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Pressionado, Campinense quer recuperação contra o Salgueiro na Série D

De favorito ao desespero. Depois de um início promissor, o Campinense caiu nas rodadas seguintes e, por isso, entra em campo nesta quarta-feira, precisando vencer o Salgueiro-PE para continuar a luta pela classificação na Série D do Brasileiro.

O confronto acontece a partir das 19h, no Estádio Amigão, em Campina Grande pela sexta rodada do Grupo 3. A Raposa, que vem derrota para o Atlético-PB, po0r 3 a 0, caiu para penúltima colocação, com cinco pontos. Já o Carcará pernambucano, está bem melhor, na terceira posição, com oit.

No Campinense, o treinador Givanildo Sales, que chegou a entregar o seu cargo, deve promover mudanças na equipe. Alex Travassos e Fabinho foram expulsos e cumprem suspensão. Além deles, estão fora Alex Murici, Pedro Victor e Juliano, lesionados.

Pelo lado do Salgueiro, o time espera manter a boa fase, já que se mantém invicto na chave. Caso consiga voltar de Campina com a vitória, a equipe do técnico Daniel Neri pode terminar a rodada na liderança, mesmo com um jogo a menos que os rivais.

Ficha Técnica
Campinense
Waldson (Welligton), Júnior Gaúcho, Rômulo, Breno e Vinícius Araújo; Neto, Gabriel e Echeverría; Jobson, Rafael Ibiapino e Fábio Júnior. Técnico – Givanildo Sales
Salgueiro
César Tanaka, Dadinha, Ranieri, Arthur e Daniel; Bruno Sena, Willian Daltro, Renato e Tarcísio; Ciel e Daniel Passira. Técnico – Daniel Neri
Árbitro – Jonata de Souza Gouveia (CBF-AL)
Assistentes – Ruan Neres e Luís Filipe Gonçalves (CBF-PB)

 

paraibaonline

 

 

Pressionado após invasão em CT, São Paulo empata sem gols com Coritiba

jogoPressionado após sofrer uma invasão no centro de treinamento, o São Paulo não se encontrou em campo e ficou no empate sem gols com o Coritiba na tarde deste domingo (28), no estádio do Morumbi. A partida foi válida pela 22ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Com o resultado, o time paulista chegou aos 28 pontos e ficou no 11º posto da tabela de classificação da competição nacional. Enquanto isso, a equipe paranaense terminou a rodada com 26 pontos e ficou na 15ª posição.

Na próxima rodada, o São Paulo encara o Palmeiras na quarta-feira (7), fora de casa, às 21h45 (de Brasília). Enquanto isso, o Coritiba recebe o Grêmio no estádio Couto Pereira, nos mesmos dia e horário.

Quem foi bem: Dá-lhe Chávez

O atacante Andrés Chávez assustou a defesa do Coritiba no primeiro tempo. O jogador do São Paulo chegou com perigo, mas perdeu muitas chances claras. Aos 27 minutos, o argentino recebeu bom cruzamento de Mena e, sozinho na área, mandou por cima do gol.

Quem foi mal: Michel Bastos desestabilizado

Após o fim do primeiro tempo do confronto, os torcedores são-paulinos se manifestaram contra Michel Bastos, que não teve uma boa atuação. Aos 16 minutos da etapa final, o jogador foi substituído por Luiz Araújo e foi para o banco de reservas sob vaias. O meia, que entrou como titular, foi um dos alvos do protesto da principal torcida organizada do clube, que invadiu o CT e agrediu três jogadores – além de Michel, Carlinhos e Wesley.

Coritiba sem Gladiador

O atacante Kleber foi poupado desta partida contra o São Paulo, porque sofreu um forte pisão na última rodada. Vinícius ficou no lugar do atacante, mas não agradou o técnico Carpegiani, que substituiu o jogador no início do segundo tempo por Iago.

Sem criatividade

A equipe do São Paulo não começou bem a partida, mas foi evoluindo e chegou com perigo ao gol adversário. Apesar disso, os jogadores não estavam com a pontaria calibrada e pecaram nas finalizações. Na volta dos vestiários, os comandados de Ricardo Gomes não conseguiam criar boas jogadas.

