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Salto radical, “Maracanã cego” e Clodoaldo são destaques da abertura

imagem: REUTERS/Sergio Moraes
imagem: REUTERS/Sergio Moraes

Os Jogos Paraolímpicos do Rio de Janeiro tiveram abertura oficial em cerimônia nesta quarta-feira (7), com direito a salto radical em megarrampa, mudança de roteiro na última hora, exaltação de símbolos tipicamente cariocas e até um momento de “Maracanã cego” – um dos pontos altos da festa, quando as luzes do estádio foram apagadas para estimular outros sentidos do público.

Clodoaldo Silva, nadador dono de seis medalhas de ouro paraolímpicas, todas conquistadas em Atenas-04, foi o responsável por acender a pira paraolímpica.

Também chamaram a atenção o quebra-cabeça montado com as peças trazidas por cada delegação, com a imagem de um coração pulsante ladeado por flores, e a entrada da bandeira paraolímpica no estádio, carregada por crianças com deficiência motora, acompanhadas de seus país. Os presentes, de pé, aplaudiram a cena.

Após contagem regressiva no Maracanã, a Paraolimpíada foi oficialmente inaugurada com o salto do cadeirante Aaron Wheelz na “megarrampa” – aquela mesma dos skatistas. O homem passou por dentro de um número zero, deu um mortal e caiu em um colchão. E levantou o público.

Antes da cerimônia, Leo Caetano, diretor de cerimônias do Comitê Rio 2016, explicou a intenção da cena: “Haverá o salto de uma megarrampa, e será feito por um cadeirante. O objetivo é que o público veja que se tratam de coisas espetaculares, mas não porque são feitas por pessoas com deficiências. São coisas incríveis porque são coisas incríveis, ponto”.

O primeiro paratleta brasileiro a aparecer na festa de abertura foi Daniel Dias, nadador dono de 11 medalhas de ouro paraolímpicas, mostrado em projeção atravessando o palco a nado. As projeções também foram marca das cerimônias de abertura e encerramento da Olimpíada.

Clodoaldo acende a tocha com lição de inclusão

O nadador brasileiro Clodoaldo Silva, que além de seis ouros soma também cinco pratas e dois bronzes paraolímpicos, acendeu a pira.

A tocha entrou no Maracanã com o corredor Antônio Delfino, dono de dois ouros e uma prata. Depois, passou para as mãos da ex-paratleta Márcia Malsar, que sofreu uma queda e se levantou sozinha, sob aplausos. Ela é a primeira mulher a ganhar medalha paraolimpica para o Brasil A também ex-paratleta Ádria Santos foi quem pegou o fogo na sequência e o entregou a Clodoaldo.

Clodoaldo Silva promoveu lição de inclusão. O paratleta viu seu caminho ser dificultado por uma escada, que logo se transformou em uma rampa para que pudesse chegar à pira. A ideia da organização foi deixar claro que não é preciso ter escadas e rampas, mas apenas rampas, já que todos conseguem se locomover por elas.

“Fora, Temer”, filas longas e… Gisele?

Mesmo antes de a cerimônia começar no Maracanã, três episódios chamaram a atenção: dentro do estádio, o público, em coro, protestou contra o presidente da República, Michel Temer, com gritos e vaias. O “fora, Temer” ouvido nas arquibancadas durou cerca de 10 segundos.

Temer, aliás, foi alvo de protestos em mais duas oportunidades, ambas com a festa em andamento: no momento do hino brasileiro, tocado no piano pelo maestro João Carlos Martins, e quando decretou a abertura das Paraolimpíadas, em breve fala.

O mascote Vinícius promoveu momento de descontração para alegrar os presentes. Ele reproduziu uma das partes mais elogiadas da abertura das Olimpíadas do Rio, quando a modelo Gisele Bündchen atravessou o Maracanã em desfile de mais de 100 metros – e o fez vestindo um vestido igual ao da estrela.

O ponto negativo da “pré-festa” foi visto do lado de fora: longas filas irritaram quem compareceu ao evento. A do portão D, caso mais crítico, chegou a 1,8 km de distância.

Um show bem carioca e o hino nacional

Logo no início, a cerimônia teve roda de samba com Xande de Pilares, homenagem ao músico Cartola, representação de uma manhã na praia – com direito a barracas, surfistas, areia, água, vendedores de mate… – e referência aos aplausos ao pôr do sol no Arpoador.

Os signos bem cariocas foram seguidos pelo hino nacional, tocado no piano pelo maestro João Carlos Martins. Este era um dos momentos mais esperados do evento, e se consolidou como um dos mais emocionantes. Ao fim, o público, de pé, o aplaudiu.

