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Especialistas traçam perfil de agressores de mulheres; identifique características abusivas em 5 pontos

Identificar um agressor de mulher não é tarefa simples. Em geral, este criminoso não tem características aparentes como a arma em punho de um assaltante. Em muitos casos, sequer possui antecedentes criminais. Então, como se prevenir?

O G1 ouviu especialistas e pessoas que lidam com o tema diariamente para traçar um perfil destes homens. Além disso, o modo como os agressores se comportam é parte fundamental para a identificação. Muitas vezes são os chamados “cidadãos comuns”.

De acordo com delegada Fernanda Fernandes, que atua diariamente no combate a este tipo de crime na Delegacia de Atendimento à Mulher (DEAM) de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense “até as pessoas que convivem com o agressor não acreditam que ele tenha praticado esse tipo de delito”.

”A gente tem como padrão de agressor de violência doméstica uma pessoa que trabalha, tem uma vida social, é primário e de bons antecedentes. Na maioria dos casos, a gente tem esse padrão de agressor de uma ‘pessoa normal’.

Em 2018, mais de 31 mil casos foram registrados nas Delegacias de Atendimento à Mulher em todo o estado.

Paulo Cesar Conceição, de 46 anos, coordena um centro de recuperação de homens condenados pela Justiça por violência doméstica. Ao G1, ele afirmou que a violência doméstica está impregnada na sociedade e quase não é percebida.

“Ele [o agressor] é o ‘cidadão comum’, é o motorista de ônibus, o empresário, o lojista, o religioso. A violência doméstica está impregnada na nossa sociedade de tal forma que ela está invisível”, disse.

O psicólogo Paulo Patrocínio ressaltou que a violência se apresenta de formas diferentes e não apenas através da forma física, que é de conhecimento mais comum. São elas:

  • Violência física
  • Violência psicológica
  • Violência patrimonial
  • Violência moral
  • Violência sexual

Ciclo da violência

Patrocínio explicou ainda que a violência contra a mulher acontece através de um ciclo vicioso, normalmente. Segundo ele, os relacionamentos passam por três etapas que se repetem constantemente. E a violência pode ser interrompida de duas maneiras: com a interrupção da relação ou com o feminicídio.

“O ciclo da violência começa na ‘tensão’. Quando um casal perde o diálogo, começam as humilhações, provocações e ofensas. Em determinado momento, essa tensão perde o controle e acontece a explosão, que acaba gerando a violência. Nesse segundo estágio, acontecem sexo forçado, tapas, socos. Logo depois, há um rompimento em alguns casos. A mulher vai buscar os direitos dela garantidos por lei”, explicou o psicólogo.

“No terceiro estágio, é o intervalo chamado ‘lua de mel’. O homem entende que perdeu a mulher e tenta reconquistá-la. Pede desculpa, faz juras de amor, dá presentes, faz promessas, em uma intensidade muito grande. Ele não quer dar tempo para que ela possa refletir sobre o assunto. Depois de juntos novamente, ele não se vê correspondido e volta a entrar no estágio da tensão”, completou.

G1 

 

 

Pesquisa revela que colocar imagem ao lado do parceiro no perfil do Facebook é sinal de insegurança na relação

selfUm novo relatório divulgado por cientistas psicólogos afirmou que o fato das pessoas colocarem fotos de perfil no Facebook juntamente com o parceiro pode ser um sinal de que o casal está se sentindo inseguro no relacionamento.

O relatório “Can You Tell That I’m in a Relationship” foi divulgado por cientistas do Canadá e dos EUA, que descobriram que quando as pessoas estão preocupadas com o afeto de seu parceiro, elas tendem a tornar a relação mais visível publicamente.

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Os pesquisadores mediram as mudanças diárias de sentimentos das pessoas, contando o quanto eles postavam sobre os relacionamentos no Facebook. Nos dias em que as pessoas se sentiam mais inseguras do que o habitual, elas expunham ainda mais a relação na rede.

Cientistas revelaram o motivo pelo qual os casais postam fotos juntos nos perfis do Facebook, relatando a insegurança como principal causa para o fato.

A pesquisa revelou, porém, que pessoas geralmente não muito carinhosas tendem a postar muito menos sobre seus relacionamentos quando se sentem preocupadas com seu parceiro, preferindo o silêncio.

