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Aesa prevê chuvas ocasionais várias regiões do Estado nesta quarta-feira

chuvas_sateliteA Agência Executiva de Gestão das Águas prevê possibilidade de chuvas ocasionais com nebulosidade variável para as regiões do Litoral, Agreste e Brejo, nesta quarta-feira (31).

Ainda de acordo com a Aesa, para a região do Cariri-Curimataú, a previsão é de nebulosidade variável. Já para Alto Sertão e Sertão, sol com variação de nuvens.

Na faixa litorânea, a temperatura máxima deverá ficar em torno dos 30º C e a mínima, dos 23º C. Confira a temperatura para as demais regiões:

Agreste – máxima de 29º C e mínima de 18º C

Brejo – máxima de 27º C e mínima de 17º C

Cariri-Curimataú – máxima de 32º C e mínima de 17º C

Alto Sertão – máxima de 34º C e mínima de 19º C

Sertão – máxima de 34º C e mínima de 20º C

Assessoria

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Aesa prevê nebulosidade variável para as regiões do Brejo e Agreste, nesta quinta

Solânea: Imagem instagram@focandoanoticia
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A Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa) prevê, nesta quinta-feira (11), nebulosidade variável com possibilidade de chuvas esparsas para o Litoral. Já para as regiões do Brejo e Agreste, nebulosidade variável.

Ainda de acordo com a Aesa, para a região do Semiárido – Alto Sertão, Sertão e Cariri-Curimataú – a previsão é de apenas nebulosidade variável. No Alto Sertão, a temperatura máxima deverá ficar em torno dos 32º C e a mínima, dos 19º C.

Confira a temperatura para as demais regiões do Estado:

Litoral – máxima de 30º C e mínima de 20º C

Agreste – máxima de 29º C e mínima de 18º C

Brejo – máxima de 27º C e mínima de 17º C

Cariri-Curimataú – máxima de 31º C e mínima de 16º C

Sertão – máxima de 32º C e mínima de 19º C

MaisPB

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Cesta básica nordestina cresce 3,6% em julho, mas segue com menor preço entre regiões

cesta-basicaA cesta básica no Nordeste apresentou o maior crescimento entre as regiões em julho (3,6%), mas manteve-se com o valor mais baixo do país, custando R$ 386,65. Os maiores aumentos foram verificados em João Pessoa (5,7%), Fortaleza (4,4%) e Salvador (3,7%), que detém a cesta mais cara da região (R$ 400,95).

As informações são oriundas de levantamento do Escritório Técnico de Estudos Econômicos do Nordeste (Etene), órgão de pesquisas do Banco do Nordeste, com base em informações divulgadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

Segundo o levantamento, feijão (14,8%), leite (10,0%) e tomate (4,2%) foram os itens que mais contribuíram para a elevação do preço da cesta básica nordestina no mês. A única variação negativa foi do óleo (-0,7%). Outros alimentos que têm participação relevante na cesta, registraram variações abaixo da média: carne (0,3%); pão (1,3%) e banana (0,1%).

O valor da cesta básica regional em julho subiu em todas as capitais pesquisadas do Nordeste, em comparação com junho. Em João Pessoa e Fortaleza, verificou-se as maiores elevações, de 5,7% e 4,4%, respectivamente. As menores variações ocorreram em Aracaju (0,7%) e Recife (2,4%).

Na variação em 12 meses, os maiores aumentos ocorreram em Aracaju (24,6%), Salvador (18,6%), Fortaleza (17,4%) e João Pessoa (17,5%). Natal e Recife apresentaram os menores índices, 12,5% e 12,4%, respectivamente.

