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Wilson Filho vai presidir Frente e defende 30h para enfermagem

wilson filhoO deputado federal, Wilson Filho (PTB), vai presidir da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Enfermagem, no Congresso Nacional. De acordo o parlamentar, estes profissionais são de extrema importância para o cuidado da saúde da população, mas ainda sofrem com as longas jornadas de trabalho e falta de condições para exercício da profissão em algumas unidades.
“Nossa principal discussão será em torno do projeto de lei 2295/2000, que fixa a jornada de trabalho em seis horas diárias e 30 horas semanais para enfermeiros, técnicos e auxiliares de Enfermagem”, explicou, acrescentando que essa matéria já tramita na Casa há 15 anos e precisa ser apreciada.
Wilson Filho disse que a luta da categoria é uma luta de toda a sociedade. “Vamos fazer essa discussão e toda uma mobilização junto as entidades de classe para que esses profissionais sejam valorizados e tenham melhores condições de trabalho”, destacou.
Segundo dados do último Censo do IBGE, cerca de 1,5 milhão de profissionais da enfermagem trabalham no Brasil. Esse número se divide em cerca de 278 mil enfermeiros, 629 mil técnicos de enfermagem, 556 mil auxiliares e 22 mil atendentes de enfermagem. Em média são 7,76 profissionais de enfermagem a cada 1000 habitantes.

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Os dados do IBGE revelam outros números importantes. A região que mais concentra os profissionais de enfermagem é o Sudeste com cerca de 760 mil, seguido do Nordeste com 286 mil, Sul 246 mil, Norte 96 mil e Centro-Oeste com 91 mil.

MaisPB 

Com PMDB ‘inundado’ na Lava Jato, Zé Maranhão se torna o mais cotado para presidir CCJ do Senado

maranhãoO senador José Maranhão (PMDB) é o mais cotado para presidir a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal. A informação é do jornalista Ilimar Franco, que assina uma coluna no jornal ‘O Globo’.
De acordo com o colunista, “a operação Lava Jato inundou o PMDB e, agora, o senador José Maranhão (PB) é o mais forte candidato a presidir a CCJ do Senado”.
A jornalista Clarissa Oliveira, que assina a coluna ”Poder Online’, já havia adiantado que o paraibano estava no páreo para comandar a Comissão. Segundo ela, Maranhão concorria com Edison Lobão (MA) e Garibaldi Alves (RN).
A CCJ do Senado já foi presidida pelo atual ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), Vital do Rêgo Filho.

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ilimar-maranhao

Hugo Mota é escolhido para presidir a nova CPI da Petrobras

hugo motaO deputado federal paraibano Hugo Motta (PMDB) será o novo presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobrás. A escolha foi anunciada nesta sexta-feira (20), pela liderança do PMDB na Câmara Federal.

A informação foi divulgada pelo jornalista Lauro Jardim, signatário da Coluna Radar, da Veja Online.

Confira:

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Vital indica sobrinha para presidir PMDB Jovem e se opõe a candidato de Maranhão

pamelaO senador Vital do Rêgo Filho (PMDB) indicou na noite desta segunda-feira (15) Pâmela Vital, sua sobrinha, para presidir o PMDB Jovem da Paraíba. O fato coloca a família Vital em oposição ao presidente do partido, José Maranhão, que apoia o jornalista Dhiego Amaranto para o cargo.

Dhiego, inclusive, envolveu-se em uma confusão. Ele foi eleito presidente da divisão, mas o diretório Nacional não o reconheceu como presidente e a votação foi invalidada.

O atual presidente do PMDB Jovem, André Amaral, e o vice-Presidente, Caco Alcântara, já afirmaram apoio a pré candidatura de Pamela, a quem classificam como futuro expoente da política paraibana.

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Pamela é neta da deputada federal Nilda Gondim, e sobrinha do ex-prefeito de Campina Grande e deputado federal eleito Veneziano, e do senador e futuro Ministro do TCU, Vital do Rego Filho.

