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Com pênalti polêmico, Corinthians vence e empurra Inter para perto da queda

O empate não servia para ninguém, mas a vitória nesta segunda-feira ficou nas mãos do Corinthians. Em pênalti polêmico, com um empurrão quase imperceptível sobre Ángel Romero e convertido por Marlone, os corintianos ganharam por 1 a 0 em Itaquera. Assim, a vaga na Copa Libertadores voltou a ser possível.

Já a vida do Internacional ficou ainda mais complicada, com três pontos de distância para fugir da zona de rebaixamento. Os colorados podem cair já no fim de semana seguinte.

O Corinthians que jogou melhor, por sua vez, encerra um jejum de mais de um mês sem ganhar. Além disso, com 54 pontos, fica a apenas um do Botafogo, quinto colocado, e do Atlético-PR, que é sexto e jogará em Itaquera no próximo sábado. A partida terá caráter decisivo para os corintianos na penúltima rodada do Brasileirão.

O melhor: Fagner

Com liberdade em razão da marcação ruim dos atacantes do Internacional, foi a opção mais confiável do time. Fagner voltou a abusar da violência em um lance com Aylon, mas fez a diferença no ataque em uma série de oportunidades.

O pior: Vitinho
Ricardo Duarte/Internacional

Visivelmente em má condição física, o atacante que volta de lesão foi presa fácil na etapa inicial. O Internacional abusou das bolas longas e teve dificuldades em trocar passes, o que também dificultou a vida do jogador escalado como centroavante. No intervalo, Lisca retirou Vitinho e mudou a disposição do time com Seijas.
Derrota em Itaquera deixa Internacional perto da Série B
Ricardo Duarte/Internacional

A três pontos do Vitória, primeiro fora da zona de rebaixamento, o Internacional depende de terceiros para se manter na primeira divisão. Nas últimas duas rodadas, os colorados recebem o Cruzeiro e visitam o Fluminense. Já o clube baiano visita o Coritiba e, na última partida, tem o provavelmente já campeão Palmeiras no Barradão.
Marlone justifica oportunidade e decide em Itaquera. Mas o pênalti…
MARCOS BEZERRA/FUTURA PRESS/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

Um bom cruzamento de Marlone para Romero disputar na área e…pênalti. Aparentemente, não houve empurrão significativo do zagueiro Ernando, que estava na jogada. Marlone pegou a bola, bateu com perfeição e marcou pela quinta vez no returno do Brasileirão. É o jogador mais efetivo do Corinthians no período e, com ótima atuação e motivado pela indicação ao Prêmio Puskás, justificou a chance.
Cristian é titular após dois meses e passa em primeira prova de fogo
De fora da equipe principal desde a demissão de Cristóvão Borges em dia de derrota para o Palmeiras, o volante voltou à equipe. Willians chegou a treinar no sábado, mas acabou dispensado no dia seguinte. Titular de última hora, o veterano de mais uma temporada irregular deu conta do recado.
O que fez Oswaldo: Corinthians joga melhor que dos últimos jogos
Rubens Cavallari/Folhapress

Oswaldo arregaçou as mangas na ausência de seu jogador mais importante do momento, que é Rodriguinho. As presenças de Camacho e Uendel na armação, além de um Marquinhos Gabriel melhor tecnicamente e de Marlone muito bem, melhoraram as coisas. O time ainda abusou das bolas longas, mas a arrumação do novo treinador foi bem executada em Itaquera.
O que fez Lisca: time ofensivo, mas poucas ideias para se salvar da queda
Rubens Cavallari/Folhapress

Homem de confiança de Roth, Alex foi para a reserva em troca de um time mais ofensivo, com Aylon e Sasha pelos lados e Vitinho avançado. Assim, faltou marcação pelos lados e qualidade para rodar a bola em dia infeliz dos volantes Dourado e Anselmo. No intervalo, o estreante Lisca mudou tudo com Seijas pelo centro, Anderson pela esquerda e Aylon como 9. Também não mudou a realidade de um time meramente lutador.

Colorados são provocados e ouvem gritos de Série B em Itaquera

Dassler Marques/UOL Esporte

Gritos personalizados para provocar o Internacional surgiram entre torcedores corintianos, nova prova da rivalidade entre os dois clubes nos últimos 11 anos. Também teve DVDs, em alusão a episódio que ficou famoso na final da Copa do Brasil 2009. Teve ainda um fantasma vestido com roupa de Série B para brincar com o momento complicado dos colorados.
Corinthians jogará completo para alcançar G-6 na penúltima rodada

Salvo alguma surpresa, o Corinthians sai fortalecido na noite desta segunda-feira para o jogo mais importante do semestre. No próximo sábado, recebe o Atlético-PR, sexto colocado e com um ponto a mais, para uma partida imperdível em Itaquera. Oswaldo deverá ter todos os jogadores à disposição com os retornos de Giovanni Augusto, Rodriguinho e Lucca, suspensos, e Guilherme, com dores no adutor da coxa.

Isqueiro em campo
Rubens Cavallari/Folhapress

Ainda no primeiro tempo, um isqueiro foi jogado no gramado da Arena Corinthians. O objeto caiu bem perto do goleiro Danilo Fernandes, que logo o entregou ao árbitro Rodolpho Toski. No intervalo, o torcedor que jogou o isqueiro foi identificado.
FICHA TÉCNICA
CORINTHIANS 1 x 0 INTER
Data: 21 de novembro de 2016 (segunda-feira)
Local: Arena Corinthians, em São Paulo (SP)
Competição: Campeonato Brasileiro (36ª rodada)
Público: 19.769 presentes
Renda: R$ 907.361,50
Árbitro: Rodolpho Toski Marques (PR)
Auxiliares: Bruno Boschilia e Ivan Carlos Bohn (ambos do PR)
Cartões amarelos: Marlone e Marciel (Corinthians); Ernando e Anselmo (Inter)
Gol: Marlone, aos nove minutos do segundo tempo.
CORINTHIANS: Walter; Fagner, Vilson, Balbuena e Guilherme Arana; Cristian (Jean), Marquinhos Gabriel, Uendel, Camacho (Marciel) e Marlone (Léo Jaba); Romero. Treinador: Oswaldo de Oliveira
INTER: Danilo Fernandes; William, Ernando, Paulão e Geferson; Dourado, Anselmo, Anderson e Eduardo Sasha (Nico López); Vitinho (Seijas) e Aylon (Valdívia). Treinador: Lisca
Uol

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Em clássico polêmico, Fla vence Flu e volta a colar no Palmeiras

Em grande clássico com direito a gols polêmicos, muita reclamação dos jogadores e ritmo intenso, o Flamengo venceu o Fluminense por 2 a 1 nesta quinta-feira (13), em Volta Redonda, pela 30ª rodada do Brasileirão. Com a vitória, o rubro-negro fica a um ponto do líder Palmeiras – que empatou com o Cruzeiro também nesta quinta.

