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Pedido do MPE para cassar Ricardo Coutinho ganha repercussão nacional

ricardo-coutinhoO pedido do Ministério Público Eleitoral (MPE) para cassar o governador da Paraíba, Ricardo Coutinho (PSB), ganhou repercussão nacional. O site da revista Exame listou os gestores estaduais que estão com seus mandatos questionados na justiça e, entre os seis eleitos ou reeleitos, aparece o paraibano.

O site repercutiu, ainda, o fato de Ricardo Coutinho ter sido notificado por nove ações de investigação judicial eleitoral na Justiça Eleitoral. Em uma delas, o procurador Rodolfo Alves, que também pediu a cassação da vice Lígia Feliciano (PDT), propõe que a servidora Francisca de Lucena Henriques teria “conclamado prestadores de serviços a apoiarem a reeleição para garantir manutenção de empregos”, além de citar irregularidades em distribuição de kit escolar no Estado.

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Nesse último caso, durante as análises, verificou-se que o programa de distribuição gratuita de livros e materiais escolares foi instituído ainda em 2011, o que não caracterizaria, a princípio, a conduta vedada disciplinada no artigo 73, parágrafo 10, da Lei n.º 9.504/95. No entanto, coincidência ou não, justamente no ano eleitoral, a distribuição não foi realizada no início do período letivo, como logicamente deveria ocorrer.

Mas, essas não foram as únicas razões para o pedido de cassação impetrado pelo procurador Rodolfo Alves.

Há também a acusação sobre a realização de plenária de cultura. As investigações foram iniciadas com base em convites da Coligação “A Força do Trabalho”, destinados a artistas, para participarem de ‘Plenária da Cultura’, ocasião na qual, dentre outras coisas, seriam prestadas contas do governo na respectiva área.

Além disso, está sendo questionada o uso de servidores públicos na campanha eleitoral do candidato reeleito, bem como o uso eleitoreiro de nomeações e contratações de servidores públicos realizadas pelo governo do Estado. Para o Ministério Público, não se  vislumbra indício de justa causa para as demissões ocorridas, havendo substituição no quadro de servidores antes mesmo do término do vencimento dos contratos temporários firmados.

Outra acusação é sobre a utilização de programas de governo.  No tocante ao uso de programas sociais pelo governo do Estado da Paraíba, como o Programa Empreender-PB, programa de microcrédito destinado a empreendedores paraibanos, a PRE/PB aponta um vasto rol de irregularidades, que demonstram não existir nenhum tipo de controle e cobrança de parcelas inadimplidas.

Outros governadores na mira da justiça

Além de Ricardo Coutinho, as ações dos procuradores apresentadas à Justiça envolvem Fernando Pimentel (PT), em Minas Gerais; Camilo Santana (PT), no Ceará; Wellington Dias (PT), no Piauí; Simão Jatene (PSDB), no Pará, e Waldez Góes (PDT), no Amapá.

 

BlogdoGordinho

Vídeo com alunos dançando hino em ritmo de funk ganha repercussão nacional

extraO vídeo que mostra alunos de Cacimba de Dentro, dançando o hino nacional em ritmo de funk ganhou repercussão na mídia nacional. O site Extra, do Globo.com, destacou a polêmica gerada pela apresentação e que foi noticiada inicialmente no Focando a Notícia.

 

Veja o vídeo

 

Confira a reportagem do Extra na íntegra:

 

Apresentação escolar com hino nacional em ritmo de funk gera polêmica na web
Uma apresentação dos alunos da Escola Senador Humberto Lucena, em Cacimba de Dentro, interior da Paraíba, tem gerado polêmica nas redes sociais. Durante a abertura de um evento cultural da institução, a turma fez uma coreografia de funk. O detalhe é que a parte instrumental da música era composta pelo hino nacional. Ao compartilhar o vídeo no Facebook, o professor Alan Oliveira, de 25 anos, tornou-se alvo de críticas, agressões verbais e até mesmo ameaças.— São mensagens de racismo, coisas absurdas. Acionei o Ministério Público por conta de um comentário que dizia que os paraibanos são analfabetos. Meu advogado está cuidando disso. Inclusive, quando ele tentou argumentar no Facebook, o chamaram de corno, usaram palavras de baixo calão. É um absurdo, está muito dificil. 