Uma informação de bastidores aponta que Pâmela deve ser candidata a vereadora em 2016 ou até deputada em 2018.
Paraíba.com.br

Paraibano vai presidir CPI da Petrobras no Senado e PT irá relatar o texto

senadoO senador Vital do Rêgo (PMDB-PB) foi eleito nesta quarta-feira (14) presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras exclusiva do Senado. Já o líder do governo no Congresso Nacional, senador José Pimentel (PT-CE), foi indicado para relatar a CPI que terá a tarefa de apurar denúncias contra a estatal do petróleo. O senador Antonio Carlos Rodrigues (PR-SP) irá ocupar a vice-presidência do colegiado.

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Com a definição dos dirigentes da CPI, a comissão está formalmente instalado e poderá, a partir de agora, dar início às investigações. O documento que pediu a criação da CPI propôs que fossem apuradas quatro suspeitas envolvendo a Petrobras: a aquisição da refinaria de Pesadena, no Texas (EUA); indícios de pagamento de propina a funcionários da estatal pela companhia holandesa SBM Offshore; denúncias de que plataformas estariam sendo lançadas ao mar sem equipamentos primordiais de segurança; e indícios de superfaturamento na construção de refinarias, entre as quais a planta de refino de Abreu e Lima, em Pernambuco.

Donas das maiores bancadas do Senado, PMDB e PT puderam escolher os principais cargos da CPI. Dos 13 integrantes da comissão parlamentar, dez são de partidos aliados ao governo e três da oposição – dois do PSDB e um do DEM.

Logo após ser escolhido, por unanimidade, para comandar os trabalhos da CPI do Senado, Vital indicou o líder do governo no Congresso para a relatoria da comissão. Caberá ao petista José Pimentel elaborar o relatório final das investigações sobre as denúncias contra a petroleira.

Além de Vital, Pimentel Rodrigues, as demais cadeiras da base aliada serão ocupadas pelos senadores Valdir Raupp (PMDB-RO), Ciro Nogueira (PP-PI), Aníbal Diniz (PT-AC), Humberto Costa (PT-PE), Acir Gurgacz (PDT-RO) e Gim Argello (PTB-DF).

A oposição se recusou a indicar nomes de seus representantes no colegiado. Os oposicionistas defendem a instalação de uma comissão mista, composta por senadores e deputados, para apurar as suspeitas contra a Petrobras. A alegação é de a maioria que o governo federal possui no Senado lhe daria condições de controlar o andamento das investigações.

Diante da resistência da oposição, coube ao presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), escolher os três integrantes dos partidos oposicionistas na CPI. Dos três senadores indicados por Renan para as cadeiras reservadas à oposição, apenas Cyro Miranda (PSDB-GO) deverá permanecer como titular.

Lúcia Vânia (PSDB-GO) e Wilder Morais (DEM-GO) recusaram atuar na CPI do Senado. Devido à recusa dos senadores do PSDB e do DEM, Renan poderá indicar novos nomes para a CPI. No entanto, a comissão já tem condições de funcionar normalmente, mesmo sem a presença de todos os parlamentares da oposição.

Cronograma
Vital do Rêgo convocou para as 15h30 desta quarta-feira uma nova reunião da CPI para definir o cronograma de trabalho. Para tentar contornar o curto espaço de tempo que restará às investigações devido à Copa do Mundo e às eleições, Vital do Rêgo disse que o colegiado vai atuar de forma “produtiva”.

“Vamos trabalhar sem nenhuma perda de tempo já que temos calendário recheado de eventos. Vamos ocupar todo nosso calendário, toda nossa energia para cumprir esse mister”, declarou o presidente da CPI.

Na reunião desta tarde, o relator da comissão, José Pimentel, levará aos integrantes sua proposta de cronograma, a qual espera que seja aprovada por unanimidade.

