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Paraíba confirma dois primeiros casos de síndrome associada à Covid-19 em crianças, diz SES

Foram confirmados nesta segunda-feira (31) os dois primeiros casos da Síndrome Multissistêmica Inflamatória Pediátrica (SIM-P), doença associada à presença do coronavírus, na Paraíba. De acordo com o secretário de Saúde da Paraíba, Geraldo Medeiros, foram registrados nove casos suspeitos, dos quais dois foram confirmados, dois foram descartados e cinco seguem em investigação, sendo dois óbitos.

Até quinta-feira (27) eram oito casos suspeitos. Os dois casos confirmados são de dois meninos, ambos atendidos no Hospital Arlinda Marques:

  • um menino de sete anos, morador da cidade de Sapé, recebeu alta médica no dia 21 de julho;
  • um menino de seis anos, morador de João Pessoa, recebeu alta médica no dia 2 de julho.

Segundo o secretário executivo de saúde da Paraíba, Daniel Beltrammi, em declaração após os primeiros casos suspeitos, a suspeita destes casos chama atenção para o fato de que a Covid-19 pode gerar casos de gravidade nas crianças. “Por isso é importante a educação de crianças para a proteção delas com o uso de máscaras, lavagem das mãos e o distanciamento social”, explicou.

Durante o monitoramento, são aplicados testes do tipo PCR para detecção do novo coronavírus, mesmo que os pacientes tenham sido submetidos aos testes rápidos. De acordo com o secretário, existe uma rede de contatos que incentivam que as unidades de saúde de toda a Paraíba notifiquem casos suspeitos para a Gerência Executiva de Gestão em Saúde, que possui um canal específico para os registros.

Todos os sintomas da Covid-19, junto com vermelhidão na pele, aftas na boca e conjuntivite podem indicar a presença da síndrome multissistêmica, que se assemelha com a síndrome de kawasaki, conforme destacou o secretário. O quadro de saúde das crianças pode ser agravado com complicações nos rins e sistema nervoso central.

A recomendação da SES é de que se crianças ou adolescentes apresentarem os sintomas da síndrome, os pais ou responsáveis devem procurar o serviço de atendimento em saúde mais próximo.

A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) divulgou um alerta sobre a notificação de casos da síndrome registrada em crianças e adolescentes de até 19 anos, em vários países do mundo. A SIM-P foi registrada pela primeira vez em abril deste ano na Inglaterra. Até o fim do mês de julho, 71 casos e três mortes foram confirmados no Brasil. Eles foram notificados nos estados do Ceará, Pará, Piauí e Rio de Janeiro.

G1

 

Mais três municípios paraibanos registram primeiros casos de Covid-19

Passou para 128 o número de municípios paraibanos com casos confirmados do novo coronavírus.

De acordo com informações divulgadas no boletim diário, pela Secretaria de Estado da Saúde (SES) nessa sexta-feira (15), Amparo, Arara e São Vicente do Seridó registraram os primeiros casos da covid-19.

Confira boletim na íntegra

Governo da Paraíba
Secretaria de Estado da Saúde
Atualização Covid-19 | 15/05

Paraíba confirma 378 novos casos de Covid-19 em 24h

Casos Confirmados: 3.739
Casos Descartados: 4.480
Óbitos confirmados: 170
Casos recuperados: 1.069

Nesta Sexta, 15 de maio, a Paraíba registra mais uma vez, o maior número de casos e em um único dia, são 378 novos casos de Covid-19 e 10 óbitos confirmados causados pela doença. Assim, a Paraíba atinge 3.739 casos de Covid -19. Destes, 170, infelizmente, faleceram e 1.069 já se recuperaram, segundo informações das Secretarias Municipais de Saúde. Outros 4.480 casos investigados já foram descartados para Covid-19. Dos leitos de UTI para adultos ativados em todo o Estado, 62% estão ocupados. Na Região Metropolitana de João Pessoa, a taxa de ocupação de UTI para adultos é de 78%. O Índice de Isolamento social registrado pela Inloco no dia anterior é de 43%.

