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Filho morre e mãe fica ferida após serem baleados no Planalto Boa Esperança, em João Pessoa

Um homem morreu e uma mulher ficou ferida após serem baleados na Avenida Natal, no Planalto Boa Esperança, em João Pessoa, na tarde desta quarta-feira (26). Segundo informações da Polícia Militar, as vítimas eram mãe e filho, e ambos estavam juntos, sentados na porta de casa, quando homens em um carro branco chegaram atirando.

A mulher foi socorrida por um carro privado para o Trauminha de Mangabeira. A unidade informa que os tiros atingiram o queixo da vítima, mas o estado de saúde dela é estável. O filho dela morreu no local.

A perícia da Polícia Civil vai averiguar o caso.

Foto: Walter Paparazzo/G1 PB

G1

 

Michelle Bolsonaro está com Covid-19, diz Planalto

A primeira-dama Michelle Bolsonaro está com Covid-19, informou nesta quinta-feira (30) o Palácio do Planalto.

Em nota, a Presidência disse ainda que o estado de saúde de Michelle é bom e que ela seguirá “todos os protocolos estabelecidos” para tratamento da doença.

“A primeira-dama Michelle Bolsonaro testou positivo para Covid-19 nesta quinta-feira, 30. Ela apresenta bom estado de saúde e seguirá todos os protocolos estabelecidos. A primeira-dama está sendo acompanhada pela equipe médica da Presidência da República”, diz a nota divulgada pela Presidência.

O resultado do exame de Michelle saiu dias depois de o presidente Jair Bolsonaro ter anunciado que se curou da Covid-19. O presidente informou no dia 7 de julho que seu exame tinha dado positivo. Passou os dias seguintes trabalhando da residência oficial. No sábado (25), disse que não tinha mais o vírus.

A primeira-dama mora com Bolsonaro e as filhas Letícia e Laura na residência oficial do Palácio da Alvorada. Letícia é enteada do presidente.

Michelle participou na quarta-feira (29) de uma cerimônia no Palácio do Planalto, na qual discursou. A primeira-dama apareceu ao lado do presidente e utilizou máscara.

As ministras Tereza Cristina (Agricultura) e Damares Alves (Mulher, Família e Direitos Humanos) discursaram no mesmo evento.

O líder do governo na Câmara, deputado Major Vitor Hugo (PSL-GO), também compareceu ao evento e ficou próximo da primeira-dama.

Já os ministros Paulo Guedes (Economia), Fernando Azevedo (Defesa), André Mendonça (Justiça) e Fábio Faria (Comunicações) acompanharam a solenidade junto à plateia.

 

G1

 

 

Manifestações demonstram força da democracia, diz Palácio do Planalto

 (Foto: Polícia Militar do DF/Divulgação)
(Foto: Polícia Militar do DF/Divulgação)

O Palácio do Planalto disse respeitar as manifestações ocorridas neste domingo (4) em diversas cidades brasileiras de apoio à Operação Lava Jato e combate à corrupção. Por meio de nota à imprensa, o governo do presidente Michel Temer disse que os atos demonstraram novamente a “força e a vitalidade de nossa democracia” e lembrou a necessidade de o Poder Público atender as demandas da população.

Os atos ocorreram pela manhã e à tarde nas cerca de 200 municípios. Mais cedo, a Câmara dos Deputados e o presidente do Senado, Renan Calheiros, também comentaram os protestos, já que havia críticas nominais a Renan e ao pacote de medidas contra a corrupção que foi alterado pelos parlamentares na última semana.

“Milhares de cidadãos expressaram suas ideias de forma pacífica e ordeira. Esse comportamento exemplar demonstra o respeito cívico que fortalece ainda mais nossas instituições. É preciso que os Poderes da República estejam sempre atentos às reivindicações da população brasileira”, destacou o Planalto, no comunicado.

Agência Brasil

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Planalto ameaça deputados favoráveis a impeachment com pente-fino em cargos

dilmaO Palácio do Planalto está fazendo um pente-fino nos cargos de primeiro, segundo e terceiro escalões do governo para mapear as indicações políticas e usá-las como forma de evitar o impeachment da presidente Dilma Rousseff.

