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Após reação de Rômulo Gouveia, Tião Gomes usa tribuna da ALPB e pede desculpas: “Gosto muito do gordinho”

TiãoO imbróglio envolvendo o deputado federal Rômulo Gouveia (PSD) e o deputado estadual Tião Gomes, do PSL, teve um novo capítulo nesta quinta-feira (10).

A fim de colocar panos quentes “no moído”, o deputado estadual Tião Gomes utilizou a tribuna para pedir desculpas ao parlamentar, a quem classificou como “gente boa” e bom parlamentar.

Gomes disse que gosta de Rômulo Gouveia e gostaria de pedir desculpas pela declaração que deu sobre o parlamentar optar por Cássio Cunha Lima (PSDB) em detrimento de Luciano Cartaxo (PSD) em uma eventual disputa estadual.

Rômulo, posteriormente, rechaçou a declaração e disse que Tião Gomes ainda estaria atordoado pela derrota acachapante de seu grupo político na Paraíba, sobretudo no município de Areia, onde tentava reeleger o irmão, Paulo Gomes (PSB) e emplacar a filha, Aparecida Perazzo (PSB) como vice prefeita.

“Eu só disse que entre Jesus Cristo e Cássio, Rômulo Gouveia é 100 vezes mais Cássio. Jesus me perdoe que eu coloquei o nome de Jesus indevidamente, foi só onde eu errei. Mas perguntem a Paraíba, a cem pessoas, quem quer seja, Rômulo Gouveia é mais Cássio, ou Luciano Cartaxo? A resposta todos sabem qual é. Mas eu quero pedir desculpas ao gordinho, porque eu gosto muito do gordinho, ele é gente boa, deputado bom, agora eu não sabia que ia atingi-lo no coração a declaração, eu disse aquilo porque jornalismo é algo interessante, porque às vezes a gente não quer dizer nada, mas o jornalista tira o que a gente não quer dizer, às vezes sai o que não querem ouvir. Vejam o presidente dos Estados Unidos, estão todos com medo dele, mas ele vai ser o maior presidente de lá, porque ele é direto, ele não precisa de dinheiro nem de corrupção. Então eu quero pedir perdão ao deputado Rômulo Gouveia se eu usei mal o nome de Jesus, mas a Paraíba sabe como eu sou, eu para dizer alguma coisa não precisa ninguém mandar não. Eu não sou menino de recado de ninguém, eu quando quero dizer eu digo, às vezes sou usado, às vezes sou mal interpretado, mas eu digo, é a nossa missão, nós temos que responder sempre que somos perguntados e às vezes sou inconveniente e digo aquilo que determinadas pessoas não querem ouvir”, arrematou.

Ainda ontem, Rômulo sugeriu que Tião Gomes tomasse um calmante e começasse a trabalhar pelo município de Areia, que segundo ele, é uma cidade que está destroçada pela atual gestão.

PB Agora

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Atlético-PR vence, mantém tabu na Arena e freia reação do São Paulo

campeonato-brasileiroMantendo tabu histórico neste domingo (18), o Atlético-PR fez valer seu mando de campo na Arena da Baixada e derrotou o São Paulo por 1 a 0 na 26ª rodada do Brasileirão. Pablo fez o único gol da partida, aproveitando escorregão de Denis em cruzamento à área.

A exemplo do restrospecto contra o Tricolor, o Atlético-PR mantém a Arena da Baixada como seu grande trunfo no campeonato, conquistando em casa os resultados que o levam à sétima posição com 39 pontos. Já o São Paulo, com 34 pontos, tem sua reação encerrada e permanece na segunda metade da classificação, mas já sem olhar para a zona de rebaixamento com tanta agonia – são seis pontos de vantagem para o 17º colocado, Figueirense.

Quem foi bem: Weverton dá segurança ao Furacão

O goleiro do Atlético-PR mais uma vez mostrou segurança, mostrando trabalho nas duas vezes em que foi mais exigido. Os lances agudos foram no primeiro tempo: um desvio de Chávez à queima-roupa, e um chute colocado de Cueva no canto.

Quem foi mal: Wesley não repete boa atuação

Diferentemente dos jogos contra Figueirense e Cruzeiro, Wesley não conseguiu ter bons momentos neste domingo. O meia se movimentou bem no primeiro tempo, mas errou passes fáceis e sofreu na própria intermediária um desarme que virou boa chance para o Atlético-PR. Após o intervalo ele apareceu menos à medida que o São Paulo também desacelerou, e acabou trocado por Michel Bastos.

Denis mancha atuação com falha decisiva

Denis fazia boa atuação até o lance do gol atleticano. O goleiro foi exigido três vezes e respondeu com boas defesas em todas, mas falhou justamente no momento mais decisivo. Em cruzamento à área, ele escorregou, trombou com André Lima e não conseguiu alcançar a bola, que ficou limpa para Pablo mandar à rede.

Atlético-PR alterna bons e maus momentos

O Furacão teve bons momentos na primeira metade do jogo. Só não abriu o placar porque o goleiro Denis estava inspirado, mas ainda assim poderia ter explorado melhor a fragilidade são-paulina nas bolas pelo alto. O dono da casa deixou de ditar o ritmo no segundo tempo, e o jogo ficou mais veloz e brigado. A alternância permitiu que o São Paulo se interessasse mais pela partida, mas foi justamente com o confronto equilibrado que o Atlético-PR chegou ao gol.

