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Casos de malformações relacionadas ao Zika passam de 3 mil no Brasil

Mãe e bebê com microcefalia no Recife, Pernambuco (Foto: Felipe Dana/AP Photo )

Ministério da Saúde divulgou nesta terça-feira (30) novos dados relacionados às alterações no crescimento e desenvolvimento de bebês/crianças devido à infecção pelo vírus da zika. Foram confirmados 3.037 casos entre 8 de novembro de 2015 e 2 de dezembro de 2017, segundo o novo boletim epidemiológico.

A síndrome congênita do vírus da zika, reconhecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS), é um conjunto de malformações e problemas apresentados por bebês que tiveram mães infectadas durante a gestação. A microcefalia é só uma das consequências. As crianças também podem ter o sistema nervoso central afetado, apresentando epilepsia, deficiências auditivas e visuais, prejuízo no desenvolvimento psicomotor, bem como efeitos negativos sobre ossos e articulações.

Desde 2015, quando os primeiros casos surgiram, o Ministério da Saúde divulga dados sobre os bebês e crianças afetados. O novo boletim informa que já foram recebidas 15.150 notificações suspeitas nestes dois anos. Após “criteriosa investigação”, o governo diz que 1.987 desses casos foram excluídos e não têm relação com o vírus.

Entre os casos restantes e com investigação concluída, além dos mais de 3 mil confirmados, outros 6.718 foram descartados (44,3%), 310 foram classificados como prováveis (2%) e 195 são considerados inconclusivos (1,3%).

Regiões que concentram o maior número de notificações:
  • Nordeste – 60,7%
  • Sudeste – 23,8%
  • Centro-oeste – 7,3%
Cinco estados com maior número de casos notificados:
  • Pernambuco – 16,9%
  • Bahia – 16,2%
  • São Paulo – 9%
  • Paraíba – 7,4%
  • Rio de Janeiro – 7,4%

G1

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Número de mortes por doenças relacionadas ao fumo cai na PB, mas Estado ainda tem 453 mil dependentes

cigarroEstimativas do Instituto Nacional do Câncer revelam que a Paraíba possui atualmente 453 mil fumantes (o que corresponde a 11,5% da população). O quadro do Inca mostra que as ações e alertas de combate ao fumo promovidas pela Secretaria Estadual de Saúde estão tendo resultados positivos na Paraíba.

Em 2014, em todo o Estado, 426 pessoas morreram vítimas de cânceres relacionados ao fumo. Em 2016, este número caiu para 359. Segundo a chefe do Núcleo de Doenças e Agravos não Transmissíveis da SES-PB, Gerlane Carvalho, a intenção de alertar a população contra os males do fumo desde que foi instituído o Dia Estadual de Combate ao Fumo é levar informação para a população, visando uma melhor qualidade de vida e proporcionando ambientes livres do cigarro.

“Todos os anos, nesta data, nosso papel é orientar os fumantes, mostrando que existem maneiras de parar de fumar, oferecendo inclusive apoio psicológico”, disse Gerlane, alertando que todo fumante num futuro próximo terá a diminuição de sua capacidade respiratória, porque o cigarro figura como potencializador de doenças crônicas.

“Mas nossa missão é motivar os fumantes para que eles procurem ajuda profissional para que deixem o vício e tenham vida saudável”. O diagramador Evandro Oliveira da Silva, 65 anos, esteve no Tambiá Shopping para fazer avaliação e confessou que fumou durante 30 anos e disse que há dez anos não acende um cigarro porque começou a se sentir incomodado com uma dor nos rins e também porque sua pressão começou a ficar alterada. “Depois de todos esses problemas fui ao médico e diante dos alertas, decidi parar de fumar em definitivo. Nunca mais volto a fumar”, disse Evandro.

Tratamento – Na Paraíba, o paciente pode ser atendido na Unidade Básica de Saúde (UBS) do seu município e, posteriormente, encaminhado ao serviço adequado para sua necessidade. Em todo o estado existem atualmente 37 Centros de Referência para Tratamento dos Fumantes, onde se pode buscar apoio para se livrar do vício em nicotina.

