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Recuperados da Covid-19 podem ter problemas de audição e tontura, diz pesquisa da UFPB

Dados preliminares de pesquisa da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) indicam que recuperados da Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus, podem apresentar zumbido, ouvido abafado, tontura e desequilíbrio, além de diminuição do olfato, cefaleia e alterações musculares.

O estudo, realizado por meio de questionário virtual, em todo o território brasileiro, é desenvolvido pelos pesquisadores Hionara Barboza e Rubens Jonatha, sob orientação das professoras Ana Loísa Araújo e Marine Rosa, do curso de Fonoaudiologia da UFPB.

Segundo Marine Rosa, a pesquisa tem o objetivo de investigar a ocorrência de sinais e sintomas auditivos e vestibulares em pacientes recuperados da Covid-19. Além disso, correlacioná-los à gravidade das manifestações da infecção, presença de comorbidades anteriores ao período de recuperação, tratamento farmacológico administrado, idade e gênero dos pacientes.

“Além do contexto de infecções virais serem danosas para a estrutura do ouvido interno, vias auditivas e vestibulares retrococleares, o uso de medicamentos ototóxicos, ou seja, tóxicos para essa região do corpo humano, podem potencializar a ocorrência da perda auditiva e/ou alterações vestibulares. Alguns desses medicamentos são utilizados no tratamento dos sintomas da Covid-19, como antimaláricos, antibióticos, antivirais, entre outros”, explica a professora da UFPB.

De acordo com Marine Rosa, com os dados da pesquisa, haverá a possibilidade de identificar e direcionar ações preventivas, diagnósticas e de reabilitação auditiva, favorecendo a assistência personalizada, precisa, preventiva e pervasiva à saúde da população.

“Com poucos dias de coleta, já recebemos um bom feedback da amostra que participou do estudo, até o presente momento. Almejamos pelo menos 150 participantes para darmos início à análise dos dados e prepará-los para publicação. Nosso intuito é desenvolver e direcionar ações de prevenção, diagnóstico e reabilitação audiológica para esta população”, reforça a docente da UFPB.

 

portalcorreio

 

 

Reforma tributária deve acabar com problemas do atual sistema que afetam todos os entes federados, defendem parlamentares

A reforma tributária voltou a ser debatida nesta quinta-feira (25). Desta vez, o tema foi abordado durante encontro realizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e pela Federação Brasileira de Bancos (FEBRABAN). O foco das discussões foi sobre a visão municipalista acerca das mudanças sugeridas para um novo modelo de arrecadação de impostos no Brasil.

A reunião contou com a participação da senadora Simone Tebet (MDB-MS) que, na ocasião, afirmou que, principalmente por causa da pandemia, a reforma tributária se faz ainda mais necessária. Segundo a parlamentar, o País precisa de um novo modelo que corrija distorções, como instabilidade no ambiente de negócios, insegurança jurídica e injustiça tributária.

“Para efeitos de reforma tributária, o Brasil não é um país, mas sim um verdadeiro continente com diversas e mais variadas complexidades e interesses. Nós temos, praticamente, no mínimo, “dois Brasis”. O Brasil do Norte, Nordeste e Centro-Oeste, menos desenvolvidos, portanto mais carente e mais necessitado de políticas públicas do Governo Federal; e temos o Brasil do Sul e Sudeste”, pontuou a congressista.

A senadora também levantou questionamentos sobre o que propõe o governo em relação ao texto de reforma tributária apresentado pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, ao Congresso Nacional. Tebet acredita que os municípios deveriam estar presentes na proposta, já que a reforma, na avaliação dela, precisa ser ampla.

A matéria em questão é o PL 3887/20, que versa apenas sobre a unificação do PIS com a Cofins para a criação da Contribuição Social sobre Movimentação de Bens e Serviços (CBS). Como a atualização do sistema tributário precisa beneficiar os estados, a maioria dos congressistas defendem uma reforma mais ampla, que também inclua o ICMS, por exemplo. É o caso do deputado João Roma (Republicanos-BA), que também participou do encontro desta quinta.