Foto: Reprodução/Facebook

 

Alan explica que a ideia de realizar uma apresentação com o hino partiu da coordenação da escola, inspirada em uma coreografia de 2013, com o forró. Na época, não houve nenhuma reclamação sobre o gênero musical associado à canção. Para ele, há preconceito relacionado ao funk.

— Tomou uma proporção absurda. Vi comentários dizendo que eu deveria ser metralhado. Pensei no funk porque os alunos amam o funk. Fiz para atrair os alunos, para que eles participassem. A coordenação da escola me deu carta branca porque conhece meu trabalho. Na cidade, só umas duas ou três pessoas foram contra. Críticas são normais, agora não pode acontecer o que estão fazendo comigo, fazer montagem do Bin Laden (terrorista) com a minha cara. Isso me entristece. Estou mais sereno porque tem muita gente do meu lado, estou vendo que não cometi um crime. Com certeza, é preconceito — lamentou Alan.

No Facebook, o vídeo já foi compartilhado mais de 15 mil vezes. Entre os comentários, há até quem defenda a volta da ditadura militar no Brasil.

“Façam isso na Rússia, Japão, Estados Unidos e Alemanha, que vocês verão o que é “liberdade de expressão” eles vão ser livres em “expressar” a vontade de fuzilar vocês em praça pública”, escreveu um homem no perfil de Alan. “Pra dançar e rebolar a bunda aprende rapidinho, agora estudar, que é bom, nada”, comentou outro.

 

Volta da ditadura militar?
Volta da ditadura militar? Foto: Reprodução/Facebook

 

Apesar das críticas, a apresentação dos alunos também tem recebido apoio nas redes sociais.

“Legal a iniciativa. Que a escola brasileira possa cada vez mais se sincronizar com o ambiente na qual ela está inserida, afinal de contas, é muito mais didático ensinar com meios pelos quais os alunos sintam-se mais à vontade e livres para se expressar. E cultura significa o estilo de vida que levamos, se associando o hino ao ritmo de funk tem mais relação com a cultura local (e assim com estilo de vida das pessoas), que assim eles sejam ensinados. (…) Não gosto de funk, mas vejo o funk como mais um estilo popular brasileiro, e se o hino fosse tocado em ritmo de forró? Ou talvez mpb? Seria isso diferente? Enfim, que se possa associar o hino ao axé, funk, sertanejo e assim por diante”, afirmou um jovem.

“Não há crime”

Muitas pessoas têm argumentado que a atitude de apresentar o hino nacional em ritmo de funk seria desrespeitosa e até mesmo ilegal. Uma campanha para denunciar o vídeo à Polícia Federal foi iniciada, acusando Alan de ferir a Lei 5.700, que dispõe sobre a forma e apresentação dos símbolos nacionais.

Mas de acordo com o presidente da Comissão de Direito Constitucional da Ordem dos Advogados do Brasil do Rio de Janeiro (OAB-RJ), Leonardo Vizeu, a interpretação está equivocada e a apresentação dos alunos não pode ser caracterizada como desrespeito ao hino nacional.

— Os símbolos nacionais só podem ser utilizados em cerimônias oficiais. No caso de eventos não oficiais, precisam ser apresentados de forma respeitosa. Mas o que seria desrespeito ao hino? Eu mesmo não gosto de funk, mas vi o vídeo e não tem ato de desrespeito nenhum. Se fosse em ritmo de forró, não falariam nada. O que vi ali é que dentro do gosto deles, fizeram uma homenagem ao hino. É um exercício de liberdade, que evoca a liberdade cultural também.

 

Segundo advogado, a lei não pode ser aplicada a este caso
Segundo advogado, a lei não pode ser aplicada a este caso Foto: Reprodução/Facebook

 

O advogado afirmou ainda que os comentários se baseiam no preconceito contra o gênero musical e as mensagens de ódio devem ser analisadas com cuidado.

— O professor pode ficar despreocupado. Você pode não gosta de funk, mas ouvir funk ainda não é crime no país. Tocar o hino em ritmo de funk não difere em nada do que já foi feito no passado em outros ritmos. Preocupante é ver as pessoas veiculando mensagens de ódio nas redes sociais. Intolerância e falta de respeito com a opinião alheia. Querem o monopólio da verdade e do bom gosto para si. O sentimento de patriotismo é seletivo. A polêmica é resultado da carga de marginalização que o ritmo carrega — finalizou.

