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Pesquisa TVMidia/ADVISE mostra os números para prefeito de Guarabira

A TVMidia encomendou uma pesquisa de intenção de votos para prefeito e vereador de Guarabira, devidamente registrada no TSE (PesqEle PB-00182/2020) cujo o resultado deveria ter sido divulgado no dia (5), porem uma ação na justiça eleitoral foi impetrada pela coligação do candidato Antônio Teotônio, que teve em seu favor uma liminar, impedindo a divulgação dos números, mas a assessoria jurídica da TVMidia representada pela advogada Raissa Cavalcante, deu entrada em um Mandado de Segurança, conseguindo a liberação parcial da pesquisa.

Foi liberada a divulgação apenas dos números para prefeito. Os dados foram coletados entre os dias 4 e 5 deste mês de novembro e 700 pessoas foram ouvidas na zona urbana e rural.

O candidato do PSDB Marcus Diôgo vence os adversários nos dois cenários questionados pela pesquisa: estimulada e espontânea.

Na espontânea foi perguntado: Para Prefeito de Guarabira, se a eleição fosse hoje, em quem o(a) Sr.(a.) votaria para ser o próximo Prefeito(a)? 

Marcus Diôgo (PSDB) 35,74

Roberto Paulino (MDB) 29,36

Antônio Teotônio  (PDT) 15,60

Branco / Nulo (Espontâneo) 3,13

Indeciso (Espontâneo) 16,17

Na estimulada foi perguntado: Dentre estes nomes que vou citar, em quem o senhor votaria para Prefeito de Guarabira, se a eleição fosse hoje?

Marcus Diôgo (PSDB) 37,73

Roberto Paulino (MDB) 30,92

Antônio Teotônio (PDT) 16,88

Branco / Nulo (Espontâneo) 2,70

Indeciso (Espontâneo) 11,77

O candidato Roberto Paulino é o mais rejeitado pela maioria dos eleitores guarabirenses.

(REJEIÇÃO) Dentre estes nomes que vou citar, em quem o senhor NÃO VOTARIA de forma alguma para Prefeito de Guarabira, se a eleição fosse hoje?

Roberto Paulino (MDB) 29,65

Marcus Diôgo (PSDB) 24,26

Antônio Teotônio (PDT) 20,71

 

 

portalmidia

 

 

Pesquisa Ibope em João Pessoa: Cícero, 21%; Nilvan, 15%; Ricardo, 10%; Wallber, 10%

Pesquisa Ibope divulgada pela TV Cabo Branco nesta terça-feira (22) aponta os seguintes percentuais de intenção de voto para a Prefeitura de João Pessoa nas Eleições 2020:

  • Cícero Lucena (PP): 21%
  • Nilvan Ferreira (MDB): 15%
  • Ricardo Coutinho (PSB): 10%
  • Wallber Virgolino (PATRIOTA): 10%
  • Ruy Carneiro (PSDB): 9%
  • Edilma Freire (PV): 9%
  • João Almeida (SOLIDARIEDADE): 3%
  • Raoni (DEM): 1%
  • Anísio Maia (PT): 1%
  • Branco/Nulo: 13%
  • Não sabe/Não respondeu: 7%
Eleções 2020: intenção de votos para prefeito de João Pessoa  — Foto: TV Cabo Branco/Reprodução

Eleições 2020: intenção de votos para prefeito de João Pessoa — Foto: TV Cabo Branco/Reprodução

Ítalo Guedes (PSOL) e Rama Dantas (PSTU) tiveram menos de 1%. Camilo Duarte (PCO), Carlos Monteiro (REDE) e Rafael Freire (UP) não foram citados.