“A percepção geral é de que uma reforma sistêmica, como essa, não dá para vir em pedaços, porque, obviamente, qualquer tecla que se mova nesse quesito tributário você afetará outros aspectos. Como há uma correlação e o assunto é sistêmico, é muito importante que a gente busque fazer isso de uma maneira mais ampla, de uma maneira mais completa. Se não houver o equilíbrio de todos esses componentes, dificilmente teremos harmonia e entendimento no Congresso Nacional para que se aprove algo nesse sentido”, defendeu João Roma.

O deputado também afirmou que a reforma deve seguir no sentido de simplificar o sistema de arrecadação de impostos no Brasil. Além disso, apesar de entender que há uma necessidade de o país também reduzir a carca tributária, por ser uma das mais altas do mundo, o parlamentar acredita que essa medida precisa ser feita em outro momento, mais apropriado.

Complexidade do atual sistema

Parte do preço de qualquer produto é formado por impostos. Isso ocorre com mercadorias comercializadas em todo o mundo. No Brasil, o problema está relacionado à forma como esses tributos são arrecadados. Segundo o advogado tributarista Eduardo Salusse, o atual sistema dificulta o crescimento da economia nacional.

“Esse sistema complexo, com benefícios fiscais, multiplicidade de impostos, de alíquotas e com legislação que muda a todo tempo, faz com que o ambiente de negócios seja completamente negativo”, avalia o especialista.

Enquanto nos países mais desenvolvidos é cobrado apenas um único imposto, no Brasil são cobrados pelo menos cinco diferentes, recolhidos por órgãos distintos e respeitando legislações divergentes de cada estado e municípios brasileiros.

Fonte: Brasil 61

 

 

Após arrecadar R$ 40 milhões e enfrentar problemas na transmissão, Flamengo libera jogo e reembolsará quem pagou para ver jogo com Volta Redonda pela internet

Após a revolta de torcedores do Flamengo, por não conseguirem comprar o ingresso virtual pela plataforma de streaming MyCujoo, time decidiu liberar a transmissão da partida com o Volta Redonda, pela semifinal da Taça Rio, gratuitamente pelo seu canal no Youtube, a FlaTV. O clube havia arrecadado quase R$ 40 milhões, ou seja, 4 milhões de pessoas já havia pago para ter acesso ao jogo.

O clube havia anunciado o valor de R$ 10 para o usuário ter acesso ao jogo em casa. A partida aconteceu no Estádio Maracanã, no Rio de Janeiro. Muitos rubro-negros não conseguiram comprar o bilhete por problemas na plataforma. Minutos antes do início da partida, o clube decidiu liberar a transmissão para todos os torcedores e reembolsar o valor pago.

Com esse dinheiro de R$ 40 milhões, o Flamengo ultrapassava, em duas vezes, o pagamento pela TV Globo, para a transmissão de dois campeonatos cariocas. A emissora pagava ao Flamengo R$ 17 milhões pelos direitos de transmissão. Flamengo tem a melhor campanha e é o campeão da Taça Guanabara.

 

clickpb

 

 

MPF aciona Governo Federal para que resolva problemas com auxílio emergencial

União, Dataprev e Caixa Econômica Federal foram acionados na Justiça para que sejam claros aos solicitantes sobre razões do indeferimento do auxílio emergencial, alvo de vários problemas por parte de quem busca o benefício. A ação civil pública foi movida pelo Ministério Público Federal (MPF) e pela Defensoria Pública da União (DPU).

A ação pede que os resopnsáveis corrijam a falha sistêmica que bloqueia o cadastro de CPF de membros da mesma família; informem ao requerente as razões do indeferimento, também de forma clara e transparente, indicando, especificamente, em qual dado está o erro encontrado pelo sistema; e ofereçam a possibilidade de recorrer ou contestar a negativa ao auxílio.