Coxa não aproveita

Se por um lado o time do São Paulo não aproveitou as oportunidades que teve de marcar, o Coritiba também não levou muito perigo. O time não encaixou os contra-ataques e deu pouco trabalho ao goleiro Denis.

Cadê a torcida?

A má fase e a derrota para o Juventude na Copa do Brasil espantou os torcedores são-paulinos. Foram 7.836 pessoas presentes.

Preocupação com emocional do São Paulo

O São Paulo foi para a partida deste domingo sob forte pressão. Um dia depois de ter seu Centro de Treinamentos invadido por torcedores organizados, que roubaram material esportivo do clube e agrediram jogadores como Wesley, Carlinhos e Michel Bastos, a preocupação com o estado emocional da equipe para uma partida importante no Campeonato Brasileiro era grande.

Invasão

Um torcedor tentou invadir o gramado do estádio do Morumbi para protestar, e foi impedido por seguranças.

Que fase

A situação da equipe tricolor não é simples. O São Paulo não vence sob os próprios domínios desde o dia 10 de julho, quando derrotou o América-MG por 3 a 0 pela 14ª rodada do Brasileirão.

FICHA TÉCNICA
SÃO PAULO 0 X 0 CORITIBA

Local: Estádio do Morumbi, em São Paulo (SP)
Data: 28 de agosto de 2016, domingo
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Francisco Carlos do Nascimento (AL)
Assistentes: Esdras de Lima Albuquerque e Pedro Jorge de Araújo (ambos de AL)
Cartões Amarelos: Buffarini, Mena (São Paulo); Edinho (Coritiba)
Público: 7.836  Renda: R$ 182.596,00

SÃO PAULO: Denis; Buffarini, Maicon, Lyanco e Mena; Hudson, Thiago Mendes, Cueva, Kelvin (Pedro) e Michel Bastos (Luiz Araújo); Chavez
Técnico: Ricardo Gomes

CORITIBA: Wilson; Dodô, Luccas Claro, Juninho e Benítez; João Paulo (Walisson Maia), Edinho, Juan e Raphal Veiga; Vinícius (Iago) e Neto Berola (Jorge Ortega)
Técnico: Carpegiani

Uol

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Alberto Youssef revela que políticos trancaram a pauta do Congresso; ‘Lula foi pressionado’

O doleiro Alberto Youssef (Folhapress)
O doleiro Alberto Youssef (Folhapress)

Em depoimento à Justiça, o doleiro Alberto Youssef revelou que o ex-presidente Lula teria sido pressionado por políticos aliados para nomear Paulo Roberto Costa, diretor de Abastecimento da Petrobras. “Tenho conhecimento que, para que o Paulo Roberto Costa assumisse o posto, esses agentes trancaram a pauta no Congresso por 90 dias. Na época, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ficou louco e teve de ceder e empossar Paulo Roberto Costa.”

Também em depoimento anteontem ao juiz Sérgio Moro, da Justiça Federal do Paraná, o ex-diretor da Petrobras disse que o esquema de corrupção na Diretoria de Serviços da estatal era operado diretamente pelo PT. “Em relação à Diretoria de Serviços, todos sabiam, tinha percentual desses contratos da área de Abastecimento: dos 3%, 2% eram para atender ao PT. Outras diretorias, como Gás e Energia e Exploração e Produção também eram do PT. Tinha PT na diretoria de Exploração e Produção, PT na diretoria de Gás e Energia e PT na área de Serviços. Nesse caso, os 3% ficavam diretamente para o PT e não tinha participação do PP. O PP era só na área de Abastecimento”, disse Costa.

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Youssef se mostrou surpreso com a informação de que a Diretoria de Serviços, operada pelo tesoureiro do PT, João Vaccari, recebia um percentual maior. “Se ele (Paulo Roberto Costa) está dizendo que era 2%, ele sabe mais do que eu.” Youssef afirmou que, num contrato de R$ 3,4 bilhões, R$ 34 milhões iam para o PP. A cada licitação da Petrobras, as empresas entregavam a Costa uma lista das empresas que participariam e quem seria a vencedora.