Os casos confirmados estão em 128 municípios paraibanos:

Alagoa Grande (19); Alagoa Nova (2); Alagoinha (14); Alhandra (50); Amparo (1); Araçagi (6); Arara (1); Areia (13); Areial (1); Aroeiras (5); Baia da Traição (8); Bananeiras (8); Barra de Santana (4); Barra de São Miguel (1); Bayeux (83); Belém (7); Bom Jesus (1); Boqueirão (2); Borborema (1); Brejo do Cruz (1); Caaporã (104); Cabedelo (189); Caiçara (8); Cajazeiras (29); Cajazeirinhas (1) Campina Grande (261); Capim (7); Casserengue (1); Catingueira (1); Conceição (1); Condado (20); Conde (32); Congo (10); Coremas (8); Coxixola (3); Cruz do Espírito Santo (34); Cuité (1); Cuité de Mamanguape (1); Cuitegí (5); Curral de Cima (1); Duas Estradas (1); Esperança (9); Gado Bravo (2); Guarabira (131); Gurinhém (7); Igaracy (1); Imaculada (4); Ingá (1); Itabaiana (22); Itaporanga (2); Itapororoca (18); Itatuba (4); Jacaraú (2); João Pessoa (1478); Joca Claudino (1); Juarez Távora (1); Juazeirinho (15); Junco do Seridó (3); Juripiranga (17); Lagoa de Dentro (2); Lagoa Seca (8); Lucena (24); Malta (4); Mamanguape (15); Mari (42); Marizópolis (4); Massaranduba (4); Mataraca (1); Matinhas (1); Matureia (1); Mogeiro (1); Monteiro (11); Mulungu (3); Natuba (1); Nova Floresta (1), Nova Olinda (1); Olho D´Água (1); Patos (219); Pedras de Fogo (38); Piancó (5); Picuí (1); Pilar (15); Pilões (1); Pilõezinhos (9); Pirpirituba (6); Pitimbu (19); Pocinhos (1); Pombal (6); Princesa Isabel (3); Puxinanã (1); Queimadas (17); Quixaba (1); Remígio (15); Riachão do Bacamarte (5); Riachão do Poço (1); Riacho dos Cavalos (2); Rio Tinto (15); Salgado de São Felix (4); Santa Helena (1); Santa Luzia (4); Santa Rita (288); Santa Terezinha (1); São Bento (11); São João do Rio do Peixe (6); São José de Espinharas (2); São José de Piranhas (3); São José do Bonfim (2); São José do Sabugi (4); São José dos Ramos (4); São Miguel de Taipu (7); São Sebastião de Lagoa de Roça (7); São Vicente do Seridó (1); Sapé (105); Serra Branca (2); Serra da Raíz (4); Serra Redonda (2); Serraria (1); Sertãozinho (2); Sobrado (4); Solânea (10); Soledade (2); Sousa (63); Tacima (2); Taperoá (19); Teixeira (1); Uiraúna (2); Umbuzeiro (7); Vista Serrana (1).

10 óbitos foram confirmados nesta sexta:

Mulher, idosa, 67 anos, portadora de diabetes, doença cardiovascular, doença renal crônica, residente em João Pessoa. Inicio dos sintomas 23/04, interna em hospital público, veio a óbito no dia 14/05.

Homem, idoso, 69 anos, sem informação de comorbidade, residente em João pessoa. Profissional da saúde, Inicio dos sintomas 28/04, interno em hospital privado, veio a óbito no dia 14/05.

Homem, 42 anos, sem comorbidade, residente em Itatuba. Início dos sintomas 04/05, interno em hospital público, veio a óbito no dia 14/05.

Homem, 48 anos, diabético, residente em João Pessoa. Início dos sintomas 29/04, interno em hospital público, veio a óbito no dia 14/05.

Mulher, idosa, 88 anos, Hipertensa, residente em Pedra de Fogo. Início dos sintomas 30/04, interno em hospital público, veio a óbito no dia 14/05.

Homem, 37 anos, diabético, obeso, residente em João Pessoa. Início dos sintomas 02/05, interno em hospital público, veio a óbito no dia 15/05.

Lactente, 04 meses, com comorbidade, cardiopata, residente em Cuitegi. Início dos sintomas 25/04, interno em hospital público, veio a óbito no dia 14/05.

Homem, idoso, 80 anos, hipertenso, residente em Santa Rita. Início dos sintomas 09/05, interno em hospital público, veio a óbito no dia 13/05.

Mulher, 45 anos, com comorbidade, insuficiência renal, residente em Cruz do Espírito Santo. Início dos sintomas 26/04, interno em hospital público, veio a óbito no dia 12/05.

Mulher, 40 anos, portadora de Lúpus, residente em São Sebastião de Lagoa da Roça. Início dos sintomas 28/04, interno em hospital público, veio a óbito no dia 14/05.