Entre os problemas, MPF e DPU apontam a impossibilidade de contestar ou recorrer da conclusão da análise do pedido de auxílio emergencial, quando a negativa do benefício decorre de fatos que não correspondem à realidade. Na análise que o MPF e a DPU fizeram das centenas de demandas que já chegaram aos dois órgãos, verificou-se que a Dataprev e a Caixa rejeitam automaticamente os pedidos de auxílio sem antes permitir que requerentes contestem a negativa “pautada em informações inverídicas ou desatualizadas”, situação que viola o direito à ampla defesa no processo legal.

A ação ressalta o caráter de pagamento do auxílio emergencial como uma política pública que, neste momento de colapso sanitário, social e econômico, é indispensável à sobrevivência de milhões de famílias no Brasil. Assim, a falta de clareza do processo de análise dos pedidos dirigidos à Administração, o não funcionamento a contento dos canais de orientação aos cidadãos e as falhas repetitivas no sistema informatizado de requerimentos (site e aplicativo), “causam um inexorável abalo psíquico nos afetados, além de reduzi-los à condição de cidadãos de segunda categoria, abandonando-os à própria sorte num contexto de pandemia e isolamento social”, afirma o documento protocolizado na Justiça Federal.

Acesso à internet

Conforme pesquisa divulgada nessa terça-feira (26), 20 milhões de domicílios brasileiros não dispõem de qualquer conexão à internet, número que representa 28% dos domicílios do país. A pesquisa TIC Domicílios 2019, feita pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), mostra que 47 milhões de brasileiros estão desconectados. A falta de acesso à internet é mais um problema para quem precisa do benefício.

“A desigualdade é evidenciada no estudo de 2019, feito entre outubro e março, antes do impacto da pandemia da Covid-19. No caso das classes C, D e E, muitos têm o acesso à internet no celular, mas não têm habilidade para acessar um aplicativo do governo, como aconteceu, agora, com o auxílio emergencial”, afirmou Alexandre Barbosa, gerente do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br) do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br).

Os órgãos da força-tarefa ainda argumentam que mesmo que a Dataprev, empresa pública responsável processamento de dados, tenha disponibilizado endereço eletrônico para consulta individual sobre os motivos e tratamento dado à solicitação, bem como quais os eventuais motivos para sua negativa, “é preciso sopesar que, no mínimo, não há a devida publicidade às bases de dados e informações que deram ensejo às negativas genéricas de ‘cidadão ou membros da família já receberam o auxílio emergencial’, ‘dados inconclusivos’ ou ‘dados incompatíveis’”, pontuam.

Desbloqueio de CPF

Na ação, a força-tarefa solicita que a Justiça determine à Dataprev, Caixa e União que em caso de novo requerimento após o primeiro ter sido negado por “dados inconclusivos” ou “dados incompatíveis”, seja corrigida a falha sistêmica que bloqueia o cadastro de CPF de membros da família, deixando de acusar o bloqueio de CPF desses membros e permitindo a nova indicação, pelo requerente, do CPF de membros de sua família na composição familiar, permitindo que seja processada a análise do novo pedido com base nessas informações.

Caso eventual indeferimento tenha ocorrido porque algum CPF já teria sido utilizado na composição familiar de outro requerente com auxílio deferido, ou porque o CPF já tinha sido incluído em família que já recebeu duas cotas do auxílio emergencial, pede-se que a Justiça determine que seja informada ao requerente qual a composição familiar em que o CPF do membro da família do requerente foi incluída, o nome do solicitante que deve o auxílio deferido anteriormente, com base nessa informação, e quantas cotas do auxílio esse membro/família recebeu.

Denúncias

A Controladoria-Geral da União (CGU) disponibiliza um endereço eletrônico para registrar denúncias e reclamações referentes ao pagamento do auxílio emergencial. Acesse aqui.

 

portalcorreio

 

 

Derrotando os vícios — Quanto mais perto de Jesus, mais longe dos problemas!

