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Presos suspeitos de comandar grupo responsável por vários homicídios na PB

OPERAÇÃO-AGRESTEUma ação conjunta do Núcleo de Homicídios da cidade de Queimadas e a 3ª Companhia Independente de Boqueirão conseguiu cumprir, nessa terça feira (21), dois mandados de prisão preventiva contra Aroldo Antonio Barbosa e André Macedo Barbosa. Os dois são suspeitos de comandar um grupo criminoso responsável pela prática de vários homicídios e tráfico de drogas na região do Agreste.

A polícia chegou até os suspeitos quando investigava a prática de crimes no município de Boqueirão. Nos levantamentos, André Macedo aparece como o mandante das ações, líder da organização criminosa. Aroldo Antonio seria o executor dos crimes. As informações foram repassadas para a Justiça que diante dos fatos já comprovados expediu os mandados de prisão que foram cumpridos pelos policiais no inicio da tarde da terça.

“André Macedo que já está recolhido no Presídio, foi preso durante a ultima operação conjunta realizada pelos policiais civis da 11ª Delegacia Seccional de Queimadas e policiais militares. Mesmo assim, continuamos investigando os atos praticados por ele e o grupo que ele comanda e nos levantamentos descobrimos outras práticas criminosas. Agora ele terá que responder na Justiça por todas elas”, disse o delegado seccional Danilo Orengo.

O mandado de prisão resultado da ação contra André Macedo foi cumprido no Presídio Padrão em Campina Grande, onde ele já está recolhido aguardando por julgamento de outros processos. Já Aroldo Antonio foi preso na cidade de Boqueirão. Ele foi encaminhado para a Central de Polícia de Campina Grande e será apresentado nessa quarta-feira (22) ao juiz na audiência de custódia.

Durante a operação, os policiais apreenderam duas motocicletas e uma arma de fogo. O policial informou que o trabalho investigativo continua e que outras pessoas poderão ser presas, dando continuidade as ações na região de Boqueirão.

MaisPB com Secom-PB

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Costa diz que Dilma é responsável por Pasadena

EM 2006 – O diretor da Petrobrás Paulo Roberto Costa, o presidente da Petrobrás, Sérgio Gabrielli, a ministra da Casa Civil, Dilma Roussef, e o presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva durante reunião sobre o projeto do complexo petroquímico do Rio de Janeiro, no Palácio do Planalto, em Brasília (DF)(Ed Ferreira/Estadão Conteúdo)
EM 2006 – O diretor da Petrobrás Paulo Roberto Costa, o presidente da Petrobrás, Sérgio Gabrielli, a ministra da Casa Civil, Dilma Roussef, e o presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva durante reunião sobre o projeto do complexo petroquímico do Rio de Janeiro, no Palácio do Planalto, em Brasília (DF)(Ed Ferreira/Estadão Conteúdo)

Em defesa apresentada ao Tribunal de Contas da União (TCU), o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa, que depõe hoje à CPI que investiga esquema de corrupção na estatal, responsabilizou a presidente Dilma Rousseff pela compra da refinaria de Pasadena, nos EUA, em 2006.

O documento entregue pelos advogados do ex-executivo, que é um dos delatores da Operação Lava Jato, lembrou que coube à então chefe da Casa Civil do governo Lula e presidente do Conselho de Administração da estatal assinar, em 2006, a aquisição da planta de refino. “É claro e evidente que a decisão de compra dos 50% da PRSI [Refinaria de Pasadena, na sigla em inglês] foi tomada pelo Conselho de Administração de 2006, da Petrobras, assinada pela então presidente do conselho, Dilma Vana Rousseff”, afirma a defesa.

Costa é pelo menos o terceiro ex-dirigente da Petrobras a responsabilizar a presidente da República pela compra danosa da refinaria, que se revelou um péssimo negócio, conforme admitido pela ex-presidente da estatal Graça Foster. O ex-diretor da Área Internacional Nestor Cerveró e o ex-presidente da Petrobras Sérgio Gabrielli também haviam suscitado ao TCU que todo o Conselho de Administração da petrolífera – Dilma, inclusive – era responsável pelas perdas.

