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Atacante Jobson é detido no Pará por dirigir embriagado e resistir à prisão

 (Foto: Gustavo Rotstein)
(Foto: Gustavo Rotstein)

Jobson, ex-atacante do Botafogo, foi detido em Conceição do Araguaia, sua cidade de nascimento, no sul do Pará, na madrugada de sexta-feira, por dirigir seu veículo embriagado – seguido de resistência à prisão e desacato. De acordo com o delegado Pedro Henrique Cunha de Andrade, da polícia civil do município, o jogador foi liberado neste sábado, por volta das 14h. Passou, portanto, duas noites preso – de quinta para sexta e de sexta para sábado.

De acordo com a Polícia, o atleta fugiu ao ser abordado por policiais. Ele tentou se esconder dentro de casa, onde ocorreu a prisão, segundo o delegado. Estava sob efeito de álcool.

– Segundo os policiais militares que efetuaram a prisão, ele fugiu pela cidade. Deram voz de ele parar mais de uma vez, mas ele continuou indo em direção à casa dele. Quando desceu do carro, foi para dentro de casa, e a família tentou protegê-lo, fazer com que ele não fosse preso. Um policial teve a mão cortada, e o Jobson também teve pequenas escoriações – relatou Andrade.

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Jobson ganhou liberdade depois de pagar dois salários mínimos de fiança. Por ter resistido à prisão, ele teve que ser algemado. Chegou à delegacia assim. Agora, serão feitos os procedimentos legais para que ele vá a julgamento pelos delitos cometidos. Enquanto isso, seguirá em liberdade.

A Polícia local diz que Jobson pediu para não ser fotografado preso. E que a solicitação foi atendida, evitando sua exposição pública, já que ele é uma figura muito conhecida na cidade – por sua fama como jogador. Mesmo assim, imagens dele, vestindo apenas uma bermuda, com os braços para trás, circularam pela internet. Seriam do momento da prisão. Surgiram rumores de que ele teria sido preso por envolvimento com drogas. Mas os boatos não se confirmaram.

Jobson está suspenso do futebol por quatro anos. Ele se recusou a fazer um exame antidoping no dia 25 de março de 2014, quando jogava no Al-Ittihad, da Arábia Saudita. Inicialmente, houve uma dúvida sobre a punição ser válida apenas no país ou ter efeito internacional. A Fifa acabou confirmando que a validade era mundial.

Com isso, ele foi proibido até de frequentar as dependências do Botafogo. Não podia treinar. O clube tentou fazer com que ele pudesse ir ao vestiário na final do Campeonato Carioca, mas não conseguiu liberação.

Jobson Leandro Pereira de Oliveira tem 27 anos. Ele estreou pelo Botafogo em 27 de setembro de 2009, em derrota de 3 a 1 para o Vitória. Naquele mesmo ano, foi fundamental para evitar o rebaixamento alvinegro no Brasileirão. Mas caiu no antidoping, sob acusação de usar cocaína. Em depoimento no STJD, disse ter consumido crack.

Envolvido em polêmicas e casos de indisciplina, ele jamais conseguiu se firmar no Botafogo. Foi cedido a clubes como Bahia, Atlético-MG, Barueri e São Caetano, até passar pela Arábia Saudita e ter novo retorno ao Botafogo. Foi utilizado na reta final do Brasileirão do ano passado, mas desta vez incapaz de evitar o rebaixamento do clube onde brilhara cinco anos antes.

 

Globoesporte.com

13 passos para resistir a uma tentação

Thinkstock/Getty Images
Thinkstock/Getty Images

Quem nunca se pegou pensando em comer mais um pedaço daquela torta de chocolate incrível, ou mesmo em tomar mais uma tacinha de champanhe? O mundo é cheio de tentações. Diariamente somos expostos a uma infinidade de estímulos que testam nosso autocontrole: sem moderação, comida, bebida, cigarro, drogas, jogos, compras e até sexo podem virar um tormento na vida de qualquer pessoa.

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É difícil estabelecer quando um simples gosto está se tornando um vício. Segundo a psiquiatra Alexandrina Meleiro, é hora de prestar atenção quando a rotina muda em função de uma tentação, quando é o desejo por algo que comanda as atitudes.

“Se a pessoa prioriza algo a ponto de abrir mão de coisas importantes na própria vida e percebe que não consegue parar, ela está doente. Já não é mais uma tentação, é um vício” – afirma.

Exemplo disso são pessoas que deixam de buscar os filhos na escola para ficar jogando em um bingo. Ou ainda, aquelas que gastam dinheiro em coisas sem necessidade, mesmo já estando seriamente endividadas.

