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Recém-nascido é usado por mãe para tráfico de cocaína na PB

Na tarde dessa sexta-feira, por volta das 17h30, na cidade de Mamanguape/PB, no km 38 da BR 101, em abordagem de rotina das equipes da Polícia Rodoviária Federal a um Corsa Sedan Premium, foram localizados dois quilos de substância análoga à cocaína em uma bolsa infantil, que estava sob a responsabilidade de uma mulher, que trazia consigo seu filho, um bebê de apenas um mês e meio de vida.

Uma segunda mulher, também ocupante do veículo, foi detida por participação no ilícito.

Segundo levantamentos preliminares, a droga era transportada de Natal/RN para Recife/PE.

A PRF acionou o Conselho Tutelar local para realizar a guarda e proteção ao bebê.

A ocorrência foi conduzida para a lavratura do auto de prisão em flagrante, na Polícia Civil de Mamanguape.

Ascom PRF

 

 

Recém-nascido é achado morto em balde e polícia investiga aborto na PB

lixoA Polícia Civil investiga o caso de um recém-nascido que foi achado morto dentro de um balde em um sítio na cidade de Massaranduba, no Agreste paraibano. De acordo com o delegado Cícero Pereira Filho, que investiga o caso, a suspeita é de que se trata de um aborto e uma perícia deve ser feita para identificar de que forma aconteceu.

O caso foi registrado na noite da sexta-feira (23), na zona rural do município. De acordo com o agricultor José Pontes Ramos, pai da mãe do bebê, a filha, de 20 anos, teve um aborto natural após passar mal.

“Ela estava se sentindo mal, com umas dores na barriga, levamos ela para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e lá ela tomou soro e uma injeção, foi medicada. O médico passou uns remédios e ela tomou também. No outro dia, ela continuava a passar mal. Eu saí para trabalhar e a mãe dela ficou com ela em casa, foi quando ela disse que notou uma poça de sangue na casa. Só que ela já tinha perdido o menino, botou no balde e escondeu”, disse.

A mãe do bebê foi levada para o Instituto de Saúde Elpídio de Almeida, em Campina Grande, onde estava internada para exames até a tarde deste sábado (24). Segundo a família, ela estava com oito meses de gestação.

“Nós vamos fazer uma perícia para identificar se realmente se trata de um aborto espontâneo ou se foi induzido. Sendo neste segundo caso, precisamos identificar em que circunstância aconteceu”, completou o delegado.

G1 PB

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O recém-nascido chegou em casa: como cuidar do bebê nos primeiros meses

Toda a leitura feita e todos os conselhos ouvidos ao longo dos meses de gestação ajudam a futura mamãe a se preparar para a chegada do bebê. Mas existem situações que só serão compreendidas e dominadas na prática, quando a família voltar da maternidade para casa com o recém-nascido no colo. “A convivência faz a mãe entender o filho, suas rotinas e suas necessidades”, diz Olívia Bernardes, pedagoga e criadora do Marinheira de Primeira, um curso de primeiros cuidados com o bebê.

Getty Images

Durante o banho, é importante segurar o corpo do bebê com firmeza e apoiar bem a cabeça dele

Por mais óbvio que possa parecer, lembrar que o recém-nascido é um pequeno ser humano para quem este mundo é todo novo e estranho auxilia muito na hora de lidar com ele. Thalita Halasc, enfermeira do Hospital e Maternidade Santa Joana, em São Paulo, explica: “Depois de meses restrito à barriga da mãe, o bebê sente uma insegurança natural ao encarar o espaço aberto a que é submetido. Sente calor, frio, desconforto, o corpinho dói. Os pais têm que levar isso em consideração para ajudá-lo na adaptação dos primeiros meses e entender que ele vai chorar porque não tem outra forma de se expressar”.

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O que significa esse choro?

O choro: eis o maior desespero das mães de primeira viagem. Até entender o que cada manifestação significa – e isso pode levar alguns meses -, os adultos ficam com os cabelos em pé tentando adivinhar qual é o problema. Para facilitar, siga uma ordem de procedimentos.

Primeiro, pense na alimentação. Está na hora da mamada? Seu filho mamou bem na última vez (pode não ser exatamente o horário, mas que ele esteja com fome por ter mamado pouco anteriormente)? Se a resposta for sim para uma das perguntas, é muito provável que o choro seja de fome e que ele só precise de uma refeição. “O bebê também pode estar precisando arrotar. O arrotinho dado antes de deitar pode não ter sido suficiente”, alerta Olívia.

