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Em live, Guga propôs premiação de incentivo aos professores, ampliação de rede de creches e apresenta mais propostas para educação

Em live transmitida na última segunda através do Facebook e instagram, o pré-candidato a prefeito de Bananeiras, Guga Aragão, defendeu o retorno do 14º e 15º salário aos professores através de premiação pela aprovação do projetos com os alunos da rede pública municipal.

Guga sugeriu ainda a ampliação da rede de creches, trazendo os alunos para a convivência escolar ainda mais cedo, o que possibilita ao aluno consumir, desde cedo, merenda escolar com acompanhamento nutricional, diminui despesas com fraldas e permite que às mães retornem ao trabalho com a certeza que os filhos estarão bem cuidados.

Além disso, Guga disse que vai zerar os multiseriados na rede pública municipal, além de realizar as olimpíadas escolares, incentivando a prática de várias modalidades esportivas nas escolas.

Guga é pré candidato a prefeito de Bananeiras pelo Democratas.

 

Assessoria

 

 

Terezinha Domiciano apresenta melhores propostas para UFPB durante debate na TV Master

A candidata a reitora da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) pela chapa “Inovação com Inclusão”, Terezinha Domiciano, apresentou as melhores propostas para a instituição durante debate realizado pela TV Master na noite da segunda-feira (11). Primando pela valorização das pessoas, o diálogo, a construção de uma gestão humanizada, eficiente e referenciada, a candidata defendeu uma UFPB mais inclusiva. Entre as propostas apresentadas, Terezinha destacou investimentos nos cursos de graduação e pós-graduação, criação de bolsas para alunos e ampliação do funcionamento do restaurante e residência universitária.

“É importante resgatar a autoestima dos alunos e servidores da UFPB e para isso, vamos garantir a melhoria das condições de trabalho e estudo. A Universidade precisa mudar e nós da Chapa 2, “Inovação com Inclusão”, vamos trabalhar de forma participativa, envolvente, tronando a UFPB cada vez mais inovadora e referenciada”, observou a candidata, defendendo que a instituição tem um papel fundamental para o desenvolvimento da sociedade como um todo e por isso, deve participar diretamente dos debates que envolvam a Paraíba.

A candidata defendeu uma Universidade inclusiva, partindo do princípio de que todos os Campi e pessoas fazem parte da mesma instituição. “Vamos garantir nos Campi fora de sede mais oportunidades para o crescimento de cada um deles. É preciso mais respeito. Não podemos ter distinção com os Campi que estão instalados fora da sede. Essa é uma mesma instituição e precisa ser fortalecida e respeitada”, afirmou.

Durante o debate, Terezinha Domiciano demonstrou preocupação com as taxas de evasão e defendeu mais investimentos para manter os alunos em sala de aula. Para isso, disse que vai destinar recursos próprios da Universidade para atender os alunos em vulnerabilidade social, incluindo os estudantes dos cursos de pós-graduação. “Sobretudo, temos que fazer uma reformulação da academia, com reformulação de cursos com inovações tecnológicas para tornar a Universidade um espaço agradável e atrativo”, disse.

Para a candidata, é preciso trabalhar de forma constante junto aos programas de pós-graduação e os seus coordenadores, no sentido de fazer com que esses programas atinjam notas mais altas na avaliação da Caps, uniformizando todos os cursos. “Para isso, é fundamental termos mais investimentos em laboratórios, fazendo as reformas necessárias, garantindo a melhor utilização dos espaços com equipamentos modernos”, destacou, lembrando que o trabalho acontecerá com muito diálogo e de forma ordenada junto com todos os coordenadores.

Residência e Restaurante – Ao lembrar que foi a primeira presidente da Residência Universitária no Campus de Patos, Terezinha Domiciano defendeu a expansão e modernização das residências e do restaurante universitário. Para ela, é possível avaliar a abertura do restaurante para toda a universidade acadêmica com refeições a preços acessíveis, garantindo, ainda assim, o fornecimento da alimentação para os estudantes em vulnerabilidade social.

