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Polícia investiga padre desaparecido que deixou mensagem de WhatsApp pedindo socorro

O padre José Gilmar, da paróquia de Santa Terezinha, no bairro do Róger, em João Pessoa, está desaparecido desde esta terça-feira (13).

De acordo com informações obtidas pelo ClickPB, o padre saiu por volta das 11h30 para um velório, mas não chegou ao local do velório. Ele enviou uma mensagem pelo aplicativo WhatsApp para um irmão da igreja, pedindo socorro, por volta do meio-dia.

O religioso só viu a mensagem por volta das 15h, e acionou a polícia. O padre estava num veículo Fox Grafite de placa QFP 4874.

Até o momento não há informações do que pode ter acontecido ao sacerdote. Amigos divulgaram os seguintes dados nas redes sociais:

clickpb

 

Vereador Tiago José abraça causa de Walter Júnior e pedido para socorro a artistas é aprovado na Câmara de Solânea

O vereador Tiago José abraçou a causa do presidente do MDB de Solânea, Walter Júnior, pré-candidato a prefeito, e apresentou requerimento para que o Poder Executivo trace um plano de socorro financeiro aos artistas da cidade. O pedido feito por Walter Júnior, apresentado por Tiago, foi aprovado na Câmara.

A lei requerida ao prefeito da cidade, Kaiser Rocha, deve prever a concessão de um auxílio emergencial de no mínimo três meses para os artistas locais, período em que se segue a pandemia do novo Coronavírus.

A medida se faz necessária, segundo os autores do pedido, porque o período junino e o do Caminhos do Frio, que se aproximam, não terão possibilidades de ocorrer diante a situação de calamidade pública em que o estado se encontra, o que acarreta sérios prejuízos financeiros aos artistas.

 

Redação FN

 

 

Acidente na cidade de Mari deixa grávida ferida; motorista não prestou socorro

Mais um acidente na PB 073, no perímetro urbano, da cidade de Mari, Zona da Mata da PB, foi registrado no início da noite desta segunda-feira (9) envolvendo uma motocicleta e um carro.

Segundo informações de populares, um veículo modelo Parati com uma carroça colidiu em uma motocicleta pilotada por um homem e com uma mulher grávida na carona.

As vítimas foram identificadas como sendo Girlene Barbosa Pessoa e Denilson da Silva Soares, ambos residente no Assentamento Tiradentes.

A mulher foi socorrida por uma equipe do Samu e o marido por uma equipe do Corpo de Bombeiros, de Sapé. O veículo causador do acidente não prestou socorro às vítimas.

Fonte: ExpressoPB

 

 

Cachoeira do Roncador, em Bananeiras, seca e secretária pede socorro às autoridades

A secretária do Meio Ambiente de Bananeiras, no Brejo paraibano, Késsia Melo, fez um alerta e um pedido de socorro às autoridades do setor. A Cachoeira do Roncador, famosa pelas suas belezas, secou numa prova concreta da degradação do meio ambiente provocada pelo mau uso humano e pela falta de ações educativas e preventivas mais contundentes.

“Hoje estive na Cachoeira do Roncador e a cena é de tristeza e lamento”, desabafou Késsia Melo acrescentando: Os órgãos ambientais aparecem, mas para multar. Para fazer prevenção, plano de desenvolvimento com os proprietários inseridos na Unidade de Conservação [UC] não aparecem. O Roncador pede socorro”, clama a secretária.

Conforme explicou Késsia em suas redes sociais, a Área de Proteção Ambiental (APA) do Roncador foi criada por Decreto Estadual n° 27.204, 06/06/2006. O local possui uma área de 6.133.00 hectares abrangendo os municípios de Bananeiras, Borborema e Pirpirituba.

“De acordo com o SNUC [Sistema Nacional de Unidades de Conservação] as UC devem ter seu plano de manejo e seu conselho gestor, coisas inexistentes em uma APA de mais de 13 anos de existência. Existe um total abandono do estado às unidades de conservação e à população inseridas nelas, motivo que tem degradado esse ambiente de Mata Atlântica de altitude e prejudicado o turismo e, consequentemente, a economia local”, desabafou a secretária.

