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Realize o sonho de estudar no exterior fazendo refinanciamento imobiliário

Muitos estudantes brasileiros têm o sonho de estudar no exterior. O problema é que muitos deles desistem quando começam a planejar, eles se assustam com os valores cobrados pelas instituições em vários países. Uma das maneiras de conseguir arcar com os custos e realizar este sonho é o refinanciamento imobiliário.

Para lhe ajudar a planejar e realizar o sonho de estudar fora, separamos algumas dicas. Vamos listar os valores cobrados por algumas instituições de ensino pelo mundo e também citar quais são os países mais acessíveis. Além, de claro, explicar como fazer um refinanciamento imobiliário para conseguir estudar no exterior.

Quanto custa estudar no exterior?

Com o real desvalorizado, o custo para estudar no exterior só se eleva. Por isso, pegamos os valores cobrados para estrangeiros nas principais universidades do mundo. Confira abaixo:

Estados Unidos

Estudar nos Estados Unidos é o grande sonho de muitos estudantes. Pensando nisso, checamos os custos das duas principais universidades do país. Confira abaixo:

  • Universidade de Harvard: US$ 73.800, na conversão para reais dá um montante de pouco mais de R$ 283 mil (com todas as taxas, moradia, transporte, etc).
  • MIT: US$ 70.240 com todas as taxas e despesas inclusas, o que dá cerca de R$ 270 mil.

Eu sei que os valores acima, pode ter assustado, mas na média, tanto em faculdades particulares como públicas nos Estados Unidos, o custo gira em torno de US$ 10 mil (cerca de R$ 38 mil) e US$ 30 mil (cerca de R$ 115 mil).

Também existem universidades comunitárias que cobram por um sistema de crédito/hora. O valor de um crédito/hora gira em torno de US$ 159 (cerca de R$ 610).

Europa

A Europa também é o sonho de muitos estudantes que pensam em cursar uma universidade fora do país. Confira abaixo a média de custos para estudar em três dos principais países da Europa:

Alemanha

A grande maioria das universidades públicas alemãs não cobram mensalidade de alunos estrangeiros, seja para cursos de graduação ou mestrado. Uma vantagem é que na maioria dos cursos, as aulas são em inglês. A exceção é a universidade de Daden-Wurtemberg, que cobra cerca de 20.000 mil euros (cerca de R$ 86 mil).

O custo de vida mensal com todas despesas incluídas na Alemanha pode chegar a 800 euros por mês (cerca de R$ 3.500). O governo alemão permite que os universitários brasileiros trabalhem 120 dias em período integral ou 240 dias em meio período para reduzir os custos.

França

Com o alto investimento do governo francês em educação, o país só tem universidades públicas e os estudantes estrangeiros, geralmente, só arcam com a taxa de matrícula, que em média custa, 184 euros (cerca de R$ 800).

De acordo com o governo francês, o custo médio mensal gasto por universitários no país é de 430 euros (cerca de R$ 1.850). Assim como na Alemanha, os estudantes estrangeiros podem trabalhar para reduzir os custos. Na França, a carga máxima de um universitário em um emprego de tempo integral pode ser de 964 horas por ano.

Portugal

Portugal se tornou um dos destinos mais queridos pelos brasileiros nos últimos anos. E estudar no país virou o sonho de muitos estudantes, principalmente, por que cerca de 30 universidades do país aceitam a nota do ENEM.

As universidades públicas em Portugal são pagas e o valor varia de acordo com o curso e a instituição escolhida. A propina (nome dado as taxas de matrículas) custa em média entre 2.000 mil e 7.000 mil euros (algo entre R$ 8.500 e R$ 30 mil).

Em relação aos custos em relação as despesas mensais, um quarto no alojamento da universidade custa em média 150 euros (cerca de R$ 650 por mês). As universidades também possuem restaurantes populares, com valor médio de refeição de 2,50 euros (cerca de R$10). Estudantes de até 25 anos também possuem desconto no valor dos transportes.

Como usar o refinanciamento imobiliário para estudar fora do país?

O refinanciamento imobiliário é uma modalidade de crédito. Na operação, você oferece um imóvel como garantia de pagamento do empréstimo. O valor do crédito pode chegar a até 60% do valor total do imóvel.

Num exemplo básico, uma casa avaliada em R$ 300 mil pode lhe render crédito de até R$ 180 mil, valor suficiente para arcar com os gastos em muitos países do mundo e realizar o sonho de estudar fora.