Agora, o Flamengo soma 60 pontos, contra 61 do Palmeiras a oito jogos do fim do campeonato. Os gols da vitória do rubro-negro foram marcados por Leandro Damião e Fernandinho; Marcos Júnior descontou para os tricolores.

O clássico em Volta Redonda ficou marcado por uma grande confusão no fim do jogo, quando o Fluminense chegou ao empate no finzinho, mas teve gol anulado por impedimento. O bandeirinha marcou a irregularidade, mas o árbitro Sandro Meira Ricci confirmou o tento, à priori .

Após muita confusão, oito minutos de paralisação e diversas pessoas no gramado, Meira Ricci confirmou a marcação do assistente e anulou o que seria o gol de empate do Fluminense.

O melhor: Réver

Gilvan de Souza/Flamengo

Embora Fernandinho mereça menção honrosa pelo gol decisivo e Willian Arão pela boa partida, o melhor jogador em campo foi Réver. O zagueiro teve noite perfeita em Volta Redonda e colecionou intervenções importantes no clássico.

O pior: Wellington Silva

O zagueiro do Fluminense foi infeliz no lance que acabou por decidir o Fla-Flu. Wellington Silva furou a bola e deixou Fernandinho livre para fazer 2 a 1 para o Flamengo.

Flamengo é melhor no primeiro tempo

Gilvan de Souza/Flamengo

Os torcedores em Volta Redondo viram um ótimo Fla-Flu no primeiro tempo. O rubro-negro começou melhor, mais organizado e dominando a posse de bola. Com mais volume de jogo, o Flamengo abriu o placar após cruzamento venenoso de Diego. Willian Matheus e Damião dividiram no alto, e a bola esbarrou no braço de Henrique antes de entrar. Os jogadores do Fluminense reclamaram muito no lance, pedindo falta de Réver no goleiro Júlio César.

O tricolor melhorou após sair atrás no placar, à medida que o Flamengo assumiu a estratégia do contra-ataque. O Fluminense omeçou a tocar melhor a bola, com mais paciência para construir as jogadas. Assim, acuou o rival no fim do primeiro, assumiu o controle da partida e só não chegou à igualdade pelo excesso de erros, tanto de passes como de finalizações, no terço final do campo.

Etapa final fica marcada por confusão

A superioridade do Fluminense no fim da etapa final se converteu em gol no primeiro minuto do segundo tempo. Após cruzamento, Cícero ajeitou de cabeça e Marcos Júnior só empurrar para empatar. Quando parecia que acusava o golpe, porém, o Flamengo contou com um vacilo da zaga tricolor para voltar a ficar à frente. Aos 12 minutos, Wellington Silva falhou feio e a bola sobrou livre na pequena área para Fernandinho, que só descolou Júlio César com categoria.

Então veio o lance que ficará marcado na partida. Após cruzamento em bola parada, Henrique venceu Muralha e empatou para o Fluminense. O assistente deu impedimento do zagueiro, e Sandro Meira Ricci o seguiu na marcação, mas logo voltou atrás validando o tento tricolor. O banco de reservas do Flamengo foi à loucura, invadiu o gramado e iniciou-se a confusão. Após oito minutos de paralisação, e muita reclamação e bate-boca geral, o árbitro seguiu a marcação inicial do bandeirinha e invalidou o gol.

Rubro-negros ofuscam tricolores

Vinicius Castro/UOL

Mesmo sendo mandante do clássico desta quinta, o Fluminense contou com menos apoio que o Flamengo do seu torcedor nas arquibancadas do Raulino de Oliveira. Os flamenguistas lotaram o setor destinado aos rubro-negros em Volta Redonda, à medida que os tricolores encheram apenas parcialmente a outra metade do estádio. Vale lembrar que a carga de ingressos foi dividida entre os dois clubes.

Torcedores brigam durante ação de marketing

Reprodução/Premiere

Dois torcedores foram detidos PM após brigarem no intervalo do clássico. Em uma ação de marketing dos clubes, fãs de Flamengo e Fluminense foram convidados a duelar nas cobranças de pênalti. Após balançar as redes, um rubro-negro se voltou à torcida tricolor e mandou a torcida calar a bola, com o dedo indicador em riste sobre os lábios. Um dos torcedores do Fluminense não gostou da atitude e partiu para cima do rival, empurrando-o no gramado. Os dois começaram a brigar e foram detidos pela PM.

Tabu do Fluminense em Volta Redonda

Fluminense nunca venceu o Flamengo em Volta Redonda. Em quatro partidas, perdeu duas e empatou duas.

Uol

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Em confronto direto, Santos vence Atlético-PR com gol polêmico e fica no G4

santosEm confronto direto na busca pelo G4 do Campeonato Brasileiro, Santos e Atlético-PR se enfrentaram na Vila Belmiro e fizeram um jogo de poucas emoções, mas o Peixe levou a melhor. Venceu por 2 a 0 e mostrou que está firme na zona de classificação para a próxima Copa Libertadores da América. Santos fez gol em um lance polêmico e depois Paulinho ampliou a vantagem.

No primeiro tempo os dois times criaram poucas chances de gol e só levaram algum perigo em jogadas pelas laterais. O que decidiu foi o pênalti polêmico marcado a favor do Santos, bem cobrado por Ricardo Oliveira.