Redação FN

 

 

Casos de dengue aumentam e população pede socorro

Cerca de 3 mil casos prováveis de dengue já foram notificados este ano na Paraíba, de acordo com a Secretaria Estadual de Saúde (SES-PB). O número é 20% maior que as notificações registradas em 2018. Segundo a responsável pelo setor de arboviroses do Núcleo de Doenças Transmissíveis Agudas da SES-PB, Fernanda Vieira, a Paraíba está em estado de alerta.

A informação foi apresentada na segunda-feira (20), durante reunião das Promotorias de Justiça de Defesa da Saúde e da Defesa do Patrimônio Social de João Pessoa com diversos órgãos. O objetivo do encontro foi discutir estratégias de combate e prevenção ao mosquito Aedes aegypti.

Conforme o MPPB, a SES-PB informou que já está fazendo uma interlocução com o Conselho Regional de Medicina (CRM-PB) sobre ações e medidas que podem ser adotadas em relação ao problema e disse que vai adotar a mesma medida em relação ao Conselho Regional de Enfermagem (Coren).

Em Solânea, população pede assistência

Uma das localidades que tem sido bastante afetada por casos de dengue é Solânea, Agreste do estado, distante 130 km da Capital. No dia 15 de maio, uma funcionária do Hospital Distrital usou o Facebook para questionar a falta de transparência a respeito do assunto.

“O que nosso município está fazendo pra amenizar os casos de dengue? Orientando a população? Fazendo uma busca ativa nos locais onde a proliferação do mosquito é mais evidente? A população está fazendo sua parte? O carro do fumacê será utilizado? Está sendo notificado os casos já existentes em nosso município? Em nossa cidade já existe casos de óbitos por dengue hemorrágica? São perguntas que precisam de respostas urgentes, pois cada minuto que passa é crucial para que se salve vidas”, questionou.

Dois dias depois, em nova publicação, ela disse que um carro de som estava emitindo alertas sobre os perigos do Aedes aegypti. O recado também convocava a população a verificar se em suas casas haviam focos do mosquito. “Me deixou animada. Só não entendi o porquê de pra se ter um carro fumacê precisam adoecer pessoas primeiro. Mas acho que a propaganda,o chamado em si já é um bom começo”, ponderou ela.

Portal Correio também recebeu reclamações de usuários do sistema de saúde pública de Solânea. Os leitores denunciaram falta de vagas no hospital, mal atendimento e pouca transparência sobre os métodos utilizados para notificar a doença. Leia alguns relatos:

A menina da minha cunhada está com dengue, fez a sorologia e quinta-feira foi ao hospital. Uma técnica de lá disse que não era dengue, que o hospital estava lotado e que levasse para a UPA em Guarabira..

Soro na veia. Ela disse que eu comprasse soro e pedisse a alguém do postinho [de saúde] para aplicar. Que eu tomasse em casa.

A agente de saúde pediu o exame de meu filho, que foi feito particular, para tirar xerox e levar para a Secretaria. É assim que vai ser feita a notificação. Mas não se pode fazer notificação de dengue dessa forma, sem ver o paciente. Tem que ter todos os dados do primeiros sintomas, pelo o que o paciente passou, se ficou internado. Eu queria entender o que Solânea está fazendo.

Hospital confirma aumento em demanda

A redação ouviu a coordenadora de Enfermagem do Hospital de Solânea, Aleksandra Ferreira, que confirmou o aumento na demanda de pacientes. A profissional, no entanto, não reportou que pacientes estejam deixando de ser atendidos por falta de espaço na unidade.

“Há uns três meses temos notado um aumento na procura por atendimento. Muitas vezes, o pessoal já chega até com o exame de sorologia [que confirma a dengue] realizado. Quando percebemos que a situação exige um pouco mais de atenção, o paciente fica internado. Mas a maioria tem condições de ser liberada para se recuperar em casa”, disse.

