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Secretário de Planejamento garante aumento no repasse da UEPB para 2015 e vê ato político em posição do Consuni

thompsomO secretário de Estado do Planejamento e Gestão, Thompson Mariz, estranhou as declarações acerca do orçamento da LOA de 2014 para a Universidade Estadual da Paraíba. O secretario explicou que, inicialmente, a Lei Orçamentária Anual previa repasses na ordem de R$ 248 milhões, mas o governador Ricardo Coutinho, reconhecendo as necessidades da UEPB, suplementou mais R$ 10 milhões para a instituição, o que corresponde a investimentos na ordem de R$ 258 milhões.

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“Eles pediram um valor acima do que o Estado pode atender, bem acima de todas as inflações de países desorganizados. O que está acontecendo é um ato político. Estão politizando a UEPB”, afirmou o secretário.

Thompson Mariz informou ainda que, para a LOA de 2015, estão revistos R$ 288 milhões, ou seja, R$ 30 milhões a mais que a de 2014. “O Governo tem reconhecido as necessidades da UEPB, mas não possui condições financeiras para atender à proposta orçamentária solicitada. Para se ter uma ideia, foi pedido R$ 32 milhões para pagamento de pessoal temporário, despesa que não pode ser incorporada ao orçamento”, explicou o secretario do Planejamento e Gestão.

Ainda de acordo com o secretário, até o final de 2014 o Governo da Paraíba terá investido recursos na ordem de R$ 918 milhões na Universidade Estadual da Paraíba. “Portanto, falar em fechamento de cursos ou vagas é um terrorismo e que só tem razão de ser se foi por má gestão dos recursos repassados”, finalizou Thompson Mariz.

 

por Michele Marques

Planejamento altera regra para concessão de aposentadoria especial a servidores

Divulgação / EBC
Divulgação / EBC

O Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão orientou os órgãos do sistema de pessoal civil da administração pública federal a dispensar ordem judicial para análise dos pedidos de aposentadoria especial de servidores públicos. O órgão decidiu se adequar à Súmula Vinculante nº 33, publicada em abril deste ano pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

A aposentadoria especial é um benefício do Regime Geral de Previdência Social, que se aplica principalmente à iniciativa privada. Ele é concedido a quem tenha trabalhado em condições prejudiciais à saúde ou à integridade física. Segundo a assessoria de comunicação do Planejamento, em geral, servidores públicos e sindicatos representativos da categoria recorriam a mandados de injunção para pleiteá-lo.

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Ainda de acordo com a assessoria, a dispensa de manifestação judicial não significa que a aprovação do benefício será automática. Uma orientação normativa publicada no Diário Oficial da União estabelece regras para a análise dos pedidos e concessão do benefício.

A decisão foi publicada ontem (23), mas o Ministério do Planejamento divulgou nota a respeito somente hoje (24). De acordo com o texto, “a observância direta da Lei n° 8.213/91 [que rege os planos de benefícios da Previdência Social] irá desburocratizar a obtenção do benefício”.

Segundo Josemilton Costa, secretário-geral da Confederação dos Trabalhadores do Serviço Público Federal (Condsef), a orientação aos órgãos públicos não é suficiente. “Isso é um avanço, mas precisamos regulamentar em lei a aposentadoria especial do servidor público federal”, disse. Segundo ele, a concessão do benefício ao servidor público está prevista na Constituição Federal.

Fonte: Agência Brasil

Ministério do Planejamento: Possibilidade de concurso para 3.200 vagas com salários de até R$ 10 mil

previdencia1O deputado federal Amauri Teixeira (PT-BA), presidente da Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados, irá se reunir mais uma vez com a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, para reivindicar a realização de um concurso para o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) – ele pedirá 3.200 vagas, sendo 2 mil para técnico e 1.200 para perito médico, mais cadastro de reserva. A audiência deverá acontecer na próxima semana, mas ainda não há data definida.