São Paulo mantém equilíbrio, mas assusta pouco

A defesa tricolor sofreu demais com as jogadas aéreas, perdendo todas. Com a bola no chão, o time reagiu bem ao ritmo do jogo e respondeu à altura nos momentos em que o Atlético-PR acelerou seus ataques. As melhores chances foram por baixo e pararam em boas defesas de Weverton no primeiro tempo, mas após o intervalo o Tricolor exagerou nos cruzamentos.

Tabu de 17 anos é mantido na Arena

O Atlético-PR inaugurou a Arena da Baixada em 1999 e recebeu o São Paulo 14 vezes no estádio até este domingo. Eram dez vitórias rubro-negras e quatro empates desde então, e agora o retrospecto é atualizado com mais uma vitória do Furacão. A torcida rubro-negra aproveitou as estatísticas favoráveis e entoou nas arquibancadas que “o freguês voltou”.

Ficha Técnica

Atlético-PR 1 x 0 São Paulo
Data:
18/09/2016
Local: Arena da Baixada, Curitiba-PR
Hora: 16h00 (de Brasília)
Árbitro: Anderson Daronco (RS)
Assistentes: Elio Nepomuceno de Andrade Junior (RS) e Antônio João do Prado Lima Albornoz (RS)
Cartões Amarelos: Léo (Atlético-PR); Denis (São Paulo)
Gols: Pablo aos 34 minutos do segundo tempo

Atlético-PR: Weverton; Léo, Paulo André, Thiago Heleno e Nicolas Vichiatto; Hernani, Otávio, Lucas, Pablo Felipe e Matheus Rossetto (Luciano Cabral (Renan Paulino)); André Líma. Treinador: Paulo Autuori.

São Paulo: Denis; Buffarini, Maicon (Lyanco), Rodrigo Caio e Mena; Hudson, Thiago Mendes, Wesley (Michel Bastos), Cueva e Kelvin (Robson); Chávez.Treinador: Ricardo Gomes.

Uol

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Magno Alves salva o Flu após reação do Figueirense e garante vitória

campeonato-brasileiroO jogo parecia fácil. Com total domínio sobre o Figueirense, o Fluminense abriu 2 a 0 em menos de 20 minutos de partida. Teve chances, mas não ampliou, o que permitiu ao time catarinense acordar após o intervalo e, após golaço de Carlos Alberto, buscar o empate por 2 a 2. Mas o silêncio no Edson Passos deu lugar a uma festa tricolor depois de Magno Alves, após pouco mais de 15 minutos em campo, marcar aos 33min do segundo tempo e garantir a vitória por 3 a 2, em jogo atrasado da 18ª rodada da Brasileirão disputado na tarde deste sábado.

Com o resultado, o Fluminense chega aos 34 pontos, assume o oitavo lugar da tabela e fica a apenas três pontos do G-4. Já o Figueirense segue estacionado nos 24 pontos e perde a chance de deixar a zona de rebaixamento, permanecendo no 18º lugar.

Os dois times agora voltam a campo na próxima quarta-feira. O Fluminense faz clássico contra o Botafogo, no estádio Luso Brasileiro, às 16h, enquanto o Figueirense recebe o Atlético-PR no Orlando Scarpelli, no mesmo horário. Os dois jogos são válidos pela 23ª rodada da Série A.

Magnata decide com 3º gol de cabeça do Flu

Pode-se dizer que o Fluminense usou mesmo a cabeça diante do Figueirense. Os três gols saíram desta forma, sendo o último deles de Magno Alves, que foi às redes após um ‘peixinho’ aos 33min do segundo tempo – depois de substituir o apagado Henrique Dourada aos 16min.

Scarpa vai bem mesmo com braço imobilizado

Especialmente no primeiro tempo, Gustavo Scarpa foi a principal arma ofensiva do Fluminense. Quase marcou um golaço no começo da partida, minutos antes de abrir o placar de cabeça. Depois, ainda cobrou o escanteio que resultou no segundo gol (de Renato Chaves) e ainda ‘deu um gol’ para Henrique Dourado, que desperdiçou.

Dourado decepciona e acaba substituído

A vantagem de 2 a 0 construída pelo Fluminense ainda no primeiro tempo poderia ter sido ainda maior não fossem os dois gols perdidos (um deles em chance claríssima) por Henrique Dourado. Sem corresponder, o atacante acabou substituído logo no começo do segundo tempo por Magno Alves.

Discussão entre Levir e C. Alberto

O meia Carlos Alberto fez uma grave acusação após o apito final da vitória por 3 a 2 do Fluminense sobre o Figueirense na tarde deste sábado, no Edson Passos. De acordo com o jogador do time catarinense, o técnico tricolor pediu a Wellington para lhe ‘dar porrada’. Leia mais

Levir vive altos e baixos na partida

Marquinho e Marcos Júnior eram os favoritos, mas foi Pierre o escalado por Levir Culpi para a vaga no meio-campo/ataque que ainda não havia sido definida antes do jogo. E a opção do técnico tricolor, mesmo teoricamente mais defensiva, deu certo na prática. O Flu dominou o Figueira desde o apito inicial, fez dois gols em menos de 20 minutos e poderia ter feito mais.

No intervalo, com o placar em 2 a 0 e o Fluminense praticamente não sendo incomodado pelo Figueirense, Levir Culpi sacou Pierre (que já tinha cartão amarelo) e colocou Marquinho. Com a mudança, o time caiu bastante de produção e sofreu o empate. Mas o técnico continuou ousando, colocou Magno Alves e Marcos Júnior em campo e viu o primeiro marcar o gol da vitória.