Por ter garantias, os bancos e financeiras oferecem opções de refinanciamento imobiliário com prazo estendido e juros menos que outras modalidades como o empréstimo pessoal, por exemplo.

Essa pode ser uma maneira viável de realizar o seu sonho de estudar fora do Brasil e não passar perrengue em outro país, além de ter uma ideia dos custos mensais e do prazo para pagamento do refinanciamento definidos antes da sua viagem.

 

Conteúdo Gear Seo

 

 

“Realizei um sonho”, diz eleito após décadas tentando chegar à Prefeitura

sobrinhoApós décadas tentando chegar ao poder, o empresário Antônio da Silva Sobrinho (PSD) disse que “realizou um sonho” ao vencer as eleições pela primeira vez no município de Alagoa Grande, no Brejo paraibano.

“Eu realizei o sonho da minha vida e vou trabalhar dia e noite pelo povo de Alagoa Grande”, afirmou.

O novo obteve 7.474 votos (46,67%)  nas urnas e chega ao poder após uma divisão do  grupo político liderado pelo atual prefeito Bôda (PR).

Boda abriu mão da reeleição em cumprimento a um acordo com o seu vice, Beto do Sindicato (PT).

No entanto, o petista não conseguiu o apoio dos aliados do prefeito que migram para a candidatura de Sobrinho.

Beto do Sindicato conseguiu apenas 1.837 votos no pleito.

Roberto Targino com informações de Cristiano Alves

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Botafogo joga bem, afunda Corinthians e alimenta sonho por Libertadores

A atuação dominante do Botafogo no Estádio Luso-Brasileiro, neste sábado (01), resultou em vitória por 2 a 0 sobre um desorganizado Corinthians. Com gols de Neilton e Diogo na 28ª rodada do Campeonato Brasileiro, o time carioca alimenta em seu torcedor o sonho com algo que antes parecia impensável: uma vaga na Copa Libertadores.

Faltando dez rodadas para o final do torneio, o Botafogo tem 41 pontos – sete a menos que o Santos (quarto) e cinco a menos que o Fluminense (quinto). O Corinthians tem a mesma pontuação, acumula cinco rodadas sem vencer, e tem como próximo adversário o Atlético-MG, nesta quarta-feira (05). O Botafogo pega o Figueirense no domingo que vem (09).

Quem foi bem: Neilton

Principal criador de jogadas do Botafogo, o atacante bagunçou a marcação e deu muito trabalho. Foi dele a jogada e o chute para o primeiro gol, e a atuação só não foi mais expressiva porque Vinicius Tanque desperdiçou dois ótimos passes em profundidade do companheiro. Depois de ter praticamente resolvido a partida, Neilton caiu de produção na metade final e acabou substituído.

Quem foi mal: Fagner

O capitão corintiano rendeu pouquíssimo e ainda cometeu erro infantil que culminou no segundo gol adversário. Nem parecia o mesmo lateral que chegou a ser a principal arma ofensiva do Corinthians em certo momento desta temporada. Ainda tomou cartão amarelo por reclamação.

Botafogo controla primeiro tempo e constrói vantagem

Fernando Soutello/AGIF

Mesmo sem conseguir impor grande pressão, o Botafogo tomou a bola para si no primeiro tempo. Chegou a ter 72% de posse, volume que possibilitou controlar as ações e frequentar a intermediária adversária. O gol saiu aos 25 minutos, e a partir daí a equipe carioca abriu mão da bola, mas ainda conseguiu ampliar após falha da zaga rival.

Nervoso e sem confiança, Corinthians não cria

Dominado no primeiro terço da partida, o Alvinegro só viu a cor da bola depois de tomar o primeiro gol e ainda sofreu o segundo antes de mostrar qualquer reação. Faltou uma estratégia plausível para atacar com efetividade: foram 12 lançamentos e nove cruzamentos errados só no primeiro tempo. Somada à ineficiência, a marcação frouxa permitiu ao Botafogo transitar sem muito trabalho pela intermediária. A equipe melhorou na etapa final porque o Botafogo recuou, mas a confiança, que já era pouca, diminuiu ainda mais quando Marquinhos Gabriel perdeu pênalti.

Dividida em gol botafoguense gera polêmica

O primeiro gol do jogo resultou em muita reclamação do Corinthians. O lance foi gerado por uma dividida de Neilton com Yago, depois da qual a bola sobrou para Vinicius Tanque, que estava impedido dentro da área. O árbitro interpretou que o toque para trás foi do zagueiro corintiano, mas Yago na verdade apenas desviou o passe de Neilton, o que segundo a regra não anula o impedimento.

