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Polícia encontra casa com 140 pés de maconha em Santa Rita

Os vizinhos não souberam explicar como era o que movimento na residência. (Foto: Reprodução/Secom-PB)

Na noite dessa quarta-feira (14), a Polícia Militar encontrou uma casa que era usada para cultivar maconha na cidade de Santa Rita, na Grande João Pessoa. Também era produzida uma variação da droga, o skunk – que tem efeito sete vezes maior em relação ao tipo comum.

Segundo a PM, foram encontrados pelo menos 200 pés de maconha na residência. Em um dos cômodos havia uma estufa equipada com lâmpadas especiais e ar-condicionado.

Em outro cômodo da casa, estava sendo construída outra estufa. Os vizinhos não souberam explicar como era o que movimento na residência.

O dono da casa ainda não foi localizado e a PM acredita que os suspeitos que foram vistos na residência, o que motivou a denúncia, estavam praticando um furto no local.

Droga incinerada

Com a chegada do delegado, a maconha foi toda incinerada, conforme prevê a lei de drogas desde 2014. Os equipamentos encontrados no local foram levados para a 6ª Delegacia Distrital, em Santa Rita.

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Mãos e pés sempre frios podem indicar problemas vasculares

pesFrequentemente, pacientes queixam-se da sensação de frio nas extremidades (mãos e pés). Essa sensação pode ser permanente ou ocorrer em episódios e às vezes é acompanhada de “formigamentos”.

Primeiramente, vamos deixar uma coisa bem clara, para evitarmos trazer medo desnecessário aos leitores: na vasta maioria das vezes, esse desconforto tem caráter benigno, podendo ser uma característica da fisiologia de cada pessoa, uma resposta exacerbada a mudanças de temperatura ou mesmo fatores desconhecidos.

No entanto, para uma minoria de pacientes, a frialdade dos pés pode ser sinal de doença vascular, particularmente quando vem acompanhada de outros sintomas mais severos, tais como dores nas panturrilhas ao andar, palidez ou arroxeamento dos pés e feridas dolorosas e de difícil cicatrização.
A aterosclerose é uma doença caracterizada pela formação de placas de gordura nos vasos arteriais provocando seu entupimento, o que leva a deficiência na circulação sanguínea, particularmente nas partes mais extremas do corpo, como os pés. Assim, estes se tornam mais frios, podendo ainda haver dor nas pernas e pés. As principais causas de aterosclerose são a hipertensão arterial, o diabetes, o cigarro e as dislipidemias (colesterol sanguíneo alto), e usualmente atingem indivíduos acima dos 50-60 anos.

Outra doença circulatória mais rara, porém severa e diretamente associada ao hábito de fumar, é a arterite, uma espécie de inflamação nas artérias que apresenta sintomas semelhantes aos das obstruções provocadas pela aterosclerose. Costuma atingir indivíduos mais jovens, às vezes com menos de 40 anos.

Existem ainda doenças chamadas vasculites, que são processos inflamatórios que atingem vasos sanguíneos muito pequenos, que pode estar associado a doenças como o reumatismo.

De forma oposta, certos pacientes apresentam grande sensibilidade ao frio, e quando têm suas mãos ou pés expostos a baixas temperaturas, apresentam uma forte reação de palidez e/ou cianose (arroxeamento) dos dedos, associada a dor. É o fenômeno de Raynauld, que pode ocorrer isolado ou ser prenúncio de alguns tipos de doenças reumatológicas.

Cada uma dessas doenças tem um tratamento bastante específico e o cirurgião vascular é o especialista mais adequado para identificar problemas mais graves associados a essa sensação.

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Bebê tem pés queimados ao ser levado de UTI para quarto de hospital

Bebê de 1 ano com queimaduras de segundo grau nos dois pés (Foto: Fernanda Aguiar/Arquivo Pessoal)
Bebê de 1 ano com queimaduras de segundo grau nos dois pés (Foto: Fernanda Aguiar/Arquivo Pessoal)

A Polícia Civil do Distrito Federal investiga as circunstâncias em que um bebê de 1 ano sofreu queimaduras de segundo grau nos dois pés dentro do Hospital Brasília, no Lago Sul. Segundo a mãe, a publicitária Fernanda Aguiar, de 34 anos, o incidente aconteceu quando Miguel era transferido da UTI para o quarto, após 18 dias de internação por causa de uma otite. O menino foi levado em pé em um berço junto com uma garrafa térmica, que vazou água quente. O líquido atingiu o menino. A unidade de saúde instalou comitê interno para apurar os fatos.

