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Zika causa surdez em 6% de casos, diz estudo da Fiocruz

Peter Leone/Futura Press/Estadão Conteúdo
Peter Leone/Futura Press/Estadão Conteúdo

Um estudo realizado com 70 bebês de mães que contraíram zika registrou que quase 6% teve perda de audição, acrescentando o problema à lista de doenças que o vírus pode causar quando mulheres são infectadas durante a gravidez.

O estudo brasileiro, publicado nesta terça-feira no relatório semanal sobre mortes e doenças do Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos, confirmou relatos menos rigorosos sobre surdez entre bebês nascidos de mães infectadas pelo vírus da zika.

A descoberta é parte de um esforço para caracterizar de forma total as possibilidades que o vírus pode causar durante a gravidez. O vírus é mais conhecido por causar microcefalia, mas outros estudos indicam que a zika pode provocar outras anomalias cerebrais, problemas de visão e alterações nas juntas.

No estudo mais recente, uma equipe liderada pela doutora Marli Tenório e pelo doutor Ernesto Marques, da Fundação Oswaldo Cruz de Pernambuco, examinou registros de 70 bebês com microcefalia, cujas mães tiveram infecções confirmadas durante a gravidez.

Os pesquisadores descobriram que quase 6 por cento dos bebês tiveram perda de audição sem qualquer outra causa plausível.

Diversas outras infecções virais durante a gravidez podem causar perda de audição, incluindo rubéola e citomegalovírus, ou CMV. O estudo recente acrescenta o vírus da zika à lista.

Cientistas dizem que o vírus  agora pode ser considerado fator de risco para perda de audição, e crianças que foram expostas durante a gravidez e apresentam audição normal devem ser checadas regularmente para perda progressiva de audição.

A ligação entre o vírus e a microcefalia foi descoberta no Brasil em 2015 e já há mais de 1.800 casos confirmados.

Uol

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As doenças do mal político: miopia, surdez, incompetência, deslealdade

 

Marinho MendesFico observando a deslealdade de algumas pessoas que se intitulam de políticos, mas que na verdade não passam de sôfregos, ávidos avarentos pelas nossas abundantes  verbas públicas, entes desalmados e desprovidos da mais comezinha boa fé, desleais, enganadores, escroques da inocência de pobres e miseráveis e passo a provar o que ora verbero.

Eles não possuem nenhuma capacidade de planejamento, são míopes e incapazes de pensar a cidade onde querem governar, não lhes importam quais meios serão utilizados para tomar a prefeitura, a vaidade não permite, eu quero é ser prefeito, eis o grande projeto. Eles não sabem o que significa: uma licitação, um empenho, receitas, despesas, tributos. Ignoram o que seja despesa líquida corrente, fornecedores e folha de pagamento. Nunca procuraram saber antes da eleição quais as receitas e despesas da prefeitura cobiçada e danam a fazer promessas impossíveis até mesmo de serem colocadas num projeto, são promessas abertas, vazias, descontextualizadas, ou seja, são pessoas que sequer sabem o que são os problemas sociais da sua cidade.

Esses proxenetas, adoecidos desses males incuráveis, estranham o que sejam políticas públicas destinadas a melhorar a qualidade de vida dos munícipes, e o pior, não sabem planejar nada para o presente e muito menos para o futuro, eles desgraçadamente não sabem como ter uma cidade bonita, com acessibilidade, com praças, plantas e atrações para as crianças, os adultos e os idosos. Essas academias que você vê por aí, esse PETI, esse PRÓJOVEM, vem lá de cima, pois eles são incapazes de pensar o básico, tudo que chega de novidade vem pensado lá de Brasília, eles são enfermos arrogantes, que no seu mais sorumbático despreparo ainda lotam as prefeituras de parentes e aderentes sem visão de nada, e não conseguem enxergar um palmo à frente dos seus narizes e aí a derrocada tá feita, são quatro anos de atraso e de difícil resgate.

Eles, desonestos, dizem depois que não podem, que é difícil, mas que na campanha, de forma descarada e profundamente desleal, pois na ânsia abjeta de ter as chaves do cofre municipal, nunca pensaram nada com seriedade, a prova é que  muitos, após 10 meses de governo, nada fizeram, já que nada tinham em suas mentes enfermas, mas na eleição, de forma esquizofrênica e chocantemente desleal,  se propunham a transformarem suas terras em verdadeiros Jardins do Éden, como disse Deus a Abraão: “Saia da tua casa e te darei uma terra onde jorre leite e mel”, eles também na mais deletéria falta de ética, de decoro elementar que deve orientar o senso moral, também o fizeram, prometeram leite: abundãncia, emprego, renda e mel: amor, acolhimento, boa saúde, boa política para a agricultura, educação e outras gabolices irresponsáveis, e agora dizem que a situação das prefeituras são deploráveis, numa demonstração inconteste de que desconheciam a realidade da comuna.

Seus ouvidos não ouvem os gritos dos sem casa, dos sem saúde, dos sem educação, dos sem alimentos, das crianças e adolescentes em situação de risco e de vulnerabilidade, eles não possuem olhos para verem as crianças esmolando nas ruas e por isto mesmo abusadas sexualmente, e nem enxergam mulheres de pés no chão rogando um óbulo pelas feiras e pelas ruas.