Indagado pelo juiz Sérgio Moro sobre quem distribuía o dinheiro dentro da Diretoria de Serviços, Costa afirmou: “Dentro do PT, a ligação era com o tesoureiro do partido, João Vaccari. No PMDB, na diretoria internacional, o nome que fazia a articulação toda chama-se Fernando Soares, conhecido Fernando Baiano.”

Ao ser perguntado se também recebia recursos desviados, afirmou: “Sim. De 1% para o PP, em média, dependendo do contrato, 60% iam para o partido, 20% para despesas, como notas fiscais e despesas para envio, e 20% restantes eram repassados da seguinte forma: 70% para mim e 30% para o Janene ou Youssef. Eu recebia em espécie na minha casa, num shopping center ou no escritório. Normalmente, Youssef ou Janene eram quem levavam o dinheiro.

O Dia Online

Pressionado por socialistas e tucanos, Cássio vive dilema sobre 2014; decisão será fundamental para destino de 2018

cassioEm busca de palanques fortes nas eleições à Presidência, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) continua pressionando o senador correligionário Cássio Cunha Lima a disputar o governo da Paraíba, em 2014.

Aécio tem tentando de todos os meios a convencer Cássio a disputar o governo, rompendo assim, com o socialista Ricardo Coutinho. Para forçar o tucano a se decidir, Aécio tem se baseado nos números das últimas pesquisas encomendadas para consumo interno queapontam uma vantagem de Cássio em relação ao governador Ricardo Coutinho (PSB) e ao pré-candidato a governador pelo PMDB, Veneziano Vital do Rego.

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Como se não bastasse a pressão da Executiva Nacional do PSDB, os tucanos da Paraíba também tem exercido uma pressão psicológica sobre Cássio. O senador Cícero Lucena, um dos defensores da candidatura do senador, defende que seja realizada uma prévia, antes da convenção oficial de junho. Se depender de Cícero, uma das lideranças do PSDB estadual, Cássio anunciará logo em janeiro o seu futuro político.

“Estou defendendo algo que vem das ruas. Então, se existe o clamor da população porque não anteciparmos esse debate, se temos também um candidato, no caso do senador Cássio Cunha Lima, disparado nas pesquisas de intenções de votos”, ressaltou Cícero.

Se por um lado, os tucanos querem que Cássio saia candidato a governador para garantir um palanque para Aécio Neves, por outro, os socialistas cobram do senador paraibano a preservação da aliança política selada em 2010; O governador Eduardo Campos (PSB-PE) quer o apoio dos tucanos a seus candidatos ao governo, como em Pernambuco e na Paraíba.

Segundo matéria publicada no jornal o Globo, o socialista defendeu esta posição com o senador Cássio Cunha Lima (PSDB). A unidade entre os dois partidos nos Estados seria muito importante no plano nacional, quando estará em jogo o apoio a uma das candidaturas de oposição no segundo turno, acrescenta a notícia. Temos que nos entender. Porque ninguém é louco de achar que a presidente Dilma estará fora do segundo turno”, disse Cássio Cunha Lima ao Globo.

Além do mais, o vice-governador Rômulo Gouveia (PSD), não esconde o desejo de ver a aliança entre PSDB e PSB preservada. Pré-candidato ao Senado, Rômulo depende da manutenção da aliança para consolidar a sua pré-candidatura. E mesmo sendo fiel a Cássio, já adiantou que o PSD não abrirá mão de uma vaga na chapa Majoritária.

A decisão que Cássio tomará em 2014 deverá ser fundamental para o pleito de 2018, quando Ricardo só terá a chance de disputar o Senado. Já Cássio deverá disputar a reeleição ou migrar para a disputa ao Governo do Estado depois de ter se negado a atender aos apelos dos correligionários.