PB Agora

 

 

Quais os primeiros passos para quem quer calcular o valor do aluguel de um imóvel em Fortaleza?

Após o processo de oferta e busca de moradia, uma vez que chegamos a um acordo entre o proprietário e o inquilino, em particular ou por meio de um programa de aluguel público, o contrato é assinado. Este contrato será o elo entre o arrendador e o arrendatário. Na formalização do contrato de aluguel de moradia, é obrigatório que o inquilino faça um vínculo equivalente a um pagamento mensal. Porém, como se chega no cálculo de quanto vale uma moradia? Isso ocorre de que maneira?

De modo a ajudá-lo a entender os elementos que compõe a tomada de preços de um aluguel (como localização, metragem, infra-estrutura, por exemplo), este artigo visa demonstrar que o  cálculo do preço do aluguel de uma casa, escritório ou local que não corresponde ao mercado implica riscos como reduzir a lucratividade, atrasar o fechamento de um negócio ou pior, nunca obter um cliente.

Desse modo, para quem deseja um contrato de aluguel em Fortaleza, é importante estar atento a alguns elementos importantes, que neste post vamos procurar explorar. Acompanhe!

  1. Faça uma avaliação imobiliária

Idealmente, você deve contratar os serviços de um avaliador profissional para determinar o preço do aluguel e obter aconselhamento. No entanto, se você decidir fazer isso sozinho, deverá seguir as etapas a seguir (sabendo antecipadamente que, por lei, a taxa não deve ser superior a 1% do preço comercial da casa). Prepare um formulário no qual você relaciona esses dados (aplique os que correspondem à sua propriedade), descrevendo:

  • Tipo de propriedade;
  • Ano de construção;
  • Área (em metros quadrados);
  • Estado do imóvel;
  • Tipo de pisos;
  • Número de cômodos;
  • Número de banheiros;
  • Número de vagas de estacionamento;
  • Infraestrutura (salão de festas, sala de jogos, piscina, quadras…);
  • Observações sobre localização, pontos de referência, bairro.
  1. Pesquise imóveis da mesma área

Um dos métodos mais usados ​​é comparar o preço do aluguel dos espaços disponíveis nas proximidades, mas esse método pode ser enganoso, pois não leva em consideração aspectos como a idade e o estado de conservação do departamento. Ligue ou faça uma busca na internet para saber sobre as propriedades que são alugadas na mesma área que a sua, como por exemplo apartamentos para alugar em Fortaleza que sejam de frente para o mar. Peça todos os dados do formulário acima e anote-os com cuidado. Lembre-se das propriedades com avisos nas janelas, também as publicadas nos classificados de jornais ou portais da internet e, na medida do possível, as que são consignadas em imóveis. Para que seu cálculo seja o mais próximo da realidade, a amostra coletada não deve ter menos de 20 propriedades, levando-se em conta a idade dos imóveis em questão.

  1. Classifique e selecione imóveis semelhantes

Para chegar a um valor estimado sobre a sua região, coloque numa planilha os imóveis que possuem características semelhantes ao seu. Descarte os demais. Então, divida o preço de cada um por sua área (metragem) e obtenha o valor por metro quadrado médio da região. Adicionar os preços obtidos e dividi-los pelo número de propriedades também pode ser uma outra forma de cálculo. O resultado obtido servirá como referência para decidir o preço do aluguel do seu imóvel. No entanto, o valor obtido não precisa necessariamente ser o que você negociará inicialmente, pois é importante ter uma margem de negociação. É aconselhável, então, que o preço base esteja 10% acima do planejado. O valor dos seguros que podem ocorrer, caso você decida usá-los, é adicional ao valor do aluguel da propriedade e, como tal, deve ser claramente especificado no respectivo contrato, bem como valores como IPTU, por exemplo. Isso tudo irá ajuda-lo a melhor alugar casa em Fortaleza ou qualquer outro tipo de imóvel com mais respaldo e confiabilidade diante dos valores de mercado.

  1. Segurança para o locador

Lembre-se de que, se você deseja arrendar sua propriedade para um banco, governo ou entidade multinacional, entre outros, isso pode exigir uma avaliação profissional, que determina com certeza o valor de reposição e o preço real do produto que você deseja locação. Os avaliadores profissionais levam em consideração todas as circunstâncias que podem afetar a propriedade, como tempo de vida, deterioração física e o objetivo da avaliação.

