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Brasil empata com a Colômbia em jogo com pênalti não marcado

Neymar voltou a jogar depois de três meses, fez um gol e mostrou muita vontade durante o empate por 2 a 2 entre Brasil e Colômbia, mas não conseguiu sair de campo apenas com a boa atuação. O camisa 10 também foi protagonista de uma áspera discussão durante e após a partida. Ele e o volante Barrios trocaram farpas minutos antes do apito final e seguiram se estranhando depois do fim do jogo.

As câmeras da transmissão oficial da partida flagram ambos levando o braço ao rosto do rival e tentando um empurrão. Os dois ainda conversaram por um longo tempo em campo. O brasileiro deixou a partida irritado com a violência dos colombianos. Ele reclamou bastante de um pênalti não marcado pela arbitragem após ser empurrado por Davinson Sánchez no segundo tempo.

Neymar foi o jogador que mais sofreu faltas na partida, quatro. Na avaliação do comentarista Paulo César de Oliveira, a falta recebida pelo brasileiro foi um pênalti claro. Na ocasião, o lance foi exibido no telão e gerou revolta para todos os jogadores da Seleção.

– O contato foi nas costas do Neymar. A bola estava dentro do campo ainda, e o zagueiro da Colômbia é imprudente. Sánchez chega atrasado e vai nas costas do Neymar. É pênalti não marcado pelo árbitro – avaliou Paulo.

Casemiro, que questionou Sánchez após o empurrão em Neymar, criticou a postura dos colombianos na partida.

– O pessoal vem jogar contra o Brasil e quer intimidar, botando a mão, querendo bater, xingar. Isso não existe mais, tem que ganhar na bola. Falei pra ele que não precisava. Eles têm as táticas dele e a gente tem as nossas. Mas normal, é do jogo – declarou o volante.

Não é a primeira vez que Neymar se envolve em polêmicas durante uma partida contra a Colômbia. Na Copa América de 2015, ele foi expulso após o apito final depois de uma discussão generalizada e o camisa 10 chutar a bola em cima do lateral Armero.

Foto: Steve Mitchell

Globo Esporte

 

Fred faz de pênalti e Galo estreia com empate

fredO Atlético-MG estreou com empate na Copa Libertadores. Em Mendoza, na Argentina, o Galo teve uma atuação abaixo do esperado, mas conseguiu arrancar um placar por 1 a 1 com o Godoy Cruz, na abertura do grupo 6.

O Galo nem teve tempo de “entrar” no jogo e levou um gol logo no primeiro minuto. No contra-ataque, Javier Correa saiu nas costas da zaga e finalizou na saída do goleiro Giovanni.

Desorganizado em campo, o Atlético-MG foi muito mal nos primeiros 45 minutos e escapou de levar mais um gol. Aos 44, Garro recebeu cruzamento sozinho e mandou para fora de forma inacreditável na entrada da pequena área.

O time de Roger Machado voltou para a etapa final com Cazares na vaga de Danilo Barcelos e o time já deu resposta aos 3 minutos. No lateral cobrado direto na área, Abecasis empurrou Elias por trás e o árbitro marcou pênalti. Fred foi para a cobrança e não vacilou: 1 a 1.

Depois do gol de empate, os argentinos voltaram a tomar conta do jogo. A chance mais clara foi um chute de Correa que passou raspando a trave de Giovanni aos 18 minutos. O Godoy Cruz ainda ficou com um jogador a menos aos 39 minutos com a expulsão de Danilo Ortiz, mas o Galo não conseguiu virar mesmo pressionando muito nos últimos lances.

No outro jogo da chave, Sport Boys-BOL e Liberta-PAR ficaram no empate por 3 a 3, na Bolívia, também nesta quarta-feira. Dessa forma, todos os times somam 1 ponto.

O Galo só volta a campo pela Libertadores no dia 13 de abril. A equipe recebe o Sport Boys, na Arena Independência, pela 2ª rodada.

Band

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Jô faz de pênalti e Corinthians vence São Bento em campo encharcado

joNão foi um dia de grande futebol e era mesmo muito difícil que fosse. Em um gramado com condições ruins no Estádio Walter Ribeiro, o Corinthians conseguiu apenas o que precisava na estreia oficial em 2017. Com pênalti convertido por Jô em sua reestreia oficial, venceu o São Bento por 1 a 0, neste sábado, em Sorocaba.

O novo Corinthians de Fábio Carille teve alguns bons momentos e criou oportunidades, mas sofreu também no campo ruim. O mais importante, porém, conseguiu: não somente a vitória, mas também sinais de um jogo bom coletivamente, segurança defensiva, organização e, claro, os três pontos na abertura do Campeonato Paulista.

No Grupo A, por enquanto, fica na liderança à frente do Ituano, que empatou pela manhã. Botafogo-SP e São Bernardo ainda atuam nesta rodada.

O melhor: Jô

Não fez uma partida brilhante, mas foi quem definiu a parada. Sofreu pênalti em lance individual e converteu com bastante categoria.

O pior: Ricardo Bueno

Com fama de goleador no interior paulista, não conseguiu jogar tão bem e foi substituído.

Cinco estreias no Corinthians (e Carille de roupa nova)

Divulgação/Corinthians

Todos já tinham atuado na pré-temporada, mas a partida em Sorocaba marcou a estreia de cinco jogadores novos de maneira oficial: Pablo, Moisés, Gabriel, Fellipe Bastos e Jô, todos titulares. Vale destaque ainda a Fábio Carille, que diferentemente dos outros jogos como interino, trocou o agasalho do clube por uma camisa social.