É desde cedo que se aprende como é ingrato o destino que as drogas e o álcool apresentam às criaturas. Não arruína apenas a vida do usuário, mas a de toda a família. A ilusória sensação de bem-estar e de euforia fica tragicamente evidenciada pela progressiva degradação da Alma e do corpo dos dependentes.

As lamentáveis consequências do consumo dessas substâncias saltam aos olhos de todos. Basta ver quantas vítimas no trânsito, a infelicidade no seio das famílias, os altíssimos custos acarretados ao sistema de saúde… Apenas para citar o álcool, segundo o Ministério da Saúde, estima-se um número de dependentes entre 10% e 15% da população mundial.

Pari passu com as políticas públicas e os cuidados médicos aos usuários em sua luta contra a dependência química, não se pode deixar de lado a devida valorização da família. É nela que se encontra a solução de muitos problemas que hoje afligem a humanidade.

Nas passeatas e panfletagens, em conferências, no rádio, na TV e na internet, orientamos pais, responsáveis sobre a indispensável atenção que se deve ter com o cotidiano dos jovens, suas amizades, dúvidas, ambientes que frequentam… Além disso, ressaltamos que é essencial a presença da Espiritualidade Ecumênica no diálogo em família.

As iniciativas que têm por finalidade tratar humanamente dos que caíram nas armadilhas do vício ou preveni-lo merecem todo apoio e incentivo. Lutar contra o que faz mal às pessoas é também legítimo auxílio. A Caridade não é cativa da restritíssima acepção a que alguns a querem condenar. Consiste na mais elevada política. Ilumina o Espírito do cidadão. Ela inflama a coragem da gente. Por que perder a esperança? A primeira vítima do desespero é o desesperado.

Respeito à Vida

Os problemas têm solução quando os seres humanos realmente se dispõem a resolvê-los. É uma questão de respeito ao divino privilégio de existir. Por isso, aqui se encaixa como uma luva este pensamento de Henry Ford (1863-1947), que, certa vez, definiu a Boa Vontade como a maior força da Vida: “Os tempos de riqueza não nascem por acaso. Surgem como resultado de muito esforço e pertinácia”.

Eis uma consciência imprescindível em qualquer frente de trabalho. Esse mesmo empenho devemos empregar no combate às drogas que infelicitam tantas famílias e na devida reabilitação dos seus usuários. O crack, o álcool, o tabaco — só para citar alguns vícios — são, portanto, lamentáveis armagedons a ser superados.

Blindar a Alma

O ilustre Espírito dr. Adolfo Bezerra de Menezes Cavalcanti (1831-1900), que foi prefeito da cidade do Rio de Janeiro no tempo do Império, numa mensagem por intermédio do sensitivo Chico Periotto, deu ênfase ao nosso tema. Peço-lhes a atenção para suas sábias palavras: “Não deixem vícios humanos atingirem seus Espíritos nem suas famílias, principalmente esses vícios que são fartamente divulgados nas mídias. Desde um simples cigarro, aparentemente inofensivo, às drogas, às bebidas alcoólicas. Blindem, blindem suas Almas. O corpo, o vaso físico que todos receberam na encarnação presente, é instrumento de Deus emprestado.

Jesus, o Pastor Zeloso, não abandona ninguém

Jesus, o Pastor Zeloso, cuida das ovelhas com a Sua própria vida e as educa com o Conhecimento além do conhecimento para toda a Eternidade. Na Parábola da Ovelha Perdida, constante do Seu Santo Evangelho, segundo Lucas, 15:4 a 7, o Divino Mestre ratifica Sua inestimável dedicação aos Filhos do Pai Excelso:

“4 Qual, dentre vós, é o homem que, tendo cem ovelhas e perdendo uma delas, não deixa no deserto as noventa e nove e vai em busca da que se perdeu, até encontrá-la?

“5 Achando-a, põe-na sobre os ombros, cheio de júbilo.

“6 E, indo para casa, reúne os amigos e vizinhos, dizendo-lhes: Alegrai-vos comigo, porque já achei a minha ovelha perdida.