  1. Conteúdo do contrato

O contrato de aluguel é o elo entre o proprietário (que dá o uso da casa) e o inquilino (que adquire o uso da casa), pelo qual o proprietário dá o uso e o aproveitamento de um imóvel (a casa) ao inquilino por um determinado período, enquanto o inquilino é obrigado a pagar livremente o aluguel estabelecido entre as partes e a devolver a propriedade como recebida na conclusão do contrato de arrendamento. Este contrato será usado como evidência no caso de possíveis discrepâncias que possam surgir durante o prazo do arrendamento. As regras relativas ao aluguel de moradias incluem móveis, almoxarifados, vagas de estacionamento e outras unidades, alugados ou serviços fornecidos como acessórios para o lar. O aluguel ou preço do aluguel é definido livremente pelas partes. Durante a vigência do contrato, o aluguel somente poderá ser atualizado pelo arrendador ou pelo arrendatário na data em que cada ano do contrato for cumprido, nos termos acordados entre as partes.

  1. Possibilidades para o locatário

Existem condições de aluguel que podem variar o preço. Por exemplo, se um inquilino estiver disposto a pagar um ano inteiro adiantado ou investir em reformas e melhorias na propriedade. Os pagamentos anuais merecem benefícios para o inquilino, como pular um depósito ou fazer um desconto equivalente até o aluguel de um mês. Quando o inquilino estiver interessado em fazer melhorias na propriedade, descontos de aluguel ou pagamentos compartilhados de cada projeto podem ser acordados. Ter um preço de aluguel adequado para a área em que você se encontra é a chave para encontrar inquilinos mais rapidamente e criar confiança desde a primeira abordagem.

Agora que você conheceu alguns dos detalhes mais importantes para se começar a tomar os primeiros passos para calcular o valor de aluguel de um imóvel em Fortaleza, não deixe de compartilhar este post em suas redes sociais, para que mais pessoas possam conhecer estes dados!

 

Imagem: Pixabay.com

Assessoria para o FN

 

 

Por que os primeiros relacionamentos raramente funcionam

O tempo é o melhor indicador para saber se o seu amor é o certo para você ou não. Muito mais raro de dar certo são aqueles que já sabem que está com a “pessoa certa’’.

Todo mundo sabe que o primeiro amor nunca morre. Quando você se apaixonou pela primeira vez, acreditou que nunca se apaixonaria por mais ninguém, mas depois veio o segundo, depois o terceiro e assim por diante… E então nos lembramos novamente do primeiro amor e do nosso primeiro relacionamento, mas não o vemos mais ou ela da mesma maneira que costumávamos.

Lamentamos ter que decepcioná-lo, mas o primeiro relacionamento quase nunca funciona, segundo estudos realizados pelo Site de Relacionamento, Meu Rubi. E aqui está o porquê:

  1. Imaturidade

O primeiro amor é essencial. Nosso primeiro amor nos define, e nossa percepção do amor.

O amor adolescente é emocionalmente intenso, apaixonado e cheio de vida. Mas não somos maduros o suficiente para diferenciar entre amor e paixão. O que você chama de “amor”, pode ser uma paixão.

O amor é maduro, enquanto a paixão, não.

Borboletas no estômago, constantemente sonhando acordadas, idealizando e pensando na pessoa que você ama, a euforia que acompanha todos esses sentimentos intensos esconde lindamente “o rosto” da pessoa que amamos.

Na verdade, nós realmente não amamos essa pessoa, apenas amamos a sensação de estar apaixonado.

A paixão é um estado de consciência obscurecida, loucura emocional e hormonal, e é por isso que os psicólogos chamam de “amor imaturo”. A paixão é uma espécie de infantilismo.

  1. O período de “tempestades e pancadas”

Se considerarmos que a maioria das pessoas inicia o primeiro relacionamento muito cedo, fica claro que existe uma certa falta de experiência e abundância de ingenuidade e ignorância.

O período da adolescência é, na verdade, o período da pesquisa, motivo pelo qual costuma ser chamado de período de tempestades e pancadas. Este é o período de descobrir quem somos, quais valores ele deve gravitar, em que estamos interessados, em que queremos nos tornar e assim por diante. Em suma, a adolescência é um período em que moldamos nossa própria identidade, um claro senso de identidade, como pré-condição para um relacionamento sério.