Terezinha ainda defendeu a elaboração de um novo Plano Diretor para a Universidade, observando os próximos 20 anos. “Temos que observar a nossa instituição e prepará-la para o futuro. Vamos, dentro dessa perspectiva, dar continuidade a todas as 46 obras paralisadas para que a comunidade possa usufruir de cada uma delas. Nossa meta é trabalhar com planejamento estratégico visando a melhoria dos espaços com acessibilidade. É inadmissível a UFPB não ter, por exemplo, plataformas elevatórias. Vamos mudar essa realidade”, garantiu.

Participaram do debate pela chapa “Inovação com inclusão” a professora Terezinha Domiciano que tem como vice-reitora a professora Mônica Nóbrega; o professor Isac Medeiros e a candidata a vice-reitora professora Regina Celi pela chapa “UFPB em primeiro lugar”; e pela chapa “Orgulho de ser UFPB” o professor Valdiney Gouveia com Liana Filgueira Albuquerque como candidata a vice-reitora.

Assessoria 

 

 

Em mais uma sessão remota, Câmara de Solânea apresenta propostas durante pandemia da Covid-19

A Câmara Municipal de Solânea realizou nessa terça-feira (19) mais uma sessão remota, dando sequência as atividades do Poder Legislativo Municipal. Durante a sessão foram votados requerimentos apresentados pelos vereadores Márcio Prudêncio, Flávio Evaristo e Tiago José, como também foram apresentados Projeto de Lei do vereador Tiago e requerimentos dos vereadores Jucian Jad, Júnior Melo, Flávio Evaristo e Vanda Rosália.

Dos requerimentos aprovados na noite dessa terça, foram votados os pedidos do vereador Márcio Prudêncio solicitando a instalação de luminárias de led nas ruas José Pessoa da Costa, Dionísio Rodrigues e avenidas Gov. João Fernandes de Lima e Celso Cirne, como o requerimento solicitando a pavimentação da rua Otoniel Batista.

Outros requerimentos aprovados foram os do vereador Flávio Evaristo, pedindo a reposição de lâmpadas no sítio Ramada, pavimentação e drenagem das vias de acesso ao condomínio Rainha da Serra, na Chã de Solânea, apresentadas na semana passada, e ainda aprovados os requerimentos do vereador Tiago José solicitando do Poder Executivo informações acerca da quantidade de cestas básicas adquiridas pela gestão no valor de R$ 140.700,00 e a forma de distribuição. Também o requerimento solicitando da prefeitura relatório das ações, recursos humanos e recursos públicos envolvidos no combate e prevenção da Covid-19.

Já no expediente do dia o vereador Tiago retirou de pauta seu Projeto de Lei para criação do conselho para acompanhamento da gestão de crise no município durante a pandemia da Covid-19, apresentando um novo projeto para criação de um Comitê de Acompanhamento da gestão de crise durante a pandemia.

O vereador Jucian Jad apresentou requerimento para que seja dado Voto de Aplauso aos profissionais de saúde do município que se encontram na linha de frente de combate à pandemia do novo Coronavírus.

Júnior Melo apresentou requerimento solicitando do secretário de Saúde do Estado a implantação de leitos dedicados ao atendimento exclusivo de pacientes acometidos de Covid-19 no Hospital Regional de Solânea.

Flávio Evaristo, por sua vez, apresentou requerimento solicitando do chefe do Executivo Municipal a apresentação de um projeto de lei objetivando a suspensão da cobrança da contribuição para iluminação pública enquanto perdurar o estado de calamidade pública em virtude da pandemia da Covid-19, visto que tal projeto só pode ser apresentado pelo poder executivo.

E ainda no expediente a vereadora Vanda Rosália apresentou requerimento que apela ao prefeito para que o adicional de insalubridade devido aos profissionais da saúde que se encontram na linha de frente do combate ao Coronavírus seja pago no percentual máximo permitido por lei, de 40% enquanto durar o estado de calamidade pública municipal.

O presidente da Casa, vereador Flávio Evaristo, também destacou que a partir da próxima semana as sessões remotas serão transmitidas nas redes sociais da Câmara Municipal para que a população possa acompanhar em tempo real as discussões do poder legislativo.