O objetivo é tentar detectar os reais padrinhos dos ocupantes dos cargos de confiança em Brasília e nos Estados para pressioná-los a votar contra o afastamento, ou negociar essas nomeações com quem esteja disposto a defender a permanência da petista.

O governo evita informar quantos são os cargos distribuídos a afilhados de parlamentares ou caciques políticos entre os cerca de 22 mil postos comissionados na máquina federal. Sabe-se, porém, que há deputados publicamente favoráveis ao impeachment que indicaram nomes para essas vagas. Há também o que chamam de “barriga de aluguel”: um parlamentar indica um nome que, na verdade, é ligado a outra legenda ou grupo político, o que torna mais difícil o rastreamento.

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Estão no radar do governo, por exemplo, os afilhados do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), patrocinador do processo de impeachment de Dilma e inimigo número um do Planalto. O Planalto trata como “inaceitável” manter as indicações feitas pelo peemedebista. Outra situação já detectada envolve o principal órgão do turismo e a bancada do PMDB catarinense.

O atual presidente da Empresa Brasileira de Turismo (Embratur) é o catarinense Vinícius Lummertz, nomeado na cota do vice-presidente Michel Temer, mas indicado pelo deputado Mauro Mariani, que é presidente do PMDB de Santa Catarina e para quem o impeachment se tornou “inevitável”, como disse em entrevista a um colunista de seu Estado em outubro.

Volta no tempo

O Planalto, no entanto, sabe que é muito difícil desenrolar o novelo de cada nomeação e detectar a origem da indicação política. Mas o trabalho em curso envolve vasculhar nomeações antigas, inclusive dos governos Itamar Franco, que era peemedebista, e Fernando Henrique Cardoso (PSDB).

Várias dessas nomeações foram esquecidas e os supostos afilhados ainda estão nos mesmos cargos. Esse problema não existe apenas em relação ao PMDB, mas em todos os partidos da base. Daí a tentativa de mapeamento e busca da origem da indicação política.

Embora o mapeamento dos cargos seja recorrente – foi feito nos dois mandatos de Luiz Inácio Lula da Silva e já na gestão Dilma -, nem sempre se conseguiu detectar o padrinho “original” de um ocupante de cargo de confiança. Até porque há funcionários de segundo e terceiro escalões que buscam novos padrinhos políticos para manterem o comissionamento ou que escondem o apadrinhamento, justamente para evitar pressão sobre seus aliados políticos.

Ainda no segundo mandato de Lula, os articuladores políticos da gestão petista avaliaram que, dos cerca de 22 mil cargos no governo, 5 mil seriam os realmente importantes para a divisão de poder entre os dez partidos que apoiavam o presidente no Congresso naquela época.

Hoje, em tese, há 18 legendas que dizem sustentar Dilma, mas na prática essas siglas conseguem garantir apenas cerca de 250 votos contra o impeachment na Câmara. O número é suficiente para impedir a abertura de processo pelo afastamento de Dilma, mas pequeno para uma base de apoio ao governo – é inferior à maioria simples da Câmara, composta por 513 deputados.

Lideranças

O mapeamento também dará subsídio às conversas que o governo terá a partir desta semana sobre a escolha das lideranças dos partidos da base, em fevereiro. Para o Planalto, é fundamental garantir o maior número de líderes na Câmara contrários ao impeachment, pois eles vão indicar os integrantes da Comissão Especial do impeachment. Essa tarefa está a cargo do ministro da Secretaria de Governo, Ricardo Berzoini.

O desafio é não fazer com que essa interferência abra crises como a ocorrida no PMDB, que teve o líder Leonardo Picciani (RJ), contrário ao impeachment, destituído e reconduzido ao posto. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

UOL

Planalto esconde gastos com cartão corporativo de amiga de Lula

cartaoO Planalto optou por ofender a Lei de Acesso à Informação, que Dilma sancionou, para esconder o relatório de gastos do cartão corporativo utilizado pela ex-chefe do escritório da Presidência da República em São Paulo, Rosemary Noronha, amiga íntima de Lula. Após 45 dias enrolando, o Planalto alegou ontem, em resumo, que a farra de gastos de Rosemary virou caso de “segurança da sociedade e do Estado”.