Pênalti perdido impede reação corintiana

O Corinthians voltou do intervalo menos desorganizado e com uma boa chance de se animar no jogo. A bola bateu na mão de Emerson e a arbitragem, após certa demora, marcou o pênalti. Mas Sidão defendeu a cobrança de Marquinhos Gabriel e impediu a reação dos visitantes. Daí em diante a partida mergulhou em monotonia, que só foi abalada por duas confusões entre os jogadores.

Jair Ventura dá liberdade a Neilton e colhe frutos

Toda a armação de jogadas do Botafogo passa por Neilton. O camisa 7 tem como posição de origem o lado direito, mas não raro aparece do outro lado para puxar contra-ataques. Sempre que fez a inversão, o atacante encontrou pouca resistência ao jogar às costas de Fagner. Mas Neilton foi mais efetivo quando apareceu pelo meio, entre as linhas do Corinthians, onde Willians deu espaços – foi daquela região que nasceu o primeiro gol.

Carille sofre com desfalques e não encontra alternativas

Os suspensos Rodriguinho e Giovanni Augusto fizeram falta ao Corinthians porque o miolo do meio-campo, com Willians, Marciel e Camacho, teve peças distantes e foi pouco combativo. A transição para o contra-ataque foi fraca, assim como a saída de bola pelo centro. O técnico trocou Marciel por Lucca no intervalo, e por alguns minutos o time jogou relativamente melhor, mas sem forças para buscar a reação.

Ficha Técnica

Botafogo 2 x 0 Corinthians
Data: 01/10/2016
Local: Estádio Luso-Brasileiro (Arena Botafogo), Rio de Janeiro-RJ
Hora: 16h30 (de Brasília)
Público: 9.123 presentes (8.375 pagantes)
Renda: R$ 245.440,00
Árbitro: Caio Max Augusto Vieira (RN)
Assistentes: Flavio Gomes Barroca (RN) e Vinicius Melo de Lima (RN)
Cartões Amarelos: Joel Carli, Victor Luis, Bruno Silva e Dudu Cearense (Botafogo); Fagner, Romero, Lucca e Marquinhos Gabriel (Corinthians)
Cartão Vermelho: não houve

Gols: Neilton aos 23′ e Diogo aos 38 minutos do primeiro tempo

Botafogo: Sidão, Alemão, Joel Carli, Emerson e Victor Luis; Rodrigo Lindoso, Bruno Silva, Diogo (Rodrigo Pimpão), Neilton (Dudu Cearense) e Camilo; Vinícius Tanque (Luís Henrique). Treinador: Jair Ventura.

Corinthians: Walter, Fagner, Yago, Balbuena e Guilherme Arana; Willians, Marciel (Lucca), Camacho, Marquinhos Gabriel (Rildo) e Marlone; Romero (Gustavo).Treinador: Fábio Carille.

Uol

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Brasil para na China e dá adeus ao sonho do tri olímpico no vôlei feminino

imagem: REUTERS/Yves Herman
imagem: REUTERS/Yves Herman

O Brasil podia entrar para a história do vôlei nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. Uma primeira fase impecável trilhava o caminho para o tricampeonato olímpico, feito que só Cuba havia conseguido. Mas o sonho parou na China, nas quartas de final. As chinesas ganharam de virada por 3 a 2, parciais de 15/25, 25/23, 25/22, 23/25 e 15/13, em duas horas de jogo.

A zebra dentro de casa faz com que a participação do vôlei feminino seja a pior desde a Olimpíada de Seul-1988. Na ocasião, o Brasil ficou em último lugar de sua chave e disputou apenas o quinto lugar da competição. Desde então, haviam sido duas medalhas de ouro (08 e 12), duas de bronze (96 e 00) e dois quartos lugares (92 e 04).

Brasil passeia no primeiro set

As chinesas não conseguiram fazer frente ao time brasileiro na primeira parcial. Com muita tranquilidade, a equipe de José Roberto Guimarães fechou o set inicial em 25 a 15. A China sofreu com o bloqueio brasileiro e com a efetividade de Fê Garay e Sheilla (seis e cinco pontos, respectivamente). A única que ainda tentava algo era Ting Zhu, que terminou a parcial com quatro pontos anotados.