Se perguntarem a eles como gerar emprego e renda, a resposta não virá, o doente incompetente e desleal, é capaz de fazer um discurso de meia hora, de forma debochada dizendo que já fez muito, pois em matéria de troçar e zombar da inteligência alheia, eles são exímios equilibristas e sabendo que boa parte do eleitorado se submete á desonra de venderem suas dignidades por vinténs na próxima eleição, fazem isto sem o mínimo dos pudores.

De forma que míopes, surdos, desleais e incompetentes, vão levando atraso, humilhação, mau exemplo às suas Urbes, de cuja tardança de capacidade administrativa, retira a autoestima, o amor e a identidade dos seus povos e mergulhados na embriaguez da insolência, do egocentrismo, sem nenhuma vergonha, fazem bazófia quando recebem uma máquina, um veículo ou qualquer humilhante caridade vindas de Brasília e nas suas angustiantes doenças, miopia, surdez, incompetência e deslealdade, não escutam as vozes de reprovação das ruas e ainda atrevidos e abusados, desfilam com potentes automóveis pagos pelo povo, nos buracos das artérias de suas cidades enganadas e castigadas por mãos tão abjetas e extremamente doentes.

 

 

Marinho Mendes – promotor de justiça

Índice de surdez cresce na Paraíba

Em 10 anos, a quantidade de pessoas que apresentam algum problema auditivo aumentou em 50,44% na Paraíba. O total saltou de 152.977 em 2000 para 230.140 em 2010, segundo dados do Censo Demográfico realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os números confirmam uma preocupação antiga dos especialistas. Eles advertem que a poluição sonora está causando sérios danos auditivos à população. Amanhã será Dia Nacional de Combate e Prevenção à Surdez.

De acordo com o IBGE, dos 230.140 habitantes da Paraíba que possuem algum problema para ouvir, 181.762 enfrentam uma pequena dificuldade para escutar; outros 41.908 têm muita dificuldade para entender os sons e outros 6.470 são completamente surdos. As mulheres são as mais atingidas. Elas somam 115.961 do total de moradores que sofrem alguma dificuldade para escutar. Já os homens representam 114.179 indivíduos.

Apesar das faixas etárias mais atingidas serem as que ultrapassaram os 30 anos, a incidência é grande entre crianças e adolescentes. Dos 6.470 habitantes que são totalmente surdos, há 1.044 com idades abaixo de 14 anos. Entre aqueles que enfrentam grande dificuldade para ouvir, há 1.954 nessa faixa etária. Já entre os que têm alguma dificuldade para ouvir, os menores de 14 anos correspondem a 11.952 pessoas.

Para o presidente da Sociedade Paraibana de Otorrinalaringologia, Erich Cristiano Madruga de Melo, a incidência de problemas auditivos entre crianças e adolescentes é alta porque essa faixa etária da população está mais exposta ao excesso de ruídos. Ele conta que a situação está se agravando com a chegada de aparelhos eletroeletrônicos, que emitem sons.

“É muito comum entre os jovens o uso de aparelhos de música, que é ouvida com ajuda de fones de ouvido e em volume alto.

Muitos desses equipamentos não indicam a intensidade do som e o usuário acaba se expondo por muito tempo a um excesso de ruído prejudicial à saúde”, disse o especialista.

O médico acrescenta que o excesso de barulho provoca a morte de células consideradas vitais para a audição. Ele explica que não há meio de reverter esse quadro. “Quando a célula morre, o dano já foi causado e não há como recuperar mais isso. O que se pode fazer é reduzir a exposição ao ruído. Só assim é possível interromper o processo prejudicial e impedir que novas células morram”, detalha.

Os danos aparecem com o passar do tempo e se agravam ainda mais quando a pessoa chega à velhice. Não existe medicação e há apenas uma cirurgia que pode reverter o quadro de surdez, mesmo assim, o procedimento só é indicado em casos extremos. “Em casos de problemas de surdez de pequena ou média gravidade, a pessoa precisa usar aparelhos auditivos pelo resto da vida. Assim como ocorre com os óculos”, acrescentou o médico.

Os zumbidos no ouvido são os primeiros sinais de que algo está errado com a audição. Segundo a fonoaudióloga e professora da Universidade Federal da Paraíba Marine da Rosa, a perda da audição é progressiva e os zumbidos já indicam que o ouvido foi danificado. “Antes, a nossa preocupação era apenas com os trabalhadores de ambientes ruidosos, agora, nossa atenção é com as pessoas que se expõem a sons muito altos, durante as atividades de lazer, como aqueles frequentadores de casas de shows”, observa.

“A nossa recomendação é que as pessoas se conscientizem e adotem cuidados para evitar os danos do excesso do ruído. Não ficar muito tempo em ambientes barulhentos e usar protetores auriculares que filtram suavemente o barulho são algumas medidas que podem prevenir esses problemas”, acrescenta.

jornaldaparaiba