O segundo tempo foi mais animado, pois o Atlético-PR acertou uma bola no travessão e deu trabalho para o goleiro Vanderlei. O Santos acertou bons contra-ataques e conseguiu fazer o gol aos 38min para matar o jogo e fechar o placar.

Com isso, o Santos ficou com 48 pontos, está em quarto lugar e deixou o Atlético-PR para trás, com 42, em sexto. O próximo jogo do Peixe no Campeonato Brasileiro será outro confronto direto pelo G4, contra o Fluminense, novamente em casa, na quarta-feira, às 21h (de Brasília). Já o Atlético-PR vai encarar a Chapecoense em casa no mesmo dia, às 19h30.

Pênalti polêmico

Ex-jogador do Santos, Rafael Galhardo errou um passe no meio-campo, o Santos pegou a defesa do Atlético-PR desmontada, e Vecchio ficou frente a frente com Wéverton. Quando ele tentou driblar, caiu, então o juiz marcou pênalti do goleiro. Ricardo Oliveira, que tinha ficado três semanas lesionado e voltou neste sábado, balançou a rede aos 31min e abriu o placar.

Quem foi bem: Renato

O volante mostrou sua tradicional qualidade na marcação e ainda ditou o ritmo do meio-campo com bons passes. O pé estava tão ajustado que ele ainda deu assistência para o gol de Paulinho no final.

Quase um golaço

Aos 17min do 2º tempo, Lucas Lima deu uma arrancada do meio-campo, driblou dois marcadores e ficou frente a frente com Wéverton. Seria um golaço, mas ele finalizou para fora.

Calou a torcida

Quando Dorival anunciou que tiraria Copete de campo, a torcida vaiou o técnico. Mas Paulinho entrou no lugar e conseguiu dar resultado em apenas sete minutos. Ele aproveitou cruzamento de Renato e cabeceou para a rede.

Ótimo mandante x Péssimo visitante

O jogo reuniu um dos melhores mandantes do Campeonato Brasileiro, o Santos, contra um dos piores visitantes, o Atlético-PR. Com a vitória deste domingo, o Peixe conquistou ao todo 34 pontos na Vila Belmiro. Já o Furacão só tem sete pontos longe de Curitiba.

Possibilidade de G5

Neste domingo, a Conmebol vai decidir como será feita a nova distribuição de vagas da Copa Libertadores. Existe a possibilidade de o Brasil conseguir mas uma vaga. Neste caso o G4 viraria G5, o que vai aumentar as esperanças de Santos e Atlético-PR na busca por uma vaga na próxima Libertadores.
SANTOS 2 x 0 ATLÉTICO-PR

Local: Vila Belmiro, em Santos (SP)
Data: 01/10/2016 (sábado)
Árbitro: Pericles Bassols Pegado Cortez
Auxiliares: Clovis Amaral da Silva (ASP-Fifa) e Cleberson do Nascimento Leite
Cartões amarelos: Wéverton (CAP), Lucas Lima (SAN), David Braz (SAN)
Gols: Ricardo Oliveira, aos 31min do 1º tempo; Paulinho, aos 38min do 2º tempo

SANTOS
Vanderlei, Victor Ferraz, Luiz Felipe, David Braz e Zeca; Renato, Thiago Maia, Lucas Lima (Jean Mota) e Vecchio; Copete (Paulinho) e Ricardo Oliveira (Yuri)
Técnico: Dorival Júnior

ATLÉTICO-PR
Weverton; Galhardo, Thiago Heleno, Paulo André e Nicolas; Otávio, Rossetto, Hernani e Lucho (Luan); Lucas Fernandes (Marcos Guilherme) e Pablo
Técnico: Paulo Autuori

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Marido de Ana Hickmann faz post polêmico, leva bronca da esposa e protesta

anaAo que tudo indica, Alexandre Correa levou uma bela bronca da esposa Ana Hickman nesta terça-feira (19). O desentendimento entre os dois aconteceu após o empresário usar sua conta do Instagram para reclamar da hora que estava almoçando e, na publicação, posar mostrando o dedo do meio. “Almoçando agora por conta da incompetência alheia”, queixou-se ele.

Após o post, Alexandre foi inundado por comentários negativos na rede social, reprovando seu comportamento. Não demorou no entanto para Correa apagar a imagem e, segundo explicou ele à uma internauta, o motivo havia sido uma bronca que levou da esposa. “A Ana pediu que eu apagasse. Estaria denegrindo a imagem dela”, contou.

 

Sem deixar passar em branco toda a situação, Alexandre trocou ainda seu nome no Instagram por Fabiana Valier, a assessora de imprensa da mulher. Mesmo tendo apagado a publicação, os internautas não perdoaram e cobraram o empresário em outras imagens. “Ah… tirou a foto… eu estava amando a zuera!”, comentou um fã. “Não devia ter tirado deixa o povo falar, você é o máximo”, escreveu outro.

Fotos: Reprodução/Instagram

 

 

 

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Com gol polêmico de Lima, CRB bate o Campinense e se aproxima do Bahia

O CRB conquistou sua primeira vitória no Nordestão. Jogando nesta quinta-feira no Estádio Rei Pelé, o Galo não empolgou sua torcida, mas derrotou o Campinense por 1 a 0 e chegou a cinco pontos na classificação do Grupo E, mantendo o segundo posto. O único gol do jogo foi marcado aos 32 minutos da primeira etapa, pelo centroavante Lima, que, após cobrança de escanteio, deslocou a marcação e cabeceou para a rede da Raposa. O lance causou muita polêmica e o próprio atacante do Galo admitiu que a jogada foi confusa.

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– O árbitro estava encoberto, acabei tocando o adversário e fiz o gol. O resultado foi importante. Precisávamos muito dos três pontos, até porque o Bahia venceu e agora o CRB encostou, assegurando a segunda colocação – declarou Lima.

CRB x Campinense, no Rei Pelé (Foto: Ailton Cruz/ Gazeta de Alagoas)CRB x Campinense, no Rei Pelé (Foto: Ailton Cruz/ Gazeta de Alagoas)

O técnico Francisco Diá reclamou do gol regatiano e admitiu que a situação da Raposa está complicada. Com apenas um ponto, a Raposa segura a lanterna da chave e vai tentar definir sua sorte no segundo jogo contra o CRB no dia 4 de março, às 21h45, em Campina Grande.