Brasil perde o primeiro set no campeonato

A tônica do primeiro set não se repetiu no segundo. Em um ritmo mais lento, a seleção brasileira permitiu a reação chinesa. Em uma parcial bastante equilibrada, a China se aproveitou dos erros brasileiros para diminuir uma diferença de cinco pontos na metade da parcial e seguir para fechar o set em 25 a 23. No parcial, o ponto de desequilíbrio foi Changning Zhang. Ausente no primeiro set, suas defesas e eficiência no passe foi fundamental para diminuir os erros chineses.

Esse foi, também, o primeiro set perdido pelo Brasil na competição. Nos cinco jogos anteriores, o time de José Roberto Guimarães havia vencido por 3 sets a 0.

Erros complicam o Brasil no terceiro set

A seleção brasileira pareceu sentir a primeira parcial perdida no campeonato e os erros aumentaram. Para tentar reverter a situação e melhorar o passe, o técnico José Roberto Guimarães decidiu trocar Natália por Jaqueline, a melhor passadora do time. A alteração natural seria com a saída de Fê Garay, mas a ponteira era o destaque da equipe e maior pontuadora.

Apesar de Jaqueline ter entrado bem na partida, os sucessivos erros de recepção continuaram e complicaram a vida do time do Brasil. E uma nova atuação eficiente de Zhu fizeram com que a China conseguisse fechar a parcial em 25 a 22.

Alteração ousada ajuda o Brasil no quarto set

O técnico Zé Roberto sentiu a necessidade de mudar algo no time e fez uma alteração ousada para o quarto set. A bicampeã Thaisa deixou a quadra para entrar Juciely que vinha muito bem no começo da competição. Foi a central que colocou vantagem no placar com um bloqueio.

Natália também entrou melhor na parcial, começou a virar bolas que estava errando. De quebra, fez o ginásio explodir depois de uma jogada em que virou para torcida e pediu barulho. Mas a caminhada para virada veio com Fabiana. Quando o Brasil perdia por 12 a 14, a meio-de-rede foi responsável por dois pontos seguidos, um deles um ace, que reequilibraram o time brasileiro na partida. A virada com mais dois pontos na sequência fez com que o Brasil conseguisse caminhar para fechar o set em 25 a 22.

Erros cobram caro no set decisivo

No set decisivo, o número de erros chinês aumentou e Sheilla apareceu quando a equipe brasileira mais precisava. No meio da parcial, no entanto, os erros de recepção voltaram a aparecer no time do Brasil, e a China teve sua maior vantagem: 9 a 7, quando José Roberto pediu tempo.

Enquanto a China mantinha a vantagem de dois pontos no placar, Jaqueline rezava no lado de fora da quadra. No lado de dentro, no entanto, os erros voltaram a aparecer e dois erros de saque (Juciely e Sheilla) facilitaram a vida chinesa, que fechou o set em 15/13.

Uol

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Abandonado pela mulher, pai de três deficientes revela sonho de sua vida: ‘Ver meus filhos andarem’

paiHá exatamente dois anos a vida de Edivaldo mudou completamente. Morador de Lauro de Freitas, região metropolitana de Salvador, na Bahia, ele foi abandonado pela mulher ao lado dos três filhos. Sem dinheiro, ele se vira para cuidar dos três jovens que sofrem com a mesma deficiência.

Atualmente, Edivaldo vive sozinho com Emerson, de 15 anos, Everton, que tem 14, e Erick, o caçula de 13 anos. A família vive em uma casa bem pequena e sem nenhum tipo de adaptação para a deficiência dos jovens, que sofrem de de distrofia muscular. Para piorar, eles possuem apenas duas cadeiras de rodas, quando seriam necessárias três.

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Por não terem os equipamentos e nem as adaptações necessárias em casa, o jovens costumam se locomover rastejando pela casa. A divisão das cadeiras de roda é feita com o mais velho, Emerson, utilizando uma e os outros dois irmãos divindindo o equipamento que resta para eles.

ReproduçãoReprodução

“Depois que os meninos pararam de andar, a mãe abandonou e não quis mais saber deles. Disse que não tinha tempo para cuidar de deficientes e acabou deixando tudo comigo. Preciso de tanta coisa que nem dá pra falar. Mas o que eu queria mesmo era ver um dos meus filhos andando”, afirma Edivaldo.

Grande parte dos médicos consultados pela família — sempre dentro de suas possibilidades financeiras — acredita que a solução dos meninos é de difícil resolução. Segundo eles, o tratamento adequado para haver alguma esperança de que eles voltem a andar está disponível apenas nos Estados Unidos, universo completamente fora da realidade de Edivaldo.