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Fonte: Mirror

Uso de perfil falso em redes sociais poderá caracterizar crime

perigo-na-internetTramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 7758/14, do deputado Nelson Marchezan Junior (PSDB–RS), que tipifica penalmente o uso de falsa identidade através da rede mundial de computadores.

Pela proposta, a nova redação do crime de falsa identidade (Código Penal, Decreto-Lei 2848/40) será de atribuir-se ou a outra pessoa falsa identidade, inclusive por meio da rede mundial de computadores ou qualquer outro meio eletrônico, com o objetivo de prejudicar, intimidar, ameaçar, obter vantagem ou causar dano a outrem, em proveito próprio ou alheio.

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O projeto não altera a pena prevista para o crime no Código Penal, que continua sendo o de detenção, de três meses a um ano, ou multa, se o fato não constitui elemento de crime mais grave.

A Lei de Crimes Cibernéticos (12.737/12), aprovada no ano passado e que ficou conhecida como Lei Carolina Dieckmann, criminaliza a invasão de computadores para obter vantagem ilícita, a falsificação de cartões de crédito e a interrupção de serviço telegráfico, telefônico, informático, telemático ou de informação de utilidade pública.

“A Lei de Crimes Cibernéticos não prevê, entretanto, a conduta de usar um perfil falso em redes sociais, por exemplo. Portanto, faz-se necessário complementar a legislação penal, tipificando o uso de falsa identidade através da rede mundial de computadores”, afirmou o deputado Nelson Marchezan Junior.

Tramitação
O projeto será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Em seguida, seguirá para votação no Plenário.

Fonte: Agência Brasil

Dono do facebook bloqueia o próprio perfil por ter sido “invadido” por brasileiros

Mark-ZuckerbergDesde sexta-feira, uma legião de brasileiros vinha bombardeando o perfil de Mark Zuckerberg no Facebook. Posts antigos passaram a receber uma enxurrada de figurinhas (stickers) e imagens de memes sem motivo aparente. Enfim, Mark respondeu: os comentários em todos os posts dele foram bloqueados.

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A brincadeira parece ter começado em um post de maio de 2012, em que Zuckerberg anunciou seu casamento com Priscilla Chan: nele há quase 190 mil comentários, a maioria de brasileiros. O último foi publicado ontem às 16h14, e o post foi bloqueado – agora só é possível curti-lo.

 

MSN

Facebook planeja rede social para perfil profissional

facebookO Facebook está secretamente trabalhando em um novo website chamado “Facebook no Trabalho”, o qual permitiria que os usuários mantivessem seu perfil profissional separado de seu perfil pessoal, relatou o jornal Financial Times.

O novo site, que pareceria muito com o Facebook, competirá com a rede social para profissionais LinkedIn, com o Google, e com a Microsoft, segundo o jornal.

O novo site do Facebook permitirá que usuários conversem com colegas, se conectem com contatos profissionais e colaborem com documentos, segundo o FT, que citou fontes não identificadas na reportagem.

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O Facebook não estava disponível para comentários, considerando que estava fora do horário comercial nos Estados Unidos.

Os funcionários da rede social há tempos têm usado o site para seu trabalho diário, e a rede agora está testando isso com empresas, de acordo com o jornal.

 

Terra

Saiba como guardar o seu perfil do Orkut

orkutO Orkut vai acabar, e isso não é novidade: em junho, o Google anunciou que daria fim à rede social que foi a primeira de muitos brasileiros, com seus scraps, depoimentos e gifs incríveis.

Entretanto, nem tudo que ficou por lá e viveu, marcou a nossa história vai para o grande lixo da internet: é possível recuperar e guardar consigo mesmo para a posteridade o seu perfil, os seus álbuns de fotos, os seus recados, depoimentos e todos os tópicos que você criou.

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Em menos de duas semanas para o fim do Orkut como a gente o conhece — a rede social sai do ar no dia 30 de setembro —, muita gente ainda não guardou seus dados, nem sabe como fazê-lo. É para isso que estamos aqui, com a ajuda de uma ferramenta do Google chamada Google Takeout (ou retirada, em bom português). Para começar, acesse o link a seguir. 

Selecione apenas o Orkut no Google Takeout. FOTO: Reprodução

Essa é a página do Google Takeout. Você vai precisar se logar com a sua conta Google que usava para acessar o Orkut. (É, a memória talvez seja um problema agora, mas a gente confia que você vai lembrar). A partir dessa tela, você vai clicar em “criar um arquivo”. Vale dizer que o Google Takeout serve para todos os serviços Google que você usa — como o Blogger, o Gmail e o Drive. E é possível fazer backup de todos eles com a ferramenta, mas aqui só faremos do Orkut, ok?