– A gente teve uma boa participação no jogo, mas faltou o gol. O árbitro também dificultou. Eu não vi o lance do gol (do CRB), mas os jogadores passaram para mim que empurraram o Marcão. Poderíamos ter saído de campo pelo menos com um empate. Ficou muito difícil a classificação, mas, enquanto der, vamos lutar – comentou o treinador.

Gol e muita reclamação

O CRB começou o jogo com dificuldades na marcação pelas laterais. Pirão dava muito espaço na esquerda e por pouco o Campinense não aproveitou. Aos sete minutos, Alvinho passou com facilidade pelo lateral e bateu fraco. Julio Cesar soltou e Reginaldo perdeu ótima chance, parando no goleiro do CRB.

O problema na lateral foi detectado pelo técnico Ademir Fonseca, que sacou Pirão e apostou em João Victor em 25. No primeiro lance, o camisa 6 perdeu uma bola no campo ofensivo e, no contra-ataque, Reginaldo acertou a trave do Galo. Parecia que a noite era da Raposa. Parecia.

Em dificuldade na partida, o CRB achou um gol aos 35 minutos. Morais cobrou escanteio pela direita, o goleiro Marcão soltou e Lima testou para a rede. Os jogadores do Campinense reclamaram muito do lance, alegando falta no goleiro, mas o árbitro nada marcou.

Mais confiante, o CRB melhorou. O time fez linda trama com Morais, de letra, João Victor e Fernando, que bateu da área e obrigou o goleiro do Campinense a pratica linda defesa.

Expulsão no segundo tempo

O Galo foi mais cauteloso no segundo tempo. O time recuou, a Raposa ficou mais com a bola, mas tinha muitas dificuldades para criar as jogadas. A partida ficou feia, muito disputada na intermediária. Sobravam faltas e jogadas mal feitas.

Aos 41 minutos, Leandro Santos acertou Douglas Packer, que havia entrando na etapa final no lugar de Fernando, e foi expulso de campo. Com um homem a mais, o CRB apenas administrou o resultado até o fim da partida.

 

Globoesporte.com

Botafogo vence partida equilibrada contra o CSP; gol polêmico e pênalti perdido

botafogo-pbDepois de estrear com derrota no Campeonato Paraibano contra o Atlético de Cajazeiras, o Botafogo-PB, enfim, conseguiu sua primeira vitória no Estadual. Jogando no Estádio Almeidão, na tarde deste domingo (23), o Belo venceu o CSP por 1 a 0, gol do atacante Rafael Aidar.

Com a vitória, o Botafogo-PB chegou à quinta colocação, já o CSP, que foi o campeão simbólico do primeiro turno, ainda não conseguiu pontuar na segunda fase.

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A partida foi equilibrada com as duas equipes criando boas oportunidades. Aos 30 minutos, aconteceu o único gol da partida e também o lance mais polêmico. Depois do chute de Lenilson, o árbitro entendeu que a bola foi desviada e marcou escanteio para reclamação dos jogadores do CSP.

Na sequência, após escanteio cobrado, o zagueiro Everton raspou de cabeça e a bola sobrou para o atacante Rafael Aidar marcar: 1 a 0.

Antes do intervalo, o Tigre da Capital teve a chance do empate. Após cruzamento de Rhair, Hélio Paraíba testou de cabeça e Genivaldo fez grande defesa.

No início do segundo tempo, o autor do gol do Bota-PB, Rafael Aidar, sofreu pênalti. Lenilson cobrou e Ferreira defendeu.

Buscando o empate, o CSP até assustou, mas não alcançou o tento de igualdade. A principal chance foi novamente com Hélio Paraíba que aproveitou bobeira do goleiro Genivaldo e chutou para recuperação do arqueiro.

Ficha técnica

Local: Estádio Almeidão – João Pessoa

Competição: Campeonato Paraibano – 2ª Rodada

Arbitragem: Roberto Lima, com assistências de Oberto Santos e Felipe Messias

Gols: Rafael Aidar (30’/1T)

CSP: Ferreira; Rhair, Wellington (Daniel), Matheus e Marcio; Peu, Gildo, Jônatas e Tazinho (Lima); Hélio Paraíba (Júnior Coxinha) e Carioca. Técnico: Ramiro Souza.
Botafogo-PB: Genivaldo; Ferreira, Magno Alves, Everton e Celico; Zaquel, Pio, Doda e Lenilson (Leomir); Warley (Frontini) e Rafael Aidar (Cléo). Técnico: Marcelo Vilar.

 

 

portalcorreio

Em jogo polêmico, Fla empata com Duque de Caxias e fica longe da vaga

jogoO Flamengo está em fase terminal na Taça Rio. Na UTI antes mesmo de a bola rolar pela quinta rodada, o time empatou com o Duque de Caxias por 1 a 1, neste sábado, em Moça Bonita. E agora, só resta ao clube rezar para o Fluminense não vencer o Resende, às 18h30m, no Raulino de Oliveira. Caso contrário, os aparelhos serão desligados, e a chance de classificação no segundo turno do Campeonato Carioca será zero.

Charles Chad marcou o primeiro do jogo, ainda na etapa inicial. O atacante fez oito dos 13 gols do Duque de Caxias no Carioca e é o vice-artilheiro, com um a menos que Hernane. Cleber Santana, no fim, empatou. O Flamengo teve ainda um gol de Hernane que chegou a ser validado pela arbitragem. Porém, o juiz Pathrice Maia, após conversa com o árbitro que fica na linha de fundo, optou por marcar impedimento (o lance é duvidoso) e anulou o tento, 40 segundos depois de tê-lo confirmado. A  reclamação dos jogadores flamenguistas foi grande.

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– O auxiliar falou que deu gol, o outro (árbitro adicional) falou que não foi ele que falou. Tem cinco árbitros no campo. Se foi de cima, está errado. O lance foi rápido, não tem como ver ao mesmo tempo. Não tem como voltar mais atrás, a determinação é essa. A não ser que venha lá de cima, não tem como voltar mais. Não é pelo jogo em si, poderíamos ter feito por onde, mas a indignação é pela arbitragem – disse Renato Abreu.