 

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Na manhã desta quinta-feira, 22 de maio, Teixeira promoveu na Câmara um encontro para discutir a carência de pessoal do INSS, com a participação do diretor de Gestão de Pessoas do Instituto, José Nunes Filho, e dos diretores da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Seguridade Social (CNTSS), Raimundo Cintra, e da Confederação Nacional dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef), Rogério Expedito. O MPOG não enviou representante, embora tivesse sido convidado para o debate.
Na reunião anterior com a ministra Miriam, que ocorreu em 1º de abril, Amauri Teixeira saiu da audiência com a promessa de serem autorizadas em junho 1.500 oportunidades para técnico do seguro social. Na ocasião, também estiveram presentes os deputados Roberto Santiago (PSD/SP) e André Figueiredo (PDT/CE). O INSS tem pedido para 3.080 vagas, sendo 2 mil para técnico e 1.080 para perito.
Reconhecendo o déficit de servidores e a necessidade de recomposição da força de trabalho, o INSS tem buscado a realização de concursos periódicos para a autarquia. No entanto, há divergências entre o número da carência de pessoal aferido pelo instituto e o apresentado pelos sindicalistas. Segundo José Nunes Filho faltam 1.800 técnicos, enquanto Raimundo Cintra e Rogério Expedito alegam que a demanda supere 18 mil profissionais, uma vez que é preciso levar em consideração os cerca de 10.500 servidores que já podem se aposentar e os profissionais que estão sob licença médica, provocada pela sobrecarga de trabalho – 30% dos 29 mil técnicos.
O cargo de técnico requer o nível médio e tem remuneração de R$4.400,87 (incluindo a gratificação de atividade Executiva e de desempenho de atividades do Seguro Social). A função de perito exige graduação em Medicina e inscrição no conselho regional da categoria. Os ganhos são R$10.056,80 (também com a gratificação de desempenho de atividade de perícia médica previdenciária).

Analista – Na audiência com a ministra Miriam Belchior, Amauri também irá pedir a convocação de mais analistas além do número inicial de vagas. O concurso, recentemente encerrado, teve oferta de apenas 300 oportunidades. O prazo de validade é de um ano, prorrogável por igual período.

Folha Dirigida

Falta planejamento de segurança em pelo menos dez estados, aponta TCU

violenciaLevantamento divulgado nesta quarta-feira (23) pelo Tribunal de Contas da União (TCU) informa que pelo menos dez secretarias estaduais de Segurança Pública (40% das 25 pesquisadas) não elaboram planos com diretrizes para as ações no setor.

O TCU fez o levantamento a partir de questionários enviados para as 27 secretarias de segurança pública nos estados e no Distrito Federal. Segundo o ministro José Jorge, relator do processo, dez secretarias responderam negativamente ao item que questionava se o estado elabora plano para a área.

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De acordo com o tribunal, das 27 unidades da federação, somente Amapá e Mato Grosso do Sul não responderam. O tribunal informou que os questionários, preenchidos em setembro do ano passado, foram respondidos em caráter de sigilo e, por isso, não foram revelados os estados que admitiram não ter planejamento.

O relatório, elaborado pela equipe do ministro José Jorge, foi apresentado aos demais ministros e aprovado na sessão desta quarta do plenário do TCU.

O questionário também abordou aspectos como preparação de pessoal, infraestrutura tecnológica e compartilhamento de informações com outros estados.

“É evidente que nós achamos esse resultado de 40% um indicador alto [de secretarias] que não tinham planejamento, mas nós temos que confirmar se é isso mesmo ou se é mais. Porque foram as secretarias que disseram. Provavelmente, alguns estados que não têm planejamento podem ter dito que têm”, afirmou José Jorge.

Segundo o ministro, o TCU enviará aos tribunais de contas estaduais as respostas das secretarias para que os órgãos nos estados apurem se as informações prestadas podem ser confirmadas.

Propostas
No relatório, o ministro José Jorge sugeriu ao governo federal que estabeleça critérios para transferir recursos aos estados.