“Aprendi que o relator relata, portanto, ele ouve e depois relata. É assim que pretendo conduzir. Foi elaborado uma minuta de plano de trabalho, bastante detalhada e minuciosa. Vamos apresentar às 15h30″, ressaltou Pimentel.

Aprendi que o relator relata, portanto, ele ouve e depois relata. É assim que pretendo conduzir” José Pimentel (PT-CE), senador escolhido para a relatoria da CPI da Petrobras

Único senador da oposição presente na primeira sessão da CPI, Cyro Miranda disse que a convocação da nova reunião é uma “estratégia” do governo para dar início rápido às investigações e tirar o foco da comissão mista, com presença também de deputados.

Miranda, porém, acredita que a comissão restrita a senadores será “esvaziada” após a instalação do colegiado misto. A oposição, que insiste na CPMI, espera sua instalação para a próxima semana.

Diante da recusa de Lúcia Vânia e Wilder Morais, o tucano disse que atuará na CPI como “observador”. “Vou ver o rumo que o governo quer dar à comissão, porque o rumo que for dado aqui será dado na CPMI, com certeza. De qualquer maneira, se estivéssemos em dois ou três, a situação seria a mesma. Basta um aqui para saber como será pautado”, explicou Miranda.

 

 

G1

Armando confirma acordo para Santiago presidir o PTB e diz que assumirá a Câmara

armando abilioO ex-deputado Armando Abílio (PTB), que estava afastado da mídia nos últimos dias, devido ao processo de filiação do ex-senador Wilson Santiago ao PTB, quebrou o silêncio na noite desta segunda-feira (01), e disse que não se sentia inferiorizado por perder comando do partido no estado para Santiago, pois tudo “foi feito de forma acordada”.

Armando Abílio, que é suplente da coligação PMDB/PTB, revelou também que dentro deste acordo irá assumir a titularidade do mandato na Câmara Federal, em substituição ao deputado Wilson Filho, que continuará no PMDB, mas vai se licenciará para contemplá-lo.

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Armando explicou que renunciou do da presidência da Executiva estadual, para Santiago assumir uma comissão provisória e em seguida convocar uma convenção para homologá-lo como presidente estadual do PTB.

“Isso tudo foi acordado, o que queremos é que o PTB cresça”, ratificou.

Cristiano Teixeira
WSCOM Online

PMDB se articula para presidir Câmara e Senado em 2013

Com a maior bancada do Senado e a segunda maior na Câmara, o PMDB se prepara para controlar as duas Casas do Congresso em 2013. Se hoje detém o comando do Senado, com José Sarney (AP), o partido confia no cumprimento de um acordo com o PT para presidir também a Câmara nos dois últimos anos do mandato da presidente Dilma Rousseff. A eleição deve ocorrer no início de fevereiro, na volta do recesso legislativo.

No Senado, o nome mais cotado para a presidência é o do atual líder do PMDB, Renan Calheiros (AL), que renunciou ao cargo em novembro de 2007, acuado por denúncias de que teria a pensão de uma filha paga por uma grande construtora. Nas negociações para voltar ao comando da Casa, ele tenta obter apoio das bancadas aliadas ao governo, que costuram há meses acordos em troca dos votos.

Na Câmara, o PMDB espera contar com apoio integral do PT, por ter abdicado, em favor do aliado, da disputa pela presidência no início de 2011. O nome apresentado pela direção do partido é o do líder Henrique Eduardo Alves (RN), veterano na Casa, com dez mandatos consecutivos no currículo.

Com apoio de governistas, o peemedebista Renan Calheiros (à dir.) costura a candidatura; Randolfe Rodrigues (à esq.) pretende se lançar como alternativa (Foto: José Cruz/Agência Senado)Com apoio de governistas, o peemedebista Renan Calheiros (à dir.) costura a candidatura; Randolfe Rodrigues (à esq.) pretende se lançar como alternativa (Foto: José Cruz/Agência Senado)

Senado
O senador Gim Argelo (PTB-DF), um dos coordenadores da campanha de Renan Calheiros, calcula que o peemedebista já tenha apoio de cerca de 60 dos 81 senadores. “Somos muitos ajudando na campanha do Renan. Para presidir o Legislativo brasileiro, é o nome ideal, mas quem quiser pode colocar o nome na disputa”, afirma o petebista.

