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Sargento da Polícia Militar faz reféns na Cadeia Pública de Areia após surto

Um sargento da Polícia Militar teve um surto e teria feito reféns na Cadeia Pública de Areia, no Brejo da Paraíba. O fato aconteceu nesta sexta-feira (7).

O policial foi identificado como Evandro. As primeiras informações são de que ele estava de serviço e, armado, rendeu um grupo de pessoas na unidade prisional.

Ainda de acordo com informações preliminares, o sargento foi socorrido até um hospital, medicado e levado para casa. Ele estaria sob abstinência alcoólica, o que causou o mal estar.

 

clickpb

 

 

Sargento Pereira afirma: Bolsonaro não tem apoio das polícias para impor golpe

O sargento da Polícia Militar da Paraíba, Astronadc Pereira de Morais (sargento Pereira), disse em artigo, nesta terça-feira (9), não acreditar que o presidente Jair Bolsonaro tenha “o apoio das polícias do Brasil, enquanto instituição, para impor um golpe de estado.”

Ele lembrou que no período ditatorial, no Brasil, juízes e desembargadores foram impedidos de trabalhar e outros foram expulsos de suas funções. “O Congresso foi fechado. O povo perdeu a liberdade e o direito de escolher seus representantes.”

Confira artigo na íntegra:

O povo brasileiro teme um retrocesso ainda maior nas garantias de direitos. As instituições democráticas sentem que o perigo se aproxima e que a cada dia as ameaças são mais diretas, ostensivas e contundentes. Segmentos sociais, políticos, acadêmicos e sociedade em geral têm estado em alerta psicológico desde que Bolsonaro assumiu a presidência da República.

Há várias teses de setores da imprensa nacional, de políticos e movimentos de dentro da sociedade organizada de como o presidente poderia atuar na tentativa de golpe contra a democracia do Brasil. Alguns falam em “golpe – policial militar sob a liderança fascista”!

O sociólogo e ex-secretário de Segurança do RJ, Luiz Eduardo Soares, escreveu: “há pouco o vice-presidente publicou um artigo absurdo e ameaçador no jornal Estadão”. O filho do Presidente Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro, confirmou: “a ruptura está decidida, espera-se apenas a oportunidade”. “O presidente sobrevoou manifestação contra o Supremo e o Congresso ao lado do ministro da Defesa”, lembra Soares.

E Soares ainda diz que: “o “poder moderador” das Forças Armadas se imporá, porque, afinal de contas, “Brasil acima de todos, Deus acima de tudo”. Interventores, com apoio das polícias estaduais, tomarão o poder nos estados. Em lugar do Supremo, uma corte de exceção será nomeada.”

Devo lembrar que no período ditatorial, no Brasil, juízes e desembargadores foram impedidos de trabalhar e outros foram expulsos de suas funções. O Congresso foi fechado. O povo perdeu a liberdade e o direito de escolher seus representantes. Alguém deseja a volta da época das trevas no Brasil?

As forças estaduais (polícia) usualmente têm uma perspectiva um tanto conservadora. A categoria policial deste país serviu muitas vezes de voz que reverberava nas comunidades e na sociedade em geral.

São estes que alcançam todos os setores da sociedade e isto não pode ser desprezado. Bolsonaro foi eleito a partir de um projeto policial da categoria que não aguentou tanto desprestígio nos últimos 30 anos, somando a isso, evidentemente, a frustração ao PT por parte significativa da sociedade. E o escárnio da criminalidade contra uma sociedade assaltada todos os dias por infratores corruptos que debochavam e ainda debocham da Justiça e da polícia. Some-se a isso o projeto burguês que não se sentia contemplado.

Dizer que estamos prestes a sofrer um golpe no Brasil é desconhecer em muito as inúmeras possibilidades que nos alcança a lei, as instituições democráticas, a Constituição Federal, o povo brasileiro, o Congresso Nacional e suas correlações de forças. Mais do que isso, é desconhecer a natureza das policiais estaduais, suas normas regulamentares e seus integrantes. Destes são muitos a defender a democracia e a liberdade do povo brasileiro.

