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Jovem morre após bater moto em ponte e ser arremessado a 30 metros de distância na PB

Reprodução/Diário do Sertão
Reprodução/Diário do Sertão

Um jovem de 21 anos morreu na noite desse domingo (19) após sofrer um acidente de moto na BR 405, que liga os municípios de São João do Rio do Peixe e Marizópolis (Sertão do estado). A vítima conduzia o veículo quando bateu contra uma ponte. Com o impacto da colisão, ele foi arremessado a aproximadamente 30 metros.

Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionada, mas, devido à gravidade dos ferimentos, ele morreu ainda no local do acidente. A Polícia Militar e Rodoviária Federal também esteve no lugar.

O corpo do jovem foi levado para o Instituto de Medicina Legal da cidade de Patos.

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Tragédia: ônibus com crianças cai de ponte e deixa pelo menos um morto

onibusPelo menos uma criança morreu e outras 24 ficaram feridas após um acidente com um ônibus da Prefeitura de Ibituruna (MG) na manhã deste domingo (12), que iria para um passeio comemorativo ao Dia das Crianças.

Segundo a Polícia Militar, a vítima fatal é um garoto de 8 anos, cujo nome ainda não foi informado. Ele e as outras crianças iriam para o “Passeio Ciclístico da Serra Negra”, que acontece anualmente na zona rural do município, quando o veículo caiu de uma ponte de aproximadamente 6 metros e foi parar dentro de um rio.

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As crianças feridas foram levadas para hospitais em Nazareno (MG) e Bom Sucesso (MG) pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e pelo Corpo de Bombeiros. Além dos menores, cinco adultos estavam no veículo e também precisaram ser socorridos. Eles foram encaminhados para hospitais em São João Del Rei (MG) e Belo Horizonte (MG). Já o motorista do ônibus ficou gravemente ferido e foi removido para um hospital na capital mineira.

A perícia da Polícia Civil foi chamada até o local e ainda não há informações sobre as causas do acidente. O ônibus deve ser removido pela prefeitura da cidade. Até por volta das 13h, quando esta reportagem foi publicada não havia informações sobre o estado de saúde das demais crianças e passageiros feridos.

G1

Caminhão Pipa guiado por solanense desgoverna e cai de ponte na BR 230 próximo a Cajazeiras

Por volta das 19h desta terça-feira (15), BR 230, Ponte do Santo Antônio, Município de Cajazeiras, aconteceu um tombamento.
O Caminhão Pipa, branco, seguia destino, Cajazeiras/Sousa, quando o seu condutor, Luiz Gonzaga de Macedo, 60 anos, perdeu o controle ao ultrapassar a Ponte do Santo Antônio, e caiu de uma altura de aproximadamente, 10 metros.
O Motorista disse que teve a visão ofuscada pela luz de outro Veículo que vinha no sentido contrário. Como no momento chovia, ele teria perdido a visibilidade, e bateu na lateral da Ponte, ocasionando o sinistro.
O condutor do Carro Pipa locado ao Exército, sofreu apenas um pequeno corte na mão. O Caminhão se encontrava vazio.

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O Corpo de Bombeiros, e o SAMU estiveram no local auxiliando no resgate da vítima que ficou após o acidente em cima do Tanque do Caminhão aguardando ser socorrido.
A Polícia Rodoviária Federal chegou também ao local para isolar a área e tomar as devidas providências relacionadas ao acidente.
 
@folhadosertao 

Goleiro da Ponte ajuda, Timão vence e se classifica para pegar o São Paulo

emersomCom as atenções divididas entre Taça Libertadores da América e Campeonato Paulista, o Corinthians viveu seu primeiro teste de fogo da temporada neste domingo. E foi aprovado sem maiores dificuldades. Em jogo que começou nervoso, mas depois virou um “passeio”, o Timão goleou a Ponte Preta por 4 a 0 no estádio Moisés Lucarelli, em Campinas, e avançou à semifinal do estadual. O adversário será o São Paulo, que bateu o Penapolense. A Federação Paulista divulga a data nesta segunda-feira, mas o mais provável é que o clássico seja no domingo, até porque o Tricolor joga na quinta pela Libertadores, contra o Atlético-MG, no Morumbi.

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Os primeiros minutos em Campinas foram de domínio do time da casa. Bem postada, a Macaca sufocou o Timão. O clima esquentou dentro e fora de campo: enquanto os jogadores batiam boca, os torcedores locais que trocaram agressões com a Polícia Militar no segundo tempo. Bastaram dois gols do Corinthians, de Romarinho e Emerson, ambos contando com falha de Edson Bastos, para toda a superioridade da Ponte acabar e a experiência dos visitantes falar mais alto.

Após construir dois gols de vantagem no primeiro tempo, o Timão utilizou a etapa complementar para administrar o resultado. A Ponte ainda foi prejudicada com a marcação de um pênalti inexistente (convertido por Guerrero), e depois se entregou de vez quando Baraka foi expulso. Tite, então, resolveu dar chances aos reservas. E no banco do Timão estava “apenas” Alexandre Pato. Na última jogada da partida, o atacante marcou um golaço, fazendo fila na zaga da Ponte.