“É comum que busquemos o prazer. Comer um chocolate ou comprar uma bolsa vai ativar o nosso centro de prazer, o que nos dá a sensação de bem-estar. O problema começa quando há o abuso e com ele a pessoa começa a causar dano para si e para os outros” – explica a médica.

Para a psicoterapeuta Maura de Albanesi a busca da satisfação é instintiva, por isso, diante de toda a tentação é preciso refletir sobre a escolha: é algo bom para mim ou apenas gostoso? Vai me fazer bem ou estou fazendo apenas por impulso?

“Somos seres racionais e precisamos colocar a razão acima do instinto. Isso é o que nos distingue dos animais. Há o impulso instintivo (saciar a fome) e o impulso racional (como fazer para comer). O importante é a maneira como saciamos os desejos” – completa.

Mesmo que não exista uma relação de dependência, lidar com as tentações cotidianas não é das tarefas mais fáceis. Porém, algumas posturas simples podem ajudar no processo. Afinal, em alguns casos, resistir é preciso!

1. Evite o confronto direto

Se você está tentando parar de comprar compulsivamente, evite ir ao shopping. O mesmo vale para ir ao bar com amigos se você quer deixar de lado a bebida. Com o tempo você irá se sentir segura para lidar melhor com isso e poderá se expor mais às tentações, afinal, elas fazem parte do mundo.

2. Mude a rota

Está de dieta, mas tem um carrinho de pipocas “di-vi-nas” pertinho do ponto onde você pega o ônibus? Então trate de andar até o próximo ponto. Além de queimar calorias não é uma boa ideia ficar encontrando as tentações pelo caminho.

3. Escolha as companhias

É muito comum que alguns sabotadores tentem atrapalhar os seus planos. Por exemplo, se sua melhor amiga é uma fumante convicta, talvez seja hora de ter uma conversa sincera com ela. Explique que está deixando de fumar e peça a ajuda dela neste momento. Se ainda assim ela insistir que você deve dar só uma tragada, afaste-se! Segundo Alexandrina: “As pessoas tendem a querem atrapalhar o sucesso da outra, afinal perderam uma companhia para aproveitar a dependência”.

4. Estabeleça uma rede de apoio

No processo de luta contra o vício é fundamental ter apoio. Leve com você o telefone das pessoas que estão lhe dando força. Ao sentir que vai cair em tentação, ligue para uma delas. O mesmo vale quando for enfrentar uma situação difícil, como ir a uma festinha infantil durante a dieta. Nada de ir sozinha! Chame uma dessas pessoas que se importam com você!

5. Altos e Baixos: Ninguém é de ferro!

Algumas vezes, por mais que você tente, irá cometer deslizes. Entenda que isso faz parte do processo. A chave está em não se entregar e colocar tudo a perder. Você comeu um brigadeiro? Fumou um cigarro? Ok, siga em frente! O erro não justifica fumar o maço inteiro ou comer toda a bandeja de doces.

6. Faça as contas

Toda vez que pensar em gastar com a tentação, pense em quanto você está economizando ao evitar fazer isto. Uma boa tática é juntar a quantia que você teria gasto e, no final de um período, se dar um presente que queira muito. Afinal, você mereceu!

7. Invista em um hobby

É comum que a tentação nos atormente quando estamos de cabeça vazia. Por isso, não perca tempo e busque fazer algo que lhe dê prazer. Além de ocupar o tempo, produzir algo novo você se sentirá mais produtiva, feliz e realizada evitando as recaídas.

8. Adote um pet

É comprovado que os animais de estimação diminuem a ansiedade. O afeto e a proximidade com os bichinhos criam a sensação de conforto. Além disso, a ideia de ser responsável por outro ser, tão indefeso, nos faz pensar duas vezes antes de cometer algum deslize.

9. Respire

Nada melhor para os momentos de tensão extrema. Inspirar e expirar profundamente relaxa e acalma o corpo e a mente, dando clareza aos pensamentos. Se você está morrendo de vontade de cair em tentação, experimente respirar com os olhos fechados profundamente ao menos cinco vezes.

10. Questione-se

Só fazemos o que queremos e não o que precisamos! Segundo Maura de Albanesi você deve olhar para a situação e se perguntar o que realmente quer, o que sente em relação a isso e o que deve fazer a seguir. “Estas são as três instâncias que nos regem: o sentir, o querer e o fazer. Integrá-las em cada situação traz a força necessária para a mudança de atitude.”

11. Sabote seu vício

Não há nada mais eficaz do que colocar obstáculos entre você e a tentação. Por exemplo: não levar o cartão de crédito quando for ao shopping. Sua conta agradece! Ou então, sentar longe da mesa de doces na festinha infantil. O resultado na balança vai valer a pena.

