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Vítima de injúria racial em agência bancária de João Pessoa diz que vai processar agressora: “quero ver ela provar que sou bandido”

O caso de injúria racial que chocou a todos na manhã desta quarta-feira (14) ganhou um novo episódio. A vítima, o trabalhador Daniel de Lima gravou um vídeo em que relata a agressão e fala das providências que tomou após a cena explícita de injúria racial, ocorrida dentro da agência do Banco do Brasil Tambaú, em João Pessoa.

No vídeo em que o ClickPB teve acesso, Daniel relata que estava no local para fazer um depósito e se deparou com a mulher questionando um dos funcionários do banco, após visualizar um cartaz de publicidade da empresa. “Ela abordou um funcionário do banco perguntando o porque de um negro fazendo a propaganda. Aí eu perguntei, não entendi senhora, e ela começou a me chamar de negro bandido, ladrão e outras coisas mais. Fico muito triste por ela”, relatou.

Daniel ainda explicou que já fez todos os procedimentos legais, “quero ver ela provar que sou bandido”, criticou.

A mulher poderá responder por injúria racial e difamação. O crime de injúria racial está previsto no artigo 140, parágrafo 3º do Código Penal e ocorre quando o autor ofende a dignidade ou o decoro utilizando elementos de ‘raça’, cor, etnia, religião, condições de pessoas idosas e portadores de deficiência.

O episódio chamou atenção de clientes que acionaram a polícia. No local, a mulher permaneceu ofendendo Daniel e os demais clientes do local.

clickpb

 

Paraibano decide processar banco após receber R$ 153 milhões em sua conta

DinheiroUm paraibano que está morando na região sudeste do país, de nome não revelado, teria recebido a quantia de R$ 153 milhões por engano em sua conta corrente. De acordo com informações do site Taperoá.com, o homem, que é natural do município localizado no Agreste do Estado, teria processado a agência bancária no qual é correntista pelo equívoco.

Ainda de acordo com o site, o correntista decidiu processar o banco após ouvir a insinuação de que ele teria realizado uma transação ilícita, depois que a generosa quantia apareceu na sua conta.

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Após perceber o depósito milionário na conta do rapaz, o banco estranhou e teria alertado à Polícia Federal sobre o episódio, que ao investigar o paraibano teria constatado que ele não tem culpa alguma sobre o aparecimento do valor em sua conta.

WSCOM Online

Árbitro do Majestoso irá processar Ganso por acusação de roubo

Ganso está fora da partida de sábado, no Morumbi  (Foto: site oficial / saopaulofc.net)
Ganso está fora da partida de sábado, no Morumbi
(Foto: site oficial / saopaulofc.net)

Aquilo não foi erro, foi roubo. Se fosse o Serginho Chulapa, ia no vestiário bater nele. Mas como isso não pode mais no futebol, o que o juiz fez foi palhaçada mesmo.

A declaração calorosa de Paulo Henrique Ganso após a derrota do São Paulo por 2 a 0 para o Corinthians, pela Libertadores, deverá render um processo contra o jogador. A acusação de roubo indignou o árbitro Ricardo Marques Ribeiro que deverá processar o meio-campista. Na ação, Ribeiro pedirá reparação de danos morais ao atleta tricolor.

Ganso se referia ao lance do segundo gol corintiano, quando o atacante Sheik teria feito falta sobre o lateral-direito Bruno. Tanto o árbitro, quanto o bandeirinha nada assinalaram e o Corinthians marcou após rápido contra-ataque.

Para piorar, Serginho Chulapa se manifestou nesta quinta-feira (19) em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo e falou sobre a polêmica acusação.

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— Ele foi mal nessa. Foi infeliz. Ele quis justificar o fracasso diante do Corinthians culpando a arbitragem e acabou até me citando. Eu não gostei. Acabou me usando como exemplo para uma situação negativa.

Paulo Henrique Ganso também terá que se explicar na Justiça desportiva e poderá ser suspenso na Libertadores.

R7

Rachel Sheherazade irá processar filósofo de Universidade do Rio por difamação; saiba mais

rachelConhecida por suas polêmicas opiniões no “SBT Brasil”, principal jornal da emissora de Silvio Santos, a jornalista Rachel Sheherazade causou polêmica também no Twitter, no início da madrugada desta sexta (27).

Ela denunciou um post do filósofo da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Paulo Ghiraldelli, que teria escrito: “MEUS VOTOS PARA 2014: que a Rachel Sherazedo seja estuprada” e “Votos para 2014: que Rachel Sherazedo abrace bem forte, depois de ser estuprada, um tamanduá”.

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Sheherazade, ao ver a declaração através de um print tirado por um amigo seu, se revoltou e anunciou o processo: “Trágico é que as pessoas como o sr. Paulo Ghiraldelli, que se intitulam ‘filósofo’ perderam o medo de revelar em público o que têm de pior”.

Paulo tentou se desculpar, argumentando que teria sido hackeado e que tal publicação não seria sua. Porém, segundo apuração do NaTelinha, o professor publicou outras duas mensagens com conteúdo semelhante, usando o mesmo termo para definir Rachel: “Sherazedo”, em março e em outubro.

Paulo, através do Twitter, tentou se explicar para a jornalista: “TODOS QUE ESCREVEM PUBLICAMENTE como eu tem responsabilidades pelos seus nomes: por isso, inocente, peço desculpas. Achei uma graça alguns me chamarem de covarde por eu pedir desculpas para a Rachel Sheherazade. EU NÃO ACHO correto o conteúdo dos posts”.

Não é o primeiro problema do professor que se torna público: no mês passado, alunos da UFRRJ fizeram um protesto durante um seminário de filosofia, acusando o professor de perseguição, preconceito contra homossexuais e assédio moral. Os alunos gritaram palavras de ordem, como “Professor abusa, descrimina, dá risada, e a Universidade fica calada!”. Na época, ele negou todas as acusações. Em virtude da repercussão negativa das ofensas à Sheherazade, Paulo excluiu sua conta no Facebook. O NaTelinha tentou entrar em contato com o filósofo Paulo Ghiraldelli para que ele desse sua versão da história, mas ele não respondeu, até o fechamento desta matéria.

Confira uma outra matéria sobre o assunto que saiu na Revista Veja clicando aqui

pb agora com Natelinha e Veja

Promotor ameaça processar editor de jornal camaronês caso ele não revele suas fontes

Um promotor público em Camarões ameaçou apresentar queixa por difamação contra um editor caso ele não revele as fontes utilizadas para produzir uma série de artigos. O Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) divulgou nota apelando às autoridades africanas para cessarem imediatamente o assédio contra o editor Arão Kah e deixar que ele informe livremente.
Na última sexta-feira (7/12), a polícia prendeu Kah, editor do recém-lançado jornal Kilum 24, após uma instituição missionária de saúde apresentar uma queixa contra ele. A denúncia foi baseada em artigos publicados pelo jornalista, que questionou a contratação de pessoal e práticas de gestão do Conselho de Administração, segundo jornais locais.[bb]
Kah, que foi libertado sob fiança na última segunda (10/12), disse ao CPJ que foi convocado duas vezes pelo procurador da República, que exigiu que ele revelasse suas fontes para as histórias. Como o jornalista se recusou, o Ministério Público comunicou que ele tinha até 28 de dezembro para revelar suas fontes, caso contrário seria novamente preso e acusado de difamação.
“Nós condenamos a intimidação, a prisão e ameaça de processo criminal contra Aaron Kah como forma de forçá-lo a revelar suas fontes de informação”, disse Mohamed Keita, Coordenador de Advocacia do CPJ na África.
Portal IMPRENSA