A distrofia muscular é uma doença genética na qual os músculos que controlam os movimentos, aos poucos, vão enfraquecendo de maneira progressiva. A forma mais comum dessa doença afeta apenas os músculos de movimento voluntário, o que destrói a capacidade motora da pessoa afetada. Em casos extremos, porém, músculos de movimento involuntário, como o coração, podem ser afetados, o que pode levar o indivíduo à morte.

 

yahoo

Raminho Justino fala sobre ajuda ao esporte e sonho de ver o Vila Branca voltar ao profissional

lulaOs verdadeiros filhos de Solânea nunca esquecem de sua terra natal. Foi o que aconteceu no ultimo domingo (17) no sítio Saco dos Campos. Um dos seus filhos, Raminho Justino, em mais uma visita à “terrinha”, concedeu uma entrevista à rádio Solânea FM, onde falou de seus projetos esportivos para Solânea e, em especial, para o Saco dos Campos e região.

A entrevista foi na sexta-feira (15), mas no domingo Raminho já mostrou o quanto gosta de esporte. Junto com o amigo Lula realizou, naquela localidade, um grande torneio de futebol com 16 equipes. Foi um sucesso.

Raminho disse ao FN que uma das suas prioridades é ajudar também a escolinha de Galão, já que um de seus sonhos é tirar jovens das drogas e evitar que crianças as usem. “O esporte ajuda fazer tudo isso, basta a gente querer e fazer o esporte andar. Quero apoiar, já que sinto que é preciso”, declarou.

Para Raminho, o Vila Branca voltar a sua origem profissional, mesmo que seja na segunda divisão, será um grande caminho para o engrandecimento de Solânea. Ele prometeu que vai fazer a sua parte.

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“Quero deixar claro que vocês encontraram em mim o apoio que vocês nunca tiveram. Vamos juntos transformar em realidade o nossos sonhos de vermos uma cidade e uma zuna rural unidas por uma Solânea melhor. Vocês são merecedores de coisas bem melhor. E digo que esse domingo que passamos juntos jamais irei esquecer. Vai ficar para sempre no meu coração. Vou estender para todos os sítio vizinhos mesmo benefício que foi dado para o povo do Saco dos Campos. Lembre-se que juntos seremos mais forte”, finalizou.

Focando a Notícia

Após 30 anos, morador de lixão no DF realiza sonho de voltar para a Paraíba

catadorO catador de materiais recicláveis, Antônio Gomes da Rocha, conhecido como Paraíba, realizou o sonho de voltar para a terra natal depois de trinta anos na Cidade Estrutural, nascida em torno de um lixão, no Distrito Federal. Ele saiu do município de Sumé, na Paraíba, em 1989 para tentar uma vida melhor na capital federal.

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Sem muitos recursos, encontrou amigos e passou a trabalhar no lixão como catador de materiais recicláveis, Querido por todos, Paraíba logo encontrou uma amiga que lhe deu abrigo. Durante as três décadas, teve como maior sonho reencontrar a família no sertão da Paraíba. O último contato feito com a mãe foi em 1994, por telefone, depois da morte do pai. Esta sexta-feira (19) foi um dia de despedidas.

Com a ajuda da TV Record Brasília, o idoso conseguiu uma passagem de volta para a sua terra. Os que ficaram, mergulharam num misto de alegria e saudade.

— Ele faz parte da minha vida. Conheço o Paraíba já tem mais de dez anos. Teve época da minha vida que tive dificuldades e ele esteve ao meu lado. Mesmo sem muito conhecimento, mas ele me apoiou, ele confiou em mim. Então acho que uma mão lava a outra. O paraíba é a mesma coisa do meu pai. A mesma idade, o sofrimento. Eu trato ele como se fosse meu pai, conta Ivone Rodrigues, que abrigou o amigo em casa por muitos anos.

O próprio Paraíba, apesar de realizar o sonho, diz que o coração sente em deixar os amigos de tantos anos.

— O coração não está bom, não. O coração da gente não aguenta tudo. O coração da gente é mais fraco, diz, emocionado.

 

portalcorreio

O Sonho de Wadjda e a voz das mulheres na Arábia Saudita

wadjda“A voz da mulher não deve ser ouvida pelos homens lá fora. A voz da mulher é a nudez dela”. A ríspida e enérgica advertência feita por uma professora saudita a duas alunas que falavam e riam alto no pátio da escola é um exemplo do tipo de dificuldade que Wadjda, uma menina de 10 anos de idade, vai encontrar para realizar seu sonho: ter uma bicicleta. É um sonho proibido para as meninas sauditas. Uma entre tantas outras proibições que fazem parte da vida das mulheres na Arábia Saudita. Elas não devem ser ouvidas e muito menos vistas.

