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Coronavírus: pandemia aumenta procura por tratamentos psicológicos

Com o isolamento social, a telemedicina tem sido a principal opção para cuidar da saúde mental

O mundo está aprendendo a se reinventar. Desde o início da pandemia do novo coronavírus no Brasil, em março, todos vivem uma verdadeira montanha russa de emoções. Medo, insegurança, stress, ansiedade… esse mix de sensações tem levado muitas pessoas a retomar, ou a iniciar, os cuidados com a saúde emocional.

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) revelam que, cerca de 10% da população brasileira é de pessoas ansiosas. Se pensarmos que em muitas cidades brasileiras estão há mais de 100 dias sob o regime de quarentena, já passam de três meses de incertezas, mudanças na rotina, perda de entes queridos, o que só potencializa os sintomas ligados à ansiedade.

De acordo com uma pesquisa da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), que foi divulgada pelo periódico científico The Lancet, durante a pandemia da Covid-19, os casos de ansiedade e estresse mais que dobraram, enquanto os de depressão tiveram aumento de 90%. Esses números refletem diretamente no aumento da procura por atendimentos relacionados à saúde emocional.

Mas como podemos cuidar da nossa saúde emocional em tempos de pandemia? A tecnologia pode nos ajudar e muito.

Nesse processo, a telemedicina tem desempenhado um papel fundamental, proporcionando tratamentos de forma segura, eficaz e com fácil acesso. “Os atendimentos remotos permitiram que as pessoas cuidassem da saúde, mesmo durante o isolamento. Para atender essa demanda, uma das ações da Qualirede foi a criação do Canal de Comunicação da Psicologia”, destaca André Machado Junior, diretor de Mercado da Qualirede, empresa especializada em gestão de Saúde.

Ainda em pesquisa realizada com clientes de telemedicina da Qualirede, no período de abril a junho, mais de 70% dos entrevistados registraram grandes chances de voltar a utilizar o serviço de teleatendimento.

É de suma importância que o legado dos cuidados com a saúde emocional seja contínuo, e para isso, a telemedicina será uma grande aliada. Além de comprovadamente eficaz, a tecnologia desta nova ferramenta irá proporcionar a manutenção desses serviços, com toda segurança necessária.

O acesso digital para o serviço de psicólogos da Qualirede foi implantando para garantir a continuidade do tratamento e fazer com que a aproximação entre o profissional de saúde e o paciente esteja garantido, além de estar apoiado em pilares para auxiliar as pessoas a encontrarem sua melhor versão neste momento.

Pessoas que, por muitas vezes, deixaram de buscar atendimento por falta de tempo, poderão encontrar na telemedicina um novo caminho para não negligenciar esses cuidados. “As pessoas podem ter todo o cuidado, respeitando sempre suas condições de saúde, além de todas as indicações de isolamento decretadas por Estados e Municípios”, finaliza Machado.

Sobre a Qualirede

A Qualirede é uma empresa de atuação nacional e líder no mercado de gestão em saúde. Atualmente, atende a mais de um milhão de vidas em dezoito estados do País, com mais de mil funcionários, com matriz em Florianópolis e unidades em São Paulo e Salvador. A Qualirede tem como focos estratégicos a inovação tecnológica, a atenção primária à saúde, a promoção da integração de serviços e a entrega de valor em saúde para seus clientes. Mais informações em http://www.qualirede.com.br .

 

Salto alto em crianças? Conheça os riscos físicos e psicológicos

Eles são indicados para meninas acima dos 12 anos. Entenda agora, por quê.

Quem nunca viu uma garotinha querendo usar as roupas e sair por aí igual a sua mamãe? Sentem aquela vontade de pintar as unhas, de colorir os cabelos e sair desfilando de salto alto. Mas será que o uso de salto alto nas pequenas é saudável?

Durante o  crescimento,  as crianças passam por fases importantes em seu desenvolvimento, principalmente no que tange à estrutura corporal e óssea.

Um estudo publicado em 2011 no  US National Library of Medicine National, constatou que os usuários de salto alto apresentaram aumento de curvatura na coluna vertebral e inclinação pélvica.

Essa mudança sutil da parte inferior do corpo pode causar dores no joelho . O salto alto também pode impedir que os tendões e músculos das pernas impulsionem o corpo para a frente, de modo que os joelhos, coxas, quadris e até as nádegas precisam trabalhar mais para compensar essa perda.

Por que salto alto não é indicado para as pequenas

São muitas as negativas em torno do uso do sapato de salto em crianças. Um dos riscos mais comuns que uma criança pode correr é o risco de lesões.

Uma vez que eles diminuem a base de sustentação do corpo, é mais fácil para uma criança perder o equilíbrio e acabar se machucando.

Outro motivo é que esse tipo de calçado, eleva o calcanhar forçando uma posição que não é natural mantendo as pernas dobradas, encurtando os músculos da panturrilha, desalinhando o quadril e a coluna.

