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Conta de energia deve subir com tarifa amarela

luzPor conta de uma usina termelétrica que foi acionada no Nordeste, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), deverá anunciar no final da tarde desta sexta-feira, o acionamento da bandeira amarela nas tarifas de energia. Serão R$ 2,00 por cada 100 quilowatts/hora (KW/H) de consumo.

Na semana passada, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou um ajuste no valor das bandeiras tarifárias a vigorar em 2017. O valor de cobrança pela bandeira amarela subiu de R$ 1,50 para R$ 2,00 para cada 100 quilowatt-hora (kWh) consumidos e a vermelha em patamar 2 caiu de R$ 4,50 para R$ 3,50. A vermelha patamar 1 ficou inalterada em R$ 3,00. Com isso, a cobrança mínima subiu, mas a máxima caiu. A bandeira verde não gera custo extra.

O sistema de bandeira tarifária foi criado pelo governo para mitigar os custos de energia de curto prazo em 2014, no auge da crise hídrica no país, quando foi necessário acionar mais usinas termelétricas, aumentando o custo de geração de energia.

O sistema entrou em vigor em 2015 e, mensalmente, há uma classificação da geração de energia. Verde ocorrerá quando há muita energia hidrelétrica, mais barata, e o custo de energia será mantido, sem aumento. Amarelo quando o sistema estiver utilizando algumas termelétricas, mais caras, exigindo a cobrança de R$ 2,00 por cada 100 kwh. E, quando o país estiver utilizando muita energia de termelétricas, haverá as bandeiras vermelhas 1 e 2, aumentando a conta de luz em R$ 3 e R$ 3,50 a cada 100 kwh, respectivamente.

O Globo

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Preço do botijão de gás deve subir, diz presidente da Petrobras

gásO presidente da Petrobras, Pedro Parente, admitiu nesta terça-feira (1º) que a redução de subsídios ao GLP, o gás de cozinha, pode aumentar o preço do botijão para o consumidor. Ele considerou, no entanto, que o impacto deve ser “pequeno”.

“O impacto que a gente calcula que possa ter é de 50 centavos, em alguns lugares até menos que isso”, disse Parente, enfatizando a expectativa de que o eventual reajuste no preço “seja contido nessa dimensão”.

Parente destacou ainda que a Petrobras não alterou o valor do GLP. “O que está sendo feito é uma mudança realizada na logística. Não houve reajuste do GLP, a tabela [de preços] é exatamente a mesma”.

O presidente da Petrobras explicou que o objetivo da companhia foi eliminar os subsídios cruzados no âmbito da logística do gás, viabilizando novos investimentos na própria logística.

“O objetivo é que você possa ter em relação às empresas que compram o gás um preço justo pela infraestrutura da Petrobras que elas utilizam”, disse.

A Petrobras informou mais cedo que alterou os contratos de fornecimento de GLP. Segundo a estatal, alguns subsídios dados às distribuidoras foram reduzidos, o que poderá elevar o preço do botijão. Hoje, os preços são livres.

Por meio de nota, a Petrobras estimou que o impacto sobre os preços do botijão de 13 kg – referência para uso residencial – é de R$ 0,20 por unidade, na média do país. “Isso representa 0,36% no preço de um botijão que custe R$ 55, por exemplo. De acordo com cálculos internos, o impacto máximo, desconsiderando a média nacional, não ultrapassará R$ 0,70 por botijão em nenhum ponto do país.”

Caberá às distribuidoras e revendedoras decidir se absorverão o possível aumento causado pelo fim dos incentivos ou se repassarão o custo aos consumidores, de acordo com a petroleira.

O Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo (Sindigás) informou por meio de nota que desconhece eventuais impactos nos custos das suas associadas ou mesmo em suas políticas de preços. Por isso, considera cedo e irresponsável falar em impacto no varejo, já que o preço do GLP é livre, não sujeito a tabelamentos, cabendo ao consumidor final pesquisar o melhor serviço e preço (veja a nota na íntegra ao final da reportagem).
Questionada sobre a medida se traduzir em um corte de despesas, a Petrobras disse que alterou os contratos de fornecimento para “melhor refletir custos de logística que tipicamente deveriam por elas ser cobertos, mas que eram suportados pela companhia”.
Reajuste de combustíveis
No mês passado, a Petrobras informou que reduziria o preço da gasolina e do diesel nas suas refinarias, pela primeira vez desde 2009. A companhia decidiu reduzir o preço do diesel em 2,7% e da gasolina em 3,2% na refinaria.