12. Busque ajuda

Lembre-se: você não é a única pessoa com dificuldades para resistir a uma tentação. Não importa o tipo, se houver sofrimento, é importante procurar por um psicólogo ou psiquiatra. A terapia costuma ajudar, assim como medicamentos disponíveis no mercado, que podem ser receitados pelo médico e que ajudam a diminuir a compulsão, atuando na química do cérebro.

13. Comemore suas vitórias

Está sem beber há um mês? Evitou comprar mais uma bolsa durante a semana? Comeu apenas salada no almoço de domingo? Parabéns! Comemore mesmo as pequenas vitórias, compartilhando com os amigos e escrevendo um diário. Isto ajuda a manter a autoestima elevada e o foco nos resultados!

 

iG

Manual para resistir ao machismo em 2014

Big Brother, Carnaval, Copa, eleições. Como encarar, sin perder la ternura jamás, um ano muito traiçoeiro?

Por Marília Moschkovich*, no Outras Palavras

 

Imagem: Alice Soares

Para muita gente o ano engrena de verdade esta semana. Quem volta ao trabalho sente a rotina de novo, quem voltou na semana passada já começa a acostumar. O número de piadas sobre a quantidade de eventos públicos e políticos importantes neste ano revela que brasileiros e brasileiras já perceberam algo diferente. Além disso, as manifestações políticas de meados de 2013 não deixam dúvida: a resposta da população a esses eventos também pode ser outra. Diante de tanto auê, é preciso também um olhar atento. Temos pela frente um ano cheio de oportunidades para fortes e nojentos machismos, assim como a chance de combatê-los.

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Em 14 de janeiro, começou o Big Brother Brasil. Claro, isso ocorre todo ano, há 14 anos. E todo ano é um show de machismo. No programa, obviamente, mas sobretudo nos comentários cotidianos sobre as participantes mulheres. É também no cotidiano que podemos agir contra esse machismo. Questionar as opiniões senso-comum sobre “aquela periguete”, recusar a graça de certas piadinhas ou simplesmente emitir opiniões não-machistas sobre o programa e os participantes são algumas estratégias para lidar com a situação.

Em seguida, vem o carnaval. É muito comum que as pessoas confundam “liberdade sexual”, no carnaval, com “liberdade de exercer poder sobre as mulheres”. Liberdade sexual pressupõe consentimento, exercício de poder não. Os comentários típicos são mais ou menos aqueles que ouvimos no BBB, mas na vida real. “Estava pedindo”, “ninguém mandou ir no bloco”, etecétera, etecétera, etecétera. Combater a cultura do estupro é também recusar, no dia-a-dia, essa mentalidade que subjuga mulheres de todos os grupos sociais e raciais todos os dias (mesmo que nem sempre da mesma forma).

O machismo desenfreado que veremos este ano não se limita, obviamente ao BBB e ao carnaval. Convencidos de que os homens são todos heterossexuais, machistas e máquinas biológicas irracionais guiadas por imagens de mulheres nuas, os grandes portais de notícias certamente produzirão enxurradas de pseudo-matérias sobre as “gatas da arquibancada” ou “musas da torcida” durante a Copa do Mundo. As páginas desses sites serão forradas de fotos de torcedoras, funcionárias de estádios, vendedoras ambulantes, gringas, não-gringas, familiares e amigas de jogadores, modelos reivindicando posição de “musa” e, enfim, toda e qualquer mulher que julgarem “bonita” em padrões extremamente racistas, cissexistas e machistas de beleza. Caso você não seja diretamente envolvido na produção dessas pérolas do jornalismo punheteiro, resta recusar-se a endossar essa babaquice, e questionar as pessoas próximas que repassam links, comentam “as gatas” e coisas afins. Não é uma revolução, mas é um começo.

A Copa ainda trará de bandeja a lembrança de que a seleção feminina de futebol é absolutamente ignorada, de que quase não há mulheres arbitrando, narrando, comentando, treinando, e muito menos na posição de técnico. Nosso país não apenas se curvará aos interesses de grandes empresas e da máfia da FIFA (como já vem fazendo nos últimos anos), mas também a uma ideologia estupidamente machista. O país simplesmente para, se reforma, se adapta, para que um bando de homens possam, entre homens, fazer uma coisa considerada culturalmente “de homem”. Desculpa, não consigo não ter nojo.

Além desses casos mais óbvios, neste ano veremos também – muito provavelmente – um espetáculo de opiniões machistas na época das eleições. Já falei sobre isso aqui, e é importante lembrar e manter na cabeça a seguinte pergunta: “eu faria o mesmo comentário ou me incomodaria com a mesma coisa sobre um candidato homem?”. Sempre que a resposta for “não”, pare e repense, pois você provavelmente está sendo machista. Questionar as próprias opiniões e atitudes é o passo número zero de qualquer transformação real na sociedade.