Caso não seja fome, verifique a roupa do recém-nascido. Veja se ela está apertada, se há alguma etiqueta em lugar inconveniente (normalmente perto da nuca ou na lateral da cintura), se ele está suando por vestir muitas peças. “As mães têm medo de que o bebê fique doente por ‘passar frio’, mas ele sente tanto calor quanto qualquer um de nós. Se a nuca estiver molhada, pode tirar um pouco de roupa, para ele ficar mais confortável”, aconselha Thalita.

Está tudo certo com a roupa? Então passe para a fralda. Talvez ela esteja apertada demais e seja preciso afrouxar um pouco a cintura. Ou, mais comumente, o bebê tenha feito xixi ou cocô e isso o esteja incomodando. Nesse caso, a solução é simples: troque a fralda.

Se não for nada disso, a sugestão de Olívia é que a mãe ceda ao instinto e pegue o bebê no colo: “Muitas vezes, ele só quer carinho, calor humano. Um recém-nascido pode se sentir desamparado e chorar para conquistar o aconchego dos braços de um adulto”.

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Um recém-nascido precisa, em média, de oito trocas de fralda por dia

Bebê limpinho em todas as situações

Um recém-nascido precisa, em média, de oito trocas de fralda por dia. Embora os lenços umedecidos sejam muito práticos para limpá-lo, é melhor deixar para usá-los esporadicamente, em situações fora de casa (em uma festa ou uma ida a um restaurante, por exemplo) – e com o cuidado de escolher lenços sem perfume, “pois os perfumados podem irritar a pele do bebê”, segundo Thalita.

Em casa, a forma ideal de tirar o excesso de fezes e urina do corpinho de seu filho é com algodão molhado apenas em água (que não precisa ser filtrada), sem sabonete. “Se tiver passado pomada, use outro pedaço de algodão com óleo específico para bebês para retirar a camada do produto”, recomenda Olívia. Thalita, por sua vez, é contra a utilização indiscriminada de pomadas. “Seu uso rotineiro escraviza a pele do bebê. Ela fica mais fina e sensível e, se não passar a pomada, vai assar. Só se deve lançar mão de pomadas sob orientação médica”, defende.

Além da limpeza rotineira, um momento importante na higiene do recém-nascido é o banho diário. É normal mães e pais ficarem inseguros quanto ao desempenho nessa função, principalmente quando o filho chora. “Ele vai chorar quase sempre nos primeiros meses. É o medo do desconhecido, daquele mundo todo ao redor dele. Os pais não precisam ter medo de estarem fazendo errado”, tranquiliza Thalita.

Importante nos banhos é segurar o corpo do bebê com firmeza, apoiar bem a cabeça dele e deixar tudo preparado (banheira, produtos, toalhas) antes de efetivamente despi-lo para a lavagem. A temperatura da água precisa estar em torno de 36°C e o sabonete deve ser o mais prático possível. Olívia indica os líquidos com válvulas de saída ativadas pela aproximação da mão do adulto. “É difícil segurar o bebê e apertar o frasco”, justifica.

O coto umbilical

Uma preocupação relacionada ao asseio do recém-nascido é o cuidado com o coto umbilical, que cai em um período de uma a duas semanas. Ele deve ser limpo uma vez por dia, sempre logo depois do banho, com cotonete embebido em álcool a 70%.

“O bebê não sente dor nessa região. Se sangrar, a mãe pode limpar normalmente com o cotonete”, afirma Thalita. Depois que o coto cair, a limpeza com álcool pode ser feita por mais três dias e, então, suspensa. Daí para a frente, a higiene é a mesma do resto do corpo.

Barriga para cima

No carrinho ou no berço, a recomendação atual do Ministério da Saúde, da Sociedade Brasileira de Pediatria e da Unicef é que os bebês sempre fiquem com a barriga para cima e com a cabeça para a frente ou para o lado. “Dessa forma, o risco de afogamento com o vômito é menor. Se ele engasga, tosse e é acudido”, esclarece a enfermeira Thalita.

Como o recém-nascido ainda é muito “molinho”, Olívia sugere que a mãe firme a cabeça dele com apoios confortáveis. “Dois bons auxiliares são uma almofadinha no carrinho e um travesseiro antirefluxo no berço”, exemplifica.