 

Segundo a petroleira, se a redução aplicada na refinaria fosse integralmente repassada ao consumidor final, na bomba dos postos, o diesel poderia cair 1,8%, ou R$ 0,05 por litro. Já a gasolina pode cair 1,4%, ou R$ 0,05 por litro.

Na semana passada, o preço médio do litro da gasolina no país caiu menos de um centavo, segundo levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), duas semanas após anúncio da Petrobras de redução de preços.

Na semana encerrada no dia 29 de outubro, o preço médio do combustível para o consumidor ficou em R$ 3,669 – queda de apenas R$ 0,002 em relação à semana terminada em 22 de outubro, quando o preço era de R$ 3,671.

Veja a nota do Sindigás:
“É fato que a Petrobras notificou as empresas distribuidoras de Gás LP, por meio do seu canal cliente, sobre novos preços que deverão ser praticados já no dia 1º de novembro de 2016. Assim, concebemos que a causa do possível aumento deve ter relação com os novos contratos da Petrobras.

 

Destacamos que o Sindigás desconhece os eventuais impactos desses novos contratos nos custos das suas associadas, ou mesmo em suas políticas de preços. Por essa razão, entendemos que é cedo e irresponsável afirmar que haja real impacto no varejo, lembrando que o preço do GLP é livre, não sujeito a tabelamentos, cabendo ao consumidor final pesquisar o melhor serviço, não necessariamente, somente, o melhor preço”.

G1

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Tarifa de energia deve subir no mês de setembro na PB, prevê Energisa

tarifa-energisaEstá previsto para o mês de setembro o aumento no preço da tarifa de energia na Paraíba. Segundo a assessoria de imprensa da Energisa em João Pessoa, o reajuste acontece todos os anos por indicação da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Com a falta de chuvas e o aumento no consumo de energia, além dos abastecimentos muito abaixo da quantidade mínima de água, a possibilidade é que a tarifa volte a apresentar a bandeira amarela na conta. De acordo com a Energisa, o reajuste deve ser anunciado até o final desta semana.

De acordo com o presidente do Conselho de Consumidores da Energisa Paraíba (CCEPB), Luiz Carlos Carvalho, “ao contrário do que muitos acreditam, a crise energética não acabou, ela apenas saiu do foco. Esse retorno da bandeira amarela mostra que nossos reservatórios ainda não atingiram os níveis adequados”, disse.

Luís Carlos explica que o aquecimento da economia e consequentemente o aumento do consumo previstos pelo Governo Federal vão forçar o acionamento das usinas termelétricas que produzem energia mais cara e poluente.

G1 PB

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Inflação medida pelo IPCA-15 volta a subir e fecha últimos 12 meses em 8,93%

inflaçãoA prévia da inflação oficial do país, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) voltou a acelerar este mês, ao subir 0,14 ponto percentual e passar de 0,40% para 0,54% entre junho e julho deste ano. Com o resultado, o IPCA-15 acumula alta de 8,93% nos últimos doze meses – resultado, no entanto, que chega a ser 0,05 ponto percentual inferior ao da taxa acumulada nos 12 meses imediatamente anteriores: 0,98%.

Os dados foram divulgados hoje (21) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e indicam que o total acumulado no ano é de 5,19%, bem abaixo dos 6,9% registrados em igual período do ano anterior. Em julho de 2015, a taxa havia sido 0,59%.

Peso dos alimentos
Mais uma vez os preços dos alimentos continuam pressionando a inflação, chegando a subir 1,45% na relação com a prévia de junho, exercendo 0,37 ponto percentual sobre a alta do mês. Com alta de 0,37% em julho e participação de 69% do IPCA-15 no mês, o grupo alimentação e bebidas acusou a mais elevada variação para os meses de julho desde a alta registrada em 2008: 1,75%.

Também mais uma vez o feijão-carioca, cujos preços subiram, em média, 58,06%, foi, isoladamente, o item que exerceu o maior impacto no índice do mês, 0,18 ponto percentual. Em Goiânia, o quilo do produto aumentou 81,03%, em Brasília (62,69%), em Salvador (61,69%) e em Fortaleza (60,63%).

Segundo o IBGE, os demais tipos de feijão também apresentaram aumentos significativos nos preços. O mulatinho passou a custar, em média, 45,94% a mais, o preto subiu 34,23% e o fradinho, 11,78%.