“O governo transfere [os recursos] sem critério. Eles transferem para quem eles querem, vamos dizer assim. Então, o que se quer é que ele [o governo] crie um critério baseado na governança, no sentido de que, quem for melhorando sua governança, recebe mais dinheiro, o que não quer dizer que quem estiver ruim na governança deixe de receber recursos. Senão, vai piorar”, afirmou.

O ministro também defende a avaliação dos índices de governança porque, segundo ele, há relação entre esses indicadores e os de crimes violentos letais e intencionais.

Segundo ele, embora as causas da criminalidade sejam “diversas” e “com graus de influência variados”, o TCU verificou que nos estados onde as secretarias apresentaram melhores índices de gestão, a taxa desses crimes para cada 100 mil habitantes foi menor.

Outros resultados
Segundo o levantamento, “merecem atenção” os casos de secretarias que não realizam levantamento de necessidades de capacitação (48%), que não possuem processo formal e regular de avaliação de desempenho dos recursos humanos (56%), que não mantêm indicadores de processos atualizados (80%) e que não têm código de ética formalizado (92%).

Com base na informação apurada pelo levantamento de que 68% dos estados não compartilham informações com as demais unidades da federação, o ministro José Jorge defendeu “integração” entre as secretarias de Segurança Pública,

“Concluímos que tem de haver uma integração maior entre as secretarias estaduais e, para haver isso, inclusive com uma aprendendo com a outra, é necessário que alguém coordene isso. E só quem pode coordenar isso é o governo federal, por meio da Secretaria Nacional de Segurança Pública”, disse Jorge.

Aspectos ‘positivos’
O ministro apresentou no relatório os “aspectos positivos” que foram observados com as respostas enviadas pela secretarias estaduais de Segurança Pública.

Segundo José Jorge,  80% “alinham” os planos estratégicos com o da Secretaria Nacional de Segurança Pública, 84% oferecem serviços à sociedade por meio de um site e 100% têm  infraestrutura tecnológica “adequada”.

Além disso, segundo o levantamento, 96% adotam sistemas informatizados para gerenciar ocorrências policiais e 76% participam de grupos de trabalho em nível nacional.

G1

2ª etapa do Planejamento Democrático – Eleições 2014 é realizada em Guarabira

 

orçamentoJuízes, chefes de cartório, promotores eleitorais e lideranças partidárias de 15 zonas eleitorais da região de Guarabira lotaram, na segunda-feira (11), o auditório da Câmara Municipal de Guarabira para participar da 2ª Etapa do “Planejamento Democrático – Eleições 2014”, que tem como foco diagnosticar as dificuldades de cada setor participante das eleições para a execução do pleito.

 

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O encontro teve início pela manhã, com uma reunião interna com Juízes, chefes de cartório e promotores eleitorais de 15 municípios da região: Guarabira (10ª), Pirpirituba (47ª), Alagoinha (46ª), Belém (54ª), Caiçara (15ª), Pilões (45ª), Bananeiras (14ª), Alagoa Grande (9ª), Serraria (12ª), Gurinhém (75ª), Sapé (4ª), Areia (11ª), Solânea (48ª), Jacaraú (60ª) e Araruna (20ª).

 

O debate foi conduzido pelo vice-presidente Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), desembargador Saulo Benevides, com a participação do Diretor Geral do TRE-PB, Válter Felix, bem como os secretários do Tribunal de Administração e Orçamento (Ranulfo Lacet), Tecnologia da Informação (Leonardo Lívio Ângelo), Judiciária (Alexandra Cordeiro) e de Gestão de Pessoas (Allan Willian), além da Corregedoria Regional Eleitoral (Vanessa do Egypto) e da Assessoria de Planejamento (Ana Karla Farias e José Augusto).

 

O “Planejamento Democrático – Eleições 2014” seguiu na parte da tarde, com a realização de uma audiência pública com lideranças partidárias e a comunidade em geral sobre as vedações da justiça eleitoral no próximo pleito no que se refere à propaganda de rua e de mídia, com a palestra do juiz membro do TRE-PB e diretor da Escola Judiciária Eleitoral da Paraíba (EJE-PB), Eduardo José de Carvalho, e do assessor da Procuradoria Regional Eleitoral (PRE) e instrutor da EJE, Alexandre Basílio.

