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Prefeito eleito morre em acidente antes de tomar posse

chico-borgesO prefeito eleito de Santana do Piauí, a 324 km ao Sul de Teresina, Francisco Raimundo de Moura, mais conhecido como Chico Borges (PTB), de 42 anos, morreu por volta das 5h deste domingo (1º) após se envolver em um acidente na PI-375 poucas horas antes de tomar posse.

De acordo com o sargento R. Alves, do Grupamento da Polícia Militar, a vítima estava sozinha em seu carro que colidiu frontalmente com um ônibus. “O prefeito participava das festividades de Réveillon em Santana do Piauí. Por volta das 5h ele saiu com destino a Picos, a 18 km de distância, onde morava e pouco tempo depois recebemos a informação do acidente. O carro em que andava o político colidiu de frente com um ônibus. Foi uma tragédia”, disse.

Ainda segundo o militar, Chico Borges seria empossado como prefeito às 15h deste domingo. “O ultimo contato que tivemos foi horas antes do acidente quando ele me entregou um ofício solicitando a presença da polícia em sua posse. Demonstrou bastante empolgação, estava todo entusiasmado”, contou.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e Corpo de Bombeiros ainda chegaram a ser acionados, mas o político já foi encontrado sem vida. O corpo precisou ser retirado das ferragens e foi encaminhado ao Hospital Regional Justino Luz, em Picos.

O local do acidente foi isolado e uma perícia foi feita para identificar as principais causas do acidente. Segundo o sargento R. Alves, o velório está marcado para acontecer na Câmara Municipal da cidade às 15h, mesmo horário e local onde ocorreria a posse, que possivelmente será adiada.

G1

 

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Tomar muito antibiótico aumenta as chances de engordar

Fábio Pozzebom/Agência Brasil
Fábio Pozzebom/Agência Brasil

Qual é a sua relação com o antibiótico? Você sempre segue a orientação do seu médico na hora de tomar? Ou é daqueles que suspende a medicação assim que se sente melhor? E será que o uso excessivo de antibiótico engorda? O Bem Estar desta quinta-feira (29) também mostrou como funciona o nosso intestino. Participaram do programa o cirurgião do aparelho digestivo Fabio Atuí e a infectologista Rosana Richtmann.

Você sabia que quem toma muito antibiótico tem mais chance de engordar? Pois é! Por isso, é preciso muito cuidado na hora de se automedicar ou não seguir a prescrição médica.

E sabe qual a explicação? Os antibióticos também agem no intestino e podem modificar a microbiota. Algumas bactérias têm funções que ajudam no metabolismo, como a absorção de gorduras e regulação do peso. Quando elas são mortas, as funções são prejudicas e pode levar o ganho de peso.

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Os antibióticos matam tanto as bactérias ruins, quanto as boas. Por isso, o paciente precisa fazer o tratamento completo, sem parar no meio.De acordo com a nossa consultora Ana Escobar, se você interrompe o tratamento antes da hora, a bactéria vai aprender a lidar com o antibiótico e vai voltar mais poderosa. “As bactérias aprendem como o antibiótico funciona, quando ele foi tomado errado e ficam cada vez mais resistentes.”

E se engana quem pensa que só é preciso respeitar o período determinado pelo médico. Os erros mais comuns de quem toma antibiótico, de acordo com a infectologista Rosana Richtmann são: começar o tratamento, melhorar e parar; não tomar no intervalo correto; guardar o antibiótico e se automedicar, sem procurar orientação. O horário entre uma dose e outra deve ser seguido à risca. Assim, o paciente garante que o antibiótico permaneça no sangue 24 horas para matar as bactérias.

Chikungunya
O programa desta quinta-feira também falou sobre a febre chikungunya. A febre é transmitida pelo menos mosquito da dengue, o Aedes aegypti. Porém, as doenças não são iguais. Na dengue, a população já tem anticorpos produzidos, o mesmo indivíduo pode ter quatro vezes, em 10-14 dias a pessoa está curada, a dor mais forte é muscular e é mais letal que a chikungunya, mas já tem uma vacina sendo feita.

Já na chikungunya, a população está totalmente virgem de proteção, o indivíduo só pode ter uma vez, a doença pode se arrastar por até um ano, a dor é mais forte nas articulações e é menos letal que a dengue.