Polêmica no fim do jogo

O Figueirense chegou a empatar a partida por 3 a 3 já nos acréscimos, com Nirley. O juiz chegou a apontar para o centro do campo, sinalizando falta em Diego Cavalieri. Os jogadores do time catarinense chegaram a comemorar pensando que ele havia marcado gol, mas após serem informados que o gol foi anulado, reclamaram bastante.

Torcida do Flu participativa

A torcida tricolor presente no Edson Passos participou bastante da partida. Desde as vaias constantes a Carlos Alberto, ex-jogador do clube, a pedidos de Magno Alves e Marcos Júnior no começo do segundo tempo, logo após o primeiro gol do Figueirense.

Cartão relâmpago

O jogo começou quente no Edson Passos. Por uma falta dura em Henrique Dourado, o zagueiro Bruno Alves recebeu cartão amarelo com menos de 30 segundos de jogo. Foi o terceiro dele, que não encara o Atlético-PR na próxima quarta-feira. Quem também irá desfalcar o Figueirense é Carlos Alberto, que recebeu o cartão amarelo na comemoração do seu gol.

Queda de energia quase atrasa jogo

Uma queda de energia no bairro Cosmorama, em Mesquita (RJ), atingiu o estádio Edson Passos e por pouco não provocou o atraso da partida. Antes do apito inicial, porém, a energia foi restabelecida e evitou qualquer alteração no horário do confronto. Ainda assim, o Fluminense já havia providenciado um gerador caso o problema voltasse a ocorrer.

Início de maratona no Rio

O jogo contra o Figueirense foi o primeiro de uma sequência de quatro jogos no Rio de Janeiro, três deles como mandante. Além do duelo deste sábado, o Flu encara Atlético-MG (dia 12) e Chapecoense (dia 15) no Edson Passos. Fora isso, ainda faz clássico contra o Botafogo – como visitante – na próxima quarta-feira, dia 7, no estádio Luso Brasileiro.

FLUMINENSE 3 x 2 FIGUEIRENSE 

Local: Estádio Giulite Coutinho, em Mesquita (RJ)
Data: 03/09/2016 (sábado)
Árbitro: Rodrigo Batista Raposo (DF)
Assistentes: Daniel Henrique da Silva Andrade (DF) e José Reinaldo Nascimento Júnior (DF)
Cartões amarelos: Pierre, Renato Chaves, Wellington Silva (Fluminense), Bruno Alves, Jackson Caucaia, Carlos Alberto (Figueirense)
Gols: Gustavo Scarpa, aos 13min, e Renato Chaves, aos 19min do primeiro tempo; Carlos Alberto, aos 3min, Nirley, aos 15min e Magno Alves, aos 33min do segundo tempo

FLUMINENSE
Diego Cavalieri; Wellington Silva, Henrique, Renato Chaves e William Matheus; Pierre (Marquinho) e Douglas (Marcos Júnior); Cícero, Gustavo Scarpa e Wellington; Henrique Dourado (Magno Alves)
Técnico: Levir Culpi

FIGUEIRENSE
Gatito Fernández; Ayrton, Bruno Alves, Nirley e Morassi; Jackson Caucaia, Renato Augusto (Jefferson), Élvis (Rafael Silva) e Carlos Alberto (Ortega); Lins e Rafael Moura
Técnico: Tuca Guimarães

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Alison e Bruno jogam muito, superam reação da Holanda e avançam à final

A derrota Larissa/Talita na semifinal feminina diante de Ludwig/Walkenhorst, da Alemanha, abrindo o dia de disputas na Praia de Copacabana, deixou o clima ruim nas arquibancadas da Arena de Vôlei de Praia. Mas bastou Alison Mamute marcar com um lindo bloqueio o primeiro ponto do jogo contra a Holanda na semifinal masculina e chamar o público em seguida para a energia negativa se dissipar, injetando novo ânimo nos muitos brasileiros presentes. Com muitos bloqueios do gigante de 2,03m e lindas defesas de seu parceiro Bruno Schmidt, o Brasil superou uma reação incrível dos holandeses Brouwer e Meeuwsen e saiu vitorioso por 2 a 1, parciais de 21/17, 21/23 e 16/14 em 59 minutos de confronto. Dessa forma, garantiu a classificação para a decisão olímpica e já tem uma medalha garantida.

A batalha pelo ouro será contra os italianos Paolo Nicolai e Daniele Lupo, que venceram os holandeses Viacheslav Krasilnikov e Konstantin Semenov no início da madrugada por 2 a 1, parciais de 15/21, 21/13 e 15/13.

Alison e Bruno Schmidt, Brasil x Holanda, vôlei de praia (Foto: REUTERS/Pilar Olivares)Alison e Bruno Schmidt jogam demais na Praia de Copacabana (Foto: REUTERS/Pilar Olivares)

Os holandeses foram bem e não falharam muito nas primeiras parciais, mas o time do Brasil mostrou que está totalmente alinhado com o que precisa fazer dentro de quadra para sair vitorioso. A missão de Alison é mandar na rede. Foi o que ele fez. Deu show no bloqueio. A tarefa de Bruno é defender. Ele se destacou nesse quesito. Fez jus ao título de melhor do mundo que ganhou em 2015. O jogo não foi nada fácil, mas eles saíram com a vitória. Para se ter uma ideia, Alison conseguiu 25 pontos, sendo 12 de bloqueio (seu melhor jogo no quesito até agora na Olimpíada). Bruno fez 16 pontos e conseguiu salvar 13 vezes. A Holanda cedeu 17 pontos aos brasileiros. Brouwer marcou 19, e Meeuwsen, gigante, 18, sendo 10 no bloqueio.