“Se a gente vê os homens, eles veem a gente. Meninas de respeito não são vistas”, ouve Wadjda na escola. Mas Wadjda, assim como sua criadora, a cineasta saudita Haifaa al-Mansour, ignora todas essas proibições e persegue seu sonho com obstinada coragem até o fim.

 

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O Sonho de Wadjda é o primeiro longa-metragem rodado inteiramente dentro da Arábia Saudita, um país onde os cinemas ainda são proibidos. O simples fato de o cinema ganhar uma realizadora saudita talentosa e corajosa como Haifaa al-Mansour é um indicador que parecem existir muitas Wadjdas querendo comprar as suas bicicletas naquele reino. A Wadjda do filme, vivida pela ótima Waad Mohammed, é uma colecionadora de sonhos e objetos proibidos: fitas cassetes com gravações de músicas românticas e rock’n roll (“músicas malignas), pulseiras de times de futebol, um par de tênis com cadarços de cor lilás. Querer andar de bicicleta também entra nesta coleção maldita. “Você não vai poder ter filhos se andar de bicicleta”, escuta ela da própria mãe, sob permanente ameaça de perder o marido para outra esposa.

As restrições que pesam sobre a vida das mulheres na Arábia Saudita são variadas. A história contada por Haifaa al-Mansour, porém, não mostra mulheres submissas e resignadas. A cineasta recusa a linha do “coitadismo”. Em entrevista à revista TPM, Haifaa diz que o foco de seu trabalho não são os preconceitos e obstáculos enfrentados em seu país: “para as mulheres sauditas é muito fácil dizer que tudo é difícil, que a Arábia Saudita é um país muito conservador e não fazer nada para mudar esse quadro. Precisamos seguir em frente, lutar e torcer para que consigamos transformar a sociedade saudita em um povo mais tolerante. O reino está se abrindo, há oportunidades para as mulheres agora, as coisas estão mudando. Sempre haverá pessoas que irão pressionar as mulheres para que elas fiquem em casa, quietas, mas nós temos que lutar”.

O Sonho de Wadjda é um filme de combate. O objetivo perseguido pela pequena lutadora protagonista da história é, conforme nos diz a diretora, uma metáfora para uma luta maior: “A bicicleta é uma metáfora para liberdade de movimento, que não existe para mulheres e garotas na Arábia Saudita. Se eu quero ir a qualquer lugar, preciso de permissão de algum homem da família. Eu não posso dirigir um carro nem mesmo andar na rua ou tomar um trem sem permissão. Eu queria que a aceleração, o movimento da bicicleta desse vida ao debate intelectual e fizesse as pessoas entenderem que isso é apenas movimento”. De fato, durante todo o filme, Wadjda está se movimentando por espaços proibidos. Ela afronta limites e convenções com a naturalidade e a suavidade que uma criança de 11 anos pode apresentar.

A busca obstinada pela bicicleta é acompanhada por um olhar atento à situação da mãe ameaçada pela sombra de uma nova esposa articulada pela sogra. O pai ausente aparece esporadicamente no filme até se consumar o medo maior da mãe, uma situação que vai gerar um laço de solidariedade muito forte entre as duas mulheres. “Agora só restamos nós duas”, diz a mãe de Wadjda, sob os fogos de artifício do novo casamento do pai da menina. Essa nova realidade provocará uma mudança de comportamento da mãe em relação ao sonho da filha. Aliás, considerando o caráter determinado da personagem talvez “sonho” não seja a palavra mais adequada. Wadjda estabeleceu a compra da bicicleta como uma meta com um propósito bem definido: quer disputar uma corrida com seu melhor amigo Abdallah, e chegar na frente dele.

Para atingir sua meta, ela fará o que for necessário, inclusive disputar um concurso de leitura do Alcorão na escola, surpreendendo suas professoras que já a davam como um caso perdido para a categoria das “meninas de respeito”. De fato era, mas elas só ficarão sabendo disso tarde demais. Wadjda parece o tempo todo à frente das mulheres adultas que tentam enquadrá-la como uma “menina de respeito”. Ela está de fato. O olhar que ela dirige para o mundo de proibições que lhe é apresentado é o olhar de quem não reconhece aquele mundo como seu. Por isso ela precisa poder correr para chegar mais perto de outro mundo que vislumbra no horizonte. Um mundo onde as mulheres não precisam esperar o marido e seus amigos comerem para depois ficarem com os restos. Um mundo onde a filha possa colocar seu nome feminino na árvore genealógica do pai que só traz nomes masculinos. Um mundo onde o amor substitua o casamento de encomenda.

