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Presidente do TRE-PB marca reunião com juízes eleitorais e campanha deve sofrer novas restrições devido à pandemia

O Presidente do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba, (TRE-PB), desembargador José Ricardo Porto, agendou para esta terça-feira (20), uma reunião com todos os Juízes Eleitorais da Paraíba, para rever as liberações e restrições da campanha eleitoral em tempos de pandemia. O desembargador se manifestou preocupado com o aumento do índice de mortes causados pelo Covid-19 na Paraíba.

A reunião na sede do TRE/PB, contará com a presença do Corregedor Eleitoral desembargador Joás de Brito Pereira Filho. Ele adiantou que o tema será debatido de forma objetiva, “pois a forma insensata como parcela expressiva da população está procedendo, com o vírus.
Ele teme que após as eleições e ausente descoberta de vacina, o aumento do número de infectados pelo vírus cause danos irremediáveis para toda a comunidade paraibana,. O desembargador, exemplificou que o hospital das clínicas de Campina Grande, encontra-se com 88% dos seus leitos ocupados, atendendo infectados, em sua maioria do interior do Estado, conforme informações da Secretaria Estadual de Saúde.

Em virtude das exigências sanitárias, a Justiça Eleitoral já restringiu uma série de atividades de campanha na Paraíba, tendo proibido carreatas e passeatas em municípios como Campina Grande e João Pessoa.

O desembargador declarou que recebeu com exacerbada preocupação as informações divulgadas pelo Secretário Geraldo Medeiros, da pasta da saúde estadual, dando conta que a Paraíba, em razão do recrudescimento da COVID 19, retornou para a bandeira vermelha, uma vez que, mesmo diante dos insistentes alertas, as pessoas estão desobedecendo, de forma ostensiva e expressiva, as recomendações sanitárias.

A Justiça Eleitoral, segundo ele, continua atenta à preocupação mundial com uma possível segunda onda da Covid 19, e segue mantendo a proibição de eventos de campanha que impliquem em aglomerações sem controle, a exemplo de carreatas, passeatas e comícios, “buscando conter o avanço e propagação do vírus responsável por uma pandemia sem precedentes.

José Ricardo Porto explicou que a Corte Eleitoral, com respaldo em notas técnicas oriundas da Secretaria de Saúde Estadual, vem deliberando, em consonância com as prescrições das autoridades sanitárias, pela suspensão de atos de campanha que transbordem em aglomerações, buscando a preservação da saúde da população,

Severino Lopes
PB Agora

 

Secretario de Saúde da Paraíba participará de reunião com ministério sobre distribuição da vacina de covid-19

O Ministério da Saúde promoverá na próxima quarta-feira (14) uma reunião virtual com a presença dos 27 secretários estaduais de saúde sobre a disponibilização da vacina de covid-19 para todos os estados.

A informação foi confirmada ao ClickPB pelo secretário de Saúde da Paraíba, Geraldo Medeiros.

Participarão da reunião o secretário executivo do Ministério da Saúde, Élcio Franco; o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass); o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems); Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa); Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz); DataSUS; Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos; Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS).

 

Bárbara Wanderley

 

 

Em reunião das Mulheres, Guga anuncia Auxílio Aluguel para mulheres vítimas de violência doméstica

Em reunião realizada na noite desta sexta no distrito de Vila Maia, denominada Mulheres do 25, o candidato a Prefeito de Bananeiras, Guga Aragão, anunciou o auxílio aluguel para mulheres vítimas de violência doméstica como uma proposta para seu governo.

Segundo Guga, o índice de reincidência em violência doméstica é alto justamente porque, muitas vezes em razão de não ter pra onde ir, a mulher violentada é obrigada a conviver no mesmo ambiente do agressor.

O auxílio aluguel permitiria que a mulher violentada ou ameaçada pudesse viver em segurança, com mais dignidade, podendo tocar a vida sem ter o terror da agressão ao lado.

O evento contou com a presença de várias mulheres do distrito de Vila Maia, da ex prefeita Marta Ramalho, das candidatas a vereadoras e representantes femininas dos candidatos a vereadores, além de Guga, Ramom, do prefeito Douglas e Ramalho Leite.