– (Essa final) Significa superação, realização de um sonho. Conquistamos grandes coisas para chegar até aqui. Superamos tudo. A identidade do nosso time é a superação. Quando o bloqueio funciona, o sistema defensivo todo funciona. Quando o Bruno se posiciona bem, quando ele me coloca bem, quando me dá um toque, porque ele é o meu olho no fundo de quadra. Quando o bloqueio engrenou, a torcida veio junto. Foi incrível – resumiu Alison, que já marcou 34 pontos de bloqueio na Olimpíada.

bruno alison vôlei de praia brasil holanda (Foto: Adrees Latif / Reuters)Alison chama a torcida do Brasil para jogar junto (Foto: Adrees Latif / Reuters)

Os rivais de Bruno Schmidt e Alison serão os italianos Nicolai e Lupo. Depois de se classificarem no sufoco, com uma vitória e duas derrotas na fase de grupo, eles venceram os russos Barsuk e Liamin por 2 sets a 1 – parciais de 15/21, 21/16 e 15/13 – na semifinal. A partida será disputada na madrugada de quinta para sexta-feira, a partir da meia-noite.

No feminino, apenas Ágatha e Bárbara Seixas seguem na disputa do ouro. Elas enfrentam as americanas Kerri Walsh e April Ross, às 23h59 (de Brasília). Já Larissa e Talita agora vão brigar pela medalha de bronze, na quarta-feira, às 22h, contra a dupla derrotada no duelo entre Brasil e Estados Unidos mais tarde.

O JOGO

Alison e Bruno - semifinal (Foto: REUTERS/Pilar Olivares)Bruno contra Meewusen no bloqueio
(Foto: REUTERS/Pilar Olivares)

O gigante Meeuwsen, de 2,07m, começou pontuando no confronto, mas Alison deu o troco no bloqueio e chamou a galera. O Mamute parecia furioso novamente, como havia sido diante dos EUA nas quartas e contra a Espanha nas oitavas, quando marcou 26 e 31 pontos. O jogo contra a Holanda estava equilibrado, mas ele se destacava. A habilidade de Bruno Schmidt chamou a atenção em diversos momentos, como no ponto, quase na linha, que deixou o placar em 14 a 10. Focados e enérgicos, os brasileiros ditaram o ritmo. O Brasil então teve sete points. Num deles, o “Mágico” defendeu de soco, mas errou o ataque. No outro, Alison mandou a bomba em cima do rival na rede e fechou: 21 a 17.

O segundo set iniciou da mesma forma que o primeiro. Ponto da Holanda, troco de Alison. O jogo era parelho: os holandeses erravam pouco, mas os brasileiros estavam fazendo bem demais seu dever de casa. Alison brilhava no bloqueio, Bruno salvava nas defesas. A torcida estava louca nas arquibancadas e ia ao delírio a cada ponto dos donos da casa. O primeiro match point veio das mãos de Alison. Paredão, é claro. Os holandeses evitaram duas vezes. Meewusen deu seu troco com um bonito bloqueio também. No finzinho, o time europeu engrossou demais e, com um ace de Brouwer, acabou conseguindo ir ao tie-break, com 23 a 21 no placar, premiados por sua reação inacreditável em um duelo que já parecia do Brasil.

Alison e Bruno - semifinal (Foto: REUTERS/Adrees Latif)Alison abre os braços para ouvir a galera (Foto: REUTERS/Adrees Latif)

O tie-break começou favorável aos holandeses. Meeuwsen estava demais no bloqueio. Parecia copiar o que Alison fizera no restante do confronto. O Mamute tentava de tudo e continuava bem no bloqueio. Um erro de Brouwer em um serviço deixou o Brasil na frente. Mais uma vez, o “muro” brasileiro prevaleceu, e os donos da casa abriram dois de diferença. Novamente, Brouwer errou seu saque, ajudando os rivais. A grande jogada de Alison foi quando, ao invés de tentar a bomba, a Holanda apostou na categoria com um toquinho: eles não enganaram o brasileiro, e a bola não passou do bloqueador.

Alison e Bruno Schmidt, vôlei de praia, Brasil x Holanda (Foto: REUTERS/Adrees Latif )Alison e Bruno Schmidt vencem os holandeses (Foto: REUTERS/Adrees Latif )

Mas a Holanda, mais uma vez, surpreendeu. O Brasil abriu 10 a 7, mas deixou os estrangeiros empatarem. A virada veio na boa bola de Meeuwsen na rede, conseguindo vazar a muralha de Alison e a defesa de Bruno. A cravada de Mamute deixou tudo igual. O mesmo jogador bloqueou bonito, a bola bateu na linha, e os brasileiros tiveram o primeiro match point. Assim como no fim do segundo set, os holandeses tentaram evitar. Mas o dia era de Alison e Bruno. E, no ponto de Schmidt em cima de seu adversário, vitória na parcial por 16 a 14 e no confronto por 2 a 1.