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A mãe afirma que uma série de erros aconteceu nos dias em que Miguel esteve internado, desde alimentação errada até má prestação de serviços. “Ele tem alergia à proteína do leite e era sempre oferecido mingau com lactose, por exemplo. Eu trazia a mamadeira de casa e não deixavam a gente esterilizar lá. Pedia todos os dias um raio X e nada era feito. Nos últimos dias, fomos descobrir que ele estava com pneumonia e que a otite tinha se agravado. Só não transferimos ele de lá porque não havia outras vagas.”

O garoto foi levado para o quarto na última quinta-feira (22). Ele tomaria os últimos antibióticos e seria liberado para tratamento em casa, na véspera da festa de aniversário do 1 ano. Fernanda e o marido, deixaram o garoto aos cuidados da avó materna para poder limpar a casa.

Após queimadura, bolhas se formaram no pé de Miguel, de 1 ano (Foto: Fernanda Aguiar/Arquivo Pessoal)Bolhas que se formaram no pé de Miguel, de 1 ano (Foto: Fernanda Aguiar/Arquivo Pessoal)

“A medicação foi feita e tudo estava correndo como previsto. Às 23h17, a minha mãe me liga, desesperada ao telefone com o nosso menino aos berros, informando que Miguel estava com os pés queimados. Eu fiquei desesperada, só pensava coisas ruins. Quando cheguei até o hospital e vi o jeito que as queimaduras estavam, entrei em choque. Ele estava desfalecido, todo molinho e suado de tanto  chorar”, conta Fernanda.

Às 23h17, a minha mãe me liga, desesperada ao telefone com o nosso menino aos berros, informando que Miguel estava com os pés queimados. Eu fiquei desesperada, só pensava coisas ruins. Quando cheguei até o hospital e vi o jeito que as queimaduras estavam, entrei em choque. Ele estava desfalecido, todo molinho e suado de tanto  chorar”
Fernanda Aguar,
mãe do bebê

Segundo a publicitária, o transporte do paciente dentro do berço é um procedimento do Hospital de Brasília. A medida ocorre porque carregar a criança no colo pode colocá-la em risco de queda. A mãe diz que Miguel foi transportado em pé, com todos os objetos pessoais – mala, sacola de brinquedos e caixa de fraldas – e a garrafa térmica.

“O berço virou um caminhão de mudanças. As coisas dele estavam há 18 dias no chão, porque não havia lugar para colocar. A garrafa térmica, que era o único jeito de esterilizar as mamadeiras, estava fervendo. A enfermeira responsável pela UTI Pediátrica autorizou e acompanhou a transferência nessas condições. Foi uma sessão de terror, erros primários que ocasionaram em queimaduras de 2° grau.”

Após o episódio, um cirurgião plástico conversou com os pais e fez curativos. Porém, segundo Fernanda, o Hospital Brasília não se pronunciou e nem pediu desculpas pelo erro. Ela registrou um boletim de ocorrência e pretende entrar na Justiça contra a empresa.

Miguel com os dois pés enfaixados (Foto: Fernanda Aguiar/Arquivo Pessoal)Miguel com os dois pés enfaixados (Foto: Fernanda Aguiar/Arquivo Pessoal)

“Ele [o hospital] me disse que as queimaduras não afetaram nenhum tecido, nenhuma articulação e que não irá comprometer os movimentos dele. Eu só queria um pedido de desculpas, um telegrama. Eles não entraram em contato comigo para nada”, lamentou.

Meu filho está de volta em casa, mas em condições que jamais pensei trazê-lo de um hospital, ainda mais sendo particular e renomado. Olho para ele e não consigo não pensar na dor que sentiu. Fico imaginando como seria bom tê-lo de volta andando e brincando”
Fernanda Aguiar,
mãe do bebê

Por nota, o Hospital de Brasília informou ao G1 que está prestando todo o atendimento para tornar a recuperação de Miguel mais breve possível. Segundo a empresa, a criança está sendo acompanhada por equipe de cirurgia plástica e permanecerá com estes cuidados até recuperação total.