Rosemary foi alvo da operação Porto Seguro, da Polícia Federal, e denunciada pelo Ministério Público por improbidade administrativa.

Acusada de tráfico de influência, corrupção passiva e formação de quadrilha, Rose ficou conhecida como “facilitadora-geral da República”.

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Quase sempre presente em viagens internacionais nas ausências de d. Marisa, Rose Noronha até fez indicações para cargos importantes.

Mesmo sob a Lei de Acesso à Informação, o Planalto não mostrou valores, datas, locais e transações de Rose com cartão corporativo.

Diário do Poder

Ex-presidente começa trabalho para disputar o Palácio do Planalto pela sexta vez em 2018

lulaJá escalado pelo PT para disputar o Planalto em 2018, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva empenha-se em pavimentar o caminho com doses cada vez maiores de intervenção no governo Dilma Rousseff. Uma posologia que combina um “detour” em direção ao mercado, apadrinhamentos de ministros sintonizados com o setor produtivo e menos PT na Esplanada.

Lula não quer atuar apenas como animador para que a militância compareça em massa à posse da presidente, no dia 1.º, em Brasília. A ideia é que a gestão da “criatura” seja melhor do que o primeiro mandato do ponto de vista administrativo e com índices econômicos mais vistosos. Lula insistiu para que Dilma o imitasse na economia, surpreendendo a todos ao trazer um nome do mercado para a equipe econômica. Com ele, a cartada foi Henrique Meirelles, então deputado eleito pelo PSDB, para o Banco Central; com Dilma, Joaquim Levy, funcionário graduado do Bradesco.

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Com influência no futuro governo de Dilma e um toque pessoal nos rumos do PT, Lula acredita que tornará o partido viável para tentar o quinto mandato seguido de um petista na Presidência da República. E isso exigirá uma radical renovação nos quadros da legenda, hoje envelhecida, segundo o ex-presidente. Os planos para esse rejuvenescimento já foram feitos.

Um exemplo claro de como tem agido o ex-presidente é o de que Lula jamais moveu um dedo para salvar o mandato do ex-deputado André Vargas (PR), ex-secretário de comunicação da Executiva do PT suspeito de envolvimento com o doleiro Alberto Youssef. Vargas teve o mandato cassado na quarta-feira.

No campo simbólico, o ex-presidente decidiu condicionar a candidatura a mudanças de rumos no partido e a um expurgo geral dos suspeitos de envolvimento em corrupção por temer ser candidato por um partido desgastado por escândalos como o do mensalão e da Petrobrás, o que aumenta o risco de derrota na próxima disputa (mais informações na pág. A10).

Lula orientou os senadores Lindbergh Farias (RJ), Humberto Costa (PE) e Jorge Viana (AC) a percorrer o País atrás de líderes que participaram dos protestos de junho de 2013 que se mostraram resistentes a se filiar a partidos. Lula tem dito, a pessoas com as quais conversa sobre os problemas vividos pelo PT, candidaturas no futuro e o atual governo, que o maior desafio é atrair para a política a juventude que não ouve rádio, não vê televisão e não lê jornais. “Como se comunicar com eles? Esse é nosso desafio”, repete o ex-presidente.

Certeza. Lula contou às pessoas com as quais conversou que tinha certeza de que seria lançado candidato à sucessão de Dilma assim que fosse anunciado o resultado do 2.º turno da eleição, no dia 26 de outubro, independentemente do nome do vencedor. “Não havia como sair dessa. E não havia como dizer sim nem não”, resumiu o ex-presidente durante conversa com deputados e senadores na quarta-feira, em Brasília.

O ex-presidente sabe ainda que terá de superar no mínimo dois obstáculos para buscar um novo mandato ao Planalto: estará com 73 anos e terá de cuidar bem da saúde, pois enfrentou um câncer da laringe em 2011. Ele tem ido à academia em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, todos os dias em que está na cidade. Manter-se em forma, porém, será o menor dos desafios do petista. O mais difícil, dizem assessores próximos, será lidar com a resistência da mulher, Marisa Letícia, que tem dito que aceita qualquer coisa, menos a volta à condição de primeira-dama.