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Dois casos graves de reação à vacina contra HPV são investigados no RS

Getty Images
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A Secretaria da Saúde do Rio Grande do Sul está investigando dois casos graves de reação à vacina anti-HPV, que vem sendo aplicada na rede pública em adolescentes do sexo feminino entre 11 e 13 anos desde o dia 10 de março. Nos dois casos, as vítimas tiveram convulsões cerca de uma hora após receberam a primeira dose da medicação e precisaram de atendimento médico para reverter o quadro. Ambas passam bem e não correm risco de vida. No Espírito Santo, nove adolescentes passaram mal depois de serem vacinadas na escola em Cariacica.

Os dois casos no Sul foram registrados na semana passada. Um ocorreu em Caxias do Sul e outro em uma cidade não revelada do interior do Estado. Nem a idade e nem a identidade das duas meninas foram informadas pela Secretaria, que também não divulgou os casos publicamente. As reações são consideradas graves pelo Ministério da Saúde porque não há descrição na literatura médica de convulsões como efeitos colaterais após a aplicação da vacina anti-HPV.

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Segundo a coordenadora do Programa de Vacinação da Secretaria, Tani Ranieri, as duas adolescentes não precisaram de internação, mas continuam sendo acompanhadas para medir a extensão do problema neurológico que apresentaram. Nenhuma delas tinha histórico de epilepsia, causa mais comum de convulsões, e necessitaram de atendimento de emergência para reverter o quadro. Segundo a coordenadora, o socorro rápido às adolescentes impediu danos maiores.

– Ainda não podemos afirmar que as convulsões foram causadas pela vacina. É necessário ter cuidado nesses casos porque o medicamento pode levar a culpa por problemas anteriores que não eram conhecidos e que foram apenas desencadeados pelo produto, o que não é a mesma coisa – advertiu a coordenadora.

A aplicação da vacina tem como meta proteger cerca de 2,5 milhões de adolescentes contra a infecção pelo HPV em todo o país – 80% da população feminina da faixa etária entre 11 e 13 anos, segundo o IBGE. Até esta terça-feira, cerca de 83 mil meninas já haviam sido vacinadas no Rio Grande do Sul. No Estado, a meta é vacinar pelo menos 206 mil adolescentes de uma população de 258 mil na faixa etária incluída no benefício.

O vírus HPV pode causar câncer de colo de útero em percentual de 0,5% a 1% das mulheres infectadas. Nos homens, o percentual de câncer de pênis é ainda menor – cerca de 0,05% dos infectados.

A vacina, que é a mesma oferecida na rede privada a um custo médio de R$ 400 por dose, é fornecida pelo laboratório norte-americano Merck Sharp & Dohme. O produto protege contra quatro cepas do vírus, considerados os mais oncogênicos dos mais de 500 tipos de HPV já identificados.

A segunda dose será aplicada a partir de setembro, seis meses após a primeira aplicação, com reforço final daqui a cinco anos. A vacinação prossegue até 10 de abril na rede pública de saúde e nas escolas públicas e privadas.

Segundo a Sociedade Gaúcha de Pediatria (SGP), o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos inclui a convulsão na categoria de eventos adversos graves pós-vacina, junto a outros efeitos como tromboembolismo, apendicite e reações alérgicas. Nenhum dos eventos já relatados, entretanto, foi relacionado diretamente à aplicação da vacina de forma científica. Os Estados Unidos já aplicaram cerca de 57 milhões de doses do medicamento.

– Em campanhas massivas como essa, o surgimento de reações adversas raras acaba sempre aparecendo. O recomendável é que a segunda dose não seja aplicada e que essas adolescentes sejam acompanhadas – disse Juarez Cunha, do Comitê de Infectologia e Cuidados Primários da SGP.

Os dois casos já foram relatados ao Ministério da Saúde, que está acompanhando as investigações. Nenhuma autoridade do órgão quis se manifestar sobre as ocorrências.

O Globo

Reação a overdose de violência policial sai das redes e ocupa as ruas

Multidão para Marginal Pinheiros, numa manifestação que faz lembrar os anos 1980. O país mudou, a PM não
Multidão para Marginal Pinheiros, numa manifestação que faz lembrar os anos 1980. O país mudou, a PM não

A violência desmedida empregada pelo comando da Polícia Militar de São Paulo, determinada e aprovada pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB), sofreu nessa segunda (17) uma contundente resposta. As manifestações desencadeadas pelas redes sociais saíram da esfera virtual e ocuparam as ruas das principais cidades do país.

Proibida de usar as balas de borracha com que feriram manifestantes e não manifestantes na última quinta-feira (13), a polícia acompanha uma multidão estimada em mais de 40 mil pessoas pela Avenida Paulista, Marginal do Rio Pinheiros e Avenida Faria Lima.

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Agora ilhas de comunicação cercadas de internet por todos os lados, até os tradicionais veículos da mídia comercial sucumbiram ao que têm chamado de reação de “indignação” da população. Há pouco, por volta das 18h15, uma repórter da Globo News disse diante da câmera “é um prazer mostrar isso pra vocês…”, referindo-se às milhares de pessoas que caminhavam pela Avenida Rio Branco, vindas da Getúlio Vargas, região central do Rio de Janeiro.

Nem mesmo os tradicionais “os manifestantes atrapalharam o trânsito” tiveram vez nas manchetes. Para os comentaristas da imprensa tradicional, a manifestação “acéfala” – como disse um deles, referindo-se à ausência de lideranças tradicionais – é a mais pura expressão de revolta da população contra a “classe política”, e não mais apenas contra os aumentos das passagens ou a selvageria policial.

