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Testemunha relata que caminhão caiu de shopping de João Pessoa por erro humano, diz polícia

(Foto: Walter Paparazzo/G1)

Uma testemunha ocular da queda de um caminhão do 3º andar do edifício garagem do Manaíra Shopping, em João Pessoa, relatou em depoimento à Polícia Civil que o acidente aconteceu por erro humano, segundo o delegado da Delegacia de Acidentes de Veículos, Alberto Jorge. O caso aconteceu na sexta-feira (28) e o motorista morreu.

De acordo com o delegado, a testemunha era um funcionário da mesma loja para a qual o motorista trabalhava. Ele contou que a vítima tentou ligar o caminhão sem entrar no veículo, colocando a mão esquerda no pedal da embreagem e usando a direita para girar a chave.

No entanto, o caminhão estava em marcha e o motorista foi atingido pelo veículo. Ele teria caído no chão antes do caminhão quebrar a mureta e ficar pendurado no prédio. “É uma versão bem confiável porque ele estava lá, presenciou”, explicou o delegado.

A Polícia Civil ainda aguarda resultados da perícia e imagens do circuito interno de vigilância do shopping para confirmar a versão da testemunha e concluir a investigação sobre o acidente. “Eu espero que a gente consiga visualizar nas imagens”, comentou Alberto Jorge.

No dia do acidente, a assessoria do shopping havia informado que “as causas do acidente ainda serão investigadas e o estabelecimento está dando total apoio para a perícia, mas, o mais provável é que ele tenha ligado o carro com marcha, que arrancou e quebrou a mureta”.

O homem chegou a ser atendido pela equipe médica do shopping e, logo em seguida, pelo Serviço de Atendimento Médico de Urgência (SAMU). A equipe do SAMU prestou atendimento, fez massagem cardíaca, mas o motorista não sobreviveu. De acordo com a equipe que foi ao local, o homem morreu ainda no estacionamento.

G1

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Testemunha dá detalhes do caso onde suposto taxista atropelou e atirou contra ciclistas

videoUma testemunha, que preferiu não se identificar, contou como aconteceu o caso do taxista que atropelou e atirou contra ciclistas, em Manaíra, no último domingo  (11). De acordo com ele, que é morador da região, não há a possibilidade de ter ocorrido uma tentativa de homicídio, uma vez que os ciclistas esperaram a chegada da polícia e se identificaram.


Yves Feitosa

Testemunha quebra o silêncio, inocenta padrasto de Rebeca e acusa tenente; delegado do caso contesta

rebecaUma testemunha que preferiu não se identificar procurou a reportagem da TV Arapuan, para acusar um tenente da Polícia Militar, de ser o autor do assassinato da adolescente Rebeca Cristina, morta em 11 de julho de 2011. Ele inocentou o padrasto da jovem, preso do dia 22 de julho deste ano e disse ter visto o tenente acompanhado de outra pessoa junto com a adolescente no dia que ela foi assassinada.

De acordo com a testemunha, a jovem estava no banco da frente de um carro prata e não esboçava reação, aparentando conhecer as pessoas que a acompanhavam. O local onde o veículo tentou entrar só permite a passagem de veículos de tração animal, ou bicicleta, por isso, o carro precisou voltar de ré. “Olhei e vi duas pessoas, lembrei que era um rapaz que já tinha visto e no outro dia vendo um programa policial vi que se tratava do sumiço de uma menina encontrada estuprada e morta. Liguei 190 e 197 e o policial chegou com foto de outra pessoa que não era a que eu tinha visto”, disse.

Ele explicou que foi ouvido duas vezes pela Polícia e pelo Ministério Público e reconheceu a pessoa. Apesar disso, o processo continuou e apontou o padrasto da jovem como o autor do crime.

A testemunha explicou que não tem medo de represália por vir a público e disse que faz, pois se morrer, “a imprensa sabe quem foi”, afirmando que seria o suposto assassino da jovem. “Quando chegar no momento oportuno eu vou dizer na cara dele que é um assassino porque eu vi ele com a menina. Ele acha que o crime foi perfeito, mas foi burrice que ele fez das grandes, tirar a vida de uma pessoa inocente”, afirmou.

O outro lado

O delegado do caso, Glauber Fontes, afirmou que tem conhecimento do teor da declaração desta testemunha, mas desqualificou as acusações afirmando que ele já foi ouvido diversas vezes e que voltou atrás em diversos pontos, chegando a dar versões distintas. “Checamos o policial (que a testemunha indicou) ele fez exame de DNA e o resultado foi negativo, em seguida ele apresentou uma nova versão, cada vez que a tem contato com a investigação cria uma história diferente o que nos leva a crer que o objetivo é aparecer e não contribuir com a investigação”, disse.