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O TCU apontou prejuízo de 792 milhões de dólares no negócio, feito em duas etapas, entre 2006 e 2012. A corte bloqueou bens de dez dirigentes e ex-dirigentes da empresa, entre eles Costa.

O ex-diretor é responsabilizado por parte das perdas, no valor de 580 milhões de dólares, por ter aprovado em valor superior ao que seria justo e desconsiderando riscos. Nos depoimentos prestados ao Ministério Público Federal, em acordo de delação premiada, ele admitiu ter recebido propina para “não atrapalhar o negócio”.

A indisponibilidade patrimonial determinada pelo TCU não alcança integrantes do Conselho de Administração, responsável por aprovar, em última instância, os investimentos da estatal. Mas o tribunal ressalvou que, a depender das provas apuradas no decorrer do processo, eles ainda podem ser implicados.

Falha – Dilma chefiou o colegiado de 2003 a 2010. Em março do ano passado, a presidente disse que, ao aprovar a compra de Pasadena, se embasou em parecer “técnico e juridicamente falho” sobre o negócio, apresentado pelo então diretor Internacional da companhia, Nestor Cerveró, atualmente preso por suposto envolvimento no esquema de corrupção da Petrobras. O documento omitia cláusulas do contrato consideradas prejudiciais à estatal.

A linha de culpar o Conselho de Administração por Pasadena é a mesma adotada por outros executivos com bens bloqueados, como Cerveró, o ex-presidente da Petrobras José Sergio Gabrielli e o ex-diretor de Serviços Renato Duque, também preso na Lava Jato. “O conselho era o único competente para aprovar a compra, com ou sem as cláusulas”, afirma Costa na defesa entregue ao TCU.

 

Veja

É um erro manter uma relação por se sentir responsável pelo par

Luckabee/UOL
Luckabee/UOL

O relacionamento vira uma prisão quando um dos parceiros não quer mais manter a união, mas sente-se responsável pelo outro e não consegue se separar. Por temer que a pessoa não seja capaz de andar com as próprias pernas, aquele que está insatisfeito, às vezes, permanece anos em um casamento infeliz. Porém, essa dificuldade de desfazer o laço nem sempre tem a ver apenas com a preocupação com o outro.

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“É possível que exista uma dependência mútua”, diz a psicóloga e professora Eliana Piccoli Zordan, coordenadora do Nepeconfam (Núcleo de Estudos e Pesquisa sobre Conjugalidades e Famílias), da URI (Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e Missões), em Erechim (RS).

Essa dependência pode envolver aspectos econômicos, familiares, emocionais e revelar, também, outros problemas, como dificuldade de tomar decisões, efetivar novos projetos de vida e fazer-se de vítima. “Pode ser uma desculpa [dizer-se responsável pela vida do outro] para justificar a sua dificuldade”, afirma.

O senso de compromisso com o parceiro, em consideração a todos os momentos compartilhados, também faz com que uma relação insatisfatória perdure. Entretanto, esse fator não é o único que mantêm as pessoas unidas nessas situações.

A psicóloga Andrea Soutto Mayor, professora da UFF (Universidade Federal Fluminense), no Rio de Janeiro (RJ), fala que não existe um padrão de comportamento. Ela acredita que há muitas variáveis e diz que cada indivíduo tem suas particularidades e razões. Mas afirma que quando a separação não se realiza, geralmente, é porque os dois ainda estão ligados. “Às vezes, envolve uma tentativa de aliviar a própria culpa por não gostar mais do outro”, exemplifica.

Em qualquer relacionamento, as pessoas assumem papéis complementares. Isso significa que a dinâmica da relação vem do posicionamento dos dois. Nunca a culpa pelo sucesso ou fracasso é de um só.

“Se existe alguém dependente na relação, também existe alguém que está promovendo essa dependência”, explica a psicóloga Marilene Damaso de Oliveira, pesquisadora e psicoterapeuta do Proad (Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes) da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), que oferece tratamento gratuito na área de dependência afetiva.

Cuidados excessivos

Diz o adágio popular: “Quem ama, cuida”. A atitude é saudável e bem-vinda quando não há excesso. Nas relações em que um se responsabiliza demasiadamente pela vida do par, o amor ganha um contorno doentio. “Estamos falando de pessoas que negligenciam a si mesmas para cuidar do outro”, afirma Marilene.