Belo HorizonteEm Belo Horizonte, a PM mineira, que não estava tão pacífica assim, estimou em 20 mil a barulhenta multidão, que empunhava cartazes com dizeres como “Agora que o gigante acordou, a classe política não vai dormir”. O ato, para alguns contra a tarifa de R$ 2,80, para outros, contra a Copa do Mundo no Brasil, atravessou a tarde desde a Praça Sete de Setembro (centro da cidade). No Mineirão às moscas, jogavam Nigéria x Taiti.

Apesar de o movimento ter transcorrido pacificamente por mais de quatro horas, no final da tarde explodiu o confronto entre Polícia Militar e manifestantes. A Tropa de Choque e a cavalaria montada foram acionadas. A PM usou balas de borracha e bombas de gás para evitar que a marcha se aproximasse do estádio, e a população reagiu com pedras e bombas caseiras. Há vários feridos.

Rio de JaneiroEm Brasília, a Esplanada dos Ministérios foi ocupada, e logo manifestantes acessaram a rampa e o telhado do Congresso Nacional. As cenas e os dizeres se repetiam em Curitiba, Porto Alegre, Belém, Fortaleza, Salvador… Na capital baiana, a manifestação ocupou a Avenida Tancredo Neves. Ao contrário de Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte e São Paulo, com passeatas reunindo grande número de pessoas, na capital baiana o ato é mais moderado, com aproximadamente 8 mil até o início da noite (ou 3 mil, segundo a PM, que se limitou a acompanhar). O governador Jaques Wagner recomendou ao comando da PM evitar confronto.

O Movimento Passe Livre (MPL) existe desde 2005. Já conseguiu muitas vezes despertar os instintos mais primitivos da polícia paulista em outras ocasiões, mas nunca tinha conseguido reunir mais do que centenas de ativistas. Os tiros e bombas da PM de Alckmin ricochetearam. Entre os dezenas de presos e feridos da semana passada, revoltaram-se todos os demais, inclusive os que nem achavam ruim ter de pagar passagem para andar de ônibus e metrô.

Ainda que não seja do jeito que o movimento gostaria – a rapaziada quer uma conversa a sós –, o prefeito Fernando Haddad (PT) pautou o assunto na reunião do Conselho da Cidade desta terça-feira. O tema, antes uma causa de um grupo de jovens impertinentes e de tamanho desconhecido, entrou enfim na agenda de pelo menos um governante importante.

 

por Redação da RBA

Em reação a Feliciano, nova frente por direitos humanos será lançada na quarta-feira

Parlamentares de PT, PSOL e PSB consideram que Feliciano coloca em risco o trabalho desenvolvido na comissão em quase duas décadas (Foto: Luis Macedo. Câmara dos Deputados)
Parlamentares de PT, PSOL e PSB consideram que Feliciano coloca em risco o trabalho desenvolvido na comissão em quase duas décadas (Foto: Luis Macedo. Câmara dos Deputados)

Será lançada na próxima quarta-feira (20) a Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos Humanos. Após a indicação de Marco Feliciano (PSC-SP) para a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM), parlamentares envolvidos com a defesa dos direitos humanos e minorias decidiram criar um novo fórum para a discussão do tema.

A nova frente atuará de forma articulada com os movimentos sociais e a sociedade civil organizada em todos os espaços de negociação e decisão na Câmara dos Deputados. O objetivo é contribuir para o pleno exercício dos direitos de todos.

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Além disso, quer manter a prática que vinha sendo implantada, por meio da Comissão de Direitos Humanos e Minorias, de acolher todos os setores da população que demandem a ação da Casa na defesa de seus direitos humanos e de cidadania. Esses objetivos serão buscados de maneira suprapartidária.

O deputado e pastor Marco Feliciano é acusado por parlamentes e deputados de racismo e de homofobia. Ele já responde a processos no Supremo Tribunal Federal (STF) por episódios anteriores a sua eleição.

 

 

Dermi Azevedo, da Carta Maior

PT critica reação do PSDB a redução de tarifa de energia

A Bancada do PT na Câmara divulgou nota na quinta-feira (24) na qual comemora, “junto com o povo brasileiro”, o pronunciamento feito pela presidenta Dilma Rousseff sobre a inédita redução das contas de luz para consumidores residenciais e industriais. Com o título “Sem propostas, PSDB parte para um palavreado tosco e primário”, a nota critica o PSDB por se opor à medida.

 

PT critica reação do PSDB a redução de tarifa de energia A nota diz que Dilma tem o que mostrar, ao passo que o PSDB provocou um apagão de mais de um ano.

A nota, assinada pelo líder, deputado José Guimarães (CE), critica texto divulgado pelo PSDB que questiona a fala da presidenta da República e até o cenário em que se insere a Chefe da Nação.

“A conquista histórica foi aprovada no final do ano passado pelo Congresso Nacional, a despeito da oposição do PSDB/DEM. O Brasil inteiro pôde ver que rejeitaram as condições do acordo proposto pelo governo para redução da tarifa as companhias energéticas Cesp (São Paulo), Cemig (Minas Gerais), Copel (Paraná), todas de estados governados pelo PSDB”, destacou a nota.

E continua dizendo que ao final, prevaleceu o interesse maior da população brasileira, com a adoção de um modelo que preserva os investimentos no setor elétrico, ajuda a combater a inflação e estimula o setor produtivo num momento de turbulência da economia mundial.