Oportunidade para antigos titulares

Nas mexidas, Fábio Carille mostrou que pode dar oportunidades para quem defendeu o time na equipe principal até 2016. Marquinhos Gabriel, Camacho e Romero foram as alternativas no segundo tempo e, de certa forma, todos foram bem. O Corinthians controlou bem o São Bento e quase ampliou.

Campo molhado

Divulgação/Corinthians

A fluidez do jogo foi prejudicada pelo estado do gramado em Sorocaba. Uma forte chuva caiu antes da partida e expôs a má condição de drenagem no Estádio Walter Ribeiro. Muitas poças se formaram e levaram problemas na troca de passes e para os goleiros. Cássio, em falta de longe, deu rebote perigoso no primeiro tempo, atrapalhado pelo campo.

Ex-corintianos do outro lado

Três jogadores com passagens pelo Corinthians estavam na partida, mas apenas dois atuaram. O meia Morais, campeão da Série B em 2008 e da Copa do Brasil em 2009, foi titular do São Bento ao lado de Giovanni, revelado na base corintiana. Ele foi campeão do mundo em 2012, como reserva. Já Moradei, que foi titular na campanha do rebaixamento em 2007, ficou na suplência em Sorocaba.

Marlone deixa colegas em condição e “ajuda” até no gol de Jô

Divulgação/Corinthians

Os dois melhores lances corintianos na etapa inicial foram de bolas colocadas por Marlone. Ele acertou cruzamento na cabeça de Giovanni Augusto, que por estar de costas teve dificuldade em cabecear. Depois, colocou no chão para Jô, que chutou fraco. Na penalidade convertida após o intervalo, Marlone havia pegado a bola, mas atendeu a um pedido do colega para que cobrasse – e fizesse o gol.

À espera de Jadson

Ainda não foi neste sábado que a novela Jadson chegou oficialmente ao final. Com acordo definido com o Corinthians, o meia acertou os últimos detalhes do contrato na sexta-feira, conforme noticiou seu empresário Marcelo Robalinho. O anúncio deverá ser feito até segunda. Vale lembrar que a vaga no Paulistão está reservada para o jogador, pois Fábio Carille inscreveu 28 atletas.

Ficha técnica

SÃO BENTO 0 x 1 CORINTHIANS

Local: Estádio Walter Ribeiro, em Sorocaba
Data: 04 de fevereiro de 2017, sábado
Árbitro: Raphael Claus
Assistentes: Evandro de Melo Lima e Tatiane Sacilotti dos Santos Camargo
Cartões amarelos: Pitty, Gabriel e Balbuena
Gols: Jô, aos 9min do segundo tempo

SÃO BENTO
Rodrigo Viana; Régis de Souza (Renan Mota), Pitty, João Paulo e Marcelo Cordeiro; Fábio Bahia e Itaqui; Bebeto, Giovanni e Morais (Clébson Lima); Ricardo Bueno (Magrão). Treinador: Paulo Roberto Santos

CORINTHIANS
Cássio; Fagner, Pablo, Balbuena e Moisés; Gabriel; Giovanni Augusto (Marquinhos Gabriel), Fellipe Bastos (Camacho), Rodriguinho e Marlone; Jô (Romero).Treinador: Fábio Carille

SANTOS 6 X 2 LINENSE

Local: Estádio Vila Belmiro, em Santos (SP)
Data: 03 de fevereiro de 2017, sexta-feira
Árbitro: Thiago Duarte Peixoto
Assistentes: Marcelo Carvalho Van Gasse e Daniel Paulo Ziolli
Cartões amarelos: Thiago Maia, Léo Cittadini (Santos), Zé Antônio (Linense)
Gols: Rodrigão, aos 12 e aos 14min do primeiro tempo; Thiago Santos, aos 8min, Lucas Lima, aos 13min, Arthur Gomes, aos 31min, Gabrielzinho, aos 34min, Vitor Bueno, aos 44min, e Thiago Ribeiro, aos 47min do segundo tempo.

SANTOS
Vanderlei; Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, Yuri e Zeca; Renato, Thiago Maia (Léo Cittadini)e Lucas Lima; Vitor Bueno, Copete (Thiago Ribeiro) e Rodrigão (Arthur Gomes).
Técnico: Dorival Júnior

LINENSE
Edson Kölln; Bruno Moura (Thiago Santos), Bruno Costa, Rodrigo Lobão e Carleto; Zé Antônio, Caíque, Diego Felipe, Lucas Newiton (Tássio) e Thiago Humberto (Gabrielzinho); Joãozinho
Técnico: Guilherme Alves.

Uol

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Com pênalti polêmico, Corinthians vence e empurra Inter para perto da queda

O empate não servia para ninguém, mas a vitória nesta segunda-feira ficou nas mãos do Corinthians. Em pênalti polêmico, com um empurrão quase imperceptível sobre Ángel Romero e convertido por Marlone, os corintianos ganharam por 1 a 0 em Itaquera. Assim, a vaga na Copa Libertadores voltou a ser possível.

Já a vida do Internacional ficou ainda mais complicada, com três pontos de distância para fugir da zona de rebaixamento. Os colorados podem cair já no fim de semana seguinte.

O Corinthians que jogou melhor, por sua vez, encerra um jejum de mais de um mês sem ganhar. Além disso, com 54 pontos, fica a apenas um do Botafogo, quinto colocado, e do Atlético-PR, que é sexto e jogará em Itaquera no próximo sábado. A partida terá caráter decisivo para os corintianos na penúltima rodada do Brasileirão.

O melhor: Fagner

Com liberdade em razão da marcação ruim dos atacantes do Internacional, foi a opção mais confiável do time. Fagner voltou a abusar da violência em um lance com Aylon, mas fez a diferença no ataque em uma série de oportunidades.

