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Diocese de Guarabira ordena novos padres e alcance número de 60 sacerdotes

Na noite desta terça-feira (04), na Catedral Nossa Senhora da Luz, em Guarabira, dia de São João Maria Vianney, patrono dos sacerdotes, o bispo diocesano dom Aldemiro Sena dos Santos ordenou quatro novos padres para Diocese de Guarabira.

Os neo-sacerdotes são:

  • Pe. Rinaldo da Costa Fernandes
  • Pe. Felipe José Xavier da Silva
  • Pe. Hítalo Sidney Nascimento Aquino
  • Pe. Damião Edmilson Gonçalves 

O padre Damião Edmilson será apresentado como vigário paroquial em Araruna no dia 09 de agosto – 19h. 

O padre Rinaldo da Costa assumirá a função de vigário paroquial em Pirpirituba no dia 09 de agosto – 19h.

O padre Felipe Xavier será apresentado como vigário paroquial em Areia no dia 09 de agosto – 9h.

O padre Hítalo Sidney assumirá a função de vigário paroquial em Bananeiras no dia 16 de agosto – 7h).

Dom Aldemiro Sena pontuou que o sacerdote continua após a ordenação sob o peso da fragilidade humana, mas a graça sacramental o sustenta e o torna imagem do Bom Pastor, que dá a vida pelo rebanho. “Nossos sacerdotes não precisam tanto de nossos elogios, mas do nosso perdão, da nossa compreensão e colaboração”, disse.

Na conclusão da cerimônia o bispo diocesano anunciou que no dia do nascimento de Padre Mestre Ibiapina (05 de agosto) começa a construção do lar sacerdotal em Bananeiras, um espaço de retiro espiritual e acolhimento de padres.

PASCOM – Pastoral da Comunicação
Imagens: Pascom – Catedral

 

 

Depressão no altar: quando padres e sacerdotes precisam de ajuda

No último dia 16 de novembro, o padre Rosalino Santos, de 34 anos, publicou no Facebook uma foto de quando era garoto.

Padre celebra missa de Corpus Christi na Esplanada dos Ministérios, em Brasília; como outros trabalhos, vida sacerdotal pode provocar estresse e depressão
Padre celebra missa de Corpus Christi na Esplanada dos Ministérios, em Brasília; como outros trabalhos, vida sacerdotal pode provocar estresse e depressão

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil / BBCBrasil.com

O pároco da igreja de São Bartolomeu, em Corumbá (MS), parecia triste. Escreveu frases soltas na legenda, como “Dei o meu melhor” e “Me ilumine, Senhor”.

O que parecia ser um desabafo se tornou um bilhete de despedida. Dois dias depois, o corpo do sacerdote foi encontrado, enforcado, dentro de casa.

O suicídio do padre Rosalino não foi um caso isolado. Oito dias antes, o padre Ligivaldo dos Santos, da paróquia Senhor da Paz, em Salvador (BA), já tinha colocado ponto final em sua história. Aos 37 anos, atirou-se de um viaduto.

Doze dias depois, outro caso. Pela terceira vez em menos de 15 dias, um sacerdote encerrava a própria vida. Renildo Andrade Maia, de 31 anos, era pároco da igreja de Jesus Operário, em Contagem (MG).

“A vida religiosa não dá superpoderes aos padres. Pelo contrário. Eles são tão falíveis quanto qualquer um de nós”, diz o psicólogo Ênio Pinto, autor do livro Os Padres em Psicoterapia (editora Ideias e Letras).

“Em muitos casos, a fé pode não ser forte o suficiente para superar momentos difíceis”, afirma Pinto, que atua há 17 anos no Instituto Terapêutico Acolher, em São Paulo (SP), voltado ao atendimento psicoterápico de padres, freiras e leigos em serviço à Igreja.

Desde a fundação, em 2000, o instituto estima ter atendido cerca de 3,7 mil pacientes, com média de permanência de seis meses a um ano.