 

Ascom-CMS

 

 

Entre homenagens e propostas, Câmara de Solânea realiza mais uma sessão

A sessão da última terça-feira (14) da Câmara Municipal de Solânea, teve propostas, debates e homenagens. Entre as propostas se destacaram os requerimentos aprovados do vereador Késsio Furtado, solicitando à gestão municipal a Patrulha Mecanizada e o complemento asfáltico da Rua Dionísio Rodrigues, que liga ao binário da cidade.

As homenagens às mães também foram lembradas pelos vereadores, Vanda Rosália, que destacou a importância das mães na vida de cada ser humano, transmitindo seu abraço a todas as solanenses. Flávio Evaristo também aproveitou a oportunidade para homenagear as mães e lembrou do evento realizado pela Prefeitura Municipal, que reuniu centenas de mães durante o domingo no Ginásio em uma grande festa repleta de diversos presentes.

Ainda na tribuna, o presidente da Casa, vereador Flávio Evaristo, apresentou a propositura de título de cidadania para Sandoval Publicidade. O parlamentar destacou a biografia de Sandoval e lembrou a importância de prestar as devidas homenagens em vida.

Um tema que também foi bastante debatido durante a sessão foi a questão da habitação, levantado pelo vereador Márcio Prudêncio. Os demais vereadores destacaram a necessidade e a carência dos solanenses por moradia. Márcio lembrou que esse tema tem que ser constantemente debatido para que o município encontre alternativas para poder oferecer uma moradia digna àqueles que necessitam.

Ascom-CMS

 

 

Propostas sobre Fundeb vitalício ganham força no Senado

Relatórios de duas propostas de emenda à Constituição que querem tornar o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) uma política vitalícia devem ser concluídos esta semana e apreciados na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado ainda em maio.

Uma dessas PECs, a 33/19, foi apresentada no final de março pelo senador Jorge Kajuru (PSB – GO) e tem como relator o senador Zequinha Marinho (PSC – PA). A assessoria de Marinho diz que uma primeira versão do relatório foi concluída, mas está sendo aperfeiçoada para ser apresentada durante esta semana na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado.

A outra, a PEC 65/2019 – apresentada depois da reunião dos governadores em Brasília na última semana – é do senador Randolfe Rodrigues (Rede- AP) e tem o senador Flávio Arns (Rede -PR) como relator. Segundo Arns, que não era membro da CCJ e entrou no colegiado no lugar de Randolfe só para se dedicar à relatoria da proposta, a ideia é votar o texto o quanto antes. “O fim da vigência do Fundeb é muito preocupante, pois pode gerar uma desorganização e perda de recursos aplicados na educação básica pela União. Por isso, é fundamental avançarmos com essa PEC para que possamos garantir a sua permanência e aperfeiçoar o ensino no país”, avaliou.

O senador acredita que a proposta criará um clima de mais segurança e tranquilidade para o Brasil, já que a vigência do Fundeb termina no ano que vem.

Governadores

O assunto ganhou força na última semana depois ter sido tema de conversas em Brasília entre governadores e o presidente da República, Jair Bolsonaro. Os chefes dos Executivos estaduais também tiveram audiência com o ministro da Educação, Abraham Weintraub, para tratar do assunto.

Em dificuldades financeiras, eles são unânimes em dizer que é impossível perder os recursos que começaram a ser pagos em 2007. Só no ano passado, o Fundeb realocou cerca de R$ 148 bilhões em recursos, usados para pagamento de salários e manutenção de creches e escolas. O pedido pela manutenção do Fundo é um dos seis pontos de uma carta entregue a Bolsonaro.

Fundeb

O Fundeb cobre toda a educação básica, da creche ao ensino médio, e é a principal fonte para o pagamento dos professores da rede pública em todo o país. O fundo ainda pode ser usado para a manutenção de escolas, aquisição de material didático e capacitação dos docentes, entre outras despesas.

É formado por dinheiro proveniente dos impostos e das transferências obrigatórias aos estados, Distrito Federal e municípios (fundos de participação constitucionais). Além desses recursos, a União faz aporte complementar em alguns estados o que, no ano passado, representou R$ 13 bilhões. O recurso da União é repassado quando o valor por aluno no estado não alcança o mínimo definido nacionalmente (atualmente, R$ 3.016,17 ao ano).