O episódio que levou à renúncia de Calheiros em 2011 promete ser um dos alvos das candidaturas de oposição que já começam a ser construídas na Casa. Mas Argelo argumenta que o caso se restringiu à esfera pessoal. “O caso do Renan foi pessoal. Não teve nenhuma relação com o Senado e é isso que vamos mostrar, caso seja preciso”, afirmou.

Adotando tom de cautela, Calheiros prefere ainda não falar como candidato, mas admite que as negociações que estão sendo feitas pelos que defendem sua candidatura.

“As pessoas falam que eu sou candidato, mas qualquer passo é precipitado. Como líder, eu tenho de ajudar na unidade do partido, mas não falar como candidato. E não tenho participado da campanha, deflagrado a campanha. Eu não posso inverter os papéis”, disse. Sobre o passado, Renan evita falar. “Prefiro não comentar esse assunto”, afirmou, ao ser indagado sobre a renúncia.

Enquanto a base governista estrutura a composição do Senado para os próximos dois anos, um grupo de senadores articula de forma paralela uma candidatura alternativa. Largaram na frente os senadores Pedro Taques (PDT-MT) e Randolfe Rodrigues (PSOL-AP), que se notabilizaram pelo discurso anticorrupção.

Mesmo prevendo dificuldades para obter maioria, Randolfe defende uma alternativa. “Não há chance de não termos uma candidatura paralela. Nem que eu coloque meu nome sozinho […] Calculo que possamos ter entre 10 e 12 votos”, diz o senador.

Os acordos para a sucessão no Senado envolvem também o comando de comissões temáticas (colegiados onde os projetos de lei são formulados, alterados e negociados), além de postos na Mesa Diretora, que toma as principais decisões com o presidente.

O PMDB pretende se manter na presidência da Comissão de Constituição e Justiça, a mais importante. O nome indicado deve ser o do senador Vital do Rêgo (PB), que este ano presidiu a CPI do Cachoeira, que investigou as relações do contraventor com políticos e empresários, mas terminou os trabalhos sem sugerir o indiciamento de nenhum dos suspeitos.

A primeira vice-presidência do Senado, caso prevaleça o acordo em torno do nome de Calheiros, pode ficar com o senador Jorge Viana (PT-AC), que em 2012 foi um dos relatores do projeto do novo Código Florestal. O posto também é almejado por José Pimentel (PT-CE), líder do governo no Congresso.

O PT quer ainda se manter na presidência da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), com a indicação de Lindbergh Farias (PT-RJ). A primeira-secretaria, responsável pela administração, tende a ficar com o PSDB, passando de Cícero Lucena (PB) para Flexa Ribeiro (PA).

Câmara
Na Câmara, embora a direção do PMDB pretenda emplacar na presidência o deputado Henrique Eduardo Alves, líder da bancada do partido, atual vice-presidente da Casa, Rose de Freitas (PMDB-ES), lançou a candidatura em novembro, mesmo sem o aval da cúpula peemedebista. Na ocasião, ela pregou mudança. “Não pode continuar como está” disse.

A vice-presidente da Câmara, Rose de Freitas, que lançou candidatura avulsa pelo PMDB, contra o líder Henrique Alves (Foto: Luis Macedo/Agência Câmara)A vice-presidente da Câmara, Rose de Freitas, que lançou candidatura avulsa pelo PMDB, contra o líder Henrique Alves (Foto: Luis Macedo/Agência Câmara)

“É um direito da deputada Rose de colocar seu nome na disputa. Acho legítimo, mas fico honrado com todos os apoios que tenho recebido para a minha candidatura”, afirmou Henrique Alves.