Nesse tipo de relacionamento, as frustrações costumam ser maiores, já que grande parte das expectativas são depositadas no outro e a própria vida fica em segundo plano. Mesmo que tenham intenção, nem sempre essas pessoas são capazes de mudar sua forma de agir sozinhas. “Você não é mais dono do seu comportamento, não consegue mais parar de cuidar excessivamente do outro”, diz a psicoterapeuta do Proad.

Segundo Marilene Damaso, não se pode afirmar com precisão porque alguns indivíduos têm a tendência a se responsabilizarem demais pelos parceiros. “Supostamente, são pessoas que precisam disso para se sentir importantes, amadas. Fazem isso para ter em troca o amor do outro, mas muitas vezes não é isso que acontece”, diz a psicóloga, que iniciou um trabalho de pesquisa e está investigando a dependência afetiva.

Decidir se separar, em qualquer circunstância, representa sempre um processo doloroso e difícil. Eliana Zordan explica que as pesquisas científicas mostram que o divórcio envolve picos de tensão em todas as etapas, do momento da decisão, durante os inúmeros arranjos depois da separação até a morte do cônjuge.

Apesar disso, é preciso fazer uma análise pessoal ou buscar terapia quando esse problema parecer intransponível. “Uma dificuldade exagerada em romper uma relação e um sentimento tão grande de responsabilidade por outra pessoa adulta revelam uma disfuncionalidade que precisa ser trabalhada”, explica.

Era do desapego

A ideia excessiva de compromisso e responsabilidade pelo par é mais frequente em modelos mais antigos de casamento. Na época dos amores líquidos, em que os relacionamentos não costumam durar tanto, o problema já não se torna tão usual. “Estamos vivendo o oposto a isso nos tempos atuais. Ninguém quer mais se apegar, para não sofrer”, constata Marilene Damaso.

Além disso, com o aumento da expectativa de vida, existe uma vontade maior de aproveitar melhor o tempo. “As pessoas estão vivendo mais, portanto, querem relacionamentos mais saudáveis. Com isso, as separações acabam acontecendo, mas isso não significa que a dor não exista”, fala a professora da UFF Andrea Mayor.

Em qualquer situação, Marilene diz que é importante ter consideração pelo outro, sem que isso signifique assumir a vida do parceiro. “Quem quer sair pode ser muito cuidadoso com o outro, em respeito à pessoa com quem se relacionou por tanto tempo, mas não por responsabilidade pelo sofrimento”.

 

Uol

Em reunião, Cássio pede unidade e orienta “oposição responsável”

reuniãoO senador Cássio Cunha Lima (PSDB) se reuniu na tarde desta segunda-feira (9) com a bancada de seu partido, na casa da deputada estadual diplomada Camila Toscano (PSDB), para discutir o posicionamento dos parlamentares durante a legislatura que inicia a partir do dia 1 de fevereiro. O senador pediu união dos deputados.

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Em contato com o Portal MaisPB, a deputada Camila Toscano, disse que Cássio solicitou união da bancada, tanto nas votações, quanto na definição de escolha do presidente da Casa. “O senador Cássio nos pediu para mantermos a unidade, com um mesmo posicionamento sobre a Mesa da Assembleia, seja qual for a nossa posição, ele vai respeitar, mas que seja com os quatro votando juntos. Sobre a oposição na Assembleia, ele pediu que façamos uma oposição responsável”, disse a deputada.

Camila revelou que os deputados já sentaram com Adriano Galdino (PSB) para conversar sobre a disputa pela Mesa e adiantou que os parlamentares do PSDB buscam um espaço na chapa em que forem votar. Ela não disse se o grupo irá votar no socialista e afirmou que os parlamentares também vão conversar com outros candidatos que aparecerem.

Além de Cássio e Camila, estiveram no encontro os deputados estaduais diplomados Tovar Correia Lima, Bruno Cunha Lima e Dinaldinho Wanderley e o federal Pedro Cunha Lima.