Amamentação

No primeiro mês de vida, o recém-nascido deve ser alimentado no esquema de amamentação por livre demanda. Isso quer dizer que, sempre que ele tiver fome, vai se manifestar (pelo choro, sua única forma de expressão) e mamar. Passados esses 30 primeiros dias, o padrão é que ele comece a ir para o peito da mãe de três em três horas.

Mas não é preciso dar uma de general: abre-se uma exceção durante a noite, como assegura Thalita: “Se o bebê mamou bem antes de ir para o berço, deixe-o dormir e despertar naturalmente quando sentir fome. Não é preciso acordá-lo para cumprir rigorosamente o intervalo de três horas. Forçar nunca é bom”.

 

 

iG

Recém-nascido morre depois de cair dos braços da mãe, que o amamentava cheirando tíner

Portal Correio
Portal Correio

Uma dona de casa, de 35 anos, foi presa no final da noite desta terça-feira (10), acusada de ter deixado seu filho recém-nascido cair de seus braços quando fazia uso de tíner (solvente líquido) como droga. A fatalidade ocorreu no conjunto Procanor, na cidade de Mari (na Zona da Mata paraibana, a 68 quilômetros de João Pessoa). Mônica Ribeiro da Silva vai responder por homicídio culposo (quando não há intenção de matar).

Segundo informações Lucivânio Peclat, agentes de investigação da Delegacia de Sapé (a 15 quilômetros de Mari), a mulher relatou durante depoimento que estava amamentando o filho e  inalando o solvente, quando a criança teria se desequilibrado de seus braços e caído.

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O pai da criança, ao perceber a fatalidade, socorreu o filho para o hospital da cidade de Mari. Devido à gravidade dos ferimentos, a vítima foi transferida para o hospital Sá de Andrade, em Sapé, onde faleceu após três paradas cardíacas. Ela sofreu, na queda, traumatismo craniano, conforme informou o agente da Polícia Civil.

Os policiais informaram que, ao chegarem na residência, encontraram a acusada em estado de choque devido o poder alucinógeno do tíner. De acordo com o conselho tutelar de Mari, a mãe já responde a outros processos por negligência.

Como não teve a intenção de matar, o delegado Manoel Carlos da Silva Neto, enquadrou Mônica Ribeiro no crime de homicídio doloso com direito a fiança de dois salários mínimos. “Como ela não tem condições financeiras de pagar a fiança, a mulher será encaminhada para o Presídio Júlia Maranhão, o Bom Pastor, em João Pessoa”, relatou o agente Lucivânio Peclat.

 

 

Por Hyldo Pereira

Mãe joga recém-nascido pela janela e bebê morre no RN, confirma polícia

Um bebê recém-nascido, do sexo masculino, foi morto pela própria mãe no município de Nísia Floresta, na região da Grande Natal, segundo informações da Delegacia de Polícia Civil. O fato ocorreu na última sexta-feira (16), numa localidade conhecida por Colônia de Pium. Ainda não se sabe a motivação do crime. Contudo, a polícia confirma que a mulher não tem qualquer doença mental.

Segundo a agente da Polícia Civil Maria Cícera, assim que o bebê nasceu a mãe o enrolou numa peça de roupa e o atirou pela janela do banheiro onde mora. A mulher, ainda segundo a policial, teria tido o filho sozinha, dentro de casa.

A policial também confirmou ao G1 que o bebê morreu asfixiado. No entanto, não se sabe ainda se o recém-nascido foi estrangulado propositalmente ou se ficou sem ar em razão da roupa que o envolveu. “O fato é que a mãe o jogou pela janela”, reafirmou Maria Cícera . Já a mãe, ainda segundo a policial, teve uma hemorragia depois de parir e foi socorrida por parentes à Maternidade Escola Januário Cicco, em Natal. A polícia não tem informações sobre o estado de saúde da mulher.

Maria Cícera conta que a Polícia Militar foi acionada e, ao chegar no local, não registrou o flagrante na delegacia da cidade. “Por isso a mãe não foi detida”, explicou a agente.

A Polícia Civil prepara um inquérito para ser remetido à Justiça, que decidirá sobre o futuro da mulher. “Ainda vamos ouvir possíveis testemunhas, familiares e o médico que a atendeu na maternidade para podermos juntar as peças no inquérito”, detalhou Maria Cícera.

G1