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Paiva Netto: A Caridade não é um sentimento de tolos 

Por ocasião do Dia Nacional do Voluntário, celebrado em 28/8, dedico-lhes trecho que inseri na nova edição de Jesus e a Cidadania do Espírito (2019), quanto ao significado do termo Caridade. São conceitos que tenho desenvolvido desde a década de 1960, convidando o(a) leitor(a) a refletir sobre essa ferramenta imprescindível, em minha opinião, para ajustar os mecanismos de uma sociedade ainda hoje regida pelo individualismo, seja no âmbito particular ou coletivo. Aliás, esse individualismo tem contribuído para levar muita gente à indiferença, à secura de Alma, isto é, à ausência da Solidariedade, da Fraternidade, da Generosidade nos relacionamentos humanos e sociais.

Aqui, algumas reflexões sobre o tema. Espero que apreciem:A Caridade não é um sentimento de tolos. É a misericordiosa estratégia de Deus que, aliada à Justiça Divina (que não é a violência que homens inescrupulosos têm como tal), estabelece nos corações a condição perfeita para que se governe, administre, empresarie, trabalhe, pregue, exerça a Ciência, elabore a Filosofia e se viva, com espírito de generosidade, a Religião.
Quando há Amor Fraterno, incontrastável empenho e consagrada competência, que se desenvolve com labor e zelo — desde a fixação de um simples prego na madeira (creia no seu valor próprio!) —, não existem limites para o alicerce de um mundo melhor.

Realizar o Bem voluntariamente é uma das mais belas páginas de Amor que o ser humano, ou seja, o Cidadão do Espírito, pode escrever. (…) A Caridade, aliada à Justiça e à Verdade Divinas, é o combustível das transformações profundas. Sua ação é sutil, mas eficaz. A Caridade é Deus, quando inequivocamente entendido como Amor, e não como vingança.
José de Paiva Netto ― Jornalista, radialista e escritor.
paivanetto@lbv.org.br — www.boavontade.com

 

 

Vídeo: moradora mostra feira lotada em CG em meio à pandemia; ‘sentimento de revolta’

Uma moradora da cidade de Campina Grande, no Agreste do estado, gravou vídeo onde diz estar revoltada com o não cumprimento do isolamento social no município. A quarentena é uma recomendação do Ministério da Saúde como medida extrema para conter a disseminação do novo coronavírus (Covid-19).

No vídeo, compartilhado em aplicativos de mensagens e nas redes sociais, é possível ver imagens da Feira da Prata, onde a população transita livremente descumprindo a determinação de isolamento social.

Em seu desabafo, a internauta expressa seu sentimento de revolta. “Estou aqui na varanda do meu prédio e nesse momento (…)a Feira da Prata, em Campina Grande, Paraíba, está acontecendo normalmente. Eu acordei cedo e vim à varanda para ver se realmente iria acontecer. Eu tinha esperança que as autoridades não iriam deixar acontecer”, declarou a moradora.

E continua:

– No tempo que estamos vivendo hoje, meu sentimento é de revolta. Vamos ficar em casa, pessoal.

A moradora diz ainda visualizar pessoas caminhando de mãos dadas e sem proteção alguma.

Confira vídeo:

PB Agora

 

 

Festas de final de ano podem enfatizar sentimento de melancolia

Felicidade em época de final de ano não é uma obrigação. O sentimento não precisa ser somente de alegria para todas as pessoas, por mais que tudo conspire a favor, conduzido, principalmente, pela mídia, amigos e família. O contraponto, em relação a uma maioria eufórica, pode trazer questionamentos acerca da própria vida, com momentos de tristeza, que podem ser difíceis de lidar, principalmente, com conflitos familiares, doenças e perdas. É importante equilibrar a carga emocional e desfrutar das datas comemorativas de uma forma leve, encarando-as como mais um ciclo que se fecha e que, consequentemente, pode gerar tristezas que não necessariamente devem ser encaradas como um problema.

“Mesas fartas, festas e presentes, por exemplo, ainda estão presentes nessa época do ano. E quem segue essas regras pode, involuntariamente, impor ao outro o mesmo comportamento. Melancolia, raiva e solidão são comuns nessas datas, e o sentimento de tristeza, muitas vezes, se torna evidente”, comenta Sílvia Regina, psicóloga do setor de Medicina Preventiva do Hapvida Saúde.

Mas, não necessariamente, estar ou ficar triste significa depressão. Momentos tristes, neste período, podem ser passageiros e até úteis, se vierem acompanhados de reflexões e planejamentos para o novo ano que virá. “De uma forma geral, a tristeza, a melancolia, a raiva ou a frustração não configuram um quadro depressivo. Além do que, esses sentimentos podem fornecer subsídios importantes para as mudanças, por isso podem ser encarados de uma forma positiva”, ressalta a psicóloga.

Para quem perdeu um parente recentemente ou, por algum outro motivo, terá de passar esse período sem a presença do familiar, o momento pode se transformar em uma tristeza maior. Embora as pessoas associem o luto diretamente à morte, para a psicologia, ele é desencadeado por qualquer ruptura emocional forte, seja a perda de alguém querido, um divórcio ou um amigo que foi morar longe. O processo é dividido em cinco fases e todas as pessoas irão apresentar pelo menos duas delas: negação, raiva, negociação, depressão e aceitação.

“Para um pessoa que está passando por esta situação, é importante se respeitar, viver esse momento, mas com cuidado para não transformar o natal em uma época apenas triste”, orienta a psicóloga do ludo do Grupo Vila, Mariana Simonetti.  É importante que a pessoa enlutada encontre sua própria maneira para lidar com ausência: reproduzir algo que aquela pessoa querida costumava fazer no natal, olhar fotos ou compartilhar lembranças com familiares e amigos.

A terapia exerce o papel fundamental, no qual oferece suporte e auxílio para o paciente superar a dor, mostrando-se como uma ferramenta de reorganização psicológica. Com ela é possível encontrar sua própria maneira de lidar com os sentimentos, muitas vezes novos e conflitantes e compreender que não há certo ou errado na maneira em como se vive ou expressa a dor.

Pessoas próximas são um ponto de apoio importante para quem está vivenciando o luto. “É necessário que a pessoa enlutada sinta que seu ente querido não foi esquecido nesse ambiente festivo, pois isso é o que muitas vezes incomoda o enlutado”, explica Mariana.

Assessoria 

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