Écliton Monteiro – MaisPB 

À CPI, Gabrielli diz que Dilma não é responsável por compra de refinaria

sergio gabrielliO ex-presidente da Petrobras Sérgio Gabrielli afirmou nesta terça-feira (20) à CPI do Senado que investiga denúncias contra a estatal que a presidente Dilma Rousseff não é “responsável” pela compra da refinaria de Pasadena, no Texas (EUA). A transação, concretizada em 2006, é alvo de investigações do Ministério Público Federal (MPF) e do Tribunal de Contas da União (TCU) devido a suspeitas de irregularidades.

Em abril, em entrevista ao jornal “O Estado de S. Paulo”, Gabrielli cobrou que a chefe do Executivo não podia “fugir da responsabilidade dela”. À época da aquisição da planta de refino norte-americana, a petista comandava a Casa Civil e o conselho de administração da Petrobras.

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Nesta terça, indagado sobre a responsabilidade da presidente na operação, o ex-dirigente da petroleira mudou o tom. Em um depoimento boicotado pela oposição, Gabrielli disse que Dilma é uma “profissional extremamente competente” e de “opiniões firmes”, mas ressaltou que as decisões do Conselho Administrativo são colegiadas e que não competiam apenas a ela.

“Não considero a presidente responsável. A responsabilidade da compra de Pasadena é da diretoria e do Conselho. Não é um processo de decisão individualizado, é um processo coletivo”, declarou Gabrielli aos senadores.

Ao término do depimento, indagado por repórteres sobre uma eventual contradição nas declarações sobre a responsabilidade de Dilma, Gabrielli negou que tenha “recuado”.

“Não, [não recuei] em nenhum momento. Se vocês analisarem a minha entrevista ao Estado de S. Paulo, vão ver que minha posição não mudou nada. A presidente Dilma tem uma avaliação correta, justa. A avaliação dela é legítima e a posição do Conselho de Administração em 2006 não pode ser avaliada porque não tem como você saber hoje a posição dos membros em 2006.”

Laudo ‘falho’
Em nota oficial divulgada em março, a presidente informou que havia se baseado em um parecer “falho” quando votou favoravelmente à compra de 50% da refinaria dos Estados Unidos. O relatório a que Dilma se referiu, elaborado pelo ex-diretor da área internacional da Petrobras Nestor Cerveró, omitiu cláusulas importantes que geraram prejuízos à petroleira posteriormente.

Uma das cláusulas que não foram relatadas aos conselheiros foi a Put Option, que determinava que, em caso de desacordo entre os sócios, a outra parte seria obrigada a adquirir o restante das ações. A segunda cláusula que gerou controvérsia era a Marlim, que garantia à empresa belga Astra Oil, sócia da Petrobras no negócio, um lucro de 6,9% ao ano.

Sabatinado apenas por integrantes da base aliada, Gabrielli confirmou que as duas cláusulas não constavam do sumário apresentado ao conselho, mas disse que ambas são “normais” em negócios do setor petroleiro. Ele admitiu que tinha conhecimento da cláusula Put Option, mas alegou ter tomado conhecimento da Marlim após o início do processo de expansão da refinaria.

Ele ponderou, entretanto, que as duas condições não estavam em “questão” no momento da compra da planta de Pasadena. “Naquela época, a questão não era a cláusula Marlim. A questão era: vale a pena ampliar o refino no exterior?”, concluiu.

Sumário executivo
Na audiência desta terça, Sérgio Gabrielli afirmou aos congressistas que o conselho de administração da Petrobras aprovou a compra de metade da planta de refino norte-americana com base apenas no resumo das negociações apresentado pela diretoria. Segundo ele, os conselheiros não tiveram acesso à integra do contrato.

“O Conselho, historicamente, desde década de 90, toma decisões com base em sumário executivo e não com base em documentos totais porque são processos muito grandes que não teriam condições de o conselho analisar”, explicou.

Ele destacou, contudo, que antes de serem submetidos ao Conselho Administrativo, os processos da Petrobras são avaliados por diversas áreas da empresa. Ele alegou que, apesar de ter gerado polêmicas, a operação do Texas não foi feita “a toque de caixa”.

Oposição
Ao final da sessão da CPI, em entrevista a jornalistas, o ex-presidente da petroleira criticou a ausência da oposição no depoimento. Os oposicionistas decidiram não participar da comissão em protesto à resistência do governo em avalizar a criação de uma CPI mista, integrada por deputados e senadores. De acordo com Gabrielli, a oposição quer “criar um espetáculo”.