O Corinthians lutará por uma vaga na final do Campeonato Paulista no próximo domingo. Agora, a equipe volta suas atenções para a prioridade declarada do técnico Tite: a Taça Libertadores da América. Nesta segunda, o Timão embarca para Buenos Aires, onde enfrenta o Boca Juniors pelas oitavas de final da competição continental, quarta, no estádio de La Bombonera.

Eliminada do estadual, depois de ter sido derrotada apenas uma vez na primeira fase, a Ponte Preta volta suas atenções para o torneio do interior, no qual tem o Linense pela frente, no próximo fim de semana, novamente em casa, e para a Copa do Brasil. No dia 9 de maio, a Macaca enfrenta o Bragantino, em Brangaça Paulista, pela segunda fase do torneio.

 

Ponte começa melhor, mas falhas põem Timão na frente

O Corinthians foi eleito pelo terceiro ano consecutivo o time mais disciplinado do Campeonato Paulista. Orgulho repetidamente exaltado pelo técnico Tite em suas entrevistas coletivas. Na última sexta-feira, porém, o comandante alvinegro alertou: na hora do mata-mata, sua equipe também saberia se portar – sendo leal, mas sem dar moleza aos adversários. E no primeiro teste eliminatório do Timão em 2013, a tese se confirmou.

Dona do mando de campo por ter terminado a primeira fase uma posição à frente do Corinthians, a Ponte Preta fez valer o fato de jogar dentro dos seus domínios. A torcida lotou as arquibancadas do Moisés Lucarelli e empurrou a equipe para o campo de ataque. Desde o primeiro minuto, a Macaca não se acuou diante do campeão mundial. Pelo contrário: sufocou, e muito, o time visitante.

 

A sequência de chances da Ponte começou com o ex-corintiano Chiquinho, curiosamente um dos mais perseguidos pela marcação. Em chute da entrada da área, logo aos três minutos, o meio-campista animou ainda mais os campineiros. Outras oportunidades, criadas por Bruno Silva e William, deixaram evidente o domínio dos donos da casa. Superioridade, esta, que seria ofuscada na sequência, quando o disciplinado Timão decidiu provar que também sabe brigar.

A personalidade forte de Emerson Sheik aflorou, e o clima dentro de campo esquentou. O atacante dividiu forte com Chiquinho, enquanto Fábio Santos e Danilo batiam boca com o técnico Guto Ferreira. Nas arquibancadas, a torcida da Ponte Preta entrou em confronto com a Polícia Militar, aumentando ainda mais o clima hostil da partida.

O clima de catimba serviu para o Corinthians segurar o ímpeto ofensivo da Ponte. E o jogo virou. Mas menos por mérito do Timão e mais por falhas do goleiro da equipe campineira, Edson Bastos. Aos 32, ele espalmou para o meio da área um chute arriscado de muito longe por Guerrero. Gol de Romarinho no rebote.

Seis minutos depois, com a Ponte totalmente desorganizada em campo, Edson Bastos foi pego no contrapé e não conseguiu segurar um chute fraco, quase despretensioso, de Emerson Sheik: 2 a 0. Duas duchas seguidas de água fria numa equipe que, até então, vinha se impondo diante do atual campeão mundial.

 

Erro do juiz ajuda o Timão e acaba com a Ponte

A tentativa de reação da Ponte foi completamente abortada aos 9 minutos do segundo tempo, quando o árbitro Raphael Klaus inventou um pênalti a favor do Timão. No lance, Sheik se joga sobre o zagueiro Cleber (que estava parado, estático, inclusive com as mãos pra cima, deixando claro que não tinha intenção de dar o combate). Talvez impressionado com o salto de Emerson, o árbitro entrou na onda do corintiano e marcou o pênalti. Na cobrança, Guerrero fez o terceiro.

Quatro minutos depois, Raphael Klaus se redimiu ao acertar na expusão direta do volante Baraka, que deu um inexplicável pisão em Romarinho, caído no chão. O que já estava dificílimo para a Ponte ficou praticamente impossível com um homem a menos.

O goleiro Danilo Fernandes se tornou praticamente um espectador de luxo da partida. Pouquíssimo ameaçado, o Corinthians teve oportunidade de trocar algumas de suas peças: Edenílson entrou no lugar de Alessandro, Alexandre Pato substituiu Romarinho, Douglas reapareceu na vaga de Guerrero.

Dos três que saíram do banco, ninguém entrou com mais fome do que Pato. Ele teve duas boas chances para marcar, mas parou em Edson Bastos. Na terceira, fez fila na defesa da Ponte, driblou o goleiro e marcou um golaço: 4 a 0.

O resultado deixou bem claro que o Timão, mesmo sem ser brilhante, é capaz de atropelar qualquer equipe do interior, por melhor que ela seja – e a Ponte tem qualidade para fazer um bom papel no Brasileirão, prova disso é que saiu aplaudida pelo seu torcedor, apesar da derrota.