 

Além planejamento da Justiça Eleitoral para o próximo pleito, durante o evento, o desembargador Saulo Benevides recebeu das mãos do prefeito Zenóbio Toscano a lei, aprovada pela Câmara de Vereadores e sancionada por ele, que garante a doação de um terreno pela prefeitura de Guarabira para a construção do Fórum Eleitoral do município. “Estamos empenhados para que consigamos garantir os recursos necessários para garantir a construção do do Fórum Eleitoral, que é tão importante para uma cidade do porte de Guarabira”, ressaltou o desembargador Saulo Benevides, que também não descartou a possibilidade de que o empreendimento volte a abrigar o Núcleo de Apoio às Urnas (NATU).

 

A próxima etapa do “Planejamento Democrático – Eleições 2014” será realizada no dia 02 de dezembro, em Sousa. Em janeiro de 2014 os encontros se encerram com reuniões em João Pessoa e Campina Grande, com data a definir. O primeiro encontro ocorreu em Patos, no dia 22 de outubro.

 

 

 

Angélica Nunes

Ascom/cerimonial do TRE-PB

 

Sindicato em Lagoa Seca promove reunião e faz balanço e planejamento de luta de agricultores

ReuniãoO Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Lagoa Seca, Brejo paraibano, realizou uma reunião de lideranças de agricultores e agricultoras daquele município no último domingo(03/02), em sua sede, com o objetivo de fazer um balanço das ações desenvolvidas no ano 2012 e ao mesmo tempo planejar as ações a serem desenvolvidas na agricultura familiar agroecológica daquela municipalidade integrada com as ações dos sindicatos diversos que compõem o Pólo Sindical da Borborema.

Robson Alves Gertrudes, Robinho, é agricultor familiar agroecológico naquele município, e, entrevistado por Stúdio Rural, disse da importância do STR e das associações de agricultores na vida da agricultura familiar municipal, garantindo que se não fosse o trabalho feito pelo sindicato dos trabalhadores com o processo de aprendizado e troca de experiências ele teria saído do ramo da agricultura já que antes fazia agricultura convencional que vitimaram a saúde da família e todo um processo de degradação da terra além de ser uma agricultura que sempre elevava o custo de produção.  “Se eu tivesse um agricultor isolado lá em meu sítio sem ter me envolvido com meu sindicato, com as associações para saí eu tirar proveito em conhecimentos e levar lá para meu e começar compartilhar com meus vizinhos e meus amigos, que dizer que hoje eu não estaria mais na zona rural, eu já teria procurado outro meio na zona urbana”, explica aquele agricultor ao se reportar aos resultados alcançados com a agricultura agroecológica.

Maria Leônia Soares da Silva, Leia, é componente do Pólo Sindical da Borborema e presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Massaranduba, participou das dinâmicas do encontro e, ao dialogar com Stúdio Rural, informou que durante o mês de janeiro e fevereiro os sindicatos do Pólo estão realizando suas reuniões iniciais para 2013 fazendo um balanço das ações desenvolvidas em 2012 e ao mesmo tempo traçando ações a serem trabalhadas nesse ano. “Nesse período de janeiro aproveitamos, por ser um início de ano, para garantir junto as organizações sindicais que são articulados pelo Pólo para fazer uma jornada onde a coordenação e as lideranças se dividem e vão para os municípios fazer um planejamento, fazer um balanço das ações e a gente avalia o ano de 2012 apresar de ter sido um período bastante seco estamos percebendo que foi um ano bastante significativo onde aconteceram muitas coisas apesar do desafio da seca para a agricultura, mas as ações foram sendo fortalecidas e aí essa jornada tem um significado muito importante”, explica aquele liderança detalhando as projeções para esse ano de 2013 em todo o território da Borborema.