Assessoria do Banco do Nordeste

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Meteorologia prevê chuva fraca e isolada para três regiões do Estado nesta quinta-feira

Clima-Nublado-com-chuvaA Agência Executiva de Gestão das Águas (Aesa) prevê para as regiões do Litoral, Agreste e Brejo, nesta quinta-feira (17), céu parcialmente nublado com chuva fraca e isolada. A máxima na faixa litorânea deverá atingir os 30º C e a mínima deverá ficar em torno dos 20º C. Já para o Brejo, a previsão é que a máxima seja de 26º C e a mínima, de 17º C. Agreste deverá registrar máxima de 32º C e mínima de 19º C.

Ainda de acordo com a Aesa, a previsão para as regiões do Cariri-Curimataú, Alto Sertão e Sertão é de céu variando entre parcialmente nublado a claro. A máxima no Cariri-Curimataú deverá ficar perto dos 33º C e a mínima, em torno dos 18º C.

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No Alto Sertão, a temperatura máxima deverá alcançar os 35º C e a mínima, os 20º C. No Sertão, a máxima deverá atingir os 36º C e a mínima, 20º C.

 

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Meteorologia prevê chuvas em áreas isoladas de três regiões da Paraíba, nesta terça-feira

previsâo-do-tempoA Agência Executiva de Gestão das Águas (Aesa) prevê, para esta terça-feira (15), céu parcialmente nublado com possibilidade de chuva fraca em áreas isoladas da faixa litorânea. A previsão é válida ainda para as regiões do Agreste e Brejo. Para as demais regiões, a exemplo do Alto Sertão e Sertão, a previsão é de céu variando entre parcialmente nublado a claro. Com relação à temperatura, no Litoral a máxima deve atingir os 29º C e a mínima, os 22º C.

Já para o Brejo, a Aesa prevê máxima de 27º C e mínima de 18º C. No Agreste, a terça-feira poderá ter máxima de 30º C e mínima de 19º C.

Na região do Cariri-Curimataú, a temperatura máxima deverá ficar em torno dos 32º C e a mínima, perto dos 17º C. Para o Alto Sertão, a previsão é de máxima de 35º C e mínima de 19º C. No Sertão, a máxima deve chegar aos 36º C e a mínima, aos 20º C.

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Meteorologia prevê chuvas fracas em áreas isoladas em três regiões do Estado

previsâo-do-tempoA Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba prevê para este fim de semana, nebulosidade variável com possibilidade de chuvas fracas em áreas isoladas para o Litoral, Agreste e Brejo. A temperatura máxima na faixa litorânea deverá atingir os 30º C e a mínima, os 20º C. Já para o Brejo, a Aesa prevê máxima de 27º C e a mínima de 17º C. No Agreste, a máxima deverá alcançar os 30º C e a mínima, os 18º C.

Para a região do Cariri-Curimataú, a previsão é de nebulosidade variável. O Alto Sertão e o Sertão deverão ter fim de semana com céu aberto a parcialmente nublado. A temperatura máxima no Cariri-Curimataú poderá alcançar os 32º C e a mínima, os 17º C.

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Para o Alto Sertão, a Aesa prevê máxima de 35º C e mínima de 19º C. Já para o Sertão, a máxima deverá ficar em torno dos 36º C e a mínima, perto dos 19º C.

 

blogdogordinho

Orçamento Democrático Estadual prepara regiões para as Audiências Regionais

orcamento-democraticoAs Regiões Geoadministrativas do Estado estão recebendo as primeiras reuniões preparatórias para as Audiências Regionais do Orçamento Democrático Estadual, que se iniciam no próximo dia 10 de abril, com o governador Ricardo Coutinho e seus auxiliares. As reuniões preparatórias estão sendo realizadas nas microrregiões, envolvendo a população dos 223 municípios paraibanos.

Segundo o secretário executivo do OD Estadual, Gilvanildo Pereira, “esse é o momento em que a equipe de articuladores regionais mobiliza a população para a realização de pequenas reuniões com o objetivo de divulgar o ciclo de atividades, explicando como funciona o instrumento de participação, com ênfase para as audiências públicas regionais”, informou o secretário.