Eleições 2020: intenção de votos para prefeito de João Pessoa  — Foto: TV Cabo Branco/Reprodução

Eleições 2020: intenção de votos para prefeito de João Pessoa — Foto: TV Cabo Branco/Reprodução

Eleições 2020: intenção de votos para prefeito de João Pessoa — Foto: TV Cabo Branco/Reprodução

Eleições 2020: intenção de votos para prefeito de João Pessoa — Foto: TV Cabo Branco/Reprodução

Evolução

  • Cícero Lucena foi de 18% para 21%;
  • Nilvan Ferreira se manteve com 15%;
  • Ricardo Coutinho foi de 12% para 10%;
  • Wallber Virgolino se manteve com 10%;
  • Ruy Carneiro foi de 7% para 9%;
  • Edilma Freire foi de 5% para 9%;
  • João Almeida foi de 1% para 3%
  • Raoni foi de 2% para 1%;
  • Anísio Maia se manteve com 1%;
  • Ítalo Guedes (PSOL) não estava na primeira pesquisa e foi para 0%
  • Rama Dantas (PSTU) não foi citada na primeira pesquisa e foi para 0%.
  • Brancos e nulos foram de 20% para 13%;
  • Indecisos foram de 8% para 7%.

Rejeição

A pesquisa também perguntou em quem os eleitores não votariam de jeito nenhum. Os percentuais foram os seguintes:

  • Ricardo Coutinho (PSB): 53%
  • Cícero Lucena (PP): 30%
  • Ruy Carneiro (PSDB): 17%
  • Nilvan Ferreira (MDB): 17%
  • Wallber Virgolino (PATRIOTA): 16%
  • Anísio Maia (PT): 15%
  • Edilma Freire (PV): 13%
  • João Almeida (SOLIDARIEDADE): 13%
  • Raoni (DEM): 12%
  • Rafael Freire (UP): 11%
  • Rama Dantas (PSTU): 11%
  • Carlos Monteiro (REDE): 10%
  • Camilo Duarte (PCO): 8%
  • Ítalo Guedes (PSOL): 8%
  • Poderiam votar em todos: 1%
  • Não sabem ou preferem não opinar: 11%
Rejeição — Foto: TV Cabo Branco/Reprodução

Rejeição — Foto: TV Cabo Branco/Reprodução

Rejeição — Foto: TV Cabo Branco/Reprodução

Rejeição — Foto: TV Cabo Branco/Reprodução

Rejeição — Foto: TV Cabo Branco/Reprodução

Rejeição — Foto: TV Cabo Branco/Reprodução

Rejeição  — Foto: TV Cabo Branco/Reprodução

Rejeição — Foto: TV Cabo Branco/Reprodução

Os entrevistados podiam apontar mais de uma resposta, por isso a soma dos fatores apontados é de mais de 100%.

A pesquisa foi encomendada pela TV Cabo Branco.

Sobre a pesquisa

  • Margem de erro: 4 pontos percentuais para mais ou para menos
  • Quem foi ouvido: 602 eleitores da cidade de João Pessoa
  • Quando a pesquisa foi feita: 20 a 22 de outubro
  • Número de identificação na Justiça Eleitoral: PB-08581/2020.
  • O nível de confiança utilizado é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento eleitoral, considerando a margem de erro.

 

G1

 

 

Pandemia reduz exames de mama no SUS em 62%, diz pesquisa

Há sete anos, a dona de casa Maria Aparecida de Sousa, moradora de Valparaíso de Goiás, descobriu o câncer de mama após um autoexame. Anos depois da retirada e reconstrução da mama, Maria Aparecida segue com o acompanhamento médico e exames de rotina no Sistema Único de Saúde (SUS). Em uma das visitas à unidade hospitalar durante a pandemia, foi infectada pelo coronavírus e teve todos os compromissos no sistema público de saúde cancelados.

“Fui para a consulta e duas semanas depois comecei a sentir os sintomas. Fiz o exame e deu positivo. Fiquei em isolamento. Depois fiz outro teste e deu negativo. Meus exames foram todos cancelados depois que tive a Covid-19. Foi a época que tinham mais cuidados com os pacientes, cancelaram consultas e exames. Psicólogo e psiquiatra só por vídeo chamada e buscar receita é com o maior cuidado”, conta a dona de casa.

O caso da dona Maria Aparecida ilustra o resultado da pesquisa do Ibope Inteligência, a pedido da farmacêutica Pfizer, que revela que 62% das mulheres não foram realizar exames de detecção de câncer de mama este ano devido à pandemia. As mulheres com mais de 60 anos foram as mais afetadas de acordo com o estudo, 73% disseram não ir ao médico ginecologista ou mastologista por medo da Covid-19. “Agora em outubro, tinha consulta com mastologista e não fui. Tinha psiquiatra, não fui porque fiquei com medo de sair de casa. Meus filhos têm medo que eu pegue a Covid-19 novamente”, diz Maria Aparecida.