Aos colegas de PT, Lula não se cansa de recomendar a todos que leiam a biografia de Getúlio Vargas, escrita pelo jornalista Lira Neto. “Li os três volumes. E agora consigo entender por que Getúlio foi tão criticado”, tem afirmado o ex-presidente, num tom que os interlocutores se arriscam a dizer que é uma comparação consigo mesmo. Getúlio foi presidente de 1930 a 1945, saiu após um forte processo de desgaste de seu poder ditatorial e voltou em 1951 pelos braços do povo numa eleição consagradora. Governou até tirar a própria vida, em 1954, novamente sob pesado ataque dos oposicionistas. A esperança dos petistas, ao ouvir os conselhos de leitura, é que Lula repita o gesto de Getúlio e dispute nova eleição.

A movimentação de Lula sugere que ele já aceitou a missão. Na semana que passou, ele chegou a Brasília na terça-feira à noite. Dormiu e, no dia seguinte, recebia parlamentares do PT no café da manhã do hotel. Depois, juntou-se ao governador da Bahia, Jaques Wagner, e ao ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, além de Rui Falcão, presidente do PT, para almoçar com Dilma no Palácio da Alvorada. No encontro, deu dicas para a posse do dia 1.º. Mas, ao que tudo indica, Lula também tem planos para a posse de janeiro de 2019, na condição de presidente eleito. De novo.

Estadão

Putin chega ao Planalto e é recebido por Dilma no Salão Nobre

A presidente Dilma Rousseff ao receber o presidente da Rússia, Vladimir Putin, no Palácio do Planalto (Foto: Wilson Dias / Agência Brasil)
A presidente Dilma Rousseff ao receber o presidente da Rússia, Vladimir Putin, no Palácio do Planalto (Foto: Wilson Dias / Agência Brasil)

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, chegou por volta das 11h desta segunda-feira (14) ao Palácio do Planalto, em Brasília, para se encontrar com a presidente Dilma Rousseff e foi recebido no Salão Nobre do palácio, onde posou para fotos ao lado da presidente.

Em nota divulgada nesta segunda, o “Blog do Planalto”, vinculado à Presidência da República, informou que a reunião entre Dilma e Putin em Brasília tem como objetivo, entre outros pontos, ampliar o fluxo comercial entre os dois países dos atuais US$ 5,6 bilhões anuais para US$ US$ 10 bilhões.

Putin está no Brasil para participar da VI Cúpula dos Brics (grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), que irá ocorrer em Fortaleza (CE) e Brasília (DF) durante esta semana.

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O calendário da Cúpula dos Brics começa nesta segunda, na capital cearense, com reuniões entre ministros da Fazenda, presidentes dos bancos centrais, dos bancos de desenvolvimento e empresários dos países que compõem o grupo.

Nesta terça (15), os presidentes dos países do bloco se reunirão, também em Fortaleza. A programação inclui sessão privada de trabalho, foto oficial, almoço entre os chefes de Estado e de governo, assinatura de atos e reunião plenária de líderes.

Ao chegar ao Planalto, Putin e Dilma se posicionaram na rampa principal do palácio, de frente para a Praça dos Três Poderes, onde acompanharam a execução dos hinos da Rússia e do Brasil, pelo Batalhão da Guarda Presidencial.

Após os cumprimentos, Dilma e o presidente russo seguiram para reunião fechada. Segundo programação oficial, haverá reunião ampliada – com a participação de ministros e comitivas – e, após, declaração à imprensa sobre o encontro. Dilma e Putin viajam ainda nesta segunda para Fortaleza.

Brics e Unasul
Na quarta-feira (16), os presidentes dos países que compõem o Brics e a União das Nações Sul-americanas (Unasul) se reunirão em Brasília, durante a manhã. Todos participarão de encontro no Itamaraty. A agenda oficial prevê reunião de duas horas entre os mandatários. Após o encontro, será servido almoço, sem previsão de declaração à imprensa.