 

Agência Brasil

 

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Casos de microcefalia não param de subir na PB e já são 125, com 11 mortes

(Foto: Sumaia Villela/Agência Brasil)
(Foto: Sumaia Villela/Agência Brasil)

Saiu de 119 para 125 o número de casos de microcefalia confirmados na Paraíba, entre a semana passada e esta terça (17), conforme divulgado pela Secretaria. De agosto de 2015 até a segunda semana de maio de 2016, o estado registrou 881 casos de microcefalia em 135 municípios. Destes casos, 125 foram confirmados com base nos laudos dos exames de imagem e/ou resultados de exames laboratoriais para detecção do vírus zika; 418 descartados para a microcefalia relacionada à infecção congênita e 338 são investigados.

Dos casos notificados na Paraíba, 24 evoluíram para óbito, sendo confirmados 11, nos municípios de Sapé (2); São José do Sabugi (1); São João do Rio do Peixe (1); Santa Rita (2); Olivedos (1); Juazeirinho (1); João Pessoa (1); Conde (1) e Campina Grande (1). Três foram descartados e 10 estão sendo investigados.

O governo do Estado, por meio da SES, informou que vem desenvolvendo uma série de atividades de combate ao mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya, o Aedes aegypti. Dentro da ação de visitas domiciliares, de janeiro até o início de maio, foram visitados 2.849.704. Ainda foram trabalhados 2.382.967 e 305.206 estavam fechados.

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Para intensificar as atividades, o Estado conta com o apoio do Exército Brasileiro, Corpo de Bombeiros, Marinha do Brasil, Polícia Militar, além dos Agentes Comunitários de Saúde e de Endemias.

De dezembro de 2015 até abril de 2016 foram registradas na Sal de Situação 1149 denúncias da população de 55 municípios sobre possíveis focos do mosquito Aedes aegypti (transmissor da dengue, zika, chikungunya).

A Sala de Situação funciona no Espaço Cultural, de segunda a sexta-feira, das 8h às 16h30, com a presença de representantes da Gerência de Vigilância Ambiental, da SES; Defesa Civil; Polícia Militar; Exército Brasileiro e Corpo de Bombeiros.

Das 1149 denúncias, 919 foram por meio do Aedes na Mira; 81 pelo telefone fixo; 74 via central de atendimento; 37 por celular; 29 pelo Whatsapp; seis por e-mail e três por redes sociais.

Além do aplicativo para dispositivos móveis, as denúncias podem ser registradas por meio da Central de Atendimento, pelos números 3218-7303/ 7603/7713 e 0800-281-0023 e 9-8822-8080.

 

 

portalcorreio

Volta a subir o número de brasileiros que trabalham sem carteira assinada

carteira-de-trabalhoA crise econômica está deixando marcas no mercado de trabalho.

Conseguir um emprego formal com carteira assinada. Antes da crise isso não era um grande problema, mas agora virou um desafio. Com a queda na atividade econômica, mais e mais brasileiros estão ficando sem o trabalho formal.

Em setembro, a taxa de desemprego medida pelo IBGE atingiu 7,6%, bem mais do que no ano passado. Se o emprego formal tá caindo, o informal vem aumentando desde 2014. Foi o que constatou o Ipea, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada do Governo Federal.

No primeiro semestre de 2015, a informalidade ficou, na média, em 44,5% – um aumento de 0,5 ponto percentual em relação ao mesmo período do ano passado. Atingiu mais homens do que mulheres, principalmente os mais escolarizados, com ensino médio completo, e os mais jovens, com menos de 25 anos de idade. Gente que, fora do mercado com carteira assinada, perde os direitos trabalhistas garantidos por lei.

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“Quem está dentro está bem protegido, mas quem está fora, numa situação de crise, fica mais difícil entrar pra essa rede de proteção – e aí, acaba tendo o emprego eventualmente até mais precário mesmo”, afirmou o economista Eduardo Zylberstajn.

Não é difícil a gente ver na rua o reflexo da crise econômica no emprego. A Avenida Paulista, nos últimos meses, vem ganhando novos personagens. Na banda mostrada no vídeo, dos três integrantes, dois ficaram recentemente desempregados.

O baixista Renan é, na verdade, analista de marketing. Perdeu o emprego no começo do ano e até agora não conseguiu outro trabalho formal.

“O mercado traz muito mais segurança, traz uma base pra você, mas a gente tem que arrumar uma forma de sobreviver, a gente tem que arrumar uma forma de manter a moeda entrando e girando dentro do nosso próprio bolso”, disse Renan Campos, analista de marketing.

Vitor, o guitarrista, é técnico de som. Três meses atrás, trabalhava numa metalúrgica.