“Dilma tem o que mostrar, ao passo que o PSDB nos oito anos em que esteve à frente do governo federal deixou como legado a façanha de quebrar o país três vezes e provocar um apagão de mais de um ano, levando o Brasil de volta à era das lamparinas. Nos últimos dez anos, com o PT e aliados, nosso pais transformou-se profundamente, com crescimento e justiça social. No setor elétrico, além de reduzirmos as tarifas, refizemos o modelo e afastamos de vez o perigo da repetição dos apagões da era tucana”, diz ainda a nota.

Diferenças

Para os petistas, “os tucanos mais uma vez entraram num beco sem saída. Resolveram assumir uma posição dura contra a redução das tarifas de energia elétrica, supondo que conseguiriam derrotar a proposta do governo. Essa não seria a primeira vez. Os tucanos já foram contra o programa bolsa família, a redução dos juros e o Pró-Uni, dentre outras iniciativas que têm transformado positivamente o Brasil, nos últimos dez anos. Essa é a diferença entre nós e eles”.

E destaca que “a nota do PSDB divulgada na quinta-feira (24) mostra claramente que faltam à oposição propostas para o país e sobra a surrada opção de distorcer e manipular os fatos. Antidemocrático é censurar a palavra da presidenta sobre as conquistas de seu governo e querer estabelecer inclusive o cenário e quando ela deve falar à Nação”.

Na nota do PSDB, o presidente nacional da legenda, deputado federal Sérgio Guerra (PE), acusa a Presidenta Dilma defazer uso da máquina pública para promover o PT e sua candidatura vencedora nas eleições de 2012.

Vermelho, com Márcia Xavier

Liderança e fuga: Galo e Palmeiras miram reação no Independência

Ronaldinho volta ao Galo, e Obina é esperança verde (Foto: Editoria de Arte / Globoesporte.com)

O Atlético-MG perdeu a liderança, o Palmeiras ganhou a esperança. Tudo isso no meio desta semana. Neste domingo, às 18h30m (de Brasília), os dois prometem um duelo tenso no Independência, típico de decisão, em uma rodada que pode trazer muitas respostas a alvinegros e alviverdes. O primeiro pode retomar a ponta, o segundo pode retomar a dignidade, com a fuga da zona de rebaixamento.

Não há como esconder o nervosismo. O Atlético liderou o Brasileirão por 15 rodadas seguidas. Mas, há quatro sem vencer, patinou na tabela e ficou com 45 pontos, dois a menos do que o novo primeiro colocado, o Fluminense. Agora, precisa vencer e torcer por tropeço do Flu contra o Internacional, em Porto Alegre, para retomar logo sua posição de protagonista.

O Palmeiras vive outro drama, o da possibilidade de rebaixamento. A vitória sobre o Sport  deixou a equipe de Felipão com 20 pontos, ainda entre os últimos, mas deu um fio de esperança. Se vencer neste domingo, o Verdão ainda não deixará a zona de rebaixamento, mas poderá ficar apenas um ponto abaixo da linha (se o Bahia perder para o Vasco). Se não é um desempenho dos sonhos, ao menos ajuda a amenizar a péssima fase. O time ficou na zona da degola em 16 das 22 rodadas.

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Cuca terá o retorno de Ronaldinho Gaúcho à equipe, aumentando a esperança de gols, que não vieram nos últimos dois jogos. O meia fez elogios ao adversário Luiz Felipe Scolari, com quem conquistou o pentacampeonato mundial, em 2002.

– É um treinador de muita experiência, um dos melhores, senão o melhor, com quem trabalhei. Ele sabe motivar o grupo, está numa situação difícil no campeonato e com certeza vai conseguir motivá-los e por isso encontraremos dificuldades.

O GLOBOESPORTE.COM acompanha o jogo em Tempo Real, com vídeos, a partir das 18h30m. O SporTV transmite o duelo para todo o Brasil, exceto o estado de Minas Gerais, que pode assistir ao jogo no PFC, pelo sistema pay-per-view.

header as escalações 2

Atlético-MG: mais uma vez, Cuca tem problemas para escalar o Galo. Se contra o Bahia foram cinco desfalques, contra o Palmeiras serão três. A boa notícia fica por conta dos retornos de Junior Cesar, que ocupa a lateral esquerda, e sobretudo de Ronaldinho Gaúcho, principal articulador da equipe. Desta forma, o time deve ir a campo com Victor; Marcos Rocha, Leonardo Silva, Rafael Marques e Junior Cesar; Pierre, Leandro Donizete, Danilinho, Ronaldinho Gaúcho e Escudero (Guilherme); Leonardo.

Palmeiras: sem Henrique, suspenso, Felipão deve mudar o mínimo possível na formação da equipe, lançando Márcio Araújo na função de primeiro volante. Na lateral direita, Artur deve retomar sua vaga, deixando Correa no banco. O grande mistério é a ausência de Thiago Heleno, que não apareceu na lista de relacionados, e o clube não deu explicações sobre o fato. O provável time é o seguinte: Bruno, Artur, Leandro Amaro, Thiago Heleno e Juninho; Márcio Araújo, João Vitor, Tiago Real e Valdivia; Luan e Obina.

quem esta fora (Foto: arte esporte)

Atlético-MG: Réver está com a Seleção Brasileira, Bernard está suspenso por ter pegado o segundo jogo de gancho pela expulsão contra o Cruzeiro, e Jô não joga por pelo menos duas semanas por causa de um estiramento na coxa esquerda.