Entre as mulheres de 30 a 39 anos, 59% disseram estar aguardando a pandemia passar para ir ao médico, a menor taxa entre as entrevistadas. Dados da Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Amama (FEMAMA) revelam que a principal reclamação das pacientes atendidas desde o início da pandemia foi o cancelamento de consultas.

Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), o Brasil tem mais de 66 mil novos casos de câncer de mama todos os anos, com taxa estimada em 61,61 casos a cada 100 mil mulheres.

Cirurgias

Em números gerais as cirurgias de câncer no Brasil reduziram em 70% os procedimentos entre março e maio, segundo levantamento da Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica (SBCO) – redução de 116 mil cirurgias.

Os dados se estendem a outras áreas da medicina atendidas pelo SUS. As doenças cardíacas tiveram 70% das cirurgias canceladas em abril, de acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia Intervencionista (SBCI). Em relação a doenças renais, que provocam 35 mil mortes por ano, as cirurgias caíram 70% e os exames tiveram redução entre 50% e 80%, dependendo da região do país, segundo a Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN).

Para Maira Caleffi, mastologista e presidente voluntária da FEMAMA, os efeitos da pandemia no cancelamento de procedimentos no SUS serão sentidos a médio e longo prazo. “Os efeitos serão devastadores. Já tínhamos problemas de agilidade no acesso a diagnósticos e biópsias de lesões suspeitas antes da pandemia.

Piorou muito a espera. Isso certamente vai impactar, a médio e longo prazo, na sobrevida, na chance de cura dos pacientes com câncer. No caso de pacientes com câncer de mama isso é dramático. Talvez tudo que conseguimos com alerta da população em identificar o diagnóstico precoce, perdemos”, diz.

Na avaliação de Caleffi, um dos caminhos para o poder público conseguir minimizar os impactos da pandemia no sistema de saúde é através das parcerias público-privadas. “O setor privado está aparelhado e sob protocolos mais rígidos. Quem vai ter menos chance de cura são aquelas pessoas que só contam com o sistema público”, relata.

Mesmo com a pandemia e os efeitos no pós-crise, o Governo Federal planeja cortes no orçamento da saúde para o ano que vem. A intenção do Executivo é destinar ao Ministério da Saúde R$ 127,7 bilhões de reais, R$ 7 bilhões a menos do que em 2020. Com o acréscimo de gastos por conta da pandemia, o orçamento da saúde deste ano é de aproximadamente R$ 175 bilhões.

Fonte: Brasil 61

 

 

Pesquisa aponta que 87% das pessoas foram impactadas por campanhas do Setembro Amarelo

Maior parte dos entrevistados pela Toluna viu anúncios em sites e em redes sociais; apenas 30% lembram de ações realizadas por empresas

As campanhas realizadas por entidades e por empresas em relação ao Setembro Amarelo, mês de conscientização para prevenção do suicídio, impactaram 87% das pessoas, indica pesquisa feita pela Toluna com 850 respondentes.

A forma de comunicação mais efetiva, segundo a pesquisa, foram anúncios em sites na internet: 45% dos entrevistados disseram ter sido impactados nessa mídia. Logo na sequência aparecem as campanhas em redes sociais (43%), os posts de amigos ou conhecidos nessas redes (39%) e anúncios em rádio ou TV (37%).

O Setembro Amarelo é uma campanha de conscientização para a prevenção do suicídio, criada em 2015 no Brasil pela Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), Conselho Federal de Medicina (CFM) e Centro de Valorização da Vida (CVV), com a proposta de associar a cor amarela ao mês que marca o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio.

Quando perguntados se viram alguma ação promovida por empresas relacionada à campanha, apenas 30% dos pesquisados respondeu afirmativamente; 51% respondeu que não viram, 19% não souberam dizer. As marcas mais citadas foram (em ordem alfabética):  Bradesco, Globo, Itaú, Natura, O Boticário, Spotify, Uber e Unilever.