O gerente regional de acompanhamento e formação, Geraldo Bernardo, que coordenada às regiões de Cajazeiras (9ª Região) e Sousa (10ª), cidades onde serão realizadas as primeiras audiências públicas, disse que “as reuniões preparatórias na região estão envolvendo a participação de lideranças populares e da sociedade em geral, e que a população deve ficar atenta a este momento ímpar de encontro e diálogo com o governo”, disse.

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Anualmente o Governo do Estado realiza 16 audiências públicas regionais, nas 14 Regiões Geoadimistrativas, com a participação e o envolvimento dos 223 municípios paraibanos. É o momento em que a população destas cidades elege as prioridades de investimentos almejados para as suas respectivas regiões para o ano subsequente.

Lançamento do ciclo – O lançamento do ciclo 2015, assim como do calendário completo das audiências regionais em toda a Paraíba, será realizado no dia 6 de abril, a partir das 9h, no Centro de Convenções de João Pessoa. O vento será aberto ao público e direcionado à imprensa.

Saiba mais – A novidade para o ciclo deste ano será a implantação do sistema informatizado para o preenchimento da ficha de prioridade, que até então era realizado manualmente. Cada participante poderá escolher até três obras, ações ou serviços que gostaria que fossem realizadas ou executadas em suas regiões. A população de toda a Paraíba também elegerá, de forma eletrônica e digital, aquelas obras mais significativas e de impacto já concretizadas em suas regiões.

Preparatórias agendadas para Sousa e Cajazeiras – Confira a programação de algumas reuniões preparatórias agendadas até o próximo domingo (29). Mais informações sobre o calendário das reuniões podem ser obtidas através dos articuladores e gerentes regionais de Acompanhamento e Formação das regiões ou através dos telefones do Orçamento Democrático Estadual (83) 3218-4486 ou (83) 3218-4768

Sousa (10ª Região)

27/03 às 17h – Câmara de Vereadores de Lastro

28/03 às 9h – Escola Genésio Araujo, de São José da Lagoa Tapada

28/03 às 15h – Escola Antônio Teodoro Neto, conjunto Mutirão – Sousa

29/03 às 9h – Associação Enéas Gonçalves, bairro Nilton Santos – Nazarezinho

Cajazeiras (9ª Região)

26/03 às 17h – Sítio Cafundó – Zona rural de Uiraúna

27/03 às 9h – Centro Cultural de Santa Helena

27/03 às 19h – Escola Municipal do Distrito de Várzea da Ema

29/03 às 9h – Associação Comunitária do Sítio Jardineiro – Cajazeiras

Secom-PB

Crime ‘subterrâneo’, tráfico de pessoas age mais em regiões de fronteira

FÁBIO RODRIGUES POZZEBOM/ABR
FÁBIO RODRIGUES POZZEBOM/ABR

Entre 2005 e 2011, um terço dos indiciados por tráfico de pessoas foi pego em região de fronteira. A pesquisa Diagnóstico sobre Tráfico de Pessoas nas Áreas de Fronteira no Brasil mostra que, dos 384 indiciamentos, 128 foram registrados na fronteira brasileira que abrange 15.719 quilômetros em 11 estados – Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraná, Rio Grande do Sul, Roraima, Rondônia e Santa Catarina.

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, disse que os números estão longe de refletir a realidade e classificou o tráfico de pessoas de “crime subterrâneo”, devido à dificuldade de verificar a ocorrência. “O número de inquéritos e de vítimas são muito pequenos perto daquilo que nós presumimos ser a realidade”, disse na sexta-feira (18) o ministro, no lançamento da pesquisa.

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A maioria das vítimas é formada por mulheres na faixa dos 18 a 29 anos. Além delas, fazem parte do grupo crianças e adolescentes, travestis e transgêneros, geralmente em condição de vulnerabilidade, seja pelas condições socioeconômicas, por conflitos familiares ou pela violência sofrida na família de origem. Em geral, o aliciamento é feito por alguém próximo à família.