O que diz a Secretaria da Saúde

Procurada pelo Portal Correio, a Secretaria de Estado da Saúde (SES) não comentou as denúncias de falta de vagas no hospital de Solânea. Porém, em nota, explicou por que muitas vezes os ‘carros fumacê’ não são utilizados – ou demoram para circular em áreas com grande incidência de dengue. A secretaria negou que o serviço seja burocratizado e alegou o uso de inseticida não é o melhor método de combate ao Aedes aegypti.

“O inseticida tem sua eficácia e segurança normatizada por procedimentos já padrões e que segue um protocolo do Ministério da Saúde para utilização que vai de acordo com casos, índice e/ou óbitos. Quando normatizamos não burocratizamos, e sim elencamos prioridades já que a utilização do mesmo não é primeira escolha de controle do mosquito. O trabalho dos ACE [agentes de controle de endemias] diariamente é que comprovadamente auxilia na diminuição dos índices de infestação larvária evitando a fase adulta do mosquito”, diz o comunicado.

Risco à saúde pública

O infectologista Jaime Araújo explica que o aumento nos casos de dengue é comum nessa época do ano. Médico no Hospital Universitário Alcides Carneiro, em Campina Grande, ele aponta que o atendimento a pessoas com sintomas de dengue tem sido maior também em unidades de emergência, como UPA e Hospital de Trauma.

“A dengue, apesar de habitualmente não deixar sequelas, pode causar sérios prejuízos para a saúde pública devido ao aumento do custo do sistema de saúde com o combate de doenças que podem ser evitadas. Além de prejuízos para o sistema econômico, devido afastamento temporário dessas pessoas doentes de suas atividades laborais”, avalia o médico.

Dengue não é única ameaça

Agente transmissor da dengue, o mosquito Aedes aegypti é responsável também pela transmissão da zika e chikungunya. Jaime Araújo explica a diferença entre as três doenças:

“A dengue é a doença mais grave quando comparada à chikungunya e à zika. Tem sintomas como febre, dores no corpo, cabeça e nos olhos, falta de ar, manchas na pele e indisposição. Em casos mais graves, a dengue pode provocar hemorragias, que, por sua vez, podem ocasionar óbito. A chikungunya também causa febre e dores no corpo, mas as dores concentram-se principalmente nas articulações e podem continuar por meses. Na dengue, as dores são, predominantemente, musculares. Já a zika é a doença que causa os sintomas mais leves. Pacientes com essa enfermidade apresentam febre mais baixa que a da dengue e chikungunya, olhos avermelhados e coceira característica. Em virtude desses sintomas, muitas vezes a doença é confundida com alergia. Normalmente a zika não causa morte e os sintomas não duram mais que sete dias”, diz.

 

 

portalcorreio

 

 

O padre que pediu socorro ao imperador para a obra de Ibiapina

Ao pesquisar a origem dos Ramalho no brejo deparei-me com a figura do padre José Euphrosino Maria Ramalho, nascido no vale do Piancó, mas vigário colado de Bananeiras até o início do século XX. Sob a jurisdição da Freguesia de Bananeiras estava a Casa de Caridade de Santa Fé, localizada à chegada de Arara, hoje território de Solânea. A dedicação do pároco ao empreendimento do padre-mestre Ibiapina, levou-o a deixar aos próximos seu desejo de ser sepultado ao lado do mestre e, assim foi feito. Às vésperas da República, o vigário revelou ao Imperador Pedro II sua preocupação com as dificuldades financeiras do empreendimento social e rogou de sua majestade ajuda fi nanceira para a manutenção do lar das órfãs. Sua carta ao Imperador merece ser transcrita:

