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Após sete anos de espera, mãe de jovem assassinado por motivação política, em Queimadas, comemora condenação de executores

Após sete anos de espera, duas pessoas apontadas como executores da morte de Sebastian Ribeiro Coutinho, 20 anos, no município de Queimadas, no Agreste paraibano, foram condenadas pela Justiça há 20 anos de prisão. Para a mãe da vítima, Maria Edilene de Oliveira Ribeiro Coutinho, a primeira etapa foi vencida. “Foi uma sensação de vitória, de justiça feita”, afirmou, em entrevista ao ClickPB. O julgamento aconteceu nessa segunda-feira (26), no 2º Tribunal do Júri, em Campina Grande, e durou onze horas.

De acordo com Edilene Ribeiro Coutinho, a morte do filho foi uma queima de arquivo e encomendada por R$ 20 mil, sendo R$ 10 mil para cada um dos executores. “Ele trabalhou para um grupo político e ele era cabo eleitoral. No período que ele passou nesse partido, presenciou muita coisa, principalmente as explosões a bancos, que estavam muito em alta naquela época. Ele presenciou divisões de dinheiro de banco, presenciou tráfico de armas e de drogas do grupo político, da organização criminosa”, revelou.

Segundo a mãe da vítima, o filho desistiu desse partido ao saber da ligação do grupo político com diversos crimes na cidade. “Tanto que agora os pistoleiros foram julgados e agora vai se abrir um inquérito para investigar os mandantes”, revelou ao ClickPB. Com a condenação dos executores, Edilene Ribeiro Coutinho comemorou. “Foi sensação de vitória, de justiça feita. De justiça de Deus, primeiramente, e também dos homens aqui na terra”, ressaltou.

Como ocorreu o crime

A mãe da vítima narrou que o filho sempre saia para comprar lanche no período da noite. Nesse dia foi com um amigo, que acabou também sofrendo uma tentativa de homicídio. “Ele foi comprar nesse dia na barraca da Dali. Eles estavam lançando para depois trazer o lanche da gente. Quando eles chegaram, covardemente pelas costas e fizeram isso”, comentou.

Julgamento

O julgamento começou às 10h e só foi concluído por volta das 21h, com a sentença dos réus. José Ailton Soares Gomes e Jamerson Sousa Silva receberam a sentença de 20 anos e 19 anos de prisão, respectivamente. Além do julgamento dos executores, a Justiça determinou a investigação dos possíveis mandantes do crime, a partir dos nomes citados no julgamento. O Grupo Mães na Dor, que auxilia mães que tiveram os filhos mortos pela violência, acompanhou de fora o julgamento e fizeram o seu protesto com cartazes.

 

clickpb

 

 

Sergio Moro reclama de interferência política e anuncia que está fora do governo Bolsonaro

O ministro Sérgio Moro anunciou sua demissão, na manhã desta sexta-feira (24), do Ministério da Justiça. A informação foi dada durante uma coletiva de imprensa, convocada pelo próprio ministro.

Moro chegou a dizer que o presidente Jair Bolsonaro não o quer mais no cargo. ”Acho que foi uma sinalização de que o presidente não me quer mais no cargo”, comentou sobre a exoneração do diretor da Polícia Federal, Maurício Valeixo, que havia sido indicado pelo ministro para o cargo.

Ele contou que ficou sabendo da exoneração ao olhar o Diário Oficial da União e que, ao contrário do que foi publicado, não houve pedido de exoneração por parte de Valeixo. ”Ele me contou que recebeu uma ligação avisando que seria publicada a exoneração a pedido”, disse.

Durante a entrevista coletiva, Moro repetiu diversas vezes que o problema não estava em trocar a direção da PF, mas na razão para fazer isso. Ele ressaltou que o ex-diretor da PF estava realizando um ”trabalho bem feito”, e que não é aceitável indicação política para o cargo.

 

clickpb

 

 

Ricardo chama Calvário de ‘espetáculo midiático’ e diz que não existem provas contra ele, apenas uma ‘narrativa mentirosa’ construída para tirá-lo da política

O ex-governador da Paraíba, Ricardo Coutinho (PSB), durante entrevista na tarde desta sexta-feira (13), falou a respeito das acusações e prisão preventiva contra ele após a deflagração da 7ª fase da Operação Calvário, deflagrada pela Polícia Federal em conjunto com o Gaeco. Segundo ele, o Ministério Público da Paraíba (MPPB) não conseguiu apresentar provas a respeito das acusações, sendo colocado até o momento, apenas a “construção de uma narrativa mentirosa” contra ele por ter colocado o “dedo na ferida” e ter apoiado o ex-presidente Lula na luta contra a Lava Jato.