A prisão temporária do padrasto foi decretada e nestes 30 dias e a polícia continua trabalhando para preencher as lacunas que faltam. “É preciso tempo para que a polícia trabalhe e evitar que pessoas ajam com injustiça”, explicou.

O promotor do caso, Marcos Leite, também desqualificou as declarações da testemunha, afirmando que só por estar no local do crime não quer dizer que está isento de comprometimento.

A respeito do envolvimento do tenente da PM, o promotor explicou que essa testemunha surgiu logo após o crime, foi ouvida porque teria visto uma pessoa com a menina e reconhecido por uma foto numa reportagem, mas quando foi levado a Central de Polícia deu informações desencontradas.

Entenda o caso

Rebeca Cristina, de 15 anos, foi violentada e assassinada em 11 de julho de 2011, no trajeto entre a casa da família e o Colégio da Polícia Militar, em Mangabeira VIII, Zona Sul de João Pessoa. O corpo da estudante foi encontrado com diversos tiros em um matagal na Praia de Jacarapé, Litoral Sul da Paraíba, na tarde do mesmo dia do crime.

Marília Domingues / TV Arapuan

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Marcadas para morrer: Presa e ameaçada de morte, testemunha ainda teme pela vida

kesiaDe testemunha a ré. Essa é a situação atual de Késia Furtado de Araújo, 32 anos, em Santana do Araguaia. Mesmo sem ser uma liderança dos trabalhadores rurais ou diretora do sindicato, Késia foi presa e, na cadeia, ameaçada de morte. Seu crime: defender Nádia Pinho, a principal líder dos acampados, em depoimento sobre o assassinato de um pistoleiro no município.

No presídio, Késia recebeu a visita da mulher do pistoleiro morto que trabalhava ali. “No dia em que cheguei ela foi falar comigo. Disse que estava esperando pela gente”, conta Késia, que passou a viver assombrada na cela.

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Nem de longe era o que imaginava quando participou da primeira ocupação de terras. O sonho de Késia Furtado sempre foi o de possuir um lote. “Fui nascida e criada na roça”, conta. “Casei com 18 anos e trabalhei uns dez anos como vaqueira em muitas fazendas, de carteira assinada e tudo. Sei montar, sei vacinar boi, sou apaixonada por terra”, diz ela.

Ney MarcondesA ‘vaqueira’ de fala ligeira e pele negra morava em Redenção, município vizinho a Santana do Araguaia quando ouviu falar de ‘umas terras’ em Ouro Verde, uma fazenda no município de Medicilândia, no sudoeste do Pará. Como tantas cidades surgidas durante a construção da rodovia Transamazônica, não se sabia bem a quem pertenciam as terras de Medicilândia, por isso, alvo de grilagens, invasões, ocupações. A fazenda Ouro Verde estava nesse cenário. “Fiquei lá durante seis meses, até que veio a ordem de despejo e tivemos de sair da fazenda”, diz Késia.

Separada do marido e desorientada pelo despejo, Késia mudou para Santana do Araguaia, ainda atrás de um pedaço de chão. “Fiquei sabendo das terras da Fazenda Nobel, conheci a Nádia (Pinho, coordenadora do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Santana do Araguaia) e consegui uma terra na Nobel para mim”.

Késia ergueu um barraco, cultivou ‘uma rocinha’ e acreditou que ‘as coisas iriam se aprumar’ no novo chão. “Até que chegou a primeira liminar de despejo e nós saímos, mas a Nádia reuniu todo mundo, dizendo que se fosse para nós sair despejados que a gente fizesse um acordo. Nem nós entrávamos no pasto, nem o fazendeiro tomava nossa roça”.

Durante um tempo, sob as bênçãos da Ouvidoria Agrária, em Brasília, o acordo foi cumprido. Até que jagunços a mando do fazendeiro entrassem no acampamento, queimassem barracos e destruíssem roças. Com uma liminar judicial favorável em mãos, os posseiros voltaram à fazenda. “Tornamos a levantar barracos e a plantar. Na época da colheita, fretamos um carro e fomos vender os produtos. Melancia, milho, abóbora estavam entre o que foi colhido”, conta.

Apenas dois posseiros permaneceram no local, enquanto o resto foi comercializar a safra no centro de Santana. “Dois homens chegaram e atiraram nos pés deles, mandando que eles ‘vazassem’ de lá”, diz Késia.

