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Seis reações que o seu corpo sofre depois que ele(a) termina com você

tristeQualquer ruptura amorosa — seja um namoro de três meses ou um casamento de sete anos — pode ser desgastante tanto emocionalmente quanto em termos de saúde. Veja a seguir seis reações fisiológicas apresentadas pela revista Elle que podem começar no segundo em que você ouve a palavra (que ninguém quer aceitar, exceto quando pronunciada por nós mesmos): “acabou.”

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1. Seu cérebro registra sentimentos reais de dor e as súplicas pelo ex

Não é só imaginação: seu cérebro pode realmente disparar sinapses de dor quando você passa por um fim de relacionamento. Um estudo publicado em 2010 pelo Journal of Neurophysiology descobriu que quando as pessoas veem fotos de ex-amantes, a atividade na parte do cérebro que registra dor aumenta. No ano seguinte, pesquisadores da Universidade de Columbia revelaram que o sofrimento é legítimo e verdadeiro: a dor física é similar àquela de viciados em cocaína quando estão em abstinência. Credo!

2. Seu corpo inteiro entra em modo de luta ou fuga

Seu corpo começa a liberar níveis altos de hormônios do estresse, como adrenalina e cortisol, em reação à ameaça ou ocorrências estressantes. Mas isso pode fazer mal quando você não precisa deste tipo de resposta biológica: eles geram inchaço dos músculos (por conta do cortisol acumulado, apesar de seus músculos não estarem em atividade acima do normal para isso) e aumento do pulso cardíaco (causado tanto pela adrenalina quanto pelo cortisol).

3. Seu sistema digestivo desacelera

Mais uma vez, seus hormônios são os culpados: “A injeção de cortisol em seu sistema durante o fim do relacionamento desvia o sangue do seu trato digestivo, deixando você com desconforto gastrointestinal”, explica Jennifer Nelson do MSNBC. De acordo com um estudo realizado em 1994, o estresse pode afetar até a distribuição de gordura, uma vez que o cortisol promove o acúmulo de gordura principalmente na região abdominal. Ah, que ótimo.

4. Sua pele se torna mais vulnerável a inflamações

É claro que muitas coisas podem causar acne. Mas um estudo publicado pelo The New York Times revelou que o estresse aumenta em 23% as chances de desenvolver espinhas quando nos encontramos sob altos níveis de estresse, digamos, durante a dissolução de um relacionamento romântico, por exemplo.

5. Seu cabelo começa a cair
O estresse também é uma das principais causas de perda de cabelos, e os rompimentos amorosos geralmente são pra lá de estressantes. Portanto, se você percebe que há mais cabelos no travesseiro ou no ralo do chuveiro do que o normal, questione-se sobre o nível de estresse que você está enfrentando. Talvez você deva aproveitar para marcar um horário no salão e finalmente fazer aquela transformação dramática que você já estava cogitando.

Fonte: Think Stock
6. Sua pressão sanguínea dispara e seu coração fica literalmente inchado
Segundo a Associação Americana do Coração, enquanto “a pressão sanguínea pode aumentar temporariamente quando você está estressado, não há provas de que o estresse cause pressão alta crônica”. Ainda assim, mesmo um aumento de curto prazo na pressão sanguínea pode ser um problema para quem já sofre de pressão alta, já que isso pode colaborar para a chamada crise hipertensiva – quando a elevada pressão do sangue gera sintomas como dores de cabeça, falta de ar e hemorragia nasal.

Não é brincadeira: A Associação Americana do Coração explica que quando lidamos com um coração partido, às vezes “uma parte do seu coração temporariamente fica inchada e não bombeia bem o sangue, enquanto o resto do órgão funciona normalmente ou com contrações mais forçadas”, o que “pode levar a uma breve falha grave no músculo cardíaco”. Esta condição é tecnicamente chamada de cardiomiopatia, mas é popularmente conhecida como “síndrome do coração partido”; apesar de raro, o mal é tratável e afeta apenas 2% da população. Estudos sugerem que a síndrome afeta mais as mulheres, que respondem por 80% dos casos já registrados, de acordo com uma pesquisa feita no Japão em 2014.

 

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Reações da vacina do HPV criam pânico no país. Tomar ou não tomar, eis a questão

vacinaQuando as pessoas se posicionam contra vacinas, são chamadas de loucas. As vacinas são importantes para evitar doenças em grande escala e no meio disso, há efeitos negativos, é claro. Porém, qual a distância entre casos isolados e um problema que realmente deveria suspender a vacinação? É exatamente esse o caso da vacina contra o HPV, indicada para crianças a partir dos 9 anos – na rede pública, o foco são as meninas.

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Desde o começo da vacinação, sabe-se que há efeitos adversos que não foram divulgados aos pacientes e familiares nem pela campanha, nem pela mídia – sim, também sou culpada por isso. Assim como no Brasil, no Japão, França, Espanha, Índia, Colômbia e Estados Unidos a vacina causou problemas leves como desmaios, náuseas, fraqueza muscular, dormência, e mais graves como dor incapacitante, visão turva, histeria (um problema psicológico) e paralisia. Quem teve essas reações, não pode tomar a segunda dose, mas isso não vem sendo divulgado também.