 

 

Globoesporte.com

Chuvas derrubam ponte e deixam cidade isolada parcialmente no Vale do Piancó

chuvasO município de Serra Grande, localizado no Vale do Piancó paraibano, está parcialmente isolado desde a madrugada desta terça-feira (26). O problema ocorreu em decorrência das chuvas registradas em pouco mais de 12h.

De acordo com a Agência Executiva de Gestão de Águas do Estado da Paraíba (Aesa), uma chuva de 72 milímetros foi necessária para aumentar o nível de um riacho e a força das águas destruiu uma ponte que liga o município a demais cidades da região.

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Devido às chuvas, um trecho da rodovia PB-282, que está em construção, foi arrastado pelas águas interrompendo o acesso as cidades de São José de Caiana e Itaporanga.

Nesta terça, choveu forte na cidade de Cuité (localizada no Curimataú paraibano). Segundo informações de testemunhas, uma chuva de vento alagou ruas e derrubou placas e árvores. Casas foram destelhadas. Uma parte da cidade está sem energia, mas a companhia está fazendo o reparo.

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Chuvas em CuitéFoto: Chuvas em Cuité
Créditos: André Oliveira e Cuité 24h

 

 

Hyldo Pereira, Portalcorreio

Luan desbanca Neymar e garante vitória da Ponte sobre o Santos

O Santos correu atrás de um efeito suspensivo e conseguiu escalar Neymar contra a Ponte Preta, neste domingo, no Moisés Lucarelli, em Campinas, pela 32ª rodada do Brasileirão – ele havia sido suspenso por expulsão contra o Grêmio. Não adiantou. Quem foi ao estádio para ver o astro santista e da Seleção, acabou assistindo a uma grande atuação de Luan, que infernizou a zaga santista e marcou o gol que garantiu o triunfo da Macaca, por 1 a 0.

A vitória, aliás, poderia ter sido por mais gols. A Ponte criou para isso. Martelou o Santos o tempo todo e só não ampliou porque Rafael fez boas defesas. Foi o único santista que conseguiu se destacar no Majestoso.

A Ponte termina a rodada na 13ª posição, com 40 pontos, mantendo a distância de sete para a zona de rebaixamento, já que o Sport também venceu na rodada – 1 a 0 sobre o Atlético-GO. Já o Santos, com 42, é o 11º, e praticamente dá adeus ao sonho de voltar à Libertadores no ano que vem, já que ainda está a 13 pontos do São Paulo, o último colocado do G-4, mas a apenas seis rodadas do fim do Brasileirão. Tanto a Macaca quanto o Peixe estão bem perto de garantirem o fim do risco de rebaixamento.

O Santos volta a campo na próxima quinta-feira, quando recebe o Náutico. O jogo está marcado para a Vila Belmiro, mas o estádio ainda depende da liberação da CBF, pois está interditado para obras que possibilitem a entrada de ambulância no gramado – haverá uma vistória nesta segunda-feira. O Pacaembu é o plano B. No mesmo dia, a Macaca enfrenta o Cruzeiro, em Campinas. Ambos os jogos começam às 22h (de Brasília).

Blitz da Macaca

Luan gol Ponte Preta (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)Luan comemora o gol da Ponte Preta (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)

O placar de finalizações do primeiro tempo não deixa dúvidas: a Ponte foi muito superior ao Santos: foram dez conclusões da Macaca, contra nenhuma do Peixe. Um massacre. Logo aos 13 minutos, o gol. A bola veio cruzada da esquerda. Cicinho entrou livre para concluir à rede. Só que ele se atrapalhou na hora H e o que era para ser um chute virou passe. Luan, que vinha a seu lado, completou o serviço e colocou o time campineiro à frente.

O Santos não via a cor da bola, e Neymar não conseguia completar um drible. Não houve marcação individual sobre o craque santista. Ele era muito bem vigiado pelo jogador do setor em que estivesse: uma esperta estratégia do técnico Guto Ferreira, da Ponte, que temia abrir muitos espaços em sua equipe se deixasse alguém colado no camisa 11 do Peixe.

Com o principal jogador adversário sob controle, a Macaca tinha tranquilidade para empurrar os santistas para trás e criar chances. O Santos só não foi para o intervalo amargando uma derrota maior porque Rafael esteve atento. O goleiro santista salvou uma cabeçada firme de Kléber, aos 28, e um chute forte de Roger, aos 38.

Só deu Ponte

O segundo tempo foi mais amarrado. O Santos passou a ter um pouco mais a bola, sem, no entanto, chegar ao gol da Ponte. Parece surreal, mas a equipe que tem o melhor atacante do Brasil seguia zerada nas finalizações. A Macaca, por outro lado, já não chegava tanto, mas continuava mais perigosa: aos 15, Nikão apareceu livre na área, mas foi travado por Rafael.

Diante da inoperância de seu time, sem dar um susto sequer no adversário, o técnico do Peixe, Muricy Ramalho, esbravejava à beira do campo. O meia Felipe Anderson era seu principal alvo. O jogador, que deveria ser o articulador de jogadas do time, corria demais com a bola e errava na hora do passe.

