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Mãe e padrasto são presos por morte de criança de três anos após violências física e sexual em Patos

A Polícia Civil da Paraíba, por meio da Delegacia Seccional de Patos, ligada à 3ª Superintendência de Polícia Civil, prendeu na última segunda-feira (5) um homem de 25 anos suspeito de ter espancado, além de ter praticado violência sexual contra a enteada, uma criança de apenas 3 anos de idade. O fato aconteceu na cidade de Patos, Sertão do Estado, e criança foi levada ao hospital local, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.

A mãe da criança sabia de tudo e era conivente com a situação. Ela foi intimada a prestar esclarecimentos nesta terça-feira (6) e, diante das evidências de sua participação nos crimes, também foi presa. O casal foi encaminhado para as unidades prisionais de Patos e ficará à disposição da Justiça.

Segundo o delegado Sylvio Rabelo, da 3ª Superintendência de Polícia Civil, a criança já vinha sendo abusada sexualmente pelo padrasto há algum tempo. “Não foi a primeira vez que isso aconteceu e todo esse abuso era presenciado e acobertado pela mãe da criança. Na manhã de ontem houve um novo episódio de abuso e a menina ficou muito ferida. Por conta disso, o padrasto resolveu estrangular a criança”, revelou.

O caso repercutiu muito na cidade sertaneja de Patos e os vizinhos que já estavam desconfiados das agressões e abusos sofridos pela criança, tentaram linchar o suspeito. Ele chegou a ser agredido pela população, foi levado ao hospital e em seguida para a delegacia, onde foi preso em flagrante.

Ainda segundo o delegado Sylvio Rabelo, o corpo da criança foi levado para o Núcleo de Medicina e Odontologia Legal (Numol) da região de Patos. “Depois dos exames, os peritos confirmaram que ela sofreu violências física e sexual, o que reforçou a prisão em flagrante do casal. A mãe o padrasto já foram para os presídios feminino e masculino de Patos, respectivamente, e aguardam a decisão da Justiça se vão responder pelos crimes em liberdade”, concluiu

 

WSCOM

 

 

Acusados de roubos na zona rural de Bananeiras e Solânea são presos

A Polícia Civil da Paraíba, através da 21° Seccional em Solânea, em operação conjunta com o N.I. da 7° CIPM/PB, prendeu na manhã desta sexta-feira (31) três acusados de realizarem “arrastões” (roubos), em Sítios de Bananeiras e Solânea.

Foram presos Ivanildo Santos Araújo, conhecido como DINDA, 38 anos, Jorge Luiz Felix Braga, conhecido como JORGINHO, 23 anos e Vanessa Silva de Lima, 26 anos.

A Polícia Civil representou pelas prisões e mandados de busca e apreensão na Comarca de Solânea, tendo como alvos as residências dos investigados, sendo apreendido 1 (um) resolver  calibre 38 especial que estava enterrado em um curral, 2 espingardas, munição, além de dinheiro, celulares, perfumes, relógios e joias produtos dos roubos.

De acordo com a investigação, além de roubos na zona rural de Solânea, os acusados realizaram um arrastão em Bananeiras no último sábado (26.07.2020) onde, armados, invadiram 4 residências nos Sítios Beijinho e Mijônia, fazendo os moradores de reféns, inclusive idosos e mulheres gestantes, subtraindo objetos e valores.

O acusado DINDA foi identificado como sendo o cabeça da quadrilha e recrutava outros assaltantes para prática dos crimes, sendo sua companheira VANESSA a responsável por vender os produtos dos roubos na região.

Assessoria Polícia Civil

 

 

Seis suspeitos morrem e outros são presos em tentativa de assalto a bancos, em Areia, PB

Seis suspeitos morreram em uma tentativa de assalto a duas agências bancárias na madrugada desta quarta-feira (17), na cidade de Areia, no Brejo paraibano. De acordo com a Polícia Militar (PM), armas de grosso calibre, munições e os veículos usados pelo grupo também foram apreendidos na ação. Dois dos suspeitos morreram em um hospital da cidade. Um outro suspeito foi socorrido sob custódia para o Hospital de Trauma de Campina Grande e outro foi encaminhado para a sede da Polícia Federal.

Ainda segundo a PM, os suspeitos estavam em uma caminhonete e uma moto. Eles haviam espalhado grampos ao redor da cidade e teriam derrubado árvores por onde passaram, para impedir o acesso da polícia. O município foi cercado e, por volta das 3h, foi iniciada uma intensa troca de tiros com o grupo.