“Sobre o episódio ocorrido no dia 22 de outubro nas dependências do Hospital Brasília, informamos que a criança estava internada para tratamento de uma síndrome infecciosa. No dia da alta da UTI para o apartamento ocorreu um incidente, e desde então o hospital está prestando todo o atendimento. O Hospital Brasília informa que instaurou um comitê interno para apuração dos fatos.”

A mãe de Miguel diz que a única coisa que resta é rezar para que o filho se recupere rapidamente e possa voltar a andar normalmente, sem problemas físicos. Segundo ela, mantê-lo tranquilo tem sido uma missão difícil. Ela diz que a  criança está assustada, com medo até de pessoas conhecidas e extremamente sensível.

“Meu filho está de volta em casa, mas em condições que jamais pensei trazê-lo de um hospital, ainda mais sendo particular e renomado. Olho para ele e não consigo não pensar na dor que sentiu. Fico imaginando como seria bom tê-lo de volta andando e brincando. Tenho fé que suas feridas vão curar e que Deus vai derramar suas bênçãos para que ele não fique com nenhuma cicatriz nem sequela.”

G1

Corpo de criança é encontrado com mãos e pés amarrados em matagal de João Pessoa

Reprodução/ O Cabuloso
Reprodução/ O Cabuloso

O corpo de uma criança de aproximadamente 10 anos foi encontrado na madrugada desta sexta-feira (12), em um matagal nos Funcionários 2, Zona Sul da Capital. A vítima foi encontrada com mãos e pés amarrados e com dois tiros na cabeça.

Segundo informações da Polícia Civil, nas primeiras horas da manhã, moradores fizeram um chamado afirmando terem encontrado o corpo de uma criança, com tiros na cabeça e com mãos e pés amarrados. Chegando ao local do crime a polícia constatou o ocorrido. O garoto morava com a mãe no João Paulo Segundo.

 

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A criança fazia fretes para um supermercado do Grotão e não tinha passagem pelo Centro Educacional do Adolescente (CEA), mas segundo alguns moradores da redondeza, apesar da pouca idade, ele já se envolvia com pessoas suspeitas.

Até o momento não se sabe quem teria cometido o crime e nem suas motivações. O IML foi acionado para levar o corpo da criança e o caso foi encaminhado para a Delegacia de Homicídios da Capital.

 

Por Maria Izabel Rodrigues

Detento foge do Clementino Fraga algemado e com pés acorrentados; Não foi encontrado

clementino-fragaUm detento da Penitenciária de Segurança Máxima, Geraldo Beltrão, em Mangabeira, fugiu do Complexo de Doenças Infectocontagiosas, Clementino Fraga, na madrugada do sábado (1), onde fazia tratamento. A fuga só foi confirmada nesta segunda (3).

O detento, Rildo Ferreira Dantas, 28, cumpre pena por furto na Máxima de Mangabeira, fugiu com as mãos e pés algemados.

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A diretoria da penitenciária, Rildo estava na casa de saúde desde o dia 6 de janeiro tratando uma tuberculose. Dois agentes faziam a escolta do apenado, eles contaram durante depoimento na 9ª Delegacia Distrital, que o apenado estava algemado e com os pés acorrentados, além disso, acrescentaram que Rildo deve ter fugido pela janela.

Buscas foram feitas para recapturar o apenado, foram acionadas a Força Tática Penitenciária, Gesipe e a Polícia Militar para realizar buscas, além de vistorias na casa da esposa e parentes dele, mas o fugitivo não foi encontrado.

O secretário de Administração Penitenciária da Paraíba, Wallber Virgolino, adiantou que vai abrir uma sindicância para apurar se houve negligência dos agentes penitenciários e não descartou o afastamento das pessoas que faziam a custódia do preso.

paraíba.com.br

 

Fórmula para bumbum perfeito inclui até pés de galinha no menu

bumbumVocê acha que é fácil ser finalista de um concurso de beleza de bumbum? Ao contrário das celebridades, que juram que basta beber bastante água para ser deslumbrante, as finalistas do Miss Bumbum Brasil 2013 entregam o ouro. Para ter um bumbum irretocável é preciso muita dedicação.