Palmeiras: Henrique cumprirá suspensão automática, Barcos está com a seleção argentina, e três jogadores estão lesionados, todos com operações no joelho – Marcos Assunção, Fernandinho e Wesley. Maurício Ramos não foi relacionado, e o motivo não foi divulgado.

header pendurados (Foto: ArteEsporte)

Atlético-MG: Bernard, Junior Cesar, Leandro Donizete, Leonardo Silva, Marcos Rocha, Rafael Marques e Richarlyson.

Palmeiras: Artur, Daniel Carvalho, João Vitor, Luan, Márcio Araújo, Obina e Thiago Heleno.

header o árbitro (Foto: ArteEsporte)

Leandro Pedro Vuaden (Fifa/RS) apita a partida, auxiliado por Rodrigo Pereira Joia (Fifa/RJ) e Marcelo Bertanha Barison (RS). Leandro Vuaden arbitrou dez jogos no Brasileirão, marcou 353 faltas (média de 35,3 por jogo), aplicou 44 amarelos (média de 4,4 por jogo), quatro vermelhos (média de 0,4 por jogo) e dois pênaltis (média de 0,2 por jogo). O campeonato tem média de 4,9 amarelos, 0,28 vermelho, 36,5 faltas e 0,23 pênalti. O árbitro apitou dois jogos dos paulistas na Série A deste ano: Sport 2 x 1 Palmeiras, pela terceira rodada, e Palmeiras 1 x 1 Vasco, pela quinta rodada.

header fique de olho 2
Atlético-MG:
Ronaldinho Gaúcho desfalcou a equipe na partida contra o Bahia, e o Atlético-MG perdeu muito no que diz respeito ao poderio ofensivo, afinal, o jogador já deu sete assistências e marcou quatro gols neste Brasileirão. Contra o Palmeiras, ele terá a responsabilidade de levar o time a vencer após quatro rodadas.

Palmeiras: Tiago Real vem experimentando ascensão meteórica com a camisa alviverde. Depois de uma boa estreia contra o Grêmio, teve grande atuação na vitória por 3 a 1 sobre o Sport e carimbou uma vaga entre os titulares. O desafio é manter a boa sequência.

header o que eles disseram
Ronaldinho Gaúcho, meia do Atlético-MG: “Agora é o momento em que mais precisamos do torcedor. Reta final, o torcedor com saudade de ver a gente jogar, e nós com saudades de jogar para eles. Juntou tudo, é momento bom. Mas vamos jogar com uma equipe que vive uma situação complica, e isso vai tornar o jogo mais difícil, por isso a torcida será mais importante”.

Luiz Felipe Scolari, técnico do Palmeiras: “Exceção feita a um ou dois jogadores, tenho todo mundo à disposição. Já tenho alternativas melhores do que há sete, oito jogos. Então o jogo deste domingo será um parâmetro. Que a gente consiga um grande resultado lá”.

header números e curiosidades

* Galo e Verdão não se enfrentam em Belo Horizonte há três anos. Coincidência ou não, foi também o último empate entre as equipes. Em 12 de agosto de 2009, no Mineirão, houve empate em 1 a 1, gols de Éder Luis, para o Atlético, e Ortigoza, para o Palmeiras.

* O Palmeiras é o pior visitante do Campeonato Brasileiro, com quatro pontos conquistados em 30 possíveis. O time só venceu uma vez longe de casa: 2 a 1 sobre o Botafogo, no Engenhão.

* O Galo, por outro lado, está invicto em casa, com oito vitórias e dois empates em dez jogos diante do torcedor alvinegro. O aproveitamento de 86,6% é o melhor do Brasileirão.

header último confronto v2

Em 9 de junho deste ano, o Galo foi ao Pacaembu e fez 1 a 0 no Verdão, gol de Jô, no início do segundo tempo. Enquanto a equipe de Cuca disparava na liderança do Brasileiro, os comandados de Felipão priorizavam a disputa da Copa do Brasil, que culminou em título. Por isso, o time da casa mal reagiu ao gol sofrido e acabou derrotado. O jogo foi realizado às 21h de um sábado e levou 7.268 pagantes ao Pacaembu.

Globoesporte.com

Cúpula do PT apoia reação de Dilma a artigo de FHC

A reação da presidente Dilma Rousseff de rebater as críticas do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso foi considerada por integrantes da cúpula do PT no Congresso como um “necessário freio de arrumação”.

Dilma rompeu o clima amistoso na segunda (03) ao contestar, por meio de nota, as criticas feitas pelo ex-presidente que chamou de “herança pesada” o legado deixado por Lula.

Dilma rebate FHC e diz que Lula é ‘exemplo de estadista’

No artigo, publicado neste fim de semana nos jornais “O Estado de S. Paulo” e “O Globo”, FHC cita o episódio do mensalão, a “desorientação da política energética” de Lula e a “crise moral” no primeiro ano de gestão de Dilma.

“Ela recolocou as coisas no devido lugar”, disse o líder do PT na Câmara, Jilmar Tatto (PT-SP). Questionado se Dilma não teria elevado o tom, o petista foi enfático: “O Fernando Henrique pediu. Estamos em época de eleição e querer deslocar a imagem de Dilma de Lula é desconhecer a relação dos dois”.

De passagem pela Câmara, Ideli Salvatti (Relações Institucionais), também apoiou a iniciativa da presidente. “Falou e falou muito bem. Está dito”.

Folha