Este é o período de descobrir quem somos, nossos valores, interesses e objetivos. Em suma, a adolescência é um período em que moldamos nossa própria identidade como pré-condição para um relacionamento sério.

  1. Conto de fadas

Crescemos e nossas opiniões mudam. Isso pode acontecer depois de termos passado algum tempo em um relacionamento com alguém. De repente, você percebe que seu parceiro com quem você tem um relacionamento tem pensamentos, interesses e opiniões completamente diferentes sobre a vida. O que aconteceu? Você cresceu, se revelou.

Outro problema é que a maioria dos adolescentes experimenta um fenômeno que os psicólogos chamam vividamente de conto pessoal. Na verdade, isso é uma distorção de opinião – como adolescentes, nos vemos imensamente importantes, e tudo o que acontece conosco é especial e único. Parece-nos que nosso relacionamento é diferente de todos os outros, resistente a todos os obstáculos e problemas e, finalmente, à realidade da vida cotidiana.

Parece-nos que nosso relacionamento é diferente de todos os outros, resistente a todos os obstáculos e problemas e, finalmente, à realidade da vida cotidiana.

  1.  A armadilha da idealização

Algumas pessoas ingenuamente comparam seu relacionamento com o primeiro, esperando reviver exatamente a mesma emoção, com a mesma intensidade infantil. Adultos e relacionamentos saudáveis não se baseiam apenas na paixão e na excitação, mas com base nos quais muitos primeiros amores, infelizmente, não têm. Eles são inundados por sentimentos intensos, mas muito superficiais e fugazes.

No entanto, o primeiro amor sempre tem um potencial experiencial para aprender com eles.

Essas são inquestionavelmente uma das experiências mais importantes em nossas vidas e é importante pensar sobre elas, mas também não caiam na armadilha de idealizar o primeiro amor, pois isso pode distorcer a ideia de como deve ser como esse foi.

Conteúdo meurubi

 

Patrulha Maria da Penha registra mais de 1,2 mil atendimentos nos 100 primeiros dias, na Paraíba

Nos primeiros 100 dias dias de atuação, a Patrulha Maria da Penha, na Paraíba, registrou mais de 1.200 atendimentos, além de conceder 84 medidas protetivas à mulheres, de acordo com o balanço apresentado ao Tribunal de Justiça. O instrumento foi instalado para combater a violência contra a mulher, garantindo maior monitoramento por parte da Polícia Militar e Civil, às vítimas que solicitarem ou já estiverem sob medida protetiva.

De acordo com o presidente do TJPB, desembargador Márcio Murilo da Cunha Ramos, “os dados são promissores e mostram que passamos a uma importante prática, com o aumento da proteção à mulher, dos flagrantes, das medidas protetivas concedidas e das comunicações estabelecidas”, disse durante a reunião de balanço.

Além disso, durante a reunião foram discutidas as dificuldades encontradas nesses primeiros meses, “que serão analisadas com a Corregedoria, a fim de aperfeiçoarmos o programa e termos um Judiciário mais proativo na política de proteção à mulher”, acrescentou o presidente. A Patrulha atende 27 municípios da Paraíba, com previsão de ser estendida, posteriormente, a todo o estado.

Segundo a coordenadora da Mulher em Situação de Violência do TJPB, juíza Graziela Queiroga Gadelha, a inclusão das medidas protetivas no processo judicial eletrônico (PJE) tem ajudado a polícia nos atendimentos da Patrulha Maria da Penha, facilitando o acompanhamento feito às mulheres assistidas.

“Estamos buscando avanços no Manual de Rotinas, com a possibilidade de oficiais de justiça ficarem designados para as unidades especializadas da Mulher. Também estamos discutindo questões relacionadas aos prazos para cumprimento dessas medidas e realização de capacitações”, acrescentou a juíza sobre o que pode ser aperfeiçoado no programa.

Patrulha Maria da Penha

As ações do programa são desenvolvidas, em conjunto, pela Coordenadoria da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar do TJPB, Secretaria de Segurança e Defesa Social (Sesds), por meio da Polícia Militar, Polícia Civil, Coordenação das Delegacias Especializadas de Mulheres e Secretaria da Mulher e da Diversidade Humana.

Além de monitorar a segurança das mulheres, a Patrulha Maria da Penha realiza a triagem, o atendimento inicial, visitas periódicas e rotas de monitoramento, dentro de um perímetro arbitrado pela Justiça.