PBAgora

Pressionado e sem técnico, Fla visita o Criciúma, que está 100% em casa

jogoPressão, incerteza e uma obrigação: vencer. O panorama não é dos mais agradáveis, mas é assim que o Flamengo pisa no campo do Heriberto Hülse neste sábado, às 16h20m (de Brasília), para encarar o Criciúma, pela quinta rodada do Brasileirão. Ainda sem vencer na competição, o Rubro-Negro será comandado pelo interino Jaime de Almeida após a demissão de Jorginho. Mano Menezes é o alvo da diretoria, que tenta convencê-lo de que assumir o clube é uma boa ideia. Como não tem nada com os problemas na Gávea, o Tigre tenta manter os 100% de aproveitamento em casa (duas vitórias em dois jogos).

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Com dois empates e duas derrotas, o Flamengo é apenas o penúltimo colocado na tabela de classificação. A urgência por um triunfo se faz ainda maior para não ficar 28 dias em crise e na zona de rebaixamento, já que a rodada é a última antes da paralisação do Brasileirão para a Copa das Confederações. Sem Renato, suspenso pela expulsão na derrota para o Náutico, e a dupla de gringos Marcelo Moreno e Marcos González, com as seleções chilena e boliviana, respectivamente, Jaime de Almeida fez mistério e não revelou o time titular. Gabriel, barrado contra o Timbu, deve ser a novidade.

A fragilidade do adversário em virtude do momento e da queda de treinador é considerada ponto secundário a ser explorado pelo Criciúma. O time catarinense prefere contar com o fator casa, onde está invicto há mais de 70 dias. Nos dois jogos em seus domínios no campeonato, dupla vitória – ambas por 3 a 1, sobre Bahia e Santos. Neste sábado, o estádio Heriberto Hülse deve estar lotado, e com maioria tricolor. A fórmula é a mesma desde quando o técnico Vadão assumiu e deu cara ao time: torcida atuante e Criciúma ofensivo. Mesmo com desfalques, a formação segue no 4-3-3. O centroavante Marcel está fora por lesão e o atacante Fabinho pode não atuar com dores na região lombar.

A TV Globo transmite a partida ao vivo para RJ, MG, ES, SC (menos Criciúma), BA, CE, RN, AL, PB, MA, SE, PI e Regiões Norte e Centro-Oeste. O PremiereFC 4 também exibe o jogo, que será acompanhado pelo GLOBOESPORTE.COM em Tempo Real e com vídeos exclusivos.
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Criciúma: o esquema está mantido, com tridente ofensivo, bem como o mesmo meio-campo e defesa da última partida. Porém, o técnico Vadão precisa alterar o ataque. Lesionado, Marcel cede a camisa 9 para Giancarlo. Atacante pelo lado esquerdo, Fabinho é dúvida. Na vitória diante do Santos, ele chocou as costas contra a trave e pode não ter condições de atuar. Neste caso, o meia Ivo deve cumprir a função. Se assim for, pisam o gramado Bruno; Pacheco, Matheus Ferraz, Ewerton Páscoa e Marlon; Serginho, Elton e João Vitor; Lins, Giancarlo e Ivo.

Flamengo: com a demissão do técnico Jorginho, o interino Jaime de Almeida assumiu, mas não teve muito tempo para trabalhar a equipe. Sem Renato Abreu, suspenso, Gabriel deve herdar uma vaga no meio, assim como o volante Val, que pode ganhar uma oportunidade no lugar do atacante Paulinho. Caso isso aconteça, o esquema 4-2-3-1 será substituído pelo tradicional 4-4-2. A provável formação rubro-negra tem: Felipe, Léo Moura, Wallace, Renato Santos e João Paulo; Luiz Antonio, Val (Paulinho), Elias e Gabriel (Carlos Eduardo ou Adryan); Rafinha e Hernane.
quem esta fora (Foto: arte esporte)

Criciúma: o atacante Marcel tem um edema na coxa direita. O zagueiro Fábio Ferreira tem uma fibrose na panturrilha direita (mesma em que sofreu um estiramento recente). O volante Amaral, com torção no joelho direito, ainda está em trabalho de transição. O atacante Douglas segue em recuperação de cirurgia em joelho operado para reconstrução de ligamentos.