Mudança de roteiro na última hora

As delegações entraram em cena antes do previsto por pedido dos paratletas, que queriam assistir ao máximo possível da cerimônia. A solução encontrada foi realizar a apresentação das estrelas logo depois do hino brasileiro (parte do show que durou cerca de 1h50) para logo depois darem sequência ao espetáculo.

A porta-bandeira do Brasil foi Shirlene Coelho, atual campeã paraolímpica no lançamento de dardo – e medalhista de prata em Pequim-2008. Ela foi escolhida por voto dos paratletas – os que têm competição agendada para a manhã de quinta-feira, como Daniel Dias, estavam fora da disputa.

Os brasileiros, é claro, foram os mais festejados, aplaudidos de pé por todo o estádio – até Temer, ao lado da mulher, levantou-se. Foi a única vez que a música deixou de ser uma batida genérica: os paratletas do país-sede entraram no Maracanã acompanhados pela música “O Homem Falou”, de Gonzaguinha. A modelo e apresentadora Fernanda Lima entrou no estádio junto às estrelas nacionais.

Espanha e Estados Unidos se mostraram as delegações mais animadas na entrada. Vale destaque também para Tonga: lembra do “besuntado” da Olimpíada? Então, os porta-bandeiras dos paratletas na Paraolimpíada também se apresentaram com os corpos brilhando.

Uma das maiores expectativas da cerimônia de abertura era a montagem do quebra-cabeça das delegações – cada uma entrou com uma peça no Maracanã. No fim, com a última peça sendo a brasileira, a imagem montada, com ajuda de uma projeção para dar movimento, foi a de um coração pulsante, ladeado por flores.

Maracanã no escuro

Logo depois dos discursos de Carlos Arthur Nuzman, presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), e Philip Craven, presidente do Comitê Paralímpico Internacional (CPI), e do presidente da República, Michel Temer, decretar abertura oficial dos Jogos, o espetáculo continuou. E “cegando” o Maracanã.

As luzes foram apagadas para estimular os outros sentidos do público. Bailarinos carregaram bastões iluminados, que representam guias usadas por pessoas com deficiência visual.

“Este é um ponto central da cerimônia desde o início do processo criativo. Queremos derrubar essa coisa da necessidade da visão, do ‘ver para crer’. O público vai ser instigado a usar todos os sentidos”, explicou Fred Gelli, um dos diretores criativos da cerimônia.

Entrada da bandeira paraolímpica emociona público

O público se emocionou com a entrada da bandeira paraolímpica no estádio do Maracanã, carregada por crianças com deficiência motora acompanhadas de seus pais.

Cada dupla formada por uma criança e um adulto vestia uma espécie de macacão que os unia. O movimento era dado pelas pernas dos pais, e a felicidade de todos os protagonistas foi contagiante.

Uol

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Rosas diz que repercussão sobre suposto palavrão de RC contra Radical é “factoide” criado pela oposição

debateO presidente do PSB na Paraíba, Edvaldo Rosas, criticou nesta sexta-feira (01) o que chamou de tentativa da oposição ao governador Ricardo Coutinho (PSB) em criar ‘factóides’ contra o gestor para tirar o foco da derrota sofrida por eles no primeiro debate realizado nestas eleições, nesta quinta-feira (31), pela TV Master. A acusação teria partido do candidato Antônio Radical (PSTU).

Edvaldo disse que, durante o debate, o governador Ricardo apresentou propostas, comparando sua gestão com as anteriores e acusou a oposição de tentar desviar o foco do debate.

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“Como eles perderam o debate e não apresentaram propostas para o desenvolvimento da Paraíba, ficam criando factóides como este. Enquanto eles estão preocupados em atacá-lo, em mentir, em criar factóides para desviar a atenção do debate que realmente interessa. Ricardo em nenhum momento agrediu ninguém”, disse o presidente do PSB.

MaisPB com Assessoria 

Inovação: Onix Lollapalooza da Chrevrolet um automóvel chic, porém radical

onix-lolapaloozaA Chevrolet mantém sua estratégia de continuar inovando e neste ano será a patrocinadora de um dos maiores festivais internacionais de música, o Lollapalooza. Fazendo alusão ao festival, foi criado a série especial Onix Lollapalooza, equipada com Chevrolet MyLink de série e itens exclusivos de fábrica que celebram o sucesso do modelo mais vendido pela Chevrolet no Brasil, por um preço público sugerido de R$ 41.890,00.