Mesmo diante da estrutura em torno do nome de Alves, Rose de Freitas afirma que não vai desistir de concorrer. Sem citar parttidos, ela afirma que cerca de 80 deputados já manifestaram apoio à sua candidatura.

“Eu pensei muito. Não é uma coisa fácil para mim. O acordo entre PT e PMDB é de partido, não de nome. Eu estou nesta briga pela Casa. Estamos muito desgastados e não vou abrir mão de concorrer”, diz a deputada.

Quem também já anunciou que participará da disputa é o deputado Júlio Delgado (PSB-MG). Sob receio de perder votos, ele prefere não falar sobre parlamentares que estão apoiando sua candidatura.

“Minha candidatura está confirmada e garantida […] Eu prefiro evitar falar os nomes das pessoas que me apoiam para evitar que outros busquem o apoio deles. Mas posso dizer que estamos trabalhando para levar esta eleição para o segundo turno”, afirmou o deputado.

Na Câmara, os nomes dos demais membros da Mesa ainda estão em negociação.

G1

Lula: ‘Não permitirei que um tucano volte a presidir o Brasil’

Foto: AE O ex-presidente Lula e o apresentador Ratinho durante entrevista no SBT

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva admitiu na quinta-feira pela primeira vez que pode voltar a se candidatar à presidência. Lula disse no Programa do Ratinho, do SBT, que entra na disputa caso a presidenta Dilma Rousseff desista da reeleição com o objetivo de evitar a volta do PSDB ao governo.

“A única hipótese de eu voltar a me candidatar é se ela não quiser. Não vou permitir que um tucano volte a presidir o Brasil”, disse Lula. O programa ficou em segundo lugar na audiência com 8 pontos. Cada ponto equivale a 60 mil residências na grande São Paulo.

Leia também: Tenho de tomar cuidado com quem não gosta de mim, diz Lula

A primeira entrevista de Lula depois de diagnosticado o câncer na laringe em outubro do ano passado também serviu de palanque para o candidato do PT à prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad. O ex-ministro da Educação, empacado em 3% nas pesquisas de opinião, foi mostrado duas vezes, identificado como candidato de Lula, convidado a sentar à mesa de entrevista e alvo de fartos elogios.
A produção do programa chegou a preparar um vídeo sobre o Pro-Uni com direito a personagens e cenas melodramáticas.

Haddad aproveitou o palanque para enumerar suas realizações no MEC e criticar a política de saúde da prefeitura. Lula também não poupou elogios ao pupilo. “O Haddad vai entrar para a história do Brasil como o ministro que criou o Pro-Uni”, disse o ex-presidente.

A pedido de Ratinho, Lula justificou o fato de ter escolhido um nome novo para concorrer. “O prefeito de São Paulo quando começa a nascer qualquer que seja já nasce um pouco velho”, afirmou.
Além de Haddad, Lula chegou ao SBT acompanhado do prefeito de São Bernardo, Luiz Marinho, do deputado Ratinho Jr. (PSC-PR), do vereador José Américo e assessores.

Desde o início do programa Ratinho avisou que não faria perguntas incômodas ao ex-presidente. “Ele não é mais presidente da República e não tem que ser cobrado por nada. Vamos falar da saúde, da recuperação, de política e desse timeco do Corinthians”, avisou. Pouco depois, ao pedir que os telespectadores enviassem perguntas pela internet, Ratinho foi ainda mais explícito.

“Aí começa todo mundo a mandar email com perguntinha besta mas eu não entro nessa. Vou conversar com o meu amigo Lula”, disse o apresentador. “Se for pergunta boa eu faço. Pergunta ruim não faço”, completou.

Quando faltava um minuto para o final do programa Ratinho citou o episódio com o ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes. “Eu nem ia perguntar sobre essa história do Gilmar Mendes porque o povão não entende muito”, disse o apresentador.

