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Caminhão de transporte de produtos químicos é flagrado levando água potável

Caminhão de transporte de produtos químicos foi flagrado pela PRF transportando água potável, em Campina Grande (Foto: Divulgação/PRF)

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu na BR 230, em Campina Grande, um caminhão tanque de transporte de produtos químicos levando água potável, com destino a um condomínio na cidade. O flagrante aconteceu na quarta-feira (26).

O caminhão estava carregado com 30 mil litros de água e havia sido abastecido no município de Santa Rita, localizado na Região Metropolitana de João Pessoa (RMJP).

O destino era o bairro de jardim Tavares, em Campina Grande. No entanto, durante a fiscalização os agentes da PRF encontraram vários indícios de que o tanque já transportou produtos químicos, como plaquetas e certificados.

A legislação brasileira proíbe a destinação de tanques de produtos químicos para o transporte de água potável, já que os riscos de contaminação são bastante elevados para aqueles que vierem a consumir a água.

O motorista foi levado para a Delegacia da Polícia Civil. Ele e a empresa proprietária do veículo deverão responder por crime contra a saúde pública.

 G1

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Após colapso total da barragem, Cagepa instala torneiras para população ter acesso a água

águaApós o colapso total da Barragem de Canafístula, que deixou a população do Brejo sem abastecimento, a direção regional da Cagepa instalou várias torneiras no muro da estação de tratamento para que a população local tenha acesso a água potável. Os moradores da região podem pegar água de graça das 5h até as 21h.

De acordo com o gerente regional, Valdeci Andrade, lamentou a seca que assola toda a Paraíba e garantiu que a Companhia tem somado todos os esforços possíveis para amenizar os efeitos da estiagem.

“É bem certo que a empresa deseja abastecer com plenitude a todos os usuários e prestar um serviço de qualidade para população, porém devido a grande seca que assola nossa região e nosso manancial está vazio o sofrimento é uma realidade. A Cagepa está fazendo o máximo para diminuir o sofrimento da população”, informou.

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Focando a Notícia

Relatório OMS: 748 milhões de pessoas não têm acesso a água potável no planeta

Getty Images
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Um total de 748 milhões de pessoas não tem acesso a água potável de forma sustentada em todo o mundo e calcula-se que outros 1,8 bilhão usem uma fonte que está contaminada com fezes, segundo relatório divulgado hoje (19) pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

O estudo mostra que 2,5 bilhões de pessoas não têm acesso a saneamento adequado e que 1 bilhão defecam ao ar livre, nove em cada dez, em áreas rurais.

Os dados constituem as principais conclusões do relatório Glass 2014, estudo feito a cada dois anos pela OMS cujo título, este ano, é Investir em água e saneamento, aumentar o acesso e reduzir as desigualdades.

O texto informa que o acesso a água potável e ao saneamento adequado tem implicações num amplo leque de aspectos, desde a redução da mortalidade infantil, passando pela saúde materna, o combate às doenças infecciosas, a redução de custos sanitários e no meio ambiente.

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O estudo mostra que, nas duas últimas décadas, 2,3 bilhões de pessoas conseguiram ter acesso às fontes de águas melhoradas.

No mesmo período, o número de mortes de crianças devido às doenças diarreicas – relacionadas com o saneamento precário – caiu de 1,5 milhão em 1990 para 600 mil em 2012.

“Claro que podemos dizer que se melhorou muito, mas 600 mil crianças continuam a ser um número muito elevado”, disse, em entrevista, Maria Neira, diretora de Saúde Pública e Meio Ambiente da OMS.

Segundo dados da OMS, se o acesso a água potável fosse melhorado e se fossem implementados serviços de saneamento adequado, as mortes por diarreia poderiam ser reduzidas em cerca de 70%.

O estudo calcula que a cada dólar investido em serviços de água e saneamento pode-se obter um retorno de 4,3 dólares, com a redução dos custos de saúde, o aumento da produtividade no trabalho e a criação de novos empregos em indústrias relacionadas com a gestão de resíduos.