O olhar de Wadjda na cena final do filme persegue essas possibilidades de outros mundos possíveis. A coragem que a impulsiona parece alimentada pela percepção de que ela está deixando para trás um mundo carcomido e decadente. Ela não reconhece aquilo como seu. Mas, para além do retrato que oferece sobre a dura realidade das mulheres na Arábia Saudita, O Sonho de Wadjda é ótimo cinema. Com um ponto de partida simples, Haifaa Al Mansour conta uma história repleta de coragem, generosidade e esperança. Nestes tempos deslumbrados com as novidades tecnológicas que não param de aparecer, um bom roteiro, uma direção segura, comprometida com um tema, e a sintonia do elenco com o roteiro ainda são elementos indispensáveis para um ótimo filme. No meio de tanta porcaria e irrelevância que inunda as telas hoje, conhecer o trabalho de Haifaa é quase uma obrigação.

Créditos da foto: Divulgação
cartamaior

Vasco vence o Cruzeiro no Maracanã e mantém vivo o sonho da salvação

cruzeiroA missão, considerada quase impossível, ficou um pouco mais provável depois deste sábado. O Vasco venceu o já campeão Cruzeiro por 2 a 1 no Maracanã e, se ainda não saiu da zona de rebaixamento, conseguiu um resultado fundamental para seguir alimentando o sonho de se livrar da Série B em 2014. Com gols do jovem Thalles e de Edmílson (Paulão descontou), o Cruz-Maltino chegou aos 41 pontos e igualou-se ao 17º colocado, o Coritiba, ficando apenas um ponto atrás do Bahia, primeira equipe fora da zona de degola. Os dois concorrentes entram em campo neste domingo.

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A torcida, se não lotou o estádio como na partida contra o Santos, compareceu em bom número e apoiou o time durante todo o jogo (32.988 pagantes, com renda de R$ 667.340). Sofreu por 90 minutos, mas saiu satisfeita com o resultado e esperançosa para a reta final, cantando a plenos pulmões: “Eu acredito”.

– Mais uma vez demonstramos o quanto queremos sair dessa situação. Entendemos as dificuldades e hoje foi totalmente coração dentro de campo. A torcida veio, ajudou e está de parabéns. É dessa energia que precisamos nessa reta final – comentou Pedro Ken.

Na próxima rodada, o Vasco enfrenta o Náutico, também no Maracanã, no domingo. No mesmo dia, o Cruzeiro recebe o Bahia no Mineirão, em resultado que também interessa muito ao time de São Januário. Os mineiros, que somam 75 pontos, ainda perseguem o recorde de um time no Brasileiro por pontos corridos desde que passou a ser disputado por 20 clubes – pertence ao São Paulo de 2006, com 78.

Durante a semana, o zagueiro Dedé pediu para não enfrentar o Vasco, dizendo-se apreensivo com a possibilidade de rebaixamento de seu ex-clube, pelo qual disse nutrir enorme admiração e respeito. Indiretamente, acabou ajudando mesmo. Desentrosada, a zaga formada por Léo e Paulão deu espaços, principalmente no primeiro tempo, quando foi construída a vantagem no Maracanã. Após a partida, torcedores na arquibancada gritaram o nome de Dedé. Outro lance curioso envolvendo um ex-vascaíno aconteceu quando Nilton cobrou uma falta muito longe do gol e ouviu seu nome sendo gritado.

– Tenho que torcer (para o Vasco ficar na Série A). Tenho amigos aqui, todos que hoje joguei contra vieram me parabenizar. É bacana o carinho, o respeito, e torço para que o Vasco consiga sair dessa situação – disse o volante.

Boa vantagem vascaína

Diante das circunstâncias, o início de jogo prometia tensão para os jogadores e a torcida do Vasco. Mas o jovem Thalles tratou de desarmar a bomba-relógio da forma mais simples possível: com um gol. Logo aos dois minutos, depois de cobrança de escanteio, Luan escorou, e o jovem de 18 anos marcou pela terceira vez com a camisa cruz-maltina, a primeira no Brasileiro. Sensação geral de alívio.