O pior: Vitinho
Ricardo Duarte/Internacional

Visivelmente em má condição física, o atacante que volta de lesão foi presa fácil na etapa inicial. O Internacional abusou das bolas longas e teve dificuldades em trocar passes, o que também dificultou a vida do jogador escalado como centroavante. No intervalo, Lisca retirou Vitinho e mudou a disposição do time com Seijas.
Derrota em Itaquera deixa Internacional perto da Série B
Ricardo Duarte/Internacional

A três pontos do Vitória, primeiro fora da zona de rebaixamento, o Internacional depende de terceiros para se manter na primeira divisão. Nas últimas duas rodadas, os colorados recebem o Cruzeiro e visitam o Fluminense. Já o clube baiano visita o Coritiba e, na última partida, tem o provavelmente já campeão Palmeiras no Barradão.
Marlone justifica oportunidade e decide em Itaquera. Mas o pênalti…
MARCOS BEZERRA/FUTURA PRESS/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

Um bom cruzamento de Marlone para Romero disputar na área e…pênalti. Aparentemente, não houve empurrão significativo do zagueiro Ernando, que estava na jogada. Marlone pegou a bola, bateu com perfeição e marcou pela quinta vez no returno do Brasileirão. É o jogador mais efetivo do Corinthians no período e, com ótima atuação e motivado pela indicação ao Prêmio Puskás, justificou a chance.
Cristian é titular após dois meses e passa em primeira prova de fogo
De fora da equipe principal desde a demissão de Cristóvão Borges em dia de derrota para o Palmeiras, o volante voltou à equipe. Willians chegou a treinar no sábado, mas acabou dispensado no dia seguinte. Titular de última hora, o veterano de mais uma temporada irregular deu conta do recado.
O que fez Oswaldo: Corinthians joga melhor que dos últimos jogos
Rubens Cavallari/Folhapress

Oswaldo arregaçou as mangas na ausência de seu jogador mais importante do momento, que é Rodriguinho. As presenças de Camacho e Uendel na armação, além de um Marquinhos Gabriel melhor tecnicamente e de Marlone muito bem, melhoraram as coisas. O time ainda abusou das bolas longas, mas a arrumação do novo treinador foi bem executada em Itaquera.
O que fez Lisca: time ofensivo, mas poucas ideias para se salvar da queda
Rubens Cavallari/Folhapress

Homem de confiança de Roth, Alex foi para a reserva em troca de um time mais ofensivo, com Aylon e Sasha pelos lados e Vitinho avançado. Assim, faltou marcação pelos lados e qualidade para rodar a bola em dia infeliz dos volantes Dourado e Anselmo. No intervalo, o estreante Lisca mudou tudo com Seijas pelo centro, Anderson pela esquerda e Aylon como 9. Também não mudou a realidade de um time meramente lutador.

Colorados são provocados e ouvem gritos de Série B em Itaquera

Dassler Marques/UOL Esporte

Gritos personalizados para provocar o Internacional surgiram entre torcedores corintianos, nova prova da rivalidade entre os dois clubes nos últimos 11 anos. Também teve DVDs, em alusão a episódio que ficou famoso na final da Copa do Brasil 2009. Teve ainda um fantasma vestido com roupa de Série B para brincar com o momento complicado dos colorados.
Corinthians jogará completo para alcançar G-6 na penúltima rodada

Salvo alguma surpresa, o Corinthians sai fortalecido na noite desta segunda-feira para o jogo mais importante do semestre. No próximo sábado, recebe o Atlético-PR, sexto colocado e com um ponto a mais, para uma partida imperdível em Itaquera. Oswaldo deverá ter todos os jogadores à disposição com os retornos de Giovanni Augusto, Rodriguinho e Lucca, suspensos, e Guilherme, com dores no adutor da coxa.

Isqueiro em campo
Rubens Cavallari/Folhapress

Ainda no primeiro tempo, um isqueiro foi jogado no gramado da Arena Corinthians. O objeto caiu bem perto do goleiro Danilo Fernandes, que logo o entregou ao árbitro Rodolpho Toski. No intervalo, o torcedor que jogou o isqueiro foi identificado.
FICHA TÉCNICA
CORINTHIANS 1 x 0 INTER
Data: 21 de novembro de 2016 (segunda-feira)
Local: Arena Corinthians, em São Paulo (SP)
Competição: Campeonato Brasileiro (36ª rodada)
Público: 19.769 presentes
Renda: R$ 907.361,50
Árbitro: Rodolpho Toski Marques (PR)
Auxiliares: Bruno Boschilia e Ivan Carlos Bohn (ambos do PR)
Cartões amarelos: Marlone e Marciel (Corinthians); Ernando e Anselmo (Inter)
Gol: Marlone, aos nove minutos do segundo tempo.
CORINTHIANS: Walter; Fagner, Vilson, Balbuena e Guilherme Arana; Cristian (Jean), Marquinhos Gabriel, Uendel, Camacho (Marciel) e Marlone (Léo Jaba); Romero. Treinador: Oswaldo de Oliveira
INTER: Danilo Fernandes; William, Ernando, Paulão e Geferson; Dourado, Anselmo, Anderson e Eduardo Sasha (Nico López); Vitinho (Seijas) e Aylon (Valdívia). Treinador: Lisca
Uol

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Flu perde pênalti no fim, só empata com Atlético-PR e se complica pelo G6

fluO Fluminense fez promoção e a torcida compareceu – 43.691. Mas de nada adiantou. A equipe não teve bom desempenho na ‘decisão’ contra o Atlético-PR por uma vaga na Libertadores e só empatou por 1 a 1, neste sábado, no Maracanã. Cícero abriu o placar, e Hernani, de pênalti, definiu o placar. Scarpa teve a chance da vitória nos acréscimos, mas o camisa 10 perdeu pênalti.