O Onix Lollapalooza chega ao mercado com vocação para fazer história. Para isso apresenta um conceito inovador, oferece o máximo em conectividade, possuir design e personalidade marcantes, cativa o público ao oferecer qualidade em tudo aquilo que se espera, a ainda tem fôlego extra para surpreender.

 

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O festival de música internacional Lollapalooza que acontece nos Estados Unidos, Chile, Argentina e agora no Brasil, surgiu em 1991 com o vocalista da banda Jane’s Addiction, Perry Farrell e tem um conteúdo destinado a um público jovem e antenado.

Para conectar com o espírito jovem dos clientes do Onix, preparamos itens exclusivos que remetem ao festival, tapetes de carpete com as bordas na cor laranja, mini tapetes de borracha para porta-objetos e elástico de console, na cor laranja e também porta-óculos, ar condicionado, direção hidráulica, vidros elétricos dianteiros com acionamento remoto de abertura e fechamento pela chave canivete, e travas elétricas de série.

Externamente, os faróis possuem máscara negra com lente decorativa na cor Ice Blue, retrovisores na cor prata, adesivos nas colunas e na tampa do porta-malas, fazendo alusão ao festival, além de antena esportiva, lanternas traseiras escurecidas, e rodas de liga leve de 15 polegadas, com a borda externa diamantada, conferindo maior esportividade ao modelo.

Abaixo das expressivas linhas do design do capa, o motor SPE/4 1.0 litro com 80 cavalos de potência, e transmissão F1X de segunda geração, com engates curtos e precisos, fazem do Onix um carro com excelente desempenho e muito agradável de dirigir.

  • Modelo sai de fábrica com itens de série exclusivos que fazem alusão a um dos maiores festivais internacionais de música, o Lollapalooza.
  • Motor 1.0L SPE/4 e transmissão F1X de segunda geração combina performance e eficiência energética
  • Sistema multimídia Chevrolet MyLink permite a utilização de diferentes mídias e aplicativos de conectividade para smartphone.

Ao reunir estas e muitas outras qualidades, o Onix Lollapalooza chega ao mercado brasileiro com o DNA global da Chevrolet, com garantia de 3 anos sem limite de quilometragem, em três cores: Laranja Flame, Branco Summit e Azul Sky, indo além de tudo o que já foi dito e visto sobre hatchbacks compactos.

O Chevrolet Onix tem ainda na tecnologia de conectividade um diferencial nunca antes oferecido para carros de seu segmento no Brasil. O sistema multimídia Chevrolet MyLink, que permite ao usuário trazer suas músicas, fotos, vídeos e aplicativos do smartphone, Stitcher e TuneIn Radio para funções de áudio e BringGo para navegação, em uma tela de sete polegadas de fácil utilização.

Chevrolet Onix. Coisas incríveis sempre saem do padrão.

Assessoria da GM

 

Médico morre após sofrer acidente praticando esporte radical em Cabedelo

Imagem ilustrativa

O médico anestesiologista, Félix Humberto Pessoa Belmont, 55 anos, morreu no final da manhã deste sábado, após sofrer um acidente praticando kitesurf – esporte aquático que utiliza uma pipa e uma prancha com uma estrutura de suporte para os pés – na praia de Ponta de Campina, em Cabedelo.[bb]

O médico chegou a ser socorrido pelo Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) e foi encaminhado ao Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena, em João Pessoa, mas segundo a assessoria de imprensa do hospital, veio a óbito por volta das 11h30.
Os amigos do médico lamentaram a morte de Félix nas redes sociais. Um deles afirmou ter presenciado o acidente e contou que viu o momento em que o médico foi lançado do mar para areia da praia, onde caiu de cabeça. “Uma pena, infelizmente assisti o acidente da varanda do meu apto aqui em Areia Dourada, ele foi lançado do mar para a areia, onde caiu de cabeça. Que Deus conforte seus familiares”, disse.
Ainda segundo informações dos amigos da vítima, uma forte rajada de vento fez com que Félix perdesse o controle do kite, fazendo com que ele não conseguisse desengatar o sistema de segurança do equipamento, sendo em seguida, lançado na areia e batendo a cabeça.

A equipe do Samu foi acionada e ainda o levou com vida o médico para Hospital de Trauma, mas, segundo a assessoria de imprensa, já em sua chegada ele sofreu uma parada cardíaca e os médicos não conseguiram reanimá-lo. Ainda de acordo com a assessoria, o médico era plantonista do Hospital de Trauma, onde tinha dado plantão das 19h da sexta-feira (11) até 7h sábado.

Félix Belmont era coronel da Polícia Militar e também trabalhava no Hospital  Militar Edson Ramalho, em João Pessoa.

Naira Di Lorenzo

Portalcorreio