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Fissuras em barragem de Patos, na PB, preocupam moradores e órgãos

barragemO surgimento de fissuras na barragem da Farinha, em Patos, no Sertão paraibano, tem preocupado a população do município. O nível de água do reservatório, que em fevereiro estava em 6,6%, subiu para 7,9% em março, com as chuvas registradas na região. A Defesa Civil de Patos já realizou inspeções no local e sugeriu que sejam feitos reparos urgentes, alegando que existe o risco de que a barragem rompa. Próximo ao local, existem moradias.

O presidente da Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa), João Fernandes, informou que a barragem foi inspecionada por técnicos e vai precisar passar por reparos. Ele também disse que o processo de licitação para contratação da empresa para esse trabalho foi inciado na Secretaria de Obras, mas ainda não tem uma previsão para o início dos trabalhos.

Em menos de um mês a barragem, que é responsável por parte do abastecimento da cidade de Patos, recebeu uma recarga de 1,3%, que corresponde a cerca de 320 mil m³ de água.

Com o nível de água maior, o vazamento através das fissuras na barragem também aumentou e os moradores do local estão com medo de que ocorra uma tragédia e exigem providências do órgãos. O problema foi percebido desde o ano passado.

“A gente tem medo dela [a barragem] ceder de repente e atingir as pessoas das redondezas. O que a gente precisa é que eles prestem atenção e venham ajeitar essas coisas aqui”, disse a agricultora Edninatânia dos Santos.

O agricultor João dos Santos mora em frente à barragem e, sem ter outro lugar para se abrigar, disse que vai permanecer no local. “Eu mesmo não entendo disso, mas de qualquer maneira eu acho que pode ter algum perigo. Mas, só com um tempo, quando começar a chover [mais], a barragem encher a gente vai ver direitinho”, disse ele.

Inspeções
A Defesa Civil de Patos destacou que está preocupada com a situação da barragem. Desde 2016 já foram realizadas duas inspeções e os relatórios foram encaminhados ao Governo do Estado da Paraíba e para Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa). “Essas fissuras que nós constatamos são quatro. E existem fissuras de até 60 centímetros. A gente pode ver que já estão nascendo até plantas. Isso consta que há infiltrações”, disse Jakiano Almeida, coordenador da Defesa Civil.

Para a Defesa Civil, a barragem apresenta sinais de que vai romper e sugere que uma reforma preventiva seja feita com urgência. “Essa infiltração existe. Com certeza, precisamos com urgência esses reparos. Porque a qualquer momento pode acontecer um desastre, como já aconteceu na barragem de Camará, na Paraíba; na barragem de Mariana, em Minas Gerais”, disse o coordenador.

G1 PB

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Cubano diz que médicos brasileiros se preocupam mais com dinheiro e status

medicoPrestes a começar a trabalhar pelo programa Mais Médicos, o cubano Amauri Cancio, de 40 anos de idade, diz que está ansioso para começar suas atividades em Codajás, na Amazônia. Depois de três semanas de curso em Brasília, ele chega a Manaus nesta segunda-feira (16) para uma semana de “acolhimento” em que vai conhecer os hospitais e unidades básicas de saúde, além de ter informações sobre hábitos de vida e doenças mais comuns daquela região.

Para o médico, viver em uma cidade distante da capital (Codajás fica a 240 km de Manaus) e também das maiores capitais brasileiras não será problema, já que seu objetivo de vida “é levar saúde onde se precisa dela”. De acordo com o cubano, muitos médicos brasileiros não querem ir para longe.

— O que nos move é o sentimento profissional. Nós fizemos um juramento, temos que cumpri-lo. Onde estudamos, aprendemos que devemos servir à nossa própria comunidade. Aqui no Brasil, para os médicos, o dinheiro e o status, às vezes, são mais importantes. Nós não viemos por dinheiro, viemos por solidariedade. O sistema de saúde e as políticas brasileiras são boas, mas é preciso universalizar o serviço.

Apesar de não ter fluência no português e ser estrangeiro, Cancio afirma que não está preocupado se sofrerá ou não algum tipo de preconceito de pessoas da comunidade onde vai trabalhar.

— Não estamos preocupados com o que falam de nós, vamos fazer o nosso trabalho aqui no Brasil, como já fizemos em outros países. Somos todos latinos, temos personalidades parecidas, somos muito calorosos, os brasileiros vão ver isso. Aqui nos receberam muito bem, o curso é excelente e vimos que não há tanta diferença no sistema de saúde dos dois países.

Blog Pensador Anônimo

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Problemas cardíacos em mulheres preocupam cardiologistas

ataque-cardiaco

Os cardiologistas estão preocupados com o aumento do número de casos de infarto, principalmente em mulheres. As doenças cardiovasculares são as que mais matam no Brasil. Nessa segunda-feira (29), Dia Mundial do Coração, profissionais do HCor fizeram um check-up nos moradores de São Paulo.

O stress é um fator de risco, mas não é o único para os problemas do coração. O cigarro, o diabetes, a pressão alta e o fato de não praticar esportes também influenciam. O auditor Eduardo Sousa aproveitou a campanha do Dia do Coração para saber se a taxa de colesterol está dentro dos níveis recomendados, que é de 200. “Eu já tô fazendo um acompanhamento com médico. Na verdade, eu vim mais para saber se abaixou dos 300 e ainda não baixou”, conta.

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Quem já tem problemas na família precisa ficar mais atento. A partir dos 30 anos, tanto homens quanto mulheres devem passar por um check-up para ver se o coração está em dia.

Há 30, 40 anos, as doenças do coração eram basicamente masculinas. Era raro encontrar uma mulher com problemas cardíacos, a relação era de dez homens para cada mulher. Hoje é de 10 homens para cada três mulheres.

“As mulheres trabalhando tanto quanto, cuidando de família, estudando. Elas têm uma jornada dupla, muitas vezes tripla. Ela acaba adquirindo maus hábitos, comendo mal, ganhando peso, se tornando sedentária e, com isso, vai agregando os fatores de riscos para doença cardiovascular”, explica o cardiologista do HCor, Cesar Jardim.

A universitária Aline Miquelino tem 21 anos e é bem magrinha. Olhando, ninguém diria que a moça tem colesterol alto. Durante o check-up, ela levou um puxão de orelha dos médicos. Agora, vai ter que fazer algum exercício físico e comer melhor. “É que eu trabalho e estudo, mas vou tentar conciliar e ter uma alimentação mais saudável”, diz.

Globo.com