Questionados se conhecem ações voltadas ao Setembro Amarelo feitas pelo governo ou por ONGs, 62% disse conhecer, mas não ter participado. Já 23% disse conhecer e ter participado ativamente das ações, e 15% disse não saber.

Com relação ao CVV, que atua desde 1962 oferecendo serviço voluntário de apoio emocional em todo o país, 44% dos entrevistados afirmou conhecer e saber sobre o trabalho desempenhado pela entidade; já 43% disse já ter ouvido falar do Centro, mas não conhece seu trabalho; e 12% não conhece a organização. Entre os que conhecem seu trabalho do CVV, 80% considera suas ações satisfatórias.

A preocupação com o estado mental de outras pessoas foi identificada como predominante entre os participantes da pesquisa. 62% afirmou que costuma ajudar ou já ajudou quem esteja enfrentando esse problema, independente da relação; 34% também disse ajudar, mas especialmente se for da família ou alguma relação muito próxima. Apenas 3% disse não se importar.

A pesquisa da Toluna também questionou sobre a importância do governo em ações de prevenção ao suicídio. 93% respondeu que os cuidados com a saúde devem ser prioridade; 5% disse que são fundamentais, desde que não gerem custos elevados; 1% afirmou não saber e 1% disse que não, pois o governo tem outras prioridades.

A escola foi indicada pelos entrevistados como local ideal para abordar temas relacionados à prevenção do suicídio. Questionados sobre a necessidade de falar abertamente sobre o assunto nas escolas, 79% dos respondentes afirmou que sim, é importante falar abertamente sobre suicídio com os jovens; 15% disse ser favorável ao debate com os jovens, mas com cautela e somente com estudantes de ensino médio; 2% respondeu não saber e 2% disse ser contra, com receio de que isso possa incentivar os jovens. Já 1% disse que esse assunto não deve ser debatido nas escolas, mas sim em casa pelos pais.

A pesquisa ainda questionou os 850 entrevistados sobre a ocorrência de pensamentos suicidas, e se haviam buscado ajuda profissional. 60% respondeu nunca ter pensado em suicídio. Entre os que responderam que sim, 15% disse não ter pedido ajuda, 11% disse ter pedido ajuda a familiares e profissionais, 8% afirmou ter contado só com o auxílio de pessoas próximas e 4% buscou direto ajuda profissional.

A pesquisa da Toluna foi realizada entre os dias 20 e 22 de setembro de 2020, com 850 pessoas das classes A, B e C, segundo critério de classificação de classes utilizado pela Abep – Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa, onde pessoas da classe C2 tem renda média domiciliar de R$ 4.500 por mês. Estudo feito com pessoas acima de 18 anos, de todas as regiões brasileiras, com 3 pontos percentuais de margem de erro e 95% de margem de confiança.

Recentemente a Toluna passou por um processo de rebranding e tornou-se a marca principal e holding do grupo que conta também com a Harris Interactive e KuRunData. As três empresas têm um histórico de fornecer insights sob demanda para muitas das principais empresas, agências e organizações do mundo, empregando 1.500 pessoas em 24 escritórios em seis continentes. Com 20 anos de inovação, a Toluna reforça sua visão contínua de democratizar a pesquisa de mercado.

 

Sobre a Toluna

A Toluna fornece insights em tempo real sobre os consumidores na velocidade da economia sob demanda. Ao combinar a escala global e a experiência local com tecnologia inovadora e design de pesquisa premiado, ajudamos os clientes a explorar o amanhã, agora. A Toluna é a empresa controladora da Harris Interactive Europe e da KuRunData. Juntos, elas se esforçam para levar o campo da pesquisa de mercado para um amanhã melhor. Para mais informações, visite tolunacorporate.com.