 

Filipe Matoso

Dilma recebe de Blatter taça da Copa do Mundo no Palácio do Planalto

O ex-jogador e campeão do mundo Cafu (e) e a presidente Dilma Rousseff levantam a Taça da Copa do Mundo apresentada pelo presidente da Fifa, Joseph Blatter (2º/d); ao lado o ministro do Esporte, Aldo Rebelo (d) (Foto: Dida Sampaio/Estadão Conteúdo)
O ex-jogador e campeão do mundo Cafu (e) e a presidente Dilma Rousseff levantam a Taça da Copa do Mundo apresentada pelo presidente da Fifa, Joseph Blatter (2º/d); ao lado o ministro do Esporte, Aldo Rebelo (d) (Foto: Dida Sampaio/Estadão Conteúdo)

A presidente Dilma Rousseff recebeu nesta segunda-feira (2) a taça da Copa do Mundo do presidente da Fifa, Joseph Blatter, durante cerimônia no Palácio do Planalto, em Brasília. O mundial começará no próximo dia 12 com a partida entre Brasil e Croácia, em São Paulo.

O troféu percorreu 89 países, desde setembro do ano passado, antes de chegar ao Brasil em abril. Feita de ouro maciço e pedras semipreciosas, a taça tem 36,8 centímetros de altura e pesa cerca de seis quilos. Somente campeões mundiais e chefes de Estado podem tocá-la. No Brasil, ela passou por cidades-sede, como Brasília, Recife e São Paulo.

Durante a cerimônia de entrega da taça, o presidente da Fifa afirmou que não é preciso lembrar que a seleção brasileira é pentacampeã e que ele acredita que, durante a Copa, 201 milhões de brasileiros irão torcer pelo sexto título. Ela também disse que esta será “a melhor Copa do Mundo da história.

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“Tenhamos certeza que esse evento vai dar ao Brasil uma oportunidade extra de se promover, de fato, durante mais de um mês, porque todos os olhos do mundo, através da televisão, vão se voltar para o Brasil”, disse Blatter.

“O futebol consegue unir as pessoas, como símbolo da paz, como ensinado pelo Papa Francisco. Pombas voarão na Arena São Paulo logo antes de começar o jogo de abertura, o que é um grande símbolo”, concluiu o presidente da Fifa.

Durante seu discurso, a presidente Dilma Rousseff também reforçou que a Copa no Brasil será oportunidade para combater o racismo e discriminação e promover a paz.

“Façamos da Copa do Mundo Fifa 2014 um momento histórico, em favor do respeito à diversidade e contra a discriminação e o racismo. O Brasil nação, onde todas as etnias e raças do mundo se encontram e convivem fraternalmente os convida a engajar nessa tarefa”
Dilma Rousseff

“Façamos da Copa do Mundo Fifa 2014 um momento histórico, em favor do respeito à diversidade e contra a discriminação e o racismo. O Brasil nação, onde todas as etnias e raças do mundo se encontram e convivem fraternalmente os convida a engajar nessa tarefa”, disse.

A presidente também disse que os estádios e aeroportos estão prontos para receber os turistas brasileiros e estrangeiros; reiterou ainda que haverá segurança para os visitantes. Sem falar em manifestações, Dilma disse que o Brasil “respeita a liberdade de manifestação e expressão, um país que a valoriza e é capaz de conviver com ela”.

Depois acrescentou que o país também “é capaz de preservar os direitos daqueles, daquela maioria que quer assistir aos jogos, que quer se confraternizar e comemorar”, antes dar boas-vindas aos estrangeiros. “Queria dizer a eles, em nome do povo brasileiro, sejam muito bem-vindos. Vocês vão encontrar o Brasil em transformação, multicultural, um país belo, um país hospitaleiro”, completou.

Cafu, Dilma e Blatter durante apresentação Taça da Copa do Mundo pela Fifa (Foto: Roberto Stuckert Filho/PR)Cafu, Dilma e Blatter durante apresentação Taça da Copa do Mundo pela Fifa (Foto: Roberto Stuckert Filho/PR)

Dilma também demonstrou expectativa numa vitória da seleção brasileir, depois de lembrar que o elenco atual estará sob o comando de dois técnicos que já conquistaram o mundial –  Luiz Felipe Scolari (treinador) e Carlos Alberto Parreira (coordenador técnico).