“Acho extremamente perigoso, condenável, o comportamento da oposição, que está querendo destruir uma empresa sólida, respeitável, bem administrável, com expectativa de crescimento, que é a Petrobras”, declarou.

Para o senador Aníbal Diniz (PT-AC), os partidos oposicionistas tinham de ter comparecido ao depoimento de Gabrielli. “A oposição adotou a pratica do ‘FFF’: fez fumaça e fugiu. Ela deveria estar aqui para tomar conhecimento dessas informações”, alfinetou o petista.

Diniz fez a observação no momento em que Gabrielli respondia ao seu questionamento sobre quais são as “forças” têm a intenção de “desqualificar” a Petrobras e a refinaria de Pasadena.

O ex-dirigente disse que vazamentos pelo Wikileaks revelaram conversas entre “certos políticos brasileiros” e embaixadores e diplomatas brasileiros que, segundo ele, demonstrariam a intenção dessas pessoas de barrar o sistema de partilha do petróleo da camado do pré-sal. Nesse modelo, sugerido pelo governo federal e aprovado pelo Congresso Nacional em 2010, a Petrobras passou a ser a única operadora do pré-sal.

Gabrielli não revelou o nome dos políticos que supostamente estariam interessados em prejudicar a estatal do petróleo, mas disse que seriam integrantes da oposição. “Preferiria declinar de dizer o nome deles, são políticos da oposição brasileira”, destacou.

“Essas forças são contrarias à Petrobras e querem desqualificar a Petrobras passando essa falsa impressão de que a Petrobras está em crise”, complementou.

 

Priscilla Mendes

Advogado responsável por acidente com morte no Bessa é liberado pela Justiça na Capital

joaopauloO advogado João Paulo Barbalho Inácio, responsável pelo acidente automobilístico que resultou na morte de uma pessoa no Bairro do Bessa, em João Pessoa ganhou a liberdade na tarde quinta-feira (19). Ele estava preso no 5º Batalhão no conjunto Valentina de Figueiredo.

Na tarde desta quinta-feira o advogado Abraão Beltrão, de posse de um habeas corpus assinado pelo juiz Marcos William de Oliveira, foi até o batalhão e soltou o seu cliente.

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Abraão Beltrão explicou que o juiz de forma correta e criteriosa e ao levar em consideração algumas informações que por si só garantiram o direito do acusado responder o processo em liberdade e tomando como base o artigo 316 do Código de Processo Penal determinou a soltura do advogado.

Relembrando o caso – O acidente aconteceu na manhã do dia 10 de novembro do ano passado no Bairro do Bessa quando uma Mitsubishi branca cruzou a Avenida Tertuliano de Castro em alta velocidade e atingiu a lateral do Siena Vinho conduzido pelo construtor Bruno Fonseca, de 35 anos que estava com a esposa, Priscila Raquel de Melo, de 30 anos.

O casal ficou preso nas ferragens do veículo e quando o corpo de Bombeiros chegou ao local, Bruno já estava morto. A esposa foi levada em estado grave para o Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa.

Paulo Cosme\Washington Luiz

Preso homem que seria responsável por arrastões, homicídios e tráfico de drogas na Paraíba

plantão policialA Polícia Civil de Sousa, municipio do Sertão, distante 427 quilômetros da Capital, prendeu nesta sexta-feira (29) Mateus Bezerra Pereira, suspeito de aterrorizar a população da cidade com arrastões, roubos, furtos, homicídios e tráfico de drogas.

A prisão aconteceu com o apoio das Polícias Civis de Patos e Itaporanga, através da ‘Operação Barletta’.

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Além do suspeito, foram presos mais dois homens, identificados como Waderson Ferreira e Francisco Fernandes Noé, conhecido como Chico Lambu.

Com o trio foram apreendidos um tablete de maconha, revólveres, objetos roubados, como tablet, óculos e celulares; e ainda munições, entre elas as de fuzil 762.

Os dois primeiros foram presos em Sousa e Francisco Fernandes foi detido em Pombal, também no Sertão.

O nome da Operação ‘Barletta’ tem origem italiana, e era dado a famílias que pertenciam a máfia do sul daquele país. Elas eram articuladas e traficavam armas e drogas na década de 1960.

