presidente e permanecer na missão.

Mandetta tem enfatizado o discurso de que seguirão juntos ate o fim da pandemia: só sairão juntos.

A atuação do ex- ministro Osmar Terra, junto a Bolsonaro e nas redes sociais, negando a necessidade do isolamento social, na linha do que pensa o presidente, é motivo de queixa permanente da equipe da saúde.

Nos bastidores do próprio Planalto, Terra é chamado por ministros de ala militar de “desleal”. Na conversa do presidente com Mandetta no último sábado, no Alvorada, o ministro disse que Bolsonaro poderia trocá-lo por Terra, mas não “duraria” dois minutos pois o ex-ministro, assim como o presidente da Anvisa, não tem “vínculo de confiança” com a sociedade em meio à pandemia.

Terra, inclusive, esteve na reunião de médicos com Bolsonaro, da qual Mandetta não participou porque não foi convidado, como o blog revelou nesta semana. Os médicos, no entanto, repetiram o que o Ministério da Saúde tem dito sobre as recomendações- inclusive sobre os efeitos colaterais da cloroquina.

Foto: Reprodução/TV Brasil

G1

 

Arcebispo da Paraíba agradece a todos que atenderam pedido de isolamento: “estamos trabalhando para a proteção da vida”

O Arcebispo da Paraíba, Dom Manoel Delson, divulgou um vídeo nesta quinta-feira (26) em que agradece a toda a população que tem respeitado as orientações de isolamento e quarentena contra o coronavírus.

Assista abaixo:

De acordo com a Arquidiocese, as missas devem ocorrer sem a presença física dos fiéis, transmitidas online.

Confira a nota oficial da CNBB:

A presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) emitiu, na tarde desta quinta-feira, 26 de março, a todos os arcebispos e bispos católicos do país, a orientação sobre qual postura tomar quanto aos decretos do Poder Executivo Federal, incluindo o Decreto 10.292 (art. 3º, inciso 39), assinado ontem, que afirma que, dentro dos serviços públicos e atividades essenciais, encontram-se as “atividades religiosas de qualquer natureza”.

Segundo o informe, as atividades religiosas foram, por decreto, inseridas no grupo das atividades essenciais, porém sob a condição – assim diz o próprio Decreto – de se obedecer ao que o Ministério da Saúde determina.

A CNBB, considerando as orientações emanadas pelas autoridades competentes do Ministérios da Saúde, que indicam o distanciamento social, orienta os bispos que as igrejas podem permanecer abertas, porém, do modo como tem sido feito até agora, apenas para orações individuais, transmissões online, etc. Segundo o documento, “não há como entender que os instrumentos legais possam obrigar a reabertura das igrejas, muito menos para a prática de qualquer tipo de aglomeração”.

Conheça abaixo a íntegra da parte do comunicado interno sobre os decretos do Executivo Federal, assinado pelo o bispo auxiliar do Rio de Janeiro e secretário-geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, dom Joel Portella Amado, enviado ao episcopado brasileiro na tarde desta quinta -feira:

DECRETOS DO PODER EXECUTIVO FEDERAL
Temos diante de nós um composto legislativo: Lei nº 13.979, de 6 de fevereiro de 2020; Decreto nº 10.282, de 20 de março de 2020 e o Decreto nº 10.292, de 25 de março de 2020.

Todos, de algum modo, tratam de medidas para o “enfrentamento da emergência de saúde pública de importância internacional decorrente do coronavírus responsável pelo surto de 2019″ (Lei 13.979, art. 3º).  Essa mesma lei diz que as medidas adotadas “deverão resguardar o exercício e o funcionamento de serviços públicos e atividades essenciais” (§8º), cabendo ao Presidente da República indicar, mediante decreto, quais são os serviços públicos e as atividades essenciais (§9º).

Essenciais são aqueles serviços e atividades que, se não atendidos, colocam em perigo a sobrevivência, a saúde ou a segurança da população (art. 3º, § 1º). Este não é o caso das igrejas.

No entanto, o Decreto 10.292 (art. 3º, inciso 39), assinado ontem, afirma que, dentro dos serviços públicos e atividades essenciais, encontram-se as “atividades religiosas de qualquer natureza, obedecidas as determinações do Ministério da Saúde”. Desse modo, as atividades religiosas foram, por decreto, inseridas no grupo das atividades essenciais, porém sob a condição – assim diz o próprio Decreto – de se obedecer ao que o Ministério da Saúde determinar.

Considerando, pois, que as orientações emanadas pelas autoridades competentes do Ministério da Saúde indicam o distanciamento social, as igrejas, se os bispos assim o considerarem, podem permanecer abertas, porém, do modo como tem sido feito: orações individuais, transmissões online etc. Não há como entender que os instrumentos legais acima referidos possam obrigar a reabertura das igrejas, muito menos para a prática de qualquer tipo de aglomeração.

Enfim, caros irmãos, reitero a unidade e a solidariedade de toda a Presidência da CNBB. Sabemos o quanto tem sido árduo equilibrar, por um lado, o atendimento religioso aos enfermos, aos profissionais da saúde e a todas as pessoas em geral e, por outro, seguir as normas sanitárias, cuja base é o distanciamento social. Sabemos também que, junto às preocupações especificamente pastorais, rondam-nos questões ligadas ao sustento de nossas igrejas, tanto no que concerne aos bens temporais quanto à caridade que praticamos. Os pobres esperam de nós tanto a presença espiritual quanto material. Essa presença começa pelo testemunho de quem, preocupado, por certo, com os aspectos materiais, escolhe, porém, a vida e a caridade em primeiro lugar.