 

 

Pesquisa Ibope em João Pessoa: Cícero, 18%; Nilvan, 15%; Ricardo, 12%; Wallber, 10%

Pesquisa Ibope divulgada pela TV Cabo Branco nesta segunda-feira (5) aponta os seguintes percentuais de intenção de voto para a Prefeitura de João Pessoa nas Eleições 2020:

  • Cícero Lucena (PP): 18%
  • Nilvan Ferreira (MDB): 15%
  • Ricardo Coutinho (PSB): 12%
  • Wallber Virgolino (PATRIOTA): 10%
  • Ruy Carneiro (PSDB): 7%
  • Edilma Freire (PV): 5%
  • Raoni (DEM): 2%
  • Anísio Maia (PT): 1%
  • João Almeida (SOLIDARIEDADE): 1%
  • Branco/Nulo: 20%
  • Não sabe/Não respondeu: 8%
Eleições 2020: intenção de voto para prefeito de João Pessoa — Foto: TV Cabo Branco/Reprodução

Eleições 2020: intenção de voto para prefeito de João Pessoa — Foto: TV Cabo Branco/Reprodução

Camilo Duarte (PCO), Carlos Monteiro (REDE), Pablo Honorato Nascimento (PSOL) e Rafael Freire (UP) tiveram menos de 1%. Rama Dantas (PSTU) não foi citada.

Eleições 2020: intenção de voto para prefeito de João Pessoa  — Foto: TV Cabo Branco/Reprodução

Eleições 2020: intenção de voto para prefeito de João Pessoa — Foto: TV Cabo Branco/Reprodução

Rejeição

A pesquisa também perguntou em quem os eleitores não votariam de jeito nenhum. Os percentuais foram os seguintes:

  • Ricardo Coutinho (PSB): 43%
  • Cícero Lucena (PP): 30%
  • Ruy Carneiro (PSDB): 18%
  • Nilvan Ferreira (MDB): 16%
  • Wallber Virgolino (PATRIOTA): 13%
  • Anísio Maia (PT): 11%
  • Edilma Freire (PV): 11%
  • João Almeida (SOLIDARIEDADE): 10%
  • Raoni (DEM): 9%
  • Pablo Honorato Nascimento (PSOL): 8%
  • Rama Dantas (PSTU): 8%
  • Camilo Duarte (PCO): 7%
  • Rafael Freire (UP): 7%
  • Carlos Monteiro (REDE): 6%
  • Poderiam votar em todos: 2%
  • Não sabem ou preferem não opinar: 14%
Rejeição — Foto: TV Cabo Branco/Reprodução

Rejeição — Foto: TV Cabo Branco/Reprodução

Rejeição — Foto: TV Cabo Branco/Reprodução

Rejeição — Foto: TV Cabo Branco/Reprodução

Rejeição — Foto: TV Cabo Branco/Reprodução

Rejeição — Foto: TV Cabo Branco/Reprodução

Os entrevistados podiam apontar mais de uma resposta, por isso a soma dos fatores apontados é de mais de 100%.

A pesquisa foi encomendada pela TV Cabo Branco.

Sobre a pesquisa

  • Margem de erro: 4 pontos percentuais para mais ou para menos
  • Quem foi ouvido: 602 eleitores da cidade de João Pessoa
  • Quando a pesquisa foi feita: 3 e 4 de outubro
  • Número de identificação na Justiça Eleitoral: PB-07812/2020
  • O nível de confiança utilizado é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento eleitoral, considerando a margem de erro.

 

G1

 

 

Recuperados da Covid-19 podem ter problemas de audição e tontura, diz pesquisa da UFPB

Dados preliminares de pesquisa da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) indicam que recuperados da Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus, podem apresentar zumbido, ouvido abafado, tontura e desequilíbrio, além de diminuição do olfato, cefaleia e alterações musculares.

O estudo, realizado por meio de questionário virtual, em todo o território brasileiro, é desenvolvido pelos pesquisadores Hionara Barboza e Rubens Jonatha, sob orientação das professoras Ana Loísa Araújo e Marine Rosa, do curso de Fonoaudiologia da UFPB.

Segundo Marine Rosa, a pesquisa tem o objetivo de investigar a ocorrência de sinais e sintomas auditivos e vestibulares em pacientes recuperados da Covid-19. Além disso, correlacioná-los à gravidade das manifestações da infecção, presença de comorbidades anteriores ao período de recuperação, tratamento farmacológico administrado, idade e gênero dos pacientes.