Foi o início de um ir e vir de mandados judiciais, ordens de despejo e liminares que ora permitiam ora proibiam a entrada dos posseiros. “Fomos postos de lá para fora umas três vezes”, diz ela. “Eu estava conversando com o Henrique, vice-presidente do sindicato, ouvindo sobre os processos da terra quando chegou um agricultor, o ‘seu’ Pedro chorando, dizendo que tinha sido humilhado por um jagunço. A partir daí ele passou a repetir todo dia que ia matar o ‘cabra’. Até que matou mesmo”.

Foi assim que o terror entrou na vida de Késia. Convocada para depor à polícia, defendeu Nádia Pinho, acusada de ter sido a mandante do assassinato. Quando soube do depoimento de Késia, ‘seu’ Pedro passou a acusá-la também, dizendo que ela, inclusive, teria fornecido a arma do crime. “De lá para cá minha vida virou só tumulto. Estou respondendo processo e tive de enfrentar a mulher do pistoleiro morto. A família dele está jurando vingança e passei a ser alvo deles também”, diz.

Késia já foi seguida uma vez. Não sabe dizer quem foi, mas passou a viver com medo. Em relação a fazenda Nobel, onde ainda espera ter um lote definitivo de terra, tudo é incerteza. “Ainda estamos esperando a decisão da Justiça. Por enquanto está tudo em suspenso para nós”.

 

Adital

Filho procura testemunha do acidente que matou sua mãe em Bananeiras e moradores reivindicam lombadas no Paraverum

vitimaPassados 15 dias desde o atropelamento que ocasionou a morte da idosa, Terezinha Maria de Jesus, na Rua Comendador Felinto Rocha, vulgo Paraverum, Severino Alves, filho da vítima, procura por alguém que tenha presenciado o atropelamento para ser testemunha.

Severino Alves esteve conversando com a redação do Bananeiras Online, pedindo para alguém, que viu o acidente, ser testemunha da morte de sua mãe, que faleceu após ter sido atropelada por um mototaxista, no dia 31 de março de 2013, em Bananeiras.

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“Já prestei queixa a Polícia, mas o problema é que, até agora, ninguém apareceu querendo ser testemunha do fato,” disse o filho da vítima.

O atropelamento aconteceu no Paraverum. Segundo informações, dona Terezinha estava no acostamento esperando a oportunidade para atravessar a rua, quando veio um mototaxista, descontrolado, e bateu na idosa, o acusado fugiu sem prestar socorro. Com grave ferimento na cabeça, a vítima foi socorrida pela equipe do SAMU e conduzida para o Hospital de Emergência e Trauma, em Campina Grande, porém, passados 15 dias em coma induzido, ela não resistiu aos ferimentos e teve morte cerebral neste último sábado (13).

A família clama por justiça, uma vez que o mototaxista continua trabalhando normalmente no centro de Bananeiras, pondo outras vidas em risco.

Comunidade reivindica lombadas no local do acidente

“Os órgãos públicos precisam tomar alguma providência, colocar lombadas nesse trecho, pois esta é a terceira pessoa que morre vítima de acidente, só neste local,” argumentou Severino Alves.

“As motos correm muito. É muito perigoso ficar aqui. Os motoqueiros não respeitam e correm demais, isso todos os dias. Esperamos que as autoridades tomem uma providência, porque não pode ficar do jeito que está”, disse uma moradora.

“Nós nos reunimos e fizemos um abaixo assinado em 2008, quando houve, aproximadamente, 12 acidentes naquele período, dois com vítima fatal, já estamos em 2013, e mais uma vida foi ceifada, quantas mais precisam morrer para que as autoridades tomem uma providência?” Questionou João Agostinho.

Veja abaixo assinado feito em 2008

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Abaixo assinado 05

Abaixo assinado 06

Bananeiras Online

Repórter diz que foi informado sobre ação de policiais contra testemunha do caso Gil Rugai

Nesta quarta-feira (20/2), durante o julgamento do ex-seminarista Gil Rugai o jornalista Valmir Salaro, da Rede Globo, afirmou que foi informado por uma autoridade de segurança pública que “policiais do DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa) teriam posto fogo na guarita de um vigia na rua Traipu, em 2004”, noticiou o UOL.

Crédito:Divulgação/ TV Globo
Salaro não revelou fonte que denunciou ação da polícia contra testemunha do caso
O vigia em questão é a única testemunha a identificar a presença de Gil Rugai no local em que o empresário Luiz Carlos Rugai e sua mulher, Alessandra de Fátima Troitino, foram mortos.
Salaro invocou o sigilo da fonte, previsto na Constituição Federal, e não disse quem informou a ele que policiais do DHPP teriam incendiado a guarita do vigia, considerado testemunha-chave no caso.
Segundo o jornalista, “a própria Corregedoria da Polícia Civil confirmou que investigava a denúncia de suposta participação dos policiais no episódio”.
Portal IMPRENSA