“Eu não sou o primeiro, nem serei o último a ser acusado por essa doença que tomou conta do Brasil e do Estado Democrático de Direito”, disse ele em entrevista a Rádio Sanhauá.

Segundo Ricardo, o espetáculo midiático tem alimentado as acusações contra ele e que o MPPB tem tentado repetir no Estado o que o ex-juiz e atual ministro da Justiça, Sérgio Moro, promoveu de ‘forma mentirosa no Brasil’. “Não existe uma prova que me liga a nada, a não ser desvarios. Já fizeram uma oitava fase, para fazer que nem a Lava Jato, e chegar até a não sei quantas fases”, afirmou.

E concluiu. “Não creio que seja razoável, dentro de um estado democrático de direito o que o Ministério Público faz. Não estou falando da instituição, mas de alguns membros da instituição”, afirmou.

O ex-governador contestou ainda o trecho da denúncia apresentada pelo MPPB que apontou um encontro entre ele e conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-PB) para apresentar um dossiê que teria o intuito de intimidar os servidores da Corte.

“Disseram que teria havido uma reunião entre eu e os conselheiros para ter chantagem, essa reunião nunca existiu. Eles trabalham com duas condenações, para ter uma condenação colegiada e para ter a vingança de conselheiros para rejeitar uma conta minha, é uma farsa, é uma mentira isso. Você não pode chegar para tal coisa e dizer isso, cadê a gravação? Não existe gravação porque isso é uma mentira”, disse.

 

Portal WSCOM

 

 

A malvada política do salário mínimo

O VALOR DO SALÁRIO MÍNIMO BRASILEIRO CAUSA ENORME INDIGNAÇÃO QUANDO ELE É COMPARADO COM OS NÍVEIS SALARIAIS PRATICADOS EM TODOS OS TRÊS PODERES COM OS IMPOSTOS PAGOS PELO POVO.

Durante um mandato inteiro, que durou 8 anos, o senador Eduardo Suplicy tentou aprovar, sem sucesso, o audacioso projeto que garantiria a tão desejada renda mínima mensal de cidadania do trabalhador brasileiro.

Enquanto isso, o senador Paulo Paim lutava para conquistar os votos dos seus colegas senadores, necessários para a aprovar o seu projeto que garantia uma nova política que aumentaria, a cada ano, o poder de compra dos novos salários mínimos, pagos às classes trabalhadoras brasileiras.

Os esforços dos senadores Suplicy e Paim criaram a atual legislação que, anualmente anuncia, em janeiro de cada ano novo, o valor do novo salário mínimo nacional que será tanto melhor quanto maior for a taxa de inflação e de crescimento do Produto Interno Bruto.

Para o ano de 2020, por exemplo, o novo valor do salário mínimo será obtido multiplicando-se o valor atual pelo valor da taxa de inflação do ano de 2019 para, depois disso, multiplicar pelo valor do crescimento do Produto Interno Bruto, ocorrido em 2018.

O melhor cenário para um real crescimento do salário mínimo, seria aquele onde a taxa de inflação fosse baixa e antecedida por um alto crescimento da economia nacional brasileira.

Infelizmente, durante os últimos cinco anos o crescimento do produto interno bruto tem sido quase nulo gerando um malvado e empobrecido salário mínimo, cuja variação é dependente da inflação, que é a responsável pelas maiores perdas do poder de compra.

De acordo com o DIEESE, (Departamento mantido pelo PT e pelas Centrais Sindicais), o salário mínimo brasileiro mensal deveria ser de 1000 dólares, que valem aproximadamente 4.200 reais, de acordo com o câmbio oficial.

O VALOR DO SALÁRIO MÍNIMO BRASILEIRO CAUSA ENORME INDIGNAÇÃO QUANDO ELE É COMPARADO COM OS NÍVEIS SALARIAIS PRATICADOS EM TODOS OS TRÊS PODERES COM OS IMPOSTOS PAGOS PELO POVO.