A S. M. Imperador, Senhor: O padre José Euphrosino Maria Ramalho, párocho collado da egreja de Nossa Senhora do Livramento de Bananeiras, director e encarregado da casa de caridade ou recolhimento de Santa Fé, fundada pelo benemérito missionário apostólico Rvm padre Dr.José Antonio de Maria Ibiapina, em a sua referida parochia, bem como da de Cabaceiras, pelo mesmo Rvm missionário fundada na Villa e freguezia deste nome,ambas na província  da Parahyba do Norte,profundamente compenetrado da situação afflictiva, em que actualmente permanecem as órphãs na sobreditas casas recolhidas, e cujo numero attinge a cento e  sessenta na primeira mencionada e a sessenta na segunda as quaes inevitavelmente succumbirã o pelo rigores da fome, se uma mão bemfazeja não lhes vierem em auxilio;por isso que por sua natural condicção e educação não podem absolutamente concorrer aos logares em que são dispensados soccorros públicos, vem com o mais respeitoso acatamento, em nome da pátria, que V.M I. tanto estremece como em nome da caridade, que tão felizmente enobrece o magnânimo coração de V.M.I. pedir que se digne em sua alta munificência imperial arbitrar mensalmente uma pensão pecuniária para as referidas casas ou recolhimentos, até que melhorem os tempos, afim de serem soccorridas tão desprotegidas creaturas, as quaes, falhando as contribuições que lhes dispensam os fies, em virtude da desastrada crise que a todos affecta,arrostam o mais imminente perigo, não só proveniente de fome e nudez, como por falta d´água potá ;vel que para o recolhimento de Santa Fé em Bananeiras, é procurada na distancia de três léguas, sem que tenha recurso para acquisição e condução desse elemento tão indispensável.

Senhor, o humilde e obscuro párocho de Bananeiras recorrendo à magnanimidade de V.M.I. em favor de  suas infelizes jurisdiccionadas, victimas do mais desastrado e atterrador flagello, nutre a mais doce e a mais lisongeira esperança de ser attendido;pelo muito que respeitosamente ousa declinar nesta humilde supplica os nomes das respectivas superioras encarregadas pelo benemérito dr.Ibiapina na direção interna e da economia dos ditos estabelecimentos pios, as quaes V.M.I. dignar-se-há mandar, com a presteza que o caso exige, endereçar o que houver por bem arbitrar:D.Felismina da Rocha Ibiapina, superiora do recolhimnento de Santa Fé em Bananeiras ; D. Veneranda de S.José Ibiapina, superiora do recolhimnento de Cabaceiras.
Assim, P.E. deferimento, Vigário José Euphosino de Maria Ramalho.

Padre Euphosino foi deputado provincial em 1884-1886 mas seu nome foi grafado como padre José Euphosino Maria de Carvalho, no livro de Celso Mariz sobre o legislativo paraibano. Um equívoco que Deudedith Leitão não corrigiu ao continuar a história até os anos 1980. A petição ao Imperador está publicada na edição de domingo, dia 1º. de setembro de 1889, do jornal católico O Apóstolo, editado no Rio de Janeiro.

Não posso dizer se o padre de Bananeiras foi atendido. Creio que não. Para viajar à Parahyba do Norte consta que D. Pedro II teria tomado  um empréstimo ao cofre da Imperatriz, mas assim mesmo, fez doação de algum à Santa Casa da Misericórdia. Destinou também um dinheiro para a remoção do Matadouro Público que achou em lugar impróprio. Não preciso dizer que todo esse dinheiro foi desviado para despesas mais urgentes. Esse vício vem de longe…

P.S. A citada Dona Felismina da Rocha Ibiapina, chamava-se na verdade Felismina Maria dos Santos Peregrino, conhecida como Formiguinha, e vem a ser filha do Barão de Araruna.

 

 

 

Com 316 casos suspeitos de microcefalia, governo da PB pedirá socorro ao exército

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Os casos suspeitos de microcefalia aumentam a cada semana na Paraíba. Nesta segunda-feira (07), após uma reunião realizada entre o governador Ricardo Coutinho (PSB) e secretários de Estado, foi confirmado que já são 316 notificações da doença. Por causa do aumento constante dos números, o Governo da Paraíba vai solicitar ajuda do Exército. Os casos, no entanto, ainda são tratados como suspeitos, segundo a secretária de Saúde Roberta Abath.