“7 Digo-vos Eu que, assim, haverá maior júbilo no Céu por um pecador que se arrepende do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento”.

Não se deve desistir das pessoas que se ama, mesmo as que, por um motivo ou outro, se deixe de amar ou que nunca se amou. Na verdade, não se deve jamais desamparar a criatura humana, porque, no fundo, formamos a Imensa Família de Deus. Aprendamos com Jesus, que é o Grande Amigo que não abandona amigo no meio do caminho. Portanto, vai buscar a ovelha perdida onde quer que se encontre.

Perto de Jesus, longe dos problemas

Digo sempre aos jovens na LBV: quanto mais perto de Jesus, mais longe dos problemas!

No Evangelho do Cristo Ecumênico, o Divino Estadista, encontramos excelentes diretrizes do comportamento ideal para a vivência em sociedade, tendo o bom senso como guia de todas as horas.

 

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.

paivanetto@lbv.org.br — www.boavontade.com

 

Auditorias regionalizadas facilitam ações do TCE nos municípios e apontam problemas em cada região

Responsável pelo Controle Externo da Administração Pública estadual, o Tribunal de Contas da Paraíba (TCE-PB) tem cumprido sua missão constitucional, não só na condição de órgão orientador e julgador das contas anuais dos gestores municipais, mas também como indutor do desenvolvimento regional. Essa realidade avança na atual gestão do conselheiro Arnóbio Alves Viana, que, logo após sua posse no início do ano, priorizou o Programa de Auditorias Regionalizadas.

Com essa nova sistemática, a Paraíba foi dividida em 10 regiões envolvendo os 223 municípios do Estado, distribuídas por sorteio para os relatores, que são os conselheiros. Eles ficarão responsáveis pelos agrupamentos de processos da região, referentes a cada municipalidade durante o biênio 2019/2020.

A idéia das auditorias regionalizadas, segundo o conselheiro Arnóbio Alves Viana, presidente do TCE, facilita o trabalho de acompanhamento da Corte de Contas, não só no que se refere à fiscalização, mas também busca detectar os problemas regionais, que em muitas vezes atingem vários municípios. “Os relatores dos processos e a própria Auditoria terão acesso a situações que abrangem toda a região” frisou ele.

O conselheiro explica ainda que o propósito das Auditorias Regionalizadas possibilita a cada relator e sua equipe própria de auditores fazer o exame das contas de determinado bloco de prefeituras, incluídas nas dez regiões do Estado, ou seja, cada equipe da Auditoria terá conhecimento mais detalhado e imediato dos problemas que neste setor afetam os municípios da região sob seus cuidados.

Essa realidade permite, durante o acompanhamento da gestão, ações mais rápidas e racionais. O trabalho do Tribunal ganha decorre com mais agilidade, beneficiado também com os painéis eletrônicos criados pelo TCE para identificar questões referentes à evolução das despesas, das despesas, quadro de pessoal, obras públicas, preços de combustíveis e transparência.

O último painel de acompanhamento da gestão lançado pelo TCE trás informações minuciosas, região por região, sobre dados populacionais, despesas com medicamentos, número de hospitais, postos, equipamentos, quadro de médicos e demais setores da área de saúde. ( AQUI )  “A iniciativa acarreta a celeridade processual. As informações já estão regionalmente disponibilizadas, além de beneficiar a sociedade desejosa da pronta interveniência do Tribunal, sempre que for necessário”, observa o conselheiro Arnóbio Viana.

 

 

 Ascom/TCE-PB

 

 

Tragédia em Cacimba de Dentro: filho com problemas psiquiátricos mata a mãe à facadas

Por volta das 8 horas da manhã desta quinta-feira (11), um filho com problemas psiquiátricos teria matado a própria mãe, em Cacimba de Dentro, no Agreste da Paraíba.

Ainda de acordo com informações de testemunhas, alguns dias atrás o suspeito encontrava-se desaparecido, buscas foram feitas e ele foi encontrado em Barra de Santa Rosa.