Espere o Google carregar todos os seus scraps, fotos e depoimentos para um arquivo .zip. FOTO: CRÉDITO

Clique em “selecionar tudo” para desselecionar as caixas, e depois em “Orkut” para selecionar o Orkut. Na sequência, clique em “criar um arquivo” e espere o Google carregar tudo o que estava atrelado ao seu perfil. Ele vai gerar um arquivo .zip, que você pode baixar.

Pronto: agora é só baixar, guardar num HD externo, num pendrive ou na nuvem toda a memória do seu Orkut. FOTO: Reprodução

Dentro dele, um tesouro de anos atrás: além das suas fotos (que vem sem legenda, mas divididas nos álbuns), você tem a página do seu perfil. Na pasta “internal”, é possível encontrar outras páginas bacanas: “scraps” te leva para a lista de scraps que você tem (isso se você não era da turma “respondo e apago”); “testmonials” vai mostrar os depoimentos fofos que te deixaram; e dentro da pasta outras muitas pastas contém arquivos HTML das páginas de tópicos que você criou em diferentes comunidades. Dá para gastar horas e horas se divertindo com isso, né?

Ah, um aviso: apesar do fim do Orkut estar marcado para o dia 30 próximo, será possível retirar os dados até 30 de setembro de 2016. Já as comunidades públicas serão preservadas em um “arquivo de comunidades” aberto ao público. Este arquivo, porém, será apenas para visualização e não aceitará novos tópicos, comentários ou enquetes.

A “Luta de classes…” é um exemplo de comunidade engraçadinha do Orkut que vai deixar saudades. FOTO: Reprodução/Orkut
Estadão

Quase 80% dos jovens com acesso à internet mantêm perfil em redes sociais

Foto: Agência Brasil
Foto: Agência Brasil

Entre as crianças e os adolescentes brasileiros que acessam a internet, 79% mantêm perfis em redes sociais, segundo estudo divulgado hoje (6) pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br). A pesquisa TIC Kids Online Brasil, feita entre setembro de 2013 e janeiro deste ano, ouviu 2.261 usuários com idades entre 9 e 17 anos, em todo o território nacional. Os pais ou responsáveis desses jovens também foram ouvidos. Na pesquisa anterior, feita em 2012, esse índice era 70%.

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O levantamento revelou uma tendência de crescimento no uso do telefone celular como principal forma de acesso às redes sociais – o aparelho é usado por mais da metade desse público (53%). Em relação a 2012, houve crescimento de 32 pontos percentuais. O acesso à internet por meio dos tablets cresceu de 2%, em 2012, para 16%, em 2013.

Os computadores de mesa, porém, continuam sendo os dispositivos mais utilizados para acessar a internet por este público – é usado por 71% das crianças e dos adolescentes.

O local onde os acessos mais ocorrem é a sala de casa, mencionada em 68% dos casos, seguido pelo quarto da criança ou do adolescente (57%). A preferência por centros de acesso pago, como as lan houses, estão em queda, passando de 35% em 2012, para 22% em 2013. As atividades mais desenvolvidas pelos jovens que acessam internet são: pesquisa para trabalho escolar (87%), assistir a vídeos (68%) e baixar músicas ou filmes (50%).

Nesta edição, a pesquisa avaliou pela primeira vez a exposição à publicidade e a conteúdos mercadológicos na internet. Os resultados apontam que 61% dos usuários com idade entre 11 e 17 anos lembram de ter visto publicidade nas redes sociais, enquanto 30% viram em sites de jogos online.

Entre os usuários, 57% disseram ter curtido alguma publicidade em redes sociais, 36% disseram ter compartilhado. Cerca de 21% disseram não aprovar a publicidade e 20% bloquearam o anúncio.

Agência Brasil

Aumento da escolaridade do brasileiro começa a mudar perfil do eleitor

urna_eletronicaSe antes era prática comum prometer cestas básicas, emprego ou tratamento médico em troca de votos para conquistar um mandato, com o aumento da escolaridade do eleitor brasileiro essas propostas começam a perder espaço para um voto de mais qualidade. Para especialistas, há um novo eleitor em construção e a melhora no nível educacional pode se transformar em mais consciência política no médio prazo.