A pesar do conservadorismo dentro das polícias ser uma marca simbólica no imaginário coletivo, somos homens e mulheres que temos famílias, estudamos, desejamos a liberdade, nenhum retrocesso, e queremos sempre mais defender a Constituição Federal, o Estado Democrático de Direito, as Instituições Democráticas e o povo brasileiro.

O presidente Jair Messias Bolsonaro não tem o apoio das polícias do Brasil, enquanto instituição, para impor um golpe de estado. Ele tem apoiadores que são integrantes da polícia, e que tem uma perspectiva quanto ao governo Bolsonaro diferente dos demais governos de oposição. E isto não quer dizer que ele detém o poder legítimo e moral dos militares estaduais. Nós policiais iremos obedecer de forma absoluta a lei e as autoridades constituídas, em defesa da democracia e da liberdade do povo brasileiro. E aqueles que integram as forças de segurança que se contrapuserem à democracia e a lei responderão na justiça, na medida de suas ações intempestivas.

Convém salientar que o Nordeste tem um papel preponderante na defesa da nossa democracia, juntamente com expressões democráticas e progressistas de setores militares federal. E no plano internacional um golpe seria mais perigoso do que do jeito que estar. Lembremos que a tentativa de golpe pode ser frutada e os golpistas podem ser preso pelo povo.

Assim sendo, espero que o presidente Bolsonaro tenha a devida cautela e sensibilidade democrática que um presidente deve ter, e que possa assegurar que o bem-estar do povo brasileiro esteja em primeiro lugar, ou seja, acima das questões particulares e de cunho partidário ideológico. Afinal, ninguém vive para sempre no poder e nenhum regime é para sempre.

Astronadc Pereira de Morais (sargento Pereira)

1º sargento da Polícia Militar da Paraíba

 

 

Sargento da PM se recupera da Covid-19 após 40 dias internado, na Paraíba; ‘grato pela cura’

Os últimos quarenta dias vividos pelo sargento da Polícia Militar, Francisco de Assis Almeida, de 61 anos, foram marcados por dificuldades, mas também pela força de vontade para vencê-las. Diagnosticado com Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus, ele passou mais de um mês hospitalizado no Sertão da Paraíba e recebeu alta médica, na última segunda-feira (25), após se recuperar.

A recuperação representa uma vitória para ele. “Fiquei muito feliz, pois venci a essa doença devastadora. Apesar de ainda estar debilitado, estou grato a Deus pela minha cura”, declarou.

Francisco de Assis atua na Guarda Militar da Reserva, do 6º Batalhão da Polícia Militar em Cajazeiras. Ele estava afastado do serviço policial desde o mês de março, por fazer parte grupo de risco da doença devido à idade.

Em casa, ele teve contato com familiares que apresentavam sintomas suspeitos de infecção pelo novo coronavírus e testou positivo para a doença, conforme explicou o tenente-coronel Nicolau Terceiro, comandante do 6º batalhão de Polícia Militar.

Após sentir o agravamento dos sintomas, o policial foi encaminhado para o Hospital Regional de Cajazeiras (HRC), onde o quadro de saúde dele se complicou e precisou ser entubado por 14 dias. Ele relatou o pouco que lembra sobre como foi conviver com a doença.

G1

 

Sargento Pereira concloma policiais a assinarem petição em defesa da democracia

O sargento Astronadc Pereira de Morais, da Polícia Militar da Paraíba, mais conhecido como sargento Pereira, fez petição pública (online) conclamando os policiais civis e militares do Brasil a se manifestarem em defesa da democracia.

Na petição, circulação no ceio das duas polícias, Pereira lembra que “a democracia é fruto da vontade soberana da população brasileira” e não pode continuar sendo ameaçada “por partidários políticos e ideológicos transvestidos de extremistas, que costumam agir com arrogância.”

Confira nota com o teor da petição:

ESTADO DA PARAÍBA

NOTA DOS POLICIAIS CIVIS E POLICIAIS MILITARES EM DEFESA DA DEMOCRACIA DO BRASIL

A democracia brasileira tem sofrido ataques injustificáveis e ilegítimos, por parte de pessoas, grupos e seguimentos, que a cada dia fortalecem a narrativa de ameaça direta às liberdades de expressão, de pensamento e a dignidade humana, além de afrontar as instituições democráticas.