G1

 

Projeto “Samu na Escola” leva orientações sobre primeiros socorros para alunos e professores da Escola Estadual Padre Geraldo, em Solânea

Dando continuidade ao ciclo de Palestras Educativas, a equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), promoveu na última quinta-feira (24), uma palestra de orientações sobre Primeiros Socorros e como agir em casos de convulsão, desobstrução das vias aéreas( engasgo), queimaduras, entre outras situações de risco à vida.

O “Samu na Escola” é um projeto contínuo que leva informações sobre o trabalho dos socorristas e profissionais e esclarece à população sobre procedimentos. Além da palestra, os socorristas fizeram demonstrações práticas e professores e alunos tiveram a oportunidade de ver como é a ambulância por dentro.

Chamadas falsas impedem de salvar vidas

A Coordenadora do SAMU, Vânia Cândido, fez um enfoque com os participantes sobre as chamadas falsas (o trote), que inclusive podem impedir de salvar uma vida. “Uma pessoa pode deixar de ser salva por conta de uma falsa ligação. É preciso sensibilizar a população sobre esta questão. Professores e alunos também podem ser multiplicadores no repasse de informações”

    

Assessoria de Comunicação

 

Profissionais da Rede Municipal de Educação de Solânea recebem treinamento para primeiros socorros

Nessa quarta-feira (21) as Secretarias de Saúde e Educação de Solânea realizaram um curso de primeiros socorros para cerca de 250 profissionais que trabalham na Rede Municipal de Educação. O treinamento é resultado da parceria entre as secretarias para a aplicação do “Programa Saúde na Escola”(PSE).

Professores, gestores, supervisores, toda a equipe técnica e auxiliar das escolas foram treinados em duas turmas montadas em horários distintos da manhã e tarde. Entre os procedimentos ensinados pela equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) de Solânea, foram apresentados e treinados de forma prática como agir em situações de convulsão, desobstrução das vias aéreas superiores, queimaduras e parada cardiorrespiratória.

O prefeito de Solânea, Kayser Rocha, participou do treinamento. “Conhecendo como realizar os primeiros socorros podemos salvar vidas. Por isso a importância deste treinamento para os profissionais que cuidam de alguns dos nossos bens mais preciosos que são nossos estudantes”, disse. Ainda durante o curso, os secretários de Saúde, João Rocha, e Educação Virnália Fagundes, chamaram a atenção dos profissionais da educação para a parceria entre as secretarias e sobre a importância do treinamento. A diretora do Samu, Vânia Cândido, contou que durante o curso também foram esclarecidas informações sobre como funciona o serviço e em que situação chamar o Samu.

        

Ascom-PMS

 

Apenas 3 de 24 estados têm Previdência no azul nos primeiros 4 meses de 2019

A Previdência da maioria dos estados brasileiros seguiu no vermelho nos primeiros meses de 2019. Segundo um levantamento feito pelo G1, de janeiro a abril, apenas Amapá, Rondônia e Tocantins registraram saldo positivo no seu sistema próprio de aposentadoria e pensões, responsável pelo pagamento dos servidores.

Os números levam em conta os resultados divulgados no Relatório Resumido da Execução Orçamentária (RREO) do governo de cada estado, referentes ao segundo bimestre de 2019. Os estados são obrigados a divulgar esses balanços mas, até esta segunda-feira (10), os dados do segundo bimestre do Distrito Federal, Piauí e Roraima não estavam disponíveis. O G1 entrou em contato com os governos dos três estados, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.

Somados os resultados dos 24 estados, o rombo nas contas das previdências estaduais soma mais de R$ 20,7 bilhões – um crescimento de 15% na comparação com o mesmo período de 2018.

Segundo um relatório do Instituto Fiscal Independente (IFI), o déficit das previdências estaduais em 2060 deve ser 4 vezes maior que o de 2013 se não for feita nenhuma reforma. “Esse déficit aumentaria 3,8% ao ano, em média, em termos reais até 2050 ou 5,3% e 4,3% até 2030 e 2040, respectivamente”, diz o relatório.

A reforma da Previdência apresentada pelo governo está em tramitação no Congresso desde fevereiro. O relator, deputado Samuel Moreira (PSDB-SP), disse neste domingo (9) que deve apresentar relatório sobre a proposta à comissão que analisa o tema na próxima quinta-feira (13). Um dos pontos que ainda está em discussão é a manutenção ou retirada dos servidores de estados e municípios da reforma.