O estudo mostra que, além dos tipos mais comuns de tráfico – para exploração sexual e para trabalho em regime análogo à escravidão, presentes em praticamente todos os estados fronteiriços – outras modalidades foram registradas. Entre elas, estão meninos que recebem a falsa promessa de aliciadores de que vão se tornar jogadores de futebol profissionais no exterior. Esses casos nos estados do Acre, Paraná e Pará. No Paraná, também foi relatado casos de adolescentes sul-coreanos eram trazidos ao Brasil por aliciadores para jogar futebol e ficaram com os passaportes retidos.

O trabalho também mostra casos de crianças adotadas em cidades do interior para servir de trabalhadoras domésticas nos estados do Amazonas, Pará, Rondônia, de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Já os estados de Roraima, do Pará, do Amapá, de Mato Grosso do Sul, do Rio Grande do Sul e Paraná tiveram casos de pessoas exploradas para atuar como mulas para o tráfico de drogas (transportar substâncias proibidas).

A pesquisa mostrou ainda o desconhecimento sobre o tráfico de pessoas indígenas nas regiões mais remotas e que migram de um estado para outro, de um país para outro. “Tráfico de índios que são forçados muitas vezes a serem mulas para transportar drogas e de índios que são levados para mão de obra escrava em plantações, na Região Sul do país”, disse Cardozo.

Para Cardozo, é preciso investir em campanhas de conscientização da população para combater esse tipo de crime. Em maio de 2013, o Ministério da Justiça e o Escritório das Nações Unidas para sobre Crimes e Drogas (Unodc) lançaram a campanha “Coração azul” para inibir o tráfico de pessoas. As denúncias podem ser feitas pelo Disque Denúncia Nacional, ou Disque 100 e pela Central de Atendimento a Mulher, Ligue 180.

 

Luciano Nascimento, da Agência Brasil

MiniCom lança aviso de habilitação para rádios comunitárias em quatro regiões

RADIO e TVO Ministério das Comunicações publicou em seu site que oito Estados das regiões sul, Norte, Nordeste e Sudoeste foram beneficiados no Oito Estados das regiões Sul, Norte, Nordeste e Sudoeste são beneficiados no 11º aviso de habilitação de 2013 para rádios comunitárias.
Desta vez, o MiniCom autoriza serviço de radcom em 13 Estados das regiões Norte, Nordeste, Sudeste e Centro-Oeste, que já contavam com emissoras, mas que tinham interesse em obter novas outorgas.
O ministério pede que as entidades encaminhem a documentação necessária apenas para em Brasília.  O prazo para inscrição e apresentação da documentação instrutória é de 60 dias. O formulário de inscrição pode ser obtido no site do ministério ou no Departamento de Acompanhamento e Avaliação de Serviços de Comunicação Eletrônica da Secretaria de Serviços de Comunicação Eletrônica do MiniCom.
Este ano ainda serão publicados mais dois avisos de habilitação de radcom, também para localidades que contam com rádios comunitárias, mas que têm entidades interessadas em outorgas para novas emissoras.
Informações: Ministério das Comunicações

Projeto faz mapeamento de brincadeiras de crianças em diversas regiões do país

brincadeiraBrincadeira da queixada, jogo de china, pista de tampinhas. Embora pouco conhecidas por muitos brasileiros, essas são algumas brincadeiras comuns no dia a dia de crianças do país. Baseadas em aspectos culturais, passadas de pais para filhos ou usando peças construídas pelos próprios meninos e meninas, as diversas formas de brincar estão presentes onde existem crianças. Para mostrar ao Brasil as sutilezas desse universo lúdico, que também carrega elementos associados à cultura e à educação, diversas dessas brincadeiras estão sendo mapeadas pelo Projeto Território do Brincar.