 

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Analisando as respostas das concorrentes, que foram entrevistadas na última semana pelo Delas, a conclusão que chegamos é que não adianta malhar se a alimentação não for regrada. E não adianta seguir a dieta à risca se os “agachamentos”, “quatro apoios” e outros exercícios não forem rotina. E para completar, depois de tanto esforço, os tratamentos estéticos dão o polimento final.Quer seguir a dieta das candidatas a Miss Bumbum? O primeiro item da lista de compras tem de ser batata-doce. O tubérculo é unanimidade no prato das meninas, que se beneficiam dos antioxidantes e do baixo índice glicêmico do alimento. Além da batata-doce, as meninas não dispensam frango, atum e ovos. A candidata Rô Fraga, que representa o Piauí, defende os benefícios do pé de galinha. Isso mesmo: segundo ela, as patinhas da ave são ricas em colágeno. “Pouca gente sabe, mas faz muito bem”, afirma Rô.Na hora de malhar, dois exercícios são os campeões: quatro apoios e agachamento . O objetivo é trabalhar, além dos glúteos, o que está em volta: coxas, cintura, quadril. As meninas ainda fazem abdominais e exercícios aeróbicos. Nem pensar em ganhar peso, ainda mais nesta fase antes da final: uma candidata já foi eliminada por dar uma engordadinha. Aline Bernardes, finalista pelo Mato Grosso do Sul, ressalta a importância de fazer os exercícios corretamente: “Desta forma, todos são benéficos para a forma física”.O polimento final, depois de tanta dedicação, vem com os tratamentos estéticos . Drenagem linfática é um hit: elimina o excesso de líquidos e melhora muito a aparência da celulite. Massagem modeladora e aparelhos como Vela Shape e Manthus também são queridinhos.

Thaina Alves, candidata do Alagoas.

Delani Rissi, candidata do Amazonas.

Cida Alves, candidata da Bahia

Sheyla Mell, candidata do Ceará.

Juliana Guerin, candidata do Distrito Federal

Fernanda Lemes, candidata do Espírito Santo.

Dai Macedo, candidata de Goiás

Janaína Bueno, candidata do Maranhão

Christiane Guimma, candidata do Mato Grosso

Aline Bernardes, candidata do Mato Grosso do Sul

Fonte: Paraíba Urgente

Travesti paraibano é encontrado morto com mãos e pés amarrados no apartamento em Curitiba, no Paraná

O travesti paraibano Edmilson Pedro dos Santos, 42 anos, conhecido como ‘Mônica Santclear’ e ‘Katita’ foi encontrado morto nessa segunda-feira (12), dentro seu apartamento localizado na rua 13 de Maio, no centro da cidade de Curitiba, no estado do Paraná.

De acordo com a Delegacia de Homicídio da cidade paranaense, a vítima estava desaparecida há pelo menos quatro dias. Vizinhos sentiram um mau cheiro vindo do apartamento do travesti e acionaram a polícia.

Quando os policiais arrombaram a porta do imóvel encontraram a vítima morta com as pernas e braços amarrados. O corpo estava em estado de decomposição. Havia sinais de tortura e uma camisa que pode ter sido usada para sufocar a vítima, conforme informou a imprensa local.

Mônica, como era conhecida em Curitiba, fazia programas e uma briga por causa de dinheiro pode ser a motivação do crime. A vítima era muito conhecida na Europa.

Familiares do travesti embarcaram para Curitiba para reconhecer o corpo e trazê-lo para sepultamento na cidade de Santa Rita, região metropolitana de João Pessoa.

A polícia local colheu pistas na tentativa de elucidar o crime.

Hyldo Pereira

Projeto de incentivo ao reflorestamento distribui dois mil pés de árvores em Guarabira

 

A ida dos Romeiros ao Memorial de Frei Damião em Guarabira (PB), no domingo (27), foi um momento forte porque marcou o aniversário dos 15 anos de morte do frade capuchinho e da festa de Pentecostes. O apelo em prol do reflorestamento também encontrou espaço.

O “projeto Muda”, que tem aproveitado os espaços das celebrações religiosas para motivar o gosto pelo zelo ao meio ambiente, repetiu no domingo o que vem sendo uma praxe e distribuiu dois mil pés de árvores para os fieis.

Luís Carlos, coordenador do projeto, agradeceu ao apoio recebido pela Diocese de Guarabira, a divulgação e colaboração dada pelo padre Gaspar Rafael na Romaria de Frei Damião.

Os próximos eventos devem acontecer nas cidades de Bananeiras e Solânea na semana Nacional do Meio Ambiente, no mês de junho. “Dessa vez, com o apoio das secretarias de Educação dos dois municípios, a perspectiva é que sejam distribuídas em média cinco mil mudas de diversas espécies”, acredita Luís Carlos.