Na cidade de El Carmen, na Colômbia, foram 200 meninas. Em Bertioga (SP), 11 adolescentes tiveram reações e duas delas ainda correm risco de paralisia. No Japão, foram mais de duas mil queixas sobre reações adversas, o que levou ao cancelamento da campanha de vacinação contra o HPV. No Ceará, uma menina de 12 anos ficou cega. Em Viana (ES), mais 11 meninas tiveram reações leves. E esses são apenas os casos registrados e que ganharam espaço na mídia. Os médicos não ligam diretamente os problemas com a vacinação, mas todos os casos aconteceram depois da aplicação da primeira dose. Algumas dessas meninas seguem internadas sem uma previsão de cura ou reestabelecimento da saúde. Tem algo errado aí, não tem?

No site do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) americano é possível encontrar informações e relatos sobre os efeitos adversos. Entre 2006 e 2013 foram distribuídas 57 milhões de doses e registrados 22 mil eventos adversos. Essas reações são as mesmas apontadas pelas meninas nas outras partes do mundo.

A vacina tem uma intenção positiva? Tem. Mas é importante que pais e pacientes tenham em mente os riscos que correm com sua aplicação. É obrigação dos profissionais de saúde clarearem essa questão, é obrigação do governo informar que existem riscos e que nenhuma vacina é 100% segura quando olhada em pequena escala. Os números em grandes populações são interessantes, mas cada vida perdida ou modificada tem um valor inestimável.

Se você tomou vacina ou conhece alguém que tomou, fique atenta às reações adversas e procure um médico o mais rápido possível. Se você teve uma reação desse tipo e está prestes a tomar a segunda dose, converse com um médico de confiança primeiro ou busque informações em estudos (no Centro Cochrane você encontra diversos estudos sobre milhares de temas, todos baseados em evidências científicas) e tome a decisão bem informada.

A decisão de se vacinar é sua e deve ser feita depois de conhecer os riscos que existem. Nossa obrigação, como cidadãos, é tomar o protagonismo da nossa saúde.

A assessoria do Ministério da Saúde nos enviou uma nota de esclarecimento. Leiam, informem-se, mas nunca deixem de tomar decisões tão importantes na nossa vida, como vacinação, sem pesquisar antes e buscar diversas fontes de informação. Veja a nota:

“O Ministério da Saúde reforça que a vacina contra o HPV é segura e recomendada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) para prevenção do câncer do colo do útero – terceiro tipo mais frequente na população feminina e terceira causa de morte de mulheres por câncer no Brasil. O Instituto Nacional do Câncer (INCA) estima a prevalência de 15 mil novos casos e cerca de 5 mil óbitos por câncer do colo do útero em 2014. 
 
A vacinação é utilizada como estratégia de saúde pública em outros 51 países, que já realizaram a aplicação de mais de 175 milhões de doses desde 2006, sem registros de eventos que pudessem pôr em dúvida a segurança da vacina.
 
Até o momento, mais de 4,3 milhões de meninas, entre 11 e 13 anos, receberam a primeira dose da vacina contra HPV, o que representa 87,3% da população prevista. A vacina estará disponível nos postos de saúde durante todo o ano. 
 
Para investigar os casos de possíveis eventos adversos de qualquer vacina do calendário nacional, o Programa Nacional de Imunizações mantém o Comitê Interinstitucional de Farmacovigilância de Vacinas e outros Imunobiológicos. Desde o início da vacinação, em março de 2014, 97% dos eventos associados à vacina contra HPV foram classificados como leve, reações como dor no local de aplicação, coloração avermelhada da pele, dor de cabeça. Foram confirmados 12 casos de reações alérgicas. Apenas dois casos estão sendo avaliados pelo Comitê para saber se a causa está relacionada ou não à vacinação.
 
No dia 4 de setembro, a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo recebeu 11 notificações de possíveis eventos adversos associados à vacina HPV, ocorrido no município de Bertioga. Destas, três adolescentes foram encaminhadas ao Hospital Guilherme Álvaro para avaliação neurológica e os exames realizados não apresentaram nenhuma alteração. As pacientes continuam sendo monitoradas pelo serviço de saúde. O fenômeno já foi observado em aplicações com outras vacinas injetáveis e nesse momento a hipótese diagnóstica tem associação com a ansiedade ao receber uma injeção (reação de ansiedade pós vacinação).
 
No estado de São Paulo, vários municípios receberem o mesmo lote e não se observou a ocorrência de qualquer evento adverso pós vacinação, sendo que desde o dia 1º de setembro já foram vacinadas cerca de 20 mil meninas. O Ministério da Saúde esclarece que não há indicação de suspensão deste lote e a vacinação deve continuar em todos os municípios do país”

 

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