Estresse ocupacional

O eventual comportamento suicida de sacerdotes intriga clérigos e terapeutas. Para especialistas consultados pela reportagem, há vários possíveis fatores: excesso de trabalho, falta de lazer, perda da motivação.

“O grau de exigência da Igreja é muito grande. Espera-se que o padre seja, no mínimo, modelo de virtude e santidade”, afirma o psicólogo William Pereira, autor do livro Sofrimento Psíquico dos Presbíteros(editora Vozes).

'Espera-se que o padre seja, no mínimo, modelo de virtude e santidade', diz psicólogo autor de livro sobre sofrimento de sacerdotes
‘Espera-se que o padre seja, no mínimo, modelo de virtude e santidade’, diz psicólogo autor de livro sobre sofrimento de sacerdotes

Foto: Agência Brasil / BBCBrasil.com

“Qualquer deslize, por menor que seja, vira alvo de crítica e julgamento. Por medo, culpa ou vergonha, muitos preferem se matar a pedir ajuda”, diz.

Pesquisa de 2008 da Isma Brasil, organização de pesquisa e tratamento do estresse, apontou que a vida sacerdotal é uma das profissões mais estressantes.

Naquele ano, 448 entre 1,6 mil padres e freiras entrevistados (28%) se sentiam “emocionalmente exaustos”. O percentual de clérigos nessa situação era superior ao de policiais (26%), executivos (20%) e motoristas de ônibus (15%).

A psicóloga Ana Maria Rossi, que coordenou o estudo, afirma que padres diocesanos, que trabalham em paróquias, estão mais propensos a sofrer de estresse do que monges e frades que vivem reclusos.

“Um dos fatores mais estressantes da vida religiosa é a falta de privacidade. Não interessa se estão tristes, cansados ou doentes, padres têm que estar à disposição dos fieis 24 horas por dia, sete dias por semana.”

Problemas terrenos

Em 8 de janeiro de 2008, o padre José Chitumba ingressou na fazenda Santa Rosa, em Garanhuns (PE), uma das unidades do projeto Fazenda da Esperança, de recuperação de dependentes químicos em mais de 15 países.

“Quando caí em depressão virei alcoólatra, pensei em suicídio, perdi o ânimo para rezar. Passei oito meses sem celebrar missa. Achei que aquela noite não teria fim”, recorda Chitumba, de 62 anos, hoje pároco da Igreja de Santo Antônio, em Chiador (MG).

A vida sacerdotal é mais atribulada do que se costuma imaginar. Inclui celebração de batizados e casamentos, visita a doentes, sessões de confissão, aulas em universidades, presença em pastorais.

Dados de 2010 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) ajudam a entender essa demanda: havia no Brasil naquele ano 22 mil padres para 123 milhões de católicos, uma média de um padre para cada 5,6 mil fiéis.

No Brasil há, em média, um padre para cada 5,5 mil fieis católicos; 'Sobra trabalho e falta tempo', diz diretor de casa de repouso para religiosos
No Brasil há, em média, um padre para cada 5,5 mil fieis católicos; ‘Sobra trabalho e falta tempo’, diz diretor de casa de repouso para religiosos

Foto: Agência Brasil / BBCBrasil.com

“Sobra trabalho e falta tempo. Se não tomar cuidado, o sacerdote negligencia sua espiritualidade e trabalha no piloto automático”, adverte o padre Adalto Chitolina, um dos diretores do centro Âncora, casa de repouso em Pinhais (PR) que atende padres e freiras com diagnóstico de estresse, ansiedade ou depressão.

“Ao longo de 2016, nossa taxa de ocupação foi de 100%. Em alguns meses, tivemos lista de espera”, afirma.

O padre Edson Barbosa, da paróquia Nossa Senhora das Graças, em Andradina (SP), foi um dos religiosos atendidos no centro paranaense.