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Apesar de a maior parte dos eleitores ainda ter baixa escolaridade, houve aumento no número de pessoas com superior completo e incompleto e ensino médio completo e incompleto. Dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mostram que dos 142,8 milhões de eleitores aptos a votar no pleito de outubro, 5,6% (8 milhões) terminaram a graduação – 2,8 milhões de pessoas a mais que nas eleições de 2010.

O número de pessoas com superior incompleto também subiu em relação a 2010 – aumentou em 1,5 milhão, passando de 2,7% para 3,6%. O número de cidadãos com ensino médio completo aumentou em 5,9 milhões de pessoas, de 13,1% para 16,6%. Já o número de eleitores com ensino médio incompleto teve um incremento de 1,8 milhão, de 18,9% para 19,2%.

Em contrapartida, o número de analfabetos e dos que apenas leem e escrevem (analfabetos funcionais) diminuiu. São cerca de 700 mil analfabetos a menos que na eleição de 2010, passando de 5,8% dos eleitores para 5,1%. No caso dos analfabetos funcionais, são 2,5 milhões a menos no pleito de 2014, de 14,5% do eleitorado para 12%.

Para o cientista político Leonardo Barreto, especialista em comportamento eleitoral, o índice de desenvolvimento educacional do eleitor é reflexo da evolução dos indicadores de educação da população brasileira. “As pessoas melhoraram a capacidade de buscar e processar informações porque é isso que, basicamente, o nível de educação mais elevada proporciona.”

O Censo Demográfico 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indicou que o nível de escolarização, de um modo geral, tem melhorado no país. No grupo acima de 25 anos, idade considerada suficiente para conclusão da graduação, o número de pessoas sem instrução ou com ensino fundamental incompleto caiu de 64% em 2000 para 49,3% em 2010. Com ensino médio completo passou de 12,7% para 14,7% e a proporção de pessoas com ensino superior completo passou de 6,8% para 10,8%.

Para Barreto, ainda não é possível dizer que o país já tem um eleitor mais crítico e consciente. “É um eleitor híbrido, que combina a necessidade de propostas novas para ele, de políticas públicas mais universais, com práticas antigas. Era uma pessoa que até ontem estava dentro de um contingente populacional que era muito suscetível a trocas e a propostas clientelistas. É uma pessoa que está migrando de um lugar para outro, mas que ainda está no meio do caminho porque essa é uma mudança de uma geração.”

De acordo com o especialista, com o aumento da escolarização e da renda, fazer campanha em uma região pobre não significará encontrar um eleitor desprovido de capacidade crítica e de informação. “Na periferia, você vai encontrar pessoas cujos filhos estão fazendo ou fizeram faculdade. Uma geração abastece a outra. O filho que fez faculdade é o orgulho da família, vai influenciar quem não fez. Tem um efeito de dispersão desse conhecimento. Isso torna o processo político mais complexo. Abre uma janela de oportunidades para uma nova geração de políticos. Quem interpretar e conduzir bem esse processo vai sair na frente”, disse.

O professor do Instituto de Ciência Política da Universidade de Brasília (UnB) Paulo Roberto Kramer também avalia que o eleitorado brasileiro está em fase de transição. Para ele, os dados do TSE comprovam o gradual avanço nas condições de vida e de educação da população. “Um eleitor mais instruído costuma ser mais exigente. Esse eleitor tende a transcender o nível mais básico de expectativas e necessidades, como o alimento e o teto, e passa a querer políticas públicas mais amplas, de educação, saúde e mobilidade urbana de qualidade.”

Na opinião do especialista, os políticos vão se deparar com uma parcela cada vez maior da população que vai cobrar seus direitos. “Esse novo eleitor certamente vai lançar um desafio para os políticos, que é repaginar suas propostas, suas maneiras de abordagem, pois está mais crítico ao confrontar as promessas que são feitas com a possibilidade de concretização.”

Para a coordenadora-geral da organização não governamental (ONG) Ação Educativa, Vera Masagão, à medida que o país mude o perfil educacional da população, a tendência é que o perfil do eleitorado também seja alterado no sentido de um voto mais consciente.

“Pessoas com mais escolaridade se sentem mais empoderadas, sentem menos o político como alguém de quem precisam para ter um favor. Tendem a romper essa visão do clientelismo, daquele pobrezinho que precisa ir lá pedir favor para o político. Aumentam a consciência cidadã de que eu estou exercendo meu direito votando e que o meu dever também não acaba na hora do voto. Tenho que continuar cobrando e é dever desse gestor público cumprir as promessas que fez. Esse caráter da cidadania é reforçado”, disse.