O serviço é oferecido em Unidades de Saúde da Família, em Centros de Atenção Psicossocial (Caps), Centros de Atenção Integral à Saúde (Cais), Núcleos de Apoio à Saúde da Família (Nasf) e Centros de Saúde. Em alguns casos, os pacientes em tratamento abandonam o cigarro com menos de um mês de acompanhamento.

pbagora

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Doenças respiratórias estão relacionadas com a saúde do coração

respiratorioVocê tem mania de pingar descongestionante no nariz? E sabia que alguns deles podem acelerar o ritmo do coração? O Bem Estar desta segunda-feira (2) falou também sobre as bombinhas de asma. Mostramos que os descongestionantes e as bombinhas podem mascarar outras doenças e até provocar doenças do coração. Participaram do programa o consultor e cardiologista Roberto Kalil, o farmacêutico Pedro Menegasso e o pneumologista Roberto Stirbulov.

Medicamentos contra asma (broncodilatadores de ação rápida, conhecidos como bombinhas) e descongestionantes nasais, que só deveriam ser usados mediante receita e em situações específicas, com acompanhamento, são usados sem prescrição. Tem gente que tem um em cada canto da casa.

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Mas isso pode ser perigoso. Os descongestionantes contêm vasoconstritores para reduzir os cornetos inflamados. Entretanto, também podem afetar outros vasos, inclusive os do coração. “Ele promove a diminuição do calibre dos vasos sanguíneos em todo o organismo. O coração é repleto de vasos sanguíneos, a rede vascular nobre do coração é as coronárias. Então o apertamento das coronárias pode propiciar o infarto, surgimento de arritmias”, explica Alfredo Lara Gaillard, otorrinolaringologista.

Após a aplicação do remédio, os vasos do nariz contraem e sobra mais espaço para a passagem do ar. O problema é que os vasos logo voltam a inchar e o nariz fica novamente entupido. Com o tempo, é preciso ter mais remédio para surtir o efeito. Quanto mais remédio, maior o efeito rebote. Isso acaba viciando, descompensando o nariz. Quando o nariz entope, o ideal é aplicar soro fisiológico ou uma solução fisiológica.

Os broncodilatadores contêm vasodilatadores, que alargam os brônquios, mas também atingem os vasos do coração. Este efeito sistêmico pode desregular o ritmo do coração, causando arritmia.

“Quando a pessoa usa o corticoide inalatório adequadamente, como prescrito pelo médico, ela não vai usar os medicamentos de alívio. Esses medicamentos de alívio, quando usados exclusivamente, sem os remédios de manutenção, e usados abusivamente, esses sim podem dar efeitos colaterais, como tremor, batedeira no coração, arritmia. O paciente tem que usar adequadamente os medicamentos profiláticos para não precisar usar medicamentos de alívio”, explica o pneumologista

 

 

G1

Estudo identifica diferenças cerebrais relacionadas à insônia

cerebroPesquisadores da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, afirmaram que insones crônicos têm maior plasticidade e atividade em uma região do cérebro que controla o movimento do que as que pessoas que dormem bem. O estudo será publicado na edição de março do periódico Sleep.

Os pesquisadores descobriram que o córtex motor do cérebro de insones crônicos é mais adaptável a mudanças, isto é, mais plástico, do que o das pessoas sem o problema. Eles também constataram que os neurônios dessa região são mais ativos nas vítimas de insônia crônica, sugerindo que essas pessoas estão em um estado constante de processamento de informações, o que pode interferir no sono. “A insônia não é uma desordem noturna”, diz a líder do estudo, Rachel E. Salas, professora assistente de neurologia da universidade. “Trata-se de uma condição que afeta o cérebro 24 horas por dia, como um interruptor de luz que está sempre aceso.”

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Para o estudo, Rachel e sua equipe utilizaram estimulação magnética transcraniana (EMT), uma técnica indolor e não invasiva que aplica correntes eletromagnéticas em áreas específicas do cérebro e pode, de modo seguro e rápido, interferir na função da área estimulada.

Os cientistas recrutaram 28 adultos, dentre eles dezoito que sofriam de insônia há pelo menos um ano e dez que não tinham problemas para dormir. Cada voluntário teve eletrodos fixados no polegar dominante, assim como um acelerômetro, para medir a velocidade e a direção do dedo. Em seguida, os pesquisadores emitiram 65 pulsos elétricos nas áreas do córtex motor dos participantes, enquanto observavam os movimentos involuntários gerados no polegar. Os voluntários também foram treinados para mover o polegar na direção oposta ao movimento involuntário original, e submetidos ao teste novamente. Quanto mais o dedo se mexesse na nova direção, mais o córtex motor poderia ser considerado plástico.