Em cada estado, os recursos apurados são redistribuídos conforme o número de alunos das redes de ensino estaduais e municipais. O Fundeb foi instituído pela Emenda Constitucional nº 53, de 19 de dezembro de 2006, em substituição ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef), criado em 1996.

Texto

Uma das principais diferenças entre as PECs é que a apresentada por último, pelo senador Randolfe, inclui algumas sugestões de governadores como a implementação do Custo Aluno-Qualidade Inicial (CAQi), a oferta de educação em tempo integral em no mínimo 50% das escolas públicas, a política de valorização dos profissionais da educação básica pública e a destinação de 10% do Produto Interno Bruto para a educação pública.

Esse mesmo texto estabelece ainda que a Complementação Custo Aluno-Qualidade Inicial da União ao Fundeb será de no mínimo 40%, sendo ampliada progressivamente a partir do percentual de 20% no primeiro ano de vigência do novo Fundeb. Outro ponto da proposta prevê que 75% de cada fundo seja destinado ao pagamento dos profissionais da educação básica pública em efetivo exercício, para assegurar a aplicação dos recursos dos fundos para a remuneração e valorização dos profissionais da educação.

CCJ

Segundo a presidente da CCJ, senadora Simone Tebet (MDB-MS), de maneira geral, quando não há acordo entre os autores de propostas sobre o mesmo tema, a votação de um texto não impede a de outro. “Todas podem ser votadas na CCJ”, garantiu . A partir da daí, explicou à Agência Brasil, por decisão da Mesa Diretora da Casa, podem ser apensadas em plenário. Simone, que tem por hábito fechar a pauta do colegiado às quintas-feiras pela manhã, disse que se os relatórios chegarem até lá, pode pautar o assunto para a próxima semana.

Tramitação

Se aprovados na CCJ do Senado, as PECs sobre o Fundeb seguem direto para o plenário da Casa, por onde precisam passar por outros dois turnos de votação. Vencida essa etapa as propostas seguem para deliberação da Câmara dos Deputados.

A discussão não é nova no Congresso onde pelo menos outras duas PECs sobre o assunto tramitam. Além da PEC 15/2015, da ex-deputada federal Raquel Muniz, há ainda a PEC 24/2017, da ex-senadora e atual deputada federal Lídice da Mata (BA).

 

 

agenciabrasil

 

 

30 cidades estão com agências sem operar. Secretário já apresentou propostas a Febraban

bancoOs assaltantes de banco não só levaram terror e ameaça aos paraibanos, durante o ano passado, como deixaram um rastro de transtornos para os moradores de várias cidades. Nos grandes centros, onde existem várias agências, os clientes dispõe de muitas alternativas para o serviço bancário. Mas, na maioria das cidades atacadas, a agência explodida era a única que existia e os moradores ficaram sem banco.

Somente nas regiões metropolitanas de João Pessoa e Campina Grande, 13 cidades estão nessa situação, e os clientes sendo obrigados a se deslocar para municípios vizinhos, sacrificando tempo e dinheiro de transporte, toda vez que precisar fazer uma operação financeira.

Os bancos e a Empresa de Correios e Telégrafos, que atua como correspondente bancário em vários municípios, não deram informações oficiais sobre as agências que continuam inoperantes por causa da destruição. Mas, ouvindo moradores e clientes bancários, a reportagem catalogou pelo menos 30 cidades na Paraíba com agências ou correspondentes que estão sem operação.

De acordo com os Sindicatos dos Bancários e dos trabalhadores dos Correios, mais de 150 ataques aconteceram em 2016, sendo mais de 80 explosões, 63 somente em bancos oficiais. Cidades sem serviço de correios: Alagoa Grande, Alcantil, Barra de Santa Rosa, Bayeux, Cabaceiras, Cruz das Armas (João Pessoa), Cubati, Junco do Seridó, Massaranduba, Puxinanã, Salgadinho, Santo André e Umbuzeiro.