“Casos suspeitos porque a microcefalia necessita também de uma confirmação feita através de exame de imagem para saber se tem a alteração conjunta em nível cerebral e dentro desses casos suspeitos nós temos a confirmação de dois casos que não são de nascidos, são duas gestantes do município de Juazeirinho, onde foi constatado caso de microcefalia e associação com o zika vírus dentro do líquido amniótico”, observou.

Embora o número seja crescente (na semana passada foram confirmados 248 casos), não foi anunciado no encontro nenhum tipo de investimento. O governador prometeu reforço físico com a contratação de 200 agentes, que serão disponibilizados aos municípios com maior incidência de notificações.

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“Vamos fazer isto como parte do esforço de coordenação e de investimentos para combater os focos e ao mesmo tempo controlar a situação, que é delicada e difícil. Nós queremos ainda dar o exemplo a partir do próprio governo. Eu vou cobrar de cada secretário postura, quero que o governo responda às questões que estão colocadas e quero chamar os municípios para que de uma forma integrada ao lado da Secretaria de Saúde a gente possa dar uma resposta”, disse.

Ricardo Coutinho adiantou que conta com decisões urgentes do Congresso Nacional em termos de equalização do orçamento da União para a saúde. “Da parte do Estado nós estamos tirando de onde não temos para fornecermos através dos municípios e de forma direta à população algo que possa contribuir nessa luta, porém a principal questão chama-se mobilização social. Não há outra forma. Dentro de casa só você pode e precisa prevenir o foco do mosquito. Tome conta de sua casa que das ruas, tenho certeza absoluta, que as secretarias de saúde, municipais e estadual haverão de fazer a sua parte”, garantiu.

O governador anunciou ainda que o Corpo de Bombeiros Militar da Paraíba também participará de ações do Plano Estadual de combate ao Aedes aegypti, como também o Estado solicitará a colaboração do Exército brasileiro.

Ricardo Coutinho destacou as principais ações do Plano Estadual de combate ao Aedes aegypti que será lançado até a próxima sexta-feira. “Teremos uma reunião amanhã com a presidente Dilma e com o governo federal porque é fundamental compatibilizar as coisas. Efetivamente esse vai ser um esforço muito grande de conscientizar a sociedade”, pontuou.

O secretário de Estado da Educação, Aléssio Trindade, revelou que os 300 mil alunos e os 20 mil professores da rede estadual de Educação poderão ser agentes multiplicadores em cada município na batalha pela prevenção e no combate ao mosquito Aedes aegypti. O presidente da Cagepa, Marcos Vinícius, afirmou que todos os servidores da empresa estão empenhados e conscientes da importância que é combater o mosquito. O comandante geral do Corpo de Bombeiros, coronel Jair Carneiro, também assegurou que o efetivo está pronto para auxiliar nas ações preventivas. O secretário de Estado da Infraestrutura, Recursos Hídricos, Meio Ambiente, Ciência e Tecnologia, João Azevedo, concorda com a opinião do governador de que é fundamental a conscientização de todos os paraibanos em casa, no trabalho, na escola, para combater o mosquito.

 

correiodaparaiba

90% dos municípios ‘pedem socorro’ na PB; há cortes, atrasos e demissões em massa

Presidente da Famup (ao centro) cobra uma mudança drástica no tratamento da União com os municípios. Prefeitos cortam 'na própria carne'(Crédito: Montagem / WSCOM Online)
Presidente da Famup (ao centro) cobra uma mudança drástica no tratamento da União com os municípios. Prefeitos cortam ‘na própria carne’ (Crédito: Montagem / WSCOM Online)

A severa crise econômica que assola o país tem prejudicado diretamente os municípios, sobretudo, as pequenas cidades. O prejuízo é tanto que mais de 90% das 223 prefeituras paraibanas vem implantando cortes severos nas despesas e mais de 40 prefeitos já decretaram a redução ou suspensão total dos respectivos salários, além dos recebimentos percebidos pelos vices e secretários municipais. O problema é tão sério que chega ao ponto do presidente da Federação das Associações de Municípios da Paraíba (Famup), José Antônio Vasconcelos da Costa, ou ‘Tota Guedes’ como é mais conhecido, decretar o “esfacelamento total da máquina pública municipal”, caso não haja uma mudança drástica na política tributária nacional e na forma de repasse de recursos para as cidades adotada pelo Governo Federal.