A Ponte, que não tinha nada com isso, continuava melhor. Tranquilos, marcando muito bem e saindo com consciência ao ataque, os jogadores do time campineiro cercavam o adversário. Aos 22, Luan recebeu da direita e acertou belo voleio. A bola explodiu no travessão. Seria um golaço, um prêmio ao melhor em campo. Faltou pouco.

O Santos só conseguiu levar perigo aos 28 minutos da etapa final numa jogada construída por Bernardo e André, que saíram do banco. O meia cobrou falta na cabeça do atacante, que mandou a bola a centímetros da trave direita. Foi a única finalização da equipe santista em toda a partida.

No fim, o 1 a 0 ficou barato para o Peixe. A Macaca fez por merecer um placar maior.

 

 

Globoesporte.com

Flu busca virada polêmica sobre a Ponte e mantém folga na liderança

Com uma dose considerável de sofrimento e outro punhado de polêmica, o Fluminense manteve nove pontos de folga sobre seu concorrente mais próximo, que agora é o Atlético-MG. O líder do Brasileirão venceu a Ponte Preta por 2 a 1, de virada, após levar gol no primeiro minuto da partida em São Januário. Os lances do triunfo tricolor foram questionáveis: o de Fred nasceu de um pênalti inexistente, em toque de mão de Luan, e o de Gum se originou em falta discutível sobre Marcos Júnior.

A atuação do Fluminense não foi das melhores. Ganhou mais no sufoco do que na qualidade depois de Luan abrir o placar para a Ponte Preta – que mais matou tempo do que jogou futebol no segundo tempo. No fim, alívio para o líder, que conseguiu manter a distância de nove pontos sobre o Atlético-MG (68 contra 59), que também virou seu jogo – 2 a 1 sobre o Sport. O Grêmio, outro concorrente, empatou por 1 a 1 com o Botafogo e ficou com 57. É justamente o próximo adversário do Flu, quarta-feira, no Engenhão.

O Fluminense, até este domingo, havia saído atrás no placar em seis das 29 partidas. E virara apenas uma delas. A segunda veio em uma cabeçada de Gum aos 43 minutos do segundo tempo.

– Papai do Céu tem me abençoado. Sou um cara feliz, é um momento especial, e fico feliz de poder ter feito esse gol decisivo e ajudado o Fluminense nessa reta final do campeonato, que é muito difícil. Nós queremos o título – afirmou Gum

A Ponte Preta segue com 37 pontos. É a 14ª, dez à frente da zona de rebaixamento. O time de Campinas volta a campo na quinta-feira, no Recife, contra o Sport.

Gum fluminense gol ponte preta (Foto: Dhavid Normando / Photocamera)Zagueiro voador: Gum abre os braços para comemorar gol de cabeça(Foto: Dhavid Normando/Photocamera)

Gol precoce

Três toques de perna direita: o domínio, a ajeitada para encaixar o corpo e a conclusão. Um segundo de viagem no espaço para a bola: da chuteira de Luan até o ângulo de Diego Cavalieri. E uma revolução nas perspectivas do líder do Campeonato Brasileiro para a partida em São Januário. Com um minuto de jogo, o golaço do atacante da Macaca já deixou o Fluminense na obrigação de uma virada.

O time tricolor não está acostumado a sair atrás no placar. Mas não tinha jeito: era tentar mudar o panorama ou sofrer com a desconfiança da aproximação dos rivais na tabela. O gol modificou o comportamento habitual do Fluminense, que ficou mais apressado. Um exemplo: alçou 14 bolas na área apenas no primeiro tempo, contra 18 do jogo inteiro na rodada anterior, diante do Bahia. Mesmo assim, a bola mal chegou a Fred, que somou apenas três passes nos 45 minutos iniciais.

A Ponte não se constrangeu: abraçou a vitória parcial, mesmo tão cedo, e tratou de tomar conta dela. Quatro jogadores levaram cartão amarelo antes do intervalo – ou por matar jogadas do adversário, ou por ganhar tempo, caso do goleiro Edson Bastos.

A necessidade de virada não deu ao Fluminense as armas necessárias para emparedar a Ponte. A posse de bola foi dividida quase ao meio: 52% para os cariocas, 48% para os campineiros. Mas o Tricolor teve lá suas chances.

Duas delas foram claras. Na primeira, Wagner recebeu pela esquerda e concluiu cruzado, muito perto da trave esquerda de Edson Bastos. Na segunda, Digão surpreendeu ao chegar ao ataque e bater colocado, buscando o ângulo. O goleiro da Ponte voou para espalmar a escanteio.

Fred fluminense gol ponte preta (Foto: Dhavid Normando / Photocamera)Fred comemora em São Januário o seu 15º gol no nacional (Foto: Dhavid Normando / Photocamera)

Pressão e virada

Abel Braga percebeu que seu sistema ofensivo, com Rafael Sobis intercalado com Wellington Nem na aproximação a Fred, não funcionou no primeiro tempo. Wagner também foi discreto. Por isso, o treinador decidiu tirar Sobis e colocar Marcos Junior já na largada do segundo período.

O Fluminense sabia que precisava pressionar seu oponente até o limite do suportável. E a Ponte tinha consciência de que os três pontos valiam ouro. O time visitante resolveu radicalizar um processo já visível no primeiro tempo: matar o máximo possível de tempo.