O resultado é péssimo para o Fluminense que se complicou ainda mais na briga por uma das vagas na Libertadores de 2017. O Tricolor agora soma 49 pontos e segue na 8ª colocação a três do Atlético-PR, último do G6, com 52. O time volta a campo no domingo, quando medirá forças com a Ponte Preta, em Campinas.

Marcão perde 100% de aproveitamento como treinador em primeiro jogo do BR

No terceiro jogo como treinador, Marcão perdeu o 100% de aproveitamento, Nos dois primeiros, pelo Estadual deste ano, o treinador assumiu a equipe precisando de duas vitórias, o que ocorreu. Triunfos sobre o Friburguense por 2 a 1 e América por 1 a 0. A missão, agora, é mais difícil, já que ele foi definido como treinador até o fim do Brasileiro.

Marcão usa esquema de Tite com Cícero de atacante

Com muitos treinos fechados, o Fluminense de Marcão não deu qualquer dica da armação do time para encarar o Atlético-PR. Na escalação uma surpresa: nenhum centroavante de ofício e cinco jogadores de meio de campo. Na prática, porém, o que se viu foi algo inovador. O esquema escolhido é o mesmo que consagrou Tite: 4-1-4-1. Pierre jogou entre as linhas. No meio de campo, Scarpa, Edson, Marquinho e Wellington. Cícero? O volante foi improvisado como único atacante.

Improvisado, Cícero faz gol mas volta para o meio de campo no 2º tempo

Novidade na escalação de Marcão, Cícero teve bom desempenho atuando como atacante. Ele fez o único gol do Tricolor e deu muito trabalho aos adversários. No segundo tempo, porém, o treinador precisou de mais ímpeto e lançou Richarlison, fazendo com que o volante voltasse ao meio de campo. Acabou substituído no fim do jogo e foi aplaudido pelos torcedores.

Falha na defesa complica vitória do Fluminense

A boa jogada de Lucas Fernandes, jogador do Fluminense e emprestado ao Atlético-PR, complicou os cariocas. Willian Matheus acabou fazendo pênalti e deixando o Tricolor em situação complicada.

Scarpa completa 100 jogos pelo Flu e ganha homenagem

O meia Gustavo Scarpa chegou a expressiva marca de 100 jogos como profissional com a camisa tricolor no último jogo contra o Cruzeiro. Ele foi homenageado recebeu a camisa das mãos do presidente Peter Siemsen

FLUMINENSE 1 X 1 ATLÉTICO-PR

Data e hora: 15/11/2016, nesta terça-feira, às 17h (horário de Brasília)
Local: Maracanã, Rio de Janeiro (RJ)
Árbitro: Luiz Flavio de Oliveira (SP)
Auxiliares: Miguel Cataneo Ribeiro da Costa (SP) e Herman Brumel Vani (SP)
Gols: Cícero, aos 28min do primeiro tempo; Hernani, aos 16min do segundo tempo
Cartões amarelo: Wellington Silva, Pierre e Wellington (FLU) Paulo André (CAP)

Fluminense
Julio Cesar; Wellington Silva, Gum, Henrique e William Matheus; Pierre, Edson (Osvaldo), Cícero (Douglas), Marquinho (Richarlison) e Gustavo Scarpa; Wellington
Técnico: Marcão (interino)

Atlético-PR
Santos; Léo (Rafael Galhardo), Thiago Heleno, Paulo André e Nicolas; Hernani, Octávio, Lucho Gonzalez (Nikão) e Lucas Fernandes (Marcos Guilherme); André Lima e Pablo
Técnico: Paulo Autuori

Uol

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Agüero desperdiça pênalti e Argentina tropeça mais uma vez sem Messi

AFP PHOTO / JUAN MABROMATA
AFP PHOTO / JUAN MABROMATA

A vida da Argentina sem Lionel Messi não tem sido nada fácil nas Eliminatórias para a Copa do Mundo. Sem poder contar com seu principal craque, lesionado, o time de Edgardo Bauza tropeçou mais uma vez. Dessa vez jogando em casa, em Córdoba, os argentinos foram surpreendidos pelo Paraguai e perderam por 1 a 0, nesta terça-feira (11).

Apresentando muitas dificuldades na criação de jogadas, o time de Bauza sucumbiu para o Paraguai com o gol de González. Para piorar, os argentinos viram Sérgio Agüero, herdeiro da camisa 10, perder um pênalti no segundo tempo.

Com o resultado, a Argentina encerra a 10ª rodada com 16 pontos, na quinta colocação, lugar que a levaria para a repescagem. Já o Paraguai encosta na rival, agora com 15 pontos, em sexto.

Na próxima rodada, a Argentina vai ao Mineirão enfrentar o Brasil, em 10 de novembro. Já o Paraguai recebe o Peru, no mesmo dia.

Tática paraguaia funciona e o gol vem

REUTERS/Marcos Brindicci

Apostando em uma marcação forte e em jogadas de contra-ataque, o Paraguai surpreendeu a Argentina ao abrir o placar logo aos 17 minutos de partida. Em contragolpe rápido, o corintiano Romero fintou Mascherano e deu belo passe em profundidade para González, que avançou e bateu no canto esquerdo de Villar.

Um oásis no deserto da armação argentina

REUTERS/Marcos Brindicci

Diante de uma firme marcação paraguaia, a Argentina encontrou muitos problemas para criar jogadas de ataque no primeiro tempo. O único se destacava em meio à falta de imaginação argentina era Di María. Foi com ele, inclusive, que o time de Edgardo Bauza conseguiu sua melhor chance: aos 23 minutos, o camisa 11 arriscou de fora da área e acertou a trave de Villar.