Há dois anos, dormia pouco, comia mal, andava irritado. Mas o alarme soou quando começou a beber além da conta. Em julho de 2015, pediu dispensa de suas atividades paroquiais e passou três meses no centro Âncora, entre consultas médicas, palestras de nutrição e exercícios físicos.

“Não sei o que teria acontecido comigo se não tivesse dado essa parada. Demorei a perceber que não era super-herói”, afirma. Sóbrio há um ano e nove meses, o padre, de 36 anos, trocou o álcool por caminhadas e trajetos diários de bicicleta.

Preocupação na cúpula

Reitor do seminário São José de Niterói, o padre Douglas Fontes diz estar atento à saúde mental dos colegas. Em pregações, costuma alertar os futuros sacerdotes para a necessidade de cuidarem mais de si mesmos.

“Jamais amaremos ao próximo se antes não amarmos a nós mesmos. E amar a si mesmo significa levar uma vida mais saudável. Tristes, cansados ou doentes não cumpriremos a missão que Deus nos confiou.”

Padre Edson Barbosa, de Andradina (SP), buscou ajuda especializada para superar vício em alcool
Padre Edson Barbosa, de Andradina (SP), buscou ajuda especializada para superar vício em alcool

Foto: Arquivo pessoal / BBCBrasil.com

Dom Jaime Spengler, arcebispo de Porto Alegre (RS) e presidente da comissão da CNBB que se ocupa da vida dos padres, diz que sacerdotes devem pedir ajuda ao bispo de sua diocese em caso de tensão psicológica ou esgotamento físicos.

“Os padres não estão sozinhos. Fazemos parte de uma família. E nesta família cabe ao bispo desempenhar o papel de pai e, como tal, zelar pelas necessidades dos filhos”, afirma.

Outros locais do mundo também registram casos de padres com problemas psicológicos.

Uma pesquisa da Universidade de Salamanca, na Espanha, ouviu 881 sacerdotes de três países (México, Costa Rica e Porto Rico) e identificou incidência alta de transtornos relacionados à atividade.

“Três em cada cinco experimentavam graus médios ou avançados deburnout , a síndrome do esgotamento profissional”, registrou a autora da pesquisa, Helena de Mézerville, no livro O Desgaste na Vida Sacerdotal(editora Paulus).

Na Itália, o burnout é conhecido por alguns sacerdotes como a “síndrome do bom samaritano desiludido”.

Naturalmente, sacerdotes católicos não são os únicos sob risco.

“A natureza do trabalho é a mesma. Logo, estamos sujeitos aos mesmos riscos”, avalia o rabino Michel Schlesinger, da Congregação Israelita Paulista (CIP). O sheik Ahmad Mazloum, do Centro Islâmico de Foz do Iguaçu (PR), faz coro.

“É preciso satisfazer, de maneira lícita e correta, as necessidades básicas do espírito, mente e corpo. Caso contrário, estaremos sempre em perigoso desequilíbrio”, alerta.

BBC Brasil

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Sacerdotes são denunciados ao Vaticano por críticas progressistas à Igreja Católica

Três sacerdotes da Arquidiocese de Santiago, capital do Chile, têm enfrentado duras críticas por parte de setores conservadores da Igreja Católica. Nos últimos cinco meses, Felipe Berríos, José Aldunate e Mariano Puga têm concedido entrevistas à imprensa questionando alguns aspectos da instituição. As indagações vão desde a postura do clero frente à reforma educacional do governo da presidenta Michelle Bachelet, até a negativa da instituição em debater o aborto e a rejeição da Igreja ao matrimônio homossexual. O posicionamento dos sacerdotes gerou repercussão entre os religiosos no Vaticano.

José Aldunate (à esquerda), Felipe Berríos (no centro) e Mariano Puga incomodam conservadores da Igreja. Foto: Reprodução.

No último mês de junho, Mariano Puga, apontado como “padre operário”, afirmou que a Igreja reforça a desigualdade entre os povos: “A Igreja, em vez de ser a que destruía o conceito de classe, o fortaleceu: colégios para os pobres, outros para os indígenas, outros para a classe alta”, afirmou o eclesiástico.