G1

Adolescentes entre 11 e 13 anos devem tomar segunda dose da vacina contra HPV na Paraíba

vacina-hpvAs adolescentes de faixa etária entre 11 a 13 anos devem tomar a segunda dose da vacina contra o HPV (Papiloma Vírus Humano), como forma de garantir a proteção contra o vírus que provoca o câncer de colo do útero.

As garotas precisam tomar todas as doses previstas na vacinação: a segunda, seis meses depois da primeira, e a terceira, de reforço, cinco anos depois. Mais de 2,2 milhões de meninas já tomaram a segunda dose da vacina contra o HPV desde o início da nova fase da campanha, em 1º de setembro. O número representa 45% do público-alvo, formado por 4,9 milhões de meninas de 11 a 13 anos. Na Bahia, cerca de 95,8 mil adolescentes, já foram vacinadas, ou seja, 25,1% do público total.

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A vacina faz parte do Calendário Nacional de Imunização do SUS (Sistema Único de Saúde) e está disponível durante todo o ano nos postos de vacinação. As adolescentes devem seguir o cronograma de intervalo entre uma dose e outra. A primeira dose sozinha não protege contra o vírus.

O câncer do colo do útero, terceiro tumor mais frequente na população feminina e terceira causa de morte de mulheres por câncer no Brasil.

O ministro da Saúde, Arthur Chioro, reforça a importância de convocar os responsáveis pelas adolescentes para que levem as meninas até os postos de saúde para tomarem a segunda dose.

Neste ano, são vacinadas as adolescentes do primeiro grupo de 11 a 13 anos, em 2015, a vacina vai ser oferecida para as adolescentes de nove a 11 anos e, em 2016, as meninas de nove anos. O Ministério da Saúde garante a segurança da vacina. Atualmente, ela é utilizada em mais de cinquenta países, com cerca de 175 milhões de doses aplicadas.

 

clickpb

Reações da vacina do HPV criam pânico no país. Tomar ou não tomar, eis a questão

vacinaQuando as pessoas se posicionam contra vacinas, são chamadas de loucas. As vacinas são importantes para evitar doenças em grande escala e no meio disso, há efeitos negativos, é claro. Porém, qual a distância entre casos isolados e um problema que realmente deveria suspender a vacinação? É exatamente esse o caso da vacina contra o HPV, indicada para crianças a partir dos 9 anos – na rede pública, o foco são as meninas.

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Desde o começo da vacinação, sabe-se que há efeitos adversos que não foram divulgados aos pacientes e familiares nem pela campanha, nem pela mídia – sim, também sou culpada por isso. Assim como no Brasil, no Japão, França, Espanha, Índia, Colômbia e Estados Unidos a vacina causou problemas leves como desmaios, náuseas, fraqueza muscular, dormência, e mais graves como dor incapacitante, visão turva, histeria (um problema psicológico) e paralisia. Quem teve essas reações, não pode tomar a segunda dose, mas isso não vem sendo divulgado também.

Na cidade de El Carmen, na Colômbia, foram 200 meninas. Em Bertioga (SP), 11 adolescentes tiveram reações e duas delas ainda correm risco de paralisia. No Japão, foram mais de duas mil queixas sobre reações adversas, o que levou ao cancelamento da campanha de vacinação contra o HPV. No Ceará, uma menina de 12 anos ficou cega. Em Viana (ES), mais 11 meninas tiveram reações leves. E esses são apenas os casos registrados e que ganharam espaço na mídia. Os médicos não ligam diretamente os problemas com a vacinação, mas todos os casos aconteceram depois da aplicação da primeira dose. Algumas dessas meninas seguem internadas sem uma previsão de cura ou reestabelecimento da saúde. Tem algo errado aí, não tem?

No site do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) americano é possível encontrar informações e relatos sobre os efeitos adversos. Entre 2006 e 2013 foram distribuídas 57 milhões de doses e registrados 22 mil eventos adversos. Essas reações são as mesmas apontadas pelas meninas nas outras partes do mundo.

A vacina tem uma intenção positiva? Tem. Mas é importante que pais e pacientes tenham em mente os riscos que correm com sua aplicação. É obrigação dos profissionais de saúde clarearem essa questão, é obrigação do governo informar que existem riscos e que nenhuma vacina é 100% segura quando olhada em pequena escala. Os números em grandes populações são interessantes, mas cada vida perdida ou modificada tem um valor inestimável.