Regimes diferentes

O levantamento do G1 considera a soma dos planos financeiro e previdenciário dos estados – regimes diferentes de Previdência, sendo que alguns estados possuem apenas um deles e outros, os dois.

A diferença é que o sistema financeiro funciona como o regime tradicional de repartição – ou seja, a contribuição dos trabalhadores que estão na ativa é usada para pagar os benefícios daqueles que já se aposentaram.

Enquanto isso, o plano previdenciário “separa” a contribuição dos servidores que começaram a trabalhar depois da criação da nova regra, em um sistema semelhante ao sistema de capitalização. Isso quer dizer que as contribuições dessas pessoas não deve ser colocada no mesmo montante que as dos mais antigos – ou seja, a contribuição dos trabalhadores mais jovens não entra no sistema que paga os já aposentados. Alguns estados adotaram o sistema nos últimos anos.

“Para ter uma visão melhor do que é o déficit nos estados, tem que somar um com o outro”, afirma Rodrigo Orair, diretor da Instituição Fiscal Independente (IFI), órgão ligado ao Senado.

O especialista em Previdência Carlos Heitor Campani, professor do Coppead/UFRJ, concorda que a soma é uma boa forma de avaliar a situação previdenciária dos estados de uma maneira geral. E, sobre a separação de alguns em dois sistemas, ele explica que “isso aconteceu de uns tempos para cá mediante uma regulamentação do governo federal para que os estados tivessem acesso ao plano de recuperação fiscal”.

Campani comenta ainda que cada estado tem sua própria regulamentação, mas que, via de regra, os recursos arrecadados no plano previdenciário (ou seja, em que as contribuições dos novos trabalhadores não pagam aposentadorias dos já inativos) não podem ser usados pelo governo para pagar despesas como folha de pagamento. No entanto, a legislação permite que os valores sejam utilizados em investimentos em infraestrutura, por exemplo – desde que não se comprometa a garantia de pagamento de aposentadoria anos depois.

Orair acrescenta que não há uma uniformidade para a organização do funcionamento dos regimes de previdência nos estados e na apresentação dos resultados sobre receitas e despesas. “Tem várias situações. Alguns fizeram a segregação de massas, alguns instituíam planos previdenciários e voltaram atrás e fundiram os dois fundos, outros não regulamentaram. Não há uma uniformidade”, diz.

Autor de um relatório do IFI sobre as projeções para as previdências estaduais, Josué Pellegrini diz que a utilização de dois sistemas por alguns estados ou municípios não é o centro da questão previdenciária. “Tenho minhas dúvidas se isso é algo realmente relevante. Os estados acabam voltando atrás. Não é uma previdência complementar – o que, isso sim, seria uma mudança significativa. É só uma segregação de massas. Pega-se os servidores mais novos e começa a tratá-los separadamente”, diz o especialista.

Situação preocupante

Para especialistas ouvidos pelo G1, os números refletem um quadro delicado que atingem não apenas os estados, mas também os municípios.

“O que aconteceu com os estados e capitais é um fenômeno muito importante que vai acontecer em outros municípios”, diz José Roberto Savoia, professor da FEA/USP. “Em 2012, 2013, a arrecadação vinha num ritmo crescente. Quando ela começou a se reduzir, as despesas com funcionalismo e aposentadorias aumentaram. Primeiro porque a idade média do servidor público é elevada, de 45 anos. Há boa parte se aposentando todos os anos. E as contratações não aconteceram no mesmo ritmo que as aposentadorias”, explica.

“Nós vimos Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Rio de Janeiro, estados que são grandes, que têm bastante pungência econômica, mas que começaram a ter dificuldades, atrasando salários, atrasando pagamentos. A perspectiva é de que esses estados que estão com dificuldades, e mesmo aqueles que ainda não chegaram a esse nível, podem chegar a uma situação de inadimplência nos próximos anos”, diz Savoia.

Matheus Delbon, professor dos cursos de pós-graduação e extensão em gestão pública da FAAP Ribeirão Preto, classifica a situação das contas previdenciárias dos estados como “desesperadora”. “O rombo só tende a aumentar, já que é uma máquina grande que vai começar a aumentar, e com salários altos se comparados aos da iniciativa privada. Tem ainda a expectativa de vida maior. Ou seja, nenhuma conjuntura natural vai melhorar esse déficit.”

Outro aspecto apontado pelo especialista como preocupante é que “houve um aumento alto dos salários do servidor na última década, e isso vai impactar (as contas previdenciárias) nos próximos anos”.