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Dois meses depois da declaração, José Aldunate, que tem 97 anos de idade e é reconhecido defensor dos direitos humanos durante o regime militar chileno (1973-1990), se declarou favorável ao casamento entre pessoas de mesmo sexo. “O homossexual tem direito a amar e compartilhar sua vida com outra pessoa. (…) A Igreja é antiquada”, disse o sacerdote jesuíta.

Ambos os religiosos convergem para postura adotada pelo sacerdote jesuíta, ativista e escritor chileno Felipe Berríos que, desde seu retorno ao Chile em junho passado — após passar quatro anos em Burundi e no Congo trabalhando junto a refugiados — mantém um discurso crítico sobre a sociedade de classes. Ele questiona ações governamentais como o Projeto Lei de Reforma Educacional e os conflitos étnico-sociais e econômicos por que passam os índios mapuche, estabelecidos no sul do Chile.

Denunciados ao Vaticano pelo cardeal Ricardo Ezzati, atual arcebispo metropolitano de Santiago do Chile e presidente da Conferência Episcopal do Chile (encarregada de assegurar a “correta” aplicação da doutrina), os três sacerdotes são, agora, investigados pela Congregação para a Doutrina da Fé. Ezzati enviou à cúpula católica um relatório enumerando uma série de casos que desafiariam uma postura conservadora da Igreja, incluindo as últimas declarações públicas dos sacerdotes. No início do último mês de setembro, o cardeal convocou uma reunião de trabalho com os representantes eclesiais de Santiago para discutir o tema.

 

Cardeal Ricardo Ezzati levou questão ao Vaticano. Foto: Reprodução.

 

Ezzati, sem aviso prévio, chegou a visitar a casa onde vivem dois dos três sacerdotes progressistas, a residência San Ignacio, no Centro da capital chilena, com a pretensão de levantar mais dados para incluir nas denúncias. Fontes próximas a Puga, Aldunate e Berríos afirmaram que os três padres teriam enviado uma mensagem ao núncio apostólico no Chile, Ivo Scapolo, para solicitar uma audiência e esclarecer a situação de maneira conjunta.

“No espírito do nosso querido Papa Francisco e para sermos fieis ao Evangelho de Jesus (do domingo passado): se teu irmão peca contra, chamo-o individualmente. Se te escuta, haverás recuperado teu irmão… Solicitamos uma audiência”, assinala um trecho do texto que teria sido redigido por Puga, em nome dos três sacerdotes. Após o Sínodo dos Bispos, que se iniciou no último 05 de outubro e segue por 14 dias no Vaticano, há a expectativa de que o líder da Conferência Episcopal se reúna com o grupo.

 

Adital

Papa recomenda que sacerdotes comprem carros e telefones humildes

O papa Francisco disse neste sábado (6) que lhe doía ver sacerdotes dirigindo automóveis caros, e lhes disse para escolher algo mais “humilde”.

Como parte de sua tentativa de tornar a Igreja Católica mais austera e concentrar-se nos pobres, Francisco disse aos jovens padres e freiras em treinamento de todo o mundo que ter o mais recente smartphone ou acessório de moda não era o caminho para a felicidade.

AP

Segurança segura freira enquanto Papa Francisco chega para encontro com noviças e sacerdotes no Vaticano

“Me machuca ver um padre ou uma freira com o mais recente modelo de carro, você não pode fazer isso”, disse ele.

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“Um carro é necessário para fazer um monte de trabalho, mas, por favor, escolha um mais humilde. Se você gosta do mais extravagante, basta pensar quantas crianças estão morrendo de fome no mundo”, disse ele.

Desde que sucedeu o Papa Bento 16, em março, o ex-cardeal argentino Jorge Bergoglio evitou algumas das maiores armadilhas da ostentação de seu cargo e optou por viver em uma casa de hóspedes do Vaticano, ao invés dos opulentos apartamentos papais.