A vantagem, no entanto, não funcionou exatamente como um incentivo para o Cruz-Maltino se impor ao adversário. Muitos passes errados e algumas más escolhas nas jogadas deram volume de jogo ao Cruzeiro, que equilibrou as ações a partir da metade da etapa inicial. Everton Ribeiro obrigou Alessandro a grande defesa, e Fagner cortou cruzamento de Vinícius Araújo quase em cima da linha. A torcida vascaína, mesmo apreensiva, não perdeu o bom humor.

Justamente quando a Raposa pressionava mais, saiu o segundo gol vascaíno. O técnico Marcelo Oliveira decidiu poupar alguns jogadores para a partida e lançou a zaga com os reservas Léo e Paulão. O desentrosamento pesou, e o sistema defensivo foi o ponto fraco no primeiro tempo. Um bom exemplo foi o gol de Edmílson. A jogada nasceu no lado direito da defesa mineira, onde Ceará dava espaços. A bola chegou à entrada da área sem que o atacante cruz-maltino fosse importunado. Ele ajeitou e soltou a bomba, que resvalou no travessão antes de morrer no gol de Rafael.

Cruzeiro desconta

O título já está garantido, e o Cruzeiro não tinha maiores aspirações na partida, mas o técnico Marcelo Oliveira não gostou da postura de seus comandados no primeiro tempo. Lançou Julio Baptista no lugar de Vinícius Araújo e cobrou mais atitude dos jogadores no intervalo. A equipe voltou, de fato, mais ligada e chegou a marcar um gol logo aos dois minutos, mas foi anulado por impedimento de Willian. O Vasco tentou responder, e Edmílson poderia ter matado o jogo logo em seguida, mas finalizou mal na frente de Rafael.

Thalles foi escalado por sua capacidade de movimentação e velocidade, e essas caraterísticas por pouco não renderam o terceiro gol. O jovem arrancou quase do meio-campo em contra-ataque, livrou-se da marcação, mas Rafael salvou na finalização. Pouco depois, o Cruzeiro diminuiu. Éverton Ribeiro cobrou falta, e Paulão desviou levemente de cabeça para vencer Alessandro. Apreensão nas arquibancadas. A cada ataque do Cruzeiro, um aperto. Nos minutos finais, Edmílson ainda teve a chance de marcar o terceiro  de cabeça, mas a bola saiu por pouco. A partir dali, o time segurou a bola até o suspiro aliviado do apito final do árbitro.

 

 

Globoesporte.com

Vídeo mostra sonho de alpinista paraibano para chegar ao cume do Aconcágua

alpinistaUm vídeo divulgado na noite deste sábado (23) mostra o sonho do alpinista Josenildo Correia da Silva para chegar ao cume do Aconcágua. As imagens foram gravadas pelo próprio paraibano no ano de 2007 e disponibilizadas pelo filho dele, Carlinhos Lott, em sua página pessoal no facebook.

Em determinado momento, Josenildo chega a dizer que a aventura é muito difícil, mas que ele não iria desistir do sonho. “Deus é muito grande. Estou aqui sozinho, temendo minha vida, mas não vou desistir. Se depender de mim, eu não vou desistir”, disse.

Josenildo Correia da Silva estava desaparecido há duas semanas quando escalava o Monte Aconcágua, na Argentina, o mais alto das Américas (6.962 metros de altura). A informação da morte do paraibano natural de Guarabira, no Brejo do Estado, foi dada na última quarta-feira (20) pelo filho do alpinista.

Na última sexta-feira (22), a esposa dele, Alessandra Pereira, e um amigo da família, Claudionor Gomes, fizeram o reconhecimento do corpo.

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Agora, familiares e amigos estão realizando uma campanha para arrecadar dinheiro para enterrar o corpo na Paraíba. Os custos para o translado giram em torno de R$ 20 mil. O cunhado de Josenildo, Melquíades Nascimento, informou a conta corrente para doação, além de dois estabelecimentos no município de Guarabira. Quem puder doar, a operação deve ser feita na Caixa Econômica Federal (Conta-Corrente: 00095229-0 / Agência 0042 / Operação 013). As doações podem ser feitas também nas lojas Casa dos Fotógrafos ou no Atacadão dos Eletros.

Família faz campanha para arrecadar dinheiro

Josenildo começou a se interessar pelo esporte após conhecer alguns alpinistas por meio de redes sociais. Em 2004, Josenildo tentou subir pela segunda vez a montanha quando teve um princípio de congelamento, porém foi socorrido por um helicóptero.

Assista vídeo de arquivo pessoal:

 

Felipe Silveira, Portalcorreio