 

portalcorreio

CNBB vai acompanhar grupo da Câmara responsável pela reforma política

reuniao_reformapoliticaA Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) vai seguir de perto o grupo de trabalho constituído pelo presidente da Câmara dos Deputados para elaborar a reforma política. A decisão foi tomada na segunda-feira, 15, pela Comissão da CNBB que acompanha a reforma política. O grupo, uma vez instalado, terá 90 dias para elaborar sua proposta.

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Para o presidente da Comissão da CNBB, dom Joaquim Mol, a reforma deve ser no campo da democracia para aperfeiçoar a própria democracia. Em sua opinião, é importante que o povo se mantenha mobilizado a fim de pressionar o Congresso para que faça uma reforma mais ampla e não apenas eleitoral. “O novo contexto nos permite pensar numa reforma política mais robusta”, disse dom Mol.

A Comissão, que esteve reunida para elaborar seu plano de ação, deverá buscar o apoio de outras organizações da sociedade civil que também debatem a reforma política. Em junho, este assunto foi discutido no Conselho Permanente da CNBB.

Uma das preocupações da CNBB são as propostas que já circulam na Câmara e que podem desfigurar a Ficha Limpa.

 

 

CNBB

CPI do Tráfico de Pessoas vem à PB e deve ouvir delegado responsável pelo caso Fernanda Hellen

major-fabioA Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Tráfico de Pessoas no Brasil vai se reunir no próximo dia 5 de abril, em João Pessoa, para discutir entre outros temas o desaparecimento da adolescente paraibana, Fernanda Hellen, de 11 anos. O tema chegou a CPI através de iniciativa do deputado federal, Major Fábio (DEM-PB).

 

Na oportunidade serão convidados para prestar esclarecimento sobre o desaparecimento de Fernanda Hellen, o secretário de Segurança Pública e Defesa Social, o delegado responsável pelo caso e os pais da adolescente. “Essa garota está desaparecida há mais de 70 dias e o caso continua sem solução. O secretário chegou a oferecer uma recompensa para quem tiver informações do paradeiro da adolescente, e agora, sinaliza que o caso pode ter ligação com o tráfico de drogas. Então nós queremos esclarecimentos das autoridades sobre o que está acontecendo”, justificou o Major Fábio.

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O Ministério da Justiça designou um delegado especial da Polícia Federal para acompanhar as investigações e os trabalhos realizados pela CPI do Tráfico de Pessoas. “Vamos seguir atuando nesse caso na busca de informações para a sociedade e principalmente para a família dessa adolescente que sofre com a dor do seu desaparecimento”, concluiu o deputado federal.

Fonte: Com assessoria

Sexo pode estimular parte do cérebro responsável por inteligência

cerebroO sexo pode estar diretamente ligado à inteligência. Pesquisadores descobriram que as áreas do cérebro responsáveis pelo estado de alerta funcionam melhor em casais que têm uma vida sexual ativa e que começaram novos relacionamentos há pouco tempo.

Cientistas da Universidade de Paiva, na Itália, examinaram o sangue de três diferentes grupos: aqueles que se apaixonaram recentemente; aqueles que estão em relacionamentos de longo prazo; e solteiros. O primeiro grupo apresentou níveis significativamente elevados de crescimento do nervo nas áreas do cérebro que monitoram o bem-estar mental. Já os casais que estão juntos há muito tempo tiveram nível menor de desenvolvimento, sugerindo benefícios óbvios para a saúde no início do amor. Os resultaram sugerem que o sexo frequente não só reduz o estresse, mas aumenta o poder do cérebro.

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Um outro estudo, da Universidade de Princeton, nos Estados Unidos, sugere que o sexo estimula o crescimento de células cerebrais no hipocampo, parte responsável pela memória e pelo aprendizado. Segundo os pesquisadores, fatores como estresse e depressão ajudam no encolhimento do hipocampo. O sexo, no entanto, pode contrariar esse efeito.

“Os níveis do hormônio ocitocina aumentam cerca de 500 por cento durante o sexo, fazendo com que nos sintamos relaxados, e melhorando o sono”, afirmou ao tabloide britânico Daily Mail a especialista em relacionamento Tracey Cox.

 

 

Globo