O projeto da Macaca deu mais certo do que o do Flu até os 30 minutos – e fracassou depois. A Ponte demorou para ser encaixotada em sua defesa. O Tricolor teve muito mais posse e, justamente por isso, criou suas chances. Mas aí apareceu Edson Bastos. O goleiro da Ponte fez duas grandes defesas antes de a segunda etapa chegar à metade: uma em conclusão de Wellington Nem, livre na área, outra de reflexo, em desvio perigoso da defesa.

Conforme passava o tempo, aumentava o sufoco imposto pelos tricolores. Para piorar o drama da Ponte, Wendel foi expulso. Mas o gol do Flu não saía. Fred mandou cobrança de falta a milímetros da trave esquerda da Ponte. Incrível.

Passava dos 30 minutos, e Samuel era a última esperança do Flu. Pois foi justamente em uma jogada com o atacante que saiu o empate. Ele desviou na bola, que foi na direção de Luan e bateu em sua mão. O árbitro deu pênalti. Fred cobrou no meio do gol e igualou o jogo – Edson Bastos ainda desviou de leve.

O jogo virou uma bomba-relógio. Renasceu a chance de vitória para o Fluminense. E ela veio com a cabeça de Gum. Marcos Júnior foi ao chão pela direita em disputa com Renê Júnior. O auxiliar levantou a bandeira com a mão esquerda, apontando falta de ataque. O árbitro Nielson Nogueira Dias marcou falta de defesa. Wagner cobrou, o zagueiro desviou, e o Fluminense garantiu mais uma vitória decisiva na caminhada que parece destinada a ter o título nacional como ponto de chegada.

Globoesporte.com

Decisivo, Emerson marca e salva Timão da derrota para a Ponte

Herói do título da Libertadores, Emerson voltou a ser decisivo no Corinthians. É bem verdade que o interesse pelo Campeonato Brasileiro não é o mesmo, mas Sheik se transformou em salvador nesta quarta-feira. Depois de dois jogos ausente por causa de uma lesão na coxa direita, o atacante retornou para, aos 44 minutos do segundo tempo, impedir a derrota do Timão para a Ponte Preta, no Pacaembu. A Macaca, que jogou melhor, pressionou e teve dois gols anulados, falhou na marcação o último lance de perigo da partida e jogo terminou 1 a 1.

O resultado deixa os alvinegros em situações semelhantes na classificação do Brasileirão. O Corinthians permanece na nona colocação, com 32 pontos, mesmo número da Macaca, posicionada logo abaixo. A vantagem dos paulistanos está no saldo de gols: o Timão tem dois; a Macaca, menos dois.

As equipes voltam a jogar no domingo. O Corinthians faz o clássico contra o Palmeiras, às 16h (horário de Brasília), no Pacaembu. A Ponte Preta recebe o Botafogo, às 18h30m, no estádio Moisés Lucarelli, em Campinas.

Macaca joga melhor, mas Emerson salva o Corinthians

Tite garantiu na entrevista coletiva de terça-feira, no CT Joaquim Grava, que o Corinthians não seria surpreendido pela maneira de atuar da Ponte Preta. Mas foi. Assim como aconteceu no Campeonato Paulista, quando foi eliminado pela Macaca nas quartas de final, o Timão encontrou muita dificuldade para passar pela forte marcação e fez um primeiro tempo bem abaixo daquele das últimas partidas disputadas no Pacaembu.

A “blitz” imposta na vitória sobre o Grêmio, com dois gols em dez minutos, esbarrou no ferrolho montado por Gilson Kleina. A Macaca parou o campeão da América com eficiência. Renê Junior e Nikão bloquearam as saídas dos laterais corintianos. Marcinho e Cicinho travaram os volantes, fazendo com que os meias Danilo e Douglas fossem pouco acionados. O time de Campinas chegou até a balançar as redes, aos 29 minutos, com Tiago Alves, mas o lance foi invalidado, pois o jogador estava impedido.

Emerson foi quem mais lutou por espaço, mas também teve problemas para abrir a defesa da equipe de Campinas, principalmente pela baixa produtividade de seu companheiro ofensivo, Romarinho. Sem espaço por baixo, a equipe arriscou 16 cruzamentos para a área. O melhor que conseguiu, porém, foi um chute perigoso de Douglas, passando perto da trave. A Ponte também chegou apenas uma vez, com Roger assustando Cássio ao bater cruzado na área.

Emerson Corinthians x Ponte Preta (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)Tiago Alves, autor do gol da Ponte, disputa bola com Emerson (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)

A expectativa pela reação do Corinthians acabou logo nos primeiros minutos. O Timão voltou a ter os mesmos problemas para criar e, de quebra, passou a abrir espaços na defesa. Foi através deles que a Ponte Preta passou a controlar a partida e a levar perigo. Marcinho, finalizando de longe, Nikão, em grande defesa de Cássio, e Roger, chutando o chão dentro da área, estiveram perto de marcar. Aos 19 da segunda etapa, outro gol da Ponte anulado. Roger recebeu belo lançamento de Marcinho e mandou para as redes. No entanto, estava adiantado e a arbitragem assinalou o impedimento.