No total, 929 pessoas pagaram ingressos neste sábado em Moça Bonita (1.756 presentes), para uma renda de R$ 27.100,00. Na quarta posição, com cinco pontos, os rubro-negros encaram o clássico com o Fluminense no próximo domingo, pela sexta rodada. O Duque de Caxias, terceiro, soma seis e ainda tem chance de classificação. No sábado que vem, vai encarar o Boavista, em Bacaxá.

Um bloqueio e pouca criatividade

A luta para sobreviver parecia ser superior a algumas deficiências que o time do Flamengo apresenta. Foram minutos iniciais de mais posse de bola, com controle da partida. O problema era como se infiltrar na área adversária. No esquema 3-6-1, o Duque de Caxias até deu liberdade para o toque de bola, mas criou uma parede próxima à meia-lua. Restava a opção de chutes de longa distância, que obrigaram Fernando a segurar duas bombas de Renato Abreu.

Quando as chances pintaram, Hernane e Gabriel desperdiçaram, na pequena área, pressionados pelos defensores adversários. Elias, não muito entrosado com a função de lateral-direito, vez por outra aparecia no meio, e Rafinha dava apoio pela ponta direita.

O Duque de Caxias era quem parecia estar morto. Mas, em um bonito chute de fora da área, Charles Chad acertou com precisão de artilheiro o gol de Felipe. O atacante fez oito dos 13 gols do Tricolor da Baixada – é o vice-artilheiro do Carioca, com um a menos que Hernane.

Polêmica, muita polêmica

A verdade é que parecia faltar força, seja física ou de vontade, para o Flamengo conseguir uma sobrevida. E a torcida pediu raça antes mesmo de a bola rolar no segundo tempo. Jorginho tentou injetar ânimo. Tirou o esforçado, porém pouco eficaz Rodolfo, para colocar Carlos Eduardo com a função de arrumar a equipe.

Foi uma injeção sem efeito algum. Até porque Carlos Eduardo sentiu dores na coxa esquerda e deixou o campo 11 minutos após entrar. Cleber Santana foi o substituto. Houve melhora na postura. O problema é que parecia um dia daqueles em que nada daria certo.

Renato Abreu cobrou falta, Hernane desviou, e a bola parou no fundo da rede. Pathrice Wallace Maia marcou impedimento. Depois Elias bateu cruzado, o Brocador empurrou de cabeça para o gol novamente. Ele comemorou, vibrou muito, o bandeirinha Paulo Vitor Carneiro correu para o meio. Pathrice Maia, que havia validado o gol, resolveu conversar com o juiz que fica atrás do gol, Lenilton Rodrigues. Resultado: voltou atrás, 40 segundos depois de ter confirmado o gol, alegando impedimento. Pelas imagens da TV, o lance é duvidoso. Logo em seguida, houve a parada para o tempo técnico. Jogadores pressionaram a arbitragem, Jorginho chiou, e de nada adiantou.

O jogo seguiu, com o Flamengo pouco inspirado, mas tentando buscar o gol. Aos 37 minutos Sagaz quase ajudou os rubro-negros. Cleber Santana cruzou, e o jogador do Duque de Caxias cabeceou contra o patrimônio, acertando o travessão e cedendo o escanteio. Plantados na defesa, os comandados de Mário Marques se seguraram na retranca até os acréscimos, quando Cleber Santana chutou colocado para empatar. Mas foi pouco para o Flamengo.

 

 

Globoesporte.com

Com pênalti polêmico, Vasco vence Ponte Preta e reassume a liderança

Trinta minutos do segundo tempo. O estreante William Matheus cai na área, o árbitro Fabrício Neves Correa marca um pênalti polêmico, e muda o jogo e o campeonato. Em uma partida dominada pela Ponte Preta, que teve 13 finalizações contra cinco do Vasco, o time carioca conseguiu uma apertada vitória, de virada, por 3 a 2, e reassumiu a liderança do Brasileirão para a festa da torcida em São Januário. O jogo, válido pela sétima rodada, teve público pagante de 7.547 torcedores (11.082 presentes).

Com o resultado deste sábado, o Vasco recuperou o primeiro lugar da tabela, com 16 pontos. O time volta a campo no próximo domingo, dia 8, contra o Figueirense, em Florianópolis. A Ponte, que se manteve na décima posição, com nove, encara o Palmeiras, também no domingo, em Campinas.

– Senti um toque. Para mim foi pênalti – disse William Matheus.

Na Ponte, o técnico Gilson Kleina preferiu elogiar a equipe.

– O time teve uma postura espetacular. Soube neutralizar os pontos fortes do Vasco, jogou com dinâmica, teve a transição com velocidade, mas se tivéssemos um pouco de capricho, poderíamos ter ampliado, mas isso não aconteceu, merecimento do Vasco, que foi eficiente.

Falhas na marcação do Vasco pontuam o primeiro tempo

Jogadas de velocidade contra falhas na marcação. O primeiro tempo foi um duelo entre o ataque da Ponte e a defesa do Vasco. Sem Romulo, negociado com o Spartak de Moscou, na cobertura, o Vasco abriu uma avenida pela esquerda para Nikão e Roger passarem. E eles passaram.

A Ponte só foi parada com falta. Na primeira oportunidade de gol, Renato Silva derrubou Roger. Nikão cobrou, Prass espalmou, e a bola foi no travessão. No rebote, Roger chutou, mas Dedé apareceu na frente para fazer a torcida vascaína suspirar.

Quatro minutos depois, a Macaca chegou. Após cobrança de lateral, João Paulo Silva fez lindo lançamento, e Roger recebeu nas costas de Felipe para chutar no canto direito de Prass e marcar o primeiro gol do jogo aos 16.

Se a defesa cruz-maltina estava perdida em campo, o meio também não criava. O técnico Cristóvão Borges optou por barrar Diego Souza e entrar em campo com Carlos Alberto. Fellipe Bastos foi a escolha para a vaga deixada por Romulo. Mas nem marcação, nem criação estavam dando certo.

roger ponte preta gol vasco (Foto: Alexandre Cassiano / Agência O Globo)Roger marca dois gols para a Ponte Preta
(Foto: Alexandre Cassiano / Agência O Globo)

Em 20 minutos, o Vasco não tinha finalizado, contra quatro chutes do adversário. Mas na primeira vez que chegou, o time da Colina marcou. Felipe cruzou pela esquerda, Eder Luis furou de cabeça, e Alecsandro cabeceou na sobra para anotar seu quinto gol no Brasileiro e chegar à artilharia isolada.