 

Assessoria

 

 

Após reunião juiza eleitoral decide proibir comícios, carreatas e passeatas em Borborema e Serraria

Após reunião na manhã desta quinta-feira (01) na cidade de Areia, com representantes de partidos, coligações e autoridades de segurança pública dos municípios de Borborema e Serraria, a juíza da 11ª Zona Eleitoral, Dra. Alessandra Varandas Paiva decidiu proibir até o dia 16 de outubro, eventos políticos com comícios, carreatas, passeatas, carros de som e fogos de artifícios.

Devido à pandemia, a justiça eleitoral também determinou a proibição de aglomeração de pessoas. A polícia militar está ciente para coibir qualquer ato que infringir a decisão da justiça eleitoral.

 

MIDIA PARAIBA

 

 

“A Igreja Católica não faz barganhas”, responde CNBB aos participantes da reunião entre Bolsonaro e TVs “católicas”

O Brasil tem se tornado um exemplo mundial daquilo que não deve ser feito diante de uma pandemia. Até seu grande aliado, o adorado Donald Trump, tem colocado o governo Bolsonaro como exemplo negativo de gestão diante do coronavírus. Os despropósitos, inclusive a má vontade, se tornaram notícia cotidiana, que o atual presidente tenta esconder, custe o que custar.

O dinheiro público está sendo usado para buscar apoio no Congresso e na mídia, inclusive entre alguns meios de comunicação católicos. A publicação, neste sábado, dia 6/06/2020, no Jornal Estado de São Paulo, do conteúdo de uma reunião por videoconferência, acontecida no dia 21 de maio, entre o Presidente da República, Jair Bolsonaro, representantes de diferentes meios de comunicação católicos e alguns deputados, que se dizem parte da frente parlamentar católica, tem provocado inúmeras críticas, inclusive entre alguns bispos, que tem se posicionado, qualificando o conteúdo da reunião como algo vergonhoso.

Num país onde o número oficial de contagiados ultrapassa os 650 mil e os falecidos já são mais de 35 mil, mesmo com a suspeita de uma alta subnotificação, o governo se empenha em ocultar uma realidade que já colocou o Brasil como o segundo país com mais contágios e o terceiro em número de óbitos. Os números a cada dia são publicados mais tarde, para assim evitar, como já reconheceu o próprio presidente Bolsonaro, que apareçam nos telejornais do horário nobre, principal fonte de informação para a maioria do povo brasileiro. Junto com isso, o país, que trocou o ministro de saúde duas vezes em menos de um mês, se encontra desde 15 de maio, em plena pandemia sem alguém a frente desse ministério de particular importância no momento atual.

Cada vez mais enfrentado com a grande mídia, o presidente Bolsonaro pretende ganhar adeptos entre grupos de católicos conservadores, assíduos espectadores desses veículos de comunicação. O que o presidente oferece é dinheiro público através de propaganda governamental, em troca pode receber “mídia positiva”, segundo afirmam publicamente os representantes desses veículos de comunicação.

As palavras de alguns dos presentes na reunião, como o padre e cantor Reginaldo Manzotti, mostram a disposição desses meios de comunicação para entrar numa troca de favores, afirmando que “Nós somos uma potência, queremos estar nos lares e ajudar a construir esse Brasil. E, mais do que nunca, o senhor sabe o peso que isso tem, quando se tem uma mídia negativa. E nós queremos estar juntos”.

Sua disposição para ajudar a construir esse Brasil, dando a entender seu apoio às políticas promovidas pelo atual governo, pode ser considerado claramente contrário àquilo que é defendido pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB, que não podemos esquecer já foi denominada pelo presidente como “a parte podre da Igreja católica”. A mesma coisa pode se dizer em referência ao papa Francisco, alguém que não goza da simpatia do grupo mais fiel ao atual presidente.

A mesma postura de Manzotti se fez presente nas palavras do padre Welinton Silva, da TV Pai Eterno, e do empresário João Monteiro de Barros Neto, da Rede Vida, que definiu Bolsonaro como “uma grande esperança”. O primeiro, reconhecendo as dificuldades financeiras da emissora, pedia explicitamente ajuda, “estamos precisando mesmo de um apoio maior por parte do governo para que possamos continuar comunicando a boa notícia”, e em troca oferecia estar “levando ao conhecimento da população católica, ampla maioria desse país, aquilo de bom que o governo pode estar realizando e fazendo pelo nosso povo”.