 

 

 

No WhatsApp, família vem antes de política, constata pesquisa do Datafolha

O brasileiro afirma discutir mais assuntos de família do que de política no WhatsApp, aponta pesquisa Datafolha sobre o uso de redes sociais e o comportamento dos usuários no aplicativo de mensagens.

Considerando-se os 69% dos entrevistados que afirmam ter conta no WhatsApp, os assuntos citados por eles como os mais discutidos nos grupos são família (39%), trabalho (31%), política (30%), amigos (15%), futebol (14%), escola (13%) e religião (12%). A resposta era espontânea e múltipla, ou seja, o entrevistado poderia citar mais de um tema.

O Datafolha ouviu 2.086 pessoas nos dias 4 e 5 de julho em 130 municípios de todo o país. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

O levantamento aponta ainda que 7 em cada 10 brasileiros adultos, ou 72%, dizem possuir conta em pelo menos uma rede ou aplicativo social. O mais popular é o WhatsApp (69%), seguido de Facebook (59%), Instagram (41%) e Twitter (16%).

Entre aqueles que dizem ter conta em alguma rede social, 19% afirmam seguir o presidente Jair Bolsonaro (PSL) em ao menos uma rede, ante 44% que não o seguem.

Bolsonaro afirmou na última sexta-feira (12) que é censurado pelo WhatsApp, referindo-se à limitação no encaminhamento de mensagens no aplicativo.

“Uma maneira de me cercear foi diminuir o alcance do WhatsApp”, disse em uma live nas redes sociais. “Há censura em cima disso. Temos que lutar contra isso.”

Nas eleições do ano passado, bolsonaristas tiveram como uma das principais estratégias de campanha a atuação por meio de redes sociais e aplicativos de mensagens.

A restrição no reenvio, implantada em janeiro deste ano, foi uma tentativa de combater a disseminação de informações falsas e rumores, segundo o aplicativo que pertence ao Facebook.

Anteriormente, era possível encaminhar mensagens para 20 outros usuários ou grupos, número que caiu para cinco pessoas por vez com a nova medida.

Entre os pesquisados pelo Datafolha que têm conta no WhatsApp, metade (49%) participa de até cinco grupos, e apenas 24% não participam deles -a média é a de sete grupos por usuário.

A faixa etária que mais participa dos grupos -considerando a fatia de 1 a 5 grupos- é a de entrevistados com 45 a 59 anos (55%), enquanto aqueles com 60 anos ou mais são os que menos participam (44%).

Entre os mais jovens, de 16 a 24 anos, só 23% não estão em nenhum grupo. Esse percentual chega a 36% entre os usuários com 60 anos ou mais.

Os mais velhos, com 60 anos ou mais, estão mais presentes (37%) que os jovens de 16 a 24 anos (24%) em grupos que discutem política.
Esse assunto também é mais citado por homens -35% ante 25% de mulheres- e pessoas com renda familiar mensal de mais de dez salários mínimos -54% ante 22% de quem tem renda de até dois salários mínimos.

Em relação ao critério da avaliação do governo Bolsonaro (este, aliás, usuário assíduo de redes sociais), entrevistados que reprovam a gestão ou a aprovam se dizem mais ativos (36% e 32%, respectivamente) em grupos de política no WhatsApp do que aqueles que avaliam o presidente como regular (21%).

Pesquisados que avaliam o governo como ótimo ou bom são os que mais discutem família (44%), enquanto os que consideram o presidente ruim ou péssimo e afirmam discutir esse tema nos grupos são 35%.

Analisando-se o partido de preferência, 50% dos entrevistados que discutem política em grupos no WhatsApp citam o PSL de Bolsonaro, ante 40% do PSDB e 32% do PT.”

A maior fatia de entrevistados (37%) afirma participar de grupos com até 25 pessoas, enquanto 24% dizem estar em grupos com 26 a 50 pessoas, 14%, grupos de 51 a 100 usuários, e 17%, 101 ou mais.

 

FOLHAPRESS

 

 

Empresário é preso suspeito de matar radialista por causa de política

Foi preso no começo da tarde desta sexta-feira (31) um empresário suspeito de matar o radialista Joacir Rocha de Oliveira Filho, de 35 anos, dentro de um restaurante do Centro de Campina Grande.