Segundo Vera, ao lado da educação formal, é preciso ampliar a educação cidadã. “Essa é uma educação que se dá principalmente no engajamento político. Então são pessoas participando de partidos, de ONGs, engajadas, acompanhando causas de interesse público e políticas públicas. É dessa forma que a gente vai, de fato, mudar a política, com mais gente participando e exercendo o controle social.”

Agência Brasil

TSE divulga perfil dos candidatos às eleições de outubro

tseO Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou hoje (22) o perfil dos candidatos às eleições de outubro. Segundo o tribunal, 24,9 mil candidatos vão disputar 1.709 vagas para os cargos de deputado federal, estadual e distrital, senador, governador e presidente da República, além de suplentes para o Senado e vices.

De acordo com o levantamento, o cargo mais concorrido é o de deputado distrital. São 1.003 candidatos para 24 vagas, o que representa uma concorrência de 41,79 por vaga. Deputado federal e estadual têm concorrência de 13,19 candidatos por vaga e 15,71 candidatos por vaga, respectivamente.

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O partido que mais tem candidatos é o PT, com 1.323, seguido pelo PSB (1.264); PSOL (1.221); PMDB (1.198); PV (1092) e PSDB (1086). A legenda com menos candidatos é o PCO (46).

De acordo com o grau de instrução, 45 % dos candidatos (11.429) têm curso superior completo. Cerca de 30% tem ensino médio completo, e 1% (254) apenas lê e escreve.

O número de mulheres que vão disputar as eleições de outubro subiu em relação ao pleito de 2010, quando 5.056 registraram candidaturas (22,4 % do total). Este ano, serão 7.437 mulheres (29,81% do total de candidatos).

Com relação à faixa etária, os dados mostram que 60% dos registros são de candidatos que têm entre 40 e 59 anos. Três registros são de pessoas maiores de 100 anos. A maioria dos pedidos de registros são de empresários (9,3%); advogados (5,5%); deputados (4,28%) e vereadores (4,21%).

Os números poderão ser atualizados até o dia da eleição, pois os pedidos de registro ainda serão julgados pelos juízes eleitorais e novas informações devem ser recebidas pelos tribunais regionais eleitorais. Após a decisão da Justiça Eleitoral, os candidatos estão aptos a concorrer. Além disso, as coligações podem mudar os candidatos que escolheram.

A entrega do registro não garante a participação do político nas eleições. Após parecer do Ministério Público Eleitoral, os pedidos são julgados por um juiz eleitoral, que verifica se as formalidades foram cumpridas.

Para estar apto a concorrer às eleições de outubro e ter o registro deferido pela Justiça Eleitoral, além de não se enquadrar na Lei da Ficha Limpa, os candidatos devem apresentar declaração de bens, certidões criminais emitidas pela Justiça, certidão de quitação eleitoral que comprove inexistência de débito de multas aplicadas de forma definitiva, entre outros documentos, como previsto na Lei das Eleições (Lei 9.504/97).

O primeiro turno do pleito deste ano será em 5 de outubro. O segundo está marcado para o dia 26, nos casos de eleições para governador ou à Presidência da República em que o primeiro colocado não obtiver 51% dos votos válidos, excluídos os brancos e nulos.

Fonte: Agência Brasil

Governo traça perfil dos resíduos sólidos de municípios da Paraíba

AGÊNCIA BRASIL
AGÊNCIA BRASIL

O Governo do Estado, por meio da Secretaria dos Recursos Hídricos, do Meio Ambiente, da Ciência e Tecnologia (SERHMACT), está concluindo a segunda etapa para elaboração do Plano Estadual de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos. A etapa compreende a caracterização física e composição gravimétrica de resíduos sólidos domiciliares dos municípios, item que deve constar também nos planos municipais de resíduos sólidos.

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As quatro cidades visitadas pelas equipes da secretaria e da Sudema foram selecionadas por amostragem, de acordo com a faixa populacional. Foram elas: Guarabira, Cajazeiras (com população acima de 80 mil habitantes), São Bento e Serra Branca (com menos de 20 mil habitantes). De acordo com o roteiro metodológico disponibilizado pelo Ministério do Meio Ambiente, algumas residências de classe alta, média e baixa tiveram os seus lixos recolhidos por três dias consecutivos e levados para identificação e classificação. “Essa análise permite avaliar a origem e a geração desses resíduos, fornecendo subsídios para avaliação da eficiência do sistema de gerenciamento de resíduos em vigor”, explicou Beranger Araújo, da assessoria técnica de Meio Ambiente da SERHMACT.