O gol deu um gás a mais para o Vasco. A torcida se levantou quando Dedé subiu ao ataque e deu um corta-luz para jogada de Eder Luis. Mas as falhas na marcação continuaram.

A Ponte ainda estava melhor, e com contra-ataques velozes chegou à frente do placar. Novamente com Roger. Nikão deu passe para Renê Junior, que tocou para o camisa 9. Renato Silva tentou marcar o centroavante, mas o chute no canto esquerdo entrou por pouco, sem chance de defesa para Prass, aos 26.

Com duas jogadas de gol pela esquerda, Cristóvão mandou Fellipe Bastos ficar na lateral e liberou Felipe para o meio. A mudança melhorou o time. Eder Luis fez tabela com Felipe e chutou pelo meio das pernas de Edson Bastos para balançar as redes. O lance, porém, foi anulado devido ao impedimento do atacante.

O bom primeiro tempo ainda teve uma bola na trave de Nikão, que passou pela marcação de Fagner e Juninho na direita. Na saída para o intervalo, vaias da torcida vascaína em São Januário.

Lucas fura e dá presente para Eder Luis

eder luis vasco ponte preta (Foto: Marcelo Sadio / Site Oficial do Vasco)Eder Luis recebe presente de Lucas
(Foto: Marcelo Sadio / Site Oficial do Vasco)

O Vasco ganhou um presente logo no início do segundo tempo. Lucas, que havia entrado no lugar de Cicinho, com uma torção no joelho, furou após o cruzamento de Alecsandro, e Eder Luis mandou a bola para as redes, empatando o jogo em 2 a 2, aos três.

Após o gol, a torcida vascaína pediu Diego Souza. Cristóvão mandou todos os jogadores do banco para o aquecimento. Enquanto isso, no campo, João Paulo Silva cruzou pela esquerda, e Nikão chutou por cima do gol. Foi o último lance dele no jogo, substituído por Caio. Na sequência, Roger perdeu um gol de frente para as redes.

Diego Souza entrou na vaga de Eder Luis. Mas a Ponte continuou melhor. Prass até respirou fundo depois de impedir uma jogada de Caio, mas errar ao repor a bola nos pés de João Paulo Silva, que chutou para longe, com o goleiro fora das traves.

Pênalti polêmico muda o jogo

Carlos Alberto pediu para sair e foi atendido. William Matheus entrou em seu lugar. Sete minutos depois de entrar em campo, o jogador fez tabela com Diego Souza e caiu na área, alegando empurrão de Lucas. O árbitro marcou o pênalti e deu cartão amarelo para o volante da Ponte. Diego Souza fez o terceiro gol e levantou a torcida no estádio. Logo depois, William Matheus passou mal e chegou ter ânsia de vômito em campo.

A Ponte ainda teve mais uma chance de empatar, com uma falha de Prass, deixando rebote para Roger. O centroavante furou e perdeu o gol e o ponto que daria duas posições na tabela.

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Com pênalti polêmico, Fla vence reservas do Santos em má atuação

Primeiro domingo do Flamengo com jogo no Engenhão neste Campeonato Brasileiro. Mais de 15 mil rubro-negros presentes. Adversário com equipe reserva. Tudo conspirava a favor. O time até voltou a vencer na competição: 1 a 0 sobre os suplentes do Santos. Mas os torcedores que foram ao estádio saíram mais uma vez insatisfeitos. Novamente atuando boa parte do jogo com quatro volantes na armação, viram um time confuso e criando poucas oportunidades. A vitória só surgiu num lance polêmico aos 39 minutos do segundo tempo.

O árbitro Francisco Carlos Nascimento marcou pênalti duvidoso de Gérson Magrão em Ibson. Bottinelli pegou a bola para bater e conversou com Love. Joel e a torcida queriam o camisa 99. Mas o argentino, que treinara na véspera, insistiu em cobrar. Após as vaias iniciais, e já sob aplausos da torcida, a pedido dos jogadores, o camisa 18 bateu com categoria, aos 42, e decretou o triunfo que deixou a equipe com nove pontos ganhos na tabela, na oitava posição. Vaiado por boa parte da torcida, Renato Abreu mostrou a camisa no fim do jogo, a jogou para uma organizada que o apoiou e, com visão diferente da partida, reclamou ao sair de campo.

— É meia-dúzia de otários, não é para generalizar. Querem fazer tumulto, confusão. O time jogou muito, 90 minutos em cima do adversário. Torcida não quer que erre passe, mas como não vai errar com o time todo retrancado? É meia-dúzia de otários, eles não têm leitura do jogo.

Ao lamentar a derrota, Tata, auxiliar técnico do Santos, lembrou que no lance do pênalti havia um jogador do seu time caído no momento em que o Flamengo iniciou a jogada. Para ele, faltou critério ao árbitro Francisco Carlos Nascimento.

– Tivemos o jogo na nossa mão. Trabalhamos bem as chances no decorrer da partida e acabamos sendo castigados. Faltou aplicação na hora de finalizar. E no lance do pênalti, havia um jogador nosso no chão e o árbitro mandou o jogo continuar. Uma pena – disse Tata, que dialogou com Muricy, presente em um camarote no estádio, o tempo todo.

Bottinelli, Comemoração, Flamengo x Santos (Foto: Márcia Feitosa / Vipcomm)Bottinelli comemora com Love após pedir para bater o pênalti (Foto: Márcia Feitosa / Vipcomm)

Com a cabeça na Libertadores, o Santos está com apenas três pontos no Brasileiro, na zona da degola (17º lugar). Na quarta-feira, no Pacaembu, o Peixe decide sua vida nas semifinais da competição continental, contra o Corinthians. Para ir à final, precisa vencer o jogo por qualquer placar, exceto o 1 a 0, que leva à disputa de pênaltis. No próximo domingo, de volta ao campeonato nacional, receberá o Coritiba na Vila Belmiro. O Flamengo irá a Porto Alegre encarar no mesmo dia o Grêmio, do técnico Vanderlei Luxemburgo, que deixou o clube rubro-negro no começo do ano após polêmicas com Ronaldinho Gaúcho. A partida promete.