Tite tentou dar mais velocidade à equipe com a entrada de Jorge Henrique no lugar de Douglas. Nada mudou. A Macaca seguiu melhor e chegou ao gol, aos 22 minutos. Em cobrança de falta ensaiada, Nikão levantou a bola para a área, Renê Júnior desviou e Tiago Alves completou no canto esquerdo de Cássio.

Não restou outra alternativa ao Corinthians a ser não sufocar. Guilherme, em chute de longa distância, quase empatou pouco depois do gol. Giovanni, que fez o primeiro da carreira de profissional contra o Grêmio, por muito pouco não igualou o placar chutando cruzado, após Romarinho pedir pênalti em dividida com Ferron.

O alívio veio aos 44 minutos. Emerson foi lançado em profundidade na área e tocou por cobertura. Edson Bastos ainda desviou, mas a bola entrou mansamente, salvando o Corinthians da derrota em casa e frustrando os planos da Ponte, que, dessa vez, não conseguiu ser o carrasco do Timão no Pacaembu.

Globoesporte.com

Com contra-ataque fulminante, Ponte Preta vence e afunda o Flamengo

A Ponte Preta iniciou este Brasileiro, depois de cinco edições na Série B, com uma escrita: jamais havia vencido no Rio de Janeiro. Pois nesta quarta-feira conseguiu pela segunda vez – em três jogos no estado – ao bater o Flamengo por 1 a 0, no Raulino de Oliveira, em Volta Redonda. O gol de Uendel, iniciado em um contra-ataque puxado pelo goleiro Edson Bastos, deixa o time em nono lugar, de volta ao top 10 do campeonato depois de seis rodadas fora. São quatro jogos de invencibilidade (três vitórias e um empate), que lhe deixam com 30 pontos.

O Flamengo, que não venceu nas últimas quatro rodadas, está com três pontos a menos e caiu para o 13º lugar. Ainda pode ser ultrapassado pelo Santos, que pega o Fluminense na quinta, e nesse caso ocuparia sua pior colocação neste Brasileiro.

– Hoje, sim, jogamos como Flamengo. Criamos, buscamos, mas a bola não entrou – analisou Ramon, que terá de cumprir suspensão após receber seu terceiro cartão amarelo.

O jogo no Raulino teve o pior público do Flamengo no campeonato, com 2.627 pagantes. Agora, o time joga duas vezes fora de casa, a primeira contra o Coritiba, no sábado, no Couto Pereira. A Ponte Preta terá o Figueirense pela frente, também no sábado, em Campinas.

Flamengo x Ponte Preta, Vagner Love (Foto: Fernando Azevedo / Fla Imagem)Love na briga: atacante teve melhor chance em cabeçada (Foto: Fernando Azevedo / Fla Imagem)

Dorival muda o Flamengo

O Flamengo entrou em campo com uma formação diferente da usual, tentando deixar para trás a goleada de 4 a 1 aplicada pelo Internacional na rodada passada. Com Liedson, em seu primeiro jogo como titular, e Bottinelli nos lugares de Thomás e Negueba, o time não conseguiu ser efetivo nos primeiros minutos. Desentrosados, os jogadores apresentaram dificuldades em se encontrar em campo.

Com isso, as jogadas de bola parada se transformaram nas principais oportunidades. Ainda assim, as finalizações não aconteciam. A Ponte Preta fez o seu papel no primeiro tempo e se postou na defesa para aproveitar os contra-ataques. Foi assim que marcou o seu gol, curiosamente depois de um cruzamento do adversário para a sua área.

Aos 20 minutos, Edson Bastos segurou com tranquilidade um cruzamento de Ramon e lançou com precisão Luan na ponta esquerda. Sem a pressão de Léo Moura, ele teve tranquilidade para tocar a bola no meio da área e encontrar Uendel, que tocou com categoria para abrir o marcador, aproveitando a demora dos jogadores do Flamengo em recompor a defesa.

O gol acordou o Flamengo, que passou a fazer maior pressão no ataque. Teve boas chances com Bottinelli, duas em cobrança de falta e outra num chute de dentro da área, e com Vagner Love, que fez jogada individual e parou em Edson Bastos. O goleiro voltou a trabalhar numa conclusão de Ramon. Antes do fim do primeiro tempo, a Ponte Preta reclamou de um pênalti de Welinton em Uendel, não marcado pelo árbitro Elmo Alves Resende, de Goiás.

Edson Bastos salva a Ponte Preta

Para buscar o resultado, Dorival Júnior decidiu fazer uma mudança ousada. Colocou Negueba, que vinha sendo titular, no lugar do volante Amaral. O atacante entrou pelo lado esquerdo, mas o time continuou enfrentando as mesmas dificuldades para encontrar espaços na defesa da Ponte Preta.

Os visitantes não mudaram sua forma de jogar. O técnico Gilson Kleina apenas colocou Roger no lugar de Giancarlo, trocando um atacante por outro. Dorival fez o mesmo do outro lado, tirando Liedson – que não conseguiu uma finalização sequer em seu primeiro jogo como titular – para dar uma chance a Hernane.