O ideal é que até os 12 anos de idade a criança use calçados de acordo com a anatomia do pé. Além disso, é importante que esses calçados tenham alguma resistência a fim de evitar escorregões e possíveis quedas.

Quais os melhores modelos?

Ao comprar um sapato para uma criança deve ser observados os seguintes fatores:

  • O bico deve ser arredondado, para evitar que a criança enrosque os pés ou tropece

  • O solado deve ser apropriado, para que não derrape com facilidade

  • O material deve ser  flexível e deve permitir que os pés se dobrem, garantindo que a criança possa brincar livremente sem ter que ficar se equilibrando para andar.

Posso comprar um sapato com pé maior para meu filho?

Muitas mães, pensam que comprar um sapato de número maior vai garantir que a criança não “perca” o sapato muito rápido. Vale observar que essa atitude pode comprometer a segurança dos pequenos. Quando escolher um tamanho, garanta que ele seja adequado ao pé da criança, não sendo de número maior, nem menor,  para que não aperte os dedos e nem saia facilmente.

Uma questão de moda

Para as   mamães que  não abrem mão de tendências e gostam de seguir a moda até nas suas pequenas,  é importante saber que no mercado existem empresas especializadas em desenvolver calçados ideias para todas as fases de crescimento das  crianças.

Existem empresas com foco no universo infantil que produzem roupas, calçados e acessórios com foco na necessidade dos pequenos… e claro, sem deixar de lado a moda. Assim, mãe e filha podem desfilar lindas e na tendência da moda!

Salto alto é coisa de adulto

Além de manter a segurança e garantir o crescimento saudável das crianças, é de responsabilidade dos adultos ensinar que cada coisa tem seu tempo. Na hora certa, ela poderá escolher os sapatos que mais a agradam e desfilar de salto alto.

A comunicação com a família é importante para que a criança entenda, que por enquanto elas podem explorar o mundo de outras formas: brincando. Além disso, existe uma infinidade de produtos para moda infantil feminina que se adaptam às necessidades de desenvolvimento das pequenas.

 

ALINE MATOS

 

 

Doenças de pele podem ser causadas por problemas psicológicos; dermatologista explica

Gabriel Jabur/ Agência Brasília
Imagem Ilustrativa

Alergias, queda de cabelo e acne. Essas podem ser consideradas doenças comuns e muito conhecidas pela população. O que muita gente não sabe é que, por trás desses problemas de pele, podem estar os fatores psicológicos, pois a pele e o sistema nervoso estão diretamente ligados.

“Existe uma ligação desde a vida embrionária. Tanto a pele, como o sistema nervoso se originam do ectoderma, e, com a evolução no decorrer dos meses, eles formam o tubo neural, que origina a pele na parte externa e internamente o sistema nervoso central, daí que vem a ligação. É muito comum escutar os pacientes dizerem que “ficou roxo de raiva”, porque uma vez que você tenha determinados estímulos, isso vai reagir na pele”, disse a dermatologista Carla Marsicano.

Não há estudos que apontem quantos problemas de pele são causados por transtornos mentais, mas um relato publicado pela Sociedade de Psicodermatologia do Reino Unido aponta que 85% dos paciente com problemas de pele consideram que os aspectos psicossociais são os principais componentes da doença.

Assista à reportagem completa abaixo:

Portal Correio

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Ser autêntico no Facebook traz benefícios psicológicos, mostra estudo

facebookMuita gente tem mais facilidade para se expressar pela internet do que pessoalmente. Mas será que isso é bom? Segundo um estudo , quanto maior a diferença entre o comportamento de uma pessoa no Facebook e seu verdadeiro “eu”, maior a probabilidade de que ela tenha poucas conexões sociais e sofra de estresse.

O estudo foi publicado no periódico Cyberpsychology, Behavior and Social Networking por uma equipe de psicólogos da Universidade da Tasmânia, na Austrália.

A equipe, coordenada por Rachel Grieve e Jarrah Watkinson, entrevistou 164 pessoas, que falaram sobre a forma como costumam se apresentar no Facebook. Os participantes também preencheram questionários para avaliação de depressão, ansiedade, estresse e bem-estar.Os resultados mostraram que quanto mais autênticas são as pessoas na rede social, menor a propensão delas ao estresse e maior o número de conexões.

Os pesquisadores também perceberam que os indivíduos com mais facilidade de se expressar na internet do que na vida real são aqueles que mais postam conteúdos emocionais, e com uma motivação mais autocentrada – eles buscam chamar a atenção dos outros e querem se sentir validados por eles.

Os autores observam que o Facebook hoje conta com 1,7 bilhão de usuários, o que é uma parcela considerável da população mundial, estimada em 7,4 bilhões. Não é de se estranhar que a plataforma tenha servido de fonte para tantos estudos na área do comportamento humano.

doutorjairo.blogosfera

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