A democracia é fruto da vontade soberana da população brasileira. É inaceitável que atos de apoio à intervenção militar e à institucionalização de mecanismos ditatoriais continuem sinalizando para o fim do nosso direito a liberdade. Igualmente, é inadmissível a apologia à violência e ao ódio promovida por partidários políticos e ideológicos transvestidos de extremistas, que costumam agir com arrogância.

Cientes do que vem acontecendo, nós, policiais brasileiros, manifestamos publicamente o nosso apreço pela democracia e a disposição de defendê-la, bem como de resguardar a soberania da nossa Constituição Federal (Carta Magna e Cidadã), as instituições e o Estado Democrático de Direito. Lembramos ao povo brasileiro que só na democracia os policiais poderão ser considerados sujeitos de direito, diferentemente do período ditatorial.

Nunca esqueçamos que a Constituição Federal é o documento da liberdade, da dignidade, da democracia, da justiça social no Brasil e isso não deve ser ignorado. De igual modo não pode ser desconsiderada a conquista do direito do povo de eleger seus legítimos representantes pelo voto. Assim sendo, enquanto guardiões da cidadania devemos obediência a lei maior do país, que é a nossa Constituição.

Os males causados pelo regime militar precisam ser lembrados como um duro golpe contra as pessoas e as instituições democráticas. Foi nesse período que houve a cassação de direitos, torturas, pais e mães que desapareceram ou foram obrigados a ficar longe da família por causa de seus posicionamentos políticos, detenções arbitrárias, violência institucional, assassinatos e cassação dos direitos políticos. Estes são erros do passado que jamais devemos aceitar que se repitam.

Portanto, reafirmamos nossa lealdade e defesa da Constituição Federal, das instituições democráticas e do Estado Democrático de Direito, e apelamos que aqueles que promovem atos que se opõem à estas conquistas da população brasileira sejam responsabilizados e punidos na forma da lei.

 

João Pessoa, 30 de maio de 2020.

 

ASTRONADC PEREIRA DE MORAES – 1º Sargento da Polícia Militar da PB

 

Redação FN

 

 

Comandante do 4º BPM afasta sargento que defendeu o fim do isolamento social

Um vídeo polêmico, gravado por um sargento da Polícia Militar, lotado no 4º Batalhão de Polícia Militar está repercutindo nas redes sociais e emissoras de rádio e ainda provocou o afastamento do policial que fez a gravação e compartilhou nas redes.

O vídeo, o sargento Amaral, em serviço numa viatura da PM, defende o fim do isolamento.”O que a gente tem de fazer é voltar a trabalhar e proteger as pessoas idosas e as que tem problemas respiratórios. Vamos voltar a trabalhar e deixar ser vagabundo”, disse.

“Existe o vírus, mas não é tão letal a ponto de agente ficar sem trabalhar, sem fazer nada. O que a gente tem de fazer é voltar a trabalhar e proteger as pessoas idosas e as que tem problemas respiratórios. Vamos voltar a trabalhar e deixar ser vagabundo. Esse negocinho de ficar em casa de férias não existe, vai terminar o país quebrando e a gente passando é fome, é o que a esquerda quer, que passe necessidade”, falou num trecho da gravação.

Com repercussão do vídeo na imprensa, o comandante do 4º BPM, coronel Gilberto Felipe, confirmou em entrevista ao repórter Zé Roberto, da Rádio Constelação FM, em entrevista na manhã desta quarta-feira (8), que o sargento foi afastado de suas funções até que seja apurada a sua conduta.

‘O sargento Amaral foi afastado porque ele contrariou o que orientam as autoridades sanitárias e governamentais que é o isolamento social por causa da pandemia do coronavírus. Ele representa o Estado como policial, trabalha para que as medidas sejam cumpridas e está defendo o fim do isolamento. Vamos abrir um procedimento administrativo para apurar a conduta, em que pese não apagar o exímio policial que é o sargento Amaral, mas vai ser apurado”, assegurou o comandante.

pelo discurso do policial, ele é seguidor das ideias do governo de Jair Bolsonaro, que tem defendido publicamente e se atritado com integrantes do seu próprio governo, em razão do isolamento social.