Para terminar, é importante lembrar que, seja qual for a situação em 2014, o questionamento do machismo precisa ser estrutural. É importante criticar as ideias, posicionamentos e atitudes das pessoas, e não os indivíduos em si. Cada pessoa é mais do que suas atitudes machistas, racistas, elitistas, e é importante não levar a discussão para o lado pessoal. Ainda há gente disposta a dialogar, de fato, se questionar, aprender, se transformar. Quando ficar evidente, porém, que quem está diante de você não é uma dessas pessoas, o melhor conselho que eu posso dar é: fuja. Ignore. Não leve a sério. Não vale a pena gastar sua energia com essa gente. Melhor se poupar, porque este ano você definitivamente vai precisar dela.

 

 

Portal Vermelho

Estratégias de agricultores do Semiárido para resistir à seca serão mapeadas a partir de 2013

Estratégias inovadoras, adotadas por pequenos agricultores para enfrentar os impactos da estiagem e das inundações no Semiárido brasileiro, serão mapeadas e catalogadas a partir do ano que vem. A ideia do projeto é entender como essas práticas sustentáveis têm impacto nos sistemas de produção e na qualidade de vida das populações locais para garantir que outras famílias possam se apropriar das técnicas usadas.

A iniciativa é uma parceria entre o Instituto Nacional do Semiárido (Insa), ligado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), e a Articulação do Semiárido (ASA), rede formada por mil organizações da sociedade civil que atuam nos estados do Nordeste e em Minas Gerais.

De acordo com Antônio Barbosa, coordenador de programa da ASA e um dos responsáveis pelo projeto, serão observadas as práticas de 900 famílias em nove estados (Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Sergipe, Bahia, Paraíba, Alagoas e Minas Gerais) durante a primeira fase do projeto, marcada para começar em março de 2013.

“Vamos conhecer as práticas de agricultores que têm terras com até 15 hectares, perfil que engloba cerca de 90% das famílias que vivem no Semiárido. Em um período de seca como a que temos visto, muitos deles têm sofrido as consequências, mas há outros que desenvolvem estratégias que os ajudam a passar quase sem perceber a seca. Queremos mapear essas formas de manejo, saber como são montadas as estrutura de segurança, e analisar os dados com números”, explicou.

Barbosa acrescentou que os primeiros resultados devem ser conhecidos ao fim do ano que vem, com a conclusão da primeira fase. Em 2014, durante a segunda etapa, serão selecionados os exemplos com maior impacto e caráter inovador e que podem ser multiplicados com mais facilidade pelas famílias do Semiárido. Com o apoio de centros de pesquisa e universidades, serão realizados estudos de caso para avaliar, de forma científica, os impactos das estratégias na qualidade do solo e das sementes. Por fim, com base nos resultados apurados, serão formuladas sugestões de políticas públicas e de ações para outros institutos e organizações socais que atuam na região.

O coordenador de pesquisa do Insa, Aldrin Martin, informou que o projeto será financiado em parte pelo ministério, e por parceiros que ainda estão sendo definidos. Ainda não há estimativa exata do valor que será necessário para a execução.

Há três anos, o pequeno agricultor Abelmanto de Oliveira, construiu quatro barragens subterrâneas para armazenar a água da chuva em sua propriedade de 10 hectares, em Riachão do Jacuípe, município a pouco mais de 180 quilômetros de Salvador. Com a tecnologia, a água captada é infiltrada no solo, eleva o lençol freático e viabiliza a prática da agricultura mesmo em períodos de seca prolongada.

“A última vez que tivemos chuva intensa por aqui foi há dois anos, em outubro de 2010. Mesmo assim, quem chega a esta área fica encantado, porque o efeito que a gente percebe, a olho nu, é que foi criado um verdadeiro microclima. A umidade relativa do ar aumenta e a vegetação se manifesta”, disse.

Mesmo com a seca que atinge a região, ele consegue produzir feijão, milho, mandioca e hortaliças. Além disso, aproveita as margens das barragens para plantar capim para alimentação animal. O agricultor gastou R$ 120 para construir as quatro barragens com capacidade de armazenar 80 mil litros de água na superfície. “É uma técnica simples e barata que qualquer agricultor pode fazer”, destacou.

Oliveira, que também tem em sua propriedade uma cisterna que acumula água da chuva para uso doméstico e uma cisterna-calçadão para produzir alimentos e matar a sede de animais, calcula que a água armazenada seja suficiente para o consumo da família pelos próximos meses.

“Com as tecnologias, consigo armazenar até 1,8 milhão de litros de água em minha propriedade. A maioria das pessoas da minha região já depende de carro-pipa por causa da estiagem, mas eu ainda tenho água para beber por oito meses e para usos domésticos, como lavar roupa e tomar banho, por cinco meses”, disse.

Agência Brasil