Flamengo: o zagueiro chileno Marco González e o atacante boliviano Marcelo Moreno estão com as seleções de seus países. O lateral-esquerdo Ramon está vetado por causa de uma pancada no tornozelo direito. Expulso na última partida, Renato Abreu é outro desfalque.

header pendurados (Foto: ArteEsporte)

Criciúma: nenhum.

Flamengo: Luiz Antonio.

header o árbitro (Foto: ArteEsporte)

Jailson Macedo Freitas (BA) apita o jogo, auxiliado por Ivan Carlos Bohn (PR) e Adson Marcio Lopes Leal (BA). O árbitro paticipou de duas partidas neste Brasileiro: Botafogo 2 x 1 Santos e Cruzeiro 1 x 0 Corinthians. Até aqui, ele tem média de apenas 1,5 cartão amarelo, 0,5 cartão vermelho e 26,5 faltas assinaladas por confronto. O campeonato tem média de 3,90 amarelos, 0,2 vermelho, 32,9 faltas e 0,2 pênalti por partida.

header_estatisticas (Foto: arte esporte)

Criciúma: está dosando as energias para garantir os pontos em casa, onde venceu Bahia e Santos por 3 a 1, cometendo 25 faltas em cada jogo. Como visitante, perdeu para Internacional e Fluminense por 2 a 0 e 3 a 0, fez apenas cinco faltas contra o Inter e 20 contra o Fluminense. Foram 26 finalizações, seis gols em casa, 17 conclusões e nenhum gol fora.

Flamengo: é quase o oposto. Não fez gol em casa, onde perdeu para Ponte Preta (2 a 0) e Náutico (1 a 0), conseguindo 35 finalizações. Como visitante, empatou com o Santos em 0 a 0 (em Brasília) e Atlético-PR em 2 a 2, com 34 finalizações. Será que com a demissão do técnico Jorginho a pontaria vai melhorar? Jogue onde for, a média é de 11 finalizações no gol. Em casa, o Flamengo cometeu 18 faltas (7 e 11) e fora, 32 (19 e 13).

header_na_historia (Foto: arte esporte)

Criciúma e Flamengo fizeram um jogo emocionante com sete gols em 2003. A partida valia pela 20ª rodada do  Campeonato Brasileiro e o Tigre logo abriu uma grande vantagem 4 a 0 na primeira etapa. No intervalo, o então técnico rubro-negro, Marcos Paquetá, colocou o jovem atacante Andrezinho no lugar do zagueiro Carlos Renan. Os cariocas melhoraram, foram para cima e conseguiram marcar três vezes. Mas, no fim das contas, não foi o suficiente para superar os catarinenses, que conquistaram os três pontos.

Em tarde de festa por Ganso, São Paulo bate o pressionado Cruzeiro

Ganso aparece diante da torcida tricolor (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)

O fim de semana começou com festa para o São Paulo e com pressão para o Cruzeiro. E dentro de campo, os dois ambientes se confirmaram. Muito embora a partida deste domingo, no estádio do Morumbi, pela 26ª rodada do Campeonato Brasileiro, não tenha sido uma maravilha, a festa do Tricolor na apresentação do reforço Ganso valeu o ingresso dos 40.457 são-paulinos, presenteados com o triunfo por 1 a 0.

A vitória foi conquistada com um gol de Osvaldo. Foi o quinto dele no Brasileirão. Assim, o atacante, ao lado de Jadson, passa a ser o vice-artilheiro do time na competição, atrás apenas de Luis Fabiano, com 11. Com mais esses três pontos, o São Paulo foi a 43, em quinto, e mantém perseguição ao Vasco, na busca de um lugar na zona de classificação à Libertadores da América.

Já o Cruzeiro, pressionado na saída de Belo Horizonte, segue com 35 pontos, cada vez mais distante da briga pelo G-4. O goleiro Fábio, um dos mais criticados pela torcida, fez boas defesas no duelo no Morumbi, mas voltou a falhar no lance do gol rival. Celso Roth durante a partida teve de gastar as três substituições por conta de lesão. Saíram de campo machucados Wellington Paulista, Wallyson e Charles.