Argentina tem duas chances de abrir o placar. Não consegue

AFP PHOTO / EITAN ABRAMOVICH

Com vantagem no placar, o Paraguai se recuou no segundo tempo e parou de agredir a Argentina nos contra-ataques. Dessa maneira, o time de Bauza passou a ter mais espaço e passou a criar mais chances. Nas duas mais claras, não conseguiu tirar o zero do placar.

A primeira veio logo no minuto inicial da segunda etapa: Higuaín cabeceou e a bola bateu no braço de Da Silva. O árbitro marcou pênalti, que Agüero cobrou e parou na defesa de Villar. A segunda chance veio sete minutos mais tarde: em falta cobrada para a área, Rojo balançou as redes de Villar. O lance, no entanto, foi anulado, pois Mercado, em condição irregular, participou da jogada.

Messi no sofá é pesadelo para Argentina

Reprodução

A lesão de Messi dá uma dor de cabeça enorme para a seleção da Argentina. O aproveitamento da equipe muda drasticamente sem o camisa 10 em campo. Nas três vezes que o atacante atuou nas Eliminatórias, foram três vitórias: 2 a 1 contra o Chile, 2 a 0 sobre a Bolívia e 1 a 0 diante do Uruguai. Já sem ele, a história muda: uma vitória, quatro empates e duas derrotas.

Contra o Paraguai, o que deu para Messi fazer foi torcer à distância. Em seu Instagram, o atacante postou uma foto acompanhando a partida.

Uol

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Inter pressiona, perde pênalti no final e busca empate contra o São Paulo

interA fase do Internacional parecia não dar sinais de melhora. No Beira-Rio, os colorados conseguiram ir buscar um empate diante do São Paulo, depois de sofrerem gol de pênalti e lutarem contra uma retranca são-paulina. O Inter finalizou 25 vezes, contra apenas quatro dos paulistas – bem postada, a defesa são-paulina contou com boa atuação de Denis. Os gaúchos tiveram chance de virar o jogo quando também tiveram pênalti a seu favor. Batida por Valdivia aos 45 da segunda etapa, a bola foi para fora.

O empate marca a 13ª partida consecutiva sem vitória, o maior jejum da história do Internacional. É também a segunda partida sobre o comando de Celso Roth, terceiro comandante no Brasileirão, e que estreou perdendo para a Chapecoense. Com 23 pontos, o clube gaúcho corre risco de terminar a rodada na zona do rebaixamento.

Quem foi bem: Denis, São Paulo
O goleiro São Paulo apareceu em lances cruciais, com três grandes defesas consecutivas: Ariel bateu forte, de dentro da área, o goleiro espalmou; na sequência, cruzamento da esquerda, Paulão ficou cara a cara, outra defesa de Denis. Novo cruzamento e Eduardo Sasha mergulhou de cabeça, mas o são-paulino ainda apareceu outra vez. Boa atuação que evitou a vitória do Internacional.

Quem foi mal: Eduardo Sasha (Inter) e Buffarini (São Paulo)
O Inter teve mais posse de bola e finalizou mais de 20 vezes ao gol são-paulino, sem sucesso. Parte disso se deve à fraca atuação de seu ataque. Nico López pouco fez durante a primeira etapa, e foi sacado no intervalo. Eduardo Sasha tentou e se movimentou, mas desperdiçou chances importantes, e também acabou substituído. O São Paulo, por sua vez, quase levou a virada no final, em dois lances com participação direta de Buffarini: no primeiro, não saiu do chão e viu a bola passar para o gol de Ernando. No segundo, fez pênalti em Eduardo, mas, para sua sorte, Valdivia desperdiçou.

Sob nova direção
Tanto São Paulo como Internacional vivem momentos de começo de trabalho com novos treinadores. Os paulistas tiveram a estreia de Ricardo Gomes, mas o time ainda mostra muito do DNA de Edgardo Bauza: postura forte na defesa, ataque tímido, mas aproveitando as poucas oportunidades que cria – faltou entretanto, volume de jogo e iniciativa. Celso Roth fez sua segunda partida pelo Inter: seu time buscou o ataque, teve a bola, mas desperdiçou dezenas de finalizações – poderia ter vencido.

Estreantes melhoram o Inter. Mas não o suficiente
Dois estreantes em campo melhoraram o rendimento do Internacional. Ceará, pela direita, conseguiu vitória pessoal e bons cruzamentos. Foi com ele a principal jogada ensaiada do Colorado: a cobrança de lateral na área. Assim, ao menos cinco lances tentaram levar perigo ao gol de Dênis. Eduardo Henrique, por sua vez, errou alguns passes, mas teve rendimento melhor do que Fernando Bob no meio-campo do time vermelho.

São Paulo “desdentado”, Inter não aproveita
O ataque do São Paulo começou a partida totalmente ineficiente: a bola não parava no pé dos homens de frente, e nenhuma jogada trabalhada aparecia. O time comandado por Ricardo Gomes só foi finalizar pela primeira vez aos 31 minutos – até então, o Inter já havia chutado sete bolas, mas sem precisão. A melhor chance foi aos 15 minutos, e terminou na boa defesa de Dênis.

Vacilo deu a vantagem aos visitantes
Se o Internacional era melhor, a primeira descida na área colorada rendeu frutos ao São Paulo: dentro da área, Paulão deslizou no carrinho e derrubou Hudson – Cueva bateu e colocou os paulistas na frente. Depois do gol, nos minutos finais da primeira etapa, o Inter tentou retomar o controle do jogo, e teve uma chance com Valdivia e Paulão, em bate-rebate, mas a bola foi para fora.