Segundo Tota Guedes, a situação dos municípios, do ponto de vista da receita, é ‘desesperadora’. “A crise nos municípios tem sido difícil, para não dizer insustentável. Os prefeitos vêm tomando medidas drásticas para sanar os débitos das gestões, mas tudo tem acontece com dificuldade extrema, pois, a arrecadação tem sido menor do que em anos anteriores, a inflação voltou com tudo, em janeiro já teremos despesas maiores com o aumento do salários mínimos, e pagamento do novo piso dos professores. A situação dos gestores é complicada neste momento”, comentou.

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O presidente da Famup alegou que o não cumprimento de Lei Federal que prevê o acréscimo anual de 1% na receita destinada ao Fundo de Participação dos Municípios (FPM), pela União, que este ano só repassou 0,25%; o período de 10 anos sem reajustes nos orçamentos dos programas federais; a defasagem do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação); e a não execução de um imposto, a exemplo do CMPF, afetam diretamente na queda da receita, proporcionando atrasos no cumprimento dos compromissos das gestões.

“Estivemos recentemente junto com gestores paraibanos numa marcha de prefeitos com a presidente Dilma Rousseff (PT), em Brasília, onde pedimos socorro. Não dá mais para o governo deixar de cumprir a Lei de aumento do FPM. É preciso reajustar os programas federais, realinhar os valores repassados pelo Fundeb, que preveem 60% de repasse para os professores e 40% para melhorias no ensino público, mas sequer dar para honrar com os pagamentos dos docentes. Nesse modelo federativo atual, em breve não dará mais para manter a máquina municipal”, explicou Tota Guedes.

Nova vítima
E a crime municipal fez uma nova vítima nesta sexta-feira (6). O prefeito de Santa Luzia, Ademir Morais (Democratas), anunciou redução do próprio salário, e dos pagamentos destinados ao vice-prefeito, Zezé (PSD), e aos secretários municipais. Ele também prometeu colocar em prática duras medidas para tentar equilibrar as receitas e cumprir com os compromissos. Entre elas, a demissão no final deste mês de mais de 200 servidores contratados por excepcional interesse público, ou seja, que deram entrada no serviço público sem a admissão por concurso público.

A Prefeitura de Santa Luzia conta atualmente com 219 funcionários nesta situação. A gestão de Ademir Morais tem sofrido nas últimas semanas com protestos sequenciais promovidos por servidores ativos e inativos, que cobram salários atrasados.

Outra medida anunciada pelo democrata é a extinção das Secretarias de Cultura, de Turismo, e da Juventude, Esporte e Lazer. Todas serão integradas à Secretaria de Educação e ao Gabinete do Prefeito, agora como diretorias. “A meta é que a partir de janeiro de 2016, a prefeitura consiga gastar apenas o que arrecadar. Estas medidas são necessárias para tentar manter o equilíbrio financeiro da administração”, disse Ademir Morais.

Outros gestores que adotaram medidas parecidas
Outros prefeitos paraibanos também decidiram ‘cortar na própria carne’. O de Campina Grande, Romero Rodrigues (PSDB), reduziu o próprio salário e do vice, Ronaldo Cunha Lima Filho (PSDB) em 40%. O tucano ainda cortou 20% das gratificações dos comissionados, e suspendeu as contratações de comissionados, o pagamento de diárias de viagens, a locação de carros para secretários municipais e horas extras. O expediente das repartições públicas também foi reduzido, passando para o horário entre 12h e 18h, mas ainda não foi divulgado a partir de quando começa a valer.