 

portal25horas

 

 

Sargento que levou cocaína em voo da FAB pode pegar 15 anos de prisão na Espanha

Se for julgado na Espanha, e não no Brasil, o segundo sargento da Aeronáutica Manoel Silva Rodrigues poderá ficar preso por 15 anos.

Quem afirma é o advogado espanhol Jesus Santos, que já foi promotor público espanhol e hoje trabalha no escritório Baker McKenzie.

Sargento que levou cocaína em voo da FAB vai responder a dois inquéritos

O sargento foi detido na terça-feira (25) no aeroporto de Sevilha, na Espanha, por transportar 39 quilogramas de cocaína em sua bagagem. O avião da FAB faz parte da comitiva do presidente Jair Bolsonaro ao Comitê do G20 no Japão.

“Por ser um delito grave, a pena pode ser de 10 a 15 anos. A [prisão] preventiva pode chegar a 2 anos.”

Trata-se de uma investigação global, porque o crime tem ramificações em diferentes países e, assim, há a possibilidade de ele ser julgado no Brasil ou na Espanha, afirma ele.

Mesmo se o Brasil pedir para que Manoel seja retornado, a Espanha deverá querer julgá-lo, diz Santos.

Existem prisões específicas para militares na Espanha, mas, se for julgado lá, Rodrigues não deverá ser encaminhado a uma delas. “Como é um delito de natureza comum, ainda que o acusado seja um militar, ele vai para uma jurisdição ordinária, e não especializada”, diz Santos.

Interesse dos dois países

Como o militar estava a serviço, e não a passeio, o Brasil tem um forte argumento para pedir para que ele seja repatriado e julgado aqui, diz o advogado Amado Faria, sócio do escritório Marchini que foi desembargador e, antes disso, promotor de Justiça Militar.

“Ele não estava na Espanha a passeio e, a rigor, deve ser apresentado às autoridades brasileiras com toda a documentação elaborada pelos espanhóis para ser julgado aqui, e de acordo com o código penal militar. A regra é essa. Mas eu não sei se os governos do Brasil e da Espanha vão tratar isso dessa maneira.”

Uma condenação na Justiça comum brasileira pode ser de até 15 anos, já na militar, é uma pena única, de 5 anos, segundo Faria.

Os dois países, em teoria, têm interesse em investigar como Rodrigues conseguiu a droga e qual seria o destino dela.

“Não se produz cocaína no Brasil, ela passa por aqui. A Espanha, que é um dos destinos, também quer saber como a droga sai de outros países, é levada ao Brasil e depois para fora.”

Espanha é o segundo país com mais brasileiros presos por tráfico

Até o fim de 2018, havia 761 brasileiros cumprindo pena por tráfico internacional ou posse de drogas em outros países.

Número de brasileiros presos no exterior Contingente aumenta desde 2015Quantidade2013201420152016201720182600280030003200340036003800Fonte: Itamaraty

A quantidade total de brasileiros presos em outros países do mundo aumenta desde 2015.

No fim de 2018, eles eram 3.579. Cerca de 10% do total, 343, eram brasileiros presos somente na Espanha.

Desses, 107 cumpriam pena por tráfico internacional de drogas, tráfico ou posse, de acordo com o Itamaraty.

G1

 

 

Preso por morte de sargento presta depoimento na Central e é liberado

A Polícia Militar prendeu na tarde desta quinta-feira (30) um dos homens que teria participado da execução do sargento do Corpo do Bombeiros, Joselho de Souza Leite, assassinado no final da manhã com um tiro no rosto no Batalhão da corporação.

Ao Portal MaisPB, o major Sidney informou que o suspeito foi conduzido para a Delegacia de Homicídios. Acreditava-se que ele é o suspeito de pilotar a moto usada no crime. Mas, o homem foi ouvido pela Polícia Civil e em seguida liberado.