“Além do contexto de infecções virais serem danosas para a estrutura do ouvido interno, vias auditivas e vestibulares retrococleares, o uso de medicamentos ototóxicos, ou seja, tóxicos para essa região do corpo humano, podem potencializar a ocorrência da perda auditiva e/ou alterações vestibulares. Alguns desses medicamentos são utilizados no tratamento dos sintomas da Covid-19, como antimaláricos, antibióticos, antivirais, entre outros”, explica a professora da UFPB.

De acordo com Marine Rosa, com os dados da pesquisa, haverá a possibilidade de identificar e direcionar ações preventivas, diagnósticas e de reabilitação auditiva, favorecendo a assistência personalizada, precisa, preventiva e pervasiva à saúde da população.

“Com poucos dias de coleta, já recebemos um bom feedback da amostra que participou do estudo, até o presente momento. Almejamos pelo menos 150 participantes para darmos início à análise dos dados e prepará-los para publicação. Nosso intuito é desenvolver e direcionar ações de prevenção, diagnóstico e reabilitação audiológica para esta população”, reforça a docente da UFPB.

 

portalcorreio

 

 

Governo autoriza IBGE a contratar 6,5 mil profissionais para pesquisa

O Ministério da Economia autorizou a Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) a contratar, por tempo determinado, 6,5 mil profissionais para operacionalização das pesquisas permanentes do órgão. A portaria de autorização foi publicada nesta sexta-feira (11) no Diário Oficial da União e visa reforçar o quadro de pessoal do IBGE, à substituição de servidores e empregados públicos.

Os profissionais poderão ser contratados a partir de janeiro de 2021 e somente serão formalizados mediante disponibilidade de orçamento específico. O prazo de duração dos contratos deverá ser de até um ano, podendo ser prorrogados para a conclusão das atividades.

O edital de abertura das inscrições para o processo seletivo simplificado deverá ser lançado em até seis meses. O IBGE definirá a remuneração dos profissionais a serem contratados. As vagas estão divididas em Agente de Pesquisas e Mapeamento (5.623), Supervisor de Coleta e Qualidade (552), Agente de Pesquisas por Telefone (300) e Supervisor de Pesquisas (25).

Em razão da pandemia de covid-19, atualmente, o instituto mantém as pesquisas em campo por telefone. “É importante que a sociedade entenda a relevância da continuidade da produção das informações e atenda o IBGE pelo telefone para garantir que as informações que o país precisa continuem sendo produzidas”, destacou o órgão.

O atendimento telefônico gratuito do IBGE 0800 721 8181 está operando remotamente e através dele o informante pode confirmar a identidade do entrevistador.

 

Agência Brasil

 

 

Pesquisa aponta que pacientes obesos têm mais chances de desenvolver forma grave da Covid-19

Estudo publicado por pesquisadores brasileiros concluiu que a probabilidade de uma pessoa obesa desenvolver a forma grave da Covid-19 é alta, independente da idade, do sexo, etnia e da existência de comorbidades, como diabetes e hipertensão.

Os autores atestaram que a obesidade, por si só, é um fator que favorece a progressão rápida do novo coronavírus e aumenta as chances de pacientes serem internados em Unidades de Terapia Intensiva (UTI) e a probabilidade da doença levar ao óbito dos infectados.

O estudo incluiu dados de nove estudos clínicos que, juntos, acompanharam a evolução da Covid-19 em 6.577 pacientes de cinco países. O artigo foi publicada na revista científica Obesity Research & Clinical Practice.

Fonte: Brasil 61

 

 

Confinamento deixa 75% dos alunos ansiosos, irritados ou tristes, diz pesquisa

Os dados são assustadores: 75% dos alunos da rede pública de São Paulo se mostram ansiosos, irritados ou tristes no confinamento.

Com o ensino remoto imposto pela pandemia, metade dos pais desses estudantes diz acreditar que eles não estarão preparados para concluir o ano letivo, e 70% dos que têm filhos entre o 6º e o 9º ano acham que seria melhor que ficassem na mesma série em 2021.

As crianças e os jovens não estão motivados a estudar em casa (57%) e enfrentam problemas na rotina de estudo (62%). O temor de que os filhos abandonem a escola atinge 33% dos pais.