A reportagem tem provocado “estranheza e indignação” na Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que se pronunciou por meio da Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação, juntamente com a SIGNIS Brasil e a Rede Católica de Rádio (RCR), associações que reúnem as TVs de inspiração católica e as rádios católicas no Brasil. No comunicado emitido neste mesmo dia 6, “esclarecem que não organizaram e não tiveram qualquer envolvimento com a reunião entre o presidente da República, Jair Bolsonaro, representantes de algumas emissoras de TV de inspiração católica e alguns parlamentares, e nem ao menos foram informadas sobre tal encontro”.

O comunicado deixa claro que “as emissoras intituladas ‘de inspiração católica’ possuem naturezas diferentes”, insistindo em que “nenhuma delas e nenhum de seus membros representa a Igreja Católica, nem fala em seu nome e nem da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil”. De fato, mesmo com o esforço realizado, nas entrelinhas do comunicado pode se deduzir que nem todas as emissoras assumem claramente as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil.

Diante da oferta de apoio ao governo por parte de emissoras de TV em troca de verbas e solução de problemas afeitos à comunicação, a resposta do comunicado é clara e contundente: “A Igreja Católica não faz barganhas”. Pelo contrário, a Igreja “estabelece relações institucionais com agentes públicos e os poderes constituídos pautada pelos valores do Evangelho e nos valores democráticos, republicanos, éticos e morais”, atitudes que muitos duvidam estejam presentes em alguém que está questionando constantemente a democracia.

Finalmente, deixando claro que “não aprovamos iniciativas como essa, que dificultam a unidade necessária à Igreja, no cumprimento de sua missão evangelizadora”, o comunicado que defende que sejam consideradas “todas as dimensões da vida humana e da Casa Comum”, algo negado reiteradamente pelo governo do presidente Bolsonaro, se mostram partidários de uma verdadeira comunhão, estando sempre abertos ao diálogo, especialmente “nestes tempos difíceis em que vivemos, agravados seriamente pela pandemia do novo coronavírus, que já retirou a vida de dezenas de milhares de pessoas e ainda tirará muito mais”, algo que para o atual presidente também não é importante, pois, como ele mesmo já diz, todos temos que morrer algum dia.

 

observatoriodaevangelizacao

 

 

“Avançamos” diz governador João Azevêdo sobre resultado da reunião com o presidente Jair Bolsonaro

O governador João Azevêdo (Cidadania) declarou na tarde desta quinta-feira (21), logo após a reunião com o presidente Jair Bolsonaro e demais governadores do Brasil, que com relação ao auxílio do governo federal aos estados, a pauta avançou.

De acordo com o chefe do executivo estadual, a reunião foi objetiva e proveitosa.

João ainda destacou a celeridade com que o projeto que destinará R$ 60 bilhões de auxílio para manter o equilíbrio de estados e municípios será aprovado.

“Foi uma reunião proveitosa, objetiva. O presidente informou que irá vetar o artigo que previa aumento para funcionários até dezembro de 2021. Os governadores solicitaram que fosse sancionada rapidamente e que a primeira parcela fosse liberada ainda em maio. Acho que avançamos” pontuou.

PB Agora

 

 

Em reunião com governadores, Bolsonaro defende congelamento de salário dos servidores e garante sancionar ajuda aos estados

O presidente Jair Bolsonaro, acompanhado de ministros, realizou nesta quinta-feira (21) uma videoconferência com governadores para discutir ações relacionadas ao enfrentamento da crise de saúde e econômica provocada pela pandemia do novo coronavírus.

Os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), participaram da videoconferência. Antes, tiveram uma audiência com Bolsonaro.

Na abertura do encontro, Bolsonaro disse que o governo defende congelamento de salários de servidores até o ano que vem.

“Bem como nesse momento difícil que o trabalhador enfrenta, alguns perderam seus empregos, outros tendo salário reduzido, os informais que foram duramente atingidos nesse momento, buscar maneiras de, ao restringirmos alguma coisa até 31 de dezembro do ano que vem, isso tem a ver com servidor público da União, Estados e municípios, nós possamos vencer essa crise”, afirmou o presidente.
Bolsonaro também afirmou que gostaria que a reunião concluísse, por consenso, que os vetos dele ao projeto de auxílio financeiro aos estados sejam mantidos.

“O mais importante: se possível sair uma proposta aqui por unanimidade de nós, ao vetarmos quatro dispositivos, um que é de extrema importância, que esse veto venha a ser mantido por parte do parlamento. Porque é assim que vamos construir nossa política, nos entendendo cada vez mais”, disse Bolsonaro.

Maia

Em seu discurso, Maia defendeu o projeto de socorro aos estados e pregou a união entre estados, municípios e governo federal para o enfrentamento da crise.