Na troca de tiros, quatro suspeitos morreram, dois ficaram gravemente feridos, já outros dois foram baleados e não correm risco de vida. A ação contou com aproximadamente 40 policiais. Os suspeitos que foram detidos permanecem na cidade de Areia até o encerramento dos protocolos de segurança.

G1

 

Após tiroteio detentos do semiaberto são presos na cidade de Taperoá

Uma ação da Polícia Militar prendeu dois presidiários do regime semiaberto que saíram da cidade de Campina Grande para promover um confronto contra um grupo rival, marcado para a noite desse sábado (25), na cidade de Taperoá. Na ação foram apreendidos dois revólveres, 30 munições que seriam usadas no tiroteio, um capuz tipo balaclava, balança de precisão, maconha embrulhada em tablete e papelotes e dinheiro.

Os presidiários – um de 24 anos que cumpre pena por tráfico de drogas, roubo e posse de arma e outro de 23 anos, que cumpre pena por roubo – são do Presídio do Monte Santo, em Campina Grande, e atualmente estavam liberados do retorno à unidade prisional por causa da pandemia do novo coronavírus. Nas buscas pelos acusados, foi presa uma mulher, de 22 anos, que estava guardando as drogas e o dinheiro em casa, e um homem de 20, que prestou auxílio aos criminosos para se esconderem da polícia.

Conforme informações do sargento Anchieta, da 4ª Companhia do 3º Batalhão, o grupo estaria envolvido em uma disputa entre grupo rivais, ligados ao tráfico de drogas.

“Houve um tiroteio entre esses dois grupos, na última quarta-feira (22), e nesse sábado seria uma espécie de revanche, com a presença desses presos do regime semiaberto, que vieram da cidade de Campina Grande com armas e munições para confrontar os rivais, mas com as informações que levantamos, fizemos essa ação que resultou na prisão dos acusados e evitou o tiroteio que eles planejaram promover aqui em Taperoá”, detalhou. Os quatro presos na ação e todo o material apreendido foram levados para a Delegacia de Polícia Civil, em Teixeira.

 

pbagora

 

 

Suspeitos de assaltos e arrombamentos são presos em quatro cidades da PB

Envolvidos em assaltos e arrombamentos a estabelecimento comerciais foram presos ou apreendidos nesse fim de semana, em quatro cidades paraibanas. Nas ações, a Polícia Militar deteve mais de dez suspeitos pela prática desses crimes, até a madrugada desta segunda-feira (20).

Na cidade de Araçagi, a PM prendeu em flagrante uma dupla que tinha acabado de assaltar um posto de combustíveis, no Centro. Com os homens, de 23 e 21 anos, foi recuperado todo o dinheiro roubado e apreendida a arma e a moto usadas no assalto.

Em Campina Grande, foram três suspeitos detidos – de 29, 22 e 27 anos – armados de faca, que estavam assaltando na rua Otacílio Nepomuceno, no bairro do Catolé. Ainda na cidade, no bairro Jardim Paulistano, foi preso um homem de 19 anos em flagrante, que assaltou uma farmácia na rua José Firmino da Silva.

E na Capital, foi preso um suspeito de 18 anos, que tinha assaltado um estabelecimento comercial e também uma pessoa que passava pela rua Professora Maria da Gloria, no bairro dos Funcionários IV. Com ele, foi recuperado um celular. Outros dois comparsas conseguiram fugir.

Presos por arrombamento de loja – Dois suspeitos, de 25 e 21 anos, foram presos por arrombar uma loja, na avenida Epitácio Pessoa, na madrugada deste domingo (19). Eles estavam tentando levar aparelhos eletrônicos, mas foram rendidos.

Preso por arrombamento de farmácia – No fim da noite desse domingo (19), foram presos em flagrante dois homens, de 42 e 33 anos, que arrombaram uma farmácia, na cidade de Cajazeiras, e estavam tentando levar medicamentos e outros produtos.

PB Agora

 

 

Três são presos com quase 1 tonelada de artefatos explosivos

Três homens foram presos na manhã desta sexta-feira (17) com quase 1 tonelada de insumo diverso para fabricação de munições e artefatos explosivos, durante a Operação Mercador II, realizada pela Polícia Civil em Campina Grande.