O homem teria sido levado até uma unidade hospitalar, onde foi avaliado por uma equipe médica e em seguida entregue à sua mãe. Porém, na data de hoje ele teria cometido o crime.

A polícia foi acionada e ao chegar no local constatou a tragédia. Dezenas de curiosos estão aglomerados em frente da residência da vítima, enquanto se aguarda a chegada da perícia para os procedimentos.

 

portal25horas

 

 

Berg Lima alega problemas de saúde e falta à audiência

O prefeito de Bayeux, Gutemberg de Lima Davi, mais conhecido por Berg Lima, não compareceu à audiência de interrogatório que havia sido designada pelo desembargador João Benedito da Silva para esta segunda-feira (20), às 14h30, na Câmara Criminal do Tribunal de Justiça da Paraíba, a fim de ser ouvido no caso em que é acusado do recebimento de propina. O advogado Inácio Queiroz, que atua na defesa do gestor, requereu a remarcação da audiência, tendo em vista que o seu constituinte se encontra acometido de doença, que será devidamente comprovada com a juntada de atestado médico.

O desembargador João Benedito ouviu o representante do Ministério Público estadual,  promotor de Justiça Rafael Lima Linhares, que se manifestou pelo deferimento do pedido, com a condição de que fosse apresentado o atestado médico. O relator do processo acompanhou o parecer oral do MP e deferiu o pedido formulado pelo advogado. Com isso, a audiência foi redesignada para o dia 29 de maio, às 14h, na Câmara Criminal do TJPB. No mesmo dia, será ouvida, também, a testemunha Caio Cabral de Araújo.

Berg Lima é acusado do recebimento de propina das mãos do empresário João Paulino de Assis, proprietário da empresa Sal & Pedra Receptivo. De acordo com a denúncia do MP, a propina teria sido paga em três ocasiões distintas, nos valores de R$ 5 mil, R$ 3 mil e R$ 3,5 mil, respectivamente, totalizando R$ 11,5 mil. Os valores foram entregues pessoalmente ao gestor municipal, como condição para que a Prefeitura Municipal de Bayeux pagasse parte da dívida que tinha com a empresa.

Na época, Berg Lima foi preso em flagrante, em uma ação conjunta do Ministério Público, através do Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco) e da Polícia Civil, após a divulgação de um vídeo. Em julho de 2017, foi determinado o afastamento cautelar do gestor. Ele só retornou ao cargo de prefeito em dezembro de 2018.

 

TJPB

 

 

Chocolate em excesso pode provocar problemas de ordem psicológica, alerta especialista

Dizer que a época mais doce do ano acaba de bater à porta de muitos brasileiros é verdade. Afinal, o Brasil é um país rico na tradição do consumo de chocolate nesse período de Páscoa. O que ocorre também é que para algumas pessoas essa fase doce dura o ano inteiro e, quando isso ocorre, é preciso estar atento aos sinais que podem indicar que o indivíduo seja um chocólatra, o que, de acordo com a psicóloga do Hapvida em João Pessoa, Danielle Azevedo, o sujeito que se caracteriza como tal pode ser considerado “um consumidor compulsivo do chocolate, como o próprio nome já sugere”.

A psicóloga explica que indivíduos que comem chocolate frequentemente não são necessariamente pessoas que precisam de tratamento. O alerta vai para quem extrapola no consumo. “Minha preocupação é com quem come o chocolate de forma excessiva, pois nenhum tipo de excesso na vida é saudável. Além disso, há ainda as questões relacionadas às consequências do uso do açúcar ou do cacau indevidamente. Ressaltamos o aumento de peso, distúrbios endócrinos inclusive e as consequências emocionais podem repercutir negativamente no paciente”, ressalta.

O chocólatra propriamente dito, na maioria dos casos vai buscar substituir uma refeição pelo chocolate. “Por mais irreal que isso possa parecer esses casos existem e é preciso um acompanhamento especializado porque trata-se de uma dependência de ordem psicológica que afeta a vida do indivíduo e saúde como um todo”, alerta a psicóloga.