Metralhadora colorada, milagres são paulinos
A volta para o segundo tempo teve uma sequência de grandes oportunidades para o Internacional, em lances consecutivos: Ariel, de pé esquerdo; Paulão, de pé direito; Sasha de cabeça. As finalizações, todas de dentro da área, pararam em Denis, que fez grandes defesas. O quarto chute desviou em Lyanco, e ainda bateu na trave antes de sair.

Empate e quase virada
No finalzinho, a pressão colorada deu resultado: Ernando empatou aos 39 minutos. Aos 45, Buffarini cometeu pênalti e deu ao Inter a chance de ouro de sair com a virada e os três pontos: Valdivia correu para a cobrança e bateu forte, mas para fora. Final eletrizante, 1 a 1 no placar.

FICHA TÉCNICA
INTERNACIONAL x SÃO PAULO

Local: Beira-Rio, em Porto Alegre (RS)
Data: 21 de agosto de 2016 (domingo)
Horário: 16h (de Brasília)
Árbitro: Gilberto Rodrigues Junior (Fifa-PE)
Assistentes: Clovis Amaral da Silva e Cleberson do Nascimento Leite (ambos de PE)
Gols: Cueva, 36’/1º (0-1); Ernando, 39’º/2ºT (1-1)

INTERNACIONAL: Danilo Fernandes; Ceará (Andrigo), Paulão, Ernando e Artur; Fabinho, Eduardo Henrique, Seijas e Valdívia; Eduardo Sasha (Willian) e Nico López (Ariel).
Técnico: Celso Roth.

SÃO PAULO: Denis; Buffarini, Maicon, Lyanco e Mena; João Schmidt; Kelvin (Wesley), Hudson (Carlinhos), Michel Bastos (Gilberto) e Cueva; Chavez
Técnico: Ricardo Gomes.

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Superior, Vasco vence o Flu com gol de pênalti em clássico no Engenhão

jogoMaracanã, discussão política, Engenhão, briga de torcida… O pré-jogo do clássico entre Fluminense e Vasco deu o tom do que viria pela frente. Começou com a transferência da partida para o Engenhão, uma vez que as diretorias dos clubes não chegaram a um denominador em comum a respeito dos lados que suas torcidas ocupariam no Maracanã – Flu tem contrato com o consórcio pelo lado direito, e o Vasco alega que o tem adquirido pela conquista do Carioca de 1950. Depois, ficou marcada pela briga de organizadas numa estação de trem horas antes do começo da partida. Mais de 120 pessoas foram detidas.

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Nas arquibancadas, 8.658 torcedores (7.338 pagantes, para uma renda de R$ 260.475). O público não foi dos melhores, mesmo que a carga colocada à disposição tenha sido de 17 mil ingressos. Mas em campo sobrou emoção: foram bolas na trave, chutes potentes e um pênalti não marcado – no primeiro tempo.

O Vasco foi amplamente superior. O que foi refletido no resultado. O time de Doriva venceu por 1 a 0, novamente em lance de pênalti, desta vez, marcado e convertido por Luan. Com o resultado, subiu para a terceira colocação, com 14 pontos. O Fluminense, por sua vez, com 12, caiu para quinto lugar e fica fora do G-4.

Na próxima rodada, o Vasco encara o Bangu em São Januário. O jogo será no sábado, às 16h (de Brasília). O Fluminense, por sua vez, viaja a Volta Redonda, onde enfrenta o Resende, no domingo, às 18h30, no Raulino de Oliveira.

Luan Vasco X Fluminense (Foto: Andre Durão)Luan marca de pênalti e garante a vitória do Vasco sobre o Fluminense (Foto: Andre Durão)

Jogo truncado, bolas na trave, pênalti não marcado e pênalti convertido

Como é padrão em boa parte dos clássicos, as equipes começaram o duelo se estudando. Poucas eram as jogadas de iniciativa ao ataque. O duelo foi duro, com muita marcação. Guiñazu era um dos mais participativos no fundamento, o que lhe rendeu um cartão amarelo logo aos 22 minutos – fica fora contra o Bangu, na próxima rodada. O Vasco, aliás, foi mais incisivo durante todo o período. Gilberto, que fez sua estreia, foi um dos melhores em campo. Mostrou disposição, com cabeçadas e chutes. No fim, foi derrubado por Diego Cavalieri na área. Ficou reclamando de pênalti, mas o árbitro interpretou como simulação e o amarelou.

A partida voltou ainda mais quente no segundo tempo. Tornou-se truncada, com muitas faltas marcadas e erros de passes. Por outro lado, teve também mais chances de perigo. Para o Vasco… Logo no começo, aos seis minutos, Rodrigo mandou uma bola no travessão em cobrança de falta. Aos 16, foi a vez de Julio dos Santos, com uma cabeçada.

O Tricolor pouco conseguiu fazer. Nem a mudança na defesa, com a entrada de Victor Oliveira no lugar de João Filipe, surtiu efeito. Foi ele quem derrubou Luan na área, aos 34 minutos. Pênalti assinalado e convertido pelo próprio, garantindo a vitória vascaína. Teve tempo ainda para Rafinha ser expulso, representando a atuação pífia do Tricolor no clássico.

Fluminense X Vasco - Engenhão (Foto: Antonio Scorza / Agência o Globo)Fluminense e Vasco se enfrentaram no Engenhão (Foto: Antonio Scorza / Agência o Globo)

Antes de a bola rolar, torcidas organizadas de Fluminense e Vasco brigaram na estação de trem do Méier, na Zona Norte do Rio de Janeiro, local historicamente conhecido pelos encontros violentos entre as duas organizadas. A Polícia Militar agiu e deteve mais de 120 torcedores. O grupo foi levado em três ônibus para o Juizado Especial Criminal (Jecrim).