Como a falta de sono durante a noite tem sido associada à diminuição da memória e da concentração durante o dia, Raquel e seus colegas suspeitavam que o cérebro dos dorminhocos fosse mais adaptável. O resultado, no entanto, foi o oposto. Segundo Rachel, o estudo mostra que a EMT pode ajudar no diagnóstico e no tratamento de insônia, por meio da redução da atividade do córtex motor.

Veja

Cerca de 2 bilhões de não-fumantes no mundo sofrem com doenças relacionadas ao cigarro

 

A fumaça exalada por cigarros ou qualquer produto que seja derivado do tabaco é denominada poluição tabagística ambiental (PTA). Por ser extremamente tóxica, a inalação dessa fumaça por pessoas não-fumantes é chamada de tabagismo passivo ou fumo passivo.

A adoção de ambientes livres do fumo é o único modo de proteger a população das doenças causadas pela PTA, já que ficou comprovado que não existem níveis seguros de absorção da fumaça de cigarros.

De acordo com dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), aproximadamente dois bilhões de pessoas são vítimas do fumo passivo no mundo, sendo que destas, 700 milhões são crianças, que sofrem com maior incidência de bronquites, pneumonia e infecções de ouvido, entre outras doenças. No Brasil, as crianças são 40% das vítimas do fumo passivo.

Os problemas de saúde a que o fumante passivo está exposto são inúmeros: câncer de pulmão ou da face, doença cardiovascular, infarto, AVC (acidente vascular cerebral) e enfisema pulmonar, dentre outras. “Um fumante passivo pode chegar a consumir o equivalente a 10 cigarros por dia, dependendo da exposição a que sofre”, afirma Ricardo Meirelles, pneumologista e técnico da Divisão de Controle de Tabagismo do Inca (Instituto Nacional do Câncer). Ele alerta também que quem convive com pessoas que fumam em ambientes fechados têm o dobro de chances de contrair doenças, comparadas aos não-fumantes que respiram ar puro diariamente.

Segundo a OMS, o fumo passivo é a terceira maior causa de morte evitável no mundo e a fumaça do cigarro, o principal agente poluidor de ambientes fechados.

Fontes: Inca e Aliança de Controle do Tabagismo

Focando a Notícia

Aproximadamente 2 bilhões de não-fumantes em todo o mundo sofrem com doenças relacionadas ao cigarro

A fumaça exalada por cigarros ou qualquer produto que seja derivado do tabaco é denominada poluição tabagística ambiental (PTA). Por ser extremamente tóxica, a inalação dessa fumaça por pessoas não-fumantes é chamada de tabagismo passivo ou fumo passivo.

A adoção de ambientes livres do fumo é o único modo de proteger a população das doenças causadas pela PTA, já que ficou comprovado que não existem níveis seguros de absorção da fumaça de cigarros.

De acordo com dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), aproximadamente dois bilhões de pessoas são vítimas do fumo passivo no mundo, sendo que destas, 700 milhões são crianças, que sofrem com maior incidência de bronquites, pneumonia e infecções de ouvido, entre outras doenças. No Brasil, as crianças são 40% das vítimas do fumo passivo.

Os problemas de saúde a que o fumante passivo está exposto são inúmeros: câncer de pulmão ou da face, doença cardiovascular, infarto, AVC (acidente vascular cerebral) e enfisema pulmonar, dentre outras. “Um fumante passivo pode chegar a consumir o equivalente a 10 cigarros por dia, dependendo da exposição a que sofre”, afirma Ricardo Meirelles, pneumologista e técnico da Divisão de Controle de Tabagismo do Inca (Instituto Nacional do Câncer). Ele alerta também que quem convive com pessoas que fumam em ambientes fechados têm o dobro de chances de contrair doenças, comparadas aos não-fumantes que respiram ar puro diariamente.

Segundo a OMS, o fumo passivo é a terceira maior causa de morte evitável no mundo e a fumaça do cigarro, o principal agente poluidor de ambientes fechados.

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