Primeiro tempo ruim

Com um time reserva e o treinador acompanhando a partida de uma cabine – com a cabeça totalmente na semifinal da Libertadores contra o Corinthians, Muricy Ramalho fez pela manhã treino com os titulares -,  o Santos não inventou. O auxiliar Tata seguiu à risca a cartilha: esperar os erros do Flamengo para arriscar. A equipe rubro-negra tinha no bom número de torcedores no estádio – 13.195 pagantes e mais de 16 mil presentes – um estímulo a mais. O problema é que continuava pouco inspiradora.  Resumo da ópera: fraquíssimo primeiro tempo.

Sem Léo Moura pela direita e um meia capaz de organizar as jogadas, o time de Joel Santana ficou à mercê de jogadas individuais de Ibson e Vagner Love. O camisa 99, aliás, estava sempre ligado na partida. Logo na primeira jogada que tentou pelo lado esquerdo, pediu pênalti numa bola na mão de Bruno Rodrigo dentro da área. O toque, no entanto, foi involuntário, e o árbitro seguiu com o lance. Depois, Love chegou atrasado em centro pela esquerda. Com a companhia pouco produtiva de Diego Maurício – corria mais que criava boas situações -, ficou muito isolado no duelo com a bem armada zaga santista, com destaque para o seguro Gustavo Henrique.

No meio-campo, o Santos diminuía o espaço com cinco no bloqueio – apenas Rentería ficava isolado na frente. Do lado rubro-negro, Ibson era mais transpiração. Renato Abreu, a não ser no primeiro chute a gol do time com perigo, aos nove minutos, que Aranha rebateu, e na falta cobrada obrigando o goleiro a tocar a escanteio, aos 37, pouco foi notado. Airton fazia o dever de casa protegendo a zaga. Luiz Antônio ajudou nos números favoráveis ao domínio percentual da posse de bola – 58%. Mas, de bom, só fez a jogada mais bonita da primeira etapa, ao tentar encobrir o arqueiro santista de fora da área.

A esperança era pelas laterais. Wellington Silva estava de mal com a linha de fundo e levava a pior no duelo com Emerson. A única jogada razoável foi um chute que assustou Aranha – o goleiro mandou para escanteio. Do lado esquerdo, a surpresa. Limitado tecnicamente, Magal ao menos mostrava o espírito que a torcida sempre exige do time. Longe da apatia, apareceu até no lado direito para brigar pela bola e, quando foi à linha de fundo pelo seu setor, acertou um belo cruzamento, bem interceptado pelo goleiro santista.

Magal tinha com Maranhão um duelo dos mais equilibrados. O lateral santista até tentou apoio mais efetivo ao ataque. Sorte do Flamengo que o Santos, recheado de reservas com baixa média de idade, pouco se aventurava. Felipe Anderson, esperança na criação, pouco arriscava. Chrystian e Gerson Magrão não conseguiram criar para o solitário Rentería. A timidez do time santista, de azul, foi gritante: nenhum chute ao gol de Paulo Victor. Com essa falta de ambição, aliada a um Flamengo sem garçom no meio de campo,  nunca um 0 a 0 foi tão merecido como o dos primeiros 45 minutos.

Partida melhora

A segunda etapa começou com um Santos mais solto. Isso também deu mais espaços ao Flamengo, principalmente aos laterais. Foi Magal, melhor do primeiro tempo, o primeiro a levantar a torcida. Deu dois dribles seguidos em Maranhão e centrou com perigo. A zaga tocou para escanteio. No contra-ataque santista, o time perdeu Crystian, contundido – Dimba entrou em seu lugar. E se Wellington Silva finalmente acertou um centro na cabeça de Love e encontrou um Aranha atento, o Santos fez também as pazes com a linha de fundo. Após cruzamento pela direita, Rentería cabeceou livre. Sorte do Flamengo que a bola foi para fora.

O atacante do Santos voltou a incomodar a zaga rubro-negra em jogada individual. Paulo Victor fez a primeira defesa importante. Joel Santana viu que era necessário mexer. Trocou o decepcionante Diego Maurício por Hernane. E sacou Magal, até então um dos melhores do time, para pôr Bottinelli.

O Flamengo caiu de rendimento. Já com Geuvânio no lugar de Emerson na lateral esquerda, o Santos aproveitava melhor os buracos deixados pela defesa rubro-negra. Felipe Anderson aparecia melhor na armação, e a zaga rubro-negra, com Marllon e González, quase entregou um gol para Gerson Magrão.

Bottinelli, que entrara em campo para tentar armar as jogadas de ataque, mais uma vez desapontava. No desespero, eram os volantes que arriscavam mais. Até Airton batia de fora da área. Renato Abreu, pior ainda na lateral, era vaiado pela torcida. Estava difícil conseguir a vitória. Gustavo Henrique seguia soberano na zaga santista. Aos 39, no entanto, um lance polêmico mudou a partida. Ibson recebeu de Bottinelli e caiu na área após disputa com Gerson Magrão. O árbitro Francisco Carlos Nascimento marcou a penalidade, sob protestos dos santistas.

O argentino pegou a bola para bater após conversar com Love. Joel mandou o camisa 99 cobrar. A torcida também. Bottinelli não abriu mão. Levou primeiro as vaias, e depois os aplausos, quando os jogadores pediram apoio à torcida. Apesar de Joel balançar a cabeça negativamente, o camisa 18 partiu para a cobrança e mandou com categoria, sem defesa, aos 42 minutos.  Depois, recebeu abraço efusivo de Love e todo o grupo.

Joel ainda pôs em campo o garoto Mattheus, filho de Bebeto. Era sua segunda partida pelos profissionais. O garoto viu o susto passar, a vitória chegar, sentiu a pequena festa da torcida pelo resultado. Mas o sinal amarelo continua aceso. A torcida sabe que o time precisa melhorar, e muito.