Esse é o resultado de um levantamento que tem o objetivo de mapear as dificuldades decorrentes do fechamento das escolas, realizado pelo Datafolha, em parceria com a Fundação Lemann, o Itaú Social e a Imaginable Futures. Os dados foram encaminhados para o governo do Estado, que nesta sexta-feira (7) anuncia se haverá ou não mudanças no plano de retomada na educação.

Por ora, a regra é que as escolas só serão abertas quando pelo menos 80% da população do estado estiver há 28 dias na fase amarela e 20% há 14 dias. Até a última reclassificação, cerca de 60% estavam no amarelo e, para que se cumpra a previsão de volta às aulas presenciais em 8 de setembro, é preciso que 20% avancem para essa etapa no anúncio de amanhã do governo.

A pesquisa do Datafolha mostra que os estudantes têm se esforçado no confinamento, na medida do possível. Foram 79% os entrevistados que responderam que os filhos haviam feito alguma atividade escolar na última semana.

Apesar disso, é baixo o tempo dedicado aos estudos: apenas 28% dedicam mais de três horas diárias. E, ainda mais grave do que isso: 15% dos alunos não têm nenhum acesso à internet ou contam com redes de má qualidade. São mais de 470 mil crianças e jovens no estado.

Apesar de todas essas dificuldades com as aulas remotas, a volta às presenciais é vista com preocupação, o que é natural e aconteceu também em outros países vitimados pela pandemia que já reabriram as escolas. Dentre os pais da rede estadual paulista, 88% receiam que os filhos possam contrair a Covid-19 na reabertura das escolas. É diferente da sensação dos estudantes: apenas 23% têm medo de voltar.

A pesquisa mostra o que os pais da rede estadual consideram que valerá a pena para que os filhos se recuperem após a retomada das aulas presenciais: seguir com aulas remotas somadas às presenciais (84%), ter aulas aos sábados (69%), ter mais horas de aula por dia (67%) e prorrogar o ano letivo para 2021 (73%).

O Datafolha entrevistou 424 responsáveis por 598 estudantes de 6 a 18 anos matriculados na rede pública, com uma margem de erro de cinco pontos percentuais, para mais ou para menos. A confiabilidade dos resultados é de 95%.

A decisão sobre a retomada na educação deve levar essa realidade em consideração, somada a um cálculo seguro sobre os riscos de propagação da pandemia.

O medo dos pais, ainda que a maioria das pesquisas internacionais apontem como baixa a contaminação de crianças, deve ser visto como consequência inevitável de um tempo traumático e imerso em desinformação. Tornar a volta uma opção das famílias, que poderão equacionar riscos e temores particulares, é o primeiro passo para uma decisão acertada. E o segundo, mais improvável, é tirar da conta o jogo político.

 

FOLHAPRESS

 

 

Vice prefeito Guga Aragão diz que decisão do candidato a prefeito da situação será feita após avaliação de pesquisa interna

Nesta segunda (13), o Vice prefeito e um dos pré-Candidatos da Situação na cidade de Bananeiras, participou de entrevista na Rádio Talismã FM de Belém, onde falou de vários projetos que tem para cidade, além de suas expectativas com relação a uma possível candidatura a prefeito: “fui cobrado pra ser candidato pelas pessoas que me acompanhavam, que acompanhavam a minha trajetória política”, afirmou o Guga.

Sobre o fato de ter em seu mesmo grupo político outro pré-candidato a prefeito o Vereador Ramon Moreira, Guga alegou ter um bom relacionamento e que apesar dos dois disputarem o mesmo espaço tudo esta ocrrendo de maneira ética e que estão preparados para aceitar as decisões do grupo e do povo de Bananeiras:“Não adianta dar murro em ponta de faca, Não adianta querer ser candidato a força, Não tenho nada contra Ramon Moreira, porém quero ser candidato a prefeito pelo meu grupo político”.

Afirmou ainda o Vice prefeito que será feita uma pesquisa interna pra melhor avaliação dos pré-candidatos e que está preparado para servir ao grupo da maneira que for melhor e que se não for escolhido contribuirá  para as eleições para o êxito de  seu bloco político.

 

politicaemrede