“Já fizemos várias propostas para a Febraban, a última delas sugerindo a implantação de uma tecnologia já existente, que destrói as cédulas no momento em que o caixa é explodido. Medidas como essas iria desestimular a procura dos bandidos por esse ramo criminoso” Cláudio Lima. Secretário de Estado da Segurança.

Febraban

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Veja as propostas do governo Temer para a reforma da Previdência Social

temerO governo federal detalhou nesta terça-feira (6), em uma entrevista coletiva no Palácio do Planalto, pontos da reforma da Previdência Social enviada ao Congresso Nacional, que prevê, entre outras propostas, estabelecimento de idade mínima de 65 anos para os contribuintes reivindicarem aposentadorias.

O texto elaborado por uma equipe multiministerial do governo Michel Temer foi encaminhado na noite desta segunda-feira (5) ao parlamento. Antes de enviar o texto ao Legislativo, o presidente da República apresentou a proposta a líderes partidários do Congresso. A Proposta de Emenda à Constituição sugerida pelo Executivo foi protocolada na Câmara como PEC 287.

Além de fixar uma idade mínima de 65 anos para a aposentadoria de homens e mulheres, as novas regras, se aprovadas, irão atingir trabalhadores dos setores público e privado. De acordo com o governo, a única categoria que não será afetada pelas novas normas previdenciárias é a dos militares.

Pelas regras propostas pela gestão Temer, o trabalhador que desejar se aposentar recebendo a aposentadoria integral deverá contribuir por 49 anos.

(Correção: o G1 errou ao informar que o trabalhador deverá trabalhar por 49 anos para receber o teto do INSS. Na verdade, este tempo de contribuição é necessário para receber a aposentadoria integral, que corresponde a 100% do benefício de direito de cada trabalhador. O texto foi corrigido às 15h10)

O governo federal estima que deixará de gastar cerca de R$ 740 bilhões em 10 anos, entre 2018 e 2027, com as mudanças propostas por meio da reforma da Previdência Social. Desse valor total, as mudanças no INSS e nos benefícios por prestação continuada (BPC) representariam uma economia de R$ 678 bilhões e, nos regimes próprios, de cerca de R$ 60 bilhões.

Veja abaixo os principais pontos da reforma proposta pelo governo federal:

 (Foto: Arte/G1 ) (Foto: Arte/G1 )

(Foto: Arte/G1 )

Idade mínima
Tanto homens quanto mulheres só poderão se aposentar após completarem 65 anos incluindo professores, à exceção de militares. A reforma prevê ainda um mecanismo de ajuste automático dessa idade mínima de acordo com o aumento da chamada “sobrevida” da população brasileira.

Prazo de contribuição
O prazo mínimo de contribuição para a Previdência Social será elevado de 15 anos para 25 anos.

Pensão por morte
O valor pago à viúva ou ao viúvo passará a ser de 50% do valor do benefício recebido pelo contribuinte que morreu com um adicional de 10% para cada dependente do casal. As pensões também não serão mais vinculadas ao salário minimo.

A regra proposta pelo governo prevê, por exemplo, que uma viúva poderá receber 60% do benefício se o casal tiver um filho. O INSS pagará 100% do benefício apenas aos pensionistas que tiverem cinco filhos.

Além disso, o valor extra pago por conta do número de dependentes não será agregado à pensão no momento em que os filhos completarem 18 anos. Também não será possível acumular esse benefício com outra aposentadoria ou pensão, mas as acumulações existentes não serão revertidas.

Público e privado
As novas regras previdenciárias irão equiparar os direitos e benefícios de trabalhadores do setor privado e do público.

Regra de transição
O governo irá criar regras de transição para homens com 50 anos ou mais e para mulheres com 45 anos ou mais.

Pela regra de transição, haverá um pedágio de 50% do tempo de contribuição em relação à regra atual – que é a fórmula 85/95, que fixa a idade de acesso à aposentadoria com base na soma da idade com o tempo de contribuição (mulheres e homens, respectivamente).

Por exemplo, um homem que, atualmente, tem 52 anos de idade e 34 de contribuição terá de trabalhar por mais um ano e seis meses para se aposentar. Pelas regras atuais, ele teria de trabalhar apenas mais um ano para solicitar a aposentadoria.