Conforme imagens de segurança, um homem armado atira na vítima dentro do local e foge amparado por outra pessoa. Segundo a delegada Suelane Guimarães, à TV Correio, não houve latrocínio porque nenhum pertence da vítima foi roubado.

Às 13h16, o empresário, que é do ramo da construção civil e tem 42 anos, estava sendo ouvido pela delegada e teria confessado o crime. Segundo apuração da TV Correio, o motivo seria uma discussão política.

Políticos lamentam

O deputado estadual Tovar Correia Lima (PSDB) lamentou a morte do radialista. “Que o nosso bom Deus conforte o coração dos familiares e amenize tanto sofrimento. Sei o tamanho da dor de perder alguém que amamos”, destacou.

Joacir era filho do jornalista Joacir Oliveira (já falecido) e irmão do apresentador de uma emissora de TV local, Cléber Oliveira. Tovar destaca que apesar de novo, ele era um profissional dedicado e que deixa um legado como comunicador.

O prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues, também divulgou nota de pesar pela morte do radialista. “O prefeito encaminhou apelo à Polícia Civil para o máximo empenho na elucidação do caso. E também prestou solidariedade e votos de pesar à família, também vítima dessa tragédia”, diz a nota divulgada pela prefeitura.

 

 

portalcorreio

 

 

Política nacional e requerimentos são destaques durante sessão na Câmara de Solânea

A última sessão da Câmara Municipal de Solânea teve debate acalorado sobre a política nacional. Os vereadores Josenildo Costa, Márcio Prudêncio e Flávio Evaristo travaram um amplo debate sobre o atual governo federal e as demandas nacionais que continuam afligindo até mesmo os solanenses.

Questões como o Programa Mais Médicos foi debatido nos âmbitos da atuação do governo do PT e da decisão do atual presidente em cortar o programa no país. Os vereadores Jucian e Júnior Melo, foram outros parlamentares que também entraram no debate. (você pode ver como foi a sessão do facebook da Câmara)

Requerimentos

O vereador Flávio Evaristo apresentou um requerimento solicitando a aquisição de veículos permanentes para auxílio das equipes do Caps e Nasf. Segundo o parlamentar, a proposta atende ao pedido feito pelas equipes de trabalho desses setores para que possam prestar um serviço mais ágil e eficiente aos solanenses. “Nosso requerimento vem atender os pedidos desses prestadores de serviço durante nossas visitas a essas unidades, acredito que é um pedido justo e que em breve seremos atendidos”, destacou Flávio.

Márcio Prudêncio celebrou durante a sessão ordinária a aprovação de seu requerimento que propõe a construção de casas populares no terreno que seria destinado ao presídio estadual. “Não é por uma casa, é por dignidade. Moradia é uma área que merece toda atenção por parte dos gestores e Kayser Rocha tem nosso apoio na busca por recursos que permitam a construção de um complexo habitacional digno para os solanenses”, destacou Márcio na tribuna.

Quem também teve seu requerimento aprovado, foi o vereador José Porfírio (Minininho). O parlamentar havia solicitado, junto a secretaria de serviços públicos, transporte e estradas, a implantação de redutores de velocidade na rua Santo Antônio, no conjunto Pe. Cícero.

Vale destacar também que foi aprovado o Projeto de Decreto Legislativo do vereador Flávio Evaristo, que concede o título de cidadão solanense ao Senhor Sandoval Pereira, mais conhecido na cidade por Sandoval Publicidade.

 

Ascom-CMS

 

 

Projeto Academia de Lideranças debate participação das mulheres na política paraibana

A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) apresentou, nesta segunda-feira (06), o projeto Academia de Lideranças – II Seminário A Política e as Mulheres, que visa promover a formação de políticas públicas na Paraíba e incentivar pessoas a entrar na política e participar de disputas eleitorais. A iniciativa foi do deputado Chió (Rede). Segundo ele, a ideia é qualificar os quadros que vão participar das eleições em 2020.

Chió explicou que o projeto teve início no município de Areia, no interior da Paraíba, e afirmou que o debate será realizado em outros municípios. Ele ressaltou a necessidade de discutir o tema para incentivar que mais mulheres participem da política no Estado.