O homem foi localizado após denúncias anônimas através do Centro Integrado de Operações Policiais (CIOP).

Entenda o caso

Um bombeiro militar foi assassinado dentro do Batalhão, no início da tarde desta quinta-feira (30), no bairro de Mangabeira, em João Pessoa. O crime foi praticado por um homem armado que entrou no batalhão caminhando e executou a vítima.

De acordo com informações da Polícia Militar, o homem chegou na área da guarita e atirou contra o militar. A vítima, identificada como sargento Josélio, foi atingida com disparos de arma de fogo na região do tórax.

Após executar o militar, o autor do disparo e um outro suspeito, que aguarda do lado de fora do Batalhão em uma moto, fugiram do local levando a arma do sargento. Ainda não há informações sobre a identidade dos suspeitos, nem a motivação.

MaisPB 

Sargento da Polícia Militar é assassinado durante festa em Coremas

Foto:Reprodução
Sargento assassinado

O sargento da Polícia Militar, José Gomes da Silva, de 47 anos, foi assassinado na madrugada deste domingo (23), durante uma festa no município de Coremas, no Sertão, a 387 quilômetros de João Pessoa.

José Gomes era natural da cidade de Diamante e chegou a ser socorrido ainda com vida para o hospital da cidade, mas não resistiu aos ferimentos.

O sargento foi morto com quatro tiros, dois deles, na cabeça. O corpo de José Gomes foi encaminhado ao IML de Patos.

Segundo informações da polícia, ele se desentendeu com um homem, que voltou armado para a festa e efetuou os disparos.

O acusado fugiu do local, mas foi localizado em seguida e preso. Conforme a polícia, ele já responde por prática de outro homicídio também na região de Coremas.

Portal Correio

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Sargento da PM é agredido a pauladas e tem arma roubada em Santa Rita

casos de policiaNa madrugada deste sábado (18), um sargento da Polícia Militar foi alvo de bandidos na Região Metropolitana de João Pessoa. Ele foi abordado por quatro homens que logo em seguida o espancaram.

O crime aconteceu no distrito de Várzea Nova, em Santa Rita e, de acordo com a Polícia Militar, a vítima declarou que voltava para sua residência em sua motocicleta quando ao passar pela comunidade Bela Vista foi surpreendido pelo bando.

Segundo a vítima, o sargento José Cosme, ao parar o veículo, foi agredido com uma paulada na cabeça e em seguida espancado. Os elementos fugiram levando a bolsa do sargento, documentos, o capacete, o relógio e sua arma, uma pistola.

Várias viaturas foram ao local auxiliar no socorro da vítima e na busca pelos suspeitos. Os acusados foram capturados no início da manhã e conduzidos até a 6ª DD com parte dos objetos pessoais da vítima.

PB Agora

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Sargento da PB é preso no RN suspeito de homicídio e troca de tiros com a PM

sireneUm sargento policial militar da Paraíba foi preso, na noite desse domingo (23), em Natal, Rio Grande do Norte, suspeito de ter participado de um homicídio na capital potiguar. Conforme apuração da TV Tropical, afiliada da Rede Record em Natal, a vítima tinha antecedentes criminais e passou cinco meses preso recentemente. O crime aconteceu em uma festa no bairro Bom Pastor, Zona Oeste da cidade.

Mais quatro suspeitos foram presos junto com o sargento da Paraíba. Três deles estavam em um carro próximo ao local do crime. O policial e outro cúmplice corriam a pé em direção ao veículo quando foram flagrados por uma equipe da PM que fazia rondas. Eles reagiram à ordem de parada dos policiais e iniciaram troca de tiros, mas todos acabaram detidos e um ainda ficou ferido.

O sargento da Paraíba só teria dito que pertence à corporação depois de se render e entregar a arma aos colegas de profissão. O policial aguarda audiência de custódia que vai definir se ele responderá o processo em liberdade ou permanecerá preso.

Procurado pelo Portal Correio, o assessor da Polícia Militar, major Cristovão Lucas, disse que ainda levantava informações sobre o caso e não deu detalhes do que pode acontecer com o sargento daqui para frente.

Portal Correio

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