A regra de transição só vale para o tempo de aposentadoria. Para o cálculo do benefício, valerá a nova regra proposta mesmo para homens acima de 50 anos e mulheres acima de 45, de acordo com a Secretaria da Previdência. A nova regra prevê que o “cálculo do benefício será feito por meio da média simples de todos os salários de contribuição”. A partir dessa média, será aplicado 51% mais 1% para cada ano de contribuição.

Militares
Os integrantes das Forças Armadas serão regidos por regras próprias de Previdência que serão determinadas futuramente por meio de um projeto de lei, que será enviado separadamente ao Congresso Nacional.

Servidores públicos
No caso dos regimes próprios dos servidores públicos, será extinta a chamada “integralidade”, ou seja, o recebimento da aposentadoria com base no salário integral do servidor, assim como também está previsto o fim da paridade (correção dos benefícios com base na regra do servidor na ativa) para homens com menos de 50 anos e para mulheres com menos de 45 anos e que ingressaram antes de 2003 no serviço público. A idade que valerá será aquela na data de promulgação da PEC – se ela for aprovada pelo Congresso Nacional. Também será vedado o acúmulo da aposentadoria com pensão por morte, por qualquer beneficiário.

Condições especiais, pessoas com deficiência e aposentadoria por incapacidade
Os trabalhadores submetidos a condições especiais de trabalho, prejudiciais à saúde, assim como as pessoas com algum tipo de deficiência, continuarão tendo “tratamento especial”, mas não poderão ser aposentar com menos de 55 anos de idade e 20 anos de tempo de contribuição.

No caso da aposentadoria por incapacidade permanente por acidentes no trabalho, a proposta do governo é de que o valor corresponda a 100% da média das remunerações.

Policiais e bombeiros
Pela reforma da Previdência, os policiais civis e federais passarão a ser submetidos à regra de idade mínima de 65 anos e de, pelo menos, 25 anos de contribuição.

Já policiais militares e bombeiros, que respondem a regras previdenciárias estaduais, não serão atingidos pela reforma previdenciária proposta pelo governo federal. Nesses casos, cada unidade da federação terá de alterar a legislação estadual para mudar as regras para PMs e bombeiros.

Trabalhadores rurais
Os trabalhadores rurais, que até agora não eram obrigados a contribuir para o INSS, terão de fazer fazer contribuições para se aposentar. A alíquota do rural será obrigatória, mas a ideia é que seja baixa. Para ser cobrada, terá de ser enviado um projeto de lei ao Congresso após a eventual promulgação da PEC da reforma da Previdência. Será provavelmente atrelada ao salário mínimo. Valerá a idade mínima dos 65 anos.

Exportações
A reforma da Previdência também prevê o fim das isenções das contribuições previdenciárias sobre as receitas das exportações – que representam uma renúncia anual de cerca de R$ 6 bilhões.

Valor do benefício e teto do INSS
Segundo o governo, não haverá aposentadoria menor do que o salário mínimo. Por outro lado, o trabalhador que desejar se aposentar recebendo o valor integral deverá contribuir por 49 anos.

Pelas simulações, se uma pessoa tem 65 anos, mas contribuiu somente por 25 anos, por exemplo, ela teria direito 76% do teto do INSS. Com 26 anos de contribuição, o trabalhador passa a ter direito a 77% do valor do teto do INSS e assim por diante até chegar aos 49 anos de contribuição – para ter direito ao teto do INSS.

Já a idade mínima para beneficiários do Benefício de Prestação Continuada (BPC) passará de 65 anos para 70 anos. Já a transição durará dez anos para a nova idade estipulada. O valor do benefício agora também passará a ser definido em lei. Atualmente, ele é baseado no salário mínimo. Segundo o governo, ainda não é possível dizer se o pagamento será corrigido pela inflação.