 

A agência de notícias ANSA disse que o carro escolhido pelo papa para se deslocar na Cidade do Vaticano é um Ford Focus compacto.

IG

Maior igreja evangélica da Escócia decide aceitar sacerdotes gays

casamento gayApós quatro anos de debates intensos, a Igreja da Escócia, a maior congregação evangélica do país, decidiu permitir que gays se tornem seus sacerdotes.

Segundo informações do jornal The Guardian, a permissão foi aprovada nesta segunda-feira (20) numa assembleia geral dos dirigentes da Igreja Escócia, em Edimburgo. Com a decisão, cada unidade regional terá o poder de aceitar ou não sacerdotes gays.

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Manifestantes contrários a possibilidade de gays serem ministros fizeram protestos no prédio que recebeu a assembleia geral, em Edimburgo.

“De uma forma ou de outra, esta foi uma votação maciça pela paz e para unir a igreja”, observou John Chalmers, dirigente da Igreja da Escócia. Os debates sobre aceitação de sacerdotes homossexuais começaram em 2009, quando um ministro abertamente gay foi escolhido para liderar a paróquia na cidade de Aberdeen.Na assembleia desta segunda, os dirigentes da igreja também votaram uma moção que pretendia restringir o sacerdócio apenas para gays que fossem celibatários ou os que tivessem uma relação oficializada por uma parceria civil. A proposta foi rejeitada por 340 votos a 282.

A nominação de sacerdotes gays não deve ser imediata. A decisão ainda precisar passar por processos burocráticos que podem adiar sua implementação para 2015.

Ig

Igreja permite sacerdotes gays se tornarem bispos na Inglaterra

Londres, 4 jan (EFE).- A igreja da Inglaterra retirou a proibição que impedia os sacerdotes homossexuais se tornarem bispos, mas com a condição dos religiosos manterem o celibato.

O anúncio foi feito pela House Of Bishops, a Câmara dos Bispos, que faz parte do legislativo da Igreja Anglicana. A decisão permite que os sacerdotes gays que atualmente mantêm uniões civis se transformem em bispos se prometerem ser celibatários.

A iniciativa recebeu uma forte oposição dos anglicanos conservadores, que disseram que resistirão a esta modificação. A ordenação de bispos gays é um assunto polêmico que divide a igreja anglicana desde 2003, quando um clérigo homossexual, Jeffrey John, celibatário, foi nomeado bispo de Reading.

O religioso foi forçado a deixar o bispado diante dos protestos do setor mais tradicional da igreja anglicana. Em 2010, John, na atualidade deão de St. Albans, foi rejeitado como candidato para o bispado de Southward.

Segundo informou hoje a cadeia pública britânica “BBC”, em função da tensão que cerca a questão sobre a sexualidade na igreja da Inglaterra, a decisão de permitir homens com uniões civis se tornarem bispos foi uma enorme concessão por parte da instituição anglicana.

EFE

Cresce o número de sacerdotes no mundo

Em dez anos, de 2000 a 2010, o número dos sacerdotes diocesanos e religiosos no mundo aumentou: passou de 405 mil para 413 mil, informou monsenhor Vittorio Formenti, diretor do Setor Estatístico do Vaticano, neste fim de semana (16 e 17), durante o encontro italiano do Serra Internacional (associação de leigos que apoia as vocações sacerdotais), na cidade de Bari, no sudeste da Itália.

Além deles, em toda a Igreja há mais de 35 mil diáconos permanentes, em sua grande maioria nos EUA, Canadá e América Latina. Com relação ao número dos sacerdotes que deixaram o ministério, este diminuiu para menos de 1000, enquanto 460 foram os sacerdotes que no ano passado pediram para serem reintegrados ao ministério. Mons. Formenti sublinhou que estes números deixam claro um lento, mas constante crescimento.

CNBB