“A água e o saneamento são temas básicos de direitos humanos e têm um componente de gênero essencial. No mundo são, majoritariamente as meninas que vão buscar água, o que as impedem muitas vezes de frequentarem à escola”, disse Maria Neira.

Agência Brasil

Famílias sofrem com falta de água potável em zona rural do Sertão da PB

No mês de abril o Governo do Estado da Paraíba havia decretado estado de emergência por conta da seca em 195 municípios do estado. Com o início do inverno, as chuvas caíram no Sertão, mas não foram o suficiente para melhorar a situação dos sertanejos. A região vive um longo período de estiagem e os moradores sofrem com a falta de água potável.

Na zona rural de Sousa são poucos os açudes e os que existem estão com o volume de água baixo. Os moradores tem cisternas construídas, mas precisam recorrer a meios alternativos, como barreiros, poços, açudes. A agricultora Damiana Soares precisa beber a água do açude. “É só um carro para abastecer a região, aí quando falta a gente bebe daqui mesmo. Essa água não serve nem para ser filtrada de tão barrenta e pesada que é”, disse.

Já na casa da agricultora Doralice Gonçalves existe cisterna, mas a serventia não é a ideal. Ela ficou com medo de limpar a cisterna para receber o novo abastecimento porque nunca se sabe quando chega este abastecimento. O último foi há três meses e, enquanto o caminhão pipa não chega trazendo litros de esperança, a família utiliza a água suja sem tratamento.

Ela, o marido e as duas filhas matam a sede com esta água cheia de resíduos. “As minhas filhas têm disenteria de vez em quando. O meu marido só tem um rim e se adoeçer nós vamos viver de quê? A situação é essa”, disse. A água para tomar banho, cozinhar e lavar roupas é ainda pior. Ela tem que pegar no açude para não gastar a água usada para beber. A cor amarelada e barrenta dá sinais de que a qualidade não é boa. “Não tem outra, tem que usar ela mesmo. Do jeito que está aí eu uso”, disse.

A constatação ainda mais forte é que o calor e o mormaço da região fazem com que os animais entrem nos reservatórios das quais as pessoas utilizam a água. De acordo com uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE), 880 mil pessoas convivem com a seca, pois não têm água potável em casa.

G1 PB

Dona Inês/PB: Em plena crise por água; a cerca de 2 KM da cidade fonte de água potável

 

Não precisa ir longe nem se quer e outro município  para encontrar o (precioso líquido) água, no Assentamento Fazenda Sítio, bem próximo a cidade existe uma bela fonte de água doce, porém só é lembrado nos temos de seca prolongada, a dita fonte trata-se de um açude e de varias nascentes, onde deveria ser melhor cuidado e tratado, haja vista serve para abastecer muita gente, todos sabem que nossa região, digo boa parte do Município de Dona Inês, tem boa quantia de chuvas (índice pluviométrico satisfatório) mas não há uma política de recursos hídricos , ou seja, tanto por parte dos   governantes quanto pela população, pois só lembram-se da devida importância quando ocorre a crise de água com a seca, muitos vezes os mananciais são mau cuidados pela população e esquecido pelo poder público, dessa forma é preciso que todos tenham a devida consciência para planeja e preservar   os recursos hídricos  para que tenhamos reservatórios suficientes para o período de estiagem mai prolongada, para que possamos ter uma percepção maior do despeso pela questão hídrica basta ver a questão da tranposição do Rio São Francisco, que ora para, ora é desvio de verba, a questão da nossa famigerada CAGEPA como os mananciais públicos de nosso município todos sem qualquer manutenção, no entanto é preciso despertar para essa tomada de consciência, ao contrário todos sofreram crises furas tal qual essa presente.

 

Fonte: Dona Inês Online – Focando a Notícia