“Nossa dedicação é tão grande como nossa torcida, que começa a se contaminar pelo hexacampeonato. Tenho certeza de que é compartilhado por todos, os mais de 200 milhões de brasileiros, o sentimento de torcida. (…) E no próximo dia 13 [de julho, dia da final da Copa] mais 23 brasileriso possam tocar nessa taça”, concluiu a presidente.

Blatter chegou ao Brasil neste domingo (1º), desembarcando na capital paulista. A previsão é que ele deixe Brasília ainda nesta segunda. A cerimônia contou com a presença do ministro do Esporte, Aldo Rebelo, e do capitão do penta, o jogador Cafu.

A Copa do Mundo terá 64 jogos em 12 cidades. A final está marcada para 13 de julho, no estádio Maracanã, no Rio de Janeiro. O palco é o mesmo da final da Copa das Confederações, em junho do ano passado, quando o Brasil se tornou campeão após derrotar a Espanha por 3×0.

G1

Planalto avisa ao PROS que compromisso na reforma ministerial é com Cid Gomes

cid-gomesO Palácio do Planalto avisou ao novo partido, o PROS, que o compromisso da presidente Dilma Rousseff na reforma ministerial é com o governador Cid Gomes (CE). Ela tem enfatizado que Cid e o irmão Ciro Gomes deixaram o PSB de Eduardo Campos para apoiá-la na reeleição.  Por isso, vai ouvir os dois cearenses para definir o espaço do PROS.

Foi uma reposta ao líder do partido, o deputado Givaldo Carimbão (PROS-AL), que cobrou do Planalto participação da bancada na indicação do ministro que representará o partido no governo Dilma. Ciro Gomes já foi indicado pela bancada para o primeiro escalão de Dilma. Mas ele sinalizou que prefere ficar no governo do Ceará, como secretário da Saúde.

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Em conversas reservadas, Dilma já sinalizou que gostaria que Cid Gomes ocupasse o Ministério da Educação, num eventual segundo governo.

G1

Planalto ensaia usar mensalão tucano para blindar Dilma Rousseff em 2014

luladilmaO grupo político do ex-presidente Lula e da presidente Dilma Rousseff já ensaia o discurso para se defender de eventuais ataques na campanha eleitoral por causa da prisão de petistas envolvidos no escândalo do mensalão.

A estratégia será dizer que, enquanto os petistas foram presos, condenados por ministros do STF indicados por Lula e Dilma, tucanos envolvidos em escândalos semelhantes, como o mensalão mineiro, nem foram julgados.

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Segundo um assessor, a ideia é mostrar que “os nossos companheiros pagam por eventuais erros cometidos” e não foram poupados por ministros do Supremo indicados nos governos do PT.

Já políticos e assessores do PSDB ainda estão impunes ou conseguem escapar de processos, referência às acusações de pagamento de propina em contratos de obras do metrô nos governos dos tucanos em São Paulo.

O PT vai insistir ainda que a punição imposta a seus companheiros foi exagerada e, em alguns casos, injusta, porque o partido admite apenas crime de caixa dois e não de pagamento de um mensalão em troca de apoio no Congresso Nacional.

A avaliação interna de assessores de Lula e Dilma é que, como a prisão dos mensaleiros era certa, não havia mais motivos para ficar postergando a decisão, o que só prolongaria o desgaste.

Politicamente, eles avaliam que o desfecho do caso neste ano é melhor para o PT do que em 2014, perto da campanha eleitoral, quando a presidente Dilma tentará a reeleição.

A presidente orientou sua equipe a seguir mantendo distância do processo, evitando comentários públicos que possam soar como tentativa de interferência em decisões de um outro poder.

Dilma não quer passar a imagem de que defendia a prisão imediata dos petistas porque seria politicamente mais favorável para sua campanha eleitoral. Segundo assessores, a presidente faz questão de lembrar que o caso envolve “companheiros de partido”, que ela respeita.

Além disso, assessores destacam que a presidente, pessoalmente, não tem o que temer em relação ao processo do mensalão, no qual não teve seu nome envolvido.

Ressaltam também que o próprio partido já enfrentou duas eleições presidenciais desde que o caso foi revelado e conseguiu vencê-las -a reeleição de Lula em 2006 e a eleição de Dilma em 2010.

Folha