“Esse projeto vem nessa linha, projeto construído no Congresso Nacional junto com governo federal, que hoje vem à sua sanção em um momento muito importante no enfrentamento à crise. A união de todos no enfrentamento à crise vai criar com certeza as condições para que nos segundo momento possamos tratar do pós-pandemia da recuperação econômica, da recuperação dos empregos”, disse o presidente da Câmara.

Alcolumbre

O presidente do Senado, em sua fala na abertura do encontro, alertou que os políticos e governantes têm responsabilidade de conduzir o país durante a crise da pandemia e também depois, quando, segundo ele, as desigualdades na sociedade devem aumentar.

“A gente tem que ter a consciência de que essa crise é sem precedente na nossa vida, mas seremos cobrados por qual atitude tomamos para enfrentar a dificuldade de saúde pública que já tirou a vida de 20 mil brasileiros, milhares perdendo a chance de um futuro promissor. Nós temos responsabilidade com 210 milhões de brasileiros. Após essa pandemia o nosso país terá muito mais desigualdade. Essa diferença nas classes sociais se ampliará. A gente precisa ter responsabilidade e compromisso público”, disse o presidente do Senado.

Covid-19

Segundo levantamento exclusivo do G1 junto às secretarias estaduais de saúde, foram registradas no país 19.038 mortes provocadas pela Covid-19 e 294.152 casos da doença. O balanço de quarta-feira (20) do Ministério da Saúde informou 18.859 mortos e 291.579 casos.

Atualmente, o Brasil é o terceiro país no mundo com o maior número de casos confirmados da doença, atrás de Estados Unidos e Rússia.

Bolsonaro teve em março uma rodada de conversas por vídeo com governadores em encontros divididos por regiões. Na oportunidade, trocou farpas com o governador de São Paulo, João Doria (PSDB). As críticas feitas por ambos se mantiveram em abril e maio.

A nova conversa com governadores é uma tentativa de ajustar medidas de combate à Covid-19, em um contexto no qual o Brasil trocou duas vezes de ministro da Saúde (Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich) e tem a pasta no momento comandada de forma interina pelo general Eduardo Pazuello, um militar sem experiência em saúde pública.

Estados enfrentam dificuldade com equipamentos em unidades de saúde e presidente e governadores divergem na estratégia para conter a doença em temas como isolamento social e uso da cloroquina pelas pessoas infectados.

Bolsonaro é crítico das medidas de isolamento social e defende isolar somente idosos e pessoas com doenças crônicas. O presidente já se manifestou pela retomada do comércio e a volta das aulas, enquanto muitos governadores, como Doria, mantêm as medidas de restrição ao comércio a fim de tentar frear a velocidade do contágio da população.

Socorro aos estados

Em entrevista ao blog da jornalista Ana Flor, colunista do G1 e da GloboNews, o ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que a videoconferência é uma oportunidade de pacificar as relações entre os governos federal e estaduais.

Um dos temas que Guedes espera definir a partir da videoconferência é o conjunto de possíveis vetos ao projeto de socorro aos estados e municípios, aprovado em 6 de maio pelo Congresso, e que ainda não foi sancionado por Bolsonaro.

Guedes e Bolsonaro querem que os governadores se comprometam a garantir que irão ajudar a manter os vetos que barram reajustes salariais a categorias do funcionalismo público nas três esferas.

O Planalto propôs o congelamento dos salários de servidores como contrapartida à ajuda de R$ 60 bilhões, contudo, na tramitação no Congresso os parlamentares aprovaram a liberação ao reajuste para determinadas categorias.

No dia seguinte à aprovação do texto pelo Senado, Bolsonaro afirmou que, por sugestão de Guedes, iria vetar a permissão de reajustes salariais ao funcionalismo.

Agora, Guedes e Bolsonaro querem que os governadores se comprometam a garantir que irão ajudar a manter os vetos que barram reajustes salariais a categorias do funcionalismo público nas três esferas. Guedes tem alertado para o risco dos estados usarem o dinheiro destinado à saúde para conceder reajustes ao funcionalismo em ano eleitoral.

 

G1

 

 

João e demais governadores do NE pedem suspensão de cortes no Bolsa Família e solicitam reunião com ministros

O governador João Azevêdo participou, nesta sexta-feira (20), de videoconferência com os demais governadores do Nordeste, oportunidade em que foram discutidas medidas conjuntas entre os Estados de enfrentamento ao novo coronavírus. A reunião on-line também contou com a participação do vice-presidente da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), Jarbas Barbosa.