Na próxima rodada do Campeonato Brasileiro, a de número 27, o Cruzeiro joga no sábado, às 18h30, contra o Inter, em Varginha. O São Paulo, por sua vez, visita o Coritiba, domingo, às 16h, no estádio Couto Pereira, na capital paranaense. As duas partidas serão acompanhadas em tempo real pelo GLOBOESPORTE.COM.

Maestria zero
Os aplausos efusivos da torcida tricolor durante a apresentação de Ganso no gramado do Morumbi foram substituídos por vaias ao final do primeiro tempo. E com razão. Os primeiros 45 minutos da partida contra o Cruzeiro foram ruins. Bem ruins. Nenhum dos dois apresentou criatividade suficiente para levar perigo ao outro lado.

Mais ousado nos minutos iniciais, a Raposa teve mais posse de bola e pressionou o rival no campo de defesa. Mas não conseguiu chegar com força. À exceção de um chute de Diego Renan, aos 22 minutos, nenhum outro lance assustou Rogério Ceni, que completava 500 jogos no estádio do Morumbi.

Com Lucas apagado do lado direito, o São Paulo tinha apenas uma jogada ofensiva: arriscar pelo lado esquerdo, com as investidas de Osvaldo. Mas não deu certo. O atacante tricolor era até insinuante quando pegava na bola, porém não deu trabalho ao goleiro Fábio, muito criticado pela torcida cruzeirense no embarque para São Paulo.

Aliás, a pressão pelos bons resultados nos dois times parecia ter deixado ambos cautelosos além da conta. Não se viu na etapa inicial no Morumbi nenhuma ousadia. Sem criatividade, os rivais deram muitos toque de lado e finalizaram pouco. Foram quatro do Cruzeiro e apenas duas do São Paulo.

Nesse caso, a ausência do machucado Luis Fabiano prejudicou, é claro, mas também não houve muita ação por parte da armação tricolor. No Cruzeiro, ao final do primeiro tempo, duas alterações por conta de lesão. Borges e Souza entraram nas vagas de Wallyson e Wellington Paulista, respectivamente.

Osvaldo decide!
A tarde não estava boa para o Cruzeiro. Antes mesmo de o cronômetro marcar dez minutos do segundo tempo, Celso Roth foi obrigado a fazer sua terceira e última alteração. Lucas Silva entrou no lugar de Charles, que sentiu lesão em disputa de bola com o são-paulino Lucas. Ele teve de deixar o campo na maca.

Se do lado mineiro os problemas eram as lesões, do lado tricolor eram as finalizações. Com apenas duas no primeiro tempo, o São Paulo continuou mal nesse quesito na etapa final. Ney Franco, então, decidiu sacar Willian José, substituto do machucado Luis Fabiano, e mandar a campo o garoto Ademilson.

Coincidência ou não, Ademilson participou da melhor jogada do Tricolor na partida até então. Aos 17 minutos, após bom passe de Lucas, a bola foi desviada na grande área e o garoto dominou antes de chutar para boa defesa de Fábio. O goleiro, no entanto, não teve a mesma eficiência minutos depois, no lance do gol são-paulino.

Aos 22 minutos, Ademilson, de novo ele, tabelou com Douglas. O lateral cruzou da direita, e Fábio espalmou nos pés de Osvaldo, que completou para o gol. Em vantagem no placar, o São Paulo passou a dominar as ações da partida. Mais veloz após a entrada de Ademilson, o time pressionou e não deu espaço ao Cruzeiro.

Quando tinha a bola, a Raposa trocava muitos passes à procura de uma brecha na defesa são-paulina. Não encontrou. E teve de correr muito para segurar os contra-ataques tricolores com Osvaldo, Lucas e Ademilson. A vitória mantém o São Paulo na briga pela Libertadores e aumenta a pressão no Cruzeiro de Celso Roth.

Globoesporte.com