G1

 

 

Venda de veículos sobe 12% nos primeiros quatro meses de 2019

A venda de veículos automotores registrou alta de 12,2% nos primeiros quatro meses do ano em comparação a igual período do ano anterior. Segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), divulgados hoje (2), 1.244.151 unidades foram licenciadas de janeiro a abril de 2019, ante 1.108.897 unidades comercializadas no mesmo período do ano passado.

As vendas levam em conta automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus e motocicletas. No mês de abril foram emplacados 339.424 veículos, 11,1% acima do volume registrado no mês de março de 2019, quando 305.524 unidades foram licenciadas. Na comparação com abril de 2018, mês que registrou 311.160 unidades emplacadas, a alta é de 9,08%.

Para o presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior, o desempenho positivo em abril está relacionado a dois dias úteis a mais, com relação ao mês de março, mas também a uma gradual elevação nos índices de confiança do consumidor.  “O mercado, como um todo, manteve o ritmo de recuperação. A média diária de vendas cresceu 0,5%”, disse.

Nos segmentos de automóveis e comerciais leves, o resultado do quadrimestre registrou 801.330 unidades emplacadas, representando crescimento de 8,71% em relação a igual período do ano passado, quando foram licenciadas 737.135 unidades. Em abril, esses dois segmentos somaram 221.321 unidades emplacadas, contra 199.528 em março, registrando alta de 10,92%. Na comparação com as 209.940 unidades de abril de 2018, a evolução foi 5,42%.

Agencia Brasil 

 

 

AVC e embolia pulmonar provocaram 365 mortes na PB nos primeiros cinco meses do ano

O AVC e a embolia pulmonar, juntos, mataram em média dois paraibanos por dia em 2017. No total, desde 2015, já foram registrados 2.445 óbitos no Estado em decorrência destes problemas.

Somente em João Pessoa, 54 pessoas morreram em decorrência de Acidente Vascular Cerebral do tipo isquêmico (AVC) e embolia pulmonar em João Pessoa este ano. Conforme os dados da Secretaria Municipal (SMS), de 2007 até este ano, foram 182 mortes ocasionadas por embolia pulmonar e 1.068 por AVC registradas na cidade. Entre as causas comuns desses dois problemas graves está a formação de coágulos no sangue e, posteriormente, o risco do trombo.

O neurologista e assistente da divisão de clínica neurológica do Hospital das Clinicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, Mauricio Hoshino, lembra que os fatores de risco para a formação de coágulos são principalmente causas genéticas, tabagismo, doenças cardíacas e obesidade. O problema no coágulo acontece quando esse se desprende da parede da veia e passa a circular pela corrente sanguínea. Dependendo do tamanho e forma, ele pode se prender novamente a parede de uma veia ou artéria, causando graves complicações.

Ele lembra que a trombose do tipo venosa é a que mais apresenta sinais físicos que podem indicar uma situação mais grave, como inchaço, dores e vermelhidão em apenas em uma das pernas (na região da panturrilha). Contudo, este tipo ocorre em menos de 30% dos casos. Normalmente, a trombose profunda é a mais comum e, geralmente, a pessoa não apresenta sintomas.

“Essa trombose afeta as veias mais profundas e pode ocorrer em após cirurgias ortopédicas, de prótese, quadril, joelhos, pacientes de UTI, quando a pessoa fica mais tempo em repouso. Por isso, em todas essas situações, são utilizados medicamentos profiláticos e anticoagulantes para que o coágulo não migre para outras partes do corpo e ou vá para o pulmão, causando a embolia pulmonar. O remédio não dissolve o coágulo, mas controla a situação”, explicou Maurício Hoshino.

Sobre a embolia pulmonar, o neurologista alertou que “a doença acontece da mesma forma que a trombose, no entanto a interrupção do fluxo sanguíneo nos vasos do pulmão compromete a oxigenação do sangue e a funcionalidade do órgão, causando tosse e dificuldade para respirar”.

O médico lembrou ainda que as mulheres são mais vulneráveis a desenvolver coágulos. Além dos fatores de risco já mencionados, as pacientes que fazem uso de anticoncepcionais ou tem problemas graves de circulação devem ficar atentas.

“No caso das mulheres, a influência hormonal é um fator a mais que pode influenciar na formação de coágulos. Mas, vai depender do histórico da paciente e da medicação”, explicou o neurologista.

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