 

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Mancini revela que Murilo cobraria o pênalti e critica Jobson: “Irresponsável”

fugueiraA derrota do Botafogo por 1 a 0 para o Figueirense na noite desta quarta-feira, em São Januário, passa principalmente pelo pênalti perdido por Jobson. O Alvinegro teve a chance de abrir o placar no início do segundo tempo e jogar em vantagem nos minutos finais. Porém, a cobrança foi para fora, e logo depois saiu o gol dos catarinenses. E Vagner Mancini não gostou nada da atitude do atacante. Segundo o técnico, o jovem Murilo, de 20 anos, seria o escolhido para assumir a responsabilidade na marca da cal.

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– Quando sai o pênalti, o Murilo olha para mim e eu confirmo. Ele teve um aproveitamento excelente no último treino. Mas então eu vejo ele conversando com o Jobson, que toma a bola para bater. Acho que o Jobson foi irresponsável no momento em que não deveria. Aqui ninguém está jogando a culpa em ninguém, porque se o Botafogo está nessa situação é porque houve outros erros, deles e meus. Mas foi uma atitude irresponsável em jogo muito importante, que poderia nos dar um gás a mais. E, logo depois do pênalti, nós sofremos o gol, que deu um abalo emocional na equipe – criticou o comandante, revelando que ainda vai decidir se escalará Jobson na próxima rodada.

Vagner Mancini botafogo (Foto: Fernando Soutello / AGIF / Agência Estado)Vagner Mancini se desespera em São Januário: bronca em Jobson (Foto: Fernando Soutello / AGIF / Agência Estado)

A situação do Botafogo no Campeonato Brasileiro ficou ainda mais complicada. Jefferson diz que agora só um milagre resolve, mas Mancini mantém as esperanças em evitar um rebaixamento iminente a três rodadas do fim. O treinador alvinegro tentou manter a calma e o otimismo em meio ao momento pessimista do clube na tabela. E acredita ser possível vencer Chapecoense e Santos fora de casa, e Atlético-MG no Rio de Janeiro.

– Chance ainda existe. Temos como somar nove pontos, embora tenha ficado difícil, não podemos jogar a toalha. O Botafogo fez um bom primeiro tempo, voltou bem para o segundo. O lance capital foi o pênalti, que nos daria atitude diferente no jogo. Mas foi infelizmente desperdiçado e, na sequência, levamos o gol. Perdemos uma chance de ouro e depois sofremos o gol. Isso gera instabilidade emocional. Depois se recuperou, mas não conseguiu empatar.

Confira a entrevista completa de Vagner Mancini:

PÊNALTI DE JOBSON

Quando sai o pênalti, o Murilo olha para mim e eu confirmo. Ele teve um aproveitamento excelente no último treino. Mas então eu vejo ele conversando com o Jobson, que toma a bola para bater. Acho que o Jobson foi irresponsável no momento em que não deveria. Aqui ninguém está jogando a culpa em ninguém, porque se o Botafogo está nessa situação é porque houve outros erros, deles e meus. Mas foi uma atitude irresponsável em jogo muito importante, que poderia nos dar um gás a mais. E, logo depois do pênalti, nós sofremos o gol, que deu um abalo emocional na equipe. Muitas vezes você vê o time jogando mal e em outros lamenta muito a derrota, porque sabe que teve o jogo nas mãos. Infelizmente estamos falando de uma derrota que nos custa caro e que nos deixa enfraquecidos no momento em que poderíamos ter um gás para enfrentar os  últimos jogos nessa situação difícil. Agora vamos tentar recuperar o emocional e buscar a vitória.

Botafogo x Figueirense - Jobson (Foto: Buda Mendes / Getty Images)Jobson lamenta pênalti perdido contra o Figueirense (Foto: Buda Mendes / Getty Images)

FALTA DE COBRADORES

Tínhamos determinado cinco batedores e nenhum deles faz parte do meu grupo. Ao longo da temporada tivemos que alterar essa e diversas outras coisas. O Murilo tem 20 anos, mas não posso olhar a idade, mas para quem estiver melhor nos treinos.

PESO DA ESCOLHA DE JOBSON

Na hora em que vi o Jobson pegando a bola do Murilo, isso me veio à cabeça. De certa forma ele puxou isso para ele próprio. O Jobson sabia o peso que tinha, o grupo o abraçou, e ele acho que estava em débito com todos. Errou pela forma como bateu, mas puxou essa grande responsabilidade e bateu de forma irresponsável. Isso acontece quando o jogador que dar uma resposta, e não era o momento para isso.

JOBSON PEGA A CHAPECOENSE?

Estou muito chateado com o que eu vi hoje. Hoje não sei dizer se ele vai a Chapecó ou não. Isso vai ser bem analisado no momento em que eu esfriar a cabeça. Quando você toma qualquer decisão de cabeça quente fica próximo do erro. Mas preciso repensar uma série de coisas, porque me chateou bastante.

REUNIÃO DOS JOGADORES NO GRAMADO

Não fiquei ali porque estava alterado e não era o momento de falar o que eu tinha que falar. Era um momento dos jogadores. Minha parte é interna. Jamais vou exteriorizar o que penso ou que acho que eles têm que ouvir. (A reunião) Foi uma atitude digna deles, não sei o que foi falado porque não estava. Mas fiz questão de passar direto, assim como os demais integrantes da comissão técnica, porque era o momento dos jogadores.