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Por meio da iniciativa, que acaba de completar um ano e é apoiada pelo Instituto Alana, são feitas visitas, que duram até três meses, a comunidades rurais, indígenas, quilombolas, do sertão, do litoral e grandes metrópoles. Após a conclusão do projeto, em dezembro, todos os dados serão transformados em filme, livro e exposições.

De acordo com a educadora Renata Meirelles, coordenadora do Território do Brincar, o objetivo é captar as nuances da infância brasileira, que reflete e espelha o povo que somos. “É um trabalho de escuta, intercâmbio de saberes e difusão da cultura infantil que nos ajudará a discutir melhor a infância, o brincar, o mundo real e a traduzir a voz das crianças, conhecendo nosso país pelos olhos delas”, disse a educadora que viaja acompanhada do marido, o documentarista David Reeks.

Ela enfatizou que, apesar dos coloridos regionais que as brincadeiras ganham nos diferentes locais do país, há uma forte conexão entre todas as formas de brincar: “o imaginário infantil as conecta de uma forma muito forte”, garante.

Além disso, segundo a educadora, a observação do universo lúdico infantil revela que, apesar de toda a influência mercadológica a que as crianças estão submetidas, como as diversas estratégias de marketing associadas à compra de brinquedos, os objetos industrializados, cheios de efeitos sonoros, visuais e de tecnologia, não são indispensáveis à diversão.

“O brincar é fundamental para criança, que brinca muito em todas as regiões, mas não o brinquedo, que é muito mais uma necessidade do adulto e da indústria. É uma produção pensada pelo adulto para a criança, que, na verdade, tem toda a competência e muita qualidade para desenvolver o brincar de diversas formas que não dependem do brinquedo”, disse, lembrando ainda que em muitas comunidades visitadas as crianças utilizam elementos regionais para produzir artesanalmente seus próprios objetos de diversão coletiva.

É o caso do menino Emerson, morador do bairro do Arraial, em Araçuaí, pequeno município do interior de Minas Gerais, a cerca de 650 quilômetros da capital Belo Horizonte. Dono de uma criatividade própria da infância e de muita disposição para dar asas à imaginação, ele cria brinquedos com madeira encontrada nas casas dos vizinhos. Segundo Renata Meirelles, “ele é do tipo que carrega o brincar consigo seja lá onde for”.

Experiência semelhante foi observada pelo casal em Acupe, distrito do município de Santo Amaro da Purificação, localizado no recôncavo baiano. Os meninos que vivem na comunidade de origem indígena e africana, conhecida por suas manifestações culturais criadas por negros escravizados, usam cacos de telha e gravetos para construir, no chão de terra, pistas de corrida para tampinhas de garrafas, que substituem os carrinhos. O vencedor do jogo, baseado em um conjunto de regras simples, é aquele que chega primeiro ao fim da pista batendo sua tampinha na telha.

Para a coordenadora do Núcleo de Cultura e Pesquisas do Brincar da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), Maria Ângela Barbato Carneiro, a vivência de brincadeiras é fundamental para o desenvolvimento físico, motor, cognitivo, social e emocional das crianças.

“Elas conhecem o mundo e as relações por meio das brincadeiras, têm a possibilidade de desenvolver o raciocínio, explorar o espaço físico, encontrar possibilidades de resolução de problemas e conflitos, entre outros. Podemos dizer que o brincar é um pacote completo de desenvolvimento”, definiu.

Ela enfatizou que os pais devem estar atentos a essa necessidade da infância e precisam equilibrar o acesso a brinquedos eletrônicos, como videogames e joguinhos em tablets e celulares, à diversão cultural, ao ar livre e espontânea.

“Não se pode impedir o acesso à tecnologia, mas é preciso saber que seu uso em excesso aumenta a incidência de problemas como obesidade e isolamento em crianças. Ao contrário, as brincadeiras livres, com outras crianças, em espaços abertos, por exemplo, ajudam a formar adultos mais confiantes, criativos, bem resolvidos e menos individualistas”, disse.

 

Agência Brasil