“Não tenho interesse em falar nisso. Quem inventou que prove a história. Quem acreditou nela que continue provando. O tempo se encarrega de arrumar as coisas”, afirmou Lula

Ao longo de 44 minutos o ex-presidente foi alvo de elogios e teve o microfone à disposição para, com a voz fraca, atacar os adversários. Ao justificar as falhas no sistema de saúde pública, Lula acusou a oposição de acabar com a CPMF por vingança.

“Eles (adversários) não perceberam que não me prejudicaram mas prejudicaram o povo pobre. Por vingança me tiraram a CPMF que era imposto de rico”, afirmou.

Além de fazer política, Lula falou da vida fora da presidência e do tratamento contra o câncer na laringe. “Quando cheguei em São Bernardo o general (Gonçalves Dias, chefe da segurança) disse que depois de três dias vinham buscar os carros e os telefones. Lá pelas tantas meu filho disse que ia pedir um carro para ir embora e não tinha mais carro, o telefone não funcionava mais”, disse. “No dia seguinte estávamos eu e a Marisa sentados olhando um para a cara do outro sem saber o que fazer”, completou.

Sobre o câncer Lula falou das dificuldades do tratamento, da dor e de sua nova rotina. Apesar do assunto delicado, Lula mostrou bom humor ao comentar o terno que estava usando. “Eu brinquei com o Ratinho que este terno aqui comprei quando estava internado no hospital me preparando para por no caixão. Porque com terno velho eu não iria”, disse.

iG

Vital do Rêgo aceita pedido do PMDB para presidir CPI do Cachoeira

O senador Vital do Rêgo (PMDB-PB) disse na manhã desta sexta-feira (20) que aceitou ser o presidente da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito que investigará as relações do bicheiro Carlinhos Cachoeira com políticos, autoridades e empresários.

O requerimento que cria a CPI foi lido na sessão do Congresso Nacional desta quinta-feira (19).

Pelo regimento, a presidência da comissão cabe a um senador do PMDB, e a relatoria, a um deputado do PT, que são as maiores bancadas de cada Casa. Os dois cargos são os mais importantes da CPI.

O nome de Vital já havia sido anunciado pelo líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros, na noite desta quinta. Vital é corregedor do Senado e relator da Lei Geral da Copa na Comissão de Constituição e Justiça do Senado. O senador Cássio Cunha Lima (PSDB), também foi indicado para compor a CPI.

“Eu não tinha como recusar. O PMDB veio a mim e pediu a minha colaboração. E aí, eu não posso me furtar a aceitar esse pedido do meu partido”, disse Vital.

Segundo Vital, o plano de trabalho da CPI deve ser apresentado na próxima semana, quando serão feitas as demais indicações que faltam para completar a comissão. O prazo oficial para as indicações termina na próxima terça-feira (24), mas muitas legendas já anteciparam os nomes dos indicados.

Na terça, haverá nova sessão do Congresso Nacional (que reúne deputados e senadores) para que seja feita a instalação da CPI. Nessa sessão, serão oficializados os nomes dos titulares e suplentes da comissão.

“O PT vai indicar o relator. Com o relator indicado, vamos fazer o campo de ação. Temos duas operações. Queremos saber o que já está apurado e a partir daí aprofundar as investigações”, disse o senador.

Apesar de o requerimento que criou a CPI informar que a comissão terá 15 deputados e 15 senadores (com distribuição proporcional pelas bancadas), o regimento do Congresso Nacional prevê uma vaga extra em cada casa a ser destinada a um partido que não tenha bancada necessária para ter direito a participar da comissão. No Senado, essa vaga será destinada ao PSD. Na Câmara, ao PC do B.

Na Câmara, 13 dos 16 deputados já foram anunciados. No início da noite, o PP, que havia anunciado como titular Iracema Portella (PI), informou que indicará Gladson Cameli (AC). Somente o PT não apresentou seus nomes.

G1