Angustia-nos, por isso, a colocação do dilema vida versus economia. Num tempo quaresmal, em que a Campanha da Fraternidade nos interpela a viver a vida como dom e compromisso, recordo o que o Santo Padre nos disse em sua mensagem para a abertura da CF 2020:

“…a Quaresma é um tempo propício para que, atentos à Palavra de Deus que nos chama à conversão, fortaleçamos em nós a compaixão, nos deixemos interpelar pela dor de quem sofre e não encontra quem o ajude. É um tempo em que a compaixão se concretiza na solidariedade, no cuidado. …”

Em nome da Presidência de nossa querida CNBB, manifesto a mais plena unidade e reafirmo a disponibilidade em ajudar no que for possível e necessário.

Que o Deus da Vida nos ajude a contribuir para “formar uma nova mentalidade política e econômica que ajude a superar a dicotomia absoluta entre a economia e o bem comum social” (EG 205).

Dom Joel Portella Amado
Bispo auxiliar de São Sebastião do Rio de Janeiro
Secretário Geral da CNBB

 

clickpb

 

 

Empreender-PB não será afetado por denúncias, afirma secretário: ‘Estamos trabalhando dentro da legalidade’

empreenderO secretário executivo do Empreender-PB, Eduardo Moraes, comentou a acusações de abuso de poder político e econômico que a Procuradoria Regional Eleitoral está conduzindo contra o governador Ricardo Coutinho em relação ao projeto.

Ele afirmou que o Empreender-PB vem agindo dentro da legalidade em todo o seu tempo de existência.

“É um programa de governo criado por um projeto de lei. Estamos agindo dentro da legalidade. Não sei de nada que poderia ter gerado qualquer suspeita em relação a estas acusações”, declarou.

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

Ele explicou que ainda não foi oficialmente notificado com relação às acusações.

 

“Só vamos nos pronunciar após a notificação. Até lá não vamos comentar a denúncia do Ministério Público”, afirmou.

Ele disse, ainda, que as investigações não mudarão a forma de atuar do empreender-PB. “Vamos continuar fazendo nosso trabalho com a seriedade com que sempre o conduzimos. Não temos motivos para agir de forma diferente”, concluiu.

João Thiago

Agente penitenciário de São Paulo é preso trabalhando como médico em Teixeira e Cacimbas no sertão paraibano

falsárioUm homem, suspeito de exercer ilegalmente a medicina, foi preso, nesta quarta-feira (27), no município de Teixeira, Sertão da Paraíba. Ele estaria atuando como plantonista e tirou 5 plantões no Hospital Sancho Leite.

De acordo com as investigações, o suspeito tinha falsificado o diploma e usava o registro do Conselho Regional de Medicina (CRM) de outra pessoa. Ele forneceu dados falsos ao setor de Recursos Humanos da prefeitura, onde foi feito um contrato provisório. Na verdade, o acusado seria agente penitenciário no estado de São Paulo, lotado na cidade de São José dos Campos.

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

Quando a prefeitura foi finalizar o contrato, constatou junto aos órgãos competentes que não haveria veracidade na documentação apresentada. Diante disso, a prefeitura pediu ao Ministério Público que investigasse a documentação apresentada e constatou-se a irregularidade.

Ele também é acusado de exercer irregularmente a função de médico no hospital da cidade de Cacimbas (PB), que fica nas proximidades de Teixeira.

MaisPB com Patos Online

Maranhão rejeita ‘aposentadoria forçada’ e diz que tem força e energia para continuar trabalhando

jose-maranhaoO ex-governador e candidato ao senado, José Maranhão (PMDB) comentou em entrevista ao programa Rádio Verdade da Arapuan FM que além de não existir, não aceita ‘aposentadoria compulsória’.

Questionado por um ouvinte se não já estaria na época de se afastar da política, o peemedebista comentou apenas que não há esse tipo de aposentadoria para cargos eletivos e alfinetou: ‘não adianta novo ou velho se não tem credenciais’.

“Se o povo da Paraíba me prestigiar mais uma vez e entender que eu devo ser Senador… eu não vou me aposentar. Tenho força e energia e vou trabalhar para continuar lutando e prestando serviço”, diz.

Marília Domingues

TST determina que 80% dos aeronautas sigam trabalhando em caso de greve

aeronautasUma liminar concedida nesta quarta-feira pelo ministro Maurício Godinho, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), determina que 80% dos aeronautas (pilotos, copilotos e comissários de voo) devem continuar trabalhando se a categoria entrar em greve. No texto da liminar, o ministro diz que a categoria têm uma atividade “essencial à livre locomoção de pessoas e bens, com reflexos relevantes na economia do País e no bem-estar de dezenas de milhares de pessoas em todo o Brasil”.

Caso a decisão seja descumprida, os trabalhadores terão de pagar multa de R$ 100 mil por dia. A liminar foi concedida a partir de um pedido impetrado pelo Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias. Já o sindicato que representa os trabalhadores pode recorrer da decisão.

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

De acordo com o vice-presidente do SNA, José Adriano Castanho, o maior impasse está na negociação das cláusulas sociais, especialmente sobre o aproveitamento das horas disponíveis dos aeronautas e as condições em que eles ficam nos aeroportos.

Os aeronautas pedem um reajuste de 8% nas cláusulas econômicas, além de avanços sociais, como aumento de folgas e a possibilidade de o tripulante se locomover em aeronaves de outras empresas. A proposta apresentada pelas empresas prevê reajuste do piso salarial em 7%, aumento de 5,6 % dos salários de até R$ 10 mil e, em valor fixo, elevação de R$ 560 dos salários acima de R$ 10 mil, além de aumento de 8% no vale-refeição. O reajuste proposto para o vale-alimentação e demais cláusulas econômicas é 5,6%.

Agência Brasil