Apesar de algumas pessoas serem chocólatras, a especialista esclarece que o vício em chocolate não pode ser visto como o vício de drogas ou álcool, por exemplo, pois não há abstinência química, é apenas psicológica. “O que na verdade prejudica a pessoa que é chocólatra não é o chocolate em si, mas a dependência adquirida com a sensação de bem estar, euforia e excitação trazida pela substância que é liberada no sistema nervoso central, o precursor da serotonina,  fazendo com que quem se acostumou com a sensação sinta um incômodo ao ficar sem a sensação causada pelo consumo do chocolate”, explica.

A psicóloga deixa o alerta. “Chocolate é bom? É! Mas o consumo deve ser sempre feito de forma consciente e saudável para que o momento em que se prova um pedaço seja um tempo de prazer e satisfação momentânea e não de dependência. A dica é comer com responsabilidade e aproveitar essa época tão doce com sabedoria e bastante saúde”, conclui.

 

Assessoria de Imprensa

 

 

Ginecologista alerta para os problemas da Diabetes Gestacional

Há riscos de partos prematuros, ruptura da bolsa e até de morte súbita

A diabetes gestacional é um distúrbio caracterizado pelo aumento do nível de açúcar no sangue nas grávidas e que pode levar a futuros problemas de saúde, tanto para a mãe, quanto para o bebê.

Um estudo realizado recentemente nos Estados Unidos com mais de 21 mil gestantes revelou que o consumo excessivo de batatas, antes da gravidez, pode ser um dos fatores que aumentam o risco das mulheres desenvolverem a diabetes gestacional.

O ginecologista e obstetra Dr. Domingos Mantelli, reforça que a diabetes gestacional geralmente ocorre em grávidas que têm tendência de desenvolver a doença, isto é, mulheres que já eram diabéticas ou que tiveram resistência periférica aumentada por conta da ação da insulina. “Durante a gestação a placenta produz um hormônio chamado Lactogênico Placentário, substância que faz com que aumente o risco de diabetes gestacional”, revela o médico.

O diagnóstico é feito por meio de dosagem de glicemia de jejum, além do teste oral de tolerância à glicose (TOTG), exame que mede a curva glicêmica da paciente.

Além de aumentar o peso do bebê, a diabetes faz com que uma quantidade maior de glicose fique no sangue da mãe e, consequentemente, obriga o pâncreas do bebê a produzir mais insulina para poder queimar essa glicose. Todavia, mesmo com o ganho de peso, os bebês ficam extremamente frágeis após nascimento, já que costumam ter crises de hipoglicemia pela alta produção de insulina.

Mantelli alerta que o fato da diabetes estar descontrolada pode trazer várias consequências para  a saúde da mãe e do filho como, por exemplo, trabalho de parto prematuro, ruptura prematura de bolsa, risco maior de morte súbita, peso excessivo ao nascer, além de diversas alterações físicas prejudiciais.

Para o ginecologista, existem alguns cuidados e tratamentos que devem ser feitos de acordo com o grau de diabetes, podendo controlar por intermédio de dieta ou insulina. “Basicamente, o tratamento é feito com mudanças nos hábitos alimentares, atividades físicas e aplicação de insulina para regular a glicemia. Estes cuidados evitarão que o bebê sofra os efeitos deletérios de uma carga glicêmica tão alta”, conclui.

 

Sobre Dr. Domingos Mantelli

Dr. Domingos Mantelli é ginecologista e obstetra, com formação em neurolinguística e atuação na área de medicina psicossomática. É formado pela Faculdade de Medicina da Universidade de Santo Amaro (UNISA) e possui residência médica na área de ginecologia e obstetrícia pela mesma instituição. Também é autor do livro “Gestação: mitos e verdades sob o olhar do obstetra”.

 

 

Equipe de Comunicação & Marketing