“A gente acaba levando um pouco de dinheiro pra casa ainda, pra poder pagar alguma conta, alguma coisa assim”, contou Vitor Mulinário, técnico de som.

Vanessa é contabilista. Há dois anos tenta, tenta mas não consegue um trabalho na área. Virou chapeira de uma barraca de sanduiches.

JN

Salário de parlamentares deve subir para R$ 33 mil

dinheiroNa última semana de trabalhos legislativos de 2014, os parlamentares terão uma pauta extensa para se debruçar na Câmara e no Senado. Itens como a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), na pauta desta terça-feira do Congresso, e a proposta orçamentária de 2015 estão entre as prioridades. Poucos assuntos, no entanto, interessam tão diretamente aos congressistas do que o projeto que eleva seus vencimentos dos atuais R$ 26,7 mil para R$ 33,7 mil. Igual valor deve ser estendido aos ministros de Estado e à presidente Dilma Rousseff. O reajuste, de 26,33%, equivale à reposição da inflação acumulada, segundo o IPCA, nos últimos quatro anos, período em que os parlamentares não receberam aumento salarial.

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Para valer, o texto precisa ser votado pelas duas Casas e depois promulgado – por ser um decreto, não passa pelo crivo presidencial para entrar em vigor. A proposta deve ser apresentada oficialmente pelo presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), em meio às discussões sobre o aumento da remuneração dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e do procurador-geral da República – dos atuais R$ 29,4 mil para R$ 35,9 mil. Esses dois vencimentos servem de teto para o funcionalismo público. O projeto que aumenta a remuneração de magistrados e procuradores aguarda a votação no plenário da Câmara.

Autores da proposição, o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Ministério Público da União (MPU) alegam que o valor pretendido é resultado da reposição das perdas inflacionários, de 2009 a 2013, somada à projeção do IPCA para 2014. Só o reajuste para os magistrados e integrantes do Ministério Público da União deve causar efeito cascata aos cofres públicos de R$ 875 milhões por ano. Mas, somado ao aumento do Legislativo, que também deve se refletir nos legislativos estaduais, o impacto financeiro deve passar de R$ 1 bilhão.

Lobby da magistratura

Os juízes, no entanto, reivindicam mais. Eles cobram a aprovação de uma proposta de emenda constitucional (PEC 63/2013), que aguarda votação no plenário do Senado, que prevê um adicional por tempo de serviço que pode aumentar em até 35% a remuneração de magistrados e integrantes do Ministério Público. Na Câmara, entidades que representam a categoria esperam pela aprovação da proposta que cria a chamada gratificação de substituição para magistrados que acumularem funções por mais de três dias úteis.

O benefício, que foi vetado em outra proposição pela presidente Dilma, pode engordar em até um terço o contracheque dos integrantes do Judiciário que atuarem, por exemplo, em mais de uma corte ou substituírem colegas em férias ou licença. Com o aumento do reajuste e os outros dois benefícios, magistrados poderão receber até R$ 50 mil por mês. Ou seja, acima do teto constitucional. O governo federal resiste às duas mudanças, alegando que elas implicarão impacto financeiro bilionário aos cofres públicos.

 

Congresso em Foco

 

Mantega confirma reajuste da tabela do IR e diz que gasolina deve subir

Imagem ilustrativa
Imagem ilustrativa

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou nesta terça-feira (2) que tentará novo reajuste da tabela do Imposto de Renda. Disse também que “todo ano tem aumento da gasolina” e que “este ano não deve ser diferente”.

O reajuste da tabela do Imposto de Renda em 4,5% em 2015 estava em vigor até a última sexta-feira (29) por meio da medida provisória 644, que foi enviada ao Congresso por ocasião do Dia do Trabalho. Ela perdeu validade porque não foi votada.

“Vamos resolver isso com alguma nova lei. Isso vamos verificar. Não vamos deixar sem essa revisão da tabela. Ainda não tem uma definição como vamos encaminhar isso”, disse o ministro da Fazenda após ser questionado por jornalistas.

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A tabela do Imposto de Renda é corrigida anualmente em 4,5% desde 2007. O percentual de 4,5% é o que o governo estabelece como meta para a inflação anual. Representantes dos trabalhadores, porém, têm pedido nos últimos anos uma correção maior da tabela, alegando que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), utilizado como referência no sistema de metas de inflação, tem ficado acima da meta central. Em 12 meses até julho, o índice ficou em 6,5%.