De acordo com a gestora ambiental, Vanessa Fernandes, esse processo é essencial para o planejamento e operação dos serviços de limpeza urbana e manejo de resíduos, principalmente os de coleta, tratamento e disposição final, pois subsidia o dimensionamento e a especificação dos equipamentos que serão utilizados para este fim.

Os municípios não tiveram nenhum custo com a atividade, já podendo utilizá-la como subsídio nos seus planos. No entanto, o envolvimento e o apoio logístico dessas cidades foram fatores essenciais para a realização da caracterização dos resíduos. “Os municípios têm recebido nossa equipe com muita atenção, dando todo apoio logístico local necessário para realização das atividades e a população também tem participado efetivamente”, reconheceu a gestora ambiental.

Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos – é o documento que aponta e descreve as ações relativas ao manejo dos resíduos sólidos, observadas suas características e riscos, no âmbito dos estabelecimentos geradores de resíduos das diversas atividades, contemplando os aspectos referentes à segregação, coleta, manipulação, o acondicionamento, o transporte, armazenamento, tratamento a reciclagem e a disposição final dos resíduos sólidos.

O gerenciamento de resíduos sólidos constitui um conjunto de procedimentos de gestão, planejados e implementados com o objetivo de minimizar a produção de resíduos e proporcionar aos resíduos gerados, a adequada coleta, armazenamento, tratamento, transporte e destino final adequado, visando a preservação da saúde pública e a qualidade do meio ambiente.O Governo do Estado, por meio da Secretaria dos Recursos Hídricos, do Meio Ambiente, da Ciência e Tecnologia (SERHMACT), está concluindo a segunda etapa para elaboração do Plano Estadual de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos. A etapa compreende a caracterização física e composição gravimétrica de resíduos sólidos domiciliares dos municípios, item que deve constar também nos planos municipais de resíduos sólidos.

As quatro cidades visitadas pelas equipes da secretaria e da Sudema foram selecionadas por amostragem, de acordo com a faixa populacional. Foram elas: Guarabira, Cajazeiras (com população acima de 80 mil habitantes), São Bento e Serra Branca (com menos de 20 mil habitantes). De acordo com o roteiro metodológico disponibilizado pelo Ministério do Meio Ambiente, algumas residências de classe alta, média e baixa tiveram os seus lixos recolhidos por três dias consecutivos e levados para identificação e classificação. “Essa análise permite avaliar a origem e a geração desses resíduos, fornecendo subsídios para avaliação da eficiência do sistema de gerenciamento de resíduos em vigor”, explicou Beranger Araújo, da assessoria técnica de Meio Ambiente da SERHMACT.

De acordo com a gestora ambiental, Vanessa Fernandes, esse processo é essencial para o planejamento e operação dos serviços de limpeza urbana e manejo de resíduos, principalmente os de coleta, tratamento e disposição final, pois subsidia o dimensionamento e a especificação dos equipamentos que serão utilizados para este fim.

Os municípios não tiveram nenhum custo com a atividade, já podendo utilizá-la como subsídio nos seus planos. No entanto, o envolvimento e o apoio logístico dessas cidades foram fatores essenciais para a realização da caracterização dos resíduos. “Os municípios têm recebido nossa equipe com muita atenção, dando todo apoio logístico local necessário para realização das atividades e a população também tem participado efetivamente”, reconheceu a gestora ambiental.

Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos – é o documento que aponta e descreve as ações relativas ao manejo dos resíduos sólidos, observadas suas características e riscos, no âmbito dos estabelecimentos geradores de resíduos das diversas atividades, contemplando os aspectos referentes à segregação, coleta, manipulação, o acondicionamento, o transporte, armazenamento, tratamento a reciclagem e a disposição final dos resíduos sólidos.

O gerenciamento de resíduos sólidos constitui um conjunto de procedimentos de gestão, planejados e implementados com o objetivo de minimizar a produção de resíduos e proporcionar aos resíduos gerados, a adequada coleta, armazenamento, tratamento, transporte e destino final adequado, visando a preservação da saúde pública e a qualidade do meio ambiente.

Secom PB