Foram cumpridos 6 mandados de busca e apreensão, tendo por resultado a prisão de 3 homens nos bairros do Centro, Malvinas e Alto Branco. Um deles já teria sido preso em 2019, na primeira etapa da Operação Mercador, quando foi flagrado com mais de 3 mil munições e uma arma de fogo.

Foram apreendidas pólvora, chumbo, munições calibre 12, uma espingarda do mesmo calibre, centenas de estojos de munições e em um dos alvos também foi apreendido uma quantidade de cocaína.

A operação é realizada pela Delegacia Especializada de Crimes Contra o patrimônio de Campina Grande (DRF/CG) e tem como objetivo combater a comercialização ilegal de armas de fogo, munições, artefatos explosivos e insumos para a fabricação de tais materiais.

 

portalcorreio

 

 

Supostos assaltantes são linchados e presos em um distrito na cidade de Areia

Dois homens foram pegos e linchados por várias outras pessoas, quando estavam praticando assaltos no bar de João Carlos, no distrito de Cepilho, que fica na cidade de Areia, na Paraíba.

A dupla foi agredida e tiveram as mãos e os pés amarrados por fios até a chegada da polícia no local. O fato teria ocorrido na manhã deste sábado (7).

paraiba.com.br

 

 

Número de presos no Brasil aumenta 900% em 30 anos, diz pesquisa

Em cerca de 30 anos, o número de presos no Brasil subiu de 90 mil, em 1990, para mais de 800 mil no ano de 2019 – um acréscimo de quase 900%. O alerta é do pesquisador da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Gênesis Cavalcanti, por meio da dissertação “A crise estrutural do capital e o grande encarceramento: o caso brasileiro”, realizada no Programa de Pós-Graduação em Direitos Humanos, Cidadania e Políticas Públicas (PPGDH) e sob a orientação do professor Gustavo Barbosa.

De acordo com Gênesis Cavalcanti, que coordena o Laboratório de Pesquisa e Extensão em Subjetividade e Segurança Pública (Lapsus) da UFPB, esse fato não se deu pelo aumento de crimes, mas pelo olhar de políticas punitivas.

“O surgimento do Estado neoliberal, fundado na competição e na responsabilidade individual sem limites, entendia que os delitos seriam realizados após uma escolha racional do indivíduo, que determinaria sua conduta a partir do risco ou da recompensa”, explica.

Para o pesquisador e também professor do curso de Direito da UFPB, passou-se a punir atos que não eram criminalizados, direcionados especialmente às populações negras e pobres.

“Nossa história, marcada pela completa inferiorização dos povos negro e indígena, foi o que possibilitou o controle e a punição deles. Da escravidão ao hiperencarceramento em condições indignas de sobrevivência: é a realidade que a elite do país impõe aos grupos sociais marginalizados no Brasil”, enfatiza Gênesis Cavalcanti.

Conforme dados apontados pelo pesquisador, apesar de ricos, pobres, brancos e negros cometerem crimes, os processados criminalmente e os encarcerados são, em maioria, de classe baixa e negros.

“Assim, seguimos a mesma lógica dos países capitalistas centrais, principalmente os Estados Unidos, no modo de lidar com os grupos sociais indesejáveis ao sistema capitalista: encarceramento”, argumenta.

Cada sistema de produção exerce, afirma Gênesis Cavalcanti, influência nas formas de punir e o neoliberalismo, imposto em resposta à crise estrutural do capital, tem gerado efeitos diretos nas ações de vigilância e extermínio dos excluídos.

“As políticas criminais surgidas no contexto neoliberal não encontraram resistências na realidade marginal latino-americana, especialmente no Brasil – nem mesmo nos períodos em que estavam no poder governos progressistas”, atesta.

A tendência, consoante os pensamentos do estudioso, é que haja um acréscimo dessa realidade, diante da conjuntura política realizada atualmente no Brasil.

“A vida política atual é marcada por discursos autoritários e pautas antidemocráticas. O projeto ‘anticrime’, que se tornou lei (13.964/2019), deve intensificar a situação de hiperencarceramento, colocando a prisão como o centro da questão criminal”, distingue.

Gênesis Cavalcanti cita – dos novos rumos para a superlotação no cárcere – o tempo máximo de cumprimento das penas privativas de liberdade (de 30 para 40 anos), execução provisória das penas (em condenações com pena igual ou superior a 15 anos de reclusão nos crimes dolosos contra a vida) e o aumento do tempo para mudanças nos regimes de prisão (fechado, semiaberto e aberto).