O Flamengo só levou algum perigo pela primeira vez aos 22 minutos, quando a defesa da Ponte Preta afastou mal um cruzamento de Negueba, e Ramon chutou por cima. Depois da chance perdida, Dorival fez a sua última substituição, colocando Nixon, em sua estreia nos profissionais, no lugar de Ibson, que saiu de campo vaiado. O time passou a atuar com quatro atacantes, mas ainda sofrendo para finalizar.

Com um sistema bem definido de jogo, a Ponte Preta teve mais uma boa chance aos 24, com André Luis, que havia substituído Luan, bem defendida por Felipe. Edson Bastos apareceu três vezes com destaque. Defendeu uma cabeçada de Welinton, salvou uma cabeçada à queima-roupa de Vagner Love, na melhor oportunidade rubro-negra, e pegou um chute de longa distância de Negueba.

A dificuldade em conseguir o gol deixou o Flamengo com os nervos à flor da pele, e Dorival acabou expulso, assim como havia acontecido no empate por 0 a 0 com o Botafogo. Apesar dos sustos, a Ponte Preta manteve sua tranquilidade e aproveitou-se do desespero adversário. A equipe, que já havia derrotado o Botafogo e perdeu para o Vasco no Rio, terá a chance de alcançar uma trinca carioca: enfrentará o Fluminense na 30ª rodada.

Globoesporte.com

De cara nova, mas sem identidade, Fla pega a Ponte Preta empolgada

Já passa da hora de o Flamengo decidir se vai ser um time em processo permanente de formação ou emplacar no Campeonato Brasileiro. A evolução que parecia evidente com a chegada de Dorival Júnior acabou freada pelos três últimos resultados: empates com Botafogo e Sport e derrota por goleada para o Inter. O Rubro-Negro continua vagando pelo meio da tabela. Afastado da zona de rebaixamento e distante do G-4. O resultado contra o Colorado deixou a luz da desconfiança acesa e reforçou a necessidade de reação imediata. Sem contar o tema Adriano, que tumultuou o início de semana da equipe com as duas faltas a treinos do camisa 10. Ele foi advertido pela diretorida e corre risco de ter o contrato rescindido em caso de nova ausência. Nesta quarta-feira, os cariocas recebem a Ponte Preta, no estádio Raulino de Oliveira, em Volta Redonda, pela 22ª rodada, às 19h30m (de Brasília).

Os dois times têm 27 pontos. A Ponte está em 11º, uma posição à frente do Flamengo, que tem uma partida a menos. A Macaca nada tem a ver com o momento do adversário e curte uma invencibilidade de três rodadas. A série invicta inclui vitórias sobre Portuguesa (2 a 1) e Atlético-GO (3 a 1) e empate com o líder Atlético-MG (2 a 2). O triunfo sobre o Dragão, no último domingo, ampliou a diferença da Macaca para a zona de rebaixamento. São oito pontos de vantagem para o Sport, que abre o Z-4. Permanecer distante da degola é o principal objetivo do clube. Uma classificação para a Sul-Americana é vista como a segunda meta a buscar.

No primeiro turno, as equipes empataram por 2 a 2 no Moisés Lucarelli. Um gol de cabeça de Vagner Love, nos acréscimos, evitou a derrota rubro-negra. Era só a terceira rodada. O Flamengo fazia a primeira partida pós-Ronaldinho, que acabara de deixar o clube via ação judicial. O time comandado por Joel Santana era bem diferente do atual. Da equipe que entrou em campo em Campinas, só Léo Moura, Welinton, Ibson e Vagner Love têm escalação garantida nesta quarta. Marllon e Airton também disputaram aquele jogo, mas não tiveram escalação confirmada para o confronto do returno.

Bem diferente da Macaca. Sete jogadores do atual time do técnico Gilson Kleina participaram daquele empate: Edson Bastos, Tiago Alves, Ferron, Cicinho, Baraka, Renê Júnior e Marcinho. A mudança ficou por conta do esquema: do 4-4-2 para o 3-5-2 com a intenção de reforçar a marcação.

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Flamengo: o técnico Dorival Júnior terá de fazer duas mudanças na equipe titular. O zagueiro Marcos González e o volante Victor Cáceres vão defender as seleções do Chile e do Paraguai, respectivamente. Na zaga, Thiago Medeiros deve jogar ao lado de Welinton. No meio, Muralha e Amaral são as opções para ocupar a função de primeiro volante. Nas demais posições, o time deve ser o mesmo que perdeu para o Inter. A provável formação: Felipe, Léo Moura, Welinton, Thiago Medeiros e Ramon; Muralha (Amaral), Luiz Antonio e Ibson; Negueba, Love e Thomás.