Falando aos ouvintes do Programa Universo Rural desta segunda-feira(04/02) a presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Queimadas e coordenadora do Pólo Sindical da Borborema, Maria Anunciada Flor Barbosa Morais falou sobre o trabalho que vem sendo o significado dessa jornada entre todos os sindicatos da categoria na Borborema e garante que essa é importante dinâmica para se analisar ações exitosas e entraves da ano passado e ao mesmo tempo traçar o plano de ações para o ano que se inicia, de forma que o trabalho continua sendo uma ação continuada e educativa já que agricultores e lideranças se capacitam para fazer gestão da luta, de recursos e do tempo empreendido de forma segmentada. “A jornada sindical é uma atividade que é realizada por todos os municípios do Pólo Sindical, como nós temos um trabalho que acontece em cada município do Pólo que é um trabalho em rede nós nos sentimos na necessidade de colaborar com a jornada que acontece em cada município ajudando nas discussões juntos aos agricultores, as lideranças comunitárias e a própria direção do sindicato numa vez que é um trabalho que acontece onde essas ações têm a participação da direção do sindicato, também tem a participação das lideranças lá nas bases e também dos agricultores e agricultoras experimentadoras”, explica Anunciada afirmando que o trabalho é mesmo na lógica de um por todos. “Nós discutimos de forma coletiva até porque existem muitos problemas acontecem de forma em comum a exemplo do eu está acontecendo em Queimadas com relação a falta de segurança no campo também está acontecendo em Lagoa Seca, também está acontecendo em Esperança, em Lagoa de Roça, Montadas, em todos os demais municípios que compõem o Pólo da Sindical”.

Barbosa Morais informou que a jornada continua durante esse mês a exemplo do município de Queimadas que realiza seu encontro nesta quarta-feira(06/02) atendendo as mesmas dinâmicas de estudos e planejamentos. “Nós do município de Queimadas estamos nos reunindo no sindicato no dia 06 de fevereiro, nesta semana, onde nós articulamos vários agricultores e agricultoras, várias lideranças comunitárias, a própria direção do sindicato que está envolvida neste trabalho das ações voltadas para as alternativas de convivência com o semiárido e também com a participação de alguns outros dirigentes também de outros sindicatos que fazem arte do Pólo Sindical e da AS-PTA”.

Fonte: Stúdio Rural / Programa Domingo Rural

Orçamento Democrático inicia planejamento de atividades para 2013

orçamentoO Orçamento Democrático Estadual (ODE) inicia nesta terça-feira (22) a proposta metodológica para todas as atividades que serão desenvolvidas este ano durante o Ciclo. O Planejamento de Atividades 2013 será realizado no Centro de Atividades Padre Juarez Benício (Cejube), localizado no Colinas do Sul, em João Pessoa, desta terça até quinta-feira (24). Participam das discussões os gerentes das 14 regiões geoadministrativas e a equipe interna da secretaria.
De acordo com a subsecretária executiva do ODE, Ana Paula Almeida, esse planejamento tem como objetivo fazer a proposta metodológica para todo o calendário de atividades 2013. “O nosso foco principal é realmente fazer essa atividade de planejamento. Com antecedência, solicitamos que todos os convocados para a reunião enviem sugestões de inovações para o calendário”, comentou.
Ana Paula disse ainda que os conselheiros regionais também terão voz durante o evento, pois serão representados pelos gerentes de cada uma das regiões que fazem parte. “Durante o mês de dezembro de 2013 aconteceram reuniões regionais para que os conselheiros também pudessem expor suas observações”, explicou.
A equipe do ODE pretende aprofundar e apurar cada vez mais ações para qualificá-las, avançando no desafio da participação popular mais ativa e uma gestão democrática e participativa.
Para guiar a reunião que será dialógico-participativa, foi convidado o professor Ivandro da Costa Sales, que é sociólogo de formação, educador na prática cotidiana, com experiência acumulada em assessoria a Ong’s, movimentos sociais e também a órgãos governamentais nas três esferas (federal, estadual e municipal), nas áreas de planejamento participativo, avaliações e controle social.