ESTÃO ABANDONADOS PELA DIRETORIA?

Não posso dizer que estamos sozinhos. No vestiário estiveram Aníbal (Rouxinol), Bernardo (Arantes) e Gottardo. Nesse momento de dificuldade temos que estender a mão porque ninguém perde sozinho. O Botafogo num todo foi derrotado, e é preciso botar a cara. É hora de assumir os erros e assumir o que foi feito neste ano. Estamos falando do fim do que aconteceu, mas muita coisa errada foi feita para chegarmos onde estamos hoje.

BRIO DA EQUIPE E APOIO DA TORCIDA

 O Jobson sabia o peso que tinha, o grupo o abraçou, e ele acho que estava em débito com todos. Errou pela forma como bateu, mas puxou essa grande responsabilidade e bateu de forma irresponsável.”
Mancini

Temos que lutar muito. O mais importante é falar a verdade para os atletas, e não vou fugir disso. Temos que tocar o atleta como um ser humano e que tem caráter. Agora, não podemos mudar a postura. Nossa torcida está de parabéns. Ela não está aqui cobrando porque vê o empenho de todo mundo. Vê também que o que está sendo feito em campo é um pouco mais do máximo de cada um. Eles sabem que têm que suar sangue se for preciso e que a entregue deve ser essa. Hoje o destino foi mais forte com a gente porque erramos uma vez e sofremos um gol na sequência. A regra do futebol é essa.

O QUE MUDARIA SE PUDESSE VOLTAR NO TEMPO?

Se eu fosse voltar no tempo talvez sabendo o fim que seria esse teria mudado algumas peças ou ido atrás de alguns atletas, porque hoje há carência em alguns setores. É difícil citar o ponto fundamental, porque foram inúmeros e já se vivia uma situação difícil quando eu cheguei. Às vezes achamos que somos super-homens e achamos naquele momento que poderíamos mudar uma situação ao longo do ano. A campanha do Botafogo tem mais derrotas do que vitórias, não são números de time grande. Isso choca, chateia, mas também entrei no decorrer da temporada. Foi um ano de muito aprendizado, mas acho que ao longo do processo muita gente poderia ter ajudado para não chegar a esse ponto. E mesmo assim você vê a torcida cantando o hino do clube. Se teve alguma coisa de bom foi que a torcida sempre esteve do nosso lado, isso tem que ser exaltado.

AUSÊNCIA DE MAURÍCIO ASSUMPÇÃO NO JOGO

Não posso avaliar isso porque o Maurício tem vivido dificuldades no seu dia a dia. Seria delegante eu falar da conduta dele, até porque não tenho nada do que falar em relação a mim. Sempre tivemos a melhor relação possível. Quanto à administração do Botafogo como um todo, não cabe a mim julgar.

DESFALQUES NO ATAQUE

Preocupa muito. A entrada do Bruno Corrêa deixou o ataque mais leve e versátil. Esse é um calo que nós temos. Se formos parar e anotar as inúmeras duplas de ataque ao longo da temporada, vão ser mais de sete. Isso prejudica a regularidade. Tenho que ir mudando de acordo com o que é melhor para a equipe, mas não tenho muitas opções. Também devo insistir para dar confiança a quem está tendo a chance.

 

 

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Botafogo vence partida equilibrada contra o CSP; gol polêmico e pênalti perdido

botafogo-pbDepois de estrear com derrota no Campeonato Paraibano contra o Atlético de Cajazeiras, o Botafogo-PB, enfim, conseguiu sua primeira vitória no Estadual. Jogando no Estádio Almeidão, na tarde deste domingo (23), o Belo venceu o CSP por 1 a 0, gol do atacante Rafael Aidar.

Com a vitória, o Botafogo-PB chegou à quinta colocação, já o CSP, que foi o campeão simbólico do primeiro turno, ainda não conseguiu pontuar na segunda fase.

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A partida foi equilibrada com as duas equipes criando boas oportunidades. Aos 30 minutos, aconteceu o único gol da partida e também o lance mais polêmico. Depois do chute de Lenilson, o árbitro entendeu que a bola foi desviada e marcou escanteio para reclamação dos jogadores do CSP.

Na sequência, após escanteio cobrado, o zagueiro Everton raspou de cabeça e a bola sobrou para o atacante Rafael Aidar marcar: 1 a 0.

Antes do intervalo, o Tigre da Capital teve a chance do empate. Após cruzamento de Rhair, Hélio Paraíba testou de cabeça e Genivaldo fez grande defesa.

No início do segundo tempo, o autor do gol do Bota-PB, Rafael Aidar, sofreu pênalti. Lenilson cobrou e Ferreira defendeu.

Buscando o empate, o CSP até assustou, mas não alcançou o tento de igualdade. A principal chance foi novamente com Hélio Paraíba que aproveitou bobeira do goleiro Genivaldo e chutou para recuperação do arqueiro.

Ficha técnica

Local: Estádio Almeidão – João Pessoa

Competição: Campeonato Paraibano – 2ª Rodada

Arbitragem: Roberto Lima, com assistências de Oberto Santos e Felipe Messias

Gols: Rafael Aidar (30’/1T)

CSP: Ferreira; Rhair, Wellington (Daniel), Matheus e Marcio; Peu, Gildo, Jônatas e Tazinho (Lima); Hélio Paraíba (Júnior Coxinha) e Carioca. Técnico: Ramiro Souza.
Botafogo-PB: Genivaldo; Ferreira, Magno Alves, Everton e Celico; Zaquel, Pio, Doda e Lenilson (Leomir); Warley (Frontini) e Rafael Aidar (Cléo). Técnico: Marcelo Vilar.

 

 

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