Ponte Preta: com pouco tempo para trabalhar o time entre um jogo e outro, Gilson Kleina tentou mexer o mínimo possível. São duas novidades em relação à vitória sobre o Atlético-GO. Livre de suspensão, o lateral-esquerdo Uendel entra no lugar de João Paulo. A outra mudança é por opção técnica. Depois de ficar as últimas partidas no banco de reservas para adquirir ritmo de jogo aos poucos após uma lesão no púbis, Renê Júnior ganha a vaga de Ricardinho no meio. Outra novidade está no banco de reservas. Desfalque nos últimos três compromissos devido a um incômodo muscular, o atacante Roger, artilheiro da Macaca no Brasileiro, com sete gols, é opção para a sequência do duelo. Com o esquema 3-5-2 mantido, a Ponte vai a campo com Edson Bastos; Tiago Alves, Ferron e Diego Sacoman; Cicinho, Baraka, Renê Júnior, Marcinho e Uendel; Luan e Giancarlo.
quem esta fora (Foto: arte esporte)

Flamengo: além de González e Cáceres, que servem suas seleções, Dorival Júnior não pode contar com o meia Renato, que se recupera de cirurgia no joelho direito. O volante Maldonado faz fisioterapia após operação no joelho esquerdo e não joga mais nesta temporada.

Ponte Preta: sem problemas de suspensão, Gilson Kleina só não poderá contar com os zagueiros Wescley e Gustavo, ambos no departamento médico.

header pendurados (Foto: ArteEsporte)

Flamengo: Adryan, Cáceres, Ibson, Liedson, Negueba, Ramon, Renato Abreu, Vagner Love e Wellington Silva.

Ponte Preta: Cicinho, Edson Bastos, Gerônimo, Giancarlo, Gustavo Lazaretti, Luan, Lucas e Tiago Alves.

header o árbitro (Foto: ArteEsporte)

Elmo Alves Resende (GO) apita a partida, auxiliado por Guilherme Dias Camilo (MG) e Marcus Vinicius Gomes (MG). Elmo Resende arbitrou seis jogos no Brasileirão, marcou 213 faltas (média de 35,5 por jogo), aplicou 32 amarelos (média de 5,3 por jogo), quatro vermelhos (média de 0,67 por jogo) e um pênalti (média de 0,17 por jogo). O campeonato tem média de 4,9 amarelos, 0,28 vermelho, 36,5 faltas e 0,23 pênalti. O árbitro apitou um jogo dos paulistas na Série A deste ano: Ponte Preta 4 x 1 Coritiba, pela nona rodada.

header fique de olho 2
Flamengo:
artilheiro do Brasileirão ao lado de Fred, do Fluminense, e Luis Fabiano, do São Paulo, Vagner Love tem dez gols no campeonato. O Artilheiro do Amor tem conseguido se destacar, apesar de os parceiros de ataque colaborarem pouco. Thomás e Negueba não têm rendido e recebem muitas críticas.

Ponte Preta: o atacante Luan é o novo xodó da Ponte Preta. Mesmo sem marcar, foi o destaque da vitória sobre o Atlético-GO, infernizando a defesa adversária com muita correria e dribles desconcertantes. Foi dele também o passe para Giancarlo iniciar a vidada da Ponte. Ao fim, teve o nome gritado pela torcida e saiu ovacionado de campo.

header o que eles disseram

Léo Moura, lateral-direito do Flamengo: “Temos que pensar em subir, não olhar para trás. Será um jogo de seis pontos contra a Ponte Preta, depois vamos jogar contra o Coritiba fora de casa. Não foi o dia de ninguém contra o Inter, jogamos muito abaixo do que estávamos apresentando. Cada jogador saiu um pouco envergonhado com o que nosso time fez. A gente precisa vencer”.

Gilson Kleina, técnico da Ponte Preta: “O Flamengo tomou uma goleada do Inter, e sabemos que é preciso ter muita atenção em jogos contra times do quilate do Flamengo. Eles vão ser muito cobrados, e sabemos que eles vão correr muito na quarta. Temos de ficar atentos com isso e competir do início ao fim”.

header números e curiosidades

* Na história do Campeonato Brasileiro, a Ponte Preta nunca venceu o Flamengo no Rio de Janeiro. Ao todo foram seis confrontos no Rio de Janeiro, com duas vitórias do Fla e quatro empates.

* O único jogo disputado entre Flamengo e Ponte Preta no Raulino de Oliveira pelo Campeonato Brasileiro aconteceu dia 24 de abril de 2004, e terminou sem abertura de placar. Apenas 5.867 pessoas pagaram para assistir à partida.

* A média de gols das partidas entre Flamengo e Ponte Preta em Brasileiros é de 1,8 gols/jogo. Foram marcados somente 32 gols em 17 partidas e apenas em sete oportunidades as duas equipes conseguiram marcar gols no mesmo jogo.

header último confronto v2

Ponte Preta e Flamengo não saíram do empate na última vez em que se enfrentaram. No dia 6 de junho, pela terceira rodada do Brasileirão deste ano, Vagner Love garantiu a igualdade por 2 a 2, no Moisés Lucarelli, ao marcar para o Fla já nos acréscimos. A Ponte chegou a ficar duas vezes em vantagem. René Júnior e João Paulo fizeram os gols da equipe paulista. Renato marcou o primeiro do Rubro-Negro. Com o resultado, os dois times seguiram sem vencer até então na competição. O confronto teve público pagante de 5.365 torcedores.

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