Em setembro, a Câmara Municipal do Conde aprovou Projeto de Lei, de autoria do Poder Executivo, que suspende o salário da prefeita Tatiana Correa (PTdoB), do vice e dos secretários por três meses para ajudar na manutenção da saúde financeira da gestão. A gestora ainda decidiu cancelar o contrato com locadoras de veículos, determinou a redução do consumo de combustível e instituiu outras medidas que visam garantir a continuidade de ações em benefício da população, como o Mutirão Trabalha Bem, construção da UPA, escolas, praças, pavimentação de ruas e abastecimento de água.

No mesmo mês, o prefeito de Esperança, Anderson Monteiro (PSC), decretou a redução do próprio salário e da vice-prefeita Roxana Nóbrega (PSC) em 20%. Em relação aos secretários municipais, o corte foi de 10%.

A prefeita de Patos, Francisca Motta (PMDB), foi outra a decretar a redução do próprio salário em 50% e outros cortes nos gastos do município. Segundo ela, essas medidas ajudarão a continuar garantindo o pagamento dos servidores, mesmo em tempos de crise. “Esse contingenciamento no orçamento da União nos obriga a demonstrarmos responsabilidade enxergando consequências da crise a médio e a longo prazo”, justificou.

O prefeito do município de Lagoa Seca, José Tadeu, autorizou a redução de 40% sobre o próprio salário, 30% da vice-prefeita, e 10% dos secretários municipais. Os cortes também atingiram as gratificações e a suspensão da concessão de licenças remuneradas, horas extras e diárias, exceto em casos de extrema necessidade, previamente autorizados pelo chefe do Executivo.

Por Ângelo Medeiros
WSCOM Online

Solânea-PB: Gerente de posto é feito refém em assalto e pede socorro pelo Facebook

posto-de-niltonO assalto aconteceu na noite desta segunda-feira (23), por volta das 19h30, no Posto Padre Ibiapina, distrito de Santa Fé em Solânea, na divisa com o município de Arara-PB.

De acordo com a vítima, dois homens de presença, bem vestidos e  armados, chamaram os funcionários para dentro da pousada e anunciaram o assalto os fazendo de reféns. Após aterrorizarem as vítimas, os meliantes em seguida os deixaram trancados.

O gerente após ter seu celular levado no assalto ao posto apelou por socorro através rede social Facebook, onde internautas ao ver as postagens feitas pelo mesmo entraram em contato com a polícia que ao chegar ao local, conseguiram soltar ele e as demais vítimas.

No assalto foi levado uma quantia em dinheiro não revelada, além de pertences pessoais das vítimas. Em seguida os dois indivíduos se evadiram tomando rumo ignorado. A polícia realizou rondas pela região, mas sem êxito.

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Poucos instantes antes do assalto ao posto, também foi assaltado no município de Arara, o Mercadinho Mendonça que possivelmente tenham sido os mesmo meliantes.

Veja algumas das postagens  feitas pelo refém:

assalto posto nilton

 

Por Redação/TV WEB CIDADE

Criança morre após ser atropelada na PB 400; suspeito do crime fugiu sem prestar socorro

Reprodução/Instagram/Emerson Machado
Reprodução/Instagram/Emerson Machado

Uma família do sítio de Terra Molhada em Cajazeiras (Sertão da Paraíba) teve um dia de Natal trágico. Na tarde desta quinta-feira (25), o garoto Vinícius Bernado de Albuquerque, que completaria dez anos no próximo dia oito de janeiro, foi morto após ter sido atropelado na rodovia estadual PB 400, a 13 quilômetros de distância do centro da cidade.

De acordo com o Copom do 6º Batalhão da Polícia Militar de Cajazeiras, o motorista de um Fiat Palio branco, que atropelou a criança – ainda não identificado – fugiu do local sem prestar socorro à vítima. A polícia faz busca na região à procura do suspeito.

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O Corpo de Bombeiro e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência local chegaram a prestar socorro ao garoto, mas ele não resistiu à gravidade dos ferimentos e, segundo informações do Copom, veio a óbito.

O corpo será levado para o Instituto Médico Legal de Patos.

 

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