Se você tomou vacina ou conhece alguém que tomou, fique atenta às reações adversas e procure um médico o mais rápido possível. Se você teve uma reação desse tipo e está prestes a tomar a segunda dose, converse com um médico de confiança primeiro ou busque informações em estudos (no Centro Cochrane você encontra diversos estudos sobre milhares de temas, todos baseados em evidências científicas) e tome a decisão bem informada.

A decisão de se vacinar é sua e deve ser feita depois de conhecer os riscos que existem. Nossa obrigação, como cidadãos, é tomar o protagonismo da nossa saúde.

A assessoria do Ministério da Saúde nos enviou uma nota de esclarecimento. Leiam, informem-se, mas nunca deixem de tomar decisões tão importantes na nossa vida, como vacinação, sem pesquisar antes e buscar diversas fontes de informação. Veja a nota:

“O Ministério da Saúde reforça que a vacina contra o HPV é segura e recomendada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) para prevenção do câncer do colo do útero – terceiro tipo mais frequente na população feminina e terceira causa de morte de mulheres por câncer no Brasil. O Instituto Nacional do Câncer (INCA) estima a prevalência de 15 mil novos casos e cerca de 5 mil óbitos por câncer do colo do útero em 2014. 
 
A vacinação é utilizada como estratégia de saúde pública em outros 51 países, que já realizaram a aplicação de mais de 175 milhões de doses desde 2006, sem registros de eventos que pudessem pôr em dúvida a segurança da vacina.
 
Até o momento, mais de 4,3 milhões de meninas, entre 11 e 13 anos, receberam a primeira dose da vacina contra HPV, o que representa 87,3% da população prevista. A vacina estará disponível nos postos de saúde durante todo o ano. 
 
Para investigar os casos de possíveis eventos adversos de qualquer vacina do calendário nacional, o Programa Nacional de Imunizações mantém o Comitê Interinstitucional de Farmacovigilância de Vacinas e outros Imunobiológicos. Desde o início da vacinação, em março de 2014, 97% dos eventos associados à vacina contra HPV foram classificados como leve, reações como dor no local de aplicação, coloração avermelhada da pele, dor de cabeça. Foram confirmados 12 casos de reações alérgicas. Apenas dois casos estão sendo avaliados pelo Comitê para saber se a causa está relacionada ou não à vacinação.
 
No dia 4 de setembro, a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo recebeu 11 notificações de possíveis eventos adversos associados à vacina HPV, ocorrido no município de Bertioga. Destas, três adolescentes foram encaminhadas ao Hospital Guilherme Álvaro para avaliação neurológica e os exames realizados não apresentaram nenhuma alteração. As pacientes continuam sendo monitoradas pelo serviço de saúde. O fenômeno já foi observado em aplicações com outras vacinas injetáveis e nesse momento a hipótese diagnóstica tem associação com a ansiedade ao receber uma injeção (reação de ansiedade pós vacinação).
 
No estado de São Paulo, vários municípios receberem o mesmo lote e não se observou a ocorrência de qualquer evento adverso pós vacinação, sendo que desde o dia 1º de setembro já foram vacinadas cerca de 20 mil meninas. O Ministério da Saúde esclarece que não há indicação de suspensão deste lote e a vacinação deve continuar em todos os municípios do país”

 

Yahoo

Mulher morre após tomar até 8 litros de refrigerante todo dia por 8 anos

Uma mulher de 30 anos morreu repentinamente em Invercargill (Nova Zelândia) depois de tomar, diariamente, até oito litros de Coca-Cola durante oito anos, de acordo com o marido. Ele contou que Natasha Marie Harris, que tinha oito filhos, era viciada no refrigerante, consumido de dia, à tarde e à noite.

Christopher Hodgkinson diz que o vício na bebida a levou a esposa à morte, noticiou o “Southland Times”. Ele relatou que a mulher estava doente havia um ano antes do dia fatal, mas acrescentou não ter associado o estado dela ao consumo de Coca-Cola.

“Jamais pensei na Coca. Nunca considerei que ela faria mal a uma pessoa”, declarou.

Segundo o jornal, a autópsia de Natasha indicou problema grave no fígado, mas a causa da morte não foi estabelecida. Christopher insiste ter sido informado que a esposa sofrera um aneurisma por causa do consumo excessivo de refrigerante – pelo menos 4,5 litros diários.

George Adams, diretor da Coca-Cola na Nova Zelândia, disse que as alegações de Christopher são “claramente falsas”.

O Globo