Extra

Rosas diz que repercussão sobre suposto palavrão de RC contra Radical é “factoide” criado pela oposição

debateO presidente do PSB na Paraíba, Edvaldo Rosas, criticou nesta sexta-feira (01) o que chamou de tentativa da oposição ao governador Ricardo Coutinho (PSB) em criar ‘factóides’ contra o gestor para tirar o foco da derrota sofrida por eles no primeiro debate realizado nestas eleições, nesta quinta-feira (31), pela TV Master. A acusação teria partido do candidato Antônio Radical (PSTU).

Edvaldo disse que, durante o debate, o governador Ricardo apresentou propostas, comparando sua gestão com as anteriores e acusou a oposição de tentar desviar o foco do debate.

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“Como eles perderam o debate e não apresentaram propostas para o desenvolvimento da Paraíba, ficam criando factóides como este. Enquanto eles estão preocupados em atacá-lo, em mentir, em criar factóides para desviar a atenção do debate que realmente interessa. Ricardo em nenhum momento agrediu ninguém”, disse o presidente do PSB.

MaisPB com Assessoria 

Fred critica repercussão de beijo: Hebe passou a vida dando selinho

Foto: Daniel Ramalho / Terra
Foto: Daniel Ramalho / Terra

Na véspera do jogo contra o Grêmio, o primeiro do Fluminense em casa pela Copa Libertadores 2013, o assunto não poderia ter sido outro: o vídeo postado na internet por um amigo de Fred, em que o atacante estaciona o carro no meio da rua, em Belo Horizonte, e dá um beijo em uma fã. Antes de responder a qualquer pergunta sobre a partida, o jogador quis esclarecer os fatos.

 

“Eu já conhecia ela, é uma fã. Não concordei com quem publicou, e acho que isso desgasta a minha imagem e a dela”, esclareceu, dizendo que parou naquele lugar de forma irregular porque o carro deu problema. “Meu carro parou e ela se aproximou de mim. Depois disso não voltei a vê-la. Infelizmente” disse, com bom humor, e sem se mostrar incomodado com o fato.

 

“Eu tenho família, ela também tem. Fica chato isso tudo” afirmou. O que Fred esqueceu é que, no vídeo, vê-se bem que a moça está parada e é ele quem detém o carro no acostamento.

 

Com fama de galanteador, Fred evitou responder diretamente quando foi perguntado se seria o “Renato Gaúcho da nova geração”. “Sou apenas o Fred, mineiro, tranquilo, não tem essa de comparação” disse o jogador, segurando a gargalhada. Fred comentou também sobre a repercussão dentro do grupo sobre o vídeo.

 

“Se vocês (a imprensa) estão me zoando, imagina a galera. Depois que saiu, a gente tenta evitar ao máximo a repercussão. Ela tem família, o vídeo tem muito tempo e a galera na internet cai matando. Tem que tem paciência com as brincadeiras”, disse.

 

Fred para no meio da avenida e beija fã na boca; vejaClique no link para iniciar o vídeo
Fred para no meio da avenida e beija fã na boca; veja

​Fred ainda comparou sua situação à da apresentadora Hebe Camargo, morta no ano passado. “A Hebe ficou famosa por dar selinho em um monte de gente. Tem cantor sertanejo que beijou fã no palco, e vocês vêm pra cima de mim” reclamou, mas com bom humor.

 

O atacante disse que lida bem com o assédio das mulheres. “Ainda mais a torcida do Fluminense, que só tem muié gata (sic)”, disse, afirmando que tem amigo seu indo ao jogo do time no Engenhão apenas para ver as mulheres bonitas.

 

O jogador pediu para que se deixe de falar do vídeo e que se volte a falar apenas de futebol. Disse que foi uma semana diferente, porque muita gente “segurou o pé”, principalmente os que foram poupados do jogo do fim de semana. “Teve desfile das campeãs, e quem foi, voltou para casa às 2h. Se não tivesse jogo, teriam voltado às 6h”, brincou.

 

Fred pediu no fim que a mesma torcida tricolor compareça ao Engenhão nesta quarta-feira, 22h, para a partida contra o Grêmio. Mas a expectativa, até agora não é das melhores. Com ingressos de R$ 40 a R$ 80, apenas 20 mil dos 46 mil ingressos colocados à venda estão nas mãos dos torcedores.

 

Terra