 

Secom-PB para o Focando a Notícia

Sem planejamento, famílias optam por parcelar contas de início de ano Sem planejamento, famílias optam por parcelar contas de início de ano

Passada a descontração das festas de fim de ano, é hora de voltar à realidade e encarar as tradicionais contas de IPVA, IPTU e gastos com matrícula, uniforme e material escolar. Janeiro é o mês onde pais e mães têm que desembolsar valores consideráveis para honrar esses compromissos.

O designer gráfico Cesar Ricardo Stati, de 41 anos, tem um filho de quatro anos. Ele conta que, com uma renda de aproximadamente R$ 4 mil, essas despesas pesam consideravelmente, em especial as escolares. A alternativa, então, é pesquisar e ficar de olho nos preços cobrados pelas papelarias. “A gente faz muita pesquisa. Eu e a minha esposa pegamos a lista e vamos ver os preços na região da escola”, contou.  Sem contar os livros escolares, que ainda serão pagos.

Mesmo atento aos preços e procurando pagar menos, neste ano a conta do material escolar terá que ser parcelada. Afinal, ainda há gastos como o uniforme. Apesar das crianças crescerem rápido, Cesar diz que dá para aproveitar algo do ano anterior. “O uniforme tem que ver o que pode aproveitar, mas sempre tem que comprar um novo uniforme. Sempre tem que ser mais do que uma camiseta porque suja”, lembrou.

Ao se somar as despesas escolares com as do IPVA e o IPTU, o orçamento fica apertado já que esses gastos ultrapassam 1/3 da renda da família. Assim como muitos pais, Cesar não se programou e ainda possui contas do ano passado. “Acaba ficando para pagar em janeiro, acumulou. É muito gasto e meu filho também faz aniversário em janeiro. Comprei um boneco para ele”. Em uma espécie de promessa de início de ano, Cesar falou que no ano que vem pretende economizar e se programar para esses gastos. “Quem sabe usar o 13º salário”, considerou.

No caso do arquiteto Paulo Bueno Ribeiro, de 35 anos, existe um complicador. Ele e a esposa, que também é arquiteta, são autônomos. Juntos, ganham em média R$ 10 mil. Segundo ele, ter a renda variável torna ainda mais difícil se programar para essas despesas.

“A gente até tenta, somos organizados em relação a isso. Esse ano [2012] a gente trabalhou bastante, mas chegou no final do ano e não teve muito o que guardar. Só com as contas do final do ano, já era”, disse Paulo.

Paulo e a esposa costumam controlar as finanças por meio de planilha, têm total controle dos gastos e avaliaram que não vai compensar pagar à vista o IPVA dos dois carros e os dois IPTU – o da casa e do escritório – para aproveitar os descontos de 5% e 6%, respectivamente. “Não compensa e eu nem teria o dinheiro”.

Paulo tem dois filhos, sendo que um está entrando na escolinha neste ano. Então, uma despesa a mais: a matrícula do caçula. De acordo com o arquiteto, os gastos com educação são os que mais pesam. “E mesmo nas férias, você continua pagando… Tem a taxa de material escolar”, lembrou.

Ele acredita que o trabalhador paga muito imposto no Brasil. Ele contou que logo que se formou abriu uma empreiteira e que, ao analisar cuidadosamente as finanças, percebeu que o governo ganhava mais com os impostos do que ele trabalhando. Isso, afirmou Paulo, fez com que ele desistisse do negócio. Para o arquiteto, a classe média é sempre a prejudicada. Ele diz que as famílias com menor renda têm mais benefícios por parte do poder público, como facilidades para comprar e financiar. “Eu considero correto. Mas para a classe média nunca tem incentivo, é uma classe deixada de lado por poder público’, avaliou.

O arquiteto relatou que está satisfeito com o padrão de vida, mas confessou que está difícil mantê-lo. Paulo lembrou que, como não possuem carteira de trabalho assinada, ele e a esposa pagam previdência privada. Mas o valor do depósito vem caindo. “A gente começou pagando X, agora é X menos dois”, disse.