Reajuste da gasolina
Questionado se haveria aumento no preço da gasolina ainda neste ano, Mantega afirmou que “todo ano tem aumento da gasolina”. “Este ano não deve ser diferente. Ano passado tivemos dois aumentos de gasolina. Não há uma regra fixa, mas todo ano pode ter um ou dois aumentos de gasolina”, declarou o ministro da Fazenda.

No ano passado, foram feitos dois reajustes nos preços da gasolina. O primeiro aconteceu em janeiro, quando a Petrobras reajustou o diesel em 5,4% e a gasolina, em 6,6%. O último ocorreu no fim de novembro, quando a Petrobras anunciou que os preços da gasolina e do diesel foram reajustados nas refinarias. Na ocasião, a alta foi de 4% para a gasolina e de 8% para o diesel.

 

Alexandro Martello

Energia e gasolina vão subir mais em 2014

gasolinaA conta de energia e dos combustíveis pagos pelo brasileiro deve ficar mais alta que o previsto inicialmente pelo Banco Central. Na ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), divulgada ontem a instituição revisou de 9,5% para 11,5% o reajuste na tarifa de eletricidade para 2014. O BC ainda registrou aceleração nos preços da gasolina, cuja projeção triplicou entre fevereiro e abril, de 0,6% no ano para 1,8%. O gás de botijão também subiu, passou de 0,3% de elevação para 0,5%.
Apesar desses números mais altos, sobretudo de energia, a previsão do Banco Central para o reajuste nas tarifas públicas em 2014 ficou estável em 5%. O impacto de alta foi absorvido por mudanças nas previsões para as tarifas de telefonia fixa, que passaram de reajuste zero para queda de 4,2% no ano.

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Com isso, as projeções para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) no ano recuaram, mas ainda permanecem acima do objetivo perseguido pelo BC, uma taxa de 4,5%. O valor da previsão da autoridade monetária, no entanto, não foi divulgado, ele será conhecido apenas no fim do mês, quando a instituição divulgará o Relatório Trimestral de Inflação.
CÂMBIO
A desaceleração da inflação oficial e das previsões foi influenciada também pelo câmbio. A instituição vê um dólar mais favorável ao custo de vida. Até a reunião do Copom de fevereiro, a instituição trabalhava com uma cotação de R$ 2,40 como premissa. No encontro do colegiado de abril, essa taxa foi diminuída para R$ 2,30. Agora, a instituição passou a usar um dólar a R$ 2,20.
A diretoria do BC sinalizou ainda que, além de um crescimento mais modesto para o ano, também vê o fim de pressões decorrentes de choques de alimentos e da alta do dólar ante o real.
PREÇOS
A ata do Copom explicou que a elevada variação dos índices de preços ao consumidor nos últimos 12 meses contribuiu para que a inflação mostre resistência. Segundo a diretoria do BC, esse movimento foi influenciado por realinhamentos de preços domésticos em relação aos internacionais e de preços administrados em relação aos livres. “Para combater essas e outras pressões inflacionárias, nos últimos 12 meses as condições monetárias foram apertadas”, disse a instituição em um trecho do documento.
Flávio Serrano, economista do Espirito Santo Investment Bank, espera um novo ciclo de aperto monetário na virada para 2015. “Está pesando o lado da atividade. Então ele parou e deve ficar aguardando a evolução do cenário econômico. Ele crê em desaceleração da inflação para algo entre 5% e 5,5%. Nós não esperamos isso. Esperamos novas pressões”, disse Serrano.

Rádio Vermelho

Lucélio diz que Couto se comprometeu a subir no palanque de Vené quando Lula e Dilma vierem à PB

cartaxoO pré-candidato a senador e presidente municipal do PT, Lucélio Cartaxo, garantiu que o deputado federal Luiz Couto (PT), vai subir no palco de Veneziano, ainda que seja apenas quando Dilma e Lula estiverem.

Lucélio esteve reunido com Couto e afirmou que mostrou para o parlamentar, a importância de ter um senador representando o PT na chapa e que o partido que eles estão apoiando faça parte da base de Dilma. “O deputado Luiz Couto entendeu o processo e a necessidade de ter um partido unido e forte. Foi uma reunião tranquila. Ele vai nos apoiar na candidatura ao senado e se comprometeu com a pré-candidatura”, diz.

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Em relação a Veneziano, Lucélio destacou que Couto se comprometeu a subir no palanque quando Dilma e Lula vierem e também destacou que não iria entrar em confronto com Veneziano. “Isso é um avanço muito grande”, destacou.

paraiba.com