Estados e municípios
A reforma prevê que os estados e municípios terão de criar fundos de previdência complementar, ou poderão aderir ao fundo que já foi criado pelo governo federal, o Funpresp – com sua parcela de contribuição patrocinada pelas unidades da federação. As sanções para quem não tiver fundos de previdência complementar serão definidas na lei de responsabilidade previdenciária, que já foi anunciada pelo governo federal, mas que ainda será criada.

G1

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Norte-americanos protestam contra propostas de Donald Trump

protesto_contra_trumpMilhares de pessoas saíram às ruas em todas as grandes cidades americanas para protestar contra as propostas do presidente eleito Donald Trump, de expulsar imigrantes e banir a entrada de muçulmanos no país. Os protestos ocorreram no dia em que foi anunciado o resultado da eleição à presidência, com vitória do republicano que derrotou a candidata do Partido Democrata, Hillary Clinton. Também foram divulgados nessa quarta-feira os resultados das eleições de senadores e deputados. Os republicanos vão continuar dominando o Congresso porque elegeram a maioria de parlamentares nas duas casas.

Com o avanço da contagem de votos, os republicanos elegeram 51 senadores, contra 48 dos democratas. Na Câmara dos Deputados (também chamada de Câmara dos Representantes), os republicanos elegeram 239 deputados contra 193 representantes dos democratas. O controle simultâneo, pelo Partido Republicano, da presidência dos Estados Unidos e também das duas casas do Congresso surpreendeu não só os líderes democratas, como também muitos republicanos, e é uma situação que não se via na politica norte-americana desde 2006. Essa nova composição de poder está assustando e dividindo os líderes do Partido Democrata. Muitos consideram que os números do colégio eleitoral não representam o sentimento da população americana.

Outros, como a candidata democrata Hillary Clinton e o presidente Barack Obama, estão fazendo apelo para que todos aceitem o resultado das urnas. Ontem, Hillary  disse que o resultado causa dor, mas insistiu que os democratas devem se manifestar nas urnas. Obama vai receber Donald Trump hoje na Casa Branca para iniciar o processo de adaptação do presidente eleito, que tomará posse em 20 de janeiro de 2017. Hillary Clinton também será recebida por Obama.

Protestos

Apesar do apelo feito por Hillary e Obama, milhares de pessoas marcharam espontaneamente pelas ruas das principais cidades dos Estados Unidos para protestar. Entoando cânticos como “Trump não é meu presidente”, manifestantes levavam cartazes com palavras de ordem contra as políticas anunciadas por Trump, durante a campanha eleitoral. A maior parte dos cartazes protestava contra o anúncio de Tramp de que expulsará imigrantes ilegais e barrará a entrada de  muçulmanos em território norte-americano. As manifestações começaram em Nova York e Chicago, mas depois se espalharam por dezenas de cidades.

Agência Brasil

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UEPB conquista R$ 600 mil com aprovação de propostas extensionistas em Edital do Ministério da Educação

uepbA Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), por meio da Pró-Reitoria de Extensão (PROEX), conquistou a aprovação de duas propostas no Edital do Programa de Extensão Universitária (ProExt-2016), direcionado especificamente para ações de extensão das universidades brasileiras, através do Ministério da Educação (MEC) e da Secretaria de Educação Superior (SESu).

O resultado do Edital foi divulgado na última quarta-feira (26) pelo MEC. Este ano o Edital teve ênfase na formação dos alunos e na inclusão social. A UEPB teve dois programas aprovados com obtenção de recursos e outros cinco programas e nove projetos, também classificados, mas não contemplados com recursos.

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Com a aprovação das propostas, a UEPB conquistou R$ 600 mil  para execução das atividades de extensão, Os recursos serão repassados pela SESu para a Universidade. Em concorrência ainda maior do que nos anos anteriores, as propostas passaram por seleção interna (na Universidade) e por avaliação em nível nacional (por Comitê Técnico Multidisciplinar/MEC).

Este ano, a Pró-Reitoria de Extensão da UEPB enviou 20 propostas para concorrer ao Edital, entre programas e projetos. Foram aprovados com nota 96.5 e 99, respectivamente, o projeto “Proposições de Reconhecimento do Patrimônio Cultural, a partir de ações educativas em cidades da Paraíba”, coordenado pela professora Luíra Freire Monteiro, do Departamento de História do Câmpus I, e “Educação Ambiental no Parque Estadual Pedra da Boca: uma proposta de implantação da Estratégia Nacional de Comunicação e Educação Ambiental (ENCEA)”, coordenado pela professora Alessandra Gomes Brandão, do Centro de Ciências, Tecnologia e Saúde (CCTS), do Câmpus de Araruna.