Especialista sugere pré-analise antes de decidir pelo pagamento à vista

O economista e professor da Universidade Federal do Paraná (UFPR) Marcelo Curado explica que o desconto no pagamento à vista é sempre válido. Contudo, cada um deve fazer uma análise das próprias financeiras para verificar o quanto será compensatório.

“A pessoa vai verificar se o desconto é maior ou menor do que o rendimento do dinheiro em uma aplicação durante o período de parcelamento”, afirmou Curado. Segundo ele, como o IPVA pode ser dividido em até cinco parcelas, o desconto de 5% é valido porque nas aplicações mais populares, como Tesouro Nacional e poupança, o rendimento será menor do que o desconto.

Já no caso do IPTU, que é dividido em 10 vezes, é preciso avaliar melhor. “Vale a pena, mas não é nada que de fato vai mudar o orçamento da família. As pessoas têm que observar se não vão se apertar demais no inicio do ano, para um desconto que não é tão significativo”, ressaltou o economista.

Ele diz que o valor do desconto ficará muito próximo ao rendimento (caso o dinheiro esteja nestas aplicações mais populares) e, portanto, nem sempre um esforço, que vai refletir na qualidade de vida da família, será tão compensatório do ponto de vista financeiro. Se o desconto fosse superior a 10%, certamente, o  pagamento à vista seria mais vantajoso, acrescentou o economista.

O ideal, destacou Curado, é se planejar. Ele lembrar que os gastos com IPVA, IPTU, e material escolar são sabidos e previsíveis, por isso, é recomendado que desde o início do ano a família economize, no mínimo, 10% da renda. Além disso, as pessoas têm que se conscientizar de que uma parte do 13º salário deve ser alocada para estas dívidas. “A gente não pode olhar o 13º como algo para gasto de lazer, viagens. Também é para isso, mas não só para isso”, enfatizou.

O economista deu outras dicas, como evitar entrar no rotativo do cartão de crédito e no cheque especial para manter sempre o orçamento equilibrado.  “A gente recomenda, mas a gente sabe que a pessoas não conseguem”, lamentou.

G1

Secretária de Turismo de Bananeiras reuni equipe para planejamento do São João 2013

Nessa quinta-feira (17) aconteceu mais uma  reunião na Secretaria de Cultura e turismo para organização e planejamento do maior  São João Pé de Serra do Mundo 2013 em Bananeiras. Essa já é terceira reunião deste ano,  a proposta   é  fazer um São João 100% Paraíba.

Tendo em vista o sucesso dos anos anteriores, é preciso iniciar o ano com todo vapor para estruturação e planejamento do evento deste ano. Com novas propostas, mas que não fique diferente do foco e mude a essência principal deste grande evento, já solidificado e de amplo conhecimento no Brasil.[bb]

Uma das grandes mudanças deste ano é o local da festa, devido à proporção de  muitos participantes  no  São  João  realizado na cidade já que o local  da praça  Epitácio Pessoa não suporta mais a quantidade de pessoas, desoxigenando o fluxo de transito na cidade.

A secretária Miriam Trindade vem com novas ideias já que tem grande conhecimento nesta área, e para esse ano de 2013 a mesma junto com o Diretor de Eventos José Wellington já está programando o calendário anual de turismo e evento do município de Bananeiras, o foco é divulgar mais a nossa cidade para o Brasil e para o mundo, outra preocupação da atual secretária  é  a sinalização turística,  e a acessibilidade, já  que  a cidade  recebe um  fluxo  de  turista  muito  grande durante todo   ano.

O diretor  de  eventos[bb] da  prefeitura   de Bananeiras e o assessor  Douglas Tonelada estão entrando  em contato com algumas possíveis atrações desse ano que  irão  se  apresentar  no   grande  São  João Pé  de  serra .