O projeto vem incentivando o plantio nesta parte da região do Agreste, onde já distribuiu mais de 15 mil mudas só este ano.

Galeria de fotos

Redação/Focando a Notícia

Bailarinas que queimaram pés na PB dizem só voltar a andar em um mês

Dançarinas estão internadas em hospital de Campina Grande (Foto: Reprodução/TV Paraíba)

Duas universitárias que foram internadas depois de sofrer queimaduras durante uma apresentação de dança em Campina Grande declararam nesta segunda-feira (30) que só devem voltar a colocar os pés no chão dentro de um mês. As bailarinas foram submetidas a uma limpeza cirúrgica e tiveram os pés enfaixados. Elas estão na unidade de terapia de queimados do Hospital de Emergência e Trauma e esperam receber alta na terça-feira (1º), mas não têm esperanças de voltar para casa andando. Devido à sensibilidade da pele, a equipe médica avalia que elas só poderão se apoiar com os pés quando estiverem totalmente recuperadas.

Em entrevista à TV Paraíba, elas reclamaram da estrutura do palco disponibilizado pela prefeitura para a performance. Apesar da primeira informação dada pela companhia de dança de que as bailarinas usavam sapatilhas, elas disseram que fizeram a coreografia de dança do ventre descalças. As jovens tiveram queimaduras de segundo grau devido à alta temperatura do tablado, que estava coberto por uma borracha preta e não possuía tenda para amenizar os efeitos do sol. As apresentações aconteceram no sábado (28) ao ar livre na Praça da Bandeira, no Centro da cidade, durante uma comemoração do Dia Internacional da Dança.

Mariaugusta Ferreira Mota, de 25 anos, e Girlaine Tamires dos Santos, de 24, disseram que precisaram ser carregadas no colo quando terminaram o número. “A gente percebeu que outras pessoas estavam sentindo desconforto durante a apresentação”, disse Mariaugusta. Assim que desceu do tablado, ela e outros cinco amigos da companhia procuram atendimento médico, sendo duas pessoas por insolação e quatro por queimaduras. Elas questionaram a ausência de uma tenda ou algum tipo de cobertura no palco, uma vez que o evento estava sendo realizado no fim da manhã, quando a temperatura ainda estava alta.

“Quando a gente chegou à Praça da Bandeira, a gente se surpreendeu logo de vista com a falta de estrutura, porque estava um tablado com um linóleo, que é um emborrachado preto, e não havia cobertura. A gente se preocupou, mas como a gente tinha o compromisso de se apresentar e o público estava aguardando, a gente dançou se arriscando mesmo. Foi total falta de responsabilidade dos organizadores do evento porque deixou os artistas à mercê”, reclamou Girlaine.

Tablado montado em praça era coberto por borracha e não tinha estrutura para aparar luz do sol (Foto: Reprodução/TV Paraíba)Tablado montado em praça não tinha estrutura para
aparar luz do sol (Foto: Reprodução/TV Paraíba)

Em resposta às críticas, a secretária de Cultura de Campina Grande, Eneida Agra Maracajá, informou que os grupos foram convidados a participar do evento e que nenhum dançarino era obrigado a subir ao palco. Segundo ela, a opção de se apresentar descalço foi tomada exclusivamente pelos integrantes da companhia de dança e a prefeitura não teria responsabilidade pela escolha dos integrantes.

Segundo Luciana Nóbrega, diretora e coreógrafa da Cia. de Danças Caravana, seis bailarinos do mesmo grupo se apresentaram. Duas jovens calçaram as sapatilhas e os outros quatro decidiram entrar descalços. Apesar das críticas feitas pelas dançarinas à organização do evento, ela assumiu que alguns integrantes optaram por subir no tablado descalço e não se preveniram. “Eles estavam na correria e não foram checar a temperatura do piso”, comentou.

Conforme Luciana, as duas jovens que usaram sapatilhas tiveram sintomas de insolação. Já as outras quatro pessoas que dançaram descalças sofreram ferimentos e foram levadas de imediato para hospitais. Ela diz que todos receberam assistência de funcionários da Secretaria Municipal de Cultura. Dois rapazes foram atendidos e receberam alta no mesmo dia, enquanto Mariaugusta e Girlaine permaneceram internadas.

G1 PB