Na reunião, os gestores nordestinos aprovaram um documento que será encaminhado ao Governo Federal, solicitando a imediata suspensão dos cortes do programa Bolsa Família na região e cobraram reuniões com os ministros da Saúde e da Economia, Luiz Mandetta e Paulo Guedes, respectivamente, para tratar de auxílio aos Estados nas respectivas áreas.

Na ocasião, ainda ficou definido que os governos estaduais farão compras coletivas de equipamentos e insumos necessários para o enfrentamento à Covid-19. Medidas de isolamento para conter a disseminação do novo vírus também foi alvo de discussão entre os governadores.

O governador João Azevêdo ressaltou a importância da união de esforços e da troca de experiências para dar as respostas necessárias à população em relação ao combate ao novo coronavírus. “Esse momento pede a uniformização de medidas econômicas, por exemplo. Além disso, devemos focar em ações para restringir a circulação de pessoas porque o isolamento é decisivo no controle da propagação do coronavírus”, pontuou.

 

pbagora

 

 

Efraim Filho convoca reunião da bancada federal para discutir triplicação da BR-230

O deputado Efraim Filho, do DEM, coordenador da bancada federal da Paraíba na Câmara, convocou os integrantes da representação para um encontro nesta quarta-feira (5), às 20h, no Dnit, com o diretor-geral do órgão, em Brasília, seguido de encontro no gabinete do ministro da Fazenda, Paulo Guedes, cuja presença ainda não está oficialmente confirmada.

Efraim explica que na reunião no Dnit será discutida a maior obra de infraestrutura urbana da Paraíba, a triplicação da BR 230, com investimentos da ordem de R$ 50 milhões. A magnitude do empreendimento, a seu ver, impõe a mobilização de toda a bancada federal paraibana e de outras lideranças representativas do Estado.

Explica o parlamentar que há uma questão técnica e burocrática pendente junto ao Dnit e que precisa ser destravada para proporcionar o reinício das obras. Igualmente, há necessidade de alocação de novos recursos para a obra propriamente dita.

“Isto quer dizer que precisaremos acompanhar os dois trâmites, colocando o interesse da Paraíba em primeiro lugar”, acrescentou o deputado Efraim Filho. Por outro lado, o deputado federal paraibano Aguinaldo Ribeiro (Partido Progressista) está focado no que chama de prioridade zero na reabertura dos trabalhos: a reforma tributária.

Líder da Maioria e relator da PEC 45/19, um dos textos sobre a reforma, Aguinaldo Ribeiro confirmou que há um entendimento de unificação das propostas. Uma comissão mista, formada por quinze deputados e quinze senadores, segundo ele, vai discutir o assunto para que haja uma só reforma, e para que ela seja votada até junho.

Ainda em Brasília, partidos do chamado Centrão, com o apoio de setores da oposição, estão se articulando para derrubar o PSL, ex-partido do presidente Jair Bolsonaro, e assumir o comando da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, que retorna do recesso amanhã. O colegiado é presidido pelo deputado Felipe Francischini, do PSL-PR.

Além da CCJ, o PSL comanda outras duas comissões que também estão no radar do Centrão: Relações Exteriores e Fiscalização Financeira. O ex-partido de Bolsonaro ainda possui a segunda maior bancada da Câmara Federal, com cinquenta e dois deputados. Mas a metade deverá deixar a legenda para se filiar ao novo partido que o presidente tenta oficializar – o Aliança pelo Brasil.

 

clickpb

 

 

Equipe econômica começa a avaliar proposta de policiais já nesta quinta, revela secretário após reunião

O secretário de Segurança Pública da Paraíba, Jean Nunes, nesta quarta-feira (29), revelou que a reunião promovida entre o governador João Azevêdo (sem partido) com representantes das polícias Militar, Civil e Bombeiros rendeu bons frutos.

De acordo com ele, Azevêdo determinou que uma comissão composta por representantes das categorias e da sua equipe de governo devem iniciar amanhã os estudos para avaliar as reinvidicar dos trabalhadores.

“O ponto principal foi a demonstração clara de que temos que chegar a um consenso. João tem tratado esse tema com o diálogo sempre aberto, é uma diretriz dele” declarou em entrevista ao programa 60 Minutos, da Arapuan FM.

Yves Feitosa