Estavam presentes na  reunião a secretária de Turismo e Cultura Mirian Trindade, 1° dama Maryjane Macedo Lucena  de Medeiros Secretária de Ação Social,   Diretor de Eventos José Wellington, Secretario de IBPEM, Augusto Aragão, Secretário de Meio Ambiente José Pedro, Mércia Maria dos programas sociais junto com a equipe administrativa da Sec. Turismo e Cultura Douglas Tonelada e Marina Barros.

bananeirasagora

Dilma oficializa redução de tarifas de energia e critica falta de planejamento de FHC

Dilma considera que as mudanças possibilitarão aumento de produtividade e melhoria para a população (Foto: Roberto Stuckert Filho. Presidência)

A presidenta Dilma Rousseff afirmounesta terça (12), ao oficializar a adoção de medidas que vão reduzir os preços da energia entre 16% e 28%, que a decisão política aumenta a competitividade do país e estimula os investimentos. Ela aproveitou a ocasião para enfatizar que o planejamento do setor energético iniciado no governo Lula marcou uma mudança de rumo em relação ao governo de Fernando Henrique Cardoso, quando os brasileiros “amargaram” um período de racionamento.

Para a presidenta, a redução realizada agora é possível graças a uma matriz energética limpa e eficiente, baseada principalmente em hidrelétricas. Ela afirmou que o fato de não surgirem mais notícias sobre a necessidade de racionamento e sobre a ocorrência de apagões se deve ao forte investimento em fontes renováveis.

“Mesmo com a economia crescendo, não faltou energia porque passamos a planejar. Aumentamos a produção e asseguramos a distriibuição. E continuamos investindo na matriz hidreletrica. 74% da energia brasileira vem de hidrelétricas”, sublinhou Dilma, que foi ministra de Minas e Energia de janeiro de 2003 a junho 2005, no primeiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva.

A presidenta ressaltou que a decisão de reduzir as tarifas de energia se deu pelo fato de o governo reduzir os encargos que incidem sobre a conta de luz, devolvendo ao consumidor todo o investimento que foi financiado por eles. A redução média prevista pelo governo, a partir da diminuição ou cessão de encargos, será, em média, de 20,2%. Para os consumidores residenciais, a redução chegará a 16,2%, e para as grandes empresas, a 28%. As medidas começam a entrar em vigor em 2013.

Para compensar as medidas, está previsto um aporte anual de R$ 3,3 bilhões pela União, com recursos do Tesouro Nacional. “Essas mudanças nos encargos representarão o aumento do poder aquisitivo da população brasileira e a redução do custo da produção e distribuição de energia elétrica e das contas de luz. É uma decisão que constitui uma das mais arrojadas iniciativas para desenvolvimento do Brasil”, anunciou o ministro de Minas e Energia, Édison Lobão.

Para obter a renovação dos contratos, as concessionárias terão de cumprir uma série de exigências quanto à melhoria do serviço oferecido. Além disso, será necessário se submeter à remuneração calculada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Dilma lembrou o período de racionamento e apagões em 2001, durante o governo de Fernando Henrique Cardoso. “Nós sabemos que a partir de 2013 um grande trabalho na área de energia foi feito no Brasil. Tínhamos um país com sérios problemas de abastecimento que amarguraram 8 meses de racionamento. Com prejuízo para as empresas e impondo sérias restrições à qualidade de vida da população”, enfatizou a presidenta. É a terceira crítica a FHC no espaço de uma semana. Antes disso, ela lamentou durante o pronunciamento do Dia da Independência o modelo de privatização de ferrovias adotado pela gestão do PSDB (1995-2002) e emitiu um comunicado rebatendo a versão de FHC de que Dilma recebeu de Lula uma herança “pesada”.

Dilma afirmou também que o governo tomou medidas pontuais e urgentes que a crise mundial impôs como necessidades, mas, ao mesmo tempo, adotou iniciativas estruturais e duradouras na economia brasileiras. “Todas têm em comum a garantia de crescimento com melhora social”, afirmou. “Redução de energia gera efeito sistêmico que tem impacto sobre toda economia. Vai melhorar a participação do país na disputa internacional, reduzir inflação e estimular investimento. O empresário vai ganhar, o consumidor vai ganhar”, disse a presidenta.

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