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Atlético-PR vence o Criciúma, mas gol polêmico adia decisão: 2 a 1

O Atlético-PR venceu o Criciúma por 2 a 1 na noite desta quinta-feira, no Estádio Heriberto Hülse, pela segunda fase da Copa do Brasil. A vantagem é boa para o Furacão no jogo de volta, mas a segunda partida poderia nem acontecer. Um erro da arbitragem no segundo tempo foi crucial para o resultado. O goleiro Vinícius quicou a bola no gramado e, quando tocou a mão para segurá-la novamente, foi desarmado pelo atacante Zé Carlos. Gol irregular na análise do comentarista Leonardo Gaciba. O auxiliar chegou a levantar a bandeira, mas o juiz validou a jogada.

Para sorte do Atlético-PR, Guerrón estava em noite inspirada e marcou duas vezes, uma em cada tempo. Com o resultado, o Furacão pode perder por 1 a 0 que, mesmo assim, garante vaga nas oitavas de final. O Tigre precisa vencer por dois gols de diferença ou por um, desde que marque três ou mais. Vitória do clube catarinense por 2 a 1 leva a decisão para os pênaltis.

O jogo de volta está marcado para 19h30m (horário de Brasília) de quinta-feira, dia 12, na Vila Capanema, em Curitiba. Quem se classificar enfrenta o vencedor do duelo entre Cruzeiro e Chapecoense, que fazem o jogo de ida na quarta-feira, dia 11.

Antes do jogo de volta, o Criciúma recebe o Metropolitano, às 16h de domingo, pela oitava rodada do returno do Campeonato Catarinense. O Furacão visita o Corinthians-PR, às 15h30m de domingo, no Ecoestádio, pela oitava rodada do returno do Campeonato Paranaense.

Guerrón marca; Furacão 1 a 0

O Tigre, do técnico Sílvio Criciúma, teve novidades em todos os setores: Ozéia ganhou a vaga de Nerley na defesa; Diego Felipe substituiu Rodrigo Lindoso no meio-campo; Zé Carlos voltou ao time no lugar do atacante Douglas e Gilmar fez a estreia pelo clube catarinense. A equipe atuou no 4-4-2, com três volantes (ou seja, 4-3-1-2). Já o Furacão, do uruguaio Juan Ramón Carrasco manteve a formação tática 4-3-3, com apenas um cabeça-de-área, o camisa 5 Deivid, e dois meias, Zezinho e Martín Ligüera.

Com o esquema ofensivo, o Rubro-Negro paranaense começou a partida melhor. Antes dos 20 minutos, foram quatro chances claras. Na primeira, Ligüera bateu colocado, mas o goleiro Andrey defendeu. Na sequência, após falha do lateral Fabinho Capixaba e do zagueiro Ozéia, o meia-atacante Marcinho tentou, mas parou no camisa 1 do Criciúma. Depois, o camisa 9 teve nova oportunidade após jogada do equatoriano Guerrón, mas não aproveitou. Por fim, o meia Zezinho tabelou com Martín Ligüera e chutou cruzado, mas errou o alvo.

Depois de sofrer a pressão inicial, o Criciúma cresceu no jogo e passou a ameaçar o gol atleticano. O zagueiro Anderson Conceição, após cruzamento do volante Itaqui, cabeceou por cima. O atacante Gilmar, após furada do goleiro Vinícius, fez o giro e bateu para fora. E, em cobrança de falta, o meia Lucca obrigou o camisa 1 rubro-negro a fazer difícil defesa. O Furacão, depois de desperdiçar quatro chances de abrir o placar, conseguiu superar o Andrey. O atacante Guerrón recebeu lançamento preciso de Zezinho, aos 32 minutos, entrou livre na área e tocou na saída do goleiro. Depois, nos últimos minutos do primeiro tempo, o Atlético-PR só administrou a vitória parcial.

Criciúma e Atlético-PR, pela Copa do Brasil (Foto: Fernando Ribeiro / Futura Press)Atlético-PR vence o Criciúma por 2 a 1 em meio a polêmica (Foto: Fernando Ribeiro / Futura Press)

Lance irregular; gol do Criciúma

O técnico Sílvio Criciúma promoveu duas alterações na volta para o segundo tempo: o volante Diego Felipe e o lateral-esquerdo João Paulo saíram para as entradas do meia Cristiano e do lateral Diego Oliveira. O Atlético-PR, sem trocas, quase ampliou no começo da etapa final, mas os atacantes Ricardinho e Guerrón não aproveitaram as oportunidades. Depois, Carrasco tirou o atacante Ricardinho e colocou o zagueiro Rafael.

Com uma formação mais defensiva, o Furacão levou sufoco do Criciúma. O Tigre avançou a marcação e chegou ao empate aos 19 minutos. O goleiro Vinícius quicou a bola no chão. Quando foi segurá-la, o atacante Zé Carlos a roubou com a cabeça e, sozinho, só tocou para o gol vazio. Segundo Leonardo Gaciba da Silva, ex-árbitro e comentarista, o lance foi irregular, e o erro do juiz, primário. O jogo ficou tenso, com muitos passes errados e faltas no meio-campo. As chances de gol tornaram-se raras.

Gol da vitória rubro-negra: 2 a 1

Após o empate, o técnico Juan Ramón Carrasco trocou Marcinho, apagado no jogo, e colocou o jovem Edigar Junio. No primeiro lance, aos 25 minutos, o camisa 17 recebeu livre pela esquerda, passou pelo goleiro Andrey e tocou em direção ao gol. Na pequena área, o equatoriano Guerrón só completou e saiu para o abraço.

O Criciúma quase chegou ao empate aos 38. O volante Itaqui cobrou falta, a bola desviou no caminho e o goleiro Vinícius deu rebote. O atacante Zé Carlos bateu, mas o camisa 1 salvou à queima-roupa. Nos últimos minutos, o time mandante ainda tentou o gol de empate, mas não superou a marcação adversária. O Furacão também tentou o gol, que garantiria a classificação direta para as oitavas de final, mas errou muitos passes. Com isso, a decisão fica para Curitiba, no próximo dia 12.

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