“Esse encontro é essencial para que tenhamos uma política igualitária. A ideia da Academia de Lideranças é que a gente possa qualificar cada vez mais os quadros, que vão participar da política no próximo ano. Iniciamos essa formação em Areia com mais de 50 mulheres e temos visto que o problema é que falta suporte, falta incentivo para o engajamento delas”, disse o parlamentar.

Durante o evento, a coordenadora de Organização da Executiva Nacional da Rede Sustentabilidade, a ex-senadora Heloisa Helena, proferiu palestra para os participantes. Ela discutiu sobre estratégias partidárias para ampliar a participação do público feminino na política, falou sobre os desafios da mulher e o impacto da representação feminina na política.

“A gente sonha e luta todos os dias para que mais mulheres participem das instâncias de decisão política dos espaços de poder. Do mesmo jeito que tantas mulheres abriram caminhos para que muitas estivessem aqui, a gente continua lutando para garantir que mais delas participem da política. Sabemos que é muito difícil, porque há preconceito e machismo em todos os partidos. A dupla, tripla jornada de trabalho também impedem essa participação”, ressaltou Heloisa Helena.

Também participaram do encontro a vereadora Sandra Marrocos; a secretária executiva da Mulher e da Diversidade Humana, Lídia Moura; a prefeita de Pilões, Socorro Brilhante; a secretária das Mulheres da Fetag, Ivonete Leandro. O evento contou com líderes estudantis, integrantes de movimentos femininos, sindicalistas, donas de casa, servidoras públicas, vereadoras, empresárias e prefeitas, que compartilharam temas, dilemas e perspectivas de proposituras políticas femininas.

 

 

agenciaalpb

 

 

‘É tempo de luta’: Ricardo diz que mais do que defender o emprego, trabalhador precisa estar atento à política

O ex-governador da Paraíba, Ricardo Coutinho (PSB), usou seu perfil numa rede social neste 1º de maio, Dia do Trabalhador, para mandar uma mensagem aos paraibanos sugerindo que o trabalhador brasileiro volte a ser protagonista das decisões políticas no país.

Ricardo tem se colocado como um forte nome da oposição no cenário nacional e vem se posicionando de forma contrária à gestão do atual presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL).

Em vídeo postado numa rede social, o ex-chefe do Executivo paraibano classificou o momento atual do país como “um tempo de resistência” e convocou o trabalhador brasileiro a se voltar para a política, assim como, estar atento às decisões adotadas através dela.

– São tempos muito difíceis. Tempos em que é preciso reconhecer que não basta defender o próprio emprego, porque ele está acabando. Mas, principalmente, entender os mecanismos que influem no emprego, na condição de vida, no salário. E isso está na política. Por isso, esse tempo é de resistência, é de luta. E é por isso mesmo que os trabalhadores precisam, mais do que nunca, mais do que em qualquer momento da nossa história, voltar a pensar sobre política, a influenciar a política para que o Brasil tome um novo rumo.

 

PB Agora

 

 

Deputado defende aumento de mulheres na política em 2020

Em entrevista o deputado estadual e ex-prefeito de Remígio Chió (Rede) anuncia que promoverá no próximo dia 28, na cidade de Areia, o seminário ‘As Mulheres e a Política’, que será realizado para cerca de 40 mulheres do Brejo e do Curimataú.

“Nosso objetivo é incentivar as mulheres a se interessarem e possam participar ativamente do processo eleitoral”, diz Chió, até o início de 2018, estava em seu segundo mandato frente à prefeitura de Remígio quando largou a caneta para disputar uma vaga na Assembleia Legislativa. “A gente já saiu da prefeitura de Remígio nessa tentativa de tornar-se um líder regional e a gente quer mais é incentivar que outras pessoas participem da política”, lembra.

Segundo o parlamentar sua ideia é inspirar outras pessoas a entrar na política: “Nossa ideia é poder, através do nosso mandato, do nosso case de sucesso, de um funcionário público que passa pela prefeitura e se torna um deputado estadual em menos de seis anos de carreira política, inspirar pessoas, inspirar mulheres, jovens, agricultores e agricultoras, e até mesmo outros funcionários públicos, a entrarem na política. A gente precisa muito de uma renovação e o que a sociedade quer é que pessoas comuns, pessoas do povo, possam entrar na política para que a gente não fique defendendo somente os figurões, das pessoas que sempre estiveram no poder”, argumenta.

 

 

pbagora