Também foram aprovados, mas sem obtenção de recursos, as seguintes propostas: “Núcleo Universitário de Biossegurança em Saúde (NUBS), encaminhado pela professora Criseuda Maria Benício Barros; “Uso de Realidade Aumentada e QR Code no apoio a visitação de Museus de Arte, coordenado pelo professor Daniel Sherer; “Programa Todxs Juntxs Somos Fortes II: pela formação e multiplicação de defensores de direitos humanos da LGBTTIs no interior da Paraíba”, coordenado pela professora Jussara Carneiro Costa; “Programa de Apoio à Formação e ao Ensino no Município de Campina Grande, apresentado pelo professor Osmundo Rocha Claudino; “Programa Receita para a Cidadania e Desenvolvimento” coordenado pelo professor Francisco Leite Duarte; “Proposição de Sustentabilidade Socioambiental em Escolas Públicas de Patos a partir da Coleta Seletiva e Reciclagem de Óleo de Frutas”, coordenado pelo professor Ilauro de Souza Lima.

E, ainda, “Pnaic: ação pedagógica em uma escola de Campina Grande com base no Ideb 2013”, da professora Fabíola Mônica;  “Implantação de uma farmácia viva”, coordenado pela professora Ana Claudia Dantas; “Comunidade como espaço da promoção de saúde e de inclusão social de adolescentes”, de autoria de Jadcley Rodrigues Vieira; “Núcleo de Incubação de Empreendimentos Sócio-Econômicos Solidários e Tecnologia Social da UEPB, da professora Walescka Silveira; “Monitoramento da Violência do gênero na Paraíba” coordenado pelo professor José Luciano Albino Barbosa; “O Ensino da Suavidade (Judô), para crianças e adolescentes com pais privados de liberdade”, do professor Mario César Soares Xavier; “Robótica: desenvolvimento de nateriais para uso educacional”, de David Maria de Oliveira; “Educação Sanitária e Ambiental como Ferramenta de  Conscientização para o Acondicionamento dos Resíduos Domiciliares no Município de Juazeirinho”, da professora Celeide Maria Belmont; e “Observatório da Transparência Pública Documental”, coordenado pelo professor Henrique Elias Cabral.

O pró-reitor de Extensão da UEPB, professor José Pereira, destacou a qualidade das propostas encaminhadas pela Instituição e disse que a Universidade avança a cada ano no campo da extensão. Ele lembrou que os coordenadores das propostas aprovadas com recursos devem procurar a PROEX, para receberem orientações sobre encaminhamentos relativos às propostas aprovadas. Ele ressaltou que os novos recursos federais conquistados representam para a Instituição um suporte para execução de ações de extensão a partir de 2016.

Assessoria

 

UFCG rejeita propostas do governo federal e decide manter greve na Paraíba

Divulgação/Adufcg
Divulgação/Adufcg

Os professores da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) decidiram manter a greve que começou em 25 de junho. A negociação ocorreu nesta quinta-feira (30), durante assembleia no Centro de Extensão José Farias da Nóbrega, em Campina Grande, e nos campi de Cuité, Sumé e Pombal.

A Associação dos Docentes da UFCG (Adufcg) informou que o governo ofereceu um percentual de 21,3%, parcelado em quatro anos: 5,5% em 2016; 5% em 2017; 4,75% em 2018 e 4,5%, em 2019. A proposta do governo federal foi rejeitada por duas vezes pelo Fórum dos Servidores Públicos Federais, que reúne 23 categorias, e também de forma unânime na assembleia realizada nesta quinta.

O Ministério da Educação disse em 17 de julho que as universidades federais da Paraíba têm novos salários, mas acompanha a situação para chegar a um acordo.

Todas as instituições federais de ensino superior da Paraíba estão em greve.

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