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Marido de mulher que fez ofensas racistas em JP mostra laudo psiquiátrico

O marido da mulher que tem aparecido em vídeos que viralizaram por ele estar proferindo declarações racistas, em João Pessoa, alegou que a mulher tem problemas psiquiátricos.

Rodrigo Augusto apresentou um laudo psiquiátrico que atesta que a mulher está em tratamento para transtorno bipolar.

Ainda conforme o laudo a mulher necessita fazer uso de um medicamento específico para o seu caso, porém o marido alega que ela tem mostrado resistência para fazer uso do mesmo.

No documento médico, estão listados problemas como transtorno afetivo bipolar, episódio atual maníaco com sintomas psicóticos, tremor essencial e hemiplegia não especificada, que se refere a paralisia de metade sagital (esquerda ou direita) do corpo.

Rodrigo ainda pediu desculpas aos que foram alvos das declarações racistas da mulher.

PB Agora

 

Mulher é detida após gritar ofensas racistas em agência bancária de João Pessoa: ”sou a maior racista do Planeta Terra. Odeio a raça negra”

Uma mulher foi detida após gritar ofensas racistas em uma agência bancária de João Pessoa nesta quarta-feira (14). ”Eu sou a maior racista do Planeta Terra. Eu odeio a raça negra”, disse ela. O momento foi registrado em um vídeo que está circulando nas redes sociais e foi obtido pelo ClickPB.

O caso ocorreu na agência do Banco do Brasil de Manaíra, na Avenida Rui Carneiro. A mulher estava acompanhada de um homem, que tentou acalmá-la, mas não conseguiu.

Nem mesmo quando a Polícia Militar chega, a mulher para de gritar ofensas. Ela foi conduzida à delegacia junto com o homem que a acompanhava.

clickpb

 

 

Polícia apreende adolescentes suspeitos de ofensas racistas a Preta Gil

Amauri Nehn/Brazil News
Amauri Nehn/Brazil News

A Polícia Civil de Sorocaba apreendeu dois adolescentes que teriam postado na internet ofensas racistas contra a cantora Preta Gil em julho deste ano.

Foram apreendidos um menino de 15 anos e uma menina de 14. A mãe da garota também foi detida. Todos foram encaminhados à Delegacia de Investigações Gerais para prestar esclarecimentos sobre o fato, mas foram liberados a seguir.

Os dois adolescentes apreendidos teriam feitos comentários racistas em uma postagem feita pela cantora em sua página oficial em 26 de julho. Se condenada, a mãe está sujeita a pena que vai de dois a cinco anos de prisão. Os menores estão sujeitos a medidas socioeducativas.
Todos os suspeitos foram identificados por meio do endereço de IP do computador. A polícia ainda informou que o mesmo computador era usado pela mãe, a filha e o namorado dela. O delegado informou ainda que dois notebooks e um computador foram apreendidos e devem passar por perícia. Após os equipamentos passarem por análise para descobrir a autoria do crime, o resultado será encaminhado ao Rio de Janeiro.
De acordo com o delegado Acácio Aparecido Leite, titular da DIG, o trio faz parte da chamada “Máfia Maliciosa”, um grupo que costuma postar mensagens racistas nas redes sociais.
Já o delegado seccional de Sorocaba, Marcelo Carriel, a investigação comprovou que os adolescentes efetivamente foram autores das postagens. “Conseguimos identificar nas páginas pessoais dos dois adolescentes mensagens ofensivas, de caráter racista”, contou.
Outro lado
A investigação foi iniciada após a cantora fazer um boletim de ocorrência registrando o caso de injúria racial em uma delegacia do Rio de Janeiro. A partir da denúncia, a polícia carioca solicitou à polícia paulista o cumprimento dos mandados. Ao todo, pelo menos cem pessoas em todo o Brasil que comentaram as fotos estão sendo investigadas.
Durante depoimento, o delegado relatou que a mãe da garota de 15 anos negou ter atribuído ofensa à cantora e alegou que um hacker teria invadido seu computador. A reportagem não conseguiu falar com representantes da defesa dos adolescentes nem da mulher.
Outros casos
Preta Gil não é a única famosa a sofrer com esses ataques nas redes sociais. Recentemente, Taís Araújo, Sheron Menezzes, Maria Julia Coutinho, Cris Vianna e Negra Li também sofreram com mensagens criminosas.
Em março, a Polícia Civil prendeu três homens que faziam parte de uma quadrilha que praticava crimes de ódio na internet e foram responsáveis pelos ataques direcionados à Taís Araújo. Eles foram soltos três dias depois após pedido do delegado Alessandro Thiers, para converter a prisão temporária dos réus em prisão preventiva.
Pela legislação, a prisão preventiva é cabível quando for imprescindível para as investigações do inquérito policial ou quando o indiciado não tiver residência fixa. Já a prisão temporária tem um prazo de duração de cinco dias, prorrogáveis por mais cinco.
Uol

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Mulher posta foto nas redes sociais e sofre enxurrada de ataques racistas

faceUma jornalista brasiliense é alvo de racismo nas redes sociais desde a semana passada. Cristiane Damacena publicou uma foto no Facebook em 24 de abril e, desde o dia 29, recebeu uma enxurrada de comentários agressivos.

Até a publicação desta reportagem, a foto tinha mais de 13 mil compartilhamentos e outros milhares de comentários. Após a série de ataques por conta da cor da pele, internautas contrários ao preconceito publicaram mensagens de apoio.

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Guerra ao racismo

Milhares de norte-americanos protestam contra a violência policial envolvendo negros. Os distúrbios que paralisaram Baltimore, nos EUA, começaram após o funeral de Freddie Gray, um negro de 25 anos que morreu vítima de sérias lesões na coluna vertebral oito dias depois de ter sido preso pela polícia. Os advogados da família de Gray explicaram que a morte do jovem, que ficou uma semana em coma, foi causada por graves lesões sofridas depois da detenção.

 

 

correiobraziliense

Estudantes africanos/as realizam ações contra atos racistas e discriminatórios na Paraíba

Os/as estudantes africanos/as da Paraíba realizarão a “Marcha a Favor da Justiça e Contra Discriminação aos Estudantes Africanos”, no dia 14 de junho, no Centro da cidade, para protestar contra as agressões que vêm sofrendo.

Palarelamente, encaminharam carta ao Embaixador de Cabo Verde no Brasil, Dr. Daniel Pereira, solicitando uma reação diplomática conjunta, condenando as práticas de racismo e discriminação.

Esses/as estudantes africano/as no Brasil, em especial os residentes na Paraíba, vindos de diversos países (Angola, Burkina Faso, Cabo Verde, Guiné-Bissau e República Democrática do Congo), marcham nas ruas de João Pessoa para denunciar atos de racismo e discriminações ocorridos nos últimos anos, que resultaram/resultam em ações preconceituosas, difamações, violências físicas e até mesmo assassinatos, como o ocorrido em 22 de maio de 2012, com a morte de uma estudante angolana na cidade de São Paulo.

Veja a carta enviada ao Embaixador: http://racismoambiental.net.br/2012/06/marcha-1406-acoes-de-estudantes-africanosas-contra-atos-racistas-e-discriminatorios-na-paraiba/

Adital