Número de presos e as drogas

Segundo dados do Levantamento Nacional de Informações Penitenciárias (Infopen), em 2017, a quantidade total de pessoas presas por tráfico de drogas no Brasil era de mais de 176 mil, representando quase 30% da população carcerária.

Pesquisas do Departamento Penitenciário Nacional (Depen) revelam que o número total de presos aumentou 96% desde o início da vigência da Lei 11.343/2006 – conhecida como a Lei Antidrogas.

Diante desse cenário, Gênesis Cavalcanti acredita que a política antidrogas no Brasil é uma das principais causas pelo aumento da população carcerária no país.

“A ‘guerra às drogas’, apesar de não diminuir o número crescente de usuários, o que se compreende como o seu fracasso (em relação à função oficialmente declarada), está sendo exitosa no aprisionamento de milhares de brasileiros (sua real função)”, acentua o estudioso.

Gênesis Cavalcanti ressalta que há um enfoque político atribuído ao tráfico de drogas, ilustrando-o como um mal que se espalha pelas comunidades e que aumenta o número de ações criminosas.

“Isso forja o traficante como o maior inimigo da sociedade: um ser violento, armado e cruel. A esmagadora maioria das pessoas presas por tráfico de drogas é formada por jovens negros, desarmados, com pequenas quantidades e que atuam como varejistas, extremamente vulneráveis à repressão policial”, reforça o pesquisador.

No tocante às políticas de saúde pública para combater o vício em entorpecentes, Gênesis Cavalcanti afirma que, enquanto houver a criminalização, não será possível a concretização dessas políticas.

“Seja porque o proibicionismo acarreta a falta, ou a dificuldade, de informação sobre as  substâncias, seus efeitos e como se dá seu consumo, seja porque seus usuários ainda continuam sendo criminalizados (apesar de não penalizados)”, adverte.

O pesquisador acredita ainda que descriminalizar o uso de drogas é algo urgente. “Não se trata de estimular o consumo de substâncias, nem desconsiderar a dependência de determinados tóxicos, sejam os legalizados ou não. O proibicionismo é, em verdade, uma decisão política que se mantém pelo fato de ser financeiramente interessante para a classe dominante”, evidencia Gênesis Cavalcanti.

 

portalcorreio

 

 

Irmãos que mataram Rony Targino, em Bananeiras, foram presos em João Pessoa

A Polícia Civil da Paraíba, por meio do trabalho investigativo em conjunto desenvolvido pela 21° Delegacia Seccional de Solânea e Delegacia de Crimes Contra a Pessoa da Capital – Homicídios de João Pessoa, resultou nas prisões, nesta quarta-feira (29), dos dois executores do homicídio de Rony Targino, fato ocorrido no dia 18/01/2020, no Sítio Caboclo, Bananeiras/PB.

Segundo apurado, os presos, que são irmãos, esfaquearam a vítima, que ainda tentou fugir mais foi perseguida e morta instantes depois.

Logo após o crime, a Delegacia de Bananeiras solicitou a prisão dos investigados, indiciando os mesmos pelo crime de Homicídio Qualificado.

A prisão foi realizada por agentes da Delegacia de Homicídios no bairro de Gramame, na Capital, onde os investigados estavam escondidos.

 

FN com Polícia Civil

 

 

Acusados de roubos em Solânea e Bananeiras são presos; comerciante que comprava celulares roubados também foi preso

Na ação realizada pela Polícia Civil, através da 21° Secccional em Solânea, juntamente com a Polícia Militar, 7° CIPM, resultou na prisão da dupla acusada de 08 (oito) roubos a celulares registrados em Solânea e Bananeiras, sendo a maioria das vítimas mulheres.

De acordo com a investigação, a dupla, que é oriunda da zona rural de Bananeiras, praticava os roubos com o uso de motocicleta e vendia os objetos em uma loja localizada na praça Epitácio Pessoa, também em Bananeiras, sendo apreendido mais de 30 aparelhos celulares de origem suspeita, alguns já identificados pelas vítimas.

Um dos suspeitos dos crimes reside no Sítio Angelin, Bananeiras e o menor de idade reside no Distrito de Vila Maia, Bananeiras, onde, em cumprimento a lei, responderão pelos roubos em liberdade.

Já o comerciante de 25 anos, residente em Solânea e possui uma revenda de celulares em Bananeiras, foi autuado em flagrante pelos crimes de